Mi novia, su ex y yo. La cama.

Amigos, a história continua. Agradeço pelo apoio. Por favor, é uma grande motivação receber mensagens, comentários ou qualquer feedback de vocês. Não parem de fazer isso..

Bom... vamos lá.


Nós três descemos do carro. Eu na frente e eles dois atrás. Quando desceram, se abraçaram e se beijaram coladinhos do lado. Eu olhei de canto e fui andando até a porta de casa. Eles vieram uns passos atrás, na deles.

Abri a porta e entramos todos. Ela fala:

S: Bom… nem preciso te falar nada. Você já conhece, haha.

Nacho olhou pra ela meio desconfortável, assimilando a situação aos poucos.

N: Vamo pro quarto, então.
S: Você vai me comer?
N: É, vamo.

Nacho pegou a mão dela e levou pro quarto. Nem olharam pra mim. Na hora, fiquei na dúvida. Dava pra seguir e ficar olhando? Participar? Ou pelo menos da porta?

A pergunta se respondeu sozinha quando ouvi a porta bater. Claramente, não era a minha vez.

De novo, igual da primeira vez, me enfiei no quarto ao lado pra escutar. Bati uma ou duas punheta enquanto ouvia gemidos, gritos, um tapa bem dado na bunda da Sofi. Quando terminaram de transar, dava pra ouvir eles conversando. Não dava pra entender nada, mas dava pra sentir os graves do Nacho. Até que num momento, a mágica aconteceu.

Ouvi a porta abrir, e ela, só colocando a cabeça pra fora, me chama:

S: Gordo, cê tem baseado?

A gente fumava maconha de vez em nunca. Quase nada. Mas eu tinha um pouco em casa, principalmente de quando vinham amigos e deixavam. Como sabiam que eu nunca tinha, não se importavam de esquecer um ou outro pra fumar na próxima.

Eu, surpreso mas animado por fazer parte, respondi na hora:

Y: Acho que tem um beck. Deixa eu ver.
S: Beleza, se tiver, traz.

Saí correndo pra gaveta da cozinha e achei, enrolado num guardanapo.
Fui pro quarto, bati na porta e falei de fora:

Y: Aqui, achei um inteiro.
S: Beleza, entra.

Abri a porta. Não consigo explicar o que foi ver aquilo.

Primeiro, tinha um cheiro de sexo maravilhoso. Aquela mistura de perfume, fluidos, ambiente fechado. Tudo junto.
Roupa jogada pra todo lado. Sinal claro de que a vontade era grande. e provavelmente começaram a se despir logo que fecharam a porta.

Ele estava deitado, mas apoiado na cabeceira da cama, coberto até a cintura. E ela, nua, com uma perna também coberta até a metade, mas recostada no peito dele e com uma perna cruzada sobre as pernas dele.

No clima de namorados, relaxados e curtindo.

Ele parecia um pouco irritado com a minha presença, mas já mais calmo do que antes.

S: Trouxe isqueiro?
Y: Uh, vou ver.
N: Eu tenho. Pega no meu short que tá ali.

Ele falou comigo e olhou enquanto falava. Seco, mas direto.

Fui pegar o short, revirei os bolsos e peguei o isqueiro que dividia o bolso com a carteira.

Quando fui entregar, pronto pra ser dispensado com o olhar de novo, a Sofi fala:

S: Fica pra fumar com a gente.
Y: Na, de boa, fumem aí, depois arrumo outro.
S: Não, sério, fica. Não tem problema.

O Nacho não falava. Mas não negava. E eu fiquei. Sentei na beirada da cama, do lado da Sofi. Acendi o baseado, dei a primeira tragada e passei.

Era flor de primeira. Não entendo muito do assunto, mas dava pra ver que era gostoso de fumar, e também sabia que com pouco já dava uma tontura.

A Sofi fumou e passou pro Nacho, que deu uma tragada funda, como quem prova bem pra avaliar. Com cara de jurado de reality show de culinária.

S: Viu que é mais gostoso que o do Gonza?
N: É verdade, tá muito bom.

Ah, legal… gostei da ideia de ouvir eles falarem de amigos dele. Gostei de ver que eles tinham a própria história, e que falavam disso na minha frente. Gostei.

S: Esse é de um amigo do Juan que planta em casa. É um dos melhores que já provei.
N: Qual é a dele, tem muitas plantas? (Olhando pra mim)

Aí, de novo surpreso, percebi que o cara tava puxando papo comigo. Contato visual contínuo e relaxado. Não vou transcrever a conversa porque não faz sentido. Só importa que vocês saibam que continuamos dividindo as tragadas. um tempão, até quase terminar o baseado inteiro.

As conversas foram todas bobeiras. Do assunto do meu amigo e o baseado, passamos pra um amigo dele que teve um problema na justiça porque foi parado na estrada com bala. Ele contou que de vez em quando vai em festa eletrônica e que curte tomar um doce de vez em quando.

Já chegando no final do baseado, a Sofi começou a ficar mais melosa. O que começou com carícias no peito, passou pra mão dela sumir debaixo dos lençóis. Depois de um tempo dava pra ver direto como ela acariciava a pica dele, que começava a crescer, com o lençol no meio. O que dava pra notar não era a pica em si, mas o trajeto da mão da Sofi, que ficava cada vez mais longo.

Eu, claro, não podia ficar olhando, mas era impossível não desviar o olhar.

Nesse clima, a conversa continuava. Ele não tava dando bola pra Sofi. Falava comigo, até trocamos umas risadas. Quem não tava nem aí pra gente era a Sofi. Ela não participava da conversa. Parecia viajando. Entre o baseado e a concentração que ela tava colocando no corpo do Nacho, não sobrava espaço na cabeça dela pra entrar no papo. Ela nem registrava.

Num momento, ela começou a dar uns beijos no peito dele. Foram 1, 2, 3, até virar uma sequência sem parar. Esses beijos começaram a subir pro pescoço. Aí o Nacho já começou a dar sinais de que tava percebendo. Ele falava comigo, mas tava ligado. De vez em quando olhava pra baixo. Num instante, o Nacho começou a mexer a mão esquerda. Desde que eu entrei no quarto, a Sofi tava deitada em cima daquele braço. Imagina só. Aquele braço passava por baixo da Sofi, rodeava as costas dela como se tivesse abraçando. Naquela hora, ele começou a fazer carícias nas costas dela, que depois desceram pra bunda. Ele acariciava a bunda inteira. A maçã completa, de cima a baixo e dos lados. E enquanto isso, continuava falando comigo como se nada.

A Sofi ia invadindo ele, e ele ia se deixando invadir.

De repente, ela começou a dar beijos na bochecha, que na hora viraram beijos na boca.
Aí a conversa já era impossível, e ele se entregou pra Sofi. Começou a acompanhar os beijos e a apalpar ela mais. Eu olhava sem acreditar no que via. A pica tava explodindo, parceiros.

Sofi subiu em cima dele e começou a beijar ele com tudo. Não paravam de se beijar. E quando não se beijavam, se chupavam inteiros. Nacho ainda tava na cama, mas já reclinado, apoiando a nuca no encosto. Ela sentou no peito dele e colocou os peitos na altura do rosto dele. E ele começou a chupar como se não houvesse amanhã.

Ela olhava pra cima, com uma cara de prazer que eu nunca tinha visto. Tava viajando. Ele continuava chupando os peitos dela. Ela juntava eles pra ele poder se enfiar no meio daqueles peitos lindos que ela tem..

Sofi jogou uma das mãos pra trás, enquanto continuava na mesma posição sentada no peito dele, e agarrou a pica que ainda tava coberta pelo lençol, mas que com o movimento já começava a aparecer.

Quando saiu… pelo amor de Deus.

Mais do que o tamanho, que na minha opinião devia ter uns 18 cm duro, o que me surpreendeu foi a estética. Perfeitamente depilada, bem venosa e com bastante grossura. Literalmente parecia uma pica de ator pornô premium. Aí eu entendi a devoção da Sofi.

Ela começou a masturbar ele com a mão pra trás. De cima pra baixo, percorria a pica inteira que já tava duríssima. Enquanto isso, ele chupava os peitos dela e eles se beijavam alternadamente.

Até que ela de repente muda de postura. Já viram quando uma mulher assume aquela personalidade que ela estica um pouco os lábios, fala sussurrando e tem um olhar voraz e provocador? Então, vocês já sabem. Assim. E na hora ela fala com os lábios assim pra fora:
S: Vai, me trata na frente dele do jeito que você sempre me trata.
N: Como você quer que eu te trate?
S: Como o que eu sou. Uma puta.
N: Ah é? Tem certeza?
S: Tenho.
N: Então chupa ela. Quero que você molhe ela, entendeu?

Aí, bem obediente, ela começou a descer. Pelo corpo do Nacho até ficar de joelhos entre as pernas bem abertas dele, de frente pro tronco gigante que tava totalmente duro.

Ela pegou e deu a chupada mais molhada que eu já vi na vida. Engasgou tanto que saía baba pelos lados da boca que não estavam cheios de pau, e falou:

S: Assim?
N: Isso, continua.

Sofi continuou chupando igual uma louca. Enquanto isso, enfiava os dedos na própria buceta.
Ele segurava ela pelo cabelo ou pela nuca e empurrava os movimentos. De vez em quando levantava ela pelo cabelo como se fosse um cavalo, obrigava ela a olhar pra ele, e baixava de novo pra ela continuar sugando.

Vocês devem estar se perguntando… e eu? Eu tava doido, mas quieto. O pau tava explodindo só de olhar eles a centímetros de distância. Entendam que a bunda da Sofi de joelhos tava literalmente a 30 centímetros da minha cara. Eu continuei sentado na borda da cama olhando sem parar.

Num momento, comecei a passar a mão na calça, não aguentava mais de tesão. No começo nem prestaram atenção em mim, continuaram na deles.

Num momento, ainda grudada no pau do Nacho, a Sofi vira a cabeça, me olha, olha pra ele e me olha de novo. E fala:

S: Quer fazer a punheta de corninho?
Y: Sim, por favor.
S: O que você acha, Nacho? Deixamos?
N: Se ele quer, sim, não tenho problema.
S: Você tem que tratar ele igual a mim. Ele gosta de ser corno. Deve estar louco pra meter.
N: Hmm, não sei, não rola.
S: Me deixa cuidar disso, que sou sua putinha e também cumpro suas ordens?
N: Beleza, vamos ver…
S: Tira a roupa, corno. Tira agora e fica num canto do quarto pra não atrapalhar.

Eu não hesitei um segundo em entrar no personagem. Tava realizando minha fantasia de vida.
Tirei a roupa o mais rápido que pude e fui ficar encostado na parede. Imaginem uma cama encostada numa das quatro paredes do quarto. Eu fiquei numa parede lateral, na altura onde a Sofi tava chupando o pau do Nacho. O quarto não é muito grande. então fiquei por perto e tinha visão direta do que rolava. Fui bem rápido, porque se eu parasse na parede em frente à cama, só ia ver a bunda dela, perdendo aquele visual foda.

S: Vai, bate uma punheta.

Comecei a bater punheta em pé, enquanto olhava pra eles. Ela voltou a se concentrar no pau dele. Ele me olhou por um segundo no começo. Nem reparou no meu pau. Foi tipo um olhar pra sacar o que tava rolando, e voltou pro que tava fazendo.

Sofi chupava concentrada, mas de vez em quando olhava pro lado pra ver se eu tava cumprindo a ordem dela. No olhar dela, totalmente transformado, escondia algo mais que a cara de quem tava vendo um corno. Eu sentia que com aquele olhar humilhante ela tava me fazendo sentir ciúmes, mas não só ciúmes do que ela fazia com outro cara, e sim porque eu suspeitava que também tava com ciúmes da pica que ela tava engolindo.

Ela pressentia minha vontade, que já tinha mostrado antes com gestos e indiretas. E jogava o jogo melhor que ninguém.

Olhando pro Nacho, ela disse:

S: E aí? Quando é que você vai me falar o que eu tenho que fazer? Vou chupar sua pica a noite toda?

Parece que Sofi tava querendo que ele retomasse o personagem e se soltasse mais. Minha situação pelado batendo punheta do lado tinha desconcertado ele um pouco e entendi que ele tinha recuado alguns passos na excitação.

Sofi seguiu naquele papel foda. Foi nos soltando e nos levando cada vez mais fundo na fantasia, e por outro lado enchia o ego dela de rainha das putas, que claramente fascinava ela.

Diante do silêncio dele, acelerou a chupada e mandou um deep throat incrível. Enfiou a pica inteira na garganta, a ponto de quase não dar pra ver pau fora da boca.

Deu pra ver que ele enlouquecia, enquanto o corpo todo tremia. Virou a cabeça pra cima, não dava pra ver os olhos dele. Soltou uma respirada foda, acompanhada do primeiro gemido forte que ouvi dele na noite. Ali percebi de novo que sua personalidade mais solta reaparecia. Ele voltou pra Sofi, levantou o rosto dela puxando pelo cabelo e disse:

N: Senta em cima da pica, sua puta.

S: ah sim… e com o corno que eu faço?

N: Ele continua se masturbando de graça olhando a gente foder, o corno.

S: Entendeu, corno? — olhando pra mim, ainda agarrada pelos cabelos pelo Nacho.

Y: sim.

Ela foi pra trás e subiu de novo nas pernas dele. Agarrou a pica imensa do Nacho e, olhando pra ele de frente, enfiou tudo pra dentro da buceta. Entrou como se tivesse lubrificante, mas sem precisar usar nenhum.

Aí começaram os gritos dos dois. Ela começou a pular que nem uma louca. Ele alternava entre agarrar o pescoço dela, bater na bunda dela e chupar os peitos dela.

Ela gritava e gritava. ChuPava os dedos, beijava ele, ou só gritava.

Foi incrível ver de lado o caminho que a pica fazia, como o tronco ia se soltando e sendo absorvido de novo pela buceta da Sofi.

Era incrível ver aquilo assim.

Eu não parava de me masturbar. Sinceramente, parava pra não gozar. E voltava de novo. Tinha esperança de participar.

Eles fodiam e fodiam. Ele falava um monte de barbaridades, e a única reação dela era fazer cara de puta insatisfeita.

N: Fica de quatro olhando pro corno, sua puta. Vou te foder olhando pra ele.

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAH. Por favor. Que incrível o que eu tinha ouvido.

Ela, quieta e submissa, ficou de quatro automaticamente. Se ajoelhou, empinou a bunda bem pra cima e o rosto o mais colado no colchão possível, e me olhou. Me olhou fixo, com a mesma cara de antes.

Ele se ajoelhou atrás, e em menos de um segundo já tinha a pica dentro e começou a meter forte. Não dá pra explicar como ele puxava o cabelo dela. Era literalmente um cavalo. Levantava a cabeça dela com uma mão, com a outra agarrava o pescoço, e enterrava a pica bem fundo.

N: O corno gosta do que vê?

S: aooohhh pra mim sim. O que você acha, corno?

Y: me Encanto, não aguento mais.
S: Ah, não aguenta mais? Quer gozar?
Y: Sim, quero ver vocês dois.
N: Não pode gozar. Segura essa porra. Se gozar, vaza do quarto.
S: Entendeu o que o Nacho mandou, cuckhold?
Y: Sim, entendi.
S: Quer que eu chupe um pouco ele?
N: Nem fodendo. Só olha e pronto.
S: Tá bom. Posso chupar meu dedo pra mostrar como seria?
N: Isso pode.

Sofi me olhou de novo, com cara de puta safada e provocante. E começou a enfiar dois dedos na boca. Sempre me encarando, às vezes fechando os olhos, às vezes revirando os olhos, perdendo o olhar pro alto.

Continuou assim por um tempo, até que me disse:

S: Tá gostando do que vê?
Y: Sim, tô adorando, deixa eu entrar, por favor.
S: Pergunta pro Nacho.

Aí olhei pra ele. Não sabia se tinha que implorar, pedir normal, ou ficar calado. Sinceramente, não entendia nada e, acima de tudo, não queria estragar tudo.
Resolvi ir fundo. A situação pedia, e estávamos nesse clima.

Y: Nacho, posso? Por favor.
N: Como você enche o saco, seu cuck de merda. Vem aqui de joelhos.
S: Ah, sim, vem, cuckhold, vai.

E na hora me ajoelhei. Entendi que de joelhos era de quatro, engatinhando, e fui me aproximando.

N: Olha como o cuck de merda engatinha, e ninguém mandou.
S: O cuckhold é obediente.

Cheguei na beirada da cama e fiquei quase cara a cara com a Sofi. Vocês não têm ideia do momento que era.

Estar perto dela, olhando aqueles lábios todos inchados pra fora, tipo bico de pato. Os olhos dela que às vezes me encaravam e às vezes ficavam brancos de prazer. O cheiro de pica que saía da boca dela quando respirava no meu rosto. Ele puxava o cabelo dela, e de repente a cabeça dela se afastava. Ela olhava pra cima, e ele puxava, enforcava ela. E ela, louca, gemia.
Eu olhava de perto e me batia uma.

Num momento, ele levantou ela pelo cabelo e a fez se curvar tanto que a cabeça dela ficou quase apontando pro teto.

N: Me olha, puta.
S: Ah, sim. O que você quer que eu faça?
N: Abre bem a boca, puta.

Sofi abriu a boca. Ela estava literalmente em êxtase. Aí, ele cuspiu dentro da boca dela. Começou a escorrer por aqueles lábios carnudos que estavam mais inchados do que nunca. A saliva foi descendo pelo queixo, pescoço, quase chegando nos peitos.

Ela continuava agarrada nos cabelos, se tocando, gemendo de prazer, e espalhando a saliva por todo o peito.

N: cuck, chupa ela. Lambe ela toda. Já.

E aí fui na hora. Mergulhei. Passei a língua por tudo. Lambi o corpo inteiro dela. Os peitos, o peito, o pescoço, as bochechas, a boca também.
Tudo.

Enquanto ela gemia, falava comigo.

S: Tá gostando do que tá lambendo?
Y: sim (sem olhar pra ela, só focado em lamber)
S: Olha que sobrou um pouquinho aqui (apontando um pedaço do pescoço).

E aí fui, continuar lambendo. A gente tava muito tesudo. E o Nacho também. Dava pra ver que ele mudava o ritmo quando via essas coisas. Mudava a respiração, a velocidade da penetração, até gemia um pouco.

Onde isso ia parar? Qual era o limite? Ninguém sabia direito. O que tava claro é que quem mandava era o Nacho.

N: Vem aqui, puta, vira que quero gozar na sua boca.

A Sofi parou tudo na hora. Virou, deixando a bunda na minha cara, e começou a chupar que nem uma doente. De quatro também.

O Nacho também parecia alucinado, igual qualquer um que tá prestes a gozar. Mesmo assim, ele parou um instante, me olhou e falou:

N: cuck, chupa a buceta dela enquanto eu gozo.

E aí fui, cumprir a ordem. Do jeito que dava, ajoelhado, comecei a passar a língua onde dava. Cu, buceta, o caminho do meio. Tudo. Que gosto de pau que tinha, puta merda.

A Sofi gemia cada vez mais, enquanto chupava o Nacho que nem uma puta profissional.

Num momento, tudo se intensificou. Nacho começou a gemer que nem um touro, Sofi a sugar que nem uma mamadeira, e eu entendi o recado e enfureci a lambida.
Até que ouviu o “aaaahhhhh” do Nacho. E aconteceu. Ele encheu a boca de porra. Bah… a boca, a cara, o corpo, a cama. Tudo cheio de porra.

E a Sofi fazendo o que nunca fez comigo. Passando a língua por todo lado, com o corpo todo lambuzado de porra e ainda de quatro. Rebolando bem molhada.

O Nacho levantou ela pelo cabelo de novo, fez ela olhar pra ele, e disse:

N: o que você vai fazer com toda essa porra?
S: o que você mandar.
N: fala, sua puta, me diz o que você quer fazer com essa porra.
S: quero dividir.
N: com quem?
S: com o Juan.

Meus amigos… eu explodi. Na verdade, explodimos nós três.

O Nacho olhou pra ela, olhou pra mim, e disse:

N: vem cá, corno. Ajoelha do lado dessa puta.

Subi na cama na hora. Obedecendo 100% e pronto pra rolar o que tivesse que rolar.
O Nacho pegou nós dois pelos cabelos, um com cada mão. Levantou nossa cabeça, obrigando a gente a olhar pra ele, e disse:

N: façam o que tiver que fazer, mas não quero um pingo de porra nos lençóis. Entendeu?

Continua...

20 comentários - Mi novia, su ex y yo. La cama.

hschsc
Nooooo. Que tremendo relato!!!! Me la para mal!
W
O
W
!
Amigo. ¡Qué relataso! ¡La calentura que me agarré! No pude dejar de ponerme en tu lugar todo el tiempo. ¡Sofi es una loba!
Muy bueno!!! Faltó que le acaben adentro nomas jajaja
Muy bueno! Los felicito a los 3 pero sobretodo a vos cornudo colega
Es impresionante como en cada relato va aumentando la calentura y el placer de todos. Me encantó
Las temperaturas se vuelven inconcebibles. La narración es increíblemente excitante.