Casa de campo no mato

Olá, como vocês estão? O que vou contar aconteceu há alguns meses. Sou o Sérgio e minha esposa é a Laura, ambos maduros, muito sexuais. Laura é morena, bem alta pra mulher, 1,80m, bunda boa e, se estiver de salto, tem uma raba do caralho. Os peitos são pequenos, mas muito bonitos. Ela adora foder e, nessa altura, a gente se permite uns agrados na hora de brincar na cama. Eu tenho 50 anos e a Lau tem 45. Ela transa desde os 17, então imaginem as fodas e as picas que ela já experimentou. Nada assusta ela.

Vou contar que temos uma casa no campo, bem afastada da cidade, ou seja, bem discreta. Nessa casa, realizamos várias fantasias. No fim de semana que vou contar, tinha dois empreiteiros de uma província vizinha que vieram consertar uns silos: o Carlos, o mais velho, de 42 anos, e o Cláudio, de 30. Ambos grandes e muito fortes por causa do trabalho que faziam. Nesses dias em que eles estavam no silo, uma das éguas entrou no cio e a gente a prendeu com o garanhão, ou seja, o Cláudio e o Carlos viam os cavalos fodendo. Cena quente pra caralho.

Foi o Carlos quem, bem diretamente, falou comigo pedindo alguma dica pra ir foder no povoado. Ele contou sobre a tortura de ver a égua gostosa e o garanhão copulando, e a vontade de foder que eles estavam sentindo, já que fazia duas semanas que tinham saído de casa. Todos os meus sentidos se ativaram e a primeira coisa que pensei foi na possibilidade de eles comerem a Laura. Eles não a conheciam e já estavam terminando o trabalho e voltando. Tudo muito discreto. Falei pro Carlos que tinha uma conhecida que podia levar pra eles comerem tranquilos ali na casa de campo, e combinamos de confirmar se ela queria.

Isso foi numa quinta-feira e, desesperado, mandei mensagem pra minha mulher com fotos do Carlos e do Cláudio trabalhando, pra ver se ela gostava deles. A putinha respondeu que, se eu não tivesse problema, ela topava. Voltei pra casa naquela noite e conversamos sobre o assunto na cama. Ela disse que sim e fodemos pra caralho naquela noite. Na sexta à noite, combinei de levar o que tinha prometido pro Carlos. A Laura vestiu a fantasia de... colegiala, fio dental vermelho bem pequenininho, salto alto e casaco leve pra viagem até o sítio. Eu cuidei de colocar na bolsa dela camisinha e lubrificante, caso eles quisessem fazer uma dupla. Chegamos e esses caras tavam desesperados, já comiam ela com os olhos. Apresentei todo mundo como amigos e falei que ia esperar na caminhonete pra eles atenderem ela tranquilos. Óbvio que eu queria ver tudo e tinha o lugar perfeito numa janela que dava pra sala inteira, os sofás e a mesa de campo onde imaginei que iam foder minha mulher. O clima tava super agradável, então logo todo mundo ficou pelado: a Laura com o vestidinho dela e de peitos de fora, e eles de cueca. O Carlos era o mais pauzudo e foi o primeiro a chupar a rola dele, enquanto o Cláudio se masturbava. Os filhos da puta sentaram ela na mesa e chupavam a buceta dela de vez em quando. Os dois tavam muito excitados com as cenas do garanhão e da gostosa, além da abstinência, tinham as picas duras como cimento. O Cláudio, o mais gay, foi o primeiro a sentar no sofá e fez a Laura sentar na rola dele, enquanto o Carlos chupava a rola que era bem grande e grossa. Depois trocaram, e o Carlos meteu nela de quatro. Minha mulher deu um grito do caralho quando entrou aquela pica enorme. Não sei se o Carlos gozou, mas ele deixou o lugar pro mais novo. Os dois trocaram as camisinhas e, enquanto um chupava a rola de novo, o outro brincava com o cu da minha mulher. Aí eu não aguentei e gozei que nem um burro. Quando me recuperei e olhei de novo, porque ouvi a Laura gritar de orgasmo, já tinham enfiado no cu dela. Primeiro o Cláudio comeu ela, depois fizeram ela parar contra a mesa e o Carlos deu uma fodida daquelas. Eu via umas mãos nos peitos e outra na buceta da Laura enquanto ele metia como se fosse a última vez. Não sei como terminou tudo, porque fui pra caminhonete. A Laura voltou umas meia hora depois, com um sorriso de orelha a orelha. Me deu um beijinho e falou: "no caminho te conto tudo". Eu desci e conversei com o Carlos. Se eles tinham ficado satisfeitos com a minha amiga e ele quis me pagar, NÃO, A VADIA QUEM PAGOU FUI EU. Vocês trabalharam pra caralho naquele silo e merecem. Na volta, a Laura me contou tudo o que eu já tinha visto e, quando chegamos, tomamos banho juntos e ela deu o cu debaixo do chuveiro. A ideia é repetir a dose com algum guri de 18 ou 20 anos. Também queríamos levar um travesti pra gente comer os dois. Se rolar, conto na próxima.

23 comentários - Casa de campo no mato

Que buen relato voy a esperar los siguientes
hermoso relato 🔥🔥 una intriga de verla a Lau hacen buena pareja!😈🔥