Viagem de formatura (parte 4) A peituda

No dia seguinte, nas atividades, a gente cruzou com as minas, mas eu agi como se nada tivesse acontecido. Era verdade que umas horas antes eu tava comendo uma e quase a mesma coisa com a outra, mas pra mim foi só isso e pronto, elas continuavam sendo minhas amigas e tratei elas como tal. A big booty ainda tava puta da vida com a tabla, que parecia não ter noção das próprias ações, então ela decidiu fazer as atividades do dia com a gente. Quando terminamos, ela perguntou se podia ficar no nosso quarto, a gente disse que sim e passamos a tarde conversando entre os quatro. Quando chegou a hora de começar a se trocar pra sair, ela saiu do quarto indo pro das minas. A gente achou que ela ia ficar lá pra se trocar e começou a fazer o mesmo. Ninguém percebeu que ela tinha deixado a porta sem fechar pra entrar mais fácil. Em segundos, dois sem camisa e outro sem calça, a gente ouviu um grito sozinho bem perto do quarto. Nós três ficamos imóveis com aquele berro e vimos a big booty entrar no quarto com uma muda de roupa e fechar a porta com um puta estalo. Na hora a gente sacou que era ela que tava brava. Ela chegou perto da gente e parece que só ali percebeu como a gente tava. Envergonhada, se mandou pro banheiro do quarto e gritou pra avisar quando pudesse sair. Cada um se vestiu e, depois de avisar, ela saiu com a maquiagem borrada. Perguntamos o que houve e ela explicou que tinha discutido de novo com a young lady, que já tinha cagado a noite anterior dela. Porque depois de passar o dia todo com a gente e só ir buscar a roupa pra sair de novo, a tabla reclamou que ela era exagerada, o que começou uma briga que terminou com ela chorando no nosso banheiro. Nós três tivemos a ideia de passar a noite com ela pra ela não se sentir mal. Ela ficou feliz e aceitou. Esperamos ela do lado de fora pra se trocar, quando as minas do quarto da frente também saíram. A tabla saiu e começou a zoar. A atitude da bucetuda, mas como ninguém riu, ela saiu pistola se fazendo de vítima. As duas indiferentes seguiram ela, e a última que ficou pra perguntar como ela tava foi a peituda. A gente falou o que ia fazer e ela foi embora. Por motivos óbvios, naquela noite a gente passou os quatro juntos. Em dado momento, um dos caras foi no bar e quando voltou falou que a tabuda tentou encarar ele pra ele ir com ela e largar a gente. A gente estranhou a atitude dela, mas ignorou. Daí a pouco foi o outro cara, que passou mais ou menos pelo mesmo, e depois chegou minha vez de ir no bar buscar algo e aconteceu a mesma coisa. Senti alguém pegar na minha mão, me virei e era essa mina querendo me puxar. Sem sucesso, porque eu tinha uns 20 quilos a mais que ela. Só olhei pra ela e quis continuar andando, mas ela continuava segurando minha mão e eu não queria que parecesse que a gente tava andando junto. Então perguntei o que ela queria, e ela disse que só queria dançar. Respondi da forma mais cortante possível que tinha gente pra caralho pra ela dançar, consegui soltar minha mão e segui. Comprei uma cerveja e na volta quis pegar outro caminho pra não trombar com ela, mas com meu azar dei de cara com o grupinho dela de quatro. Ia desviar, mas tava cheio de gente e não tive opção. Comprimentei e quis vazar rápido, mas de novo a tabuda apareceu, pegou na minha cerveja e tentou tirar da minha mão, falando de brincadeira que no grupinho dela tava faltando. Falei de mal jeito pra ela comprar uma e quis continuar andando, mas ela se meteu na minha frente de novo e agora meio pistola falou: "Por que você não quer ficar? Também somos suas amigas, sabia? Tudo por causa daquela gorda mimada." O comentário dela me irritou, mas não dava pra fazer nada. Se fosse um cara, com certeza eu teria reagido, mas não era o caso. Então só desviei dela, ouvi ela falando um monte, mas ignorei. Cheguei no meu grupo e foi assim a noite toda. Voltando pro... No hotel, tivemos o azar de pegar a mesma kombi que as outras 4, mas não demos atenção a elas nem elas a gente. No nosso quarto, sobrava uma cama, então ela ficou com a gente pra evitar qualquer treta. No dia seguinte, tínhamos mais atividades e, de novo, elas foram com a gente. Antes de voltar pro hotel, a peitudona chegou perguntando se podia falar com ela em particular, e todos topamos, mas ficamos por perto pra garantir. Vendo elas vindo na nossa direção com um sorrisão cada uma, ficamos surpresos, mas preferimos isso a mais uma briga. Chegamos no quarto e fomos tirar um cochilo quando bateram na porta. Um dos caras abriu e viu a peitudona com uma bolsa cheia de roupa. Ele perguntou o que tava rolando, e ela respondeu com outra pergunta: se podia ficar com a gente. Ele disse que sim, e quando ela entrou, pegou a gente de surpresa — eu e o outro cara que não tínhamos visto ela, exceto a bunduda, que já tava arrumando um lugar na cama pra ela. Perguntamos o que tinha acontecido, e descobrimos que a tábua e ela tinham discutido porque a peitudona reclamou da atitude dela, e a tábua se recusou a admitir a culpa. Então, a partir daquele momento, ela ia ficar com a gente. Combinamos que nós três íamos dormir cada um na nossa cama, e elas duas iam dormir juntas. Quando a noite chegou, avisaram que a balada que a gente ia não podia nos receber, então ficamos no hotel. Perdemos um tempinho até todo mundo decidir se preparar pra dormir. A gente continuava na mesma: eu sem camisa e de shorts, os caras também sem camisa e de calça qualquer uma. O problema era elas, porque no quarto delas, todas mulheres, dormiam de fio dental e, no máximo, com alguma peça por cima. Não pensaram no que ia rolar, então improvisaram algo pra vestir por cima. A bunduda já tinha dormido com a gente, então não afetava — ela vestia uma camiseta. larga que tinha pedido pra um dos caras, que junto com as tetinhas pequenas dela passava despercebida, e um short esportivo grande dela que mesmo assim não deixava de ficar apertado na bunda e nas coxas, mas não marcava tanto quanto outras roupas. Já a peituda tava mais ousada, pediu um short curto e pegou um top que já tinha usado uma noite e segundo ela não ia repetir, com essas duas peças foi pro banheiro, saiu e ficamos todos surpresos porque ela saiu trocada, mas não tava só de short e blusa, trouxe também a calcinha e o sutiã na mão, e claro, o top era justo porque era pra sair, e com peitão grande e sem sutiã, ficava colado marcando de leve os bicos, e sem nada por baixo o short curto se enfiava em todo lugar que podia cada vez que ela se mexia. Nós três ficamos bobos até que um dos caras decide quebrar o gelo e fala de brincadeira "pra isso não tinha ficado pelada, dá pra ver até o último detalhe" ela reage mas em vez de ficar com vergonha ou xingar a gente, fala que na verdade dorme assim, sem nada, olhamos pra bunduda e ela confirma com o olhar, olhamos de novo pra peituda e ela fala rindo "mas não, marca um pouquinho mas não tô mostrando nada, se vocês querem sonhar é problema de vocês" com essas palavras simples nos deixou sem resposta, batemos papo mais um tempo até que todo mundo começou a ficar com sono, a bunduda já tinha virado pra dormir, um dos caras se despede e vai pra outro quarto porque uma mina tinha chamado ele, o outro mano coloca o fone e passa pra cama do lado da janela pra dormir e a peituda me pergunta se queria ver memes com ela, não tava com tanto sono então aceitei, minha amiga levanta devagar pra não acordar a companheira de cama e sem pedir deita de conchinha comigo, mas não me deu atenção em nenhum momento, tava vidrada no que aparecia no celular dela telefone, ficamos assim um tempinho rindo em silêncio até que ouvimos um barulho e vimos que era a outra mina se ajeitando na cama dela, de costas pra gente. Pelo movimento e porque o elástico do short não era lá essas coisas, desceu um pouco mostrando parte da tanga dela, e nós dois ficamos olhando até que ela começa a falar baixinho elogiando aquele tamanho. Eu queria falar alguma coisa, mas o único que saiu foi concordar com ela, e ela começa a dizer que sentia inveja daquela bunda. Comecei a encorajar ela, dizendo que cada um tem o seu, ela insiste falando que não era comparável com o da outra e querendo ir pra um terreno onde pudesse fazer ela ganhar, eu disse que ela tinha razão, mas se for ver, seria a mesma coisa, só que ao contrário com a parte da frente, já que ela tinha um tamanho bem bom e a outra tinha uns peitinhos pequenos comparado com ela. Aí ela muda de assunto com um sorriso: "Ah, viu que você comeu ela mesmo? Se não, como sabe que ela tem os peitos assim?" Eu fiquei vermelho e não falei nada, porque tinha caído sozinho na armadilha, e essa reação nula confirmou tudo pra outra, que sorria feliz por saber que tava certa, e depois disse: "Agora entendo por que você me evitava, depois de pegar essa bundona, o que vai ver num magrelo igual o meu?" Respondi que ela também tinha uma bunda bonita, e ela afirma que não era a mesma coisa eu encostar a bunda dela do que a da outra, e pra me dar a demonstração, ela se mexe e, aproveitando a pose, encosta a bunda toda na minha virilha, sentindo claramente a falta de calcinha dela. Então meu pau, que por causa das circunstâncias tava endurecendo, foi entrando devagar entre as nádegas dela, coisa que ela notou, disfarçou, mas não deixou passar, já que me disse que eu tinha razão em que ela não tinha tanta bunda, mas tinha peitos bons, pegando num deles no processo. Já estando na mesma sintonia, eu sigo o jogo dizendo que ela tinha um ponto por isso e a outra tinha outro ponto pela bunda, mas o desempate quem ganhava era a Rabão, fiquei me perguntando por quê e falei pra ela que já sabia como era a buceta dela, mas nem tinha visto a minha ainda. Comecei a passar a mão por cima da calça dela, sentindo que já tinha molhado tudo, e ela começou a brincar com isso enquanto eu continuava tocando ela. Em resposta, ela pegou no meu pau por cima da calça e começou a passar a mão pra cima e pra baixo. Com a outra mão, passei por baixo do top dela e comecei a apertar os biquinhos. Ela começou a gemer e, bem decidida, puxou a calça pra baixo. Agora, com a bunda dela nua, começou a esfregar as nádegas no meu pau ainda guardado. Fiquei surpreso, mas ao mesmo tempo me alarmei porque não estávamos sozinhos e falei isso pra ela, mas ela não tava nem aí, continuou. Pegou minha mão e levou de volta pra buceta dela, que já tava toda molhada. Olhamos ao redor e, pra garantir, nos cobrimos. Uma vez debaixo dos lençóis, ela tirou meu pau da calça e continuou estimulando com a bunda dela. Ela tava com a cara toda vermelha de tesão, então decidi que era eu quem ia dar o próximo passo e comecei a penetrar ela. Ela soltou um gemido na hora, que rapidamente conseguiu abafar com a mão. Pra não fazer muito barulho, tive que meter devagar, o que não foi fácil ouvindo os gemidos abafados dela. Então decidi começar a enfiar tudo de uma vez pra gente aproveitar mais e não fazer tanto barulho, o que funcionou. Mas isso fez com que, em vez de gemer, ela gritasse cada vez que eu metia, e eu já não conseguia mais segurar com a mão. Então ela se deitou de bruços com o rosto no travesseiro, e eu só via os peitos dela saindo pelos lados e a bunda dela sobressaindo. Assim, com ela deitada desse jeito, subi por cima e comecei de novo. Já não me importava se os outros estavam vendo, só queria meter naquela bunda. Ela continuava gemendo bem alto, mas o travesseiro fazia um trabalho melhor abafando o barulho. Fiquei mais um tempo, mas não era a mesma coisa. Queria ver ela de frente, então virei ela e vi ela mais vermelha do que nunca. Continuei penetrando e via os peitos dela balançando, me joguei neles pra chupar, ela colocou o travesseiro no rosto e continuou gemendo, mas dessa vez tentava se controlar. Segui em frente e, quando faltava pouco pra gozar, aumentei o ritmo com movimentos curtos. Ela fez um pouco mais de barulho, mas como eu disse, já não me importava. Ela começou a gemer desesperada porque não esperava a mudança de ritmo e, antes de gozar, tirei e gozei na barriga dela. Meu pau continuava duro e ela não tinha gozado ainda, embora estivesse perto, então decidimos continuar. Mas o cara que tava dormindo encostado na janela com fones de ouvido fez um barulho e nos assustou, então ela preferiu voltar pra cama dela por precaução, com a promessa de continuar no dia seguinte. Ela se levantou e, ao se abaixar pra pegar a roupa, deixou a buceta toda aberta na altura do meu rosto. Por instinto, comecei a chupar ela. Ela se assustou e começou a perguntar o que eu tava fazendo, mas rapidamente cedeu e começou a gemer baixinho. Apoiou uma mão na cama vazia do lado e com a outra tapava a boca. Eu queria fazer ela gozar. Continuamos assim e ela percebeu que o cara se mexeu de novo, então passou a mão na minha cabeça pra eu parar, mas eu continuei porque não conseguia parar de ouvir ela gemer. Daí ela gozou e as pernas tremeram, mas rapidamente conseguiu ir pra cama dela com a bunda grande e se deitar. Com o rosto todo vermelho, se cobriu e, depois de alguns segundos, a gente ouviu um bocejo e nosso colega levantou da cama em direção ao banheiro, ainda com os fones. Sem olhar pra nenhuma outra cama, fechou a porta e a peituda, da cama dela, sussurrou: "Cê tá louco?". E eu disse que sim, por ter feito aquilo sem pensar nas consequências. Ela achou que eu tava falando por quase sermos pegos pelo cara, mas não. Me descobri e mostrei meu pau ainda mais duro depois de vê-la gozar. Ela corou e se descobriu um pouquinho pra me mostrar a buceta, começando a se tocar sem tirar os olhos do meu pau. Eu também. começo a me punhetar até ouvirmos a corrente do banheiro, aí a gente se cobre e ela exigiu que no dia seguinte eu tinha que fazê-la gozar, mas transando com ela. Antes de virar de lado, supostamente pra dormir, eu ri e, igual da outra vez, coloquei os fones pra continuar dormindo, sabendo que só faltava um dia no paraíso.

1 comentários - Viagem de formatura (parte 4) A peituda