Já imaginaram como seria soltar a esposa de vocês num lugar cheio de homem caçando uma puta pra foder? Não daquelas vadias que cobram pelo serviço, mas putas que transam por diversão. Pois eu tinha essa fantasia e repetimos de vez em quando, mas a primeira sempre será a mais marcante. Também não tô falando daquele tipo de bar onde tem puta esperando cliente pra embebedar ele e roubar as coisas dele, mas bares onde você vai com os amigos e amigas, onde vão grupos de mulheres e homens, seja misto ou não, lugares onde a música alta e a penumbra são procurados pelos amantes que querem sair da rotina. Foi num bar desse tipo que cheguei com a gostosa da Sofia. Ela vestia uma minissaia rodada com meia arrastão até o meio da coxa, tênis e uma blusa leve, maquiagem também leve, a bolsa dela e nada mais, porque no verão as noites não são tão frias. Entramos separados, ela direto pro balcão pra começar a caçada e eu fui pra uma mesa, de onde dominava a maior parte do local com a vista. No balcão, tinha vários bancos altos, então a gostosa ocupou um e cruzou as pernas. Os homens não demoraram pra notar a presença dela e vários tentaram puxar conversa, mas a noite era jovem e a gostosa adora o assédio masculino. Do meu lugar, localizei mais de três grupos de homens: um deles com vários caras entre 25 e 30 anos, outro grupo de uns 40 pra cima e mais um também. Um do grupo dos jovens foi ao balcão pedir algo e aproveitou pra abordar a putinha. Parece que se entenderam, porque conversaram um bom tempo e ela cruzava as pernas sem parar, se abanava com a blusa pra ele ver o canal das tetas. Minutos depois, serviram outra dose pra ela e ele voltou pros amigos. Por texto, ela me dizia que o cara tava deixando ela com tesão só com o olhar e que provavelmente ia dar pra ele. Depois de um tempo, o cara voltou e continuaram no papo, dessa vez o jovem meteu a mão na coxa dela e ela Mão na coxa da Foxy, que só ria, incentivando ele a continuar. Depois, se misturaram com o povo na pista de dança, ele segurava ela pela cintura e colava o corpo, obviamente pra ela sentir o volume. Pararam de dançar e voltaram pro grupo. Ela dançou com todos, e todos faziam a mesma coisa: às vezes, quando virava, ele colava por trás e cutucava com a rola. Eram jovens, mas experientes. Não deixavam o copo da minha esposa vazio, e um ou outro sempre tava perto dela pra passar a mão disfarçadamente. Mais tarde, ela me mandou outra mensagem: ia pro banheiro ver se tinha sorte e conseguia uns goles de porra. Sumiu no corredor estreito, seguida de perto pelo primeiro garoto. Cinco minutos depois, voltou e continuou com os amigos, enquanto o moleque ainda tava no banheiro. Mais uma mensagem comemorando a sorte: "Papi, me enfiou no banheiro masculino. Mais de um me viu de joelhos chupando a rola dele. Até um cara chegou perto pra olhar e pegou na minha teta. Como não fiz cara de nojo, o garoto ficou mais excitado e me deu toda a porra." Quando o sortudo voltou, foi se gabar pros amigos, e a notícia se espalhou entre eles. Logo, recebo mais mensagens: "Vou no banheiro de novo e vou demorar. Vão entrando um por um. Quando um terminar, chega outro, até eu tirar a porra de todos. Beijinhos." Meia hora depois, a puta ainda tava no banheiro. Até uns dois caras repetiram a dose, ou pelo menos era o que eu achava. Então, decidi ir observar. Entrei no banheiro e a imagem diante dos meus olhos era inacreditável: a puta no meio do lugar, peitos de fora balançando no ritmo das estocadas, e vários caras esperando pra meter a rola em qualquer buraco livre. Abri caminho entre os caras e enfiei dois dedos no cu dela. Parecia que ninguém tinha usado aquele buraco ainda. Com minha ação, chamei atenção pra ele, e não demoraram pra penetrar ela por ali. Uma hora depois e muitos preservativos usados, terminaram de comer ela. Embora aquele grupo de garotos... foram os únicos que aproveitaram os buracos dela, pagaram o consumo da puta. ao sair do local, ela me disse alegre: "me convidaram pra uma despedida de solteiro, cê acha que posso ir?
0 comentários - Sofi, a Gostosa do Bar