Minha Família de Gostosas VII

Capítulo VII
Depois daquela quinta-feira das obras, na sexta não me encontrei com minha mina, tinha que pagar o churrasco que meus amigos me deram. Durante o churrasco, vários me perguntaram sobre a Nayi, se eu não ia fazer a segunda, óbvio que desviei de todas. Nayi era minha puta, não ia dividir ela.

O sábado chegou e também não ia me ver com a Agos. Tinha combinado com os parças e fazia tempo que não saía com eles. Não íamos dançar, nessa época tínhamos dado uma parada de balada. Com 19 anos? Vocês vão dizer. Nessa cidade começamos a sair muito novos, acho que fui na minha primeira balada com 15 anos, nunca paramos. E os 18 foram de sair pra dançar todo fim de semana do ano. A ideia era ir num bar, mas de última hora furou, então pensei em ir na casa da minha mina.

O bar furou umas 23h, bem na hora que eu ia sair e já tava banhado, trocado e com o carro tinindo. Pensei em passar buscar a Agos e dar um rolê, então arranquei pra casa dela. Ela tinha me dito que não ia fazer nada e que ia ficar lá. Antes de ir, passei num mercadinho de confiança e comprei um six pack de cerveja, Andes, como bom menduco. Dei umas voltas pelo centro pra passear o golzinho e depois arranquei pro barraco.

Tava dirigindo, tomando uma cerveja e fumando um baseado, tava bem relax. Quando cheguei no barraco, o portão tava aberto, então entrei de uma vez. A Ana, que ouviu o carro, saiu na porta, me olhando com cara de estranha. Quando vi ela, pensei em tomar as cervejas do six pack com ela e a Agos e depois vazar. Então desci com o pack pra dividir.

L: Ana! Como cê tá? Vamos tomar umas cervejinhas, vim buscar a Agos.
An: A Agos não tá, Léo. Ela saiu com a Nayi e as primas.

Ela me falou com cara de tristeza, sabia que a filha tinha mentido pra mim. Não vou mentir, algo quebrou dentro de mim. Era a primeira vez que a Agos mentia pra mim, e quando te mentem uma vez, você já começa a sentir que te mentem sempre. Rapidinho eu soube que algo tinha acabado de mudar dentro de mim.
An: Não se preocupa, menino. Ela saiu com as meninas pra tomar algo, não. vão voltar tarde
Disse Ana, lendo a insegurança na minha cara
L: ela me disse que ia estar aqui, Ana, por que mentiria pra mim?
An: porque é uma idiota, filho, não se preocupa, minha filha tá até o pescoço com ele
Mesmo sentindo verdade nas palavras da Ana, a insegurança pulava na frente, do que reclamar se eu como a irmã, vocês vão dizer, mas é que eu não tava pensando nisso, na minha cabeça a Agos tinha me enganado.
An: passa pra cá, vamos tomar essas brejas que você tem aí, antes que a gente acabe com elas, elas já tão voltando, vai ver.
Não muito convencido, fui tomar as brejas com a Ana, bebemos as cervejas falando de várias coisas, trabalho, vida, o que eu achava do futuro, sei lá, mil coisas que mães perguntam.
An: o que que tem, Leo, te notei diferente, não tá como sempre
L: é que fiquei pensando naquilo da Agos, Ana, desculpa, acho que vou pra casa
Porra nenhuma que eu ia pra casa, tava com vontade de comer a primeira que passasse na minha frente, a Agos tinha mentido pra mim, quem ela pensava que era? Mentir pra mim? Depois de tudo que fiz por ela? Eu comia a irmã? Sim, mas ela era minha, as duas eram minhas, a Nay também tinha mentido.
An: não seja idiota, não fica bravo, a Agos não vai fazer nada, ela é apaixonada por você, eu conheço ela.
L: não é isso, Ana, é que ela mentiu pra mim, pra quê?
An: ela é insegura, minha filha
L: bom, eu também sou, e não minto pra ela
Ana me olhava, notava minha raiva, e queria resolver, doía ver eu mal, ela tinha criado muito carinho por mim, pela mão que eu tinha dado a elas.
An: fica tranquilo que a Agos não vai fazer nada, e se fizer, eu mesma me encarrego de matar ela.
L: então quer dizer que tem chance
Falei rindo de forma sarcástica, tava realmente puto da vida, incrível como aquela mentirinha me irritou, tava realmente de saco cheio da Agos, apaixonado de verdade.
An: não seja bobo, vai lá pegar outra breja do freezer, elas já vão chegar e ela vai se matar de arrependimento, vai te implorar pra perdoar ela e vocês vão acabar transando como sempre.
Olhei pra Ana com cara de surpresa, me chocou que aquelas palavras saíssem da boca dela.
L: não Se Ana, não sei se quero perdoar ela ou comer ela.
An: não exagera.
L: ela mentiu pra mim Ana, como vou confiar nela de novo, toda vez que ela falar alguma coisa vou desconfiar agora, é impossível assim.
Ana me olhou com cara de amor, tava comprando a mãe com minhas palavras.
L: além disso talvez ela esteja com outro e... desculpa Ana qualquer coisa que te incomode com minhas inseguranças, melhor eu ir.
Queria sair pra alguma gostosa acalmar essas inseguranças, precisava que uma mulher me dissesse que sou o melhor, voltar pro lugar de macho onde me sentia tão confortável. Ana no entanto tinha outros planos.
An: me escuta moleque, minha filha não tá com nenhum outro homem, ela te ama e é muito grata por você, não vai arrumar outro igual a você, tão atencioso, bom e tão bem dotado que nem você
Olhei surpreso, pela última parte que ela disse, ela leu minha cara e soltou uma gargalhada.
An: O quê? Acha que não percebo? Quando você anda tão duro que nem outro dia impossível.
Ana continuava bem perto do meu rosto com as duas mãos segurando as minhas e eu já tava bem quente, e arrisquei tudo. Num segundo me joguei em cima da Ana e comecei a beijar ela, ela ficou uns segundos surpresa, sem reagir, mas eu continuei abusando da boca dela, já tinha arriscado tudo, não podia voltar atrás. Ana de repente começou a mexer um pouco os lábios, assim que senti essa resposta aumentei a aposta, começando a apalpar os peitos dela.
An: mmmm
Ela gemeu na minha boca enquanto eu apertava os peitos dela, isso foi o que precisei pra arriscar de vez, enfiei as mãos por baixo da camiseta e fiquei apalpando os peitos dela por baixo, peguei a mão dela e levei pro meu pau, rapidamente ela começou a me masturbar, enquanto eu aproveitava a mão pra apalpar a bunda dela.
An: ah, tamo fazendo merda, você é o namorado da minha filha
L: não tem problema Ana, ela não vai ficar sabendo, além disso olha como eu já tô
Falei puxando o pau pra fora, ele saiu em todo seu esplendor da minha bermuda.
An: que pedaço de pau que você carrega moleque.
L: gostou? Ana, é toda sua agora.
Ela pegou no meu pau e começou a me bater uma, voltando a comer minha boca, eu aproveitei pra tirar a camiseta e o sutiã dela, deixando aqueles peitos no ar. Me pendurei igual bezerro recém-nascido naquelas tetas gigantescas, ela cuspia nas próprias mãos e me batia uma.
L: Adoro essas tetas, Ana.
An: Gosta, neném? Come elas bem, porque faz tempo que ninguém me come.
Continuei um tempo até cansar, queria mais. Ia foder a Ana, tava decidido. Ana também sabia disso, então rapidinho se ajeitou no sofá e começou a chupar meu pau. Rápida a vagabunda, não pensou duas vezes em chupar a rola do namorado da filha, e chupava como uma profissional. Slup slup slup, dava pra ouvir uns chupões bons da veterana.
L: Adoro como você chupa, Ana, vou te foder muito, sabia?
An: Sabia que você queria isso desde que comeu minha boca.
L: Era nisso que você tava pensando quando não respondia meu beijo?
An: Sim, pensando se fazia ou não.
L: Por que decidiu fazer?
An: Porque você fez muito por nós, minha filha te machucou hoje à noite, e por essa rola do caralho que você tem.
L: Tira tudo e fica de quatro no sofá que vou te foder toda, Ana.
An: Ai, me molhei toda.
L: Vai, fica de quatro que você vai se molhar mais quando eu te foder.
Ela se levantou, tirou a roupa e ficou de quatro no sofá. Tava bem boa pra idade dela, uma bunda gorda incrível, muito apetitosa, os peitos um pouco caídos e uma gordurinha abdominal, mas nada exagerado. Eu enfiei ali e enfiaria de novo hoje.
An: Mete logo, nunca tive uma tão grande e faz tempo que não sou fodida, tô fervendo.
Não me fiz de rogado e enfiei de uma vez, a rola toda de uma vez, até o fundo.
An: Aaaaaaah, filha da puta, como vai me meter assim, tá louco, filha da puta!
Não respondi e continuei bombando, muito forte, queria levar ela a um orgasmo rápido, que ela gozasse toda, a puta. Plaf plaf plaf plaf plaf, os corpos batiam.
An: Mmmmmm, mmmmm, mmmm, que pica, gozo, gozo, gozoo!
Ana gozou inteira, eu tirei a rola e desci pra chupar a buceta dela. Ela tava muito sensível, queria dar uma pausa, e queria me tirar da pussy dela, mas não dei descanso, juntei as pernas dela e segurei firme, aí comecei a chupar a pussy e o cu dela de forma desenfreada.
An: mmmmnene, o que você tá fazendo, vou gozar de novo.
Enquanto chupava a pussy dela, cuspi no cu dela e comecei a meter dedos na booty, isso excitou muito a Ana, dava pra ver que era uma puta anal, porque gozou de novo. Aí me levantei e puxei ela pelos cabelos até meu cock, sem hesitar ela começou a chupar, ficou um tempo até eu cansar e falei.
L: fica de quatro de novo, vou te comer de novo, abre bem o cu com as mãos.
Ela fez sem reclamar, se jogou com o peito pra frente e abriu o cu com as duas mãos, ficando totalmente exposta pra mim, eu meti na concha dela e ela começou a gemer forte. Enquanto metia na pussy, enfiava dedos no cu dela, cuspia e enfiava dedos, primeiro um, depois dois e até três, aquele cu cedia rápido, dava pra ver que já fazia tempo que tavam fazendo isso com ela.
An: você vai fazer minha booty?
L: óbvio, vou partir seu cu
An: sempre gostei de levar no cu, gosto mais do que na pussy
L: tá preparada pra esse cock no cu?
An: óbvio que tô preparada, quero ele todo, vai, mete
Tirei da pussy dela toda melada e apoiei no cuzinho enrugado, cedeu fácil, embora estivesse bem apertado.
An: aí devagar, faz tempo que não me comem a booty
L: shhh, vou fazer seu cu do meu jeito
Marquei isso com um tapa forte e Ana não reclamou mais, ia fazer devagar mesmo, mas queria mostrar que, mesmo sendo mais novo, eu mandava aqui, fui metendo no cu dela devagar, mas firme, em menos de 5 minutos o cock já entrava todo, ela gemia como uma louca.
An: uffah, que cock que você tem, por favor, abre meu cu todo, ah ahh
Comecei a meter mais rápido e forte, Ana ficou louca, começou a gemer pra caralho e se soltou.
An: ah ahah ah, sim, mete todo o cock, todo, no cu a bunda, adoro que pijama gostoso
L: vou encher sua bunda de porra ou você quer na boca?
An: na boca, quero tomar tudo
L: que puta boa, tão safada
An: sim, sou muito puta
L: você vai continuar sendo minha puta, sabe? Vou te foder quando quiser, quando eu quiser
An: sim, sim, essa rola não vou conseguir esquecer
L: você vai ser minha puta, a amante do namorado da sua filha
An: mmmmsim, me come, me come
Ele bombou por mais alguns minutos e a Ana gozou de novo, quando estava quase gozando, eu tirei e ela virou sozinha e começou a chupar, chupava minha rola igual um aspirador, em menos de um minuto me deixou pronto pra gozar.
L: aí vai, toma a porra, Ana.
An: sim, papai, me dá tudo, quero tudo na boca
L: ahhhhh
Gozei igual um burro, enchi a boca dela de porra, os primeiros jatos no rosto porque ela tirou pra me responder, mas os outros tudo dentro da boca, ela engoliu tudo feito uma rainha. Depois de descansar um pouco e nos recompor, levantei e fui pegar outra lata, quando voltei sentei do lado dela, dei um gole e passei a lata pra ela, ela tava quieta, deu um gole na lata e depois me disse.
An: loucura o que a gente fez, isso não se repete.
L: Ana, falei sério que agora você é minha, e vou continuar te fodendo quando quiser.
An: você é louco? É o namorado da minha filha, cara
L: e daí? Agora pouco isso não te importava
Dito isso, agarrei ela e me joguei em cima, beijando a boca dela e apalpando tudo, ela fingia que não queria, mas queria, de repente começou a me beijar de volta, entrando no jogo.
L: viu que você quer, agora é minha, minha puta
An: tenho que pensar
L: você não tem escolha, Ana, é minha, minha puta, eu sou seu homem
An: é? vai assumir?
Eu tinha a resposta na cabeça, era arriscada, mas sabia o que responder.
L: olha ao seu redor, não tô assumindo já?
Ana entendeu minha mensagem, referindo-se a todas as melhorias na casa dela, me olhou surpresa, mas sorriu e se aproximou pra me beijar de novo
An: você tem razão, é o homem desta casa. Eu tinha a Ana no meu bolso, já tinha comido a mãe e as duas filhas, todas tinham caído diante da minha pica, todas gozavam e todas aceitavam o papel de serem minhas mulheres e putas. No entanto, uma ideia crescia cada vez mais na minha cabeça: a de comer todas juntas. Mas eu via isso como algo impossível.

7 comentários - Minha Família de Gostosas VII

Agos no sabe pero Nayi no le importa compartite.
Muy buenos tus relatos
10 puntos, me encantan las turras asi son de putas, para cuando el proximo capitulo
😋😋😋😋 muy buena la serie faltan mas capitulos? Para cuando? Y fotos de las turras tenes?