Valeu por todos os comentários que vocês deixam pra gente.
Muita gente nos esquenta e os pontos nos enchem. Tem comentários com muita moral e a gente agradece. Isso não passa de compartilhar histórias que nos excitam, como todo mundo que curte sexo.
Acho que aquela noite foi muito especial, começou como muitas outras, conversando, nos acariciando, nos tocando, nos sentindo muito sexuais e excitados. Sentir os peitos dela no meu peito, agarrar a bunda dela com as duas mãos. Passar a mão na perna dela até chegar na buceta, sentir o quanto ela já estava molhada, sem nem conseguir enfiar a ponta da minha glande, era realmente excitante. Parecia que eu tinha ouvido a campainha da casa do namorado dela, e praticamente ver aquela imagem da bunda linda dela exposta de quatro, pelada, com uma coleira e uma guia amarrada no pé de um sofá. Não conseguia tirar aquela imagem da minha cabeça, o corpo dela super frágil e jovem prestes a ser completamente usado para o sexo desenfreado com o namorado da adolescência, o primeiro homem dela. Aquele que fazia ela descobrir o sexo na sua máxima expressão para a idade dela. Senti muito ciúme e uma mistura de inveja, com uma mistura de impotência porque pra mim ela estava prestes a sofrer algo que eu não queria... não podia esperar o final da história dela. Pensava um monte de coisas e estava prestes a achar que tinha mais coisas ruins do que boas nessa história que ela nunca teve coragem de me contar. Todos esses pensamentos começaram a desaparecer quando ouvi dela um sussurro, quase um murmúrio me confessando.
Ela continua me contando: quando senti que o Lu parou e não me soltou, senti minha buceta pulsando, eu tava no clímax. Tinha a necessidade de que muitas coisas acontecessem e naquele momento qualquer coisa era boa pra minha excitação. Já fazia muitos minutos que eu não conseguia ver, ele nem me escutava, só sentia meus gemidos. Não sabia o que tava rolando e ele não voltava, com minhas mãos tentava tirar a coleira, mas no fundo dos meus desejos não queria que tudo que eu tava sentindo acabasse. Nunca senti tanta confiança em alguém, acho que só em você em alguns momentos limites.
Quando ela disse isso, acho que meus ciúmes foram terríveis, senti uma decepção fodida, mas não conseguia segurar minha excitação. Acho que meus chifres cresceram num nível absurdo e não consegui ficar calado, falei: "Ei, gata, você nunca confiou em mim?". Naquele momento, percebi que era bem possível que a história terminasse ali e que talvez eu nunca soubesse o final. Queria cortar fora os dois ovos de tanto ciúme de punheteiro.
Ela tapou minha boca, não me deixou terminar de falar e disse que se sentia uma mulher desde que ele, o primeiro namorado dela, fez ela sentir prazer sexual de verdade pela primeira vez, e que nunca mais sentiu aquela segurança vinda de um homem. A primeira coisa que veio na minha cabeça foi pensar o que esse filho da puta fez com ela, porque depois de 20 anos de casados, esse cara ainda estava em primeiro lugar, e eu virei só mais um dos desejos sexuais dela, e nada mais. Já não estava mais com tesão nem com vontade de continuar ouvindo. Mas ela me beijou e disse: "Você me excita e me faz realizar cada fantasia..." Acho que ela estava me dando algo para não se sentir tão puta... já tinha ido tudo pro caralho. E aquele código que sempre tivemos de respeitar e curtir as histórias que contamos um pro outro, eu era o único que estava estragando tudo.
Ela percebeu e me confessou que precisava me contar. O que tinha começado como uma história excitante e quente era, na verdade, um jogo perverso e psicológico. Ela não conseguia parar e sentia essa necessidade. Comecei a pensar em traumas, abusos, fui para mil lugares que me fizeram refletir e dizer a ela que ela sempre precisava saber que eu a respeitava e estava do lado dela em tudo. Queria que ela se sentisse apoiada, e a verdade é que fiquei preocupado porque a amo e sou do tipo que acredita nas pessoas, ainda mais na mulher que escolhi há muitos anos.
Ela me beijou fundo, não foi só um beijo, pegou no meu pau e enfiou tudo lá no fundo da buceta dela, que era praticamente um manjar macio, molhado e quente. Assim que meu pau entrou, ela gozou e eu senti os fluidos dela me molhando sem parar, escorrendo quentinhos pelas minhas pernas. E no meio do orgasmo dela, ouço: "quero mais". Não dava pra acreditar naquele orgasmo, quase sem ter comido ela direito, completamente dilatada, com os bicos dos peitos durinhos, gemidos do caralho e um grito profundo saindo lá de dentro dela. Todo aquele suposto trauma e pensamentos ruins meus viraram tudo ao contrário, e eu precisei de novo saber o que era aquilo que tinha deixado ela daquele jeito. Continua... Desculpa ter ficado tão longo... prometo postar a quarta parte, mas lembro de cada detalhe e quero contar. Espero que gostem, aguardamos seus comentários.
Muita gente nos esquenta e os pontos nos enchem. Tem comentários com muita moral e a gente agradece. Isso não passa de compartilhar histórias que nos excitam, como todo mundo que curte sexo.
Acho que aquela noite foi muito especial, começou como muitas outras, conversando, nos acariciando, nos tocando, nos sentindo muito sexuais e excitados. Sentir os peitos dela no meu peito, agarrar a bunda dela com as duas mãos. Passar a mão na perna dela até chegar na buceta, sentir o quanto ela já estava molhada, sem nem conseguir enfiar a ponta da minha glande, era realmente excitante. Parecia que eu tinha ouvido a campainha da casa do namorado dela, e praticamente ver aquela imagem da bunda linda dela exposta de quatro, pelada, com uma coleira e uma guia amarrada no pé de um sofá. Não conseguia tirar aquela imagem da minha cabeça, o corpo dela super frágil e jovem prestes a ser completamente usado para o sexo desenfreado com o namorado da adolescência, o primeiro homem dela. Aquele que fazia ela descobrir o sexo na sua máxima expressão para a idade dela. Senti muito ciúme e uma mistura de inveja, com uma mistura de impotência porque pra mim ela estava prestes a sofrer algo que eu não queria... não podia esperar o final da história dela. Pensava um monte de coisas e estava prestes a achar que tinha mais coisas ruins do que boas nessa história que ela nunca teve coragem de me contar. Todos esses pensamentos começaram a desaparecer quando ouvi dela um sussurro, quase um murmúrio me confessando.
Ela continua me contando: quando senti que o Lu parou e não me soltou, senti minha buceta pulsando, eu tava no clímax. Tinha a necessidade de que muitas coisas acontecessem e naquele momento qualquer coisa era boa pra minha excitação. Já fazia muitos minutos que eu não conseguia ver, ele nem me escutava, só sentia meus gemidos. Não sabia o que tava rolando e ele não voltava, com minhas mãos tentava tirar a coleira, mas no fundo dos meus desejos não queria que tudo que eu tava sentindo acabasse. Nunca senti tanta confiança em alguém, acho que só em você em alguns momentos limites.
Quando ela disse isso, acho que meus ciúmes foram terríveis, senti uma decepção fodida, mas não conseguia segurar minha excitação. Acho que meus chifres cresceram num nível absurdo e não consegui ficar calado, falei: "Ei, gata, você nunca confiou em mim?". Naquele momento, percebi que era bem possível que a história terminasse ali e que talvez eu nunca soubesse o final. Queria cortar fora os dois ovos de tanto ciúme de punheteiro.
Ela tapou minha boca, não me deixou terminar de falar e disse que se sentia uma mulher desde que ele, o primeiro namorado dela, fez ela sentir prazer sexual de verdade pela primeira vez, e que nunca mais sentiu aquela segurança vinda de um homem. A primeira coisa que veio na minha cabeça foi pensar o que esse filho da puta fez com ela, porque depois de 20 anos de casados, esse cara ainda estava em primeiro lugar, e eu virei só mais um dos desejos sexuais dela, e nada mais. Já não estava mais com tesão nem com vontade de continuar ouvindo. Mas ela me beijou e disse: "Você me excita e me faz realizar cada fantasia..." Acho que ela estava me dando algo para não se sentir tão puta... já tinha ido tudo pro caralho. E aquele código que sempre tivemos de respeitar e curtir as histórias que contamos um pro outro, eu era o único que estava estragando tudo.
Ela percebeu e me confessou que precisava me contar. O que tinha começado como uma história excitante e quente era, na verdade, um jogo perverso e psicológico. Ela não conseguia parar e sentia essa necessidade. Comecei a pensar em traumas, abusos, fui para mil lugares que me fizeram refletir e dizer a ela que ela sempre precisava saber que eu a respeitava e estava do lado dela em tudo. Queria que ela se sentisse apoiada, e a verdade é que fiquei preocupado porque a amo e sou do tipo que acredita nas pessoas, ainda mais na mulher que escolhi há muitos anos.
Ela me beijou fundo, não foi só um beijo, pegou no meu pau e enfiou tudo lá no fundo da buceta dela, que era praticamente um manjar macio, molhado e quente. Assim que meu pau entrou, ela gozou e eu senti os fluidos dela me molhando sem parar, escorrendo quentinhos pelas minhas pernas. E no meio do orgasmo dela, ouço: "quero mais". Não dava pra acreditar naquele orgasmo, quase sem ter comido ela direito, completamente dilatada, com os bicos dos peitos durinhos, gemidos do caralho e um grito profundo saindo lá de dentro dela. Todo aquele suposto trauma e pensamentos ruins meus viraram tudo ao contrário, e eu precisei de novo saber o que era aquilo que tinha deixado ela daquele jeito. Continua... Desculpa ter ficado tão longo... prometo postar a quarta parte, mas lembro de cada detalhe e quero contar. Espero que gostem, aguardamos seus comentários.
5 comentários - Parte 3: A história mais safada e gostosa da minha mulher
Esoero pronto 4ta parte