Minha cunhada Nahiara me come na escola dela (cap 42)

Naquela época, eu não tava nem aí por basicamente ter duas minas na minha vida. Como já falei em outros capítulos, tanto tempo no mundo turro e você vira mais um turró, não liga pra porra nenhuma. Nem pensa, só curte a situação toda. Além disso, a carinha de menina da Nahiara me enlouquecia. Tinha algo especial naquela mina que me esquentava num nível diferente. Fisicamente, claro, a bundinha dela, bem empinada, redondinha, sem nenhuma imperfeição, própria da idade nova, era um golaço de meio de campo, mas, além dos peitinhos pequenos que dava pra ver que ela tava sem sutiã, o que mais me pegava era que ela levava o jeito vilêro, o estilo mina, ao extremo. Passava o dia todo ouvindo cumbia bonner, cagava pros vizinhos e pras reclamações deles, era bagunceira pra caralho, tudo era um caos e, acima de tudo, muito suja. Meu deus, como me esquentava ela ser assim. Uma tarde, por exemplo, minha sogra demorou demais no banheiro e a Nahiara, sem nenhuma vergonha ou frescura, começou a mijar na minha frente no quintal. Fez um poção na terra e tava morrendo de rir. Brigona como só ela, tinha um ódio gigante da polícia, da "yuta slut" segundo ela, e dos playboys. Até aquele momento, eu não sabia se minha vilêra cunhada desconhecia meu passado playboy, se me queria por ter largado o mundo playboy e virado turró, ou se simplesmente gostava do meu pau. Seja qual fosse o motivo, eu pensava em arrebentar a buceta dela uma vez e outra até onde desse. Esse capítulo vai dar polêmica, mas sinceramente, tô nem aí, aqui a gente conta as coisas como aconteceram, então que saia como sair. A parada era mais ou menos assim: se a família da minha mina era disfuncional e complicada, a vida da minha linda cunhada tinha sido ainda pior, e a atitude tão brigona dela fez com que na escola ela ficasse com umas doze matérias pra dezembro. Dessas, com sorte, passou umas três, na maioria nem foi, algumas até por ter dormido. Em fevereiro, eu tinha que prestar um monte de matérias, tipo umas nove. Minha sogra enchia o saco dela pra ir e prestar pra não repetir (de novo). Claro que a mina da Nahiara tava nem aí e continuava na dela. Pra piorar, foi nessa época que a gente começou a namorar e foder escondido. Tudo isso sem contar que minha mina Jésica era igual à Nahiara, só que mais velha, então digamos que não tinha muita chance da sweet girl passar de ano. Numa manhã, enquanto minha mina dormia tranquilamente pelada na cama, a Nahiara se trocava pra ir prestar a segunda das nove matérias. A primeira ela esqueceu, não foi e já tinham reprovado ela. Minha sogra tinha ido encher o saco, então acho que pra não aguentar ela, começou a se trocar. Eu tava na cama ainda pelado e sentia meu pau endurecendo e ficando duro vendo ela se trocar. Primeiro, ela tava toda peladinha na minha frente, aqueles peitos bem pequenos, redondinhos, empinados, mas pequenos e lindos, e aquela buceta ainda apertada e um pouco peludinha me deixava louco. Em seguida, ela se deu o tempo de escolher a calcinha entre as tangas e escolheu uma fio dental com triângulo atrás, branca, bem pequena, minúscula. Uma calça cinza que marcava completamente o triângulo da tanga e uma camiseta do clube Laferrere. Assim, sem sutiã. O cabelo solto e um tênis bem chamativo. Eu tava com o pau bem duro vendo ela e saiu de dentro de mim um: "quer que eu te leve?". A Nahiara, satisfeita com minha oferta, sorriu pra mim e disse: "bora, vamo ouvir uns sons da hora". Eu vesti um moletom, obviamente sem cueca, e uma camiseta. Lembro bem que assim que subimos no Fiat 147, a sweet girl colocou uns sons do Chapa C e Nene Malo que tavam na moda na época. Ela cantava alto e fazia a rua inteira ouvir. Umas doze quadras depois, chegamos na porta da escola. Parei o carro um pouquinho mais adiante e começamos a nos beijar gostoso. Eram aqueles beijos bem passionais, língua com língua. Língua bem quente. A Nahiara subiu no meu colo no banco do motorista e cruzou os braços atrás do meu pescoço. Começou a me beijar de um jeito muito especial. Muito fogo, muita safadeza e com um pouco de carinho também. Feito uma menina apaixonada. Eu sentia todo o calor e como meu pau ficava duríssimo, cabeçudo, batendo na bunda dela, que tava de calça jeans. Enfiei a mão por baixo da camiseta do Laferrere e comecei a acariciar de leve os peitinhos dela. Ela tava com os olhinhos virados, muito tesuda, e sem muitas palavras me disse: "quero que você me coma na escola". Palavras suficientes pra safadeza não deixar nem pensar, então concordei com a cabeça e descemos do carro quentes, nos sentindo muito ousados. Esclarecimento óbvio: fevereiro de 2012, colégio secundário de La Matanza, não tinha uma câmera nem por engano, então atravessamos a entrada como se nada fosse. Depois de entrar, a sweet girl foi na direção dos banheiros. Os banheiros estavam caindo aos pedaços, literalmente. Olhamos de canto pra ver se não vinha ninguém, os corredores estavam tranquilos, então assim que vimos a oportunidade, entramos no banheiro feminino. Atravessamos a parte dos lavatórios, onde uma torneira perdia água constantemente e as outras duas estavam entupidas de papel, e vimos a fila de vasos sanitários com porta. As duas primeiras estavam quebradas pra caralho, então fomos na terceira. Entramos e fechamos a porta. Começamos a nos pegar com uma adrenalina que eu nunca tinha sentido na vida. A sweet girl me tinha completamente nas mãos. Me enlouquecia com aquela carinha de menina safada. Nos beijávamos sem pressa, mas com toda aquela adrenalina de estar se pegando no banheiro do colégio dela. Enquanto nos beijávamos, eu acariciava os peitos dela e ela enfiava a mão no meu volume bem duro. Com um movimento brusco, ela puxou meu moletom pra baixo e deixou meu pau duro e ereto na frente dela. Se abaixou e começou a chupar meu pau. Primeiro uns beijinhos suaves na cabeça, depois beijos mais apaixonados por todo o pau até que ela meteu ele na boca. Toda na boquinha dela. Ela engasgava com a cock e mal entrava, eu tava com ela bem inchada e dura, e ela não tinha uma boca tão grande, muito pelo contrário. Ela me babava toda, eu sentia um fogo percorrer absolutamente todo o meu corpo. Ela me sentou no vaso e abaixou a calça e a thong fio dental. Sentou em cima de mim e, com a pussy tão ensopada, minha cock deslizou rápido até enfiar tudo sem camisinha, pele com pele, dentro dela. Ela teve que segurar um grito pra ninguém nos ouvir. Aí começou a cavalgar em mim, eu sentia não só a pussy bem apertada dela recebendo minha cock inchada, mas toda a adrenalina da situação. Quanto mais ela pulava em cima de mim, mais eu gozava, sentia que a cock ia explodir a qualquer momento. Foi aí que senti que era um turrão de verdade, a cock tava quente e inchada, mas não sentia que ia gozar, uma conexão completa tomou meu corpo e quase como se aquele fuck no colégio da sweet girl fosse algo normal. Assim, segurei ela com as duas mãos na cinturinha e acompanhava os movimentos de sobe e desce enquanto a sweet girl dava pequenos gemidos de êxtase e prazer. Num momento, perdi completamente a noção de onde estávamos e do tempo, e só sentia aquela cavalgada com a pussy ensopada. A porta do banheiro toda rabiscada era o único fundo atrás da carinha de neném da minha sister-in-law. Ela gozou primeiro, explodiu em fluxo na minha cock. Aí sim deu um grito. Ficamos parados, imóveis por alguns segundos. Ou ninguém ouviu, ou acharam que eram uns caras zoando no pátio, porque ninguém veio no banheiro. Ela sorriu pra mim e deu uma risadinha: "Desculpa, meu love, sua cock me deixa louca". Com os braços cruzados atrás do meu pescoço, cravou aqueles olhos em mim e com uma voz de neném, de bebona, disse: "Me enche toda de cum, meu love, quero tudo, papi". Ela se aproximou e começou a me beijar de boca aberta, enquanto me beijava apaixonadamente, eu enchia a pussy dela de cum pra caralho. Uma cum linda que ela Ela gemia baixinho, recebendo tudo. Quando se levantou e um pouco da minha porra escorreu da buceta dela, a putinha passou a mão na buceta e depois na porta do banheiro, deixando um pouco da minha porra ali. Ela se agachou e, juro por Deus, começou a mijar no chão do banheiro. Eu olhava pra aquela buceta meio peludinha soltando o jato de mijo, e até respingou em mim. Ela ria, sem se importar com nada. Não só fez uma poça enorme no nosso chão, mas também no do lado. Ela subiu a fio dental e a legging, e abriu a porta do banheiro. Não tinha ninguém. Ela me fez sinal e saímos do banheiro rapidinho. Caminhando de volta pros salões, cruzamos com uma amiga dela.

Amiga: E aí, chick, que onda, cê chegou agora, haha.
Nahiara, rindo: Tava ocupada, putinha, tava numa boa.
Amiga: Que filha da puta que você é, vem de foda, certeza.
Nahiara: Óbvio, tô cheia de porra, que me importa essa escola de merda.
Amiga: Que mina que você é, apresenta pelo menos.
Eu fiquei em silêncio, mas curtindo a putaria e a safadeza dela.
Nahiara: É meu namorado, me deu uma foda do caralho, o safado.
Amiga: Day, sou de boa, vocês.
Eu: Joaquim (dei um beijo no rosto dela). Que que cês tão fazendo?
Amiga: Vamo pra praça, amiga, já foi.
Nahiara, olhando nos meus olhos: Vamo, meu amor.
E saímos os três andando pra praça como se nada tivesse acontecido.Minha cunhada Nahiara me come na escola dela (cap 42)
amadora
garota
escola

13 comentários - Minha cunhada Nahiara me come na escola dela (cap 42)

que lindas tangas para pajearse sobre ellas
mayormente terminan todas flujeadas y se las corro para garchar jaja
me encantaría ponermelas y pajearme dentro de ellas
Cómo ya te he dicho bro cuando hablamos, SOS un capo!!! 👏🏻👏🏻👏🏻
gracias genioooo vos tanbien
gracias genioooo vos tanbien
sin palabras +10, ahora , espero no quede embarazada nahiara tambien, el cheto (turro)....la pasa de 10...jjajajaja, +10, genio, vamos que la familias turras son grandes....y debe haber mas..todavia
hay q esperar jajajaja gracias genio hay q disfrutsr la vida eso sabelo
sos el turro definitivo , que putita la cuña
creo q ahi ya hasta sangre turra olvidate
Nahiara es mas puta que jessy
Buen relato
es mas pendejita no le importa absolutamente nada
Mmextra +1
Una locura, exceleeeente como todos tus relatos.
Pregunta, la cuenta es de los dos, así que imagino q Jesica sabe de esto?
Saludos genio
si obviamente ya pasaron muchos años
Mmextra +1
@Joaquinyjesica q genios ambos entonces