Capítulo VII
Depois daquela quinta-feira das obras, na sexta não me encontrei com minha mina, tive que pagar o churrasco que meus amigos me deram. Durante o churrasco, vários me perguntaram sobre a Nayi, se eu não ia dar uma segunda, óbvio que desviei todas, a Nayi era minha puta, não ia dividir ela.
O sábado chegou e também não ia me ver com a Agos, tinha combinado com os parceiros e fazia tempo que não saía com eles. Não íamos dançar, nessa época tínhamos dado uma parada de balada. Com 19 anos? vocês vão dizer. Nessa cidade a gente começou a sair muito cedo, acho que fui na minha primeira balada com 15 anos, nunca paramos, e os 18 foram de sair pra dançar todos os fins de semana do ano. A ideia era ir num bar, mas de última hora furou, então pensei em ir na casa da minha gata.
O rolê do bar furou tipo 23h, bem antes de eu sair, e eu já tava banhado, trocado e com o carro tinindo. Pensei em passar buscar a Agos e dar um rolê por aí, então arranquei pra casa dela. Ela tinha me dito que não ia fazer nada e que ia ficar lá. Antes de ir, passei num mercadinho de confiança e comprei um six pack de cerveja, Andes, como bom menduco. Dei umas voltas pelo centro pra passear o golzinho e depois arranquei pro ranchinho.
Eu tava dirigindo, tomando uma cerveja e fumando um baseado, tava muito relax. Quando cheguei no rancho, o portão tava aberto, então entrei de uma vez. A Ana, que ouviu o carro, saiu na porta, me olhava com cara estranha. Quando vi ela, pensei em tomar as cervejas do six pack com ela e a Agos e depois vazar, então desci com o pack pra compartilhar.
L: Ana! Como cê tá? Vamos tomar umas cervejinhas, vim buscar a Agos.
An: A Agos não tá, Leo. Ela saiu com a Nayi e as primas.
Ela me falou com cara de tristeza, sabia que a filha tinha mentido pra mim. Não vou mentir, algo quebrou dentro de mim. Era a primeira vez que a Agos mentia pra mim, e quando te mentem uma vez, você já começa a sentir que te mentem sempre. Rapidamente soube que algo tinha acabado de mudar dentro de mim.
An: Não se preocupa, neném, ela saiu com as minas pra tomar algo, não é nada. vão voltar tarde
Disse Ana, lendo a insegurança na minha cara
L: ela me disse que ia estar aqui, Ana. Por que ela mentiria pra mim?
An: porque é uma idiota, filho. Não se preocupa, minha filha tá até o pescoço com ele
Mesmo sentindo verdade nas palavras da Ana, a insegurança pulava na frente. Do que eu reclamo se eu como a irmã, vocês vão dizer, mas é que eu não tava pensando nisso. Na minha cabeça, a Agos tinha me enganado.
An: passa pra cá, vamos tomar essas cervejas que você tem aí. Antes que a gente acabe com elas, elas já tão de volta, vai ver.
Não muito convencido, fui tomar as cervejas com a Ana. Bebemos as geladas falando de várias coisas: trabalho, vida, o que eu pensava do futuro, e sei lá mais o quê, um monte de coisas que mães perguntam.
An: o que que tem, Leo? Tô notando que você não tá como sempre
L: é que fiquei pensando naquilo da Agos, Ana. Desculpa, acho que vou pra casa
Porra nenhuma que eu ia pra casa. Tava com vontade de comer a primeira que passasse na minha frente. A Agos tinha mentido pra mim. Quem ela pensava que era? Mentir pra mim? Depois de tudo que fiz por ela? Eu comia a irmã? Sim, mas ela era minha. As duas eram minhas. A Nay também tinha mentido pra mim.
An: não seja idiota, não fica puto. A Agos não vai fazer nada, ela é apaixonada por você, eu conheço ela.
L: não é isso, Ana. É que ela mentiu pra mim. Pra quê?
An: ela é insegura, minha filha
L: bom, eu também sou, e não minto pra ela
Ana me olhava, percebia minha raiva, e queria resolver. Doía ver eu mal. Ela tinha criado muito carinho por mim, pela mão que eu tinha dado a elas.
An: fica tranquilo que a Agos não vai fazer nada. E se fizer, eu mesma me encarrego de matar ela.
L: então quer dizer que tem chance
Falei rindo de forma sarcástica. Tava realmente puto da vida. Incrível como aquela mentirinha me irritou. Tava até o saco com a Agos, apaixonado de verdade.
An: não seja bobo. Vai lá, pega outra cerveja do freezer. Elas já tão chegando, e ela vai se matar de arrependimento. Vai te implorar pra perdoar, e vocês vão acabar transando como sempre.
Olhei pra Ana com cara de surpresa. Me impactou que aquelas palavras saíssem da boca dela.
L: não Se Ana, não sei se quero perdoar ela ou comer ela.
An: não exagera.
L: ela mentiu pra mim, Ana, como vou confiar nela de novo? Toda vez que ela falar alguma coisa, vou duvidar agora, é impossível assim.
Ana me olhou com cara de amor, tava comprando a mãe com minhas palavras.
L: além disso, talvez ela esteja com outro e... desculpa, Ana, qualquer coisa que te incomode com minhas inseguranças, melhor eu ir.
Queria sair pra alguma gatinha acalmar essas inseguranças, precisava que uma mulher me dissesse que sou o melhor, voltar pro lugar de macho onde eu me sentia tão confortável. Ana, no entanto, tinha outros planos.
An: me escuta, gatinho, minha filha não tá com nenhum outro homem, ela te ama e é muito grata por você, não vai arrumar outro igual a você, tão atencioso, bom e tão bem dotado quanto você.
Olhei surpreso pra ela, pela última parte que ela disse, ela leu minha cara e soltou uma gargalhada.
An: quê? Acha que não percebo? Quando você anda tão duro como no outro dia, impossível.
Ana continuava bem perto do meu rosto com as duas mãos segurando as minhas e eu já tava bem excitado, e me joguei de vez. Num segundo, me joguei em cima da Ana e comecei a beijar ela, ela ficou uns segundos surpresa, sem responder, mas eu continuei abusando da boca dela, já tinha me arriscado tudo, não dava pra voltar atrás. Ana de repente começou a mexer um pouco os lábios, assim que senti essa resposta, aumentei a aposta, começando a apalpar os peitos dela.
An: mmmm
Ela gemeu na minha boca enquanto eu apertava os peitos dela, isso foi o que precisei pra me jogar de vez, enfiei as mãos por baixo da camiseta e fiquei apalpando os peitos dela por baixo, peguei a mão dela e levei até minha pica, rapidamente ela começou a me masturbar, enquanto eu aproveitava a mão pra apalpar a bunda dela.
An: ah, a gente tá fazendo merda, você é o namorado da minha filha
L: não tem problema, Ana, ela não vai ficar sabendo, além disso, olha como eu já tô
Falei puxando a pica pra fora, ela saiu em todo seu esplendor da minha bermuda.
An: que pedaço de pica que você carrega, gatinho.
L: gostou? Ana, é toda sua agora.
Ela me pegou e começou a me punhetar, voltando a comer minha boca, eu aproveitei pra tirar a camiseta e o sutiã dela, deixando aquelas tetas no ar, me pendurei como um bezerro recém-nascido naquelas úberes gigantescas, ela cuspia nas próprias mãos e me punhetava.
L: gostosas demais essas tetas, Ana.
An: cê gosta, neném? Come elas bem, que faz tempo que ninguém me come.
Continuei um tempo até cansar, queria mais, ia foder a Ana, tava decidido, Ana também sabia disso, então rapidinho se ajeitou no sofá e começou a chupar minha pica. Rápida a vagabunda, não pensou muito em chupar o pau do namorado da filha, e chupava como uma profissional. Slup slup slup, dava pra ouvir uns chupões bons da coroa.
L: adoro como você chupa, Ana, vou te foder gostoso, sabia?
An: sabia que você queria isso desde que comeu minha boca.
L: era nisso que você tava pensando quando não respondia meu beijo?
An: sim, pensando se fazia ou não.
L: e por que decidiu fazer?
An: porque você fez muito por nós, minha filha te machucou essa noite, e por essa pica do caralho que você tem.
L: tira tudo e fica de quatro no sofá que vou te foder toda, Ana.
An: ai, me molhei toda.
L: vai, fica de quatro que você vai se molhar mais quando eu te foder.
Ela se levantou, se despiu e ficou de quatro no sofá, tava bem boa pra idade dela, uma bunda gorda incrível, muito apetitosa, os peitos um pouco caídos e uma gordurinha abdominal, mas nada exagerado, eu enfiei ali e enfiaria de novo hoje.
An: enfia logo, nunca tive uma tão grande e faz tempo que não sou fodida, tô fervendo.
Não me fiz de rogado, e enfiei de uma vez, a pica toda de uma, até o fundo.
An: aaaaaaah, filha da puta, como vai enfiar assim, cê é louco, filho da puta.
Não respondi e continuei metendo, bem forte, queria levar ela a um orgasmo rápido, que ela gozasse toda. Plaf plaf plaf plaf plaf, os corpos batiam.
An: mmmmmm mmmmm mmmm, que pica, gozo, gozo, gozo.
Ana gozou inteira, eu tirei a pica e desci pra chupar a buceta dela. Ela tava muito sensível, queria uma pausa, e queria me tirar da pussy dela, mas não dei descanso. Juntei as pernas dela e segurei firme, aí comecei a chupar a pussy e o cú dela de forma desenfreada.
An: mmmmnene, o que você tá fazendo, vou gozar de novo.
Enquanto chupava a pussy dela, cuspi no cú e comecei a meter dedos na bunda. Isso excitou muito a Ana, dava pra ver que era uma puta anal, porque gozou de novo. Aí me levantei e puxei ela pelos cabelos até meu pau, sem hesitar ela começou a chupar. Ficou um tempinho até eu cansar e falei:
L: Fica de quatro de novo, vou te comer outra vez. Abre bem o cú com as mãos.
Ela fez sem reclamar, se jogou com o peito pra frente e abriu o cú com as duas mãos, ficando toda exposta pra mim. Eu meti na buceta dela e ela começou a gemer forte. Enquanto metia na pussy, enfiava dedos no cú, cuspia e enfiava dedo de novo, primeiro um, depois dois e até três. Aquele cú cedia rápido, dava pra ver que já fazia um tempo que tavam comendo ele.
An: Você vai fazer minha bunda?
L: Óbvio, vou arrebentar ela.
An: Sempre gostei de dar o cú, gosto mais do que dar a pussy.
L: Tá preparada pra esse pau no cú?
An: Claro que tô preparada, quero ele todo, vai, mete.
Tirei o pau da pussy dela todo melado e apoiei no cuzinho enrugado. Cedeu fácil, mesmo estando bem apertado.
An: Aí devagar, faz tempo que não como na bunda.
L: Shhh, vou fazer seu cú do meu jeito.
Marquei isso com um tapa forte e Ana não reclamou mais. Ia meter devagar mesmo, mas queria mostrar que, mesmo sendo mais novo, eu mandava ali. Fui metendo no cú devagar, mas firme. Em menos de 5 minutos o pau já entrava todo, ela gemia igual uma louca.
An: Uffah, que pau que você tem, pelo amor de Deus, abre meu cú todo, ah ahh.
Comecei a meter mais rápido e forte, Ana pirou, começou a gemer pra caralho e se soltou.
An: Ah ahah ah, sim, mete o pau todo, todo dentro. o rabo, adoro que pijama gostoso
L: vou encher sua bunda de porra ou quer na boca?
An: na boca quero tomar tudo
L: que puta gostosa, tão safada
An: sim, sou muito puta
L: você vai continuar sendo minha puta, sabia? Vou te foder quando quiser, quando eu quiser
An: sim, sim, esse pau não vou conseguir esquecer
L: você vai ser minha puta, o amante do namorado da sua filha
An: mmmsim, me come, me come
Ele bombou por uns minutos e Ana gozou de novo, quando estava quase gozando, eu tirei e ela virou sozinha e começou a chupar, chupava meu pau como um aspirador, em menos de um minuto me deixou pronto pra gozar.
L: aí vai, toma a porra, Ana.
An: sim, papai, me dá tudo, quero tudo na boca
L: ahhhhh
Gozei igual um burro, enchi a boca dela de porra, os primeiros jatos no rosto porque tirei pra ela me responder, mas os outros todos dentro da boca, ela engoliu tudo como uma rainha. Depois de descansar um pouco e nos recompor, levantei e fui pegar outra latinha, quando voltei sentei do lado dela, dei um gole e passei a lata pra ela, ela tava quieta, deu um gole na lata e depois me disse.
An: isso foi loucura o que a gente fez, isso não se repete.
L: Ana, te falei sério que agora você é minha, e vou continuar te fodendo quando quiser.
An: você é louco? É o namorado da minha filha, cara
L: e daí? Agora há pouco isso não te importava
Dito isso, agarrei ela e me joguei por cima, beijando a boca dela e tocando ela toda, ela fingia que não queria, mas queria, de repente começou a me beijar de volta, entrando no jogo.
L: viu que você quer, agora é minha, minha puta
An: tenho que pensar
L: você não tem opção, Ana, é minha, minha puta, eu sou seu homem
An: é? vai assumir?
Eu tinha a resposta na cabeça, era arriscada, mas sabia o que responder.
L: olha ao seu redor, já não estou assumindo?
Ana entendeu minha mensagem, referindo-se a todas as melhorias na casa dela, me olhou surpresa, mas sorriu e se aproximou pra me beijar de novo
An: você tem razão, é o homem desta casa. Eu tinha a Ana no meu bolso, já tinha comido a mãe e as duas filhas, todas tinham caído diante do meu pau, todas gozavam e todas aceitavam o papel de serem minhas mulheres e putas. No entanto, uma ideia crescia cada vez mais na minha cabeça: a de comer todas juntas. Mas eu via isso como algo impossível.
Depois daquela quinta-feira das obras, na sexta não me encontrei com minha mina, tive que pagar o churrasco que meus amigos me deram. Durante o churrasco, vários me perguntaram sobre a Nayi, se eu não ia dar uma segunda, óbvio que desviei todas, a Nayi era minha puta, não ia dividir ela.
O sábado chegou e também não ia me ver com a Agos, tinha combinado com os parceiros e fazia tempo que não saía com eles. Não íamos dançar, nessa época tínhamos dado uma parada de balada. Com 19 anos? vocês vão dizer. Nessa cidade a gente começou a sair muito cedo, acho que fui na minha primeira balada com 15 anos, nunca paramos, e os 18 foram de sair pra dançar todos os fins de semana do ano. A ideia era ir num bar, mas de última hora furou, então pensei em ir na casa da minha gata.
O rolê do bar furou tipo 23h, bem antes de eu sair, e eu já tava banhado, trocado e com o carro tinindo. Pensei em passar buscar a Agos e dar um rolê por aí, então arranquei pra casa dela. Ela tinha me dito que não ia fazer nada e que ia ficar lá. Antes de ir, passei num mercadinho de confiança e comprei um six pack de cerveja, Andes, como bom menduco. Dei umas voltas pelo centro pra passear o golzinho e depois arranquei pro ranchinho.
Eu tava dirigindo, tomando uma cerveja e fumando um baseado, tava muito relax. Quando cheguei no rancho, o portão tava aberto, então entrei de uma vez. A Ana, que ouviu o carro, saiu na porta, me olhava com cara estranha. Quando vi ela, pensei em tomar as cervejas do six pack com ela e a Agos e depois vazar, então desci com o pack pra compartilhar.
L: Ana! Como cê tá? Vamos tomar umas cervejinhas, vim buscar a Agos.
An: A Agos não tá, Leo. Ela saiu com a Nayi e as primas.
Ela me falou com cara de tristeza, sabia que a filha tinha mentido pra mim. Não vou mentir, algo quebrou dentro de mim. Era a primeira vez que a Agos mentia pra mim, e quando te mentem uma vez, você já começa a sentir que te mentem sempre. Rapidamente soube que algo tinha acabado de mudar dentro de mim.
An: Não se preocupa, neném, ela saiu com as minas pra tomar algo, não é nada. vão voltar tarde
Disse Ana, lendo a insegurança na minha cara
L: ela me disse que ia estar aqui, Ana. Por que ela mentiria pra mim?
An: porque é uma idiota, filho. Não se preocupa, minha filha tá até o pescoço com ele
Mesmo sentindo verdade nas palavras da Ana, a insegurança pulava na frente. Do que eu reclamo se eu como a irmã, vocês vão dizer, mas é que eu não tava pensando nisso. Na minha cabeça, a Agos tinha me enganado.
An: passa pra cá, vamos tomar essas cervejas que você tem aí. Antes que a gente acabe com elas, elas já tão de volta, vai ver.
Não muito convencido, fui tomar as cervejas com a Ana. Bebemos as geladas falando de várias coisas: trabalho, vida, o que eu pensava do futuro, e sei lá mais o quê, um monte de coisas que mães perguntam.
An: o que que tem, Leo? Tô notando que você não tá como sempre
L: é que fiquei pensando naquilo da Agos, Ana. Desculpa, acho que vou pra casa
Porra nenhuma que eu ia pra casa. Tava com vontade de comer a primeira que passasse na minha frente. A Agos tinha mentido pra mim. Quem ela pensava que era? Mentir pra mim? Depois de tudo que fiz por ela? Eu comia a irmã? Sim, mas ela era minha. As duas eram minhas. A Nay também tinha mentido pra mim.
An: não seja idiota, não fica puto. A Agos não vai fazer nada, ela é apaixonada por você, eu conheço ela.
L: não é isso, Ana. É que ela mentiu pra mim. Pra quê?
An: ela é insegura, minha filha
L: bom, eu também sou, e não minto pra ela
Ana me olhava, percebia minha raiva, e queria resolver. Doía ver eu mal. Ela tinha criado muito carinho por mim, pela mão que eu tinha dado a elas.
An: fica tranquilo que a Agos não vai fazer nada. E se fizer, eu mesma me encarrego de matar ela.
L: então quer dizer que tem chance
Falei rindo de forma sarcástica. Tava realmente puto da vida. Incrível como aquela mentirinha me irritou. Tava até o saco com a Agos, apaixonado de verdade.
An: não seja bobo. Vai lá, pega outra cerveja do freezer. Elas já tão chegando, e ela vai se matar de arrependimento. Vai te implorar pra perdoar, e vocês vão acabar transando como sempre.
Olhei pra Ana com cara de surpresa. Me impactou que aquelas palavras saíssem da boca dela.
L: não Se Ana, não sei se quero perdoar ela ou comer ela.
An: não exagera.
L: ela mentiu pra mim, Ana, como vou confiar nela de novo? Toda vez que ela falar alguma coisa, vou duvidar agora, é impossível assim.
Ana me olhou com cara de amor, tava comprando a mãe com minhas palavras.
L: além disso, talvez ela esteja com outro e... desculpa, Ana, qualquer coisa que te incomode com minhas inseguranças, melhor eu ir.
Queria sair pra alguma gatinha acalmar essas inseguranças, precisava que uma mulher me dissesse que sou o melhor, voltar pro lugar de macho onde eu me sentia tão confortável. Ana, no entanto, tinha outros planos.
An: me escuta, gatinho, minha filha não tá com nenhum outro homem, ela te ama e é muito grata por você, não vai arrumar outro igual a você, tão atencioso, bom e tão bem dotado quanto você.
Olhei surpreso pra ela, pela última parte que ela disse, ela leu minha cara e soltou uma gargalhada.
An: quê? Acha que não percebo? Quando você anda tão duro como no outro dia, impossível.
Ana continuava bem perto do meu rosto com as duas mãos segurando as minhas e eu já tava bem excitado, e me joguei de vez. Num segundo, me joguei em cima da Ana e comecei a beijar ela, ela ficou uns segundos surpresa, sem responder, mas eu continuei abusando da boca dela, já tinha me arriscado tudo, não dava pra voltar atrás. Ana de repente começou a mexer um pouco os lábios, assim que senti essa resposta, aumentei a aposta, começando a apalpar os peitos dela.
An: mmmm
Ela gemeu na minha boca enquanto eu apertava os peitos dela, isso foi o que precisei pra me jogar de vez, enfiei as mãos por baixo da camiseta e fiquei apalpando os peitos dela por baixo, peguei a mão dela e levei até minha pica, rapidamente ela começou a me masturbar, enquanto eu aproveitava a mão pra apalpar a bunda dela.
An: ah, a gente tá fazendo merda, você é o namorado da minha filha
L: não tem problema, Ana, ela não vai ficar sabendo, além disso, olha como eu já tô
Falei puxando a pica pra fora, ela saiu em todo seu esplendor da minha bermuda.
An: que pedaço de pica que você carrega, gatinho.
L: gostou? Ana, é toda sua agora.
Ela me pegou e começou a me punhetar, voltando a comer minha boca, eu aproveitei pra tirar a camiseta e o sutiã dela, deixando aquelas tetas no ar, me pendurei como um bezerro recém-nascido naquelas úberes gigantescas, ela cuspia nas próprias mãos e me punhetava.
L: gostosas demais essas tetas, Ana.
An: cê gosta, neném? Come elas bem, que faz tempo que ninguém me come.
Continuei um tempo até cansar, queria mais, ia foder a Ana, tava decidido, Ana também sabia disso, então rapidinho se ajeitou no sofá e começou a chupar minha pica. Rápida a vagabunda, não pensou muito em chupar o pau do namorado da filha, e chupava como uma profissional. Slup slup slup, dava pra ouvir uns chupões bons da coroa.
L: adoro como você chupa, Ana, vou te foder gostoso, sabia?
An: sabia que você queria isso desde que comeu minha boca.
L: era nisso que você tava pensando quando não respondia meu beijo?
An: sim, pensando se fazia ou não.
L: e por que decidiu fazer?
An: porque você fez muito por nós, minha filha te machucou essa noite, e por essa pica do caralho que você tem.
L: tira tudo e fica de quatro no sofá que vou te foder toda, Ana.
An: ai, me molhei toda.
L: vai, fica de quatro que você vai se molhar mais quando eu te foder.
Ela se levantou, se despiu e ficou de quatro no sofá, tava bem boa pra idade dela, uma bunda gorda incrível, muito apetitosa, os peitos um pouco caídos e uma gordurinha abdominal, mas nada exagerado, eu enfiei ali e enfiaria de novo hoje.
An: enfia logo, nunca tive uma tão grande e faz tempo que não sou fodida, tô fervendo.
Não me fiz de rogado, e enfiei de uma vez, a pica toda de uma, até o fundo.
An: aaaaaaah, filha da puta, como vai enfiar assim, cê é louco, filho da puta.
Não respondi e continuei metendo, bem forte, queria levar ela a um orgasmo rápido, que ela gozasse toda. Plaf plaf plaf plaf plaf, os corpos batiam.
An: mmmmmm mmmmm mmmm, que pica, gozo, gozo, gozo.
Ana gozou inteira, eu tirei a pica e desci pra chupar a buceta dela. Ela tava muito sensível, queria uma pausa, e queria me tirar da pussy dela, mas não dei descanso. Juntei as pernas dela e segurei firme, aí comecei a chupar a pussy e o cú dela de forma desenfreada.
An: mmmmnene, o que você tá fazendo, vou gozar de novo.
Enquanto chupava a pussy dela, cuspi no cú e comecei a meter dedos na bunda. Isso excitou muito a Ana, dava pra ver que era uma puta anal, porque gozou de novo. Aí me levantei e puxei ela pelos cabelos até meu pau, sem hesitar ela começou a chupar. Ficou um tempinho até eu cansar e falei:
L: Fica de quatro de novo, vou te comer outra vez. Abre bem o cú com as mãos.
Ela fez sem reclamar, se jogou com o peito pra frente e abriu o cú com as duas mãos, ficando toda exposta pra mim. Eu meti na buceta dela e ela começou a gemer forte. Enquanto metia na pussy, enfiava dedos no cú, cuspia e enfiava dedo de novo, primeiro um, depois dois e até três. Aquele cú cedia rápido, dava pra ver que já fazia um tempo que tavam comendo ele.
An: Você vai fazer minha bunda?
L: Óbvio, vou arrebentar ela.
An: Sempre gostei de dar o cú, gosto mais do que dar a pussy.
L: Tá preparada pra esse pau no cú?
An: Claro que tô preparada, quero ele todo, vai, mete.
Tirei o pau da pussy dela todo melado e apoiei no cuzinho enrugado. Cedeu fácil, mesmo estando bem apertado.
An: Aí devagar, faz tempo que não como na bunda.
L: Shhh, vou fazer seu cú do meu jeito.
Marquei isso com um tapa forte e Ana não reclamou mais. Ia meter devagar mesmo, mas queria mostrar que, mesmo sendo mais novo, eu mandava ali. Fui metendo no cú devagar, mas firme. Em menos de 5 minutos o pau já entrava todo, ela gemia igual uma louca.
An: Uffah, que pau que você tem, pelo amor de Deus, abre meu cú todo, ah ahh.
Comecei a meter mais rápido e forte, Ana pirou, começou a gemer pra caralho e se soltou.
An: Ah ahah ah, sim, mete o pau todo, todo dentro. o rabo, adoro que pijama gostoso
L: vou encher sua bunda de porra ou quer na boca?
An: na boca quero tomar tudo
L: que puta gostosa, tão safada
An: sim, sou muito puta
L: você vai continuar sendo minha puta, sabia? Vou te foder quando quiser, quando eu quiser
An: sim, sim, esse pau não vou conseguir esquecer
L: você vai ser minha puta, o amante do namorado da sua filha
An: mmmsim, me come, me come
Ele bombou por uns minutos e Ana gozou de novo, quando estava quase gozando, eu tirei e ela virou sozinha e começou a chupar, chupava meu pau como um aspirador, em menos de um minuto me deixou pronto pra gozar.
L: aí vai, toma a porra, Ana.
An: sim, papai, me dá tudo, quero tudo na boca
L: ahhhhh
Gozei igual um burro, enchi a boca dela de porra, os primeiros jatos no rosto porque tirei pra ela me responder, mas os outros todos dentro da boca, ela engoliu tudo como uma rainha. Depois de descansar um pouco e nos recompor, levantei e fui pegar outra latinha, quando voltei sentei do lado dela, dei um gole e passei a lata pra ela, ela tava quieta, deu um gole na lata e depois me disse.
An: isso foi loucura o que a gente fez, isso não se repete.
L: Ana, te falei sério que agora você é minha, e vou continuar te fodendo quando quiser.
An: você é louco? É o namorado da minha filha, cara
L: e daí? Agora há pouco isso não te importava
Dito isso, agarrei ela e me joguei por cima, beijando a boca dela e tocando ela toda, ela fingia que não queria, mas queria, de repente começou a me beijar de volta, entrando no jogo.
L: viu que você quer, agora é minha, minha puta
An: tenho que pensar
L: você não tem opção, Ana, é minha, minha puta, eu sou seu homem
An: é? vai assumir?
Eu tinha a resposta na cabeça, era arriscada, mas sabia o que responder.
L: olha ao seu redor, já não estou assumindo?
Ana entendeu minha mensagem, referindo-se a todas as melhorias na casa dela, me olhou surpresa, mas sorriu e se aproximou pra me beijar de novo
An: você tem razão, é o homem desta casa. Eu tinha a Ana no meu bolso, já tinha comido a mãe e as duas filhas, todas tinham caído diante do meu pau, todas gozavam e todas aceitavam o papel de serem minhas mulheres e putas. No entanto, uma ideia crescia cada vez mais na minha cabeça: a de comer todas juntas. Mas eu via isso como algo impossível.
7 comentários - Minha Família de Gostosas VII
Muy buenos tus relatos