Finalmente, tava de volta. Minha cidade me recebia só com sorrisos e carinho. Aquele ambiente tão harmonioso com o qual fui criada. Aquelas paisagens que só podiam te fazer acreditar que vivia num conto de fadas e você era a protagonista. Os barulhos, as cores, os cheiros, tudo se curtia o dobro quando a gente voltava pra sua terra. Tem uma coisa curiosa: ir embora é triste, mas sem aquela sensação de abandonar algo (mesmo que por um tempo) a gente não teria a contrapartida que é retornar. Essa sensação maravilhosa existe não só com os lugares, mas também com as pessoas. Minha família era mais carinhosa do que quando eu deixei eles. Meus vizinhos mais atenciosos do que antes. Minha sorveteria favorita era ainda mais gostosa. A Bianca tava ainda mais gostosa do que da última vez que vi ela pessoalmente.
Não quero me alongar contando meus primeiros dias — vocês imaginam a atenção que recebi e os milhares de planos que fiz. Mas todos, digamos, inocentes. Não dignos de contar nesta página. Esses primeiros dias viraram semanas. Aí comecei a notar algo em mim, não era culpa da minha cidade, era eu que tinha mudado alguma coisa. Minha sexualidade.
Antes de ir embora, eu tinha experiências curtas e pouco interessantes pra contar. Embora curtisse muito o sexo, ele não ocupava um papel tão transcendental na minha vida, nem minhas fantasias tomavam tanta da minha capacidade mental. Esse contraste em mim mesma percebi ao voltar. Ao ser de novo uma menina boazinha, como quem diz. Mais de uma vez com a Bianca rolaram insinuações da minha parte pra ela, uns apalpões abusando da nossa confiança, mas nada além. Não surgia uma situação pra chegar naquilo. Era mais um jogo quase adolescente que a gente tinha. Embora insuficiente pra mim.
Pela primeira vez na minha vida, explorei o sexting com bastante intensidade. As conversas com o Fede ou a Nadia apareciam. No geral, eu começava, mas os dois achavam delicioso essa troca depois. Embora repita, insuficiente pra mim. Quase chegando ao primeiro mês do meu retorno e com mais um mês pela frente, Eu tava num pico de excitação constante. As punhetas eram mais frequentes e, às vezes, várias vezes durante o dia. Talvez por isso, aconteceu o que vou contar agora. O dia tava lindo, era uma terça-feira, a Bianca tava de folga e eu, obviamente, não tinha nenhuma obrigação além de aproveitar meu merecido descanso. Fomos pra um lago perto de casa, meio escondido, mas conhecido por todo mundo na cidade. Muito tranquilo. Ficamos conversando e curtindo uns salgados e mate, as duas de shortinho e só a parte de cima do biquíni. Como era terça, estávamos sozinhas e super de boa. Do nada, de longe, a Bian me faz sinal e a gente vê três pessoas vindo andando, contornando o lago. A vista boa dela fez com que, quase 10 minutos depois, eles finalmente chegassem perto e a gente pudesse ver direito. Não eram da cidade, nem parecia que a gente já tinha visto eles antes. A primeira coisa que olhamos foi um cara moreno, bem alto, corpo bonito, bem definido mas sem exageros. Ele tava com uma camisa curta, aberta por completo, e uma sunga amarela que destacava muito o bronzeado. Era realmente muito gostoso, difícil não focar nele. Vinham acompanhados por mais dois caras, não tão chamativos quanto ele, mas de aparência bonita. Um ruivo igual a Bianca e o outro moreno também. Dava pra ver que eram sarados, mas não tão treinados quanto o primeiro. Quem tomou a palavra primeiro foi esse segundo moreno: — "Oi, meninas, desculpa incomodar, vocês sabem se tem algum lugar aqui perto pra esquentar água? A gente esqueceu de colocar antes de sair" — "NÃO, A GENTE NÃO ESQUECEU. VOCÊ ESQUECEU" — interrompeu o ruivo, bem eufórico e com uma expressão bem engraçada. Pelo sotaque, já sabíamos que eram de Buenos Aires. — "Viu, Hernán, você é um viadinho chato, se elas não tão nem aí!! É só pra me exibir!!" — se defendeu o moreno. Esse comentário fez a gente cair na risada, sem nem responder a pergunta inicial. Dava pra ver que que esses dois eram um casal por causa do jeito que brigavam. — "Desculpem meus amigos, eles estão sensíveis por causa da falta de mate..." Pela primeira vez, ouvimos a voz do gato lindo. E ainda por cima tinha um sorriso maravilhoso! Dava pra ver que nós duas estávamos bobas, embora naquele momento eu já tivesse assumido que ele também era gay. — "Bebe com a gente, viemos preparadas!" Disse Bianca mostrando a bolsa com dois termos além do que já estávamos usando... — "OBRIGADO MINHAS RAINHAS, VOCÊS SÃO NOSSAS SALVADORAS" disse o ruivo mantendo a empolgação inicial. — "Você é o Hernán, certo?" falei apontando pro moreno que tinha esquecido de encher os termos. "E vocês?" — "Dani" disse o ruivo e "Gonzalo" disse o moreno que eu tava achando um tesão! A conversa foi super divertida, Hernán e Daniel eram um casal e pareciam um clichê de série ou filme, viviam se alfinetando e não paravam com as piadas picantes, parecia que conhecíamos eles há anos. Gonzalo era muito mais educado, ficava mais na dele mas tinha um jeito foda de falar quando abria a boca, dava pra ver que era super culto. — Daniel: "Que gostosas que vocês são, égua! Você não pode ter esses olhos, tinham que arrancar!" disse olhando pra Bianca e fazendo um gesto com as mãos. Nós duas rimos, mas nessa altura já tava doendo a barriga de tanto rir. "E você! Quero te afogar no lago, olha essas tetas que você tem, gata! O que você come? Além de ser linda!" Tinha chegado a minha vez. Óbvio que as risadas não paravam. — "Viu Gonzalo! Tínhamos razão de vir pra cá, olha as duas rainhas que encontramos!" Ele ficou visivelmente nervoso pela primeira vez, aí confirmamos de vez que ele não era gay também. Naquele momento um sorriso se formou no meu rosto e não sei se consegui disfarçar. — Gonzalo: "É, são muito lindas. Mas tenho certeza que elas não querem que vocês fiquem ameaçando ou emparelhando com qualquer idiota que conhecem" — Dani: "Afff pelo amor, por isso que você tá sozinho, filho. ATIVAAAAA, ATIVAAA!" Claro, as risadas não demoraram pra rolar... E também não demorou o cruzamento de olhares com a Bianca. A vantagem de ser amiga há tanto tempo é que um segundo já bastava. - Eu: "Gente, e até quando vocês ficam?" - Hernán: "Só mais um dia e a gente volta, infelizmente..." - Gonzalo: "Aliás, vocês nos salvaram do que teria sido chamado de tragédia do mate. Dá pra, pelo menos, retribuir o favor com um sorvete depois?" Meu Deus, se eu já tava afim dele, quando ele falou isso senti como um sinal divino! Eu tava prestes a pular em cima pra beijar ele, basicamente, mas a Dani interrompeu. Dani: "AI UM SORVETE, EU MORRO DIRETO. Desculpa ele, esquece como é interagir com humanos. Vem que a gente convida vocês pra um vinho à tarde e de quebra envenena vocês de lindas" Embora o comentário tenha me feito rir pra caralho, tive que defender o Gonzalo. - "Olha, quando ele falou sorvete eu já tava quase pulando em cima, hahaha, acertou um ponto fraco. Dá pra aceitar os dois?" Me entreguei, eu sei. Mas que diferença fazia. Combinamos de nos encontrar no centro (obviamente na minha sorveteria favorita) às 8. A ideia era comprar sorvete e ir pra onde eles estavam com a cabana, comprar alguma coisa pra comer e juntar pra beber. Com a Bian, voltamos pra casa dela pra tomar banho e nos preparar. - Bian: "Cê tava se entregando, hein!" - "Simmm, eu sei. Mas você viu como ele era gostoso?" - Bian: "Sim, sim, você me ganhou na mão. Se não tivesse se jogado e se entregado tão rápido, eu ia atrás, hahaha" - "Mas eu nunca disse que você tava de fora" - Bian: "Aaaahhhh, então... E essa proposta?" - "Pensa aí" foi a última coisa que falei, tirei o biquíni e entrei no chuveiro. Quando saí, a Bian já tinha trocado de roupa, vestiu um shortinho que deixava a raba gigante dela bem à mostra e em cima um top transparentinho, dava pra ver o sutiã de renda que ela tava usando. - Bian: "Toma, se você vai se entregar, usa isso" Me deu um vestido preto sem costas e bem soltinho na frente. Era pra usar sem sutiã e deixava tudo à mostra. ao lado dos meus peitos. A saia era super curta, eu coloquei literalmente a tanga preta de renda que combinava com o corpete da Bianca. Sim, ela aparentemente não estava usando nada por baixo. Fomos pro ponto de encontro e assim que vi ele, fiquei apaixonada. Ele tinha um perfume delicioso e uma camisa azul escura com uma calça preta. Eu tava derretida. Deixei bem claras minhas intenções desde o começo. Aproveitei toda oportunidade pra abraçar ele, me aproximar ou dar algum carinho disfarçado. Nem tinha bebido nada ainda... Já na cabana, começou a circular o vinho que depois virou Fernet. Era quase meia-noite e meia e o Dani propôs jogar um jogo que incluía castigos pra quem perdesse. No começo, tava tudo bem tranquilo. As prendas eram do tipo "conta sua primeira vez", "seu maior mico", "faz 20 flexões", umas coisinhas bestas assim. - Dani: "Ganheeeei, ganhei!! Bom, eu escolho o que o Hernán, que perdeu, vai fazer. Você tem que dar um selinho na Ceci" - Hernán: "Pfff, sou gay mas isso não é castigo, vem cá, gata!" Ele pegou meu rosto entre risadas e me deu um selinho bem pouco inocente! - Hernán: "cuidado, amor, que eu posso me acostumar a não sentir barba, hein" Claro, a gente riu e o jogo continuou. Mas a inocência já tinha ido um pouco pro espaço. - Bian: "Desculpa, Ceci, tenho que te dar um castigo. Pelo que resta do jogo, você vai ter que jogar no colo do Gonza" Filha da puta, mas a melhor amiga que eu podia ter. Ela me deu o melhor castigo do mundo. Fiz que não queria, mas no segundo seguinte já tava me acomodando nas pernas dele. A partir daí, toda hora eu aproveitava pra fazer movimentos com a bunda pequena, não demorou pra fazer efeito e eu sentia o pau dele endurecendo e se ajustando entre minha racha. Continuei jogando felizona. As prendas continuaram. O Hernán e o Daniel se autodestruíram e terminaram os dois de cueca. A Bian sem o top, jogando só de corpete. O Gonzalo sem a camisa. A gente já tinha se beijado entre quase todo mundo, inclusive com a Bianca enquanto o Gonzalo me segurava no colo, eu sentia o pau dele. o tempo todo super inchada com a cena das duas amigas se apertando na frente dele. Não escondemos nada, aquele jogo inocente nos deu a desculpa que a gente tava procurando há semanas pra nos beijar de novo. Também vi a Bianca comendo a boca do Gonza. A mina aproveitou e passou a mão por todo o peito marcado dele. Por sorte, eu também tive meu momento, me virei e fiquei cara a cara com ele, e a gente se pegou num beijo apaixonado. A língua dele ia e vinha na minha boquinha enquanto eu me deixava levar e mexia a cintura, querendo que o pau dele curtisse junto com a gente.
- Hernán: "Meninas, desculpa, mas eu preciso levar esse ruivinho pro nosso quarto"
Sem mais, o casal subiu pra onde ficavam os quartos e sumiu.
- Bian: "Uiii, acabou o jogo, esses caras tavam no fogo, hahaha"
- "Ufa, então eu tenho que descer?" fiz biquinho e olhei pro Gon.
- Gon: "Ou a gente pode continuar o jogo nós três!" Sem hesitar, eu e a Bianca topamos.
"Ganhei!" A Bianca falou feliz.
"Ceci, do jeito que vocês tão, o Gon tem que tirar a sua calcinha!" Ninguém se surpreendeu. Na hora, levei as mãos dele pra levantar o pouco de vestido que me cobria e, bem devagar, ele foi descendo minha calcinha pelas minhas pernas até os joelhos. Podia ter sentido vergonha de ver que minha calcinha tava toda molhada, mas pouco me importou. Levantei um pouco as pernas, fazendo uma pressão enorme no pau do Gon (que já não tinha nada entre a gente além da roupa dele) e deixei ele tirar completamente, largando a calcinha na mesa.
- "Feliz?" Olhei pra Bianca, que tava claramente excitada vendo a cena e olhando pra minha buceta, aproveitando a visão que tinha.
Ela concordou com a cabeça e a gente continuou.
- "Agora é minha vez!" falei feliz e quis, de uma vez por todas, ver em que eu tava sentada.
- "Gon, quero que a gente vá pro sofá nós três e você bata uma por pelo menos 20 segundos" A carinha dele foi linda. Era uma mistura de um tesão enorme e vergonha pelo desafio que tinha caído pra ele. Cada uma ficou de um lado, ele baixou a calça e a gente descobriu duas coisas. A primeira é que ele não tava usando nada por baixo, na hora o pau dele apareceu. E a segunda, é que embora minha bunda já tivesse dado uma boa apalpada, o pau dele não decepcionou, muito pelo contrário, tinha uma piroca linda que deixou nós duas fascinadas olhando. Ele não perdeu tempo em cumprir o castigo. Bem, castigo. Ele começou a bater uma suave com a gente do lado, a mão dele subia e descia com muita calma mas com firmeza. Só diminuiu um pouco o ritmo depois de um tempinho. Num momento consegui tirar os olhos daquela piroca hipnótica e olhei pra Bian, ela tava completamente perdida olhando, mordendo os lábios, mostrando o tesão que tava sentindo. Olhei pro Gon e ele cruzou o olhar comigo. Adorei a sensação de estar vendo ele bater uma na nossa frente, com a gente olhando, e poder compartilhar aquele contato visual. O tempo claramente tinha passado, mas ninguém queria parar aquilo. Eu não aguentei e, já sem precisar do jogo, me joguei pra dar um beijo super quente enquanto ele continuava na tarefa dele na frente da Bianca, que não perdia um detalhe. A gente ficou assim um bom tempo até que eu decidi substituir ele na tarefa e fui eu que comecei a tocar ele. O beijo não parou, só que soltei as mãos dele pra ele baixar meu vestido e me deixar completamente nua igual a ele. A troca de saliva continuou, minha mão não soltava o pauzão dele por nada, e as dele também não saíam das minhas tetas ou da minha buceta. Dava pra sentir os dedos dele já ensopados por minha culpa, brincando na minha rachinha. A Bianca era uma espectadora de luxo naquele momento. Ela tava num transe. Resolvi melhorar ainda mais o show. Desci do sofá e me ajoelhei entre as pernas do Gon. Olhei pra minha amiga e falei "minha boca vai ficar ocupada, você pode me substituir enquanto isso?" Foram palavras mágicas que fizeram ela reagir. Ela se jogou pra beijar ele e deixar as mãos dele irem desnudando ela também. Primeiro Ela tirou o corpinho, massageou os peitos dela e depois desceu pelo shortinho dela, deixando à mostra a buceta da minha amiga, que também estava toda molhada. Repetiu a mesma fórmula que usou comigo e começou a brincar com os dedos na buceta dela. Enquanto isso, eu já estava lidando com meu desafio. Conseguir enfiar todo aquele pedaço de carne na minha boca. Minha língua já tinha dado conta de babar bem ele e, com tentativas tímidas, fui engolindo cada centímetro que Gon me oferecia. Depois de várias tentativas e me engasgar em todas, consegui pegar o jeito e sentir meu nariz encostado na barriga dele. A partir daí, o que veio foi uma demonstração de quanto eu tinha aprendido a chupar pau nesse tempo com o Fede. Dei pra ele e pra minha amiga uma chupada de deixar saudade. Fui engolindo aquele pedaço enquanto minhas lágrimas caíam e iam borrando minha maquiagem. Deixava fios de saliva em cada tentativa de respirar, enquanto batia uma pra ele vendo como ele e a Bianca continuavam se beijando e se apalpando. Bati uma punheta louca pro nosso novo amigo. Queria que ele lembrasse com carinho da minha cidade. Devo confessar que, num momento, fiquei tentada com a buceta da Bian tão perto. Não resisti e minha atenção foi toda pra ela. Senti de novo o contato da minha língua com a umidade que a Bian oferecia pra mim. Aquele cheiro, aquele gosto. Tão bons quanto eu lembrava. Não parei de bater uma pro Gon, nem me esqueci dele. Minha cabeça ia e vinha, dando prazer pra esses dois amantes que continuavam se beijando enquanto eu cumpria meus deveres nessa prova oral com os dois. Trocava os fluidos da Bianca pelo duro pedaço de carne do Gon. Assim eu ia e voltava. Num momento, aparentemente, ganhei meu prêmio. Gon se ajeitou atrás de mim e afundou a cara na minha raba, me devolvendo aquela brincadeira com a língua enquanto eu atendia a Bianca, que estava arqueada naquele sofá. Os gritos e gemidos já eram impossíveis de distinguir de quem vinham. Bianca foi a primeira a gozar, tudo na minha boquinha. Meus lábios com certeza brilhariam, assim como meu sorriso depois de sentir minha amiga gozando de novo por causa da minha língua. Isso me deu muito tesão, continuei fazendo a mesma coisa, mas na carinha do Gon, deixando o rostinho todo lambuzado. Ele se levantou e a Bian me reencontrou no chão. As duas de joelhos fomos direto pro pau dele. Chupamos dividindo como duas boas amigas de infância. Eu colocava na boca dela e ela chupava, depois a mão dela trazia esse piruão pros meus lábios e eu cuidava de fazer o mesmo. Gon jogava a cabeça pra trás e, curtindo as duas amigas novas que tinha feito, deixava a gente cuidar do resto. O pau dele tava inchado, na beira de explodir. Mas eu não queria que acabasse ainda. Levantei minha amiga e as duas ficaram de quatro no sofá. Deixamos nossas duas bundinhas apontadas pra ele como se fosse o melhor dos sonhos dele. Com certeza ele nunca tinha visto uma bunda como a da minha amiga tão de perto, nem tão a fim. As duas estávamos com as bucetinhas molhadas esperando a gente ser comida. Nos masturbamos esperando a vez e sabendo que já já chegaria a nossa. Tive a sorte de ele começar por mim, fui sentindo o pau dele abrindo caminho. Adoraria mentir e dizer que oferecia resistência, mas minha xereca tava morrendo de vontade daquilo e deixou bem claro. Ele começou suave, mas não durou muito. Em um minuto o Gon tava me furando e me fazendo sufocar no sofá. As mãos da Bianca percorriam meu corpo, especialmente meus peitos. Ela me beijou e abafou por um tempo os gemidos que aquele pau me arrancava. Daí a pouco senti um vazio dentro de mim, ele tirou e foi pra minha amiga. Recuperando o fôlego ainda, curti a cena me tocando. Via a Bianca com os olhinhos revirando e a boca completamente aberta tentando achar ar entre os gemidos. Gon também não teve pena dela. Não julgo. Se eu pudesse comer ela assim, teria feito o mesmo. Dei um tapa na bunda da Bianca que ecoou tudo, minha mão ficou marcada na bundinha branca dela. Mas dava pra cobrir Um pouco dessa bunda enorme! Gon se juntou. Deu vários tapas seguidos que foram cobrindo a marca vermelha da minha mãozinha, deixando umas marcas novas maiores e mais brutais. Depois disso, o pau dele respirou de novo e era a minha vez outra vez. Enquanto me comia sem piedade, eu via a Bianca caída, ainda sem conseguir se recuperar. Mas quando ela se recuperou, foi por vingança. Começou a dar umas palmadas enormes na minha bunda, Gon cuidou de me comer enquanto deixava a outra nádega vermelha. Sentia minha buceta quente de tantos tapas que levei. O pau dele ia e vinha fácil de tão molhada que eu tava. Bianca esfregava meu clitóris e meus peitos, eu gritava, pedia mais, implorava, etc... Me fizeram gozar de novo entre os dois. Senti um orgasmo incrível que percorreu todo meu corpo e me deixou acabada no sofá. Isso fez com que fosse a vez da minha amiga de novo. Ela, toda animada, parou a bundinha e se deixou comer mais uma vez. Quando recuperei o fôlego, saí dali e, passando entre as pernas dos dois, me posicionei com a boca debaixo da buceta da Bianca. Fui chupando enquanto sentia o pau do Gon roçando minha língua e os sucos daquela foda caindo na minha boca, que só recebia tudo que alcançava. Ela também não aguentou muito daquilo e gozou bem rápido de novo. Estando tão perto, pude ver quando ele tirou o pau e deixou um buraco na minha amiga que mal se enchia com os fluidos do orgasmo recente. Ele sentou exausto, mas ainda não derrotado. Nós devíamos algo a ele e fomos cumprir nosso dever. O pau dele, brilhando com nossas gozadas, nos esperava firme. Comecei eu enquanto Bianca voltava a si. Depois ela se juntou a mim e, juntas, alternando entre chupar o pau dele e lamber os ovos, fomos brincando com ele. Estávamos muito felizes e deixamos claro, pedindo a gozada dele. alternando entre chupada no pau dele e lambida nas bolas, a gente foi brincando com ele. A gente tava muito feliz e deixamos claro, pedindo a gozada pra ele. Ele deu, enquanto os fios brancos iam caindo nas nossas línguas, recebendo o prêmio. Cada uma pegou o que era seu e fechamos com um beijo final, pra cena pornô ficar completa. A gente tava morta. Sério, não sobrou nada de ninguém. Assim, pelados e do jeito que deu, a gente dormiu naquela sala.
Não quero me alongar contando meus primeiros dias — vocês imaginam a atenção que recebi e os milhares de planos que fiz. Mas todos, digamos, inocentes. Não dignos de contar nesta página. Esses primeiros dias viraram semanas. Aí comecei a notar algo em mim, não era culpa da minha cidade, era eu que tinha mudado alguma coisa. Minha sexualidade.
Antes de ir embora, eu tinha experiências curtas e pouco interessantes pra contar. Embora curtisse muito o sexo, ele não ocupava um papel tão transcendental na minha vida, nem minhas fantasias tomavam tanta da minha capacidade mental. Esse contraste em mim mesma percebi ao voltar. Ao ser de novo uma menina boazinha, como quem diz. Mais de uma vez com a Bianca rolaram insinuações da minha parte pra ela, uns apalpões abusando da nossa confiança, mas nada além. Não surgia uma situação pra chegar naquilo. Era mais um jogo quase adolescente que a gente tinha. Embora insuficiente pra mim.
Pela primeira vez na minha vida, explorei o sexting com bastante intensidade. As conversas com o Fede ou a Nadia apareciam. No geral, eu começava, mas os dois achavam delicioso essa troca depois. Embora repita, insuficiente pra mim. Quase chegando ao primeiro mês do meu retorno e com mais um mês pela frente, Eu tava num pico de excitação constante. As punhetas eram mais frequentes e, às vezes, várias vezes durante o dia. Talvez por isso, aconteceu o que vou contar agora. O dia tava lindo, era uma terça-feira, a Bianca tava de folga e eu, obviamente, não tinha nenhuma obrigação além de aproveitar meu merecido descanso. Fomos pra um lago perto de casa, meio escondido, mas conhecido por todo mundo na cidade. Muito tranquilo. Ficamos conversando e curtindo uns salgados e mate, as duas de shortinho e só a parte de cima do biquíni. Como era terça, estávamos sozinhas e super de boa. Do nada, de longe, a Bian me faz sinal e a gente vê três pessoas vindo andando, contornando o lago. A vista boa dela fez com que, quase 10 minutos depois, eles finalmente chegassem perto e a gente pudesse ver direito. Não eram da cidade, nem parecia que a gente já tinha visto eles antes. A primeira coisa que olhamos foi um cara moreno, bem alto, corpo bonito, bem definido mas sem exageros. Ele tava com uma camisa curta, aberta por completo, e uma sunga amarela que destacava muito o bronzeado. Era realmente muito gostoso, difícil não focar nele. Vinham acompanhados por mais dois caras, não tão chamativos quanto ele, mas de aparência bonita. Um ruivo igual a Bianca e o outro moreno também. Dava pra ver que eram sarados, mas não tão treinados quanto o primeiro. Quem tomou a palavra primeiro foi esse segundo moreno: — "Oi, meninas, desculpa incomodar, vocês sabem se tem algum lugar aqui perto pra esquentar água? A gente esqueceu de colocar antes de sair" — "NÃO, A GENTE NÃO ESQUECEU. VOCÊ ESQUECEU" — interrompeu o ruivo, bem eufórico e com uma expressão bem engraçada. Pelo sotaque, já sabíamos que eram de Buenos Aires. — "Viu, Hernán, você é um viadinho chato, se elas não tão nem aí!! É só pra me exibir!!" — se defendeu o moreno. Esse comentário fez a gente cair na risada, sem nem responder a pergunta inicial. Dava pra ver que que esses dois eram um casal por causa do jeito que brigavam. — "Desculpem meus amigos, eles estão sensíveis por causa da falta de mate..." Pela primeira vez, ouvimos a voz do gato lindo. E ainda por cima tinha um sorriso maravilhoso! Dava pra ver que nós duas estávamos bobas, embora naquele momento eu já tivesse assumido que ele também era gay. — "Bebe com a gente, viemos preparadas!" Disse Bianca mostrando a bolsa com dois termos além do que já estávamos usando... — "OBRIGADO MINHAS RAINHAS, VOCÊS SÃO NOSSAS SALVADORAS" disse o ruivo mantendo a empolgação inicial. — "Você é o Hernán, certo?" falei apontando pro moreno que tinha esquecido de encher os termos. "E vocês?" — "Dani" disse o ruivo e "Gonzalo" disse o moreno que eu tava achando um tesão! A conversa foi super divertida, Hernán e Daniel eram um casal e pareciam um clichê de série ou filme, viviam se alfinetando e não paravam com as piadas picantes, parecia que conhecíamos eles há anos. Gonzalo era muito mais educado, ficava mais na dele mas tinha um jeito foda de falar quando abria a boca, dava pra ver que era super culto. — Daniel: "Que gostosas que vocês são, égua! Você não pode ter esses olhos, tinham que arrancar!" disse olhando pra Bianca e fazendo um gesto com as mãos. Nós duas rimos, mas nessa altura já tava doendo a barriga de tanto rir. "E você! Quero te afogar no lago, olha essas tetas que você tem, gata! O que você come? Além de ser linda!" Tinha chegado a minha vez. Óbvio que as risadas não paravam. — "Viu Gonzalo! Tínhamos razão de vir pra cá, olha as duas rainhas que encontramos!" Ele ficou visivelmente nervoso pela primeira vez, aí confirmamos de vez que ele não era gay também. Naquele momento um sorriso se formou no meu rosto e não sei se consegui disfarçar. — Gonzalo: "É, são muito lindas. Mas tenho certeza que elas não querem que vocês fiquem ameaçando ou emparelhando com qualquer idiota que conhecem" — Dani: "Afff pelo amor, por isso que você tá sozinho, filho. ATIVAAAAA, ATIVAAA!" Claro, as risadas não demoraram pra rolar... E também não demorou o cruzamento de olhares com a Bianca. A vantagem de ser amiga há tanto tempo é que um segundo já bastava. - Eu: "Gente, e até quando vocês ficam?" - Hernán: "Só mais um dia e a gente volta, infelizmente..." - Gonzalo: "Aliás, vocês nos salvaram do que teria sido chamado de tragédia do mate. Dá pra, pelo menos, retribuir o favor com um sorvete depois?" Meu Deus, se eu já tava afim dele, quando ele falou isso senti como um sinal divino! Eu tava prestes a pular em cima pra beijar ele, basicamente, mas a Dani interrompeu. Dani: "AI UM SORVETE, EU MORRO DIRETO. Desculpa ele, esquece como é interagir com humanos. Vem que a gente convida vocês pra um vinho à tarde e de quebra envenena vocês de lindas" Embora o comentário tenha me feito rir pra caralho, tive que defender o Gonzalo. - "Olha, quando ele falou sorvete eu já tava quase pulando em cima, hahaha, acertou um ponto fraco. Dá pra aceitar os dois?" Me entreguei, eu sei. Mas que diferença fazia. Combinamos de nos encontrar no centro (obviamente na minha sorveteria favorita) às 8. A ideia era comprar sorvete e ir pra onde eles estavam com a cabana, comprar alguma coisa pra comer e juntar pra beber. Com a Bian, voltamos pra casa dela pra tomar banho e nos preparar. - Bian: "Cê tava se entregando, hein!" - "Simmm, eu sei. Mas você viu como ele era gostoso?" - Bian: "Sim, sim, você me ganhou na mão. Se não tivesse se jogado e se entregado tão rápido, eu ia atrás, hahaha" - "Mas eu nunca disse que você tava de fora" - Bian: "Aaaahhhh, então... E essa proposta?" - "Pensa aí" foi a última coisa que falei, tirei o biquíni e entrei no chuveiro. Quando saí, a Bian já tinha trocado de roupa, vestiu um shortinho que deixava a raba gigante dela bem à mostra e em cima um top transparentinho, dava pra ver o sutiã de renda que ela tava usando. - Bian: "Toma, se você vai se entregar, usa isso" Me deu um vestido preto sem costas e bem soltinho na frente. Era pra usar sem sutiã e deixava tudo à mostra. ao lado dos meus peitos. A saia era super curta, eu coloquei literalmente a tanga preta de renda que combinava com o corpete da Bianca. Sim, ela aparentemente não estava usando nada por baixo. Fomos pro ponto de encontro e assim que vi ele, fiquei apaixonada. Ele tinha um perfume delicioso e uma camisa azul escura com uma calça preta. Eu tava derretida. Deixei bem claras minhas intenções desde o começo. Aproveitei toda oportunidade pra abraçar ele, me aproximar ou dar algum carinho disfarçado. Nem tinha bebido nada ainda... Já na cabana, começou a circular o vinho que depois virou Fernet. Era quase meia-noite e meia e o Dani propôs jogar um jogo que incluía castigos pra quem perdesse. No começo, tava tudo bem tranquilo. As prendas eram do tipo "conta sua primeira vez", "seu maior mico", "faz 20 flexões", umas coisinhas bestas assim. - Dani: "Ganheeeei, ganhei!! Bom, eu escolho o que o Hernán, que perdeu, vai fazer. Você tem que dar um selinho na Ceci" - Hernán: "Pfff, sou gay mas isso não é castigo, vem cá, gata!" Ele pegou meu rosto entre risadas e me deu um selinho bem pouco inocente! - Hernán: "cuidado, amor, que eu posso me acostumar a não sentir barba, hein" Claro, a gente riu e o jogo continuou. Mas a inocência já tinha ido um pouco pro espaço. - Bian: "Desculpa, Ceci, tenho que te dar um castigo. Pelo que resta do jogo, você vai ter que jogar no colo do Gonza" Filha da puta, mas a melhor amiga que eu podia ter. Ela me deu o melhor castigo do mundo. Fiz que não queria, mas no segundo seguinte já tava me acomodando nas pernas dele. A partir daí, toda hora eu aproveitava pra fazer movimentos com a bunda pequena, não demorou pra fazer efeito e eu sentia o pau dele endurecendo e se ajustando entre minha racha. Continuei jogando felizona. As prendas continuaram. O Hernán e o Daniel se autodestruíram e terminaram os dois de cueca. A Bian sem o top, jogando só de corpete. O Gonzalo sem a camisa. A gente já tinha se beijado entre quase todo mundo, inclusive com a Bianca enquanto o Gonzalo me segurava no colo, eu sentia o pau dele. o tempo todo super inchada com a cena das duas amigas se apertando na frente dele. Não escondemos nada, aquele jogo inocente nos deu a desculpa que a gente tava procurando há semanas pra nos beijar de novo. Também vi a Bianca comendo a boca do Gonza. A mina aproveitou e passou a mão por todo o peito marcado dele. Por sorte, eu também tive meu momento, me virei e fiquei cara a cara com ele, e a gente se pegou num beijo apaixonado. A língua dele ia e vinha na minha boquinha enquanto eu me deixava levar e mexia a cintura, querendo que o pau dele curtisse junto com a gente.
- Hernán: "Meninas, desculpa, mas eu preciso levar esse ruivinho pro nosso quarto"
Sem mais, o casal subiu pra onde ficavam os quartos e sumiu.
- Bian: "Uiii, acabou o jogo, esses caras tavam no fogo, hahaha"
- "Ufa, então eu tenho que descer?" fiz biquinho e olhei pro Gon.
- Gon: "Ou a gente pode continuar o jogo nós três!" Sem hesitar, eu e a Bianca topamos.
"Ganhei!" A Bianca falou feliz.
"Ceci, do jeito que vocês tão, o Gon tem que tirar a sua calcinha!" Ninguém se surpreendeu. Na hora, levei as mãos dele pra levantar o pouco de vestido que me cobria e, bem devagar, ele foi descendo minha calcinha pelas minhas pernas até os joelhos. Podia ter sentido vergonha de ver que minha calcinha tava toda molhada, mas pouco me importou. Levantei um pouco as pernas, fazendo uma pressão enorme no pau do Gon (que já não tinha nada entre a gente além da roupa dele) e deixei ele tirar completamente, largando a calcinha na mesa.
- "Feliz?" Olhei pra Bianca, que tava claramente excitada vendo a cena e olhando pra minha buceta, aproveitando a visão que tinha.
Ela concordou com a cabeça e a gente continuou.
- "Agora é minha vez!" falei feliz e quis, de uma vez por todas, ver em que eu tava sentada.
- "Gon, quero que a gente vá pro sofá nós três e você bata uma por pelo menos 20 segundos" A carinha dele foi linda. Era uma mistura de um tesão enorme e vergonha pelo desafio que tinha caído pra ele. Cada uma ficou de um lado, ele baixou a calça e a gente descobriu duas coisas. A primeira é que ele não tava usando nada por baixo, na hora o pau dele apareceu. E a segunda, é que embora minha bunda já tivesse dado uma boa apalpada, o pau dele não decepcionou, muito pelo contrário, tinha uma piroca linda que deixou nós duas fascinadas olhando. Ele não perdeu tempo em cumprir o castigo. Bem, castigo. Ele começou a bater uma suave com a gente do lado, a mão dele subia e descia com muita calma mas com firmeza. Só diminuiu um pouco o ritmo depois de um tempinho. Num momento consegui tirar os olhos daquela piroca hipnótica e olhei pra Bian, ela tava completamente perdida olhando, mordendo os lábios, mostrando o tesão que tava sentindo. Olhei pro Gon e ele cruzou o olhar comigo. Adorei a sensação de estar vendo ele bater uma na nossa frente, com a gente olhando, e poder compartilhar aquele contato visual. O tempo claramente tinha passado, mas ninguém queria parar aquilo. Eu não aguentei e, já sem precisar do jogo, me joguei pra dar um beijo super quente enquanto ele continuava na tarefa dele na frente da Bianca, que não perdia um detalhe. A gente ficou assim um bom tempo até que eu decidi substituir ele na tarefa e fui eu que comecei a tocar ele. O beijo não parou, só que soltei as mãos dele pra ele baixar meu vestido e me deixar completamente nua igual a ele. A troca de saliva continuou, minha mão não soltava o pauzão dele por nada, e as dele também não saíam das minhas tetas ou da minha buceta. Dava pra sentir os dedos dele já ensopados por minha culpa, brincando na minha rachinha. A Bianca era uma espectadora de luxo naquele momento. Ela tava num transe. Resolvi melhorar ainda mais o show. Desci do sofá e me ajoelhei entre as pernas do Gon. Olhei pra minha amiga e falei "minha boca vai ficar ocupada, você pode me substituir enquanto isso?" Foram palavras mágicas que fizeram ela reagir. Ela se jogou pra beijar ele e deixar as mãos dele irem desnudando ela também. Primeiro Ela tirou o corpinho, massageou os peitos dela e depois desceu pelo shortinho dela, deixando à mostra a buceta da minha amiga, que também estava toda molhada. Repetiu a mesma fórmula que usou comigo e começou a brincar com os dedos na buceta dela. Enquanto isso, eu já estava lidando com meu desafio. Conseguir enfiar todo aquele pedaço de carne na minha boca. Minha língua já tinha dado conta de babar bem ele e, com tentativas tímidas, fui engolindo cada centímetro que Gon me oferecia. Depois de várias tentativas e me engasgar em todas, consegui pegar o jeito e sentir meu nariz encostado na barriga dele. A partir daí, o que veio foi uma demonstração de quanto eu tinha aprendido a chupar pau nesse tempo com o Fede. Dei pra ele e pra minha amiga uma chupada de deixar saudade. Fui engolindo aquele pedaço enquanto minhas lágrimas caíam e iam borrando minha maquiagem. Deixava fios de saliva em cada tentativa de respirar, enquanto batia uma pra ele vendo como ele e a Bianca continuavam se beijando e se apalpando. Bati uma punheta louca pro nosso novo amigo. Queria que ele lembrasse com carinho da minha cidade. Devo confessar que, num momento, fiquei tentada com a buceta da Bian tão perto. Não resisti e minha atenção foi toda pra ela. Senti de novo o contato da minha língua com a umidade que a Bian oferecia pra mim. Aquele cheiro, aquele gosto. Tão bons quanto eu lembrava. Não parei de bater uma pro Gon, nem me esqueci dele. Minha cabeça ia e vinha, dando prazer pra esses dois amantes que continuavam se beijando enquanto eu cumpria meus deveres nessa prova oral com os dois. Trocava os fluidos da Bianca pelo duro pedaço de carne do Gon. Assim eu ia e voltava. Num momento, aparentemente, ganhei meu prêmio. Gon se ajeitou atrás de mim e afundou a cara na minha raba, me devolvendo aquela brincadeira com a língua enquanto eu atendia a Bianca, que estava arqueada naquele sofá. Os gritos e gemidos já eram impossíveis de distinguir de quem vinham. Bianca foi a primeira a gozar, tudo na minha boquinha. Meus lábios com certeza brilhariam, assim como meu sorriso depois de sentir minha amiga gozando de novo por causa da minha língua. Isso me deu muito tesão, continuei fazendo a mesma coisa, mas na carinha do Gon, deixando o rostinho todo lambuzado. Ele se levantou e a Bian me reencontrou no chão. As duas de joelhos fomos direto pro pau dele. Chupamos dividindo como duas boas amigas de infância. Eu colocava na boca dela e ela chupava, depois a mão dela trazia esse piruão pros meus lábios e eu cuidava de fazer o mesmo. Gon jogava a cabeça pra trás e, curtindo as duas amigas novas que tinha feito, deixava a gente cuidar do resto. O pau dele tava inchado, na beira de explodir. Mas eu não queria que acabasse ainda. Levantei minha amiga e as duas ficaram de quatro no sofá. Deixamos nossas duas bundinhas apontadas pra ele como se fosse o melhor dos sonhos dele. Com certeza ele nunca tinha visto uma bunda como a da minha amiga tão de perto, nem tão a fim. As duas estávamos com as bucetinhas molhadas esperando a gente ser comida. Nos masturbamos esperando a vez e sabendo que já já chegaria a nossa. Tive a sorte de ele começar por mim, fui sentindo o pau dele abrindo caminho. Adoraria mentir e dizer que oferecia resistência, mas minha xereca tava morrendo de vontade daquilo e deixou bem claro. Ele começou suave, mas não durou muito. Em um minuto o Gon tava me furando e me fazendo sufocar no sofá. As mãos da Bianca percorriam meu corpo, especialmente meus peitos. Ela me beijou e abafou por um tempo os gemidos que aquele pau me arrancava. Daí a pouco senti um vazio dentro de mim, ele tirou e foi pra minha amiga. Recuperando o fôlego ainda, curti a cena me tocando. Via a Bianca com os olhinhos revirando e a boca completamente aberta tentando achar ar entre os gemidos. Gon também não teve pena dela. Não julgo. Se eu pudesse comer ela assim, teria feito o mesmo. Dei um tapa na bunda da Bianca que ecoou tudo, minha mão ficou marcada na bundinha branca dela. Mas dava pra cobrir Um pouco dessa bunda enorme! Gon se juntou. Deu vários tapas seguidos que foram cobrindo a marca vermelha da minha mãozinha, deixando umas marcas novas maiores e mais brutais. Depois disso, o pau dele respirou de novo e era a minha vez outra vez. Enquanto me comia sem piedade, eu via a Bianca caída, ainda sem conseguir se recuperar. Mas quando ela se recuperou, foi por vingança. Começou a dar umas palmadas enormes na minha bunda, Gon cuidou de me comer enquanto deixava a outra nádega vermelha. Sentia minha buceta quente de tantos tapas que levei. O pau dele ia e vinha fácil de tão molhada que eu tava. Bianca esfregava meu clitóris e meus peitos, eu gritava, pedia mais, implorava, etc... Me fizeram gozar de novo entre os dois. Senti um orgasmo incrível que percorreu todo meu corpo e me deixou acabada no sofá. Isso fez com que fosse a vez da minha amiga de novo. Ela, toda animada, parou a bundinha e se deixou comer mais uma vez. Quando recuperei o fôlego, saí dali e, passando entre as pernas dos dois, me posicionei com a boca debaixo da buceta da Bianca. Fui chupando enquanto sentia o pau do Gon roçando minha língua e os sucos daquela foda caindo na minha boca, que só recebia tudo que alcançava. Ela também não aguentou muito daquilo e gozou bem rápido de novo. Estando tão perto, pude ver quando ele tirou o pau e deixou um buraco na minha amiga que mal se enchia com os fluidos do orgasmo recente. Ele sentou exausto, mas ainda não derrotado. Nós devíamos algo a ele e fomos cumprir nosso dever. O pau dele, brilhando com nossas gozadas, nos esperava firme. Comecei eu enquanto Bianca voltava a si. Depois ela se juntou a mim e, juntas, alternando entre chupar o pau dele e lamber os ovos, fomos brincando com ele. Estávamos muito felizes e deixamos claro, pedindo a gozada dele. alternando entre chupada no pau dele e lambida nas bolas, a gente foi brincando com ele. A gente tava muito feliz e deixamos claro, pedindo a gozada pra ele. Ele deu, enquanto os fios brancos iam caindo nas nossas línguas, recebendo o prêmio. Cada uma pegou o que era seu e fechamos com um beijo final, pra cena pornô ficar completa. A gente tava morta. Sério, não sobrou nada de ninguém. Assim, pelados e do jeito que deu, a gente dormiu naquela sala.
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