Una familia peligrosa

Minha tia terminou de se vestir e saiu do quarto. Eu fiquei mais um tempinho com minha prima e, quando tava indo embora, ela me fala:        Foi uma loucura o que a gente fez, fiquei com muito tesão.        Sim – eu reconheci ela        Acho que perdi o controle, é que quando eu fico com tesão…        Sou igual a você – falei e beijei ela na boca.
Minha prima se afastou rapidinho. Não entendi o porquê.        É que me parece uma loucura, faz dias que meu pai morreu.        Isso é verdade – eu disse        Acho muito pesado estar com minha mãe do jeito que fiquei depois da morte do meu velho.        Olha, eu tenho uma teoria de que quando alguém tem uma dor tão grande quanto vocês dois, o sexo é tipo uma distração que, nesse caso, é bem oportuna.        Mas… entre nós duas?        Sim, bom, sei lá.        Ainda assim, parece muito pra mim.        É que a gente é uma família que, quando esquenta, perde a linha.        Pode ser – ela me disse        Dormi – falei pra ela e beijei a bochecha dela.
Saí e fui pro meu quarto. Deitei e dormi profundamente até o dia seguinte. Quando acordei, demorei pra processar o que tinha rolado na noite anterior. Minha mãe e minha tia. Minha prima, minha tia e eu. Tudo surreal.
Desci as escadas e parecia que a Bárbara tava me esperando.        Pode me acompanhar até um canto?        Sim, pra onde?        Quero ver uma coisa.        Vou te contando no caminho.
Subimos na caminhonete e minha prima me pediu pra não falar nada, mas a gente ia ver a Tamara e conferir se os caras do Marcelo tinham cumprido a promessa deles.        Você é louca? Pediu pra darem uma surra na Tamara?        Sim, tinha que fazer alguma coisa.        Você é louca…        Não dava pra ficar de braços cruzados        Dá a volta e vamos pra sua casa – ordenei        Não, se quiser, pode descer agora – ela me respondeu        Não, Bárbara, não vou te deixar sozinha e também não vai dar pra você ir.        Preciso ver com meus próprios olhos.        Tenho uma ideia, volta pra tua casa.        O que você acha?        Voltei e te falo – falei pra acalmar ela.
Voltamos e eu disse que era loucura o que ela tava querendo fazer. Se a Tamara ou alguém do círculo íntimo dela ligasse ela ao que fizeram com a Tamara, ela ia acabar pagando bem caro. Me ofereci pra descobrir eu mesmo. Pedi o contato desse Marcelo e ela me deu.

Naquela mesma tarde, sem celular, sem carteira e só com uns trocados, tava andando pelo bairro da Tamara. Meio quarteirão adiante tinha uma banca, então comprei uma Coca Booty de litro e sentei na calçada pra tomar entre a banca e a casa da suposta dedo-duro.

Não tinha passado nem meia hora, depois de falar pra dois ou três que chegaram que não tinha grana nem nada, saiu uma mina muito parecida com a Tamara, que achei que fosse a irmã. Não me perguntem por quê, mas comecei a seguir ela.

Duas quadras adiante, ela cruzou com umas meninas e parou pra conversar. Não dava pra ouvir o que falavam, então resolvi passar por elas e parei como se fosse amarrar o cadarço.        Quem bateu nela?        Sei lá, mas parece que foi tipo uma vingança.        Sua irmã não tava dando pro chefe?        Sim, mas mataram ele.        Tua irmã se mete em cada enrascada…
Pelo visto, a irmã da Tamara não sabia a história toda. O importante é que ela tinha conseguido a informação que precisava e podia ir acalmar minha prima.
Quando eu tava saindo do bairro, ouço atrás de mim uns passos que me ultrapassam e a irmã da Tamara para na minha frente:        Por que você me seguiu agora há pouco?
Olhei ela de cima a baixo e percebi que era mais gostosa e menos voluptuosa que a irmã dela.        Porque você me atraiu, mas não tive coragem de te falar nada.        Não acredito em você.        Desculpa se te incomodei – falei pra ela        Como é que eu sei se devo acreditar em você?        —Qual é o teu nome? — perguntei.        Brenda – respondeu pra mim e piscou três vezes, me dando um sorriso.        Você é muito gostosa, Brenda – isso não pode ser mentira        Já, manda        Me chamo Nicolás – e estendi a mão pra ela.        Dá pra ver que tu não é daqui, Nicolás.        Não, sou de Buenos Aires – confessei a ela.        E aí, o que cê tá fazendo por essa quebrada? Não te falaram que é perigoso?        Sim, por isso não trouxe celular nem carteira – falei rindo.        Você faz bem.        Te faço uma proposta: me acompanha umas quadras, você me protege porque te conhecem e de quebra não anda sozinha…        Bom – ele disse e começamos a andar juntos.        Pra onde você vai? – eu quis perguntar pra ela        Pra casa de um amigo        Seu namorado?        Não, é amigo amigo        É gay, né?        De onde você tirou isso?        Não dá pra ser seu amigo e não querer algo a mais… — eu falei e ela riu.        Você me acha gostosa?" – Brenda já começava a dar em cima de mim e eu tava adorando.
Sabia que não tava num lugar seguro andando com essa mina, mas depois de alguns metros ela para e fala: "meu amigo mora aqui".        Bom, valeu pelo rolê        Não vai me dizer por que me seguiu?        Já te falei.        Não acredito em você.        É verdade, você é muito gostosa.        Quer passar?        Aqui? Na casa do teu amigo?        Sim.
Não hesitei, era minha chance de ficar perto da Brenda. A verdade é que a Brenda era uma gostosa. Bem patricinha, mas com a bunda e os peitos no ponto certo. Sem pensar duas vezes, bati na porta e o amigo dela abriu pra gente.        Este é o Kevin, meu amigo – ela me apresentou.
Kevin tinha cabelo castanho e pele branca. Tinha um rosto delicado e olhos verdes. Tudo isso me fez chegar à conclusão de que tinha algo rolando entre ele e a Brenda. Eles eram mais que amigos. O que eu não conseguia entender era por que ela estava me levando pra casa do amigo dela.        Ele é o Nicolás, tava me seguindo e não quer me dizer por quê.        E aí, você mete ele na minha casa? – perguntou Kevin        Não é perigoso        Não, não sou perigoso – falei, olhando pro Kevin.
Brenda começou a explicar que tinha vindo na casa do amigo porque a irmã dela, Tamara, tava insuportável. Uns caras tinham batido nela na rua, não roubaram nada. Era estranho.        Bom – Kevin me encara – você vai contar por que tava seguindo a Brenda?        Porque é muito gostosa        Isso eu já sei – respondeu ele        Bom, é por isso – falei pra ela.
A Brenda sentou num sofá do meu lado, bem pertinho. Ela me encarava intensamente, como se estivesse me analisando. Eu olhei fixo pra ela, mas ela não se intimidou.        Uh, cê agradou ela – disse Kevin.
Brenda acariciou meu rosto e olhou pro amigo dele.        Me fala a verdade, Kevin, o Nico não é gostoso?        A verdade é que sim, mas acho perigoso você trazer um desconhecido pra minha casa.        Parece bem gostosinho – fala Brenda e me dá um beijinho rápido na bochecha.        TE juro que sou mó bonzinho – eu viro meu rosto e dou um beijinho na boca dela        Ai! Olha que atrevido! Me deu um beijo na boca! – ela ri        Ai, sim! Que sem noção! – agora o amigo dele dá risada.        Vou ter que te castigar – diz Brenda        —E qual seria o castigo? — pergunto, olhando pra ela a poucos centímetros da boca dela.        Te amarrar e te castigar com o Kevin – ela disse e olhou pro amigo dela.        Tá na hora de dar um castigo nele por um tempinho" – disse Kevin
Naquele momento, percebi que estava entrando num jogo perigoso. Tava com dois desconhecidos, num bairro completamente novo pra mim e sem jeito de falar com ninguém. Pra piorar, a situação me excitava e eu não conseguia segurar a vontade de ficar com a Brenda, mas e o amigo dela? Será que era bi? Ou gay como eu imaginava? Fato é que resolvi encarar a parada.
Acho que aguento esse castigo, pensei. Quando olhei pro lado do Kevin, vi que ele tava me encarando de cima a baixo, parando no meu volume mais de um segundo.
Aí me joguei, segurei o rosto da Brenda com as duas mãos e falei:        Se for pra me castigar, que seja por algo melhor, tipo isso…
Beijei ela longa e profundamente. Ela se grudou em mim com a boca e com o corpo. Meus braços se fecharam em volta dela e nossas línguas dançaram uma dança erótica e safada. Apertei ela mais contra mim e ela me abraçou com mais força. Ela beijava de um jeito foda. Muita língua e saliva. Ela se mexia devagar, mas com firmeza, como se soubesse muito bem o que queria e como queria.        Aiiii, que beijo gostoso você me deu! – disse Brenda        É? Gostou? – perguntei        Muito. Kevin! Você não sabe como o Nico beija! – disse ela pro amigo
Essa frase ficou pairando no ar e me deixou meio perturbado.        Qual é o nível de amizade de vocês com o Kevin? – quis saber.        Tão amigos que não escondemos nada um do outro – disse o amigo
Brenda me beijou de novo com paixão e agarrou minha bunda, acariciando com desejo. Eu fiz o mesmo com a dela e, ali parados do jeito que estávamos, sentimos mais duas mãos nos acariciando. Era o Kevin, que se virou de lado e passou a mão nas costas de nós dois.
Eu já estava no jogo e decidido a jogar. Nunca tinha feito um ménage com um homem, então não sabia como ia rolar, mas a excitação me ajudava a não hesitar.
Continuei beijando a Brenda enquanto sentia na minha bochecha o hálito quente do Kevin. Brenda se soltou de mim e virou a cabeça para beijar o amigo. Eles se agarraram num beijo de boca bem aberta, e eu podia ver as línguas deles se roçando e brincando uma na outra. Isso me excitou de um jeito do caralho, a ponto de não duvidar quando o Kevin se separou dela e me ofereceu a boca.
Nunca tinha beijado um homem na boca, mas aquilo me pareceu a coisa mais erótica do mundo. A boca quente e carnuda dele. A língua ávida e molhada. As mãos fortes e cheias de veias.
Brenda acariciou a cabeça de nós dois e nos beijou alternadamente enquanto a gente começava a despir ela entre os dois.
Mas era o Kevin quem tinha outros planos.        Vamos tirar a roupa da Nico primeiro! – disse pra amiga dela        Ah, sim!
Os dois começaram a me despir e fiquei surpreso — ou nem tanto — quando os dois se ajoelharam assim que baixaram minha calça até os tornozelos. Foi o Kevin quem tirou meus tênis e me ajudou a tirar toda a roupa.
Minha pica tava dura pra caralho e quente. Não aguentei quando vi a Brenda enfiar minha pica na boca e me olhar de baixo. O Kevin também me olhava com a cara safada e sorridente. Parei pra reparar no formato dos lábios do Kevin e vi que era muito parecido com o da Brenda e até com o da Tamara. Os olhos eram cor de mel e o sorriso dele parecia me convidar a deixar o garoto me chupar.
A Brenda deu umas boas chupadas e me olhou nos olhos tirando minha pica da boca.        O Kevin pode me ajudar a chupar sua pica?
Não hesitei e acariciei a cabeça do amigo da Brenda e falei:
—        Claro
A boca do garoto se abriu e ele começou a engolir meu pau. Era uma sensação completamente nova ver um homem com meu pau na boca.
Agora o garoto chupava a cabeça do meu pau enquanto Brenda passava a língua no tronco e descia até as bolas. Foi lindo quando Kevin levantou meu pau com a mão e os dois chuparam minhas bolas juntos, um cada um.
Em questão de segundos, estávamos os três completamente pelados no quarto do Kevin.
Era um quarto sem muita pretensão, mas limpo o suficiente pra me sentir à vontade. Foi estranho ver o Kevin pelado. O pau dele era bonito e um pouco menor que o meu. Tinha a glande vermelha intensa e umas veias grossas atravessando ele. Brenda se ajoelhou no chão e começou a chupar o pau dos dois ao mesmo tempo. Kevin aproveitou pra me beijar de novo na boca. Não recusei antes, não ia recusar agora.
O que aconteceu depois merece ser contado com todos os detalhes do mundo. Brenda pediu pra gente comer ela juntos. Não hesitamos. Ela me fez sentar e enfiou meu pau na buceta dela. Começou a cavalgar em mim enquanto me beijava. Kevin se ajoelhou do meu lado e colocou o pau dele perto da minha cara. Não soube o que fazer, até que Brenda me beijou na boca e depois enfiou o pau do amigo dela na boca dela. Tirou e me beijou de novo. Fez isso várias vezes. Dava pra sentir o gosto do pau do Kevin na boca da Brenda. Não sei quando nem como, mas o fato é que me vi chupando o pau do Kevin junto com a Brenda.
Depois de um tempo, Brenda pede pra eu comer ela de papo pra cima. Tenho que admitir que me incomodava um pouco ficar com o cu exposto na frente do Kevin, mas o desejo falou mais alto e me joguei em cima da Brenda, comendo ela com desespero.
Quando eu tava comendo a Brenda igual um desesperado, sinto alguém abrindo meu cu com as duas mãos, era o Kevin. Senti a boca dele no meu cu e o calor que saía dela me deixou louco de prazer. Depois de um tempo, ele começou a chupar minha buceta e enfiar um dedo. Eu vibrava de prazer.
Brenda, nisso tudo, estava gozando entre gritos e uivos que eu achava que iam atrair o bairro inteiro. Parei de sentir a boca do Kevin por alguns segundos. Minha bunda estava molhada, achava que era pela saliva do Kevin. Quando virei a cabeça, vi o amigo da Brenda colocando uma camisinha.
Me deixei levar. Senti a pica do Kevin quente entrando devagar no meu cu e não falei nada, só consegui beijar a Brenda, que sussurrou me perguntando:
—        Tá te comendo?        Siiiiim        Tá gostando da minha pica?" – o Kevin me pergunta por trás.        Siiiiim, não para – falei com um pouco de dor, mas com muito mais prazer        Vou gozar de volta – disse Brenda        E eu no teu cu – o Kevin me disse        Agghhhhh e eu na sua... usa a palavra: buceta sua, Brenda – falei e beijei ela.
Foi nesse momento, quando eu tava gozando, que o Kevin enfiou a pica toda dentro do meu cu, me causando uma dor insuportável. Não sei em que momento aquela pica tinha aumentado pra me fazer sentir tanta dor.        Ahhhhhh ayyyyyyyy você tá me matando! – falei pra ele        Aguenta – ela me dizia        Por favor, tira ela que tá doendo muito – pedi.
O Kevin parecia não me ouvir e me comeu com desespero, cada vez me causando mais dor. Parece que tinha perdido a lubrificação e agora o prazer tinha virado pura e dura dor.        Por favor, tira ela pra fora – pedi.
Nisso, sinto a Brenda me dizendo.        Isso é por me seguir e bater na minha irmã. Meu irmão arrebentou teu cu.        E aí, teu irmão?        Sim, te fiz acreditar que ele era meu amigo, mas é meu irmão.        Não, eu não tenho nada a ver com a parada da sua irmã Tamara.        Nunca falei o nome, então como é que você sabe?        É que eu…        Não se faz de otário" – ela disse, segurando meu rosto com as duas mãos e mordendo meu lábio.
Nunca soube como nem por que essa mina desconfiou de mim, mas a verdade é que nunca tinha sofrido uma vingança tão doce e amarga ao mesmo tempo.        Volta pra sua casa e para de encher o saco da minha irmã – ele me avisou        Sim, sim – falei xingando o momento em que me deu na telha de ajudar minha prima.        Na próxima, não vou só arrebentar sua buceta, vou te matar – o Kevin falou pra mim.        Agora toma isso – Brenda fechou.
Voltei pra casa da minha prima Bárbara sentindo um ardor na bunda enquanto andava. Tinha escapado por um triz de ser morto ou de sofrer algo pior, devia estar grato.
Por sorte, minha mãe, minha tia e minha prima estavam me esperando, e quando minha mãe me viu chegar, perguntou o que tinha acontecido. Elas estavam preocupadas porque eu não voltava.
Quando cruzei a porta, as três correram pra me abraçar.

Talvez eu continue…
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5 comentários - Una familia peligrosa

Buen giro a la historia, aunque pensé que a Nico se lo cogía su amigo en una orgía con la madre, la tía y la prima
Gracias Imasse
Mucho mas que un relato. Hermoso giro y abre infinidad de posibilidades. Todas las que imagino me gustan. Gracias
Gracias miheidy, pero esto se va terminando