Só de colocar a ponta, ela solta um gemidinho tímido. Fui enfiando devagar, centímetro por centímetro, até chegar no fundo, e ela segura o gemido, meio envergonhada. Comecei a meter forte, querendo que ela parasse de segurar os gemidos, até que, com o ritmo que eu tava metendo, ela solta um grito longo de prazer e, em seguida, baixa o olhar, tentando se calar de novo, mas era impossível. Ela tava necessitada demais pra conseguir. Cheguei perto do ouvido dela e sussurrei que comigo não precisava esconder os gemidos, porque era exatamente o que eu queria ouvir, além do barulho da bunda dela quicando. Ela ri enquanto geme, o que me excita ainda mais e faz eu aumentar o ritmo. Ficamos um tempão naquela posição até que ela finalmente goza. Por sorte, era uma cama pra cada, porque a quantidade de líquido que ela soltou naquele lençol deixou ele inutilizável pelos próximos dias, mas a gente nem ligou. Ela tava ofegante, mas desesperada por mais, e montou em cima de mim, começando a cavalgar. Foram só alguns minutos, porque o que eu queria era continuar vendo meu corpo batendo naquela bunda. Fiz um movimento rápido e coloquei ela de quatro. Ela soltou outro gritinho abafado, então cheguei perto de novo e garanti que ela não ia mais conseguir ficar em silêncio. Uma parte de mim tinha levado aquilo como um desafio pessoal. Comecei a meter com toda a força que me restava e vi o corpo inteiro dela tremer, gozando de novo, e dessa vez ela caiu desabada, deixando à mostra um grande defeito meu, mas que eu sei aproveitar de vez em quando: é que quando bebo demais, custo a gozar. Então eu ainda tava com o pau duro e essa mina já tava quase dormindo. Decidi bater uma punheta, já que não queria sair duro no corredor, quando ela se ajeita, apoiando a barriga no colchão e colocando a cara bem na frente do meu pau, me dizendo pra chegar mais perto pra continuar. Ela começou a chupar, mas sem ir até o fundo porque isso fazia ela engasgar, pedindo desculpas por não conseguir. Eu disse que não importava, porque o que ela tava fazendo tava me deixando louco. Ela sorriu de novo e continuou me chupando por um bom tempo, dessa vez era eu quem pedia desculpa por deixar ela ali tanto tempo. Ela disse que não ligava, que podia ficar com meu pau na boca o dia inteiro. Claro que ela falou isso no contexto, pra me excitar, e funcionou total. Agarrei a cabeça dela e comecei a foder a boca dela devagar, mas ver a bunda dela quicando cada vez que eu entrava na boca dela não ajudava muito minha ereção. Comecei a ir mais fundo, tentando esticar a garganta dela o máximo que dava, sempre cuidando pra ela também curtir. Quase gozando, ela percebeu e tirou da boca. Perguntei por quê, e ela só virou e disse que fazia tempo que não levava um de verdade no cu, e antes que eu terminasse, queria experimentar por ali. Foi como se meu pau levasse uma injeção de adrenalina. Sem pensar, chupei um pouco o cu dela até que, como no começo, ela pediu desesperada pra eu meter. Meti sem hesitar. Ela deu um grito, mas na sequência mordeu o lábio. Comecei a penetrar ela num ritmo cada vez mais constante, e dava pra ver que ela tinha certa experiência no anal, porque não demorou muito pra ela ficar confortável e começar a pedir mais. Era como se eu tivesse fodendo ela pela buceta, mas muito mais apertado. Ela começou a pedir pra eu arrebentar o cu dela, e eu, obediente, fui ficando mais bruto até chegar no meu limite e gozar dentro do cu dela. Nós dois deitamos, ela me abraçou e agradeceu pela noite, embora tenha dito que eu provavelmente tinha que ir, porque mesmo sem saber as horas, a gente já tinha passado um tempão. Olhei o relógio: eram 5h30. Se as outras não tinham chegado, iam demorar pouco. Então levantei, me vesti enquanto ela dizia que ia fazer o mesmo antes das outras chegarem no quarto dela, porque precisava abrir a porta e não queria recebê-las daquele jeito. Dei um tapa na bunda dela, fazendo ela gemer, e fui embora, não sem antes fechar a porta. vendo que ela ficou dormindo assim, pelada com a bunda pra cima, cobri ela de novo e agora sim fui embora, levando a chave do quarto dela pra que as outras minas possam entrar quando chegarem. Desci pra pegar a chave do meu quarto e, depois de explicar a situação da noite pra mina da recepção, pulando o detalhe da trepada de uns minutos atrás, comecei a andar pro meu quarto. O hotel onde a gente tava tinha dois corredores que levavam pros quartos do térreo, e na entrada do segundo corredor tinha uma escada pro primeiro e segundo andar. Eu tinha que ir pro segundo andar, então comecei a ir na direção do segundo corredor, mas no meio da escada ouvi uma voz muito familiar. Olhei o relógio de novo e ainda faltava um tempinho pras 6. Ia ignorar, quando ouvi a mesma voz de novo, dessa vez puta. Desci pro corredor e vi a Big Brest, meio bêbada como todo mundo, puta, saindo de um quarto arrumando o sutiã. De novo pensei em ignorar a situação, quando vi que o cara que saiu atrás dela tava mais bêbado que ela e tava muito insistente pra ela ficar pra dormir com ele. Minha amiga deu um tapa na cara dele e, xingando, começou a sair do corredor em direção à escada, quando ele começou a seguir ela pedindo pra ela voltar. Algo dentro de mim me obrigou a intervir, cruzando na frente do cara, que batia na altura do meu nariz. Ele pediu pra eu sair, mas eu ignorei e tentei conversar com ele pra entender a situação, mas foi inútil, porque ele não tava entendendo nada do que eu tava falando. O cara começou a ficar puto quando percebeu que minha amiga se colocou atrás de mim e segurou minha mão. Em seguida, ele pediu desculpas por querer chegar na que, segundo ele, era "minha namorada", quando um amigo dele chegou perguntando o que tava rolando. Depois de explicar, ele apertou minha mão e levou o cara pro quarto dele. Rapidão perguntei pra minha amiga o que tinha acontecido, e juro por Deus ou no que vocês acreditarem que ela disse gritando: "nada, o que acontece é que eu aceitei vir pra... a peça dele depois que me encarei duas noites seguidas, mas ALGUÉM NÃO CONSEGUE ENDURECER E ME DEIXA COM A PUSSY QUENTE já que nem tocar sabe. Só me escapou uma gargalhada, mas pedi pra ele calar a boca, não por vergonha, mas porque fiquei com pena do coitado. Por causa da situação, várias pessoas tinham saído no corredor pra ver o que tava rolando e viram o pobre menino, e com aquele grito ele só se humilhou mais. Depois de tudo esclarecido, fomos os dois juntos pro primeiro andar encarando os quartos. Abri o meu e ouvi minha amiga batendo na porta da outra mina pra ela abrir, lembrando que eu tava com a chave. Voltei e entreguei pra ela, ela perguntou por que eu tava com a chave e eu menti, dizendo que a outra mina tava com sono e pediu pra eu ficar com a chave até elas chegarem pra eu abrir. Não sei se ela acreditou ou não, mas quando entrou, encontrou a outra dormindo profundamente. Me despedi pra finalmente ir dormir, quando ela me disse que as outras minas iam ficar até as 6. Entre a viagem e tudo, iam chegar umas 6:10 mais ou menos, se oferecendo pra um rapidinha já que ela tinha ficado com a pussy quente de verdade por causa da outra situação. Não vou dizer que não queria porque seria mentira, mas não achava que meu pau ia aguentar depois de tanta atividade, então falei que provavelmente os caras, se não tivessem conseguido nada, iam voltar com a kombi das 5:45 e em pouco tempo chegariam. Ela se lamentou e dessa vez se despediu, mas não sem antes deixar bem claro que ia ficar se tocando toda pelada o tempo todo que as minas demorassem, tentando me provocar. Por sorte ou azar, eu tava certo e um dos caras tava chegando no quarto, aí ela terminou de se despedir e fechou a porta. Ele me perguntou o que tinha sido aquilo e eu expliquei rápido as partes da discussão entre as duas minas, que tive que ficar um tempão "consolando ela" e a situação do andar de baixo. Ele riu e entre conversas e tudo, passou das 6 e meu amigo decidiu ir embora. Tomar banho antes de dormir, eu vou deitar e ficar no celular quando chega uma mensagem da peituda. Abro e era uma foto bem improvisada dela pelada se tocando na buceta sem mostrar o rosto, mas dava pra ver a cara da bunduda ainda dormindo, com um texto que dizia: "O que sou obrigada a fazer por culpa de vocês". Eu deixei no visto porque meu cérebro tava processando a imagem. Ela me manda uma mensagem de brincadeira perguntando se eu tinha ficado sem palavras e, na sequência, manda outra foto, dessa vez tirada de cima, onde dava pra ver ela em pé, ainda se tocando, mas com a buceta na frente da cara da bunduda, que nem percebia. Isso gerou a seguinte conversa:
Ela: Tô muito tentada a gozar na cara dela pra ver se acorda, já que com meus gemidos não adianta.
Eu: Você é louca.
Ela: E talvez até goste e me ajude, já que você não quis.
Eu: Você viu que (insira o nome) chegou bem na hora.
Ela: E você podia ter dado a chave, mas não. Além disso, não pense que não percebi que a cama inteira do (insira o nome) tá uma zona, ou ela se tocou igual uma louca quando você foi embora, ou você deu a foda da vida nela.
Eu: Não sei do que você tá falando.
Ela: Prefiro acreditar que você comeu ela bem gostoso aqui a uns metros da minha cama com seu pau bem duro e que a próxima da lista sou eu, né?
Eu: Não afirmo nem nego nada.
Ela: Sorte sua que me avisaram que as outras tão chegando, senão te puxava pelos cabelos e te trazia pra me comer igual comeu ela.
Eu parei de responder porque, de fato, tinha broxado de novo e eu precisava que baixasse sozinho, coisa que com essa mina ia ser impossível. Minutos depois, meu amigo saiu e eu pedi pra ele apagar a luz pra gente dormir, já que ainda tinham mais três dias e dava pra ver que iam ser interessantes.
Ela: Tô muito tentada a gozar na cara dela pra ver se acorda, já que com meus gemidos não adianta.
Eu: Você é louca.
Ela: E talvez até goste e me ajude, já que você não quis.
Eu: Você viu que (insira o nome) chegou bem na hora.
Ela: E você podia ter dado a chave, mas não. Além disso, não pense que não percebi que a cama inteira do (insira o nome) tá uma zona, ou ela se tocou igual uma louca quando você foi embora, ou você deu a foda da vida nela.
Eu: Não sei do que você tá falando.
Ela: Prefiro acreditar que você comeu ela bem gostoso aqui a uns metros da minha cama com seu pau bem duro e que a próxima da lista sou eu, né?
Eu: Não afirmo nem nego nada.
Ela: Sorte sua que me avisaram que as outras tão chegando, senão te puxava pelos cabelos e te trazia pra me comer igual comeu ela.
Eu parei de responder porque, de fato, tinha broxado de novo e eu precisava que baixasse sozinho, coisa que com essa mina ia ser impossível. Minutos depois, meu amigo saiu e eu pedi pra ele apagar a luz pra gente dormir, já que ainda tinham mais três dias e dava pra ver que iam ser interessantes.
2 comentários - A viagem de formatura (parte 3) A bunda grande