Eu e meu marido levamos na brincadeira, mas o primo dele, Leo, insistia que era coisa séria e, pra deixar a situação mais convincente, mostrou de novo o envelope e o cartão que tinha dentro. Tava escrito lá que a empresa de especialidades medicinais onde ele trabalhava convidava ele e a esposa pra convenção anual. Entre as várias atividades, tinha a grande chance de receber um prêmio importante na categoria dele, a de visitadores médicos entre os melhores vendedores. O Leo tinha se separado fazia pouco, depois de 21 anos de casado. Tava naquela fase da vida onde não dava, no momento, nem pra reorganizar a vida afetiva e arrumar uma mulher que acompanhasse ele. Por isso tava no nosso apartamento, explicando a situação e quase me implorando pra ir com ele.
Meu marido e o Leo eram daqueles primos inseparáveis, na alegria e, principalmente, na tristeza. Então, diante da necessidade urgente e do compromisso inevitável, meu marido nem pestanejou em garantir que não tinha problema nenhum da parte dele. Aí os dois me olharam ao mesmo tempo. Eu encolhi os ombros, pensando que ia curtir pra valer o glamour, as galas e o momento de sucesso do Leo, e aceitei. Por sorte, os eventos iam rolar durante a semana, então eu só ia ficar fora de casa pro almoço de sábado, que a gente ia dividir com os indicados e os executivos importantes, até alguns vindos da matriz na Alemanha, e a janta de encerramento no domingo. O lugar escolhido era um daqueles hotéis cinco estrelas novíssimos que construíram na maldita primavera dos anos 90, perto do rio, atrás de umas favelas que os arquitetos tiveram a pouca louvável ideia de esconder a pobreza com vidros grossos e opacos, impossíveis de enxergar através.
O que a gente não tava esperando era que as mulheres tinham que participar de uma série de atividades que visavam fortalecer as interações sociais entre os "colaboradores", como chamam os funcionários das empresas que alcançam o cobiçado ISO9002. Então não se tratava apenas de participar de almoços, mas também de eventos onde era preciso sorrir e se fazer de simpática com outras mulheres que estavam lá para dar suporte aos seus maridos. Diante da iminência de tais eventos, comecei a me preparar, enquanto Leo passava mais tempo conosco, finalizando detalhes para me fornecer as informações necessárias que toda boa esposa deve ter sobre o trabalho do marido. Meu esposo parecia curtir a situação, mas se colocava à altura das circunstâncias quando Leo era tomado pela melancolia diante da dor de sua recente separação. Chegou aquele dia, o do almoço, e como eu disse, veio gente de todos os lados. Foi assim que conheci Flor, a esposa de um vendedor do centro do país, plena zona mediterrânea, com seus bem vividos quarenta anos, suas roupas justas, seu andar felino, suas mãos enfeitadas com joias finas e gestos delicados, um sorriso cativante, um ar desinibido típico de uma mulher de mundo acostumada a esse tipo de evento; bastou trocarmos alguns olhares para saber que nos unia uma secreta irmandade. Como era de se esperar, a comida estava à altura de uma multinacional bilionária. Flor e eu coincidimos no banheiro, diante do mesmo espelho. Eu estava vestida com um terno de casaco e calça cinza e sapatos de salto médio; ela, um vestido justo, um lenço de seda indiano cobrindo seus ombros nus e sandálias de salto agulha. Enquanto retocávamos a maquiagem, fizemos alguns comentários, como sondando o terreno em que cada uma pisava, sobre a comida e alguma bobagem ou outra, quando as duas demos evidência de que pisávamos em chão firme. Foi Flor quem me pediu a opinião sobre o senhor Karl Smëisser, um típico alemão que, se quisesse bancar o ariano, ninguém jamais poderia contestar, com uma aparência incomparável, uma pose masculina única, de singular elegância, de gestos viris que ele matizava com um sorriso que destacava ainda mais o olhar de seus olhos cinzas e, sobretudo, número dois no Diretório da empresa com seus impecáveis cinquenta anos muito bem vividos. Flor sorriu com um toque de ironia ao mesmo tempo que me perguntava se eu poderia transar com um cara daquele tipo, sem hesitar nem um segundo eu disse que sim, foi então que ela colocou a mão no meu antebraço para me dizer que também estava disposta a fazer isso e que se estava naquele lugar era para isso, não só para tirar uma boa fatia que beneficiasse seu marido, mas por pura...puta -come-hombresque era. Antes de sair do banheiro, ela quis saber se eu era capaz de fazer o mesmo. Não respondi, mas ela já sabia a resposta. Bem solta, disse que na primeira oportunidade que aparecesse diante do senhor Smëisser, proporia um ménage como nunca tinha vivido na vida, que eu ficasse atenta — terminou dizendo antes de sair e fechar a porta. Me olhei no espelho de novo. Eu não estava ali para ajudar na carreira empresarial do primo do meu marido, mas bem que podia me divertir e curtir bastante.
Quando voltei à sala, Leo estava conversando com gente pra lá e pra cá, então me agarrei no braço dele e começamos a socializar. Foi assim que conheci formalmente a Flor e seu marido, um baixinho careca convencido de que comia o mundo em pedaços sem mastigar, ciente de ter uma mulher fatalmente atraente, em quem olhares masculinos e femininos não paravam de pousar, sem nenhum disfarce. E a vadia sabia muito bem — por isso preparava as unhas para caçar seu ratinho alemão.
Como todo mundo sabe, quem organiza esse tipo de evento se preocupa em contratar serviços de acompanhantes que cobram em euros por uma noite, em cifras de quatro dígitos. São mulheres esculturais, lindíssimas, algumas superinteligentes, refinadas, elegantes, preparadas para fazer qualquer coisa, com qualquer um, em troca do pagamento. Então, eu não tinha muitas ilusões de que o senhor Smëisser levasse para a cama, na suíte do hotel onde a coisa rolava, a Flor — que não tinha nada a invejar das putas finíssimas que ficavam à espreita.
Estávamos conversando bem à vontade, os quatro, combinando um passeio à tarde, como o típico casal que supostamente éramos, quando apareceu entre nós o senhor Karl Smëisser, falando um castelhano mais do que aceitável. Flor fingiu indiferença, eu me limitei a responder com educação aos seus comentários elegantes, enquanto Leo e o Baixinho se esforçavam para causar boa impressão no alemão, que sorria e, mal disfarçando, olhava para Flor como… confessando suas intençõesnão santasO cara não tinha chegado a esse ponto na sua vida empresarial por ser bobo, muito menos por deixar passar as pouquíssimas oportunidades que a vida pudesse oferecer no seu caminho para o sucesso. O alemão parou a mirada por alguns segundos em Flor enquanto fingia interesse nas bobagens que os homens diziam devotamente. Foi em uma dessas olhadas que Flor me pegou pelo braço, apertou seu corpo contra o meu e sorriu, aproximando sua bochecha da minha; naquele momento, nós três fechamos o acordo mais secreto.
Ganhar a batalha de uma puta é a maior glória de toda mulher, competir com modelos de alto nível e vencer é uma satisfação que foge a qualquer tipo de descrição. Mas era assim que tinha sido, e não porque o laboratório medicinal quisesse economizar alguns milhares de euros em um de seus executivos que produzia milhões deles por ano ao redor do mundo inteiro. O senhor Karl continuou se misturando entre a gente; me aproximei de Flor e, sem dizer nada, comemorei a nova e iminente aventura sexual que eu ia embarcar. Depois das sobremesas, antes do coffee break e durante os discursos, Leo e o Baixinho receberam um convite inesperado: a cúpula nacional ia se reunir com os altos executivos vindos da Alemanha, alguns de seus acionistas e os corretores responsáveis por suas contas no mundo. O Baixinho se sentia o King Kong, e Leo estava em outro mundo. Vimos os dois indo atrás de uma secretária atenta que lhes indicava o caminho. Vi Flor deixar sua mesa, sorrindo para quem a compartilhava, e ir em direção ao lobby. Com muita discrição, nos olhamos, e logo deixei minha cadeira para alcançá-la, mas seguindo outro caminho.
"Te falei, te falei", me dizia uma Flor exultante enquanto se acomodava na poltrona macia. Sentei-me ao lado dela, olhando para todos os lados. O alemão se aproximou da recepção, pediu suas chaves e foi em direção ao elevador. Nós nos aproximamos como se nada fosse. O cara nos sorriu, e quando a porta se abriu, ele fez o gesto... Cortez nos deixou passar primeiro, depois entrou. Num canto do elevador vi a câmera de vídeo mal escondida, o senhor Karl, que não era nenhum bobo, manteve sua posição enquanto perguntava nossas opiniões sobre tão importante evento; deixei que Flor cuidasse disso e, sem muita enrolação, ela fez o pedido para o marido dela, depois foi minha vez, claro, embora eu não tivesse a menor ideia do que pudesse fazer bem ao pobre Leo, recentemente separado.
No 23º andar descemos, encaramos o corredor procurando o luxuoso quarto que ficava no fundo, Karl tirou as chaves do bolso do paletó, abriu a porta e com um gesto amplo nos convidou a entrar; ficava claro que não havia mais volta. Para minha surpresa, Flor pediu para usar o banheiro, o alemão indicou com elegância o local enquanto tirava o paletó e se preparava para fazer o mesmo com a gravata. O banheiro era mais uma sala do hotel, até mesmo um freegobar completo havia num canto, cujo espaço era dominado por uma gigantesca banheira de hidromassagem que encarava um espelho, plantas de interior bem cuidadas e, num cômodo menor, podia-se ver os sanitários e um chuveiro menor; não deixei que a vulgaridade daquele luxo me fizesse esquecer minhas origens de menina de bairro da zona sul na segunda cidade mais importante do meu país.
Flor se aproximou da enorme bancada, deixou a bolsa em cima e começou a revirá-la; alguns segundos depois, segurava entre os dedos um pequeno recipiente de plástico, obviamente da marca do laboratório alemão. Vi ela levantar o vestido o mais solto possível até a cintura, de tão justo ele não desceu nem um centímetro a mais, puxou a calcinha para baixo, uma thong branca mínima, pequena demais para tanto sexo que estava depilado por completo, untou o dedo de uma das mãos e, sem mais delongas, enfiou na bunda, não sem antes fazer uma careta de evidente dor; repetiu a ação várias vezes até ficar satisfeita. Quis saber o que ela estava fazendo, sem me contar muito, ela... recomendou que eu fizesse o mesmo enquanto voltava a subir sua calcinha e baixava o vestido para se dar o visto bom, se olhando no espelho girando para um lado primeiro e depois para o outro. O recipiente continha um gel anestésico de uso odontológico que adormece as gengivas antes de injetar a anestesia necessária. Adivinhando meus pensamentos, Flor disse que se eu gostava tanto da minha própria bunda, mesmo que já estivesse bem arrombada, que não hesitasse na hora de me untar bem, até nas profundezas do meu reto, com aquela creme.
Já haviam me enfiado uma mão inteira antes, então não achava que houvesse nada que pudesse me abrir em dois como naquela vez, mas como não sou de desdenhar conselhos, baixei minha calça junto com a calcinha e, sem dar muita volta, enfiei meus dedos no cu exatamente como Flor tinha feito. Ela guardou o potinho novamente na bolsa assim que eu estava vestida e arrumada de novo. Flor me olhou com atenção, uma de suas mãos acariciou minhas nádegas enquanto me dava um beijinho nos lábios. Quando saímos do banheiro, Karl nos esperava vestido apenas com um roupão de seda, descalço, e uma taça de champanhe bem gelado para cada uma.
Nós três nos deitamos na cama enorme, bebemos e nos beijamos. Karl quis que Flor e eu lhe déssemos um espetáculo lésbico, e assim fizemos. Sem parar de nos beijar, fomos nos despindo até ficar só de calcinha sob o olhar atento do alemão. Enquanto Flor lambia meu clitóris, Karl se posicionou atrás dela, que estava de quatro, só que com a bunda mais levantada, e sem hesitar arrancou sua calcinha de uma vez só para enterrar seu pau até o fundo sem piedade. O grito de horror, a expressão de dor de Flor me deixou entrever que a creminha ainda não tinha feito efeito totalmente.
Enquanto ela era sodomizada, eu chupava seu clitóris. Ela era muito fogosa para ser uma puta, gozava como louca e seus orgasmos se sucediam com uma continuidade surpreendente. Ainda o alemão se... Eu curtia no bumbum da minha nova amiga, até que me posicionei na frente dele para que lambesse minha buceta com a língua. Tive que flexionar um pouco minhas pernas para fora, abrir meus lábios vaginais com os dedos, mas ele não demorou muito para encontrar meu clitóris, que prendeu com os lábios e começou a chupar até eu sentir um arrepio mortal percorrer minha coluna enquanto agonizava de prazer em um orgasmo. Experiente, Karl não gozou, apesar de tudo. Ele fez Flor sair e me indicou para substituí-la, sentando em seu pau. Minha vagina se abriu com atitude prazerosa para engolir aquela ereção duríssima, enquanto Flor chupava meus peitos e me masturbava com as pontas dos dedos.
Karl gozou pela primeira vez na minha bunda. Minhas pernas estavam sobre seus ombros enormes, enquanto Flor estava sentada na minha cara para que eu chupasse seu clitóris. Era um prazer ouvi-la gemendo de prazer enquanto eu fazia isso. Flor se inclinou um pouco para frente, beijou Karl, mas depois fez ele chupar seus peitos. Foi quando ele me inundou com jatos de esperma. Eu tive mais sorte: a creminha quase fez efeito em mim... quase, digo quase, não cheguei a sentir.
Assim que Karl saiu, ele fez Flor se agachar atrás de mim. Enquanto suas mãos separavam minhas nádegas, ele indicou que ela limpasse sua porra da minha bunda. Enquanto isso, eu fazia malabarismos para fazer o mesmo com minha boca em seu pau ainda pingando.
Para recuperar as forças, nós três deitamos na cama enorme, olhando para o teto. Karl abriu outra garrafa de Dom Perignon, bem gelada, como eu gosto. Brindamos e bebemos uma rodada, enchemos os copos de novo. Foi quando ele derramou um jato de sua taça na buceta de Flor, tomou um gole da dele e, sem mais delongas, mergulhou entre suas pernas, enquanto minha amiga acariciava suas costas e eu chupava o buraco de sua bunda depois de molhá-lo com algumas gotas do meu champanhe.
A foda que o alemão estava me dando eu nunca vou esquecer enquanto viver. Ele me tinha deitada de costas, se movia entre minhas pernas, que eu mantinha abraçadas nele para evitar que escapasse. Cada vez que ele... Eu estava quase gozando quando ele tirou para depois mover um pouco o quadril para baixo e assim enfiá-la na minha bunda e, enquanto me sodomizava sem piedade, usava um dos polegares para fazer pequenos círculos no meu clitóris; cada vez que eu me aproximava do ápice de um orgasmo, ele tirava para enfiá-la de novo na minha **buceta**, assim alternando entre um buraco e outro do meu corpo. Lembro de ter implorado, à beira das lágrimas, para que ele não tirasse, mas o cara sabia o que fazia, se movia dentro de mim como se fosse movido a molas, entrava e saía de mim com uma velocidade surpreendente, enquanto isso Flor chupava meus peitos, beijava ele, tudo isso sem parar de se masturbar. Então me veio a ideia da mão, mas quando ia fazer meu reto foi invadido de novo e o polegar começou com seu diabólico joguinho até que meu orgasmo pôs em perigo minha coluna, de tantos espasmos e pulos que eu dava; Karla tirou, pegou Flor pelos cabelos e enfiou na boca dela, onde soltou um pouco da sua porra, ainda não tinha terminado de gozar e já começou a espalhar os últimos jatos no rosto da minha amiga, nas maçãs do rosto, nas bochechas, no nariz; com desespero, me joguei com a língua pronta para limpar todo aquele resto de leite alemão.
Precisávamos descansar, e enquanto fazíamos isso nos dedicamos a nos beijar, para os que afirmam que os nórdicos são sujeitos frios e insensíveis, duvido em dar-lhes razão, porque assim como ele nos comia e fodia com vontade, nos beijava com a ternura própria de um adolescente que teme te machucar, até dizia coisas que toda mulher gosta de ouvir quando vêm da boca de um homem tão masculino e viril como aquele. Para relaxarmos melhor, fomos para o jacuzzi, o movimento da água morna relaxou meus músculos, era evidente que eu estava exausta. Flor mergulhava por completo e voltava a emergir, a água escorrendo pelo rosto a deixava mais sedutora, Karl trouxe a garrafa de champanhe, mas sem as taças; bebemos do pico. Deixei-me levar pelo torpor, apoiei minha nuca na borda, jogando a cabeça para trás, e sem perceber adormeci.
Acordei com as palmadas que estavam dando na Flor enquanto ela era, mais uma vez, sodomizada. Ela estava com a cintura dobrada na borda do jacuzzi, o torso colado no chão e as pernas dentro d'água, enquanto o Karl dava-lhe embestidas terríveis e, de vez em quando, palmadas duríssimas enquanto a comia; os cabelos molhados sacudiam enquanto ela se queixava, evitando gritar, a cada golpe. Não sei se a dor era tão grande quanto as marcas vermelhas nas nádegas que ela suportava sem resistir, só se ouvia ela dizer "assim", "mais" e "sim" em diferentes ordens; os dois me olharam sem parar o que estavam fazendo, aproximei-me deles, peguei um recipiente cheio de óleo corporal, despejei um bom jato em minhas mãos, esfreguei-as uma na outra, passei pelo meu pulso. O alemão sorriu para mim, saiu e afastou-se, eu disse para ele segurá-la com firmeza, a Flor quis saber o que eu ia fazer com ela, quando contei ela quis fugir, mas o Karl não permitiu. Primeiro enfiei um dedo, depois dois, depois três e, sem mais delongas, comecei a enfiar a mão inteira; os olhos do alemão pareciam que iam saltar das órbitas enquanto minha amiga não fazia outra coisa senão xingar e insultar, implorando que eu a soltasse, mas aquele cu havia sido submetido de tal maneira que toda resistência acabou em minutos, tanto que a Flor relaxou o suficiente para engolir a ereção dura do Karl, que soltou sua última porra na boca dela.
Enquanto nos vestíamos novamente, o Karl atendeu ao pedido da Flor em benefício do marido dela; o alemão anotava enquanto ela falava. Quando chegou minha vez, pensei no Leo, seu passado recente cheio de dor, seu futuro promissor em minhas palavras. Surpreendeu-me o grau de previsão da minha amiga: de um dos bolsos da bolsa, ela tirou uma calcinha que vestiu quando já tinha o vestido posto e nem se deu ao trabalho de buscar a que haviam arrancado dela.
As duas seguimos em direção ao elevador quase sem trocar palavras, eu sentia uma dor terrível na minha bunda e uma ardência incômoda na minha buceta, sem falar no meu clitóris; o estado da Flor era pior, ela havia perdido aquele ar radiante do começo, mal conseguia disfarçar o cansaço e a dor no corpo, mas mesmo assim nenhuma de nós dava sinais de arrependimento. Voltamos às nossas mesas, meu "marido" de mentira ainda não tinha aparecido.
Flor e eu criamos uma boa amizade naqueles dias, que mantemos até hoje. O alemão cumpriu o prometido, afinal, nós tínhamos feito tudo que era preciso para deixá-lo feliz e satisfeito. O Petiso conseguiu uma promoção na carreira, sem contar que foi eleito vendedor do ano mesmo sem estar nominado, o que o convenceu de que o mundo estava pronto para suas mandíbulas, sem imaginar que a realidade em que vivia era construída pela sua mulher com um hedonismo desenfreado. O Leo, como prêmio de consolação, recebeu um cargo de gerência no sul do país, onde começou uma nova vida e um novo amor com uma indígena nativa também do sul, mas de um país vizinho, uma professora rural que hoje faz as delícias da vida dele.
Eu voltei para casa e, por uma semana ou mais, não quis saber de sexo com meu marido. Mas sempre que me dá vontade de reviver aquela tarde na suíte daquele hotel, me ponho em cima dele e, enquanto cavalgo, vou alternando entre a buceta e o cu até chegar ao meu orgasmo, buscando ficar exausta ou morrer na tentativa.
Meu marido e o Leo eram daqueles primos inseparáveis, na alegria e, principalmente, na tristeza. Então, diante da necessidade urgente e do compromisso inevitável, meu marido nem pestanejou em garantir que não tinha problema nenhum da parte dele. Aí os dois me olharam ao mesmo tempo. Eu encolhi os ombros, pensando que ia curtir pra valer o glamour, as galas e o momento de sucesso do Leo, e aceitei. Por sorte, os eventos iam rolar durante a semana, então eu só ia ficar fora de casa pro almoço de sábado, que a gente ia dividir com os indicados e os executivos importantes, até alguns vindos da matriz na Alemanha, e a janta de encerramento no domingo. O lugar escolhido era um daqueles hotéis cinco estrelas novíssimos que construíram na maldita primavera dos anos 90, perto do rio, atrás de umas favelas que os arquitetos tiveram a pouca louvável ideia de esconder a pobreza com vidros grossos e opacos, impossíveis de enxergar através.
O que a gente não tava esperando era que as mulheres tinham que participar de uma série de atividades que visavam fortalecer as interações sociais entre os "colaboradores", como chamam os funcionários das empresas que alcançam o cobiçado ISO9002. Então não se tratava apenas de participar de almoços, mas também de eventos onde era preciso sorrir e se fazer de simpática com outras mulheres que estavam lá para dar suporte aos seus maridos. Diante da iminência de tais eventos, comecei a me preparar, enquanto Leo passava mais tempo conosco, finalizando detalhes para me fornecer as informações necessárias que toda boa esposa deve ter sobre o trabalho do marido. Meu esposo parecia curtir a situação, mas se colocava à altura das circunstâncias quando Leo era tomado pela melancolia diante da dor de sua recente separação. Chegou aquele dia, o do almoço, e como eu disse, veio gente de todos os lados. Foi assim que conheci Flor, a esposa de um vendedor do centro do país, plena zona mediterrânea, com seus bem vividos quarenta anos, suas roupas justas, seu andar felino, suas mãos enfeitadas com joias finas e gestos delicados, um sorriso cativante, um ar desinibido típico de uma mulher de mundo acostumada a esse tipo de evento; bastou trocarmos alguns olhares para saber que nos unia uma secreta irmandade. Como era de se esperar, a comida estava à altura de uma multinacional bilionária. Flor e eu coincidimos no banheiro, diante do mesmo espelho. Eu estava vestida com um terno de casaco e calça cinza e sapatos de salto médio; ela, um vestido justo, um lenço de seda indiano cobrindo seus ombros nus e sandálias de salto agulha. Enquanto retocávamos a maquiagem, fizemos alguns comentários, como sondando o terreno em que cada uma pisava, sobre a comida e alguma bobagem ou outra, quando as duas demos evidência de que pisávamos em chão firme. Foi Flor quem me pediu a opinião sobre o senhor Karl Smëisser, um típico alemão que, se quisesse bancar o ariano, ninguém jamais poderia contestar, com uma aparência incomparável, uma pose masculina única, de singular elegância, de gestos viris que ele matizava com um sorriso que destacava ainda mais o olhar de seus olhos cinzas e, sobretudo, número dois no Diretório da empresa com seus impecáveis cinquenta anos muito bem vividos. Flor sorriu com um toque de ironia ao mesmo tempo que me perguntava se eu poderia transar com um cara daquele tipo, sem hesitar nem um segundo eu disse que sim, foi então que ela colocou a mão no meu antebraço para me dizer que também estava disposta a fazer isso e que se estava naquele lugar era para isso, não só para tirar uma boa fatia que beneficiasse seu marido, mas por pura...puta -come-hombresque era. Antes de sair do banheiro, ela quis saber se eu era capaz de fazer o mesmo. Não respondi, mas ela já sabia a resposta. Bem solta, disse que na primeira oportunidade que aparecesse diante do senhor Smëisser, proporia um ménage como nunca tinha vivido na vida, que eu ficasse atenta — terminou dizendo antes de sair e fechar a porta. Me olhei no espelho de novo. Eu não estava ali para ajudar na carreira empresarial do primo do meu marido, mas bem que podia me divertir e curtir bastante.
Quando voltei à sala, Leo estava conversando com gente pra lá e pra cá, então me agarrei no braço dele e começamos a socializar. Foi assim que conheci formalmente a Flor e seu marido, um baixinho careca convencido de que comia o mundo em pedaços sem mastigar, ciente de ter uma mulher fatalmente atraente, em quem olhares masculinos e femininos não paravam de pousar, sem nenhum disfarce. E a vadia sabia muito bem — por isso preparava as unhas para caçar seu ratinho alemão.
Como todo mundo sabe, quem organiza esse tipo de evento se preocupa em contratar serviços de acompanhantes que cobram em euros por uma noite, em cifras de quatro dígitos. São mulheres esculturais, lindíssimas, algumas superinteligentes, refinadas, elegantes, preparadas para fazer qualquer coisa, com qualquer um, em troca do pagamento. Então, eu não tinha muitas ilusões de que o senhor Smëisser levasse para a cama, na suíte do hotel onde a coisa rolava, a Flor — que não tinha nada a invejar das putas finíssimas que ficavam à espreita.
Estávamos conversando bem à vontade, os quatro, combinando um passeio à tarde, como o típico casal que supostamente éramos, quando apareceu entre nós o senhor Karl Smëisser, falando um castelhano mais do que aceitável. Flor fingiu indiferença, eu me limitei a responder com educação aos seus comentários elegantes, enquanto Leo e o Baixinho se esforçavam para causar boa impressão no alemão, que sorria e, mal disfarçando, olhava para Flor como… confessando suas intençõesnão santasO cara não tinha chegado a esse ponto na sua vida empresarial por ser bobo, muito menos por deixar passar as pouquíssimas oportunidades que a vida pudesse oferecer no seu caminho para o sucesso. O alemão parou a mirada por alguns segundos em Flor enquanto fingia interesse nas bobagens que os homens diziam devotamente. Foi em uma dessas olhadas que Flor me pegou pelo braço, apertou seu corpo contra o meu e sorriu, aproximando sua bochecha da minha; naquele momento, nós três fechamos o acordo mais secreto.
Ganhar a batalha de uma puta é a maior glória de toda mulher, competir com modelos de alto nível e vencer é uma satisfação que foge a qualquer tipo de descrição. Mas era assim que tinha sido, e não porque o laboratório medicinal quisesse economizar alguns milhares de euros em um de seus executivos que produzia milhões deles por ano ao redor do mundo inteiro. O senhor Karl continuou se misturando entre a gente; me aproximei de Flor e, sem dizer nada, comemorei a nova e iminente aventura sexual que eu ia embarcar. Depois das sobremesas, antes do coffee break e durante os discursos, Leo e o Baixinho receberam um convite inesperado: a cúpula nacional ia se reunir com os altos executivos vindos da Alemanha, alguns de seus acionistas e os corretores responsáveis por suas contas no mundo. O Baixinho se sentia o King Kong, e Leo estava em outro mundo. Vimos os dois indo atrás de uma secretária atenta que lhes indicava o caminho. Vi Flor deixar sua mesa, sorrindo para quem a compartilhava, e ir em direção ao lobby. Com muita discrição, nos olhamos, e logo deixei minha cadeira para alcançá-la, mas seguindo outro caminho.
"Te falei, te falei", me dizia uma Flor exultante enquanto se acomodava na poltrona macia. Sentei-me ao lado dela, olhando para todos os lados. O alemão se aproximou da recepção, pediu suas chaves e foi em direção ao elevador. Nós nos aproximamos como se nada fosse. O cara nos sorriu, e quando a porta se abriu, ele fez o gesto... Cortez nos deixou passar primeiro, depois entrou. Num canto do elevador vi a câmera de vídeo mal escondida, o senhor Karl, que não era nenhum bobo, manteve sua posição enquanto perguntava nossas opiniões sobre tão importante evento; deixei que Flor cuidasse disso e, sem muita enrolação, ela fez o pedido para o marido dela, depois foi minha vez, claro, embora eu não tivesse a menor ideia do que pudesse fazer bem ao pobre Leo, recentemente separado.
No 23º andar descemos, encaramos o corredor procurando o luxuoso quarto que ficava no fundo, Karl tirou as chaves do bolso do paletó, abriu a porta e com um gesto amplo nos convidou a entrar; ficava claro que não havia mais volta. Para minha surpresa, Flor pediu para usar o banheiro, o alemão indicou com elegância o local enquanto tirava o paletó e se preparava para fazer o mesmo com a gravata. O banheiro era mais uma sala do hotel, até mesmo um freegobar completo havia num canto, cujo espaço era dominado por uma gigantesca banheira de hidromassagem que encarava um espelho, plantas de interior bem cuidadas e, num cômodo menor, podia-se ver os sanitários e um chuveiro menor; não deixei que a vulgaridade daquele luxo me fizesse esquecer minhas origens de menina de bairro da zona sul na segunda cidade mais importante do meu país.
Flor se aproximou da enorme bancada, deixou a bolsa em cima e começou a revirá-la; alguns segundos depois, segurava entre os dedos um pequeno recipiente de plástico, obviamente da marca do laboratório alemão. Vi ela levantar o vestido o mais solto possível até a cintura, de tão justo ele não desceu nem um centímetro a mais, puxou a calcinha para baixo, uma thong branca mínima, pequena demais para tanto sexo que estava depilado por completo, untou o dedo de uma das mãos e, sem mais delongas, enfiou na bunda, não sem antes fazer uma careta de evidente dor; repetiu a ação várias vezes até ficar satisfeita. Quis saber o que ela estava fazendo, sem me contar muito, ela... recomendou que eu fizesse o mesmo enquanto voltava a subir sua calcinha e baixava o vestido para se dar o visto bom, se olhando no espelho girando para um lado primeiro e depois para o outro. O recipiente continha um gel anestésico de uso odontológico que adormece as gengivas antes de injetar a anestesia necessária. Adivinhando meus pensamentos, Flor disse que se eu gostava tanto da minha própria bunda, mesmo que já estivesse bem arrombada, que não hesitasse na hora de me untar bem, até nas profundezas do meu reto, com aquela creme.
Já haviam me enfiado uma mão inteira antes, então não achava que houvesse nada que pudesse me abrir em dois como naquela vez, mas como não sou de desdenhar conselhos, baixei minha calça junto com a calcinha e, sem dar muita volta, enfiei meus dedos no cu exatamente como Flor tinha feito. Ela guardou o potinho novamente na bolsa assim que eu estava vestida e arrumada de novo. Flor me olhou com atenção, uma de suas mãos acariciou minhas nádegas enquanto me dava um beijinho nos lábios. Quando saímos do banheiro, Karl nos esperava vestido apenas com um roupão de seda, descalço, e uma taça de champanhe bem gelado para cada uma.
Nós três nos deitamos na cama enorme, bebemos e nos beijamos. Karl quis que Flor e eu lhe déssemos um espetáculo lésbico, e assim fizemos. Sem parar de nos beijar, fomos nos despindo até ficar só de calcinha sob o olhar atento do alemão. Enquanto Flor lambia meu clitóris, Karl se posicionou atrás dela, que estava de quatro, só que com a bunda mais levantada, e sem hesitar arrancou sua calcinha de uma vez só para enterrar seu pau até o fundo sem piedade. O grito de horror, a expressão de dor de Flor me deixou entrever que a creminha ainda não tinha feito efeito totalmente.
Enquanto ela era sodomizada, eu chupava seu clitóris. Ela era muito fogosa para ser uma puta, gozava como louca e seus orgasmos se sucediam com uma continuidade surpreendente. Ainda o alemão se... Eu curtia no bumbum da minha nova amiga, até que me posicionei na frente dele para que lambesse minha buceta com a língua. Tive que flexionar um pouco minhas pernas para fora, abrir meus lábios vaginais com os dedos, mas ele não demorou muito para encontrar meu clitóris, que prendeu com os lábios e começou a chupar até eu sentir um arrepio mortal percorrer minha coluna enquanto agonizava de prazer em um orgasmo. Experiente, Karl não gozou, apesar de tudo. Ele fez Flor sair e me indicou para substituí-la, sentando em seu pau. Minha vagina se abriu com atitude prazerosa para engolir aquela ereção duríssima, enquanto Flor chupava meus peitos e me masturbava com as pontas dos dedos.
Karl gozou pela primeira vez na minha bunda. Minhas pernas estavam sobre seus ombros enormes, enquanto Flor estava sentada na minha cara para que eu chupasse seu clitóris. Era um prazer ouvi-la gemendo de prazer enquanto eu fazia isso. Flor se inclinou um pouco para frente, beijou Karl, mas depois fez ele chupar seus peitos. Foi quando ele me inundou com jatos de esperma. Eu tive mais sorte: a creminha quase fez efeito em mim... quase, digo quase, não cheguei a sentir.
Assim que Karl saiu, ele fez Flor se agachar atrás de mim. Enquanto suas mãos separavam minhas nádegas, ele indicou que ela limpasse sua porra da minha bunda. Enquanto isso, eu fazia malabarismos para fazer o mesmo com minha boca em seu pau ainda pingando.
Para recuperar as forças, nós três deitamos na cama enorme, olhando para o teto. Karl abriu outra garrafa de Dom Perignon, bem gelada, como eu gosto. Brindamos e bebemos uma rodada, enchemos os copos de novo. Foi quando ele derramou um jato de sua taça na buceta de Flor, tomou um gole da dele e, sem mais delongas, mergulhou entre suas pernas, enquanto minha amiga acariciava suas costas e eu chupava o buraco de sua bunda depois de molhá-lo com algumas gotas do meu champanhe.
A foda que o alemão estava me dando eu nunca vou esquecer enquanto viver. Ele me tinha deitada de costas, se movia entre minhas pernas, que eu mantinha abraçadas nele para evitar que escapasse. Cada vez que ele... Eu estava quase gozando quando ele tirou para depois mover um pouco o quadril para baixo e assim enfiá-la na minha bunda e, enquanto me sodomizava sem piedade, usava um dos polegares para fazer pequenos círculos no meu clitóris; cada vez que eu me aproximava do ápice de um orgasmo, ele tirava para enfiá-la de novo na minha **buceta**, assim alternando entre um buraco e outro do meu corpo. Lembro de ter implorado, à beira das lágrimas, para que ele não tirasse, mas o cara sabia o que fazia, se movia dentro de mim como se fosse movido a molas, entrava e saía de mim com uma velocidade surpreendente, enquanto isso Flor chupava meus peitos, beijava ele, tudo isso sem parar de se masturbar. Então me veio a ideia da mão, mas quando ia fazer meu reto foi invadido de novo e o polegar começou com seu diabólico joguinho até que meu orgasmo pôs em perigo minha coluna, de tantos espasmos e pulos que eu dava; Karla tirou, pegou Flor pelos cabelos e enfiou na boca dela, onde soltou um pouco da sua porra, ainda não tinha terminado de gozar e já começou a espalhar os últimos jatos no rosto da minha amiga, nas maçãs do rosto, nas bochechas, no nariz; com desespero, me joguei com a língua pronta para limpar todo aquele resto de leite alemão.
Precisávamos descansar, e enquanto fazíamos isso nos dedicamos a nos beijar, para os que afirmam que os nórdicos são sujeitos frios e insensíveis, duvido em dar-lhes razão, porque assim como ele nos comia e fodia com vontade, nos beijava com a ternura própria de um adolescente que teme te machucar, até dizia coisas que toda mulher gosta de ouvir quando vêm da boca de um homem tão masculino e viril como aquele. Para relaxarmos melhor, fomos para o jacuzzi, o movimento da água morna relaxou meus músculos, era evidente que eu estava exausta. Flor mergulhava por completo e voltava a emergir, a água escorrendo pelo rosto a deixava mais sedutora, Karl trouxe a garrafa de champanhe, mas sem as taças; bebemos do pico. Deixei-me levar pelo torpor, apoiei minha nuca na borda, jogando a cabeça para trás, e sem perceber adormeci.
Acordei com as palmadas que estavam dando na Flor enquanto ela era, mais uma vez, sodomizada. Ela estava com a cintura dobrada na borda do jacuzzi, o torso colado no chão e as pernas dentro d'água, enquanto o Karl dava-lhe embestidas terríveis e, de vez em quando, palmadas duríssimas enquanto a comia; os cabelos molhados sacudiam enquanto ela se queixava, evitando gritar, a cada golpe. Não sei se a dor era tão grande quanto as marcas vermelhas nas nádegas que ela suportava sem resistir, só se ouvia ela dizer "assim", "mais" e "sim" em diferentes ordens; os dois me olharam sem parar o que estavam fazendo, aproximei-me deles, peguei um recipiente cheio de óleo corporal, despejei um bom jato em minhas mãos, esfreguei-as uma na outra, passei pelo meu pulso. O alemão sorriu para mim, saiu e afastou-se, eu disse para ele segurá-la com firmeza, a Flor quis saber o que eu ia fazer com ela, quando contei ela quis fugir, mas o Karl não permitiu. Primeiro enfiei um dedo, depois dois, depois três e, sem mais delongas, comecei a enfiar a mão inteira; os olhos do alemão pareciam que iam saltar das órbitas enquanto minha amiga não fazia outra coisa senão xingar e insultar, implorando que eu a soltasse, mas aquele cu havia sido submetido de tal maneira que toda resistência acabou em minutos, tanto que a Flor relaxou o suficiente para engolir a ereção dura do Karl, que soltou sua última porra na boca dela.
Enquanto nos vestíamos novamente, o Karl atendeu ao pedido da Flor em benefício do marido dela; o alemão anotava enquanto ela falava. Quando chegou minha vez, pensei no Leo, seu passado recente cheio de dor, seu futuro promissor em minhas palavras. Surpreendeu-me o grau de previsão da minha amiga: de um dos bolsos da bolsa, ela tirou uma calcinha que vestiu quando já tinha o vestido posto e nem se deu ao trabalho de buscar a que haviam arrancado dela.
As duas seguimos em direção ao elevador quase sem trocar palavras, eu sentia uma dor terrível na minha bunda e uma ardência incômoda na minha buceta, sem falar no meu clitóris; o estado da Flor era pior, ela havia perdido aquele ar radiante do começo, mal conseguia disfarçar o cansaço e a dor no corpo, mas mesmo assim nenhuma de nós dava sinais de arrependimento. Voltamos às nossas mesas, meu "marido" de mentira ainda não tinha aparecido.
Flor e eu criamos uma boa amizade naqueles dias, que mantemos até hoje. O alemão cumpriu o prometido, afinal, nós tínhamos feito tudo que era preciso para deixá-lo feliz e satisfeito. O Petiso conseguiu uma promoção na carreira, sem contar que foi eleito vendedor do ano mesmo sem estar nominado, o que o convenceu de que o mundo estava pronto para suas mandíbulas, sem imaginar que a realidade em que vivia era construída pela sua mulher com um hedonismo desenfreado. O Leo, como prêmio de consolação, recebeu um cargo de gerência no sul do país, onde começou uma nova vida e um novo amor com uma indígena nativa também do sul, mas de um país vizinho, uma professora rural que hoje faz as delícias da vida dele.
Eu voltei para casa e, por uma semana ou mais, não quis saber de sexo com meu marido. Mas sempre que me dá vontade de reviver aquela tarde na suíte daquele hotel, me ponho em cima dele e, enquanto cavalgo, vou alternando entre a buceta e o cu até chegar ao meu orgasmo, buscando ficar exausta ou morrer na tentativa.
3 comentários - isso acontece com muitas