Mãe do Pedro e o valentão 13

— O que isso significa?
— O que?
— Você sabe o que… isso. Por que você fez isso comigo?
— Haha… linda, eu nunca te forcei a fazer nada que você não quisesse.
— Não! Isso não é verdade. Você me obriga a fazer tudo. Eu sou casada, sou mãe e…
— Você não parecia casada nem mãe quando tava dançando, haha.

Teresa não sabia o que responder.

— Além disso, linda, não vem falar comigo nesse tom. Não sou um dos seus filhos e também não sou o corno do seu marido, então se quiser me dizer alguma coisa, vai ser de um jeito que me agrade. Entendeu?
— S… sim, entendi… Pode me dizer por favor por que me trouxe aqui e por que me fez dan… por que dancei pra aqueles homens?
— Mmm, sim, assim eu gosto mais. Toma.

Marcelo coloca na mão dela uma nota de 100.

— Um presente meu, você foi muito boa primeiro.

Ela não queria admitir, mas gostou de receber a aprovação de Marcelo.

— Ah, você me viu? Achava que tava entretido com aquela loira.

Marcelo dá um sorrisinho, já que o ciúme de Teresa veio claramente à tona.

— Não se preocupa, não me esqueci da sua surpresa, vou te dar quando a gente voltar. De qualquer forma, quando eu te disser, você vai ter que vir nesse lugar sozinha, e eu vou te esperar aqui.
— O quê?
— Não sei quando, mas um desses dias vou te ligar no celular com alguns dias de antecedência pra você vir aqui num certo horário. Não me importa com quem você tá ou o que tá fazendo.
— Mas… mas eu… isso não posso fazer… de novo, se alguém…
— Não tem mas. Você vai fazer como eu mando sem reclamar, ou prefere que eu fique puto?
— …Não… Tá bom.

Depois os dois subiram no carro e Marcelo começou a dirigir enquanto Teresa não dizia nada. Ficava pensando no que tinha aceitado fazer e em tudo que aquilo significaria pra ela e pra vida dela. O carro parou e a mulher distraída só percebeu que estavam na frente da casa dela.

— Tá pronta?
— Pronta? Pra quê?
— Pra sua surpresa.

Marcelo coloca na mão dela um vidrinho de lubrificante, e a mulher demora alguns segundos pra entender. Os olhos dela se arregalaram ainda mais quando percebeu o que estava prestes a acontecer.

— Não… Quer mesmo… sério?
—Tem problema com isso, gostosa?
—Não, quer dizer, sim, não sei… Eu… nunca tentei e, além disso, isso é vulgar demais, sujo e…
—Excitante?
—Não. Não é assim. Por favor, não me peça isso. Além do mais, se começarmos agora, não vou conseguir buscar meu filho e, e…
—Sabe que eu não tô nem aí pros seus filhos.
—Não fala assim. É que eu também não tô preparada, e se você colocar aquela coisa dentro de mim, vai me matar…
—Ok, ok, se você não quer, não quer. Quem perde é você.
—Ufa… obrigada.
—De qualquer forma, eu achava que você queria sua surpresa… bom, se você não quer, dou pra outra pessoa.
—O quê? Do que você tá falando?
—Não se faz de sonsa. Não vou ficar esperando você ter vontade de se divertir. Eu tô afim e você não, então vou visitar alguém que tá.
—O quê? Quem?
—Acho que você já sabe.
—Não, não sei… quem?
—Haha… Quer ouvir, né? Bom, a loira do primeiro parecia bem divertida, tenho certeza que não vai faltar vontade pra ela.
—Ofélia?
—Isso, ela. Por quê? Tá com ciúmes?
—O quê? Não, eu nunca… você é louco, faz o que quiser.
—Muito bem, até mais, linda.

Depois de falar, Marcelo faz menção de sair do carro, mas Teresa segura o braço dele, impedindo que saia.
—Espera!
—…
Marcelo olha pra ela, fingindo que não sabia por que ela o tinha parado. A mãe de Pedro tinha agido por puro impulso; não queria que o valentão se afastasse dela, principalmente se ele quisesse trocá-la por outra. Ela sabia que tinha perdido.
—Eu… você… que seja rápido, ok? Não quero me atrasar pra buscar o Jonas.

Marcelo tinha vencido, Teresa tinha perdido — ou pelo menos uma parte dela. Cada vez mais, ela perdia um pedaço de si mesma, do que era, da sua moral, da sua família e, de certa forma, sabia disso, mas mesmo assim seguia em frente por um caminho que não fazia ideia de até onde a levaria.

Enquanto ela girava a chave na fechadura da porta, mil pensamentos passavam pela sua cabeça. Talvez pudesse dizer não, mudar de ideia, deixar ele ir com a outra. Talvez isso a afastasse dele de uma vez por todas. Mas não conseguia. Aceitar, ela não queria. Algo dentro dela a impulsionava a continuar satisfazendo os desejos do valentão do filho dela. CLACK A porta se abriu. Ela pensava em como se sentiu quando estava vendo Ofélia chupar a pica dele e nunca mais queria sentir aquilo de novo. Percebeu que estava na própria casa dela pra fazer o indizível com aquele bastardo, mas então por que o coração dela não parava de bater tão forte? Por que a calcinha dela começava a molhar? — Hum… Quer que eu te ofereça algo? Uma bebida… alguma coisa? Teresa não sabia como se comportar, estava nervosa e ansiosa, mesmo que não fosse a primeira vez que aquilo acontecia, algo parecia ter mudado. Marcelo, sem dizer nada, coloca a mão debaixo da saia dela e com os dedos abre caminho até a buceta molhada dela.Mãe do Pedro e o valentão 13-Aaajj É o único barulho que Teresa consegue fazer enquanto o valentão do filho dela a masturba com uma habilidade absurda. As pernas dela começaram a tremer sentindo o prazer que ela tava esperando a manhã inteira, mas bem quando o orgasmo tava chegando, Marcelo tirou a mão e levou até a boca, chupando os dois dedos. -Mmm… gostei do seu gosto, gostosa. Ela ficou surpresa com aquele gesto, cheia de tesão pelo quase orgasmo e pronta pra qualquer coisa que o moleque propusesse. Marcelo não quebrou o contato visual nem por um segundo e levou os dedos até a boca da mãe do Pedro, encostando eles nos lábios vermelhos dela.peitos grandes—Você gosta do seu gosto?
—… Teresa não responde e começa a chupar os dedos de Marcelo como se fossem chupetas, fazendo uma cara de puta como nunca antes.esposaOs dois subiram as escadas tirando a roupa e largando tudo pelo caminho enquanto se beijavam. Andaram pelo corredor em direção ao quarto de casal, mas no meio do tesão, o pé da Teresa bateu numa porta aberta. Os dois pararam por um instante e Marcelo a segurou para não cair, o que chamou a atenção dela para o quarto que estava na frente. Era o quarto do Pedro; dava pra perceber pelo conteúdo óbvio que era de um garoto típico da idade dele. Teresa percebeu isso e, sem ele dizer nada, já entendeu o que ele queria. Uma onda de tesão e luxúria tomou conta dela naquele momento. Só de pensar naquilo, ela acendeu igual um vulcão de prazer, mas junto veio também o medo de si mesma. Ela mordeu o lábio de baixo pra resistir à tentação e pegou a mão do valentão, levando até o peito dela enquanto andava pra trás, fazendo ele segui-la até o quarto de casal.maduraEla afastou aquele pensamento da cabeça o mais rápido que pôde, se consolando com o fato de que quem teve essa ideia primeiro foi o valentão. "Foi ele que colocou esses pensamentos sujos na minha cabeça, se não fosse por ele..." Teresa não conseguiu terminar o raciocínio porque Marcelo, com um chute, abriu a porta que estava trancada. Marcelo terminou de tirar toda a roupa dela, e ela ficou completamente nua e ardendo de desejo.interracialEle conseguia ver como Teresa respirava ofegante, como olhava pra ele, e orgulhoso de que a mãe do Pedro o desejasse tanto. Não demorou pra cair junto com ela na cama abraçados, se beijando, com as pernas dela apertando ele contra si enquanto o pau dele ereto descansava sobre a barriga dela, passando além do umbigo. O beijo continuava e Teresa já não aguentava mais. Os quadris dela se mexiam tentando esfregar a buceta molhada no membro do valentão. Marcelo sabia que não tinha momento melhor do que aquele pro que queria. PLACK O som do vidrinho sendo aberto chamou a atenção da mulher que já tava pronta pra receber o pau. A mãe do Pedro ainda duvidava se queria continuar, mas do que tinha certeza era que não queria que Marcelo fosse embora. O valentão virou ela de bruços, tendo na frente dele a visão daquela bunda linda pronta pra ser penetrada. Era um espetáculo magnífico que o garoto se jogou pra chupar como se fosse um manjar.maeCom uma mão apertava uma bunda e com a outra se masturbava o pauzão. — Mmm… Os gemidos da Teresa começaram a sair de novo. Ela tava sentindo algo diferente do que quando o Marcelo comeu a buceta dela; dessa vez era o cu dela que tava recebendo a atenção do garoto. Ela gostava de como ele a fazia sentir, algo novo, algo proibido. Devagar, na mente da Teresa, começava a se formar a ideia de que talvez não fosse tão ruim quanto ela imaginava. Depois de um tempo, a mãe do Pedro já tava toda pegada de tesão de novo e quase nem percebeu quando o Marcelo começou a derramar o lubrificante nela. Ele tava fazendo isso enquanto continuava devorando o cu dela, então parte do líquido molhou a cama e as costas da mulher.infiel
cornudoA pele clara da Teresa era realçada pelo lubrificante anal, fazendo ela brilhar na frente dos olhos do valentão que estava prestes a dar uma foda que ela jamais esqueceria. — Já foi. Disse Marcelo, enquanto Teresa agarrava o travesseiro com força, cheia de medo e tesão. A glande encostou no buraquinho, fazendo ela sentir ainda maior o pau do cara. Foi só quando Marcelo começou a empurrar pra dentro que Teresa sentiu o perigo real daquilo. A dor foi ficando cada vez mais forte, e a mulher teve que apertar o travesseiro contra o rosto com toda a força pra não gritar.casadaSe no começo a pica do Marcelo já parecia enorme pra ela, agora ela sentia como se fosse mastodôntica, algo de outro mundo. Ela não conseguia entender como aquilo estava entrando nela, mas estava entrando. -Aaaah, Deus, Aaaaj… Marcelo empurrava devagar, mas a cada centímetro sentia ainda mais prazer, o que o fazia querer ir cada vez mais fundo. Teresa sentia como se um ferro em brasa estivesse perfurando ela, que seu corpo e, principalmente, sua bunda, lembrariam daquilo pra sempre. Naquele momento, ela sentia medo, medo da dor que estava prestes a experimentar e das consequências. "Depois tenho certeza que não vou conseguir andar", pensa Teresa, ou será que falou em voz alta? Ela já não entendia mais nada. -AAAAAAJ…Mmmm…DÓI PRA CARALHO Marcelo não dizia nada, só continuava avançando. -JÁ CHEGA! Espera um pouco…por favor -Fica tranquila, puta, já tá acabando. Teresa mordia o travesseiro e suas mãos quase rasgavam o tecido que, ela acabou de perceber, era o do marido dela. -Ufff, você é muito apertada, puta. Finalmente Marcelo tinha parado. A pica ainda estava dentro dela, e o cu dela tentava, como podia, se acostumar.Mãe do Pedro e o valentão 13- Pra que caralho servia o lubrificante se dói do mesmo jeito?!
- Dói tanto assim, linda?
- Pra caralho. Não imaginava que fosse assim.

Marcelo passa pra ela um saquinho com aquele pó branco que ela não sabia de onde vinha.
- Talvez isso te ajude... sabe, pra sentir a parte boa.

Teresa sabia que ele tinha razão. Todas as vezes que tinha usado, as coisas pareciam melhores. Não só ficavam mais suportáveis, como até tornavam tudo melhor. Nada de culpa, nada de freios; só o prazer do momento. Mas Marcelo só estava oferecendo, não era uma ordem. Ela podia dizer não. Já não era certo ela usar drogas, mas era pior que ela usasse por vontade própria.

- Sim ou não? Decide logo, quero conseguir enfiar tudo em você.
- Tudo? Mas você disse que...
- Que faltava pouco, eu sei... mas disse pouco pra chegar na metade.
- QUE?

Era verdade, a pica do valentão estava só pela metade dentro dela, e ela já sentia que estava no máximo. Teresa sabia que Marcelo não ia parar agora que tinha chegado até ali. Com um movimento rápido e desajeitado, ela abre o saquinho, rasgando ele e fazendo o pó cair tudo no travesseiro e na cama. A mãe do Pedro engoliu seco e, como uma viciada, começou a cheirar pelo nariz, igual viu uma vez nos filmes.

- Wooou... hahaha. Então, o que achou?
- Do quê?
- Hahaha, nada, nada.

Dito isso, o valentão começa a empurrar de novo, mas com menos cuidado do que antes.
- AAAAAAH

A dor volta pra ela, dessa vez mais forte, porque Marcelo tava louco pra foder ela.
- MEU DEUS... DÓI PRA CARALHO

Teresa tinha levantado tanto a voz que praticamente tava gritando de dor. Já o garoto tava quente igual um touro e sentia como o cu da mãe do Pedro apertava o pau dele, como se chupasse ele.
- AAAAAJ... PORRA!

O moleque não queria esperar mais e, sem pensar duas vezes, com uma estocada seca, enfiou os últimos centímetros que faltavam.peitos grandes-AAAAAAIIIIIII Os gemidos da Teresa já tinham parado, porque a enfiada do garoto tirou o ar dela pra continuar gritando. A pica do valentão tava dentro dela, por completo. Foi uma sensação indescritível pra ela, sentir aquela dor mas também a sensação de ter sido completamente preenchida por aquele membro. Marcelo começou então o vai e vem, gozando cada segundo da bunda da sua putinha. Teresa sentia cada movimento ao máximo, mas aos poucos a dor diminuía e um novo prazer crescia. -AH…AH…AH…AH…AH… A velocidade das enfiadas aumentava e ela continuava agarrada naquela almofada com todas as forças. Percebeu que a cama também começava a se mexer e o corpo dela também. Em pouco tempo chegou o ponto onde o prazer e a dor estavam em perfeito equilíbrio, e foi aí que a música mudou.esposaOs gritos de dor se transformaram em gemidos. Os dois estavam igualmente presentes naquele momento para Teresa, que estava apreciando a nova experiência que o garoto estava lhe dando. O som dos corpos dos dois amantes ecoava forte no quarto, e os gemidos da boa mãe e esposa eram ouvidos pela casa toda. A mente de Teresa começou a ficar nebulosa, e o único pensamento lúcido que conseguiu ter naquele dia foi: "A droga tá fazendo efeito... uau". Para a mãe de Pedro, novas portas de prazer e luxúria se abriam, coisas que ela nem imaginava serem possíveis. Ela não sabia quanto tempo tinha passado; sua parte racional agora estava desligada. A única coisa que ainda estava acesa nela era o desejo e todas as sensações que seu corpo percebia: seus dedos duros ainda apertando o travesseiro, sua boca sentindo o molhado daquele mesmo travesseiro de tanto mordê-lo, o calor do corpo dela junto ao do valentão, suas costas molhadas do suor dela e do Marcelo, e também a ardência no cu dela, que agora não incomodava mais, quase que ela gostava.maduraPassou ainda mais tempo e eles continuavam transando como animais. Teresa não parava de gritar de prazer, mas alguma coisa tinha que interromper aquela melodia. A mulher não estava totalmente lúcida, mas um barulho de fundo parecia querer acordá-la daquele sonho delicioso que estava vivendo. No começo, ela não conseguia identificar direito, mas aos poucos foi ficando mais claro. Era o som do celular dela bem ao lado, e na tela estava escrito "Escola J". O cérebro dela demorou uns segundos para processar a informação, também por causa das brutais enfiadas que Marcelo estava dando. — NÃÃÃOOO! Teresa percebeu naquele momento que estavam ligando da escola do filho dela, Jonás, porque ela ainda não tinha ido buscá-lo. Continua...

2 comentários - Mãe do Pedro e o valentão 13

Va mejor la historia. Sugiero enfiestar a Teresa con kumiko de alguna forma y también una doble penetración. Espero pronto el capítulo 14.
Magnífico relato, la madre se transforma en una verdadera puta