No dia seguinte, nas atividades, a gente cruzou com as minas, mas eu agi como se nada tivesse acontecido. Era verdade que umas horas antes eu tava comendo uma delas e quase a mesma coisa com a outra, mas pra mim foi só isso e pronto, elas continuavam sendo minhas amigas e eu tratei elas como tal. A big booty ainda tava muito puta com a tabla, que parecia não ter noção das próprias ações, então ela decidiu fazer as atividades do dia com a gente. Quando a gente terminou, ela perguntou se podia ficar no nosso quarto, a gente disse que sim, e passamos a tarde conversando entre os quatro. Quando chegou a hora de começar a se trocar pra sair, ela saiu do quarto indo pro lado das minas. A gente achou que ela ia ficar lá pra se trocar e começou a fazer o mesmo. Ninguém percebeu que ela tinha deixado a porta sem fechar pra poder entrar mais fácil. Em segundos, dois de nós sem camisa e outro sem calça, a gente ouviu um grito sozinho bem perto do quarto. Nós três ficamos imóveis com aquele berro e vimos a big booty entrando no quarto com uma muda de roupa e fechando a porta com um puta estrondo. Na hora a gente sacou que era ela que tava brava. Ela se aproximou da gente e parece que só ali percebeu como a gente tava. Envergonhada, ela se enfiou no banheiro do quarto e gritou pra avisar quando pudesse sair. Cada um se vestiu e, depois de avisar, ela saiu com a maquiagem borrada. A gente perguntou o que tinha rolado e ela explicou que tinha discutido de novo com a young lady, que já tinha ferrado a noite dela antes, porque depois de passar o dia todo com a gente e só ir buscar a roupa pra sair de novo, a tabla reclamou que ela era exagerada, o que começou uma briga que terminou com ela chorando no nosso banheiro. Nós três tivemos a mesma ideia: passar aquela noite com ela pra ela não se sentir mal. Ela ficou feliz e aceitou. A gente esperou ela se trocar do lado de fora, quando as minas do quarto da frente também saíram. A tabla saiu e começou a zoar. A atitude da bunduda, mas como ninguém riu, ela saiu pistola se fazendo de vítima. As duas indiferentes seguiram ela, e a última que ficou pra perguntar como ela tava foi a peituda. A gente falou o que ia fazer e ela foi embora. Por motivos óbvios, naquela noite a gente ficou os quatro juntos. Em dado momento, um dos caras foi no balcão e quando voltou falou que a tabuda quis encarar ele pra ele ir com ela e largar a gente. A gente ficou surpreso com a atitude dela, mas ignoramos. Pouco depois foi o outro cara, que passou mais ou menos pela mesma coisa. Aí chegou minha vez de ir no balcão buscar algo e aconteceu o mesmo. Senti alguém pegar na minha mão, me virei e era essa mina querendo me puxar. Sem sucesso, porque eu tinha uns 20 quilos a mais que ela. Só olhei pra ela e quis continuar andando, mas ela continuava segurando minha mão e eu não queria que parecesse que a gente tava andando junto. Então perguntei o que ela queria, e ela disse que só queria dançar. Respondi da forma mais seca possível que tinha gente pra caralho pra ela dançar, consegui soltar minha mão e segui em frente. Comprei uma cerveja e, na volta, quis ir por outro caminho pra não trombar com ela, mas com meu azar dei de cara com o grupinho dela de quatro. Ia desviar, mas tinha muita gente e não tive opção. Comprimentei e quis vazar rápido, mas de novo a tabuda apareceu, pegando na minha cerveja e tentando tirar da minha mão, falando de brincadeira que no grupinho dela tava faltando. Falei de má vontade pra ela comprar uma e quis continuar andando, mas ela se meteu na minha frente de novo e, agora meio puta, disse: "Por que você não quer ficar? Também somos suas amigas, sabia? Tudo por causa daquela gorda mimada." O comentário dela me irritou, mas não podia fazer nada. Se fosse um cara, com certeza eu teria reagido, mas não era o caso. Então só desviei dela. Ouvi ela continuar falando comigo, mas ignorei. Cheguei no meu grupo e a noite seguiu assim. Voltando pro... No hotel, tivemos o azar de pegar a mesma kombi que as outras 4, mas não demos atenção a elas nem elas a nós. No nosso quarto, sobrava uma cama, então ela ficou com a gente pra evitar qualquer conflito. Na manhã seguinte, tínhamos mais atividades e, de novo, elas fizeram com a gente. Antes de voltar pro hotel, a peituda se aproximou perguntando se podia falar com ela em particular, e todos aceitamos, mas ficamos por perto, só por garantia. Vendo elas se aproximando caminhando até nós com um sorrisão cada uma, ficamos surpresos, mas preferimos isso a mais uma briga. Chegamos no quarto e deitamos pra tirar um cochilo quando bateram na porta. Um dos caras abriu e viu a peituda com uma bolsa cheia de roupa. Ele perguntou o que tinha acontecido, e ela respondeu com outra pergunta: se podia ficar com a gente. Ele disse que sim, e ela entrando nos pegou de surpresa, eu e o outro cara que não tínhamos visto ela, exceto a bunduda, que já estava arrumando um lugar na cama pra ela. Perguntamos o que tinha rolado, e descobrimos que a tábua e ela tinham discutido, porque a peituda criticou a atitude dela, e a tábua se recusou a aceitar a culpa. Então, a partir daquele momento, ela ia ficar com a gente. Combinamos que nós três íamos dormir cada um na nossa cama, e elas duas dormiriam juntas. Chegando a noite, nos avisaram que a balada que a gente tinha que ir não ia poder nos receber, então aquela noite ficamos no hotel. Perdemos um tempinho até todo mundo decidir se preparar pra dormir. A gente continuava como sempre: eu sem camisa e de shorts, os caras também sem camisa e com a calça que caía. O problema era elas, porque como no quarto delas todas mulheres dormiam de fio dental e, com sorte, algo por cima, elas não pensaram em tudo que ia rolar, então improvisaram algo pra vestir por cima. A bunduda já tinha dormido com a gente, então não nos afetava; ela colocou uma camiseta. larga que tinha pedido pra um dos caras, que junto com as tetinhas pequenas dela passava despercebida, e um short esportivo grande dela que mesmo assim não deixava de ficar apertado na bunda e nas coxas, mas não marcava tanto quanto outras roupas. Já a peituda tava mais ousada, pediu um short e pegou um top que já tinha usado uma noite e segundo ela não ia repetir, com essas duas peças foi pro banheiro, saiu e a gente ficou surpreso porque ela saiu trocada, mas não tava só de short e blusa, trouxe também a calcinha e o sutiã na mão, e claro, o top era justo porque era pra sair, e com peitão grande e sem sutiã, ficava colado marcando de leve os bicos, e sem nada por baixo o short entrava em todo lugar que podia cada vez que mexia. Nós três ficamos bobos até que um dos caras decide quebrar o gelo e fala de brincadeira "pra isso não tinha ficado pelada, a gente nota até o menor detalhe" ela reage mas em vez de ficar com vergonha ou xingar a gente, fala que na real dorme assim sem nada, a gente olha pra bunduda e ela confirma com o olhar, a gente volta a olhar pra peituda e ela fala rindo "mas não, marca um pouquinho mas não tô mostrando nada, se vocês querem sonhar é problema de vocês" com essas palavras simples ela nos deixou sem resposta, a gente conversou mais um tempo até que todo mundo começou a ficar com sono, a bunduda já tinha virado pra dormir, um dos caras se despede e vai pra outro quarto porque uma mina tinha chamado ele, o outro mano coloca o fone e passa pra cama do lado da janela pra dormir e a peituda me pergunta se eu queria ver memes com ela, eu não tava com tanto sono então aceitei, minha amiga levanta cuidadosa pra não acordar a companheira de cama e sem pedir deita de conchinha comigo, mas não me deu atenção em nenhum momento, tava vidrada no que aparecia no celular dela telefone, ficamos assim um tempão rindo em silêncio até que ouvimos um barulho e vimos que era a outra mina se ajeitando na cama dela, de costas pra gente. Pelo movimento e porque o elástico do short não era lá essas coisas, desceu um pouco, mostrando parte da fio-dental dela. Aí nós dois ficamos olhando até que ela começa a falar baixinho, elogiando o tamanho daquilo. Eu queria falar alguma coisa, mas o único que saiu foi concordar com ela. E ela começa a dizer que sentia inveja daquela bunda. Comecei a encorajar ela, falando que cada um tem o seu. Ela insistiu, dizendo que não era comparável com a da outra, e querendo entrar num terreno onde eu pudesse fazer ela se sentir melhor, falei que ela tinha razão, mas se for ver, seria a mesma coisa, só que ao contrário com a parte da frente, já que ela tinha um tamanho bem bom e a outra tinha uns peitinhos pequenos comparado com ela. Aí ela muda de assunto com um sorriso: "Ah, viu que você comeu ela mesmo? Se não, como é que sabe que ela tem os peitos assim?" Eu fiquei vermelho e não falei nada, porque tinha caído sozinho na armadilha. E essa reação nula confirmou tudo pra outra, que sorria feliz por saber que tava certa, e depois disse: "Agora entendo por que você me evitava. Depois de pegar essa bundona, o que vai ver num magrelo igual o meu?" Respondi que ela também tinha uma bunda bonita, e ela afirmou que não era a mesma coisa eu encostar a bunda dela do que encostar a da outra. E pra me dar a demonstração, ela se mexeu e, aproveitando a pose, encostou a bunda inteira na minha virilha, sentindo claramente a falta de calcinha dela. Então meu pau, que por causa das circunstâncias tava endurecendo, foi entrando devagar entre as nádegas dela, coisa que ela notou, disfarçou, mas não deixou passar, porque me disse que eu tinha razão: ela não tinha tanta bunda, mas tinha peitos bons, pegando num deles enquanto falava. Já estando na mesma sintonia, eu entrei na onda, dizendo que ela tinha um ponto por isso e a outra tinha outro ponto pela bunda, mas o desempate quem ganhava era a... Rabão, fiquei me perguntando por quê e falei pra ela que já sabia como era a buceta dela, mas que ainda nem tinha visto a dela. Comecei a passar a mão por cima da calça dela, sentindo que já tinha molhado tudo. Ela começou a zoar com isso enquanto eu continuava tocando ela, e aí ela pegou no meu pau por cima da calça e começou a passar a mão pra cima e pra baixo. Com a outra mão, passei por baixo do top dela e comecei a apertar os bicos. Ela começou a gemer e, decidida, baixou a calça. Agora, com a bunda dela nua, começou a esfregar as nádegas no meu pau ainda guardado. Fiquei surpreso, mas ao mesmo tempo me liguei que não estávamos sozinhos e falei pra ela, mas ela não tava nem aí, continuou. Pegou minha mão e levou de volta pra buceta dela, que já tava toda melada. Olhamos ao redor e, pra garantir, nos cobrimos. Uma vez debaixo dos lençóis, ela tirou meu pau da calça e continuou estimulando com a bunda dela. A cara dela tava vermelha de tesão, então decidi que era minha vez de tomar a frente e comecei a meter. Ela soltou um gemido na hora, que rapidamente abafei com a mão. Pra não fazer muito barulho, tinha que comer ela devagar, o que não era fácil com os gemidos abafados dela. Então resolvi meter tudo de uma vez pra gente aproveitar mais e não fazer tanto barulho, e funcionou. Mas isso fez com que, em vez de gemer, ela gritasse cada vez que eu metia, e eu já não conseguia mais segurar com a mão. Aí ela se deitou de bruços com a cara no travesseiro, e eu só via os peitos dela escapando pelos lados e a bunda dela sobressaindo. Assim, com ela deitada, subi por cima e comecei de novo. Já não tava nem aí se os outros me viam, só queria meter naquela bunda. Ela continuava gemendo bem alto, mas o travesseiro segurava melhor o som. Continuei por mais um tempo, mas não era a mesma coisa. Queria ver ela de frente, então virei ela e vi que ela tava mais vermelha do que nunca. continuei penetrando e via os peitos dela balançando, me joguei neles pra chupar, ela colocou o travesseiro no rosto e continuou gemendo, mas dessa vez tentava se controlar. continuei e quando faltava pouco pra gozar aumentei o ritmo, mas com movimentos curtos, ela fazia um pouco mais de barulho, mas como eu disse, já não me importava mais. ela começou a gemer desesperada porque não esperava a mudança de ritmo e antes de gozar eu tirei e gozei na barriga dela, meu pau continuava duro e ela não tinha gozado ainda, embora estivesse perto, então decidimos continuar. mas o cara que tava dormindo encostado na janela com fones de ouvido fez um barulho e nos assustou, então ela preferiu voltar pra cama dela por precaução, com a promessa de continuar no dia seguinte. ela se levantou e quando se abaixou pra pegar a roupa, deixou a buceta toda aberta na altura do meu rosto, e por instinto comecei a chupar ela. ela se assustou e começou a perguntar o que eu tava fazendo, mas rapidamente cedeu e começou a gemer baixinho, apoiou uma mão na cama vazia do lado e com a outra tapava a boca. eu queria fazer ela gozar, continuamos assim e ela percebeu que o cara se mexeu de novo, então passou a mão na minha cabeça pra eu parar, mas eu continuei porque não conseguia parar de ouvir ela gemer. daí ela gozou e as pernas tremeram, mas rapidamente conseguiu ir pra cama dela com a bunda grande e se deitar, com o rosto todo vermelho se cobriu e depois de alguns segundos ouvimos um bocejo e nosso colega levantou da cama em direção ao banheiro ainda com os fones, sem olhar pra nenhuma outra cama, fechou a porta e a peituda da cama dela me disse sussurrando se eu tava louco, e eu disse que sim por ter feito aquilo sem pensar nas consequências. ela pensou que eu tava falando isso por quase sermos pegos pelo cara, mas não, me descobri e mostrei meu pau ainda mais duro depois de vê-la gozar, ela ficou vermelha e se descobriu um pouquinho pra me mostrar a buceta dela e começou a se tocar sem tirar os olhos do meu pau, eu também. começo a me punhetar até ouvirmos a corrente do banheiro, então nos cobrimos e ela exigiu que no dia seguinte eu tinha que fazê-la gozar, mas transando com ela. Antes de virar de costas, supostamente pra dormir, eu ri e, igual ao outro, coloquei os fones pra continuar dormindo, sabendo que só faltava um dia no paraíso.
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