Finalmente tinha acontecido, comi minha sogra rabuda Maria com minha namorada em casa. Pouco me importei com isso, a tesão de ter aquela mulher tão perto me venceu, e ela também, mesmo quando eu disse que tava fazendo a filha dela de corna, parecia que deixou ela mais excitada ainda.
Na manhã seguinte acordei e a Lucia já tinha ido trabalhar.
Resolvi ir pra cozinha.
Levei um baita susto quando vi minha sogra, completamente pelada na cozinha, exibindo o corpaço monumental dela.
Sem dizer nada, me aproximei dela e, com o pau já duro, apoiei ele no fogão.
—Que filha da puta, Maria. Quer mais pica?— falei, enquanto encostava nela e apertava forte os peitos dela.
—Ai Luis, você me assustou— respondeu ela, apoiando as mãos no fogão.
—Assustar nada, puta, sabendo que só tem eu aqui e fica andando desse jeito.
—O quê, não gostou?
—Adoro ter uma sogra tão puta— falei, tirando o pau e enfiando na hora.
—Mmm aai Luis— gemeu ela.
Comecei a meter com raiva ali mesmo, as nádegas dela tremiam como gelatina com as estocadas que ecoavam pela casa toda.
Em menos de cinco minutos gozei, enchi ela de porra.
—Aaaai filha da puta.
—Que gostoso, porra.
Me desgrudei da bunda dela, vendo a porra escorrendo da buceta e dando um tapa que deixou a mão marcada.
—Essa raba é minha.
—Mm, cê acha?— respondeu minha sogra, sentando no fogão.
—Tem mais alguém te comendo?
—Não, nenhum. Então essa pica é minha?
—Óbvio, Mari.
—E a Lúcia?
—Lúcia é minha namorada e você minha sogra, e eu como as duas.
Ela sorriu maliciosamente, ficava com tesão quando eu falava essas coisas.
—Vou me trocar e ir pro trampo.
—Beleza, gato.
Antes de ir, chupei a boca dela e amassei bem a bunda.
—Hoje à noite te como de novo.
Ela riu.
Naquela tarde, o trampo foi normal, eu ficava olhando o celular de vez em quando e vi que tinha mensagem da minha sogra.
“Luis, não podemos mais fazer isso, é errado você trair a Lúcia comigo”
Tinha batido o arrependimento, pelo visto.
Mas mais ou menos eu já tinha sacado a ficha da minha sogra, se insistisse, ela cedia fácil.
Fui pro banheiro do trampo e mandei uma foto do pau.
—Essa você vai chupar hoje à noite, Maria, vai se preparando e me manda uma foto pelada que quero ver a raba da minha sogra— falei por áudio.
Aí larguei o celular, uma hora depois vi e notei outra mensagem da Maria.
Uma foto em close da bunda enorme dela com um recado.
Toma, degenerado, o cu da sua sogra"
Deixei ela no vácuo.
Lá pelas 18h cheguei em casa, minha mina e minha sogra já estavam lá. Entrei e minha sogra me cumprimentou numa boa. Ninguém imaginaria que naquela mesma manhã eu tinha comido ela na cozinha. Ela tava com uma daquelas leggings que ela sempre usa, marcando bem a bunda e as pernas.
— E aí, como foi? — a Lúcia perguntou.
— De boa, vou tomar um banho.
— Ah, espera aí que vou pegar o pente no banheiro — disse a Maria, me seguindo pelo corredor.
— Mostra essa bunda, Maria — falei baixinho quando a gente se afastou da sala.
Mesmo tendo se feito de moralista na mensagem, minha sogra parou no meio do caminho, nem me olhou, segurou a legging e na hora mostrou o rabo.
Como sempre, aquela bunda empinada era uma obra de arte.
Empurrei ela até entrar no banheiro assim. Aí peguei a tanga dela e puxei mais pra cima, ela segurava os gemidos ao sentir a tanga entrando mais na pussy. De tanta tesão, rasguei a tanga na hora, abri as nádegas dela com as duas mãos e enterrei meu rosto, chupando a pussy e o cu dela por uns segundos antes de largar, não podíamos nos dar ao luxo com minha namorada em casa.
Maria subiu a legging e foi embora com a cara vermelha.
Naquela noite, de madrugada, comi minha sogra de novo com minha namorada dormindo.
E assim continuamos com Maria, eu não perdia chance de apalpar ela, muito menos de comer ela, às vezes com minha namorada perto, isso dava mais tesão. Maria às vezes se arrependia, mas me dava risada de como depois ela cedia, sempre terminava com gozo dentro.
Mas a história com Maria não termina aqui. Aconteceram muito mais coisas, e garanto que são ainda mais picantes, mas isso vou contar outra hora.
Na manhã seguinte acordei e a Lucia já tinha ido trabalhar.
Resolvi ir pra cozinha.
Levei um baita susto quando vi minha sogra, completamente pelada na cozinha, exibindo o corpaço monumental dela.

Sem dizer nada, me aproximei dela e, com o pau já duro, apoiei ele no fogão. —Que filha da puta, Maria. Quer mais pica?— falei, enquanto encostava nela e apertava forte os peitos dela.
—Ai Luis, você me assustou— respondeu ela, apoiando as mãos no fogão.
—Assustar nada, puta, sabendo que só tem eu aqui e fica andando desse jeito.
—O quê, não gostou?
—Adoro ter uma sogra tão puta— falei, tirando o pau e enfiando na hora.
—Mmm aai Luis— gemeu ela.
Comecei a meter com raiva ali mesmo, as nádegas dela tremiam como gelatina com as estocadas que ecoavam pela casa toda.
Em menos de cinco minutos gozei, enchi ela de porra.
—Aaaai filha da puta.
—Que gostoso, porra.
Me desgrudei da bunda dela, vendo a porra escorrendo da buceta e dando um tapa que deixou a mão marcada.
—Essa raba é minha.
—Mm, cê acha?— respondeu minha sogra, sentando no fogão.
—Tem mais alguém te comendo?
—Não, nenhum. Então essa pica é minha?
—Óbvio, Mari.
—E a Lúcia?
—Lúcia é minha namorada e você minha sogra, e eu como as duas.
Ela sorriu maliciosamente, ficava com tesão quando eu falava essas coisas.
—Vou me trocar e ir pro trampo.
—Beleza, gato.
Antes de ir, chupei a boca dela e amassei bem a bunda.
—Hoje à noite te como de novo.
Ela riu.
Naquela tarde, o trampo foi normal, eu ficava olhando o celular de vez em quando e vi que tinha mensagem da minha sogra.
“Luis, não podemos mais fazer isso, é errado você trair a Lúcia comigo”
Tinha batido o arrependimento, pelo visto.
Mas mais ou menos eu já tinha sacado a ficha da minha sogra, se insistisse, ela cedia fácil.
Fui pro banheiro do trampo e mandei uma foto do pau.
—Essa você vai chupar hoje à noite, Maria, vai se preparando e me manda uma foto pelada que quero ver a raba da minha sogra— falei por áudio.
Aí larguei o celular, uma hora depois vi e notei outra mensagem da Maria.
Uma foto em close da bunda enorme dela com um recado.
Toma, degenerado, o cu da sua sogra" Deixei ela no vácuo.
Lá pelas 18h cheguei em casa, minha mina e minha sogra já estavam lá. Entrei e minha sogra me cumprimentou numa boa. Ninguém imaginaria que naquela mesma manhã eu tinha comido ela na cozinha. Ela tava com uma daquelas leggings que ela sempre usa, marcando bem a bunda e as pernas.
— E aí, como foi? — a Lúcia perguntou.
— De boa, vou tomar um banho.
— Ah, espera aí que vou pegar o pente no banheiro — disse a Maria, me seguindo pelo corredor.
— Mostra essa bunda, Maria — falei baixinho quando a gente se afastou da sala.
Mesmo tendo se feito de moralista na mensagem, minha sogra parou no meio do caminho, nem me olhou, segurou a legging e na hora mostrou o rabo.
Como sempre, aquela bunda empinada era uma obra de arte. Empurrei ela até entrar no banheiro assim. Aí peguei a tanga dela e puxei mais pra cima, ela segurava os gemidos ao sentir a tanga entrando mais na pussy. De tanta tesão, rasguei a tanga na hora, abri as nádegas dela com as duas mãos e enterrei meu rosto, chupando a pussy e o cu dela por uns segundos antes de largar, não podíamos nos dar ao luxo com minha namorada em casa.
Maria subiu a legging e foi embora com a cara vermelha.
Naquela noite, de madrugada, comi minha sogra de novo com minha namorada dormindo.
E assim continuamos com Maria, eu não perdia chance de apalpar ela, muito menos de comer ela, às vezes com minha namorada perto, isso dava mais tesão. Maria às vezes se arrependia, mas me dava risada de como depois ela cedia, sempre terminava com gozo dentro.
Mas a história com Maria não termina aqui. Aconteceram muito mais coisas, e garanto que são ainda mais picantes, mas isso vou contar outra hora.
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