El matón del barrio se coge a mi esposa 5

E seguindo o conselho do meu amigo, por assim dizer, parei até de tocar ou roçar o buraquinho da minha mulher. Para minha surpresa, nossas relações ficaram cada vez mais quentes, ela estava com tesão o tempo todo, não me evitava de jeito nenhum, estava sempre bem disposta, ou seja, nossa vida sexual tinha melhorado pra caralho. Eu custava a entender o que estava realmente acontecendo. Não voltei a perguntar nada sobre se algum dos caras do bar tinha voltado a incomodá-la, minha insistência no assunto seria suspeita. Por quase dois meses não tive nenhuma notícia, nem vídeos, nem nada. Uma tarde, quando voltei pra casa, minha mulher já estava lá. Perguntei o que tinha acontecido, ela estava com a cara séria. Ela desviou do assunto, me disse pra não me preocupar que tudo ia ficar bem. Fiquei investigando pela área, e como o chefe da gangue estava viajando, um dos caras tinha seguido minha mulher, numa rua escura, tinham visto que ele tocou na bunda dela, beijou, fez ela apertar o volume dele. Ela depois me disse que um dos caras tinha incomodado ela, mas que não tinha acontecido nada, me disse que não queria mais sair pra comprar nada nem ir pra aquele lado do bairro. Eu disse que esperava conseguir juntar uma grana e nos mudar pra um bairro melhor. Uma das tardes que eu fui comprar, passei perto dos caras. Quando voltei com as compras, um deles se aproximou de mim.

- E aí, chefe... e a sua senhora, faz tempo que a gente não vê...

- Ela tá trabalhando até tarde... não tem tempo de fazer as compras...

- Mas pros caras faz bem ver ela... fala pra ela vir comprar... assim pelo menos a gente olha um pouco, com o tanto que ela é gostosa...

- Me desculpa... não esquece que ela é minha esposa...

- Mas você deve tá acostumado que olhem pra ela... além do mais, ela é mulher demais pra um banana desses...

Ele parecia um cara perigoso, eu realmente não sabia como lidar com a situação, mudei de assunto e perguntei do chefe dele.

- Eu não tenho chefe não, chefe... o outro dia eu acompanhei sua senhora por uns quarteirões... peguei ela pela... cintura… desci minha mão até a bunda… ela não pareceu se importar… viramos na rua escura… e a filha da puta… apertou meu pau por cima do moletom… apalpei os peitos dela e acho que ela se assustou e saiu correndo…
—Mas que porra você tá falando… tá maluco… quem você acha que é minha mulher…
—Não fica puto, mano… era só zoeira… —por sorte ele parou de insistir e voltou pro grupo, no caminho de casa fiquei pensando e se realmente era como ele dizia, o chefe não tava por esses dias, minha mulher talvez sentisse falta e me parecia que ela ficava excitada com esses caras tentando dar em cima dela, falando putaria, se na verdade o medo dela era pelo que pudesse acontecer quando o chefe voltasse. Cada vez mais cheio de dúvidas. A gente realmente não sabia nada do chefe, numa dessas tardes, a curiosidade me corroía por dentro, falei pra minha mulher ir ela fazer as compras, que com certeza não ia acontecer nada, que não fosse criança, no início ela recusou, mas acabou aceitando, segui ela de uma distância segura, o cara que tinha falado comigo da última vez não tava, os outros disseram algo quando ela passou na ida e na volta, ninguém seguiu ela, me apressei pra chegar em casa antes dela. Passaram vários dias, ninguém sabia do paradeiro do chefe, minha mulher e eu tínhamos estado muito ocupados no trabalho, não tínhamos transado muito. Outra dessas tardes ela pediu pra ir comprar, tava vestida com o vestido justo que o cara tinha comido ela na cozinha, falei pra ela ir, que eu tinha que terminar um trabalho, ela saiu de casa e eu segui de longe, disseram algo quando ela passou, na volta o que tinha vindo falar comigo da outra vez se aproximou dela, ela andava mais devagar agora, ele pegou uma das sacolas pra ajudar a carregar, ela não disse nada, num momento ele pegou ela pela cintura, ela falou algo, parecia estar recusando mas a mão dele continuou na cintura dela quando chegaram na esquina viraram na outra direção, aquele beco que era mais Na escuridão, me aproximei o máximo que pude sem ser visto. Ele estava acariciando a bunda dela, não parecia estar forçando nada. Pararam em um momento, minha esposa olhava para todos os lados. Na escuridão, me pareceu que o cara tirou o pau para fora da calça, pegou a mão dela e levou para que ela o acariciasse. Ela continuava olhando para todos os lados, mas estava fazendo o que ele havia mandado. Ele largou a bolsa no chão e me pareceu que acariciou os peitos dela, puxou-a contra ele. Ouviu-se um barulho no beco, minha esposa se assustou, pegou as duas bolsas e foi embora rápido do lugar. Eu me afastei ainda mais rápido.

Cheguei em casa muito agitado. Ela chegou logo em seguida, me disse que não queria mais ir comprar, que os caras a importunavam toda vez que passava, que não aguentava mais. Não disse nada, mas era óbvio para mim que ela sentia falta da presença do amante. Ao mesmo tempo, me parecia uma loucura o que estava acontecendo. Eu estava com tanto tesão, pensava numa forma de entregar minha mulher de bandeja para esse cara.

Minha mulher sai para andar de bicicleta todo sábado de manhã. Ela vai por um caminho que é um terreno baldio, bastante perigoso, me parece. Às vezes tenho medo. Tem uma casinha vazia em uma parte do trajeto. Uma tarde, fui comprar e o mesmo cara se aproximou:

— E aí, patrão… e a dona?
— Outra vez com muito trabalho… — senti um nó no estômago quando disse isso — Olha, minha mulher sai aos sábados de manhã para andar de bicicleta… Vai para aquele caminho que leva ao terreno baldio… Fico com um pouco de medo de que algo aconteça com ela… Por que você não arruma uma bicicleta e a acompanha um trecho?… Assim fico mais tranquilo…
— Pode deixar, patrão… Sem problema…
— Ela sai por volta das oito, mais ou menos…

Era um dia de verão, muito quente. Ela estava com um vestido bem solto, bem curto. Eu estava com um tesão da porra, obviamente pensei em segui-la à distância. Não confiava totalmente naquele cara, temia que ele pudesse machucá-la. Ela começou a pedalar, levantou-se sobre os pedais uma vez no caminho e o vestido subiu, dava para ver parte da sua… caralho, o cara chegou perto dela numa curva do caminho, ela sorriu e começaram a andar juntos. Não faço ideia do que conversaram, mas ela parecia bem à vontade. Não sei como foi a conversa, mas entraram na cabana abandonada. O maluco parecia que não tava acreditando, ela olhou pra todos os lados antes de entrar. Eu sentia o coração saindo pela boca, deixei minha bicicleta atrás de algumas árvores pra ninguém ver e procurei um buraco na madeira pra espiar. Finalmente achei, entrava uma luz forte por uma janela. Quando consegui olhar, quase morri de infarto: minha mulher totalmente pelada, de joelhos na frente dele, que também tava nu. Ele tinha um pauzão, ela tava chupando, passando pelos lábios. Era a primeira vez que via uma coisa assim ao vivo, e eu me sentia morrendo. Ela gemía enquanto chupava, o cara tava realmente surpreso. Ela juntou os peitos pra ele se esfregar entre eles, continuou chupando. Ele ajudou ela a levantar, tinha um colchão sujo que parecia que alguém usava pra dormir às vezes, deitou ela nele e começou a chupar ela. Logo enfiou, assim, no pelo. Ela começou a gemer. "Outra ferramenta grande que você adora, putinha", pensei. Ele colocou ela de quatro e começou a comer. Ainda era cedo, mas devia tá um calorão lá dentro, os dois suando pra caralho. A cabana era bem pequena, eu tinha uma vista perfeita. Ela separava a bunda com uma mão, nenhum dos dois falava nada, só faziam. Me impressionava como a buceta dela tava encharcada, o pau dele saía todo melado, muito mais que com o outro cara. Num momento ela pediu pra parar, precisava mijar. Agachou num canto da cabana e, na frente dele, sem nenhuma vergonha, começou a urinar. Tinha um balde com um pouco de água e ela usou pra se lavar. Ele também lavou o pau, que continuava durasso. Ela se ajoelhou de novo na frente dele e voltou a chupar, mas agora muito mais apaixonada. Ela se levantou, deu as costas e colocou uma perna em cima de uma... Na cadeira velha que tinha, ele pegou ela de novo pela buceta por trás, os dois ainda estavam suando litros, ela saiu e se ajoelhou de novo na frente dele e chupou ele de novo, se ajustaram de pé e agora ele enfiou nela de frente, saíram, a posição era muito desconfortável, ela se inclinou um pouco apoiando em uma das paredes e ele penetrou nela de novo, metia bem forte, ela não parava de gemer, ele agarrava as coxas dela, os peitos, metia cada vez mais forte, quando dava pra ver o rosto dela era incrível a cara de prazer que ela fazia, ele sentou na cadeira e ela montou nele, entrava bem fundo e ela subia e descia, marcando o ritmo da foda, se ajustaram um pouco melhor e começaram a meter com força, ela falou:
- Pode gozar na minha cara…? – ele se levantou, com ela montada nele continuou comendo ela, ele tinha braços bem fortes e manuseava ela como se fosse leve, ela saiu, se ajoelhou na frente dele, que segurou a cabeça dela com uma mão, enquanto com a outra se masturbava, ela abria a boca e botava a língua pra fora, a quantidade de jatos que ele jogou foi impressionante, ela cuspia um pouco e outro jato entrava, terminou chupando ele com cara de viciada, o cara estava encantado. O sêmen escorria da boca dela, caía nos peitos, ela juntava e levava de novo à boca. Ela disse que tinha que ir, o cara ainda estava de pau duro.
- Ainda é cedo… temos tempo…
- Tá muito calor aqui… – como resposta ele deitou ela no colchão e começou a chupá-la. Virou ela na beirada do colchão, deu a volta e começou a acariciar as nádegas dela, ela só gemía, ele ficou só olhando, ela movia suavemente o bumbum para os dois lados balançando, ficou um bom tempo olhando, juntou saliva com o dedo indicador e enfiou suavemente no cu, ela só gemeu, não se moveu nem disse nada, comeu ela um tempo com o dedo, ela gemía agora com a boca aberta, ele deu um cuspe, e adicionou o dedo médio na penetração, o que a fez gemer ainda mais, tive tive que parar de ver um momento, quando voltei a olhar ele estava levantando ela um pouco, ela movia a bunda no ar suvamente,
- Não, tá muito seco… - ela disse, antecipando o que vinha. Ele cuspiu na mão e passou no pau, apontou pra bunda dela. Era muito mais grosso que o do outro cara, tava difícil de entrar. Meteu a cabecinha e ela se jogou pra frente. Como não tinha muito espaço, continuou metida. Ele foi metendo tudo, saiu algumas vezes, mas mesmo com os gemidos, ela ficou paradinha, esperando ele penetrar de novo. Ele levou as mãos dela pra trás pra ela abrir as nádegas, ela fez mas quase só no gesto, não era igual com o chefe, que abria bem as nádegas. Parecia só isso, o gesto. Devia ter medo de uma ferramenta daquelas. Ele tirou e me pareceu que o cu dela ficou bem dilatado.
- Quer que eu pare…?
- Não… não… continua…
- Tá gostando, hein…?
- Sim… tô gostando… mas é muito grosso… me sinto estranha…
Ele dava um pouco, uns tapas na bunda, tirava, olhava como tava deixando o cu dela e metia de novo. Era realmente grosso, durava um monte, já tinha gozado uma vez, parecia que não ia parar nunca. Os gemidos dela agora eram menos de queixa, mais de prazer, ela tava curtindo pra valer. Ele colocou ela de lado e continuou metendo, ela se acariciava a buceta, continuava gemendo sem parar, com a outra mão começou a apertar os mamilos com força, tava extasiada. Ele fez ela levantar e enfiou de pé, de novo no cu contra a parede, ele agora massageava os peitos dela, ela com uma mão abria uma nádega do cuzão. Me pareceu que ela tava chegando, pelo jeito que gemía. Ele acelerou a foda pra tentar gozar junto, logo enfiou fundo, ela tentou se jogar pra frente, mas ele segurou ela pelos quadris pra enfiar até o fim. Tirou ainda duro e umas gotas de porra começaram a sair, juntou com o pau e meteu de novo, saiu de novo, ficou vendo como a porra gotejava. Ela virou e beijou ele, saí correndo com minha bike. voltei pra casa, quando ela chegou meia hora depois estava toda suada, perguntei se ela estava bem e ela disse que sim, que só estava muito calor mesmo.

3 comentários - El matón del barrio se coge a mi esposa 5

Por fin pudiste ver como se la cogen a tu esposa. Te gusta ser cornudo. por que no blanqueas la situación? Van puntos y como sigue.
Fantastico como lo relatas, se vuelve cada vez mas morboso
Muy buen relato como quisiera ser una de los da la banda tengo ganas de ponerle los cuernos a mi esposo jijiji saludos a todos