Com cada empurrão do pé dela na minha boca, eu sentia minha humilhação alcançar novos níveis de degradação. A textura áspera da pele dela contrastava com a maciez dos meus lábios, me lembrando do meu lugar como seu submisso obediente e servil. "Mais fundo, piranha", ordenou, enquanto minha língua lutava para atender aos desejos dela. Cada movimento era uma rendição, um ato de submissão total ao domínio poderoso dela. Enquanto isso, ela continuava me humilhando com cada palavra que saía dos lábios dela. Me chamava de putinho de merda, mariconzinho inútil, enquanto se regozijava na minha vergonha e desespero. Cada insulto era como um chicote, açoitando minha autoestima até deixá-la em pedaços. E pra piorar, ela tirava mais fotos, capturando cada momento da minha degradação para o prazer pessoal dela. Ela ria da minha miséria, encontrando prazer na minha humilhação, alimentando o ego dela às custas da minha dignidade. Naquele momento, me senti completamente indefeso, preso num ciclo interminável de humilhação e submissão. Mas, no meio do meu desespero, também senti um frio na barriga de excitação proibida, um reconhecimento secreto do prazer perverso da minha própria humilhação. "Você não pode se esconder de mim, piranha", disse com uma risada debochada enquanto observava minha ereção traiçoeira. "Acha que não vejo como seu pau responde ao meu domínio sobre você?". Me senti envergonhado e humilhado pela minha excitação, tentando desesperadamente negar. "Não é o que você tá pensando", gaguejei, sabendo que minhas palavras caíam em ouvidos surdos. Ela continuou o jogo cruel dela, tirando fotos da minha vergonha enquanto me inundava com os insultos dela. "Olha como esse inútil fica excitado por ser tratado como a piranha que ele é", zombou. "Não tem vergonha? Não percebe o quanto você tá gostoso, piranha?". "Para, putinho de merda!" Ordenou com voz rouca, me parando abruptamente no meio da minha adoração aos pés dela. "Não vai gozar só de chupá-los, seu patético!" Me forçou a me ajoelhar contra a parede, com as mãos na nuca e a testa apoiada na superfície fria. "Ajoelha e olha pra parede, cê acha que merece me olhar depois dessa exibição ridícula?" "Seu inútil do caralho", ela zombou, enquanto eu ouvia os barulhos de plástico atrás de mim. "Agora você vai receber o que merece, mas não se empolga demais, não quero que suje meu chão com essa sua excitação nojenta". "Bem, promíscuo, é hora de brincar!" Ela exclamou animada, puxando a caixa de brinquedos que a gente sempre planejou usar com ela. "Lembra de todas as vezes que você implorou por isso? Hoje seus pedidos viraram realidade!" Meus olhos se arregalaram ao ver o conteúdo da caixa: consolos de todos os tamanhos e formatos, cordas sedutoras, um plug anal brilhante, lubrificante tentador e várias mordaças esperando pra serem usadas. "Que tal começarmos com isso?" Ela sugeriu com malícia, mostrando o plug anal entre os dedos. "Acho que você vai ser um bom menino e aceitar sem reclamar, né, viadinho?" "Não, por favor, não quero isso", supliquei desesperado enquanto via o plug anal brilhar ameaçadoramente na mão dela. "Cala a boca, seu puto de merda!" Ela gritou furiosa, me dando um tapa na cara que ecoou pelo quarto inteiro. "Você sabe que quer, então para de drama e abre pra mim". Meus olhos se encheram de lágrimas enquanto a humilhação me consumia. "Desculpa, senhora", murmurei fraco, me resignando ao meu destino enquanto ela colocava o plug na minha boca aberta, zombando da minha submissão. "Chupa", ela ordenou com voz dura, apontando pro plug que agora descansava na minha língua. Com um nó na garganta, me inclinei pra frente e comecei a lamber com nojo, sentindo o gosto metálico invadir minha boca. "É isso que você sabe fazer, promíscuo?", ela perguntou com desprezo, o tom cheio de ameaça. "Se não fizer direito, todos os seus amiguinhos vão ver essas fotos". Incapaz de aguentar a ideia dos meus amigos verem aquelas imagens humilhantes, fechei os olhos e comecei a chupando o plug com mais vontade, tentando agradar ela e evitar o castigo. "Assim que eu gosto, promíscua!", exclamou satisfeita, enquanto eu continuava com minha tarefa, me sentindo completamente humilhado e vulnerável. Gimbo enquanto ela tira o plug da minha boca. O ar frio bate na minha língua molhada, deixando um gosto de humilhação na minha boca. Em seguida, sinto o metal frio da coleira no meu pescoço, e uma sensação de submissão me invade. "A partir de hoje, você será Naty", declara ela satisfeita, como se estivesse revelando um brinquedo novo favorito. "Naty, minha putinha submissa". O tom dela é tanto desdenhoso quanto dominador, e embora meu coração acelere com a mudança, sei que devo obedecer. "Me segue, cachorrinho", ordena com voz debochada enquanto puxa a coleira. Me arrasto atrás dela pelo quarto, sentindo o olhar de desprezo no rosto dela enquanto me humilha sem piedade. "Anda, tira a roupa!", ordena com tom autoritário. Tiro a roupa com dificuldade, me sentindo exposto e vulnerável diante do olhar crítico dela. Depois de nu, ela amarra minhas mãos, me deixando ainda mais indefeso e à mercê dos caprichos dela. "Olha que inútil você é!", zomba enquanto me observa, satisfeita com minha submissão. Minhas bochechas queimam de vergonha enquanto percebo o quão longe estou disposto a ir para satisfazer os desejos mais sombrios dela. Ela abre a porta da varanda, deixando a brisa suave entrar no quarto. Com firmeza, me amarra na cortina. O olhar dela pousa em mim, um brilho malicioso nos olhos enquanto me observa com prazer. "O que temos aqui?", a voz dela soa debochada, cheia de desprezo e dominação. Minhas mãos estão amarradas no alto, sem chance de escapar, enquanto ela curte minha indefensão. "Não se sente patético?", pergunta, o tom carregado de malícia. Me sinto humilhado e envergonhado pela minha situação, mas também excitado pelo controle que ela tem sobre mim. "Aproveita a vista", continua, o sorriso dela Impiedosa, deixando claro o prazer que sente na minha submissão. Me sinto exposto, vulnerável sob o olhar dela, mas também ansioso para satisfazer seus desejos mais sombrios. Neste momento, sou dela para fazer o que quiser comigo, e isso me enche de uma excitação e medo estranhos. Ela ri da minha ereção, zombando da minha excitação diante da minha própria humilhação. Com um gesto impiedoso, pega um chicote na gaveta de brinquedos, deixando claro que está pronta para me infligir uma dor prazerosa. Os olhos dela brilham de antecipação enquanto se prepara para me castigar, e eu tremo só de pensar no que está por vir. "O que é isso?", ela pergunta com um tom debochado enquanto pega o chicote na gaveta de brinquedos. Os olhos dela brilham com malícia enquanto se aproxima de mim, que estou amarrado na barra da cortina. "Não, por favor, não", eu imploro, sabendo o que vem a seguir. Mas ela só ri, como se minhas súplicas fossem música para os ouvidos dela. Com um movimento rápido, o chicote desce no meu pau, causando uma dor aguda que me faz me contorcer de agonia. "Você gosta, vagabundo?", ela pergunta com sarcasmo, enquanto o chicote corta o ar uma e outra vez. "Não aguento mais", eu grito entre lágrimas, mas ela não mostra piedade. "Puta de verdade não chora", ela responde com desprezo, intensificando as chicotadas a cada palavra. Minha ereção, antes firme, cede diante do castigo implacável. "Me desculpa, dona", eu balbucio, mas minhas desculpas só parecem alimentar a diversão dela. "O que temos aqui?", ela pergunta com um tom debochado, segurando a gaiola de castidade na minha frente como se fosse um troféu. Não há surpresa no olhar dela, só um deleite malicioso que me faz tremer. "Sabia que um dia você ia precisar disso", ela continua, a voz carregada de desprezo enquanto examina a gaiola com um olhar avaliador. Com movimentos precisos, ela começa a colocar a gaiola no meu pau, garantindo que fique apertada e desconfortável. Cada clique da fechadura é como uma sentença da minha submissão. Entre meus gemidos de dor, ela se inclina pra mim, o hálito quente roçando meu pescoço. "Que foi, isso te excita, seu viado?", ela murmura com uma malícia calculada enquanto os dedos dela encontram meus mamilos. O toque dela é firme e cruel, chupando e mordendo com uma ferocidade que me faz torcer debaixo do domínio dela, cada sensação um lembrete afiado do meu lugar. "Olha como esse putinho fica", ela sussurra enquanto os lábios dela pairam sobre meu mamilo, chupando com uma ferocidade que me faz ofegar. A mão dela desliza pelas minhas costas, apalpando minha bunda com uma familiaridade que me faz tremer. Sinto os dedos dela explorando, abrindo minhas nádegas com uma promessa do que está por vir. O calor se acumula na minha virilha, a gaiola de castidade apertando cada vez mais enquanto minha excitação cresce. "Por favor, para!", eu imploro, minha voz um sussurro quebrado cheio de desespero. Mas ela ignora meus pedidos, a mão áspera continua a exploração, o toque cruel e implacável. "Cala a boca, putinha", ela responde com uma risada debochada, o hálito quente roçando minha orelha. "Você não gosta de como eu te trato? Não é isso que você sempre quis?" O tom dela é cortante, o prazer dela evidente enquanto brinca com meu corpo como se fosse o brinquedo pessoal dela. Enquanto a mão dela continua explorando, enquanto a boca dela continua torturando, eu percebo que estou completamente à mercê dela, entregue à vontade dela sem esperança de escapar. E embora eu me agarre aos meus pedidos, sei no fundo do meu ser que é exatamente aqui que eu pertenço. O gemido escapa dos meus lábios involuntariamente quando sinto o plug sendo enfiado bruscamente no meu cu, como um lembrete da minha submissão e do controle absoluto dela sobre mim. A dor latejante irradia de dentro pra fora, me fazendo torcer no aperto dela, mas ela não mostra piedade, só continua com a tortura dela. Enquanto a boca dela se prende nos meus mamilos, a língua dela tortura sem parar, meus gritos de dor quase inaudíveis sobre o som da risada dela. Burlona. Cada chupada, cada mordida só intensifica minha agonia, transformando prazer em tormento num ciclo interminável de sofrimento. "Você gosta disso, seu puto?", ela pergunta com malícia, se deliciando com o espetáculo da minha angústia. Não espera resposta, já que sua atenção está totalmente focada no meu corpo, no meu sofrimento, no controle absoluto que tem sobre mim. O plug parece uma presença intrusiva dentro de mim, me lembrando constantemente quem manda nessa situação. Cada movimento, cada respiração é marcada pela presença dele, um lembrete constante da minha submissão. Apesar da dor, apesar da humilhação, não posso negar a excitação que arde dentro de mim, uma mistura torta de prazer e sofrimento que só ela consegue provocar. E enquanto me submeto à vontade dela, sei que essa sessão está longe de acabar, que minha dona tem muito mais na cabeça pra mim. Estou de pé, minhas mãos firmemente amarradas ao varão da cortina com cordas grossas que cortam minha pele nua, me deixando exposto e vulnerável diante do olhar dominador e implacável dela. Naquele instante, ela está com a boca cobrindo meus mamilos, chupando eles com uma ferocidade que mistura dor e prazer numa deliciosa tempestade de sensações. As mãos dela, firmes e seguras, acariciam meu torso, explorando cada centímetro da minha pele enquanto os dedos brincam com minha bunda, provocando arrepios de antecipação e humilhação. Me sinto completamente à mercê dela, incapaz de resistir aos caprichos dela, entregue por completo ao domínio e controle dela. O plug no meu cu, enfiado à força, é um lembrete constante da minha submissão absoluta e da minha falta de controle sobre meu próprio corpo. Cada movimento, cada gesto dela, aumenta minha sensação de humilhação e excitação, alimentando meu desejo de agradar ela e me submeter por completo aos desejos dela. A tensão no ar é palpável, carregada com a promessa de tormento e prazer, enquanto meu coração bate forte no peito, antecipando o que Está por vir. Nesse momento, uma única gota de porra escapa do meu pau preso na castidade, um símbolo da minha entrega total e da minha submissão à vontade dela.
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