Olá, queridos leitores de contos. Me apresento, sou Santos, atualmente tenho 18 anos. Mas isso que vou contar aconteceu quando eu tinha entre 11 e 12 anos de idade. Este conto é sobre minha mãe, Are, que é o nome dela. Acontece que meus pais se casaram aos 18 anos. Tanto meu pai quanto minha mãe se conheceram quando cursavam o ensino médio, e ficaram namorando até os 18 anos, quando os dois terminaram o colégio. Meu pai é um homem criado numa cidade pequena, diferente da minha mãe, que viveu num sítio antes de se casar com ele. Acontece que quando eu nasci e depois de dois anos com minha mãe, meu pai emigrou para os EUA em busca de uma vida melhor, porque a vida de um mexicano na cidade dele é dura e, com pouco trabalho, não dá pra sustentar a família, ainda mais com um filho. Foi assim que ele emigrou e deixou minha mãe sozinha numa casa alugada na cidade onde meu pai nasceu. Depois de uns 8 anos nos EUA, meu pai sempre foi responsável com minha mãe, mandando dinheiro pra sobreviver e construir uma casinha modesta. Foi assim que conseguimos nossa casinha, e minha mãe ficou super feliz com essa conquista. Mas aí, depois desse tempo, meu pai sofreu um acidente de carro onde duas pessoas americanas morreram. E por causa desse acidente, meu pai foi condenado a alguns anos de prisão. Por causa disso, nossa vida desabou. Percebi que minha mãe ficou tão deprimida com o acontecido que a via triste e sem vontade de fazer as coisas. Naquela época, minha mãe já tinha chegado a uma idade que podemos chamar de madura. Entre uma mulher casada jovem e uma MILF, como chamam as senhoras que se conservam bem no México. Pois minha mãe teria uns 29 a 30 anos na época em que aconteceu o que aconteceu com meu pai. O mérito de chamar minha mãe de MILF não é só pela idade; na verdade, minha mãe continua sendo um monumento de mulher, e em termos de pra mim, com meus escassos 10 anos, já dava pra perceber isso, e como os homens não tiravam os olhos dela quando saíamos pra fazer compras ou algum mandado. Minha mãe, desde que me entendo por gente, sempre se comportou decentemente e se vestia com modéstia e recato. Digo isso porque, onde quer que ela fosse, eu sempre a acompanhava. Além dos altos valores morais da criação que meus avós lhe deram, e pra variar, por ter sido criada num rancho, ela mantinha ainda mais esse recato e uma certa ingenuidade. Pra descrever como minha mãe era naquela época, sempre a comparei com a atriz Bryce Dallas, porque desde que vi os dois filmes de Jurassic World, onde ela é protagonista, sempre disse à minha mãe que ela é quase idêntica a essa atriz gostosa. E não podia ser diferente a beleza da minha mãe, já que ela tem descendência sonorense e michoacana pelo sangue do meu avô. Então, na verdade, ela é uma mulher linda em todos os sentidos. Mas a diferença da atriz Bryce Dallas é que minha mãe é mais peituda, ou seja, tem as tetas maiores que a atriz, e quanto ao resto do corpo, tem aquelas pernas carnudas e canelas lindas, idênticas às da atriz. Além disso, tem uma bunda um pouco mais pronunciada e larga que a da atriz. E pra fechar a beleza da minha mãe, ela tem aquela carinha de inocente e ingênua, idêntica à daquela mulher. Quanto à cor da pele, ela é branca como leite, e seus atributos de mulher bem-feita na verdade fazem ela parecer uma autêntica MILF em toda a extensão da palavra. Então vocês já devem imaginar minha mãe: uma mulher realmente linda, carnuda e desejável. Mas, como eu conto, ela sempre se vestiu recatada, com saias longas e vestidos bem largos, que não deixavam nada à mostra pra ninguém. Mas o que ela não consegue esconder são seus atributos voluptuosos de uma mulher desejável pros homens, e ainda mais pros velhos cinquentões, como o Dom Benito, que na vila era conhecido como "O Rei de Bastos". Por além de ter esse nome, o Mini Super dele era o Dote, ou apelido, como todo mundo chamava. Algumas pessoas e velhos da idade dele, quando eu ouvi falar dele por alto, me contaram também que esse apelido foi ele mesmo quem botou, porque diz que faz referência ao pau dele. Tipo o rei de paus das cartas, que segundo ele, o pau dele é parecido e muito igual ao bastão do rei das cartas, então já dá pra imaginar por que desse apelido vulgar. E essa história é baseada nesse Maldito Velho Dom Benito e na minha Linda Mãe Are. Acontece que depois da prisão do meu Pai, minha mãe entrou numa espécie de depressão, não queria sair nem fazer os serviços de casa. Naquela época, quando a gente se mudou pra nossa casa que construímos com o esforço do trabalho do meu pai, minha mãe conheceu Dona Miriam, que era uma senhora que diziam ser alegre, ou seja, andava com um e outro homem, já que a mulher era divorciada há uns dois anos. Então Dona Miriam vinha sempre em casa pra conversar com minha mãe. Numa dessas conversas, ela percebeu a baixa autoestima da minha mãe e passou a visitar com mais frequência que o normal. Numa das conversas que elas tinham na sala de jantar, eu ouvi a vizinha Miriam dizendo pra minha mãe que não desanimasse, que ela ia fazer o possível pra ajudar a arrumar um trabalho pra sustentar a gente. E comentou que Dom Benito quase sempre tá contratando mulheres pra arrumar os produtos nas prateleiras do Mini Super dele. E era verdade, talvez, o que a senhora Miriam dizia, porque aquela loja era uma das mais sortidas e a que mais vendia na cidade onde a gente morava. Minha mãe, de cabeça baixa, dizia pra Miriam que não sabia se conseguiria trabalhar naquele lugar, porque nunca tinha feito isso, ter um trabalho assim, ainda mais pesado e o dia inteiro. Miriam disse que ia arrumar um trabalho de meio período pra ela poder me cuidar de manhã e trabalhar à tarde até tarde da noite, na hora de que a loja ia fechar. E foi assim que, depois de uma semana de insistência da Dona Miriam, minha mãe aceitou pegar aquele trabalho. Ela me disse que de manhã cuidaria de mim e me buscaria na escola, e à tarde, depois das 13h, iria trabalhar até as 20h, que era o horário em que aquele velho fechava a loja. Foi assim que minha mãe começou a trabalhar na primeira semana, ela continuava se vestindo do mesmo jeito recatado, com roupas largas e saias compridas. Mas passou um mês e eu comecei a perceber as mudanças na minha mãe. Pois ela começou a se vestir diferente. Um dia, depois que já tinha comido e ido pro meu quarto, fiquei curioso e resolvi esperar minha mãe sair pra trabalhar. Fiquei lá esperando ela sair do quarto, e quando ela saiu, fiquei de boca aberta, porque minha mãe estava vestida de um jeito nada habitual. Ela estava usando uma Calça Tipo Colombiana, daquelas que realçam a bunda e levantam ela ao máximo. Era um jeans bem colado no corpo, além de uma blusa branca bem justa nas suas tetonas voluptuosas, e pra completar, umas tipo sapatilhas de salto baixo com tiras, deixando à mostra seus lindos pés recém-pintados. Não conseguia acreditar naquela mudança da minha linda mãe. Quando ela me viu, se assustou com minha presença e a única coisa que conseguiu dizer foi que tinha mudado de roupa porque o trabalho exigia. Que segundo o Seu Benito, ele disse que ela devia usar esse tipo de roupa por conforto. E minha mãe, por ser ingênua e talvez pra manter o emprego, aceitou os pedidos do velho. Mas com aquela roupa assim, dava pra ver uma mulher muito mais gostosa do que meus olhos já tinham visto. Porque dava pra perceber uma bundona monumental e umas tetas suculentas. Quando comecei a ver as mudanças na minha mãe, comecei a suspeitar que aquele velho filho da puta já estava se aproveitando ou chantageando minha linda mãe. Então um dia, resolvi ir até a loja do velho Benito e ver o que minha mãe fazia no trabalho. Quando cheguei na loja, não vi ela em lugar nenhum. Aí umas senhoras que estavam nos balcões me perguntaram o que eu procurava ou quem. E eu falei que tava procurando minha Mãe Are. Então me falaram pra ir lá no fundo do depósito, que era onde minha mãe tava trabalhando. Fui pro depósito na parte dos fundos do Mini super. Entrei naquele depósito e não via ninguém, aí quando já tinha desistido de achar minha mãe, ouvi umas vozes lá no fundo e fiquei curioso, pensei que talvez fosse ela. Quando cheguei naquele lugar, o que encontrei me deixou pasmo. Pois é, minha mãe tava numa escada de 3 degraus arrumando umas caixas numa prateleira, mas o que mais me impressionou foi que o Don Benito tava supostamente segurando a escada pra minha mãe não cair. Mas a imagem que eu vi era na real muito safada, porque minha mãe naquele dia foi vestida com uma calça jeans elástica branca. Já devem imaginar como aquele rabão tava na cara daquele velho filho da puta aproveitador. Aí entendi o porquê da roupa da minha mãe, o velho desgraçado fez isso de propósito pra se aproveitar. Rapidamente depois do que vi, voltei pra casa com uma sensação estranha no estômago. Deixei passar mais 2 semanas e minha mãe cada vez mais tava muito estranha. Um dia que ela saiu pra trabalhar vestida do mesmo jeito, me dei o trabalho de entrar no quarto dela e ver o que podia achar, tipo roupas ou peças que ela tinha mudado no guarda-roupa. Nisso, entrei no quarto dela e comecei a revirar tudo pra ver se encontrava algo. O que achei num canto escondido foram calças novas elásticas e tipo colombianas, além de blusinhas minúsculas, suponho bem justas no corpo. Comecei a pensar no porquê dessa mudança de roupa da minha mãe, e sem dúvida era por causa daquele velho filho da puta do Don Benito. Depois de mais duas semanas, minha mãe sem dúvida já não se vestia mais pra Nada recatadamente. Agora, sem pudor, ela usava roupas coladas no corpo monumental dela. Usava calças e leggings elásticas de várias cores, além de blusas tipo tomara-que-caia que deixavam à mostra os peitos lindos e enormes dela. Mas, sem dúvida, a peça que mais realçava a bunda gostosa dela era uma calça rosa tipo legging que ela usava. Essa calça era bem fina, quase grudada no corpo dela. Vocês imaginam como aquele rabão lindo da minha mãe ficava marcado? Mas o que mais me incomodava era como o Velho Benito ficava de olho. Bom, se é que ainda dava pra ele aproveitar aquilo. Mas comecei a desconfiar que não era só isso. Comecei a achar que o Velho já tinha conseguido algo mais, talvez com as chantagens dele. E eu precisava confirmar isso.
Um dia, fiquei muito curioso porque minha mãe, nos últimos dias, demorava muito mais do que o normal pra chegar em casa. E comecei a perguntar por que ela estava atrasada. Ela sempre respondia que tinha mais trabalho pra fazer, que ficava no depósito arrumando caixas pra não ter serviço acumulado no dia seguinte. Aí a dúvida apertou ainda mais. Foi quando decidi um dia ir até a loja, calculando o horário de saída da minha mãe. Quando cheguei lá, bem na surdina, ainda tinha bastante movimento na loja, e algumas senhoras mais velhas me conheciam de vista como filho da Are. Quando perguntei pela minha mãe, me disseram que, como sempre, ela tava no depósito dos fundos da loja. Foi quando fui até lá, bem de mansinho, e entrei. Entrei com a intenção de me esconder em algum lugar entre as caixas e esperar até fecharem, pra ver o que minha mãe fazia que demorava tanto. Consegui meu objetivo e esperei uma hora. Quando ouvi fecharem as cortinas da loja, a iluminação ficou quase apagada lá dentro. Então comecei a me mexer e procurar onde minha mãe ou outra pessoa podia estar. Não via ela em lugar nenhum, então... Espera mais perto da entrada da loja pra ver o que ia rolar. Quando passou uns 15 minutos, ouvi uma palmada forte em algum corpo, junto com um gemido de mulher, sem dúvida reconheci que era a voz da minha mãe. Mas o que tinha acontecido? Aí ouvi a voz do Velho Benito dizendo: "Já sabe, mamãe, como sempre, vai se trocar e coloca agora o uniformizinho de colegial que comprei pra você esses dias, e agora quero você com os saltos rosa, os mais altos. Ah, e sem calcinha nem sutiã. Quero você pronta pra acomodar o pepino que vai comer." Não podia acreditar, era a voz do velho, mas era da minha mãe que ele tava falando. Quando, poucos segundos depois, ouvi a voz dela e ela disse: "Ai, seu Benito, me dá muita vergonha vestir esse tipo de roupa, mal aceitei as saias jeans e as calças, e se fiz foi pra manter o emprego, não foi por outra coisa. Agora você me pede isso de novo, eu falei que ia fazer só naquele dia que o senhor pediu, mas não achei que fosse tão ruim usar. Agora olha, aqui estou eu aceitando de novo o seu pedido." Minha mãe tinha aceitado os pedidos do Velho. Sem dúvida aquele maldito tinha conseguido, ter na mão dele uma mulher ingênua e carente de proteção masculina, que era meu pai. Esperei passar um tempo no depósito pra ver o que ia rolar depois com eles e por que o Velho pedia aquilo pra minha mãe. Passou 10 minutos. E ouvi uns saltos passando por algum canto do depósito, foi quando procurei um lugar bom pra ver e o que vi não podia acreditar. Era minha mãe vestida como uma putinha colegial. Com uma minissaia plissada branca, mas tão pequena que mal cobria aquela bunda gigante e branca que ela tem. Além de uma blusinha tipo top transparente que deixava os peitinhos dela bem durinhos, e sim, aqueles saltos transparentes rosa enormes. Quando vi, não podia acreditar, era minha linda mãe vestida como uma puta de respeito pra aquele velho cinquentão. Ela imediatamente foi até... O quarto administrativo onde eu suponho que aquele velho sujo estaria. E foi assim, ela abriu a porta e o Velho já estava nu e pronto, esperando minha mãe. A última coisa que consegui ver foi a porta se fechando, e eu fiquei do lado de fora, só podendo ouvir o pouco que falavam. Eu estava à beira das lágrimas lá fora, no depósito, porque não cabia na minha cabeça como minha mãe tinha mudado da noite pro dia por causa daquele maldito velho. Quando eu estava tentando processar minha dor, ouvi umas palmadas fortes do outro lado. Sem dúvida eram as mãos do Velho batendo naquelas carnes lindas e brancas da minha mãe puta. Além disso, imediatamente ouvi uns gemidos e batidas contínuas. Já estava acontecendo o que eu mais temia: aquele velho comendo minha mãe sem parar. Porque depois os gemidos e as palmadas foram se intensificando cada vez mais... a ponto de ouvir minha mãe dizer: "Vai, não para, maldito... era isso que você queria desde que eu cheguei aqui, né? Queria me foder, maldito... vai logo, faz isso, maldito... me bate e me come gostoso, filho da puta... não me poupa, não... essa bunda aguenta isso e mais... vai, cachorro... não me segura... já fazia muitos anos assim... sem pau e não aguentava mais... me come gostoso... haaaa mais forte, maldito. Não para... me bate... haaa eu vou gozar, maldito... vou gozar." Eu não podia acreditar que minha mãe estava falando essas coisas. Desde aquele momento, minha vida mudou pra sempre. Aquele velho mudou o comportamento da minha mãe e fez dela sua puta do jeito dele. Ela já não voltava pra casa às vezes. Chegava no dia seguinte e sempre se desculpando comigo por chegar tarde. Minha mãe não foi mais a mesma, a ponto de não ficar com aquele velho, e acabou trabalhando num puteiro perto de outra cidade maior do que aonde a gente morava. Falavam por aí que ela era a puta mais cobiçada da região, e sem dúvida era. Porque pra aproveitar uma mulherão daqueles e uma rabuda daquele jeito, não era pra menos. Foi assim que eu perdi minha mãe. Ela se tornou uma puta, e nossa relação nunca mais foi a mesma. mesma.

Deixo aqui foto da Atriz. Idêntica à minha puta da mãe. Pra vocês imaginarem. É quase igualzinha. A última foto editei com mais bunda grande e peitão, igual minha mãe.
Um dia, fiquei muito curioso porque minha mãe, nos últimos dias, demorava muito mais do que o normal pra chegar em casa. E comecei a perguntar por que ela estava atrasada. Ela sempre respondia que tinha mais trabalho pra fazer, que ficava no depósito arrumando caixas pra não ter serviço acumulado no dia seguinte. Aí a dúvida apertou ainda mais. Foi quando decidi um dia ir até a loja, calculando o horário de saída da minha mãe. Quando cheguei lá, bem na surdina, ainda tinha bastante movimento na loja, e algumas senhoras mais velhas me conheciam de vista como filho da Are. Quando perguntei pela minha mãe, me disseram que, como sempre, ela tava no depósito dos fundos da loja. Foi quando fui até lá, bem de mansinho, e entrei. Entrei com a intenção de me esconder em algum lugar entre as caixas e esperar até fecharem, pra ver o que minha mãe fazia que demorava tanto. Consegui meu objetivo e esperei uma hora. Quando ouvi fecharem as cortinas da loja, a iluminação ficou quase apagada lá dentro. Então comecei a me mexer e procurar onde minha mãe ou outra pessoa podia estar. Não via ela em lugar nenhum, então... Espera mais perto da entrada da loja pra ver o que ia rolar. Quando passou uns 15 minutos, ouvi uma palmada forte em algum corpo, junto com um gemido de mulher, sem dúvida reconheci que era a voz da minha mãe. Mas o que tinha acontecido? Aí ouvi a voz do Velho Benito dizendo: "Já sabe, mamãe, como sempre, vai se trocar e coloca agora o uniformizinho de colegial que comprei pra você esses dias, e agora quero você com os saltos rosa, os mais altos. Ah, e sem calcinha nem sutiã. Quero você pronta pra acomodar o pepino que vai comer." Não podia acreditar, era a voz do velho, mas era da minha mãe que ele tava falando. Quando, poucos segundos depois, ouvi a voz dela e ela disse: "Ai, seu Benito, me dá muita vergonha vestir esse tipo de roupa, mal aceitei as saias jeans e as calças, e se fiz foi pra manter o emprego, não foi por outra coisa. Agora você me pede isso de novo, eu falei que ia fazer só naquele dia que o senhor pediu, mas não achei que fosse tão ruim usar. Agora olha, aqui estou eu aceitando de novo o seu pedido." Minha mãe tinha aceitado os pedidos do Velho. Sem dúvida aquele maldito tinha conseguido, ter na mão dele uma mulher ingênua e carente de proteção masculina, que era meu pai. Esperei passar um tempo no depósito pra ver o que ia rolar depois com eles e por que o Velho pedia aquilo pra minha mãe. Passou 10 minutos. E ouvi uns saltos passando por algum canto do depósito, foi quando procurei um lugar bom pra ver e o que vi não podia acreditar. Era minha mãe vestida como uma putinha colegial. Com uma minissaia plissada branca, mas tão pequena que mal cobria aquela bunda gigante e branca que ela tem. Além de uma blusinha tipo top transparente que deixava os peitinhos dela bem durinhos, e sim, aqueles saltos transparentes rosa enormes. Quando vi, não podia acreditar, era minha linda mãe vestida como uma puta de respeito pra aquele velho cinquentão. Ela imediatamente foi até... O quarto administrativo onde eu suponho que aquele velho sujo estaria. E foi assim, ela abriu a porta e o Velho já estava nu e pronto, esperando minha mãe. A última coisa que consegui ver foi a porta se fechando, e eu fiquei do lado de fora, só podendo ouvir o pouco que falavam. Eu estava à beira das lágrimas lá fora, no depósito, porque não cabia na minha cabeça como minha mãe tinha mudado da noite pro dia por causa daquele maldito velho. Quando eu estava tentando processar minha dor, ouvi umas palmadas fortes do outro lado. Sem dúvida eram as mãos do Velho batendo naquelas carnes lindas e brancas da minha mãe puta. Além disso, imediatamente ouvi uns gemidos e batidas contínuas. Já estava acontecendo o que eu mais temia: aquele velho comendo minha mãe sem parar. Porque depois os gemidos e as palmadas foram se intensificando cada vez mais... a ponto de ouvir minha mãe dizer: "Vai, não para, maldito... era isso que você queria desde que eu cheguei aqui, né? Queria me foder, maldito... vai logo, faz isso, maldito... me bate e me come gostoso, filho da puta... não me poupa, não... essa bunda aguenta isso e mais... vai, cachorro... não me segura... já fazia muitos anos assim... sem pau e não aguentava mais... me come gostoso... haaaa mais forte, maldito. Não para... me bate... haaa eu vou gozar, maldito... vou gozar." Eu não podia acreditar que minha mãe estava falando essas coisas. Desde aquele momento, minha vida mudou pra sempre. Aquele velho mudou o comportamento da minha mãe e fez dela sua puta do jeito dele. Ela já não voltava pra casa às vezes. Chegava no dia seguinte e sempre se desculpando comigo por chegar tarde. Minha mãe não foi mais a mesma, a ponto de não ficar com aquele velho, e acabou trabalhando num puteiro perto de outra cidade maior do que aonde a gente morava. Falavam por aí que ela era a puta mais cobiçada da região, e sem dúvida era. Porque pra aproveitar uma mulherão daqueles e uma rabuda daquele jeito, não era pra menos. Foi assim que eu perdi minha mãe. Ela se tornou uma puta, e nossa relação nunca mais foi a mesma. mesma.


Deixo aqui foto da Atriz. Idêntica à minha puta da mãe. Pra vocês imaginarem. É quase igualzinha. A última foto editei com mais bunda grande e peitão, igual minha mãe.
Comentarios Destacados
11 comentários - Minha Mãe e o Velho Vendedor Seu Benito
Me gustaría ver asi a mi madrastra y que la morbosen
Además no es mi problema q te comprometas y salgas llorando por 1 año de no terminar una parte
Día 2 volvió y se fue otra vez comenzamos los mil años de espera