29 Horas Extras (Final)




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Compêndio III- Ultra-papai? - perguntei de novo, rindo meio sem graça e meio orgulhoso.
Cheryl só sorriu pra mim, mantendo o passo firme.
·Ainda nessa? Vamos, Marco! É só um apelido! – mas então, ela me olhou com mais sensualidade. – Embora você tenha que admitir que o apelido combina com você… especialmente, com as coisas que você já fez comigo.29 Horas Extras (Final)Depois de uma breve caminhada, conseguimos chegar ao seu escritório, o mesmo escritório onde nos conhecemos pela primeira vez. Ao fechar a porta, a primeira coisa que Cheryl fez foi se pendurar nos meus ombros e me beijar.

Sentir o peitão dela no meu peito me animou na hora. Como um reflexo condicionado, agarrei aquele bumbum maravilhoso, fazendo-a suspirar de ternura.

Enquanto continuávamos nos beijando, ela, toda carinhosa, levou as mãos delicadas até minha calça, segurando com um sorriso safado e animado o que estava me incomodando de tanto querer sair.

— Ninguém vai nos interromper? — perguntei, soltando um gemido baixo, quase um sussurro entre um suspiro e um murmúrio.
·Não! Por isso eu queria te trazer o mais rápido possível! – respondeu ansiosa, aproveitando para apertar o enorme rolinho de sushi que ela come aos sábados. – Quase ninguém faz hora extra...

E dizendo isso, ela se ajoelhou para me chupar.
treinadoraEu mal conseguia acreditar que, há quase 3 meses, essa mulher linda, voluptuosa e sexy era uma professora tímida que se deixava intimidar por qualquer um. Agora, ao contrário, ela é uma mulher com fome de sexo, que não sente nenhum remorso em transar com o pai de um de seus alunos, um homem casado.·Você viu como a mãe da Lily ficou quando fui te buscar? – perguntou ela, melosa, depois de tirar da boca, para me sacudir com sua mãozinha num ritmo impressionante. – Aposto que ela queria te comer também…

E enquanto ela engolia até a entrada da garganta, eu quase disse que ela ainda não fez isso.
Ruiva peitudaEle soltou um pequeno sopro quente quando tirou da boca gulosa dela, parecido com os que a Emma me dá.·A mãe da Sophie também quer experimentar. Não percebe? – ela perguntou, lambendo as laterais do meu pau, enquanto acariciava minhas bolas com suas mãos quentes. – Aposto que ela quer que você encha ela, como faz comigo.infidelidade consentidaEnquanto ela chupava minha cabeça inchada, eu pensava que ela provavelmente estava certa... sem me esquecer da Calliope, também.·Mas quem mais gosta de você é a mãe da Karen. Dá pra ver pelo sorriso dela. – comentou, segurando meu pau para cima, dando lambidas rápidas na base, como se fosse uma putinha.professora gostosaE mesmo sem negar que aquilo era verdade, já que Emma estava se soltando cada vez mais no prazer, não pude evitar perguntar.

- Cheryl, por que você me diz isso? – perguntei, confuso.
·Porque eu quero te deixar com tesão. – ela respondeu, depois de me dar um beijo suculento nos lábios.

– Cheryl, você já me deixa com tesão. – eu disse, agarrando seus peitos enormes e apertando-os. Eles eram tão macios e grandes que quase pareciam travesseiros.

Cheryl soltou um suspiro quando fiz isso.
·— Mas eu estou gorda! — protestou ela, enquanto expunha aqueles peitos enormes.

— Não está não! Você é gostosa! — expliquei, antes de devorar aquelas mamas alvas.

E enquanto as mordia e chupava feito um bebê faminto, arrancando-lhe suspiros, retribuí parte do favor, enfiando minha mão inquieta sob sua calcinha encharcada. Minhas mãos apertavam sua buceta molhada e roçavam seu clitóris inchado, fazendo Cheryl se esticar de prazer.

Não demorou muito para que ela começasse a gemer.
·Ah, Marco! Me come! Me come! Eu preciso dele dentro de mim! Ahh!

O tom desesperado da voz dela não deixava espaço para conversa.

Em cima da mesa, onde vi aqueles melões enormes prestes a se apoiar, deitei Cheryl, que me olhava cheia de expectativa. Os peitos dela, enormes, balançavam de um lado para o outro.
·Vamos, Marco! Enfia! – exigiu ansiosa.

E sem pensar muito, segui sua ordem.
29 Horas Extras (Final)Seus olhos se fecharam e sua boca se abriu num prazeroso "O", enquanto eu ia penetrando ela. Seu interior estava molhado e apertado, e seus mamilos, quentes, inchados e deliciosos.

Eu não conseguia entender como essa mulher inocente, 13 anos mais nova que eu, estava deitada na própria mesa, curtindo como eu, um mero mortal de um país do terceiro mundo, estava dando prazer pra ela como se fosse uma putinha sensual.

E, ainda assim, ela gritava de prazer sem se segurar nem um pouco.
·Sim, Marco! Sim, Marco! Ai, Deus! É gigante! Ahhh! Aaaugh! Você está me enchendo! Você está me enchendo! Ahhh! Ahhh! Continua assim! Continua assim! Aggh! Deus! Eu estou gozando! Eu estou gozando! Continua assim! Ahhh! Ahhh! Deus! Você está tão fundo! Me enche tão bem! Agghh! Me dá mais! Assim! Assim! Isso! Ahhh! Você continua tão duro! Tão duro! Me dá mais forte! Eu preciso! Me faz gozar de novo! Ai, Deus! Ai, Deus! Agghh! Agghhh! Ahhhh!

Eu gozei dentro dela, transbordando ela de porra. Ficamos grudados um tempinho, com minhas mãos coladas nos peitos suados dela.
·Caralho, Marco! Agora vamos poder fazer isso todo dia! – exclamou ela, arrumando o cabelo, rindo divertida.

- O quê? Por quê? – perguntei, ainda segurando os peitos dela, enquanto suas pernas me envolviam mais frouxas.
·Porque Maya treina a semana toda. Já te falei que nossa escola forma atletas de seleção nacional… e como o Bastián é tão dedicado quanto você, vamos poder transar todo dia.

Não consegui evitar ficar duro. Mais uma vez, igual a Hannah conseguiu quando estávamos trabalhando na fazenda, uma mulher tinha dado um jeito de a gente fazer amor no local de trabalho dela.

Depois de tirar, ela não hesitou em se ajoelhar e me limpar dos nossos fluidos todos. E enquanto a gente se vestia e se arrumava, Cheryl foi falando sobre a Maya.

- Espera aí, tá me dizendo que a Maya é casada… mas ainda é virgem? – perguntei incrédulo enquanto arrumava minha camisa, e ela, com um ar safado, me respondeu com um sorriso sensual.
·Pra ser sincera, eu também não entendo! – confessou Cheryl, ajustando sua blusa justa. – Ele me disse que é algo da cultura dele. Que os pais arranjaram o casamento, mas eles nunca consumaram.

- Mas então, eles não estão morando juntos? – perguntei a única coisa que fazia sentido, enquanto colocava minhas munhequeiras.

Cheryl me olhou espantada...
·Não. Ela diz que Krishna, o marido dela, está trabalhando nas Filipinas, fazendo projetos de pesquisa.

- E eles mantêm um relacionamento à distância? – perguntei surpreso, já que nunca acreditei que essas coisas funcionem.
·Sim, mas... — respondeu hesitante.

E por alguns breves segundos, voltei a ver a professora inocente do meu filho que conheci naquela tarde de verão, consciente de que estava revelando mais do que deveria.

Mesmo assim, ao ver que eu não estava forçando nada e a olhava de forma compreensiva, ela se armou de coragem para continuar.
·Mas ela está com dúvidas sobre sexo. – confessou, atenta à minha reação.

- Pelo que você me conta, não a culpo. – disse, enquanto abotoava o cinto da calça.

Mais feliz e à vontade, ela foi colocando a calcinha.
·É que ele tá me perguntando como foram meus namoros anteriores… como era o sexo entre a gente… o que a gente fazia… e eu tava pensando que… – disse ela, ajustando a saia, mas me dando as costas pra eu não ver.

– É mesmo?

Ela se virou e me olhou nos olhos com um sorrisinho estranho.
treinadora

·Tava pensando se… será que eu podia te convidar pras nossas sessões de preparar sushi.

A notícia me pegou de surpresa e antes que eu pudesse reagir, ela se atirou em mim, me roubando um beijo, deixando eu apalpar de novo aqueles peitos enormes e quentinhos mais uma vez.

Ela sorriu, me olhando de modo safado, confiante e claro, mais sensual…
·É que o seu sushi é tão grande... duro... e delicioso... que tenho certeza de que você pode compartilhar com mais pessoas... – comentou melosa, acariciando minhas bochechas com ternura, enquanto sua mão esquerda acariciava a protuberância que se marcava entre minhas pernas. – E tenho certeza de que, assim como eu, você vai deixar qualquer uma louca pelo seu molho shoyu...

E mesmo me deixando levar, ainda não entendo essa parte das mulheres, mesmo estando casado com uma que sofre da mesma aflição.

– E você, não se incomoda de me ver com outra? – perguntei, me mexendo em busca do carinho majestoso de suas mãos...

Cheryl sorriu.
·É que se vou ser sincera… - confessou lasciva num sussurro no meu ouvido. - Sempre tive curiosidade de ficar com outra mulher na cama… e você já viu como a Maya é… Consegue imaginá-la pelada?

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Em casa, a situação não poderia estar melhor. Tanto Marisol quanto eu ficamos sexualmente satisfeitos à noite, porque grande parte da tesão foi embora com as garotas e realmente, tanto ela quanto eu ficamos bastante exaustos.

Mas particularmente, não sei se é por causa da gravidez (que ainda mal está evidente, embora já tenha inchado os seios dela), Marisol está com a vontade de termos um trio com alguma delas.

E embora, no começo, o primeiro lugar nas preferências dela fosse a Emma. Mas depois do que a Cheryl me disse, ela mudou de ideia.
+É que, meu amor, me diz se a ruivinha não seria perfeita… – ela confessou, deitada nua ao meu lado na cama. – É solteira, mora sozinha… e poderia ficar dormindo no quarto que está vago, tipo quando a Lizzie morava com a gente.Ruiva peitudaAcariciei seus lindos cabelos, me perdendo em seus luxuriosos olhos verdes.

- Sim, meu rouxinol. Mas as meninas estão maiores... e você sabe que tenho aquele quarto reservado para quando o Bastião vier nos visitar.

E ela me olhou com um de seus sensuais beicinhos...
+Mas meu amor, Bastiánzinho poderia ficar no quarto com as meninas. Que menino não gostaria de dormir num beliche? – protestou suplicante.

Roubei um beijo dela e agarrei um de seus peitos macios.
·E enquanto isso, a gente organiza uma orgia com a professora do meu filho? – comentei de forma provocante. – Me deixa pensar, meu rouxinol! Não quero que nossos filhos percebam o que a gente faz.

Minha esposa me olhou com compreensão.
+Tá bom! – respondeu resignada, ainda me apoiando. – Mas por favor, anda logo! Tenho medo de acontecer comigo a mesma coisa que quando engravidei da nossa Alicia mágica (a perda do apetite sexual) e, pra falar a verdade, faz tempo que também estou com vontade de ficar com outra mulher.

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E mesmo ficando nos apalpando nas nossas intimidades, tivemos que parar. O tempo, mais uma vez, estava contra nós e precisávamos ir buscar meu filhote.

Quando voltamos ao ginásio coberto, o eco dos nossos passos batia nas paredes, misturado com o discreto e ocasional respingo das águas. O riso dos futuros atletas já tinha sumido, provavelmente estavam se trocando nos vestiários.

Mas logo antes de cruzar a porta dupla, Cheryl e eu soltamos as mãos, pra voltar a ser o pai dedicado e a professora carinhosa que meu filho conhece, e não os amantes escondidos que realmente somos.

Meu filhote, impaciente e animado, veio correndo na nossa direção, enquanto Maya nos esperava na beirada da piscina, com uma expressão séria e concentrada.

Mantendo-se ereta e serena, numa postura firme e inabalável, olhando ao longo da piscina como se nos esperasse impaciente de braços cruzados, não pude evitar reparar no volume dos seus peitos. Mesmo tentando se manter firme, notei um toque de nervosismo no seu comportamento quando ocasionalmente me olhava.
infidelidade consentidaMas, por outro lado, e com suspiros profundos e mais discretos, que além de destacar ainda mais sua capacidade torácica, havia um leve movimento de seus dedos e um tom de apreensão em seu olhar, ao ter alguém jovem como meu cachorro sob seus cuidados. No entanto, também vi determinação em seus olhos, produto do compromisso profissional com seu ofício.

Embora a alguns passos de distância, a expressão de Maya muda sutilmente, já que não há como ela me evitar. Ainda que se mantenha firme e severa, com lábios firmemente apertados em uma linha, ela se dirige a Cheryl como se estivesse se agarrando ao último resquício de sua profissionalidade.
ØTá bom, Cheryl! Vou aceitar o menino no meu programa! – ela falou com uma postura inflexível. – Mas espero que entendam as condições do regime de treinamento. Exijo comprometimento e dedicação de ambos, garantindo pontualidade e presença.

- Claro, senhorita Maya! Vou garantir que meu filho esteja sempre pronto e preparado para cada sessão.
·E você sabe que eu sempre estarei aqui por você, a qualquer momento, Maya. Pela honra da nossa amizade. – acrescentou Cheryl num tom ansioso e entusiasmado.professora gostosaAo ouvir suas palavras, os lábios preciosos de Maya esboçaram um leve sorriso, e seus olhos deixaram transparecer um fiozinho de gratidão.ØParece bom pra mim!" – comentou séria, ajoelhando-se na altura do meu cachorro e mostrando-se muito mais doce e brincalhona com ele. – "Então, meu treinamento vai consistir em..."

E enquanto ela começava a explicar os detalhes para o Bastián, não resisti a dar uma olhada. Apesar da atitude rígida, notei uma certa suavidade nos seus traços, de alguém com quem eu poderia me imaginar dando bem.

No entanto, vendo-a de joelhos, não pude evitar fantasiar ela me chupando, com aqueles olhos expressivos buscando me dar mais prazer. Na verdade, pensei em como seria delicioso explorar o corpo virginal dela de esposa, instruindo-a nas tarefas mais prazerosas para agradar ao marido.

Porém, não passou despercebido o olhar da Cheryl perdido na bunda redonda da amiga e as possibilidades que agora pairavam sobre nossas futuras aulas de sushi...
ØMuito bem! Então, espero vê-los todos os dias! – exclamou Maya, depois de esclarecer as dúvidas do meu filho.

Mas saindo do meu devaneio, tive que responder…

- Sim… embora o único problema seja que às sextas, a madrastra do Bastián, Elena, virá buscá-lo, porque ele tem treino de Taekwondo e eu preciso me reportar ao escritório.
ØAh! Então você é casado! – respondeu Maya, perdendo parte do brilho no olhar.§Sim, mas não com a tia Elena! – corrigiu Bastián, entendendo sua confusão. – A tia Elena é a esposa da minha mãe.ØAh, entendi! – ela comentou, muito mais animada, sem reparar nem na minha aliança nem no fato de que meu filho não negou que eu era casado. – Então, estarei esperando por você de segunda a quinta.

E enquanto Cheryl, meu filhote e eu saíamos da academia, não pude evitar olhar de novo para Maya, que me sorriu com ainda mais calor. Certamente, as habilidades de natação do Bastião vão melhorar sob os cuidados dela.

Porém, as possibilidades com ela, Cheryl e eu num quarto parecem bem promissoras...
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1 comentários - 29 Horas Extras (Final)

Se vienen los trios
Excelentes tus relatos
Así parece. Gracias por comentar.