Cornos enormes de fim de ano (Parte 5)

Cornos enormes de fim de ano (Parte 5)
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UruguaiTRAÍDO DA NOSSA PÁGINA DO PATREON ONDE JÁ ESTÁ PUBLICADA A ÚLTIMA PARTE DESSA SÉRIE, E NOVOS CAPÍTULOS DE UMA NOVA. Passados 30 minutos, recebi uma mensagem de um número desconhecido. Quando abri, reconheci a mesma foto de perfil que tinha visto na mensagem que chegou no celular da minha namorada de manhã. Uma foto dos peitos da minha namorada cheios de porra era a única mensagem na conversa. Abaixo dela, li: "Que pena que você não tá aqui pra limpar, corno." Esse cara tava aprendendo rápido. Fiquei olhando pasmo pra foto dos peitos da Pauli lambuzados de porra. Num instante, percebi que tava no meio da praia cheia de gente e temi que alguém passasse e me visse olhando aquilo, e pensasse que eu era um tarado, um depravado, e me metesse numa enrascada. Reavaliei o contexto em que me encontrava, virando a cabeça e olhando por cima de um ombro, depois do outro, e, por sorte, não encontrei nenhum olhar indiscreto que me impedisse de contemplar um pouco mais o gozo que o Felipe tinha feito naqueles peitos lindos que até pouco tempo eram só meus. "É a vida", falei comigo mesmo. "E é assim que cornos como você são", outra voz na minha cabeça me disse. Não tem plenitude no cuckold, só o constante estar atravessado por sensações diferentes que vêm uma de cada vez, ou todas juntas de repente, e vão desde um amor profundo pela nossa parceira até um ódio insuportável por nós mesmos. Tem horas que eu desejo fervorosamente não ser um cuck. Não que nesses momentos eu queira ser um macho alfa. Só não sentir esse desejo compulsivo de me colocar nessa situação de dor. Mas não consigo me controlar, desejo fervorosamente ver outros homens, mais homens do que eu, cuidarem da minha mulher, e rirem na minha cara. O entardecer demorou pouco mais de meia hora pra chegar, e com ele vieram Pauli e Felipe na praia. Voltaram conversando, rindo, como dois cúmplices de uma façanha que ninguém pode saber. A tarde tinha caído. Bem mais fresca, como costuma acontecer no litoral, e dá pra ver que a putaria que eu tava não tinha deixado eu perceber isso. Percebi porque a Pauli já não tava mais usando a regata que mal cobria a raba dela, que a gente tinha usado pra chegar na praia. No lugar, ela tinha colocado um short e um moletom de algodão folgado. Dava pra ver que ela tava confortável. "E aí, como foi essa praiazinha, meu amor?", a Pauli falou antes de me dar um beijo gostoso de boca aberta. Enquanto via eles chegando, uma parte importante de mim tava torcendo pra caralho pra que aquele beijo tivesse gosto de porra do novo macho dela. Pra minha desgraça, tava com gosto da Colgate de tubinho que a gente tinha levado pra esse fim de semana no litoral. "Foi bem, meu amor", respondi fazendo um esforço do caralho pra ficar de boa. "E vocês, como foi?", perguntei. Os dois se olharam com muita cumplicidade, como se segurando o riso. "Foi foda. A gente arrumou um pouco, mas ainda tem bastante pra arrumar", o Felipe falou batendo no meu ombro todo satisfeito. "É, percebi pela foto. Tava tudo muito bagunçado", falei me fazendo de descolado, soltando uma piada pra tentar não ficar de otário na praia. "Capaz que hoje à noite a gente arrume mais um pouco, eu e o Feli, amor", a Pauli falou como se pedindo desculpa, me avisando que ninguém tava falando de arrumar nada, mas sim de transar. Não precisei disso, mesmo minha mina estando vivendo um love de verão, me deixando praticamente na mão no fim de semana que, supostamente, era pra ser nosso. Mas... meus chifres, sempre meus chifres, iam deixar ela fazer o que quisesse, sem eu ousar questionar as decisões dela. "Mas dessa vez a Pauli vai me ajudar a arrumar em casa", o Felipe falou enquanto piscava um olho, escondendo que a real mensagem era que ele ia sacudir minha mina contra as paredes da casa dele, pendurada na pica dele. "Mas, na sua casa não tão seus amigos?", perguntei sem conseguir esconder o quanto me assustava a ideia de deixar a Pauli sozinha no meio de tanto homem. Acho que a Pauli percebeu conta. “Não, amor, tranquilo. Os amigos do Feli estão numa casa ao lado. Ele tá num loft sozinho”, me disse tentando me acalmar, e deixando claro que tinha tudo calculado. “Ah, tá! Beleza”, só consegui falar, tão atordoado como se tivesse levado um soco do Mike Tyson. “Vou deixar vocês, cuck. Passem um tempinho juntos”, mandou o Felipe e seguiu pros amigos, que ainda estavam na praia. Olhei pra Pauli, com todo o amor possível, e nos abraçamos. “Tá bem, meu amor?”, perguntei tentando que ela se sentisse protegida. “Tô ótima!”, respondeu com um grito de felicidade quase adolescente. “Esse fim de semana tá muito bom. Valeu por tudo, meu amor!”, falou e me deu outro abraço forte. “Não precisa me agradecer. Tudo pra você!”, respondi. “Já sabe, você é tudo. Sou seu cuck. E sempre vou estar aqui pra isso”, completei. “Já sei, meu amor. Você é o cuck mais foda do mundo, ainda por cima”, rebateu minha namorada. “Adoro esse cara”, disse. “Já sei, sim. Dá pra ver. Ele é muito gostoso”, respondi. “Além de ser gostoso. Eu gosto dele. Não sei o que ele tem, mas me excita a ideia de ter ele por perto. Tipo, quero comer ele o tempo todo desde que vimos ele ontem na praia. E como ele me fode, meu amor! E que piroca linda que ele tem! Adoro!”, Pauli me contava. Eu ouvia atento essas verdades que iam se cravando como flechas romanas no meu coração, mas que ao mesmo tempo faziam minha cabeça viajar. Pauli me contou que, além da trepada que deram, ficaram conversando muito, e que o cara era super gente boa. Que ele se interessou pra caralho por esse estilo de vida que mantínhamos em segredo e queria saber tudo, o que já tínhamos feito, o que queríamos fazer, e o que nunca faríamos. Disse que ela contou tudo, fascinada, e que até mostrou umas fotos minhas feminizado. Morri de vergonha. Fiquei meio puto porque ela não me consultou se eu queria compartilhar aquilo, mas não consegui falar nada. Fiquei calado olhando pra frente enquanto íamos no caminho. na casa alugada. Pauli percebeu e na hora me abraçou, me fez uns carinhos daqueles que eu gosto. Me segurou, e a gente seguiu assim. Quando chegamos em casa, o dia já tava entre a luz do dia e a noite. Aquele momento em que o céu fica esteticamente incrível, lindo, e acontece do nada, sem esforço nenhum. Meio parecido com o que rola comigo e a Pauli, ela é linda, em todo o seu ser, incluindo o lado Hotwife dela. Parecia que ela não queria se esforçar nem um pouco pra buscar isso, simplesmente fluía. E eu derretia mais que o sol do meio-dia. A gente lanchou um negócio na churrasqueirinha que tinha na casa, lá fora, tava fresquinho e gostoso. O tempo foi passando e eu sabia que tinha minha mina por mais um tempinho. Fumamos um, rimos pra caralho, pensamos mais um pouco, nos amamos mais. "Então love, o Feli me escreveu que já tá em casa. Se não te incomodar, vou tomar um banho e me arrumar, e depois vou indo", falou Pauli com o celular na mão. "Fala love, sem problema. Aproveita", respondi como sempre. Tava meio bolado com a situação toda da Pauli me largar o fim de semana inteiro que era pra ser nosso, então decidi não participar da preparação, e fiquei lá fora, meio no escuro, na solidão, contemplando o vazio da noite. Meus ratinhos voavam por ali, mas eu não dava muita bola. Tava num daqueles momentos que todo corno passa. Aquele em que a gente rejeita o que deseja, se resiste e se acha íntegro. Tava bem nessa. Tipo com a necessidade de falar pra minha mina que não tava achando legal o que ela tava fazendo, que queria ficar com ela, transar com ela, curtir juntos. Fiquei brigando comigo mesmo o tempo todo que ela levou pra se arrumar. Devem ter passado uns 40 minutos em que fiquei enroscado comigo mesmo, puto. "Tem certeza que não te incomoda eu ir, love? Não?", a voz da Pauli me tirou do meu torpor. Levantei a vista pra olhar ela, ainda atolado nos meus pensamentos. O contato da minha vista com a imagem dela foi o começo do feitiço que tirou qualquer dúvida sobre o sentido de tudo isso que tava na minha cabeça. Ver ela ali, com aquela regata tomara que caía que ela escolheu pra ocasião, que dava a sensação de ser um rival bem fraco pra toda a potência dos peitos da minha rainha, deixando homens e mulheres ansiosos, com a iminente sensação de que os peitos iam escapar a qualquer momento. Seguindo o olhar pra baixo, você encontrava uma saia colorida, que ficava justa e curta, mas não o suficiente pra ter que ficar puxando ela o tempo todo pra não mostrar a bunda. Fresca, mas rachava o chão de tão gostosa que tava. Que pedaço de mulher que era minha namorada! Senti que tinha que parar de reclamar internamente, que tinha que aproveitar o que o destino tava me dando, a chance de ser o maior corno do mundo, como a Pauli sempre me dizia. Então me entreguei de vez. "Ôpa, meu amor! Que linda você é! Que gostosa você tá!", elogiei ela do jeito mais exagerado que consegui. "Sério que você tá dizendo que eu tô linda? Não tinha muita coisa pra vestir, não planejei ter um encontro, hahaha", ela disse desconfiada. "Sim, meu amor. Você tá maravilhosa. Mas, não sei se esse look vai durar muito em você, hein", falei como se tentasse acalmar ela. "Você acha que o Feli ia gostar? Também não é como se eu tivesse toda putona, né?", ela disse e franziu a testa de um jeito que achei engraçado. Eu nunca consegui fazer esse tipo de expressão. "Amor, acho que o cara não precisa de você vestida de nenhum jeito especial pra saber que você é uma puta. Acho que essa sua faceta ele já conhece bem", me arrisquei a dizer, correndo o risco de ofender ela. "Bom, adoraria chegar pelada e ele me comer de uma vez. Mas a gente não pode perder o decoro. Vou dar o mesmo de qualquer jeito", ela disse com uma naturalidade incrível, como se tivesse falando com uma amiga íntima. Ela não terminou de falar isso e as luzes de um carro Iluminaram a rua na frente da casa. "Beleza, amor. Chegou", ela disse secamente. Pegou meu rosto com as duas mãos e me deu um beijo suave e doce. Olhou nos meus olhos e disse "Te amo". Sorri que nem um idiota, com cara de derretido, com certeza. "Te amo muito", respondi, fazendo uma ênfase besta no "ch" que achei meio ridículo. Vi ela se afastar de mim quase correndo pra rua, onde o carro do Felipe já tinha parado. Deu a volta por trás dele e entrou pela porta do passageiro, sentindo que tinha 20 anos de novo, provavelmente. O carro demorou uns segundos pra ligar, talvez 20, sei lá. Fato é que fiquei ali parado olhando, sem conseguir ver nada do que rolava dentro do veículo, podia ser qualquer coisa. Podiam estar conversando, podiam estar se cumprimentando amigavelmente, podiam estar discutindo os planos da noite, se elogiando, ou qualquer outra coisa. Eu, claro, já tinha escolhido acreditar que estavam se comendo de boca, e que as mãos do Feli, como a Pauli gostava de chamar, já estavam descendo o strapless da minha mina. Duas buzinadas tímidas e o carro saindo foi o sinal de que não tinha mais nada pra fazer ali. Já tinha levado ela. Voltei pra dentro de casa pra continuar alimentando a imaginação, vendo na minha cabeça como queria que o Felipe comesse a minha namorada. Como ela, que era uma rainha, merecia. Sentei no sofá da sala/cozinha, coloquei uma música e fiquei rolando as redes sociais e vendo um pornô no celular. Pra matar o tempo e ao mesmo tempo alimentar a fantasia. Imaginava, claro, que iam no carro e ele, sendo tão desenrolado, dava um jeito da minha mina chupar o pau dele no caminho pra casa. Afinal, ela já tinha chupado ele na praia depois de uma festa. Era óbvio que ela não tinha muito problema em ser vista com ele, ou tava segura de que ninguém conhecido ia ver. Ele com aquela chupada de cock antes de chegar no destino? De alguma forma, eu estava convencido que não. Também pensava que ela podia levantar as pernas por cima do porta-luvas do carro, abriria elas e puxaria a thong pra mostrar o quanto molhada ela tinha a pussy, e deixaria ele enfiar uns dedos, enquanto imaginava o cock dele enchendo ela. Será que falavam de mim? Tinha umas ideias persecutórias que colocava os dois fazendo referência a mim na pouca conversa que tivessem no caminho pra onde quer que fossem. Ele, provavelmente, mencionava a sorte de eu ser tão cuck, e com certeza se mostrava incrédulo com a possibilidade dele mesmo querer ser cuck um dia. Ela falaria muito bem de mim, com certeza, me protegeria. A não ser que ele entrasse no modo male alfa, e fizesse várias referências à minha cornitude, e ao quão pouco homem eu sou, levando minha rainha a se empolgar com a ideia e embarcar de vez em me pensar como um micro-homem. "Chegamos, meu amor. Vou deixar o celular de lado por um tempinho, porque vou comer gostoso esse cara de uma vez. Acho que nem vou deixar ele entrar em casa. Kkkkk. Beijos. Te amo", dizia a mensagem que recebi da Pauli poucos minutos depois de ter deitado meu corpo no sofá. A tesão que eu tava agarrava meu coração com as duas mãos, e dava uns socos no chão. Mas como era gostoso! Sabia que minha amada não ia perdoar nem meio segundo. Ela queria dar pra ele com tudo. Tanto que não mais de dez minutos depois, recebi outra mensagem, dessa vez do Felipe, com uma foto da minha mina, ainda com o strapless vestido, mas sem saia, de quatro, com a raba empinada em cima de uma cama que eu não conhecia. "Cuckhold. Olha como a putinha da tua mulher fica. Sabe o que ela veio buscar?", dizia embaixo da foto. Entrei no jogo na hora, e respondi "cock". Como resposta, recebi outra foto que dizia "A cock que já tá comendo. Desesperada. Nos vemos", e na qual se via o abdômen todo marcado do Felipe semi tampado pela cabeça da Pauli, que já dava pra ver que tava enchendo a pica dele de baba, na mesma posição da foto anterior. Minha própria pica saltou pra fora da bermuda igual uma mola, e comecei a operação masturbação torturante. Aquela masturbação que você faz até quase gozar, mas não se deixa gozar, porque não quer perder o nível de tesão que tá alcançando. Você quer saber se tem mais tesão pra somar lá na frente. Eu imaginava o cara montando na minha mina, perguntando se ela era uma putinha, ela respondendo que sim, bem convicta. Ele perguntando de novo, como se quisesse ter certeza, e ela gritando que sim, que sim, que sim. Tudo isso enquanto não parava de meter pica. Passou mais de meia hora sem nenhuma novidade da Pauli. Já tinha voltado pro pornô, mas continuava fazendo a masturbação torturante. De repente, chega uma mensagem da Pauli. "Oi love. Como cê tá?", assim casual, como se nada tivesse rolando. Eu todo desesperado, respondi "Oi meu love. Bem, aqui. E você? Já acabou? Como foi?", tudo quase ao mesmo tempo. "Kkkkk. Foi demaaaaaaaais.", ela escreveu. "Não, ainda não acabou", completou respondendo outra das minhas perguntas. "O cara é aguentador", disse elogiando ele. Não deixei a inveja entrar, e tentei me alegrar pela minha mina, me reconciliando com o tesão exorbitante que tava sentindo. "E você, como se sentiu?", perguntei. "Love. Perdi a conta de quantas vezes gozei. Umas 10 com certeza. Kkkkk", ela disse me deixando atônito. Acelerei a masturbação torturante e parei de repente. "Uau! Que bom! Adoro que você curte assim!", respondi só pra dizer algo. Ela não respondeu mais. Daí a pouco chega uma mensagem, agora de novo do Felipe. Era um vídeo de 5 segundos da minha mina devorando a banana equatoriana toda dele. Ela passava a língua de cima pra baixo e de baixo pra cima sem parar, beijava cada parte, enfiava a cabeça na boca, tentava pra enfiar mais cock pra dentro, e tirava ela por um lado. Uma verdadeira deusa. "Vai gozar. Vai gozar.", dizia embaixo do vídeo. Pelo que dava pra ver naqueles 5 segundos, eu podia apostar que minha mina não ia demorar nem um minuto pra começar a montar naquela cock que tinha ela completamente hipnotizada. Com certeza enfiaria a cock toda, e rebolava o quadril pra vários lados, alternando movimentos fortes, lentos e profundos. Com certeza gozando muito mais que na etapa anterior, porque eu sabia que aquela era a posição favorita dela pra transar, e pra gozar. Demoraram mais do que eu esperava pra se falar de novo. Quem me escrevia agora era ele, dizendo "nossa, que mina gostosa você tem, cuck. Transa deliciosa". Na hora mandei mensagem pra ela perguntando como tava. "Toda gozada", ela respondeu simplesmente. "Gostou?", perguntei. Pauli escolheu não responder aquela obviedade, e no lugar me mandou "Nunca gozei tanto, amor. Não acredito. Isso é demais. Me acabei. O cara é uma delícia. Tem uma cock incrível. E sabe usar pra caralho", ela disse me passando a resenha do agora amante dela. O papo continuou por uns minutos. Pauli me contou sem muitos detalhes algumas coisas que fizeram, destacando que amou como ele comeu de quatro. E que com certeza ia ter outro round. Chegou uma mensagem de Felipe, com uma localização. Embaixo uma foto. E um texto que dizia "Vem, cockhold". A foto era uma minha de fio dental e meia arrastão, com a bunda virada pra câmera, que só a Pauli tinha, e que ele de algum jeito convenceu que era uma boa ideia compartilhar com o Felipe. Acho que o recado tava claro. Senti um arrepio dos bons.

10 comentários - Cornos enormes de fim de ano (Parte 5)

matu28 +1
lo q deseamos todos los cornudos. Por ahora a mi esposa Vicky se la cojen delante mío, pero deseo tenga un momento así sola con su macho fuera de casa. Van los 10 y una paja. Esperamos la continuidad
Elp697
Muy. Buen y Pauli como quedaría conoserlos i acerté. Cornudo saludo
que bueno que se dan el gusto...me parece que ahora te toca a vos...
van 10