Trío no planeado

Foi durante uma festa, minha amiga Dulce me convidou junto com outros amigos. A gente bebeu, dançou, o normal. Já era tarde quando o pessoal foi se despedindo e só ficamos ela, outra amiga chamada Erika e eu. A gente tinha planejado passar a noite na casa da Dulce, então fomos ver um filme. A Erika era baixinha e morena, media uns 1,49 mais ou menos, tinha uns peitinhos e era magrinha, naquele dia tava usando um vestido curto com um decote que me deixou louco e me fez pensar (é agora ou nunca). A Dulce era mais alta (1,65), pele branca e bonitinha, mas não tinha muita defesa na frente (haha).Trío no planeadoSentamos no sofá e assistimos ao filme, meu plano era fazer movimentos devagar e, se sentisse rejeição, pararia de tentar qualquer coisa. Primeiro, coloquei o braço em volta da Erika, depois pus a mão na perna dela e fui subindo aos poucos. Na minha mente, só esperava que ela me rejeitasse, falando algo ou se levantando, mas olhei pra ela e vi que ela semicerrava os olhos e dava um sorriso safado. Pensei em dizer pra irmos dormir e continuar no quarto que a Dulce tinha nos dado, mas aconteceu algo que não imaginei: a Dulce percebeu minhas intenções e, em vez de ficar brava, se aninhou comigo e, aproveitando a escuridão, começou a acariciar meu pau. É uma boa hora pra exibir meus poderosos 19 cm que ela claramente notou. Sem dizer uma palavra, quando sentiu que eu estava mais duro que uma pedra, abaixou meu zíper e continuou acariciando, meu coração batia rápido, mas fiz o que achei melhor: virei pra encarar a Erika de frente e comecei a beijá-la, devagar no início, mas aumentando a intensidade. Assim que coloquei a mão dentro do vestido dela pra acariciar aqueles peitos deliciosos, acho que isso deixou a Dulce louca, porque ela se soltou e começou a me chupar a rola. Acho que a Erika não quis ficar pra trás, porque logo vi ela discretamente abaixando a calcinha fio dental. Nesse ponto, eu já não raciocinava, só agia por instinto. Levantei do sofá junto com a Dulce pra beijá-la, a Erika ficou de quatro, então abaixei minha calça, levantei um pouco o vestido dela e acariciei a bucetinha dela, estava completamente ensopada, então penetrei devagar enquanto via o rosto dela se contorcer de prazer. A Dulce também abaixou a calça e se masturbava enquanto nos olhava, de vez em quando eu a beijava e enfiava dois ou três dedos, mas continuei metendo na Erika sem parar, feito um desenfreado. Depois de uns 15 minutos (mais ou menos), parei, me levantei e olhei pra Dulce. — "Também quer, sua puta!" — "Me dá, que vocês me deixam aqui feita de boba" — Peguei ela no colo e carreguei até uma mesa, onde a apoiei, com uma perna no chão. Outra em cima da mesa e eu meti nela, ela tava tão excitada que não demorou pra gozar — "Caralho, hein, bem que tu tava escondendo essa pirocona" — a Dulce falou pra mim — "E ainda pode continuar" —. Mesmo me excitando comer a Erika com o vestido dela, tirei ele pra não "sujar", fomos pra cama da Dulce e enquanto a Erika cavalgava em mim, a Dulce colocou a bucetinha rosada dela na minha boca. — "Ah, que gostoso, vou gozar, vou gozar" — falei pra Erika — "Goza dentro de mim, amanhã compro a pílula" —. Gozei pra caralho e senti ela apertando meu pau com os espasmos. — "Eu também quero um pouco disso" — disse a Dulce — "Então primeiro tu vai ter que limpar" — falei enquanto aproximava meu pau da boca dela. Depois de um tempinho, ficou duro de novo e falei — "Vai, vagabunda, vira" — e ajudei ela a se virar. Peguei ela pelo cabelo e comecei a meter bem forte, ela já não aguentava mais os gemidos e gritou que nem uma louca (sorte que não tinha mais ninguém na casa dela). Uma coisa que me surpreendeu foi que a Erika tava tão cansada (ou talvez o álcool) que dormiu do nosso lado. Sabia que talvez aquilo não se repetiria, então comi a Dulce por mais uma hora. Quando terminamos, estávamos bem suados e cheios de outros fluidos (hahaha). Tomamos banho nós três e dormimos.

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