Flor de descubrimiento (Parte 4)

Aqui está a parte 4 dessa história
Deixo o link da parte 3 caso tenham perdidohttp://m.poringa.net/posts/relatos/5467202/Flor-de-descubrimiento-Parte-3.htmlNão precisei entrar no banheiro pra ver como a Flor tava, porque ela já saiu secando o rosto lavado com uma toalha.

Nico - Tudo bem? Deixa eu adivinhar, primeira vez?

Flor - Idiota! Queria fazer algo especial pra você (rindo da própria inexperiência).

Nico - Tenho uma ideia, vamos pro quarto e eu faço algo especial pra você. Quer?

Flor - Claro (responde com um fio de voz enquanto ainda secava as lágrimas).

Nico - Mas tenho uma condição.

Flor - Qual é?

Nico - Quero que você se despe devagar pra mim.

Ela sorriu, entendendo que o pedido era simples.
Flor queria ser tratada bem, queria se sentir especial, queria que as experiências sexuais fossem como as das amigas, mas não com vários caras porque não era da natureza dela. Ela queria um que, dentro da segurança da intimidade, fizesse ela viver uma experiência completa, já que quando se sentia segura com alguém, tava disposta a dar tudo.

Entrei no quarto e me deitei na cama (a câmera já devia ter mandado o aviso de detecção de pessoa pra Nadia).
Aí a Flor entrou, virando de costas bem na minha frente e bem no olho da câmera que captava ela da prateleira.
Começou a se abaixar devagar com os polegares no elástico da legging apertada que preenchia todas as cavidades dela e não deixava nada pra imaginação. Aos poucos, foi descendo até deixar no tornozelo, sem dobrar as pernas (bem no estilo stripper). Com a bunda de porcelana a centímetros da minha cara, pude ver a marquinha branca embaixo dos glúteos, que denunciava as sessões de cama solar, junto com a calcinha fio dental cinza, levemente úmida na parte que cobria a buceta dela (meu pau já vazio deu um pulo, como sinal de vida, e caiu de novo).
Ela começou a tirar o sutiã de ginástica, liberando os peitos da pressão que eles faziam, se virando pra mim e segurando eles bem fortes pra cima, sem deixar eu ver. Eu esperei sem piscar o momento em que ela soltasse aqueles peitos lindos. pra conhecê-las e parar de serem só parte da minha imaginação. Com um gesto meio despretensioso, ela solta elas e elas caem quicando rápido, mas a rigidez delas logo as coloca no lugar, uns peitos cônicos apontando pra mim, com uns mamilos quase transparentes que coroavam delicadamente cada um. Engoli a saliva acumulada debaixo da língua ao ver essas duas belezuras, meu pau deu outro pulo, mas dessa vez ficou mais ereto, sinal claro de que queria participar.

Flor — Tiro a calcinha? O que você vai fazer comigo se eu tirar?

Nico — Vou meter essa buceta linda na minha boca e chupar até anoitecer, mas primeiro vou cuidar das suas duas amigas que acabei de conhecer.

Dava pra perceber que quando eu falava essas coisas, ela ficava vermelha, gostava, mas não tava acostumada nem a ouvir putaria nem a falar. Não era de falar muito no sexo, era mais de agir, mesmo com uns vacilos, uma inexperiência, ela queria fazer.

Ela desceu a calcinha devagar (dessa vez sem tanta teatralidade) e se aproximou de mim, se entregando pra eu cumprir o que prometi minutos antes.

A barriga dela ficou na altura do meu rosto, e eu dei um beijo de boca aberta ali, que arrancou um suspiro denunciando o fogo que a Flor carregava dentro. Subi devagar até chegar nos peitos dela, que apertei forte pelos lados, fazendo eles se encontrarem no meio, saboreei os dois ao mesmo tempo e com minha língua percorri aqueles mamilos transparentes, onde dava pra ver um monte de veias rosadas por baixo, apertei eles e percebi que a firmeza deles vencia a força das minhas mãos, desisti e continuei subindo pelo pescoço dela, lambendo o queixo até encontrar a boca dela, que finalizei com um beijo molhado de língua.

Parei pra olhar o rosto dela, que me dominava, me desmontava e me deixava indefeso ao vê-la, afastei uma mecha da franja castanha pra depois me perder naqueles olhos marrons que se mexiam procurando meu olhar perdido.

Flor — Tá aí? (me (Voltando à realidade)

Disfarçando pra não parecer vulnerável diante da Flor e da nossa possível espectadora, seguro ela pelos glúteos com as duas mãos e levanto ela no ar. Meu pau, completamente duro dentro da cueca, parecia querer ajudar roçando na buceta nua dela. Deito ela na cama com cuidado, ocupo o espaço largo dela e vou buscar um puff. Ela, sorrindo, tapa o rosto com um bichinho de pelúcia (sabia o que vinha por aí). Exatamente como ela tinha feito comigo há pouco, me ajoelho no santuário da virilha dela. Ao me aproximar, sinto o cheiro residual de sabonete que ainda ficava no corpo dela e, com uma leve exalação, abro caminho pra minha língua provar os lábios da buceta dela, ainda meio úmidos, pra brincar com eles suavemente por uns 10 minutos que soube levar pra não roubar um orgasmo dela e poder aproveitar a plenitude do sexo.

Ajeito melhor meus joelhos no puff e fico numa altura certa pra poder penetrar ela. Consigo colocar a ponta do meu pau na entrada da buceta dela e fechei os olhos. Enquanto cruzava o limiar do sexo dela, imaginava o enquadramento que a Nadia teria naquele momento.

O quarto dela visto da altura da prateleira, a cama coberta com um lençol rosa, a persiana quase toda aberta revelando a tarde no parque e a luz iluminando a cama, descobrindo no meio os atores principais: a amiga dela deitada com as pernas abertas, levemente dobradas nos joelhos, com um coelhinho de pelúcia entre os peitos duros e a cabeça jogada pra trás, recebendo a primeira estocada de um cara que, até 4 dias atrás, era um completo estranho.

O tesão de imaginar isso fez meu pau tremer espontaneamente, e o tremor se transmitiu na hora pro corpo da Flor, onde já tinha aberto caminho completamente e o ritmo do sexo começava a acelerar. Entre os peitos dela, peguei o bichinho de pelúcia e, dando um beijinho nele, joguei pro lado (ela sorriu). Agora, minhas mãos ocupavam o lugar do pelúcia. e seus peitos duros balançavam (dessa vez com a ajuda das minhas investidas sexuais). Ela, de olhos fechados, mordia o lábio inferior com força e virava o rosto para o lado. Foi aí que decidi envolvê-la e fazê-la dizer suas primeiras falas no filme que estava sendo gravado lá de cima.

Nico - Você gosta? Continuo? Se não gostar, eu paro.

Flor - Como não vou gostar? Vai um pouquinho mais forte (aproveitou minha pergunta pra pedir uma mudança no ritmo).

Eu tenho um defeito: quando transo, a primeira gozada é rápida (uns 10 minutos em média), e essa gozada já tinha sido arrancada de mim minutos atrás no sofá. Mas a meu favor, devo dizer que a segunda gozada é interminável; em nenhuma relação consegui gozar mais de duas vezes.

O que aconteceria a seguir ia contra todas as minhas intenções com a Flor (que eram de ser carinhoso e delicado com ela, tanto no dia a dia quanto no sexo, já que no fundo eu gostava dela de verdade), mas o pedido dela pra ir mais forte e a plateia do outro lado da tela exigiam que eu soltasse um pouco de selvageria da minha parte pra criar uma reputação que espero que me renda frutos no futuro.

Tirei minhas mãos dos peitos dela e as levei pros tornozelos, arqueando as pernas dela e expondo ela ao meu deleite total, enquanto acelerava num ritmo cada vez mais frenético. A posição carnal em que estávamos dava uma visão linda pra todos os espectadores de como meu pau esfomeado afundava na buceta molhada dela uma e outra vez, acelerando o passo. Sentia meu pau sendo apertado pelas contrações da buceta, que sinalizavam que ela ia gozar. As respirações ofegantes dela confirmavam. Naquele momento, parei e saí de dentro dela, deixando o orgasmo dela na porta. Ela me encara como se eu tivesse tirado o oxigênio dela.

Flor - Continua, vai (fala com a voz rouca).

Nico - O que você quer, isso? (apontando pro meu pau duro e brilhante)

Flor - É isso que eu quero.

Nico - Pede direito.

Flor - É isso que eu quero, porra. por favor, me dá.

Mergulhando de novo na buceta dela, não mais que 20 estocadas contra a xota dela resultaram num orgasmo barulhento da Flor, que com as mãos procurava algo pra abafar os gemidos, mas pra azar dela não tinha nada ao alcance. Os gritos dela foram desacelerando até virar um leve suspiro de recuperação.

Não deixei ela se recompor totalmente, peguei ela pela cintura e virei ela sobre um travesseiro cuidadosamente colocado, deixando exposta a rabuda dela, agora entregue aos meus caprichos.

Meu abdômen pedia trégua, parei pra ver a imagem que tinha na minha frente: Flor ajoelhada na cama com a barriga apoiada no travesseiro que servia de apoio, os peitos e o rosto dela acariciando o lençol da cama.

O barulho do puff se movendo conseguiu alertar ela, e ela apertou forte o lençol. Aproximei meu rosto da buceta dela, o cheiro de sabonete misturado com sexo me prendeu e comecei a lamber inteiramente aquele ser molhado (fazendo meu queixo participar da brincadeira) pra terminar lambendo o furinho anal fechado. Repeti com força várias vezes, comendo ela toda, da virilha até os glúteos só tinha água, o lençol na mão dela apertava cada vez mais forte. Levei ela a um êxtase contínuo que ainda estava vivo desde o orgasmo recente dela.

Minha chupada foi ficando cada vez mais lenta, já não pressionava a xota dela, tinha virado uma lambida calmante que dava descanso ao corpo dela.

Me levantei com a boca cheia de fluidos, precisava me limpar. Fiz isso, roubando a inocência do coelho de pelúcia e usando ele como babador. Meu corpo estava mais descansado, o da minha parceira também. Dava pra continuar.

Me reergui com o pau duro, não completamente, mas dava pra penetrar o corpo lubrificado dela. Me aproximei, as pernas dela deixaram de estar relaxadas pra ficarem rígidas numa posição defensiva, esperando o impacto que meu pau ia dar segundos depois. Coloquei minhas mãos na cintura dela e meti com força, consegui ficar completamente duro e inteiramente dentro. dela, já que a lubrificação permitia, eu deslizava com facilidade, enquanto uma mão ainda estava no quadril dela, coloquei a outra nas costas dela. A submissão da Flor era total, só dava pra ouvir um gemido abafado da parte dela. Eu queria ela atenta, presente, comigo, então me aproximei do ouvido dela e falei: "você pediu mais forte". Peguei ela pelo cabelo, puxei de uma vez até bater meu peito nas costas dela, consegui prender ela pelos ombros, dava pra ver os peitos dela no vidro da janela, quicando pra cima e pra baixo. A imagem me dominou, sem fôlego falei no ouvido dela: "vou gozar". Extasiada, ela concordou com a cabeça, isso foi o suficiente pra mim. Uma pressão na base do meu pau me avisou que o último jato de sêmen no meu corpo estava escapando dentro da Flor, que gozou segundos depois como se tivesse me esperado.

A gente tava destruído, a única coisa que eu queria era ficar deitado, mas não queria mostrar fraqueza pra lente da câmera que tava apontando pra gente. Fui até a cozinha, acessei o disjuntor e cortei a luz (achei que era o jeito mais prático de desligar a câmera), a desculpa foi o copo d'água que eu trouxe na mão pra dar pra essa mina que tinha dado tudo de si. Peguei uma toalha pelo caminho, pensei que ia servir.

Entro no quarto com a toalha e o copo d'água.

Nico - Gostosa, trouxe os mantimentos, mas acho que a luz caiu (me fazendo de desentendido).

Flor - Meu herói!

Imediatamente ela se senta de pernas abertas pra pegar o copo d'água enquanto cobre a buceta com a toalha.

Nico - Posso te pedir uma coisa? A gente deita uma horinha pelo menos?

Flor - Siiim! Posso deitar no teu peito e você faz carinho em mim?

Nos momentos depois do sexo, a gente percebe se quer ficar de verdade com alguém ou se quer sair correndo.

No meu caso, eu queria ficar, tava preso nela e não conseguia parar de olhar enquanto ela se deitava no meu peito, debaixo do meu braço direito, já se cobrindo com um edredom que tava nos pés da cama.

Tive a chance de conhecer ela melhor, não olhava Muita TV, ela preferia ouvir música, ia pra academia, adorava ir pra casa dela no fim de semana em Funes, mas sempre que ela tinha tempo, não tinha com quem ir (uma facada pra mim). As duas melhores amigas dela moravam no bairro dela, e com a Nadia eram amigas por causa dos pais e da carreira que escolheram juntas.

Flor – Posso te pedir um favor?

Nico – Claro, gostosa, fala como posso ajudar (achando que ela ia pedir pra pegar algo).

Flor – Se um dia você não quiser mais me ver ou algo assim, me liga, a gente se vê e você me conta o porquê, não suma do nada.

Nico – Sim, sim, beleza (respondi com o olhar perdido, pensando no filho da puta que machucou ela pra essa mina, que era um amor, estar me falando isso).

Flor – Ah, falou bem convencido, fico tranquila (com um tom irônico).

Nico – Olha nos meus olhos porque vou dizer uma vez: “eu sou dos que ficam, não dos que vão embora”.

O telefone da Flor toca, eu alcanço pra ela, ela atende.

Flor – O que aconteceu, tá tudo bem? Aqui tá tudo bem… sim, sim… por que perguntou? O único problema é que caiu a luz e ainda continua sem, beleza, tonta, beijo.

Nico – Tudo bem?

Flor – Sim, tudo bem, era a Nadia e perguntou se tava tudo bem aqui, falou que chega em meia hora.

Nico – Olha a hora que é (a gente tinha passado quase 1 hora deitados), vou te ajudar a arrumar e vou embora.

Flor – Beleza, me leva a três quadras daqui que deixei o carro pra lavar.

Ajeitamos a cama e enquanto ela juntava as coisas, levantei disfarçadamente o disjuntor da luz, subimos na moto, chegamos no lava-rápido, ela me deu um beijo de despedida e eu peguei o caminho de volta pra casa.

No caminho, fiquei viajando pensando na gostosa que é a Nadia, com certeza tava vendo ao vivo, cortou a transmissão e ligou pra ver o que tinha rolado, será que ficou com ciúmes? Queria saber qual era a tara dela, era pela amiga, por mim ou porque era só uma fetichista, podia ser só uma brincadeira pra amiga. Aí pensei na possibilidade do vídeo viralizar, mas já tinha desativado a opção de backup na nuvem e os downloads remotos. Só dava pra fazer isso lá do apartamento, baixando um arquivo na rede de uns 18 GB ou tirando o cartão de memória e colocando num PC. Se nenhuma dessas duas coisas acontecesse, em uns 10 ou 15 dias o vídeo seria sobrescrito. A única que poderia copiar era a Nadia, e, mesmo tendo sempre a última tecnologia, percebi que ela não entendia porra nenhuma.

Cheguei em casa, comecei a tomar banho e, enquanto o cheiro de sexo escorria pelo ralo do meu chuveiro, recapitulei como foi bom com a Flor. Sem dúvida, a *young lady* tinha entrado no Top 10 das minhas transas.

Já deitado, quis ver o vídeo. Liguei o aplicativo da câmera e voltei no tempo, cai bem no momento em que tava comendo a bunda dela. Comecei a me tocar por cima da cueca. De repente, uma notificação da câmera: "pessoa detectada".

Quando coloquei a câmera ao vivo, vi a Nadia entrando com uma camiseta grande que cobria a bunda dela. Curioseando debaixo do edredom, abriu espaço e se deitou, colocando dois travesseiros embaixo das costas pra ficar quase sentada. Colocou um vídeo no celular, do lado pegou o coelhinho de pelúcia, cheirou ele e segurou numa mão enquanto a outra descia por baixo até a virilha... não acreditei no que ia rolar.

Continua...

Próxima partehttp://m.poringa.net/posts/relatos/5478028/Flor-de-descubrimiento-Parte-5.html

6 comentários - Flor de descubrimiento (Parte 4)

Muy buen relato . Gran narración van pts