Minha amada me fez de corno

Boa noite, essa é minha primeira história. Quero deixar claro que minha vida sexual desde a infância sempre foi precoce, foi um ciclo entre o voyeurismo e, nesse relato, entre a primeira vez e a infidelidade da minha namorada.
Primeiramente, ela tem 41 anos, mãe solteira de um filho, eu tenho 35 anos, estamos juntos há aproximadamente um ano. Ela é gostosa de se olhar, tem 1,55m de altura, nem gordinha nem magra, mas o que chama mais atenção é a bunda linda dela do que os peitos de tamanho normal, morena de cabelo comprido.
Na maior parte do tempo desse relacionamento, nunca notei atitudes estranhas ou suspeitas, mas nas últimas semanas ficou evidente: vidrada no celular, meio misteriosa, e quando estávamos juntos, ficava nervosa. Tudo isso me fez desconfiar que tinha algo rolando. Pra ser sincero, essa ideia, mais do que raiva, me causava tesão, adrenalina, mistério, então resolvi investigar.
Uma noite, quando fui na casa dela (quando o filho não estava), consegui ver o padrão de desbloqueio. Não perdi a calma, jantamos, transamos um pouco. Como era semana santa, depois de trepar, ela me disse que ia se encontrar com as amigas no dia seguinte. Isso me chamou muito a atenção, porque nesse tempo todo ela nunca saiu com essas "amigas", já que só ouvia ela criticá-las.
Respondi: "Ok, amor, sem problema nenhum", e ela, como se nada, foi tomar um banho. Assim que ouvi a água batendo no corpo dela, percebi que ela deixou o celular numa mesa longe de onde eu estava. Levantei rápido, coloquei o padrão de desbloqueio.
Numa conversa, vi o típico emoji do "diabinho" e, fuçando, percebi que o tratamento entre eles era bem "carinhoso", até que vi fotos que ela tirava de calcinha fio dental, sem nada, e mandava pra ele, além de fotos da pica do cara.
A última conversa foi a seguinte, por parte dela: "Lindinho, tudo confirmado, já falei pra ele... vem amanhã à 01:00 (emoji do diabo)"
A resposta do cara foi: "Ok, bombom, vou estar lá, vou indo, minha mulher tá perto."
A adrenalina disparou, o tesão aumentou. O mais estoico, deixei o celular no lugar e, como se nada tivesse acontecido, tudo continuou normal até eu ir embora.
As conversas foram normais no dia seguinte, até a noite, quando ela ficou mais seca e a última coisa que mandou foi: "love ya, vou sair com as minas". Minha resposta foi na mesma linha, e a conexão dela tava instável.

Lá pelas 00:00, decidi ir. O tesão tava me vencendo. Peguei meu carro, estacionei na esquina em frente à calçada da casa dela, acendi um cigarro e esperei pacientemente.

Preciso dizer que, pra minha sorte, naquela noite tava fazendo um calor do caralho, o que me permitiu o que vou contar daqui a pouco.

Umas 01:10, ela não tinha saído, e eu já tava achando que o rolê tinha sido cancelado. Mas, minutos depois, um cara grandão, mais velho, bate na porta dela, e ela sai — pelo que pude ver, vestida de forma gostosa.

Ela tava com um vestidinho curto, daqueles de verão, conhecendo ela, uma fio dental, sem sutiã e descalça. Abraçou ele, cumprimentou, e o cara entrou.

O tesão tava a mil. Esperei uns minutos, decidi mandar uma mensagem: "e aí, como tá o rolê?". Óbvio que ela nem viu. Liguei, e ela não atendeu. Então resolvi ser mais direto nessa parada.

Liguei o carro, tinha vaga, então estacionei praticamente a meio metro da janela e da porta da casa dela. Pra disfarçar minha presença longa, acendi as luzes e levantei o capô.

Não sabia o que fazer, mas me decidi. Não tinha muita gente passando. Acendi meu cigarro e fiquei na altura da porta-janela (ela mora naquelas casas estilo colonial cujas portas têm mais de dois metros).

Pra minha sorte, o calor tava infernal — uns 35 graus com umidade que deixava tudo mais pesado, ainda mais em Salta Capital, já que não estamos acostumados com umidade alta.

Me aproximei e, literalmente, meu coração começou a bater a mil. Eu ouvia com muita intensidade o barulho da cama, os gritos e gemidos dela: "assim, assim, que yummy cock você tem", "assim mais forte, me come, pussy".

Os gemidos do cara mais velho: "que yummy use the word: pussy você tem, slut". amo sua bunda, putona".
Ela: "sim, sou toda uma putona, e agora toda sua"
Minha ereção foi instantânea, minha namorada, que nunca tinha atitudes estranhas, estava dando pra outro, curtindo, pedindo mais.
A sanidade sumiu por uns momentos, eu me aproximei pra ouvir melhor, num ato de impulsividade, decidi andar como se fosse mais um pedestre, pra ver se dava pra enxergar algo.
Sortudo fui, porque o ventilador do quarto balançava um pouco as cortinas meio pesadas, graças a isso consegui ver o seguinte:
Minha amada namorada, montada na pica do cara, ela se mexendo igual uma puta, acariciando os peitos, e o cara segurando com uma mão a cintura e com a outra a buceta peludinha da minha mina; eu ouvia os gemidos, a cama balançando na loucura e eu ali excitado vendo minha namorada sendo macetada por esse coroa.
Absorvido por aquilo, minha consciência voltou, eu tinha que disfarçar que meu carro tava "quebrado", não queria chamar atenção e algum vizinho chamar a polícia.
Em menos de 5 minutos, eu tava passando com meu cigarro, ouvi um grito, não liguei pra nada, tentei ver e ela tava de quatro, mas o cara tava arrebentando o cu dela com uma intensidade fudida, ela se segurava nos lençóis e gritava, passei reto, ia e voltava, gemidos de fundo até que não se ouviu mais nada.
Me aproximei, esperei pra ver e consegui enxergar de leve minha namorada pegando aquela pica ereta, peluda, e devorando com a boca, vi ela lamber, beijar, comecei a andar de novo e quando tentei chegar perto, ouvi: "que gostoso seu gozo", não consegui ver ela chupando até o cara gozar.
Não aguentei mais, entrei no carro, me masturbei com tudo que vi, algo na minha intuição dizia que eu devia sair dali, e tava certo, minutos depois o cara saiu trocado de roupa, se despediu da minha namorada com um beijo na bochecha e foi embora.
Minha namorada, minutos depois que ele foi, me escreveu:
"amor, já tô em casa, dorme bem, te amo".
Cheguei na minha casa, continuei me tocando depois disso, a dualidade da minha namorada, longe de me irritar... Despertei um tesão aqui dentro que, com o passar dos anos, eu tinha esquecido. Mas isso foi só o começo, não o fim.

Se o relato agradar, vou continuar com esse tesão perverso de infidelidade, voyeurismo como adrenalina.

Sou de Salta. Se quiser mais detalhes, fotos, manda mensagem privada. Espero que tenham gostado. Abraços.

7 comentários - Minha amada me fez de corno

Te felicito
jnb88
muchas gracias !!
@jnb88 gracias a vos, tenés fotos de ella?
Tremendo Man me interesa que sigas con el relato van más 10
jnb88
Muchas gracias !!
pasa info de tu minita, qe te hago el favor y me la re garcho
jnb88
telegram usas ?
Exelente tenés que unirte a la fiesta
Que buen relato, soy de Salta también, te interesa compartirla?