Querida suegra

Querida suegraNa tarde daquele dia inesquecível, fui pra casa dos meus sogros, onde eu achava que minha mulher e meus filhos estavam me esperando: — Boa tarde...! — exclamei ao abrir a porta, como todo mundo faz, pra avisar que cheguei. — — — Entra! — ouvi a voz da minha sogra vindo do quarto. — — Fechei a porta e, enquanto caminhava na direção de onde vinha a voz, comecei a falar: — — — Mas, ainda não voltaram? — — — Não, acabaram de ligar e disseram que o vô — é assim que minha sogra chama o marido dela quando fala com a filha ou comigo — ainda tem coisas pra fazer. — — — Pois eu tava meio na pressa — comecei a dizer —. Tinha que ir... — — Não consegui terminar a frase. Quando empurrei a porta do quarto dos meus sogros, emudeci. Minha sogra estava deitada de lado na cama. O roupão de cetim rosa, aberto de propósito, deixava à mostra sem vergonha o corpo bem cuidado: os peitos, presos num sutiã de renda com bojos discretos, se erguiam durinhos e provocantes; uma calcinha fio-dental minúscula deixava a bunda completamente de fora, enquanto cobria com precisão milimétrica os cachinhos da sua ppk bem tratada, tudo isso junto com um rosto levemente maquiado, mostrava que ela tinha passado um tempão ensaiando aquela pose. — — — Não vai entrar? — ela sorriu pra mim. — — — Mas... e isso... — eu não sabia o que dizer. — — — Bom, "isso" é que, no dia que você me ajudou a limpar, fiquei com vontade de repetir,... mas de outro jeito — ela se levantou e, quando se aproximou, senti ela inspirar fundo e encolher a barriga pra destacar mais os peitos —. Dessa vez não tô suada nem suja,... mas espero que você acabe me sujando e derretendo — sussurrou de um jeito gostoso. — — Sem me deixar responder, já do meu lado, me deu um beijo safado e, enquanto enfiava a língua na minha boca, fazia o mesmo com a mão na minha braguilha. — — — Nossa! — exclamou — vejo que já tá preparado. — — — Mulher...! — respondi. Ainda atordoado — como você quer que eu esteja? — Mas minha sogra já estava no ponto e não dava ouvidos. Com um suave movimento de ombros, ela jogou o roupão para trás, e ele escorregou macio até os pés. Ajoelhou-se sobre ele e, tirando minha pica da calça, começou a me fazer um boquete descomunal. — Com terno capricho, enfiou sucessivamente as bolas na boca, depois percorreu com a língua molhada minha vara dura, mais tarde chupou, com uma delicadeza incomum, a cabeça e, finalmente, engoliu "tudo" até o fundo da garganta... — Meu Deus!, não sei quantas vezes ela fez essas manobras...infiel- - - Não aguento mais! -- lembro de ter conseguido dizer. - - - Pois então, não para -- falou entrecortado, sem tirar meu pau da boca --. Ainda tem muita tarde pela frente. - - Então, um conhecido e delicioso arrepio percorreu minha espinha. Minhas nádegas se contraíram, agarrei com as duas mãos a cabeça da minha sogra e fui depositando, em leves investidas, uma, duas, três,... até quatro pequenas descargas da minha porra morna. Ela nem se abalou. Engoliu o líquido grosso e, erguendo o olhar, me disse: - - - Mmmm!, parece que minha filha te deixou meio abandonado. - - - Sim -- sorri, enquanto mentia. - - Desde aquele dia sei de quem minha gostosa mulher herdou a fogosidade. - - - Bom, enquanto você se recupera, vou fazer um café. - - Eu peguei o roupão amassado e fiz menção de ajudá-la a vestir,... - - - Não precisa -- sorriu de novo. - - Ao sair do quarto, meus olhos seguiram o balanço gelatinoso daquela bunda sem vergonha. Quando ela voltou, eu a esperava completamente pelado na cama de casal. - - - Que beleza! -- me elogiou enquanto aproximava a bandeja com o café fumegante. - - Me levantei e ajudei a colocá-la na mesinha ao lado. Minha sogra continuava com seu sorriso eterno, então me animei, coloquei uma mão no ombro dela e, deslizando, puxei a alça do sutiã, puxei com mais decisão e a teta direita ficou livre. Parei, bebi, com calma, um gole de café e, sem engolir, aproximei minha boca do mamilo dela e o banhei calorosamente enquanto minha língua brincava com ele. - - - Aaah, você é incrível! -- sussurrou enquanto inclinava a cabeça para trás. - - Não esperei mais, derrubei ela de bruços na cama e pedi que levantasse a bunda. Afastei com cuidado a tirinha de trás da tanga e comecei a percorrer com minha língua os dois buracos dela: ora minha língua ia pro cu, ora pra buceta. Ela gemia de prazer e eu sentia minha virilidade tomando conta do meu pau de novo. Chupei, mordi, babai, enfiei uma e outra vez minha língua na Suculentas profundezas... - - - Não aguento mais! -- gritou ela, exausta. - - Entendi o recado. Rapidamente me ajoelhei e, separando o máximo que pude as nádegas dela, enfiei meu pau no fundo da buceta dela, que já estava escorrendo. Em seguida, estendi a mão até a mesinha e enfiei os dedos indicador e médio na xícara de café que ela nem tinha provado. Depois de besuntá-los bem com o líquido morno, enfiei eles devagar no cu dela. - - - Você vai me destruir! - - - Não era isso que você queria -- respondi. - - Me deitei como pude sobre ela e, sem parar a metida dupla, cutuquei com a mão livre. Afastei a frente da calcinha fio-dental, vasculhei entre a pelagem crespa e, quando ela gemeu de novo, reconheci o clitóris inchado dela. - - - Você me mata, ... me mata de prazer, ...! -- repetia sem parar. - - Eu é que estava prestes a estourar de novo e, a buceta dela, escorrendo e dilatada, me pareceu bem menos apetitosa do que o cuzinho apertado dela. Então, tirei meus dedos e, apontando meu pau pro lugar certo, enfiei de uma só vez toda a minha vara dura até minhas bolas baterem nas nádegas macias dela. - - - Ai, você tá me machucando! -- gritou sem muita convicção, tentando se debater. - - - Calma, ... espera um pouco -- sussurrei firme no ouvido dela, enquanto, apertando minha barriga contra o cu dela e deitando todo meu corpo nas costas dela, a imobilizei. - - Cutuquei de novo entre os cachos dela e, ao ouvir outro gemido de satisfação, parei de pressionar e comecei uma metida suave que acelerei aos poucos. Aquilo sim era outra coisa, meu pau recebia uma pressão suave mas firme em todo o comprimento. Pena, pensei, não poder agradecer ao meu sogro pelo uso zero que ele fez da entrada traseira da mulher dele. - - - Fica de joelhos com cuidado -- sugeri, e apoiando minhas mãos dos dois lados do corpo dela, conseguimos, sem ter que tirar, que ela ficasse de quatro. Não aguentei mais, minha sogra se apoiou no cotovelo esquerdo e, estendendo a mão direita, começou a Masturbar-se desenfreadamente entre gemidos. Enquanto isso, eu, também sem controle, não parava de empurrar minha bacia uma e outra vez contra aquela bunda enorme. Primeiro ela gozou, e caiu exausta sobre os peitos, mas essa posição forçou de um jeito especial a elevação da bunda dela e a visão do meu pau entrando e saindo daquele buraco tão dilatado fez uma excitação lasciva invadir meu corpo inteiro e eu explodi num orgasmo impressionante. - - - Toma, toma e toma... — não era muito original, mas não me vinha outra coisa na cabeça. - - - Sim, sim, sim... como você manda bem, seu safado! — minha sogra também não foi muito criativa. - - (.....) - - Três horas depois, sentados à mesa da cozinha com toda a família, também não bolamos nada de especial. - - - Então, vocês não se importaram que a gente tenha se atrasado? — perguntou pela quarta vez meu sogro. - - - Não, não, não... já falamos isso mil vezes, né? — disse minha sogra me lançando um olhar cúmplice. - - - Toma! — e toma, e toma, e toma... pensei comigo, mas depois de pigarrear respondi absolutamente convicto — Nunca uma espera foi tão curta pra mim.MadrastraDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.

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