Minha esposa me trai com meu tio #2

A excitação que percorria meu corpo, ao saber que a Vanessa ia ficar sozinha com meu tio, era duplamente mais safada agora que eu sabia o quanto ele estava excitado naquele momento. Ainda mais porque, quando a Vanessa saiu do quarto e deu um beijo no rosto dele, percebi que, num instante, ela ficou muito nervosa. Sem dúvida, ela tinha visto o enorme volume que aparecia por baixo da calça dele. E, nessa ocasião, notei que meu tio não fazia muito esforço para esconder — era impossível não perceber. Ela foi para a cozinha preparar o café da manhã, e ele se ofereceu muito gentilmente para ajudá-la, enquanto eu saía de casa. Assim que saí, senti meu celular vibrar. Era uma mensagem da Vanessa.Minha esposa me trai com meu tio #2Sinceramente, minha cabeça não tava dando pra pensar em mais nada além do que podia estar rolando fora de casa, e eu queria ver com meus próprios olhos. Na real, era mais minha imaginação do que outra coisa, sabia que a Vanessa nunca me trairia, mas também tinha uma grande chance dela se sentir atraída — não tanto pelo meu tio, mas pela pica enorme dele. Ela nunca tinha ficado com alguém assim, mas eu conhecia ela, sabia o quanto ela era safada e que, mesmo sem falar, com certeza adoraria ver um pau daquele tamanho.

Fui pra empresa, entreguei os documentos pendentes e me deram a data e hora da minha próxima viagem. Ia ser daqui a dois dias e eu ia demorar quase uma semana pra voltar. Voltei pra casa, acho que levei umas horas. Quando cheguei, tava muito nervoso. Abri a porta da entrada sem fazer muito barulho, não vi ninguém no quintal. Me aproximei da casa e, de um canto, vi os dois por uma das janelas. Tavam na cozinha: a Vane tava lavando a louça, e meu tio tava encostado na bancada do lado dela. Não dava pra ouvir, mas dava pra ver que tavam rindo pra caralho. Num desses momentos, meu tio colocou a mão nas costas dela, acariciou quase chegando na bunda gostosa dela, bem de leve, e foi pro banheiro. Nada demais, pelo menos na minha cabeça, mas tenho que admitir que senti um pouco de ciúme vendo ele tocar ela com tanta suavidade.

Caminhei um pouco mais perto, aproveitando que ele tava de costas, e me escondi atrás da parede. Nisso, ouvi meu tio chamando a Vanessa:

Tio — Vane!!! Me ajuda, Vane?
Vane — Já vou.

De novo fiquei sem ver nem ouvir nada. Esperei um pouco pra ver se ela voltava, mas tava demorando demais. Não queria me mexer porque de onde eu tava dava pra ver muito bem metade da casa, menos o banheiro e nosso quarto. Mas já tava tempo demais, então fui pra parte de trás, onde ficava a janela do banheiro — um quadrado pequeno, tipo uns 40 centímetros, que só serve pra ventilação e fica bem alto. Era impossível enfiar a cabeça ali. Ah, mas dava pra ouvir eles muito melhor por causa do eco que tinha no banheiro, Vane. — Já vi, haha ""risada nervosa"" Tio... — Você não ia gostar, Vane. — Haha, sei lá... ""ela interrompe"" Tio... — Não tem problema, vem aqui, Vane. — É que... e se alguém chegar, Tio? — Não, ele disse que ia voltar só meio-dia, Vane. — Ah, não sei, tô com muito medo, Tio. — Não se preocupa, Vane. — Hahaha, hmm, me espera, deixa eu ver uma coisa. Quase na mesma hora sinto meu celular vibrar, quase certeza que era ela. Demorei pra atender, prestando atenção em qualquer coisa que eles dissessem, mas parecia que estavam esperando algo. Me encostei na parede e tirei o celular do bolso. Era ela mesmo.cuckTio --. Que foi? Vane --. Ela ainda tá lá, mas já já vem. Tio --. Viu, não se preocupa, te prometo que é rápido. Vane --. Haha, tô muito nervosa, sei lá. Tio --. Não tem nada, te juro. Logo em seguida, comecei a ouvir aquele som clássico de beijos, foi tipo uns 5 minutos. Depois, um barulhão como se algo tivesse caído no chão, ouvi como se estivessem tirando alguma roupa, talvez a calça, mas não tinha certeza. Fez um silêncio e de repente a voz do meu tio: "Cê gosta?" Só escutei a risada nervosa da Vanessa e um "Sim" baixinho. De novo começou o som dos beijos, mas dessa vez dava pra ouvir meu tio falando: "Isso, assim de baixo, aaaa que gostoso." Outro silêncio, de repente ouço a Vanessa tossir, meio engasgada, seguido daquele som inconfundível de quando alguém quer vomitar. Eu tava quase imóvel, as pernas tremendo, ouvindo a Vanessa fazer o inimaginável. Ela tinha soltado aquele lado que só eu conhecia, tava ficando cada vez mais quente. Depois ouvi meu tio falar: "Aaaa quase isso", seguido da risada da Vanessa. Era impossível ver eles de onde eu tava, só dava pra ouvir. Fez silêncio, uns 10 segundos, e escuto a Vanessa tossir de novo e puxar o ar enquanto dizia: Vane --. Não, não consigo, haha. Tio --. Aaa consegue sim!! Vane --. É muito grande. Eu tava gelado ouvindo tudo aquilo, sentia meu pau explodindo dentro da calça. Ela tava mesmo mamando meu tio, era inacreditável. Sempre pensei que ela não seria capaz, mas ainda assim fiquei colado na parede. Ela disse algo que não entendi e de novo fez um silêncio que parecia eterno, e de repente: Vane --. Mmmm, assim? Tio --. Aaaa sim, assim exato. Vane --. Que gostoso que tá!! *Dava pra ouvir beijos e aquele som inconfundível da boca dela sugando* Tio --. Cê gosta? Vane --. Simmm, demais!!! Acho que foi mais de meia hora que fiquei ouvindo o que eles faziam. Tava num estado de transe, não sabia como reagir, só... apertava meu pau por cima da calça, queria tirar ele e bater uma ali mesmo, e foi o que fiz. tirei meu pau que tava durasso e comecei a me masturbar devagar, ouvindo tudo aquilo. mas queria ver com meus próprios olhos, mesmo estando na dúvida se fazia ou não. mas o tesão de ouvir como eles gozavam falou mais alto, então decidi arriscar. tinha que entrar na casa pra ver como eles estavam fazendo. fui até a entrada principal e, ao abrir a porta, claramente ouvi alguém fazer um "shhh", como quando querem que alguém fique quieto. entrei e falei em voz alta: "Oie, cheguei". demoraram pra responder. "Vane — Oi, aqui." "Eu — Onde é aqui?" de novo demorou pra responder. "Vane — Aqui no banheiro." Caminhei até o final do corredor onde eles estavam, o coração tava saindo pela boca. antes de chegar na porta que tava aberta, a Vanesa saiu rapidamente, muito nervosa, as bochechas dela estavam bem vermelhinhas. "Oi, amor, você foi muito rápido", enquanto me dava um beijo no rosto, coisa que ela nunca faz. percebi aquele cheiro peculiar, o cabelo dela tava meio bagunçado e os olhos estavam úmidos, um pouco avermelhados, como quando você acabou de chorar. também, ao contrário do que eu imaginaria, os lábios dela estavam meio ressecados, mas senti eles bem macios. ela me abraçou, visivelmente tentando me segurar um pouco, tava muito nervosa. também me chamou a atenção que ela não tava mais com o moletom, só a blusinha sem sutiã que ela usa de pijama, e pior, os bicos ainda estavam duros. quando percebeu como eu tava, ela entrou rapidinho no nosso quarto, que ficava do lado. "Eu — Como é que tão?" perguntei enquanto me aproximava mais do banheiro. "Vane — Bem, já tamo terminando. te falei pra me avisar quando você viesse no caminho, veja, eu ainda tô de trapos." "Eu — É, desculpa, esqueci, e é que foi mais rápido do que eu pensei." Entro no banheiro e vejo meu tio Davi de costas, enfiando uma chave de fenda numa fenda na parede. ele, assim como ela, tava muito nervoso, não era pra menos, a situação tava essa. Muito densa. Percebi que o cinto de ferramentas estava largado no chão e, do outro lado, o moletom da Vanessa todo amassado. "Ela nunca deixa roupa jogada". Vi a camisa dela mal enfiada por trás. Quando cheguei perto pra cumprimentar, vi várias gotas de suor na testa dela.

Eu —. E aí, tio, como é que tá?
Tio —. E aí, filho, beleza? Aqui me virando, meio na luta. E você, como foi?
Eu —. De boa, foi rápido.
Tio —. Que bom!
Eu —. E aí, a Vane tá te ajudando ou só enrolando?
Tio —. Haha, nada disso, ela já me deu uma mão.

Nisso, ele virou procurando alguma coisa, acho que uma ferramenta, e aí confirmei o que eu suspeitava: ele tava com a rola estralando, mas dessa vez apontando pro lado, como se tivesse enfiado rápido. Dava pra ver tanto que nem a braguilha da calça fechou direito. Foi só um segundo e ele virou rápido pra continuar o que tava fazendo. De novo aquele arrepio subiu pela minha espinha. Saí de lá com o estômago embrulhado e fui falar com a Vanessa.

Ela tava no quarto arrumando umas roupas, já tinha vestido uma camisa mais discreta. Me disse que assim que meu tio terminasse, ela ia tomar banho. Tava nervosa e meio esquisita, evitava olhar nos meus olhos e muito menos falar de frente comigo. Saiu do quarto e foi pra sala. O clima tava muito pesado, ninguém falava nada. Eu precisava relaxar a situação e não deixar transparecer que tinha descoberto eles. Além disso, tinha que fazer de tudo pra descobrir mais sobre o que tinha rolado. Esperei ele terminar o serviço e me aproximei...

Eu —. Tio, vai ficar pra comer ou tem compromisso?
Tio —. Não, filho, ainda tô cheio. Tomei um café da manhã bem reforçado com a Vane.
Eu —. Mas aquilo foi café, almoço é outra coisa.
Tio —. Haha, verdade. Mas é que tenho algo pra fazer daqui a pouco. Valeu, hein.
Eu —. Beleza, então. Ia te falar: daqui a 15 dias é o aniversário da Vanessa, pra não marcar nada.
Tio —. Ah, sim, ela já tinha me falado. O que vão fazer?
Eu —. Pois eu queria festejar aqui com os amigos, mas a Vane quer sair, Tio —. E se vocês fizerem na cabana, já viu que o dono é meu amigo, posso falar pra ele separar o lugar Eu —. E você, Vane, o que acha? Vane —. Sim, seria legal, acha que dá, Tio? —. Sim, claro, sem problema Eu —. Tá perfeito, muito obrigado, tio, então a gente se vê aqui nesse dia, umas 7 da noite Tio —. Beleza, vejo vocês aqui. Também me falou que no próximo sábado não ia poder ir trabalhar na casa, mas que viria durante a semana um tempinho, lá pro meio-dia, pra adiantar. Naquela noite, a Vanessa tava especialmente tesuda, igual a mim, e não era pra menos depois do que tinha rolado de manhã. Quando me deitei, vi que ela não tava com o pijama de sempre, mas sim com um biquíni marrom pequeno que ela usa às vezes quando a gente vai nadar, mas sabe que eu adoro — era impossível resistir àquela bunda. Comecei a acariciar ela e beijar, meti a mão entre as pernas dela e percebi que tava encharcada. No primeiro toque, já não aguentei mais, tinha que meter na hora. Afastei o pedaço de pano que cobria aquela rachinha, e ela tava escorrendo mesmo. Antes que eu fizesse qualquer outra coisa, ela se inclinou, tirou minha rola pra fora e levou à boca. Fechei os olhos e, por um instante, minha mente recriou a cena que tinha rolado no banheiro — mesmo sem ter visto, consegui imaginar perfeitamente. E agora, com a boca dela na minha rola, era como se eu fosse meu tio. Dessa vez, ela fez um esforço máximo e finalmente conseguiu engolir meu pedaço inteiro — era algo que ela nunca tinha feito, mas dessa vez parecia que levou como um desafio pessoal. Senti a garganta e os lábios dela batendo até a base. Meti a mão entre as pernas dela e senti o calor e a umidade. Na real, enfiei de uma só vez, ela soltou um gemidinho. Comecei a comer ela com muita força, fiquei tão excitado que não durei nada, logo comecei a cair no sono. Acho que passou umas uma hora, e ouvi que ela ainda tava... Ela estava acordada. Quando abri meus olhos, pude vê-la com o celular na mão e um sorriso no rosto. Pensei que estivesse vendo algum vídeo ou algo assim. Fechei os olhos de novo, mas fiquei acordado. Não demorou muito até eu começar a ouvir a respiração ofegante dela. Abri um pouco os olhos de novo. Ela estava deitada de costas, com as pernas abertas e os joelhos dobrados, uma mão no celular e a outra perdida entre as pernas. Vi o movimento que a mão dela fazia debaixo dos lençóis: ela estava se acariciando. Em um momento, ela parou e foi ao banheiro. Pude ver aquela bunda gostosa comendo a pequena calcinha marrom. Demorou 5 minutos e voltou para a cama. Se colocou na mesma posição de novo. Ela olhou para mim, e eu fingi que estava dormindo. Dessa vez, ela acariciou um pouco o peito, levou a mão à boca, chupou os dedos e começou a se tocar de novo entre as pernas enquanto olhava o celular e, de vez em quando, escrevia alguma coisa.namorada infielComo eu disse, talvez tivesse visto um vídeo ou tivesse falando com alguém, muito provavelmente "meu tio". Comecei a sentir aquele formigamento e, inevitavelmente, comecei a ficar duro vendo a Vanessa se masturbando, como fechava os olhos e apertava os peitinhos dela, as pernas tremiam, embora ela fizesse o possível pra não se mexer, mas os espasmos eram inevitáveis. Vi como ela apertou as pernas com a mão enfiada entre elas, enquanto arqueava um pouco as costas e mordia o lábio. Depois de alguns segundos, ela parou de se mexer e caiu no sono. Deixei passar um tempinho, quando ela tava completamente dormida, levantei bem devagar e peguei o celular dela. Ela deixa ele bloqueado, mas uma vez eu vi o padrão sem querer, embora nunca tivesse precisado olhar. Dessa vez, a curiosidade tava me matando, queria saber o que ela tava vendo pra se masturbar tão intensamente. Foi isso que encontrei.esposa puta


namorada vadiaSinceramente, me senti arrasado e humilhado. Por um momento, esqueci da tesão e percebi que tudo era real, já não era mais uma brincadeira na minha cabeça. Era verdade o que os pedreiros diziam: em menos de um mês, a Vanessa tinha caído na lábia do meu tio. E não era pra menos, com aquela pica enorme e a falta de sexo entre a gente. Revisando a conversa uma vez e outra, minha pica reagia cada vez mais. Não consegui evitar, e uma ereção surgiu. Minha esposa queria que meu tio comesse ela. Só era questão de tempo. No aniversário dela, ela ia ganhar um presente que desejava muito da parte do meu tio.

Voltei na sexta à noite. Aquela semana que viajei foi interminável. Vi a Vanessa muito distante. Me surpreendeu que ela não tivesse vontade de transar. Precisava saber o que tinha rolado na minha ausência, e não tinha jeito melhor do que espionar os pedreiros. Eles eram mais fofoqueiros que velha em lavanderia. Mas não tive sucesso no começo. A Vanessa costumava sair cedo pra academia, então eles também tinham criado o hábito de esperar por ela pra devorar ela com os olhos quando saía. Mas naquele dia ela decidiu ficar comigo em casa. Então tive que esperar até segunda pra descobrir alguma coisa. Ela acordou cedo, com toda intenção de ir pra academia, e eu fui atrás dela porque tinha que ir trabalhar. Quando ela saiu, espiei pela janela e vi um dos pedreiros "trabalhando" numa esquina. Mas na real, ele não tirava os olhos da minha esposa. Assim que ela sumiu de vista, ele voltou pro outro pedreiro. Fechei a cortina e fiquei parado pra ver se ele falava alguma coisa.

--. Como eu quero aquela velha, puta que pariu.
--. Haha, e se você soubesse. Te falei que aquele maldito David é foda.
--. E agora, por quê?
--. Do que você perdeu na sexta, véio!!
--. Haha, fala logo, cara.
--. Te falei que não durava nem um mês.

Parece que um dos pedreiros não tinha ido trabalhar naquele dia e, assim como eu, perdeu muita coisa. Mas o outro nos colocou a par, e começou a... descrever tudo o que viu.........

5 comentários - Minha esposa me trai com meu tio #2

Van puntos sube mas por favor estoy enganchado con la historia
Siempre tus relatos muy buenos y q caliente de la esposa toda una calientilla se quiere echar al tío.
Sube mas fotos de tu vieja se ve hermosa se me pone dura la verga
Me dejaste como una pipa de caliente. Lo narras como si lo hubieras visto. Van puntos