Sexta-feira às 10 da manhã, meu dono me chamou e mandou eu ir no ponto dele sem demora. Larguei o que tava fazendo e fui, cheguei 10:30. Ele tava arrumando umas prateleiras e nem olhou pra mim. "Passa, putinha, sobe no depósito e tira a roupa." Tirei tudo e esperei uns 10 minutos, ele subiu. Me mandou ficar de quatro e castigou minha bunda com vários tapas fortes. "Você é só minha, entendeu, putinha?" "Sim, senhor, sempre fui." "Lembra do casal que conhecemos no aniversário?" "Sim, senhor." "Disseram que falaram com você." "Sim, senhor, mas falei pra eles falarem com o senhor." "E por que você atende eles, putinha?" "Não sabia quem era, senhor." Ele me castigou de novo, abriu minha bunda e enfiou de uma vez um plug enorme que me fez gritar e chorar. Passou fita adesiva na minha bunda pra não sair, me virou, bateu na minha rola e colocou uma gaiola. "Disseram que querem te usar hoje à noite." "Tá bom, senhor." "Tá bom, não, putinha. Falei que não, que você é meu e que vou te emprestar quando eu quiser." "O que o senhor disser, senhor." "Veste e vai embora. Vai ficar com o plug e a gaiola." "Sim, senhor." "À noite, prepara o jantar que eu vou." Fui trabalhar e, com o passar das horas, a dor e o incômodo foram ficando insuportáveis. Às 20h fui pra casa, preparei o jantar e às 22h meu dono chegou, mas não veio sozinho. Veio com um amigo, um homem mais velho que ele, bem durão, pra quem já tinha me entregado uma vez. Eu tava de thong. "Imagino que o jantar já tá pronto. Não faz meu amigo esperar." "Sim, senhor." Coloquei mais um prato. "Não precisa, você não come aqui." Servi eles e fui pra cozinha. "Vem, putinha." Já tinham terminado. "Tira a thong." O amigo só olhava. Tirei a thong e ele viu a gaiola. "Bom, vira." E viu que eu tava com a fita e o plug. "Hmmmm, deve estar bem dilatado," disse o amigo. "Tá desde as 11 da manhã, haha." "Uhhh, coitada." "Chega aqui." Ele tirou a fita e o plug com a mesma violência que colocou. Não tinha lubrificante, minha bunda tava seca e tinha fechado em volta do plug, então a dor foi intensa. "Queria ser comida, putinha suja? Chupa a rola do meu amigo." Me ajoelhei e fui. Comecei a chupar ele, meu dono se masturba, ele se colocou atrás de mim e meteu. Por causa da dor, sem querer, mordi a pica do amigo, que gritou e me deu um tapa na cara. "Chupa direito, imbecil." Continuei chupando e ele gozou na minha boca, e meu dono gozou na minha bunda. "Traz uma cerveja." Eles sentaram no sofá, colocaram um pornô, os dois se pelaram, me levaram pro quarto e me torturaram: cu, bolas, pica, com paus e cordas. Me foderam mais três vezes antes de ir embora.
2 comentários - Meu dono não me entrega, me usa