Paloma hoje tem 30 anos, me apaixonei por ela, mas nunca conseguimos formar um casal estável porque minha esposa sofre de uma doença grave que me obriga a cuidar dela. Paloma preencheu o vazio afetivo da minha mulher e me deu tranquilidade e sexo. Fomos amantes por 3 anos, ou seja, desde que ela fez 27. Eu tenho 47 anos e sou professor de física em várias escolas da minha cidade. Durante esses anos, nos visitamos muito, e ela e o marido vêm bastante aqui em casa, porque tenho dificuldade de sair à noite por causa da minha esposa, que está de cama.
Javi, o marido da Paloma, não sabe nem desconfia de como eu como a esposa dele direitinho. Conheço a intimidade desse casal nos mínimos detalhes, e Paloma reclama que o Javier não fica tão excitado quanto ela gostaria, é recatado na cama e, quando goza, dorme sem tentar mais nada. É muito passivo e não tem iniciativa.
Já Paloma é putinha, adora chupar e engolir. Como ela de vagar e de cu, e tenho brinquedos de borracha pra ela aproveitar ao máximo. Ela ama o 69 e me pede pra meter de pé na frente do espelho, é uma delícia.
Depois de vários meses nos visitando, uma tarde eu convidei os dois pra virem na minha piscina. Aproveitei Paloma, aquele corpo perfeito, aquela bunda linda que eu como três vezes por semana, aqueles peitos carnudos, enfim... e nessa tarde reparei que o Javi é um cara bonito, malha, tem uma musculatura definida, é duro, grosso, peludo, alto, másculo. Nessa tarde, minha ereção ao ver o casal foi inacreditável, fiquei muito excitado vendo os corpos gostosos deles. Eles se tocavam, nadavam, e notei que se exibiam pra mim. Os fins de semana daquele verão se repetiram na minha casa.
Uma tarde, Javier pediu pra esposa passar protetor solar nele, mas ela estava com uma dor forte na mão e não conseguiu. Ele me pediu. Engoli seco e, com o Javier deitado, fiz massagens com protetor solar. Foi uma experiência homossexual: ombros, braços e costas, depois sentir as pernas duras e peludas, firmes, foi maravilhoso. Toquei os pés dele e Fiquei ereto. Javier percebeu, riu, mas não disse nada; me joguei na água rapidamente. Ao sair da piscina, Paloma me pediu para repetir as massagens com ela. Confesso que não queria mais, minhas bolas estavam doendo e eu precisava de sexo. Acariciei Paloma e, aproveitando que Javier estava cochilando, apalpei aquela buceta deliciosa e senti aquele cheiro de ppk que me derrete.
Na semana seguinte, veio só o Javier; Paloma foi visitar a mãe dela, que estava doente. Preparamos uma churrasqueira de carne. Depois do almoço, Javier novamente me pediu para passar creme nele. Me relaxei e fiz ele perceber que o corpo dele era uma delícia. "Vai em frente, se você gosta, me toca mais." Toquei cada milímetro do corpo dele, e ele me olhava sorrindo, até que me disse: "Vejo que você está com a pica dura." Do lado da piscina, tem os vestiários. Javier se levanta e diz: "Me segue." Chegamos na área dos armários para guardar roupa e, tocando na minha pica, ele me abraça e me beija. "Você me deixou louco", ele fala, me beija, lambe meu pescoço, abdômen, pernas, se ajoelha e abaixa minha sunga. "Meu Deus... que pedaço de pica você tem", ele diz. Javier chupa meu pau de um jeito delicioso. Quente e puta.
Tenho um pau bem desenvolvido de 22 centímetros; Paloma aproveita cada centímetro, agora o marido dela estava prestes a saber como é a sensação.
Ele abaixa a sunga e, sobre um cesto de roupa suja, Javier se apoia, abre as pernas e me oferece aquele cu masculino lindo e gostoso.
Comer uma mulher é uma delícia, principalmente se ela tem a bunda redonda e carnuda. O que eu gostava no Javier é que o corpo dele não era afeminado, era bem masculino, não era gordinho nem peitudo, era macho. Vi as nádegas dele peludas, duras e musculosas; separei elas, o cu dele estava cheio de pelos, não dava pra ver muito, ele estava de joelhos apoiado no cesto de roupa. Me aproximei, lambi o buraco pra lubrificar e coloquei meu pau na entrada. "Meu Deus, que delícia", cheguei a ouvir o Javier dizer. Enfiei tudo. Minhas bolas ficaram roçando as dele. Nádegas. Saí e voltei a entrar até pegar um ritmo quente e gostoso. Tava comendo o Javier e, sinceramente, ele é mais gostoso que a esposa dele… isso sim era um homem de verdade. Vem, falei, abre essa bunda, homem delicioso, deixa eu comer esse rabo peludo de macho, você é gostoso, saboroso…
“Me dá, me dá, me dá duro, sou seu, me possua, me viola, me penetra, me aproveita, sou teu viadinho…” – o Javi gritava.
Gozei bem fundo no corpo dele. A pica do meu amigo, de tamanho respeitável, não tava muito dura. Ofereci pra chupar, mas ele não quis. Já trepamos várias vezes de novo. Hoje eu como o Javier e a esposa dele, e nenhum dos dois sabe o segredo completo, só vocês.
Javi, o marido da Paloma, não sabe nem desconfia de como eu como a esposa dele direitinho. Conheço a intimidade desse casal nos mínimos detalhes, e Paloma reclama que o Javier não fica tão excitado quanto ela gostaria, é recatado na cama e, quando goza, dorme sem tentar mais nada. É muito passivo e não tem iniciativa.
Já Paloma é putinha, adora chupar e engolir. Como ela de vagar e de cu, e tenho brinquedos de borracha pra ela aproveitar ao máximo. Ela ama o 69 e me pede pra meter de pé na frente do espelho, é uma delícia.
Depois de vários meses nos visitando, uma tarde eu convidei os dois pra virem na minha piscina. Aproveitei Paloma, aquele corpo perfeito, aquela bunda linda que eu como três vezes por semana, aqueles peitos carnudos, enfim... e nessa tarde reparei que o Javi é um cara bonito, malha, tem uma musculatura definida, é duro, grosso, peludo, alto, másculo. Nessa tarde, minha ereção ao ver o casal foi inacreditável, fiquei muito excitado vendo os corpos gostosos deles. Eles se tocavam, nadavam, e notei que se exibiam pra mim. Os fins de semana daquele verão se repetiram na minha casa.
Uma tarde, Javier pediu pra esposa passar protetor solar nele, mas ela estava com uma dor forte na mão e não conseguiu. Ele me pediu. Engoli seco e, com o Javier deitado, fiz massagens com protetor solar. Foi uma experiência homossexual: ombros, braços e costas, depois sentir as pernas duras e peludas, firmes, foi maravilhoso. Toquei os pés dele e Fiquei ereto. Javier percebeu, riu, mas não disse nada; me joguei na água rapidamente. Ao sair da piscina, Paloma me pediu para repetir as massagens com ela. Confesso que não queria mais, minhas bolas estavam doendo e eu precisava de sexo. Acariciei Paloma e, aproveitando que Javier estava cochilando, apalpei aquela buceta deliciosa e senti aquele cheiro de ppk que me derrete.
Na semana seguinte, veio só o Javier; Paloma foi visitar a mãe dela, que estava doente. Preparamos uma churrasqueira de carne. Depois do almoço, Javier novamente me pediu para passar creme nele. Me relaxei e fiz ele perceber que o corpo dele era uma delícia. "Vai em frente, se você gosta, me toca mais." Toquei cada milímetro do corpo dele, e ele me olhava sorrindo, até que me disse: "Vejo que você está com a pica dura." Do lado da piscina, tem os vestiários. Javier se levanta e diz: "Me segue." Chegamos na área dos armários para guardar roupa e, tocando na minha pica, ele me abraça e me beija. "Você me deixou louco", ele fala, me beija, lambe meu pescoço, abdômen, pernas, se ajoelha e abaixa minha sunga. "Meu Deus... que pedaço de pica você tem", ele diz. Javier chupa meu pau de um jeito delicioso. Quente e puta.
Tenho um pau bem desenvolvido de 22 centímetros; Paloma aproveita cada centímetro, agora o marido dela estava prestes a saber como é a sensação.
Ele abaixa a sunga e, sobre um cesto de roupa suja, Javier se apoia, abre as pernas e me oferece aquele cu masculino lindo e gostoso.
Comer uma mulher é uma delícia, principalmente se ela tem a bunda redonda e carnuda. O que eu gostava no Javier é que o corpo dele não era afeminado, era bem masculino, não era gordinho nem peitudo, era macho. Vi as nádegas dele peludas, duras e musculosas; separei elas, o cu dele estava cheio de pelos, não dava pra ver muito, ele estava de joelhos apoiado no cesto de roupa. Me aproximei, lambi o buraco pra lubrificar e coloquei meu pau na entrada. "Meu Deus, que delícia", cheguei a ouvir o Javier dizer. Enfiei tudo. Minhas bolas ficaram roçando as dele. Nádegas. Saí e voltei a entrar até pegar um ritmo quente e gostoso. Tava comendo o Javier e, sinceramente, ele é mais gostoso que a esposa dele… isso sim era um homem de verdade. Vem, falei, abre essa bunda, homem delicioso, deixa eu comer esse rabo peludo de macho, você é gostoso, saboroso…
“Me dá, me dá, me dá duro, sou seu, me possua, me viola, me penetra, me aproveita, sou teu viadinho…” – o Javi gritava.
Gozei bem fundo no corpo dele. A pica do meu amigo, de tamanho respeitável, não tava muito dura. Ofereci pra chupar, mas ele não quis. Já trepamos várias vezes de novo. Hoje eu como o Javier e a esposa dele, e nenhum dos dois sabe o segredo completo, só vocês.
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