sou uma mulher muito atraente, com uma bunda empinada, redonda e durinha, sem querer parecer pretensiosa é uma bunda muito bonita e gosto de exibi-la, costumo usar minissaias, vestidos curtos, calças justas ao corpo ou leggings, me vestir sexy sem ser vulgar, chamar atenção e fazer os homens virarem pra me olhar, receber algum elogio, isso me faz sentir bonita, desejada,
Meu sogro se chama Manuel, é um homem maduro, por volta dos 60 anos, mas se conservava muito bem, com uma altura parecida com a do filho, cerca de 1,80, um pouco mais corpulento.
No dia que chegamos, toda a família foi nos receber e rolou uma grande confraternização, estavam os dois irmãos mais velhos do meu marido, ambos já casados com suas respectivas esposas, primos solteiros e casados, tios e até alguns amigos.
Eu tinha colocado um vestido curto vermelho, justinho ao corpo e fui o centro das atenções, meu marido não me proibia de me vestir sexy, acho que ele gostava mais era de me exibir, notei os olhares de desejo dos homens.
Passaram-se algumas horas, minha sogra se despede de nós porque ia dormir, nos contou que estava no comitê de festejos da Semana Santa da Igreja e precisava acordar cedo.
A noite continuou, meu marido junto com os irmãos e alguns primos começaram a beber demais e eu cada vez notava os olhares mais descarados e safados dos homens da família, até ouvi um dos irmãos do meu marido dizer:
- Com todo respeito, irmão, mas que gostosa é sua esposa.
Fingi não ouvir, mas gostei de saber o impacto que tinha causado.
Notei também que um dos filhos de um primo do meu marido tirava fotos minhas escondido, era um adolescente, tinha tomado uns drinks e eu me sentia desinibida, alguém tinha colocado música e resolvi dar uma lição no jovem adolescente, então chamei ele pra dançar.
O garoto estava nervoso e muito perturbado, senti até que ele tremia, eu ria por dentro da confusão dele. Cara, enquanto eu dançava, senti um olhar penetrante que me deu um arrepio, era meu sogro me encarando fixamente do balcão da cozinha, o olhar dele estava grudado na minha bunda firme e redonda que meu vestido destacava, acho que ele ter bebido uns copos a mais também fez ele perder a vergonha, embora no começo tenha me incomodado, comecei a ficar excitada, gostava que ele me olhasse, um calor tomou meu corpo, e não sei o motivo, talvez por ter tomado uns copos, eu rebolava um pouco mais ao dançar, sempre tentando ficar de costas pro meu sogro, dando um show de tesão pra ele, me sentir desejada pelo meu sogro me dava muito tesão e deixei ele se deliciar vendo minha bunda carnuda.
Quando a dança acabou, abracei o rapaz e senti um volume duro na virilha dele, ele tava de pau duro, sorri por dentro, pensando, coitado do menino, vou ser motivo das punhetas dele por um bom tempo.
Tava com sede e fui pegar uma cerveja na cozinha, elas estavam num isopor no chão, meu sogro me seguia com o olhar, me excitava tanto que ele me olhasse, me excitava, abri a geladeira e em vez de me agachar, me curvei toda, meu vestido levantou e tenho certeza que dava pra ver o começo das minhas nádegas, então meu sogro podia ver em todo esplendor minha bunda suculenta, vi ele de canto de olho, ele ficou vermelho e ajeitou o pau por cima da calça, dava pra ver que tinha um volume bem grande.
Meu marido tava muito bêbado então não rolou mais nada, ele apagou na cama e não pude aliviar meu tesão, então dormi assim, excitada e toda molhada.
No outro dia depois do café da manhã, coloquei meu biquíni e por cima um shortinho curto, uma blusinha justa e sandálias, logo todo mundo chegou de carro e um dos meus cunhados se ofereceu pra levar a gente pra praia, na frente ia a esposa dele e atrás meu marido, meu sogro e eu.
No caminho pra praia me aninhei no meu marido e fui pegando no sono, de repente, entre sonhos, senti uma mão muito Sutilmente, o dorso da mão dele nos meus muslos, minha pele arrepiou na hora. Fingi que ainda tava dormindo, achei que o roço foi sem querer. Quando viu que eu não me mexia, o dorso da mão começou a se mover bem devagar, acariciando minha pele de leve, quase imperceptível. Eu tava gostando da carícia do meu sogro e queria saber até onde ele ia. Passamos por um buraco na estrada e aproveitei pra me ajeitar e empinar mais minha bunda pequena. Continuei fingindo que tava dormindo. Depois de uns segundos, já não era mais o dorso da mão, mas os dedos e a palma, acariciando bem superficialmente meus muslos e o começo das minhas nádegas. Foi muito excitante.
Depois de um tempo, chegamos na praia e meu marido me "acordou". Eu queria que ele continuasse mais um pouco com os apalpadelas.
Por ser Semana Santa, a praia tava lotada de gente. Chegamos e alugamos barracas, isso nos deu um pouco de espaço pra família. Assim que nos instalamos, tirei o short e a blusinha, sob o olhar tarado dos homens da família. Eu gostava que os homens se deleitassem com meu corpo. Ainda tava muito excitada com os apalpões do meu sogro.
Todos foram pra praia, menos meu sogro, meu marido e eu. Coloquei um chapéu de praia, uns óculos escuros e estendi uma toalha na areia bem na frente do meu sogro. Comecei a passar protetor solar. Pra passar nas pernas e nos pés, me curvei e senti meu biquíni enfiar na minha bunda, então tava dando uma vista espetacular do meu rabo pro meu sogro e meu marido.
Deitei na toalha e pedi pro meu marido passar protetor nas minhas costas e pernas.
Ele começou pelas minhas costas, uma massagem lenta que me fez suspirar. Continuou pelas minhas pernas e, no final, pegou o frasco e jogou um jato nas minhas nádegas. Começou a massagear minha bunda de cima pra baixo e em círculos. Tava me excitando e eu levantei um pouquinho. Senti que o pau do meu marido, que tava sentado nas minhas pernas, tava ficando duro.
Ele se inclinou sobre mim e me disse no ouvido: Ouviu.
—Que rabo gostoso, já me deixou com tesão, hoje à noite vou descontar, uffff.
Nisso, chamam meu marido pra jogar futebol de praia com os irmãos e primos dele, e eu fico sozinha na frente do meu sogro. Virei pra olhar de canto, os óculos escuros me permitiam fazer isso sem ninguém perceber. Notei que ele não tinha perdido nenhum detalhe das apalpadelas do filho e estava completamente corado. A mão dele estava sobre o pau, que se marcava de forma indecente por baixo do short. Definitivamente, era um tronco muito bom. Continuei o jogo safado, abri minhas pernas e deixei ele ver a sunga enfiada entre minhas nádegas durinhas e minha bucetinha mal coberta pelo biquíni.
Depois de um tempo, meu marido voltou e fomos pra praia. Joguei vôlei de praia com a família, comecei a me divertir e esqueci dos olhares tarados dos homens ao redor.
A tarde continuou sem nada relevante pra contar. Voltamos do mesmo jeito que chegamos, e de novo me aninhei no meu marido e "dormi". Meu sogro não me tocou mais, mas eu inclinei minhas nádegas até encostar na perna dele, bem sutilmente, um leve roçar, mas suficiente pra me excitar, e com certeza pra excitá-lo também. Na minha mente, a consciência pesava um pouco: coitado do meu sogro, se ele tiver um infarto, a culpa vai ser minha, pensava. Mas era um jogo que me dava muito tesão.
Chegamos na casa dos meus sogros, tomamos banho pra tirar a areia e jantamos algo leve. Eu me sentia cansada pelo dia de praia, mas também tremendamente excitada, e pensava em aliviar meu tesão com meu marido, que, talvez não fosse o fogoso macho do Dom Fernando, mas cumpria o papel, e seria o suficiente pra apagar meu fogo interior. No entanto, no jantar, meu marido me diz que foi convidado pra sair com os amigos da universidade e que ia passar um tempo com eles. Minha sogra também se despediu, ainda estava nos preparativos para a via-sacra que aconteceria no dia seguinte e me convidou pra ir no outro dia. Eu o que aceitei.
Me sentia cansada, mas antes de dormir, me vesti bem provocante pra que meu marido me comesse quando chegasse da reunião dele e finalmente apagasse meu tesão. Coloquei um conjuntinho de sutiã e calcinha fio dental de renda preta, meia arrastão com liga e nada mais, pronta pra ser comida assim que ele chegasse, sem mais enrolação. Me cobri com um lençol e fui pegando no sono, o que pensei que seria um sonho reparador enquanto esperava meu marido.
Tava profundamente dormindo quando, entre sonhos, comecei a sentir um formigamento nas minhas pernas. Aos poucos fui acordando, percebi que eram umas carícias suaves nas minhas coxas que iam subindo devagar em direção às minhas bundas grandes. Pensei que meu marido tinha chegado e me deixei tocar. As carícias tinham ficado mais excitantes, ele acariciava suavemente minha bunda, enfiou um dedo por baixo da minha calcinha fio dental, roçando de leve na minha rachinha, procurou meu clitóris, me fazendo tremer quando roçou com a ponta do dedo. Continuei fingindo que dormia, a carícia me encantou, mas tinha algo estranho nela, definitivamente não parecia ser meu marido. Como entre sonhos, abri mais as pernas pra dar melhor acesso pra pessoa que tava me tocando. Minha buceta tava super molhada e a ponta do dedo dele, molhada, com certeza com a saliva dele, separou meus lábios vaginais e esfregou minha bucetinha à vontade. Minha pele se arrepiou, que gostoso que tava. Mordi os lábios pra não gemer. Cada vez mais eu tinha certeza que não podia ser meu marido. Comecei a pensar, não sabia se gritava ou me deixava levar. Seria algum bandido que tinha entrado em casa pra roubar e ia me estuprar? Algum dos irmãos do meu marido? Lembrei que só tinha ficado em casa eu e meu sogro. Será que era meu sogro que tava se aproveitando de mim, sem se importar que eu sou a esposa do filho dele? Não me mexi, continuei fingindo que dormia. Devagar, ele começou a puxar minha calcinha fio dental pra baixo, com muita suavidade e cuidado, tirou ela até os meus joelhos. Com total liberdade, as mãos dele massagearam minha bunda. Depois de alguns minutos, senti um beijo suave numa das minhas nádegas e depois na outra, ele passou a língua por elas, se animou a abrir uma das minhas nádegas e senti ele afundar o rosto entre elas, o nariz dele tocou meu cu e ele deu uma respirada funda, sentir a respiração dele me deu um tesão danado, ele cheirava minha buceta, logo senti a língua dele explorando meu buraquinho traseiro, foi como se uma corrente elétrica percorresse meu corpo e não consegui evitar dar um suspiro e levantar mais a bundinha, eu estava me entregando ao desconhecido, ele mexia a língua no meu rabo em círculos e empurrava devagar tentando forçar minha entrada, mas "sem me acordar", era tão gostoso e prazeroso, tão gostoso o que ele fazia, eu amava.
Ele subiu na cama e se deitou, colocando o corpo dele junto ao meu, senti o roçar do peito dele nas minhas costas, minha respiração estava ofegante, tive que tentar segurar pra não entregar que eu estava acordada, senti as pernas nuas dele acariciando as minhas, o estranho já estava pelado, beijou meu pescoço de leve, procurou minha orelha, senti o pauzão dele deslizando na minha bunda, estava duríssimo e escorrendo porra, já tinha ido longe demais, então pensei que era hora de dar um basta.
Fingi acordar, estiquei os braços enquanto dizia:
- Já chegou, amor, da sua reunião?
Pensei que o estranho fosse se assustar ao perceber que eu acordava, mas pra minha surpresa ele me segurou pelos braços e me apertou contra o corpo dele, dizendo:
- Quieta, calma, não faz barulho.
Ao ouvir a voz, confirmei que o estranho era mesmo meu sogro, comecei a me debater pra me soltar, mas meu sogro, apesar da idade, era muito mais forte que eu.
- Pelo amor de Deus, me solta, o que cê tá fazendo, isso não é certo, eu sou a esposa do seu filho.
Enquanto me mantinha dominada com um braço, ele levou a mão na minha buceta e enfiou dois dedos, eu estava tão lubrificada que eles entraram fácil, enquanto ele começava a mexer o corpo como se estivesse me comendo, esfregando o pau no meio das minhas nádegas e enfiando a língua na minha minha orelha de forma libidinosa, me causando um arrepio que percorreu todo o meu corpo.
— Não vou te soltar, putinha, você me deixou muito excitado, tô com tanta vontade de você que não me importa que seja a esposa do meu filho, você é uma puta, sua buceta tá molhada, tá escorrendo igual uma vadiazinha, não me engana, você tá gostando, então se entrega e aproveita, ele começou a mexer os dedos dentro da minha vulva, eu me sobressaltei e um gemido escapou da minha boca, denunciando o prazer que senti.
— Tá gostando, gostosa?
Outro gemido foi minha resposta, os dedos dele entravam e saíam de mim rapidamente, literalmente me comendo com eles, meus fluidos escorriam, eu apertava os lábios pra não gemer, meu corpo todo tremia, me deixei levar, parei de resistir, estava nas mãos dele, ao perceber isso ele me virou e procurou minha boca, me deu um beijo profundo, safado, nossas línguas se entrelaçaram, ele mordia meus lábios, sugava eles, um beijo tão apaixonado que senti que derretia.
A boca dele desceu pros meus peitos, roçava com os dentes um mamilo, beliscava o outro, esticava, apertava e massageava, lambia e sugava com paixão, senti que perdi a razão, os lábios ardentes dele continuaram o percurso, chegaram no meu umbigo, lambendo e sugando cada centímetro da minha pele, seguiu, logo chegou na minha entreperna.
— Que bucetinha gostosa você tem, putinha, que gostosa você tá — exclamou enquanto começava a lamber minha buceta, lambia meus lábios vaginais sugando meus fluidos, encontrou meu clitóris e começou a lamber e sugar, sentia tão gostoso que já não me importava mais e eu gritava desesperada, estava no paraíso, ele deslizou um dedo lubrificando com meus fluidos e levou entre minhas nádegas até roçar meu buraquinho traseiro, massageava minhas dobrinhas enrugadas em círculos, como se quisesse deixar liso, empurrou devagar, senti meu cuzinho se abrindo e o dedo dele entrando pelo canal estreito, suspirei e abri mais minhas pernas convidando ele a enfiar mais fundo, estava em êxtase.
— Ahhh, Dom Manuel, que gostoso – exclamei.
– Você me excita muito, Paty, quero te comer toda, você é bem gostosa, tem uma bunda incrível e, mesmo apertadinha, dilata bem, dá pra ver que meu filho já estreou essa bucetinha apertada.
Sentia minha bunda se contrair apertando o dedo dele em espasmos deliciosos que percorriam meu corpo, ele continuou enfiando aos poucos, fazendo círculos, roçando minhas paredes internas, tudo que ele fazia me enlouquecia.
– Relaxa, não aperta, fica molinha, neném – pediu, parando um segundo de chupar minha buceta.
Tentei relaxar e empinei mais a bunda apertada pra ele fazer o que quisesse com ela, o dedo dele entrou inteiro, arrancando outro gemido de prazer, ele tinha o dedo longo e grosso bem enfiado no meu cu, me acariciava por dentro, tirou e levou à boca.
– Nossa, que cu mais gostoso, tem gosto de mel.
Duvidei que fosse verdade, mas me deu tanto tesão ele fazer aquilo, enfiou outro dedo na boca pra salivar e foi enfiando eles inteiros, uma vez lá dentro, mexia em círculos e abria e fechava em forma de tesoura, sem dúvida tava alargando meu canal anal.
Gemi e levei um travesseiro à boca pra morder e não gritar de prazer.
Pegando minhas pernas, empurrou elas contra meu peito, fazendo eu levantar mais a bunda, deixando ela totalmente vulnerável ao ataque dele, a boca dele se enterrou entre minhas nádegas, senti a língua lambendo meu cu e tentando perfurar, minhas dobras cediam e a língua áspera e quente se enfiava dentro de mim, ele afundou a cara na minha bunda e chupou meu esfíncter, já não aguentei mais, senti minhas pernas amolecerem e torrentes de prazer percorrerem meu corpo, comecei a convulsionar com a cara dele bem metida entre minhas nádegas sem me dar trégua..
– Tô gozando, tô gozandooo, tô gozandoooo – gritei, meu corpo todo se retorcia e meus olhos viraram, como num transe.
Ele tirou o rosto e, guloso, absorveu meus fluidos sem deixar escapar uma gota.
– Isso, neném, me dá todo seu mel – exclamou.
Aos poucos, meus espasmos foram diminuindo de intensidade e caí exausta na cama. Na cama, sentia meu corpo muito sensível e sem forças, ainda tremia, minha respiração estava ofegante, o orgasmo tinha sido muito intenso. Sem dúvida, o pai era um amante muito melhor que o filho, pensei que com certeza meu marido era muito inexperiente por culpa da mãe religiosa dele, porque meu sogro era puro fogo.
Ele se deitou sobre meu corpo e procurou minha boca, a boca dele tinha gosto da minha buceta, do meu cu, um sabor estranho, mas me excitou muito, o pau longo e grosso dele ficou na entrada da minha vagina, e ajudada pelos meus fluidos vaginais foi enfiando a cabeça dentro de mim, que gostoso eu senti, sentia o pau dele quente e duro, queimava por dentro, me segurando pelas coxas as inclinou para frente enquanto ia metendo o pau dele, centímetro por centímetro sentia como me abria e entrava aquele pau enorme, grosso e gostoso, já tinha metade enterrada na minha bucetinha, procurou meus mamilos e se dedicou a chupar, lamber e sugar, me sentia no paraíso, num movimento de quadril empurrou a pélvis e enterrou tudo até as bolas, arrancando um grito de prazer de mim, me sentia tão cheia, tão completa, tão dele, que gostoso meu sogro me comia, estava sendo penetrada pelo meu sogro na cama do filho dele e com o risco de que a qualquer momento meu marido ou minha sogra pudessem chegar, me dava tanto tesão, me fazia sentir tão puta, tão suja, pervertida, comecei a mexer meus quadris em círculo e meu sogro iniciou as investidas, metendo e tirando aquele pedaço enorme de carne, via estrelas, gemia e gritava como louca, me empalava fundo e a pélvis dele colava completamente em mim, sentia como roçava meu clitóris e as bolas dele batiam nas minhas nádegas.
O pau dele entrava e saía de mim me causando um prazer delicioso, definitivamente era um expert, entre gemidos e gritos pedia para ele meter mais fundo, meter mais forte e mais rápido, minhas mãos pousaram nas nádegas dele e eu o empurrava contra meu corpo para que ele metesse forte e duro, era uma sensação inexplicável, diferente do que sentia com Dom Francisco, mas igualmente prazerosa, adorava ter o pau enorme dele dentro de mim, era inacreditável, estava traindo meu marido com o próprio pai dele, já não me importava mais, ele me comia de um jeito alucinante.
— Agggh, meu Deus, que delíciaaa, ahhh, continua, Dom Manuel, mais forte, aggghh, assim, arrebenta minha buceta, agghh,
Via o rosto dele, ele grunhia de prazer, tinha ficado vermelho, me olhava com um olhar libidinoso, pervertido, sorrindo ao ver como me fazia gozar e gritar de prazer, enquanto aumentava as estocadas, a testa dele escorria suor, pensei que logo ele ia explodir dentro de mim, faltava pouco, quando de repente ele tira o pau inteiro da minha xota.
— Aggghhh, espera, minha princesa, espera, aghhh, você vai me fazer gozar e eu ainda não quero, antes tenho que arrebentar essa bundinha linda que me deixou louco.
Ele se levantou e, da cômoda, pegou um vidrinho de óleo de bebê, vi ele abrir e derramar um pouco na ferramenta grossa e dura dele, passou bem e ela ficou brilhante, destacando as veias e a cabeça vermelha, parecia imponente, colossal, senti um arrepio ao imaginar aquela tranca grossa abrindo minha bundinha, com certeza ia me partir ao meio.
Ele me pegou pela cintura e me colocou de bruços.
— Que bundinha linda e carnuda você tem, putinha, não sabe como vou aproveitar — disse ele.
Acariciava minhas nádegas e passava o dorso da mão no sulco entre elas, lubrificando o canal, enchendo de óleo de bebê,
Mandou eu abrir mais as pernas e enfiou dois dedos besuntados de óleo, eles deslizaram fundo e ele começou a meter e tirar, garantindo que eu ficasse bem lubrificada por dentro, fechei os olhos e gemi, levantando mais a bundinha, tremia toda.
— Aggghhh — escapou um gemido.
Queria que ele me empalasse, mesmo com medo daquele pedaço enorme, então pedi para ele ir com cuidado.
— Quero seu pau, quero te dar minha bundinha, mas enfia devagar, não me machuca, o senhor vai enfiar devagar, Dom Manuel?
— Vou ser suave Nena, não quero te machucar, pelo contrário, quero que você goze pra sempre me dar essa sua bunda gostosa. Vai doer um pouco, mas não tenha medo, se entrega pro seu macho, vou te deixar louca de prazer com minha pica.
Senti como ele colocou a pica entre minhas nádegas e ficava esfregando toda a minha rachinha, pressionava bem na entrada do meu cu e depois tirava. Tava tão molhada, escorria pré-gozo, sentia tão gostoso que fui relaxando a bundinha. Sentia a cabeça quentinha acariciando meu esfíncter, uma carícia suave, macia e lisinha como pele de bebê, um contato tão íntimo e tão delicioso. A mão dele apertou minha cintura fazendo eu arquear mais e levantar mais a bundinha, e naquele instante senti minhas pregas se abrindo e a cabeça entrando. Dei um grito e um pulo, mais de puro prazer do que de dor, amei como ele abriu minha bundinha.
- Já foi, nena, você tem a cabeça toda dentro, ainda tá apertadinho, mas não me engana, esse buraquinho já foi usado, mmmm, que gostoso, meu filho te fode como uma puta.
Não respondi, mas pensei: "se ele soubesse que o homem que abriu minha bunda e gozava nela não era exatamente o filho dele..." Efetivamente, ele tinha enfiado bem devagar, apesar da grossura, quase não doía. Meu esfíncter já tava acostumado com o diâmetro do Dom Fernando e deu espaço pro membro grosso do meu sogro sem muito esforço. Ele começou a empurrar, minhas pregas iam se abrindo com só um leve formigamento, quase nada de dor, cada vez mais fundo até sentir os ovos dele encostados nas minhas nádegas.
- Pronto, bebê, foi mais fácil do que pensei, meu filho tem sua bunda bem abertinha - disse orgulhoso.
- Sim, Dom Manuel, sinto ela toda, adoro, ufff, me sinto tão cheia de pica, aghhhh, sou sua, sua puta.
- Isso, puta, adoro te foder, vou começar a me mexer e foder bem essa bundinha, ha ha, vou esticar um pouco mas você vai amar, dá pra ver que você adora uma pica grandona que abre bem sua bundinha.
- Sim, me fode toda, eu gosto, me abre bem, continua - gritei. Parando mais a buceta.
Começou a me bombar, devagar e fundo, tirava até deixar só a cabeça e enfiava até o talo, cada vez que enfiava sentia que faltava ar e gemia na hora que tirava, dentro e fora, roçando minhas paredes por dentro e me fazendo vibrar de prazer,
- Agggh, papai, ai, que gostoso, adoro como você arrebenta meu cu, continua.
- Ai gata, também tô ficando louco te comendo esse rabo de puta, tô te abrindo na pica, toma, toma, aggghhh, vou estourar seu cuzão.
Foi aumentando as estocadas entre meus gritos, gemidos e o barulho da minha bunda batendo na pélvis dele.
- Mais rápido, mais, continua, ag, mete, agghh, que gostoso, aggghhh, que gostoso, me dá seu leite.
- Sim amor, já vem, quero te deixar bem comida, aghhh, que você nunca esqueça essa foda, já tô quase, não aguento, já vem a porra.
Ele enfiou a mão entre minhas pernas e esfregou meu clitóris, meu corpo inteiro tremeu e comecei a me contorcer de prazer enquanto explodia num orgasmo poderoso, sentia minha buceta escorrendo em jatos e correntes elétricas percorrendo meu corpo, meus olhos vagavam e saliva escorria pelo canto dos meus lábios, nós dois gritávamos e gemíamos, ele aumentou ainda mais as estocadas num ritmo infernal, literalmente tava estourando meu cu, até que numa última estocada deu um grunhido de urso e enterrou até o fundo, explodindo dentro de mim, sentia os jatos do esperma quente e grosso no fundo do meu cu, disparando um atrás do outro, inundando minha bunda pequenina..
Desabei exausta, com a respiração ofegante, meu coração parecia querer sair do peito, meu sogro desabou sobre meu corpo, suado, aos poucos a vara dele foi vibrando menos até que ele tirou e um jato de porra escorreu entre minhas nádegas.
Ele se levantou e vestiu a roupa, me deu um beijo safado nos lábios e se despediu.
- Foi a melhor foda da minha vida e espero que não seja a última, gata.
Depois que ele Meu sogro foi embora. Levantei com um pouco de esforço, tudo girava, minhas pernas tremiam. Entrei no chuveiro lembrando da porra da transa gostosa e ao mesmo tempo senti um pouco de remorso. Tomei um bom banho pra eliminar os vestígios da fodida dele. Também tive que trocar os lençóis, estavam molhados de suor, meus fluidos e restos de porra. Depois de arrumar a cama, caí na cama exausta e rapidamente dormi, completamente pelada.
De madrugada, meu marido finalmente chegou e, ao me encontrar nua, quis me foder e não pude recusar. Cansada, tinha que satisfazer meu marido. Tentei fazer ele gozar rápido e acabar logo. Ele me elogiou por estar tão safada, mas na real era porque eu queria que ele terminasse logo e eu pudesse descansar. Depois de uns 15 minutos, consegui que ele gozasse dentro da minha bucetinha aberta e recém-fodida pelo pai dele. Fiquei com porra nos dois buracos: a porra do meu marido na minha buceta e a porra do meu sogro no meu cu. Assim, adormeci profundamente, cansada, exausta, mas muito satisfeita.
Foi a única vez que transei com meu sogro nessas férias, não teve outra oportunidade, mas não foi a única vez que ele me comeu. Isso eu conto pra vocês mais tarde.
Meu sogro se chama Manuel, é um homem maduro, por volta dos 60 anos, mas se conservava muito bem, com uma altura parecida com a do filho, cerca de 1,80, um pouco mais corpulento.
No dia que chegamos, toda a família foi nos receber e rolou uma grande confraternização, estavam os dois irmãos mais velhos do meu marido, ambos já casados com suas respectivas esposas, primos solteiros e casados, tios e até alguns amigos.
Eu tinha colocado um vestido curto vermelho, justinho ao corpo e fui o centro das atenções, meu marido não me proibia de me vestir sexy, acho que ele gostava mais era de me exibir, notei os olhares de desejo dos homens.
Passaram-se algumas horas, minha sogra se despede de nós porque ia dormir, nos contou que estava no comitê de festejos da Semana Santa da Igreja e precisava acordar cedo.
A noite continuou, meu marido junto com os irmãos e alguns primos começaram a beber demais e eu cada vez notava os olhares mais descarados e safados dos homens da família, até ouvi um dos irmãos do meu marido dizer:
- Com todo respeito, irmão, mas que gostosa é sua esposa.
Fingi não ouvir, mas gostei de saber o impacto que tinha causado.
Notei também que um dos filhos de um primo do meu marido tirava fotos minhas escondido, era um adolescente, tinha tomado uns drinks e eu me sentia desinibida, alguém tinha colocado música e resolvi dar uma lição no jovem adolescente, então chamei ele pra dançar.
O garoto estava nervoso e muito perturbado, senti até que ele tremia, eu ria por dentro da confusão dele. Cara, enquanto eu dançava, senti um olhar penetrante que me deu um arrepio, era meu sogro me encarando fixamente do balcão da cozinha, o olhar dele estava grudado na minha bunda firme e redonda que meu vestido destacava, acho que ele ter bebido uns copos a mais também fez ele perder a vergonha, embora no começo tenha me incomodado, comecei a ficar excitada, gostava que ele me olhasse, um calor tomou meu corpo, e não sei o motivo, talvez por ter tomado uns copos, eu rebolava um pouco mais ao dançar, sempre tentando ficar de costas pro meu sogro, dando um show de tesão pra ele, me sentir desejada pelo meu sogro me dava muito tesão e deixei ele se deliciar vendo minha bunda carnuda.
Quando a dança acabou, abracei o rapaz e senti um volume duro na virilha dele, ele tava de pau duro, sorri por dentro, pensando, coitado do menino, vou ser motivo das punhetas dele por um bom tempo.
Tava com sede e fui pegar uma cerveja na cozinha, elas estavam num isopor no chão, meu sogro me seguia com o olhar, me excitava tanto que ele me olhasse, me excitava, abri a geladeira e em vez de me agachar, me curvei toda, meu vestido levantou e tenho certeza que dava pra ver o começo das minhas nádegas, então meu sogro podia ver em todo esplendor minha bunda suculenta, vi ele de canto de olho, ele ficou vermelho e ajeitou o pau por cima da calça, dava pra ver que tinha um volume bem grande.
Meu marido tava muito bêbado então não rolou mais nada, ele apagou na cama e não pude aliviar meu tesão, então dormi assim, excitada e toda molhada.
No outro dia depois do café da manhã, coloquei meu biquíni e por cima um shortinho curto, uma blusinha justa e sandálias, logo todo mundo chegou de carro e um dos meus cunhados se ofereceu pra levar a gente pra praia, na frente ia a esposa dele e atrás meu marido, meu sogro e eu.
No caminho pra praia me aninhei no meu marido e fui pegando no sono, de repente, entre sonhos, senti uma mão muito Sutilmente, o dorso da mão dele nos meus muslos, minha pele arrepiou na hora. Fingi que ainda tava dormindo, achei que o roço foi sem querer. Quando viu que eu não me mexia, o dorso da mão começou a se mover bem devagar, acariciando minha pele de leve, quase imperceptível. Eu tava gostando da carícia do meu sogro e queria saber até onde ele ia. Passamos por um buraco na estrada e aproveitei pra me ajeitar e empinar mais minha bunda pequena. Continuei fingindo que tava dormindo. Depois de uns segundos, já não era mais o dorso da mão, mas os dedos e a palma, acariciando bem superficialmente meus muslos e o começo das minhas nádegas. Foi muito excitante.
Depois de um tempo, chegamos na praia e meu marido me "acordou". Eu queria que ele continuasse mais um pouco com os apalpadelas.
Por ser Semana Santa, a praia tava lotada de gente. Chegamos e alugamos barracas, isso nos deu um pouco de espaço pra família. Assim que nos instalamos, tirei o short e a blusinha, sob o olhar tarado dos homens da família. Eu gostava que os homens se deleitassem com meu corpo. Ainda tava muito excitada com os apalpões do meu sogro.
Todos foram pra praia, menos meu sogro, meu marido e eu. Coloquei um chapéu de praia, uns óculos escuros e estendi uma toalha na areia bem na frente do meu sogro. Comecei a passar protetor solar. Pra passar nas pernas e nos pés, me curvei e senti meu biquíni enfiar na minha bunda, então tava dando uma vista espetacular do meu rabo pro meu sogro e meu marido.
Deitei na toalha e pedi pro meu marido passar protetor nas minhas costas e pernas.
Ele começou pelas minhas costas, uma massagem lenta que me fez suspirar. Continuou pelas minhas pernas e, no final, pegou o frasco e jogou um jato nas minhas nádegas. Começou a massagear minha bunda de cima pra baixo e em círculos. Tava me excitando e eu levantei um pouquinho. Senti que o pau do meu marido, que tava sentado nas minhas pernas, tava ficando duro.
Ele se inclinou sobre mim e me disse no ouvido: Ouviu.
—Que rabo gostoso, já me deixou com tesão, hoje à noite vou descontar, uffff.
Nisso, chamam meu marido pra jogar futebol de praia com os irmãos e primos dele, e eu fico sozinha na frente do meu sogro. Virei pra olhar de canto, os óculos escuros me permitiam fazer isso sem ninguém perceber. Notei que ele não tinha perdido nenhum detalhe das apalpadelas do filho e estava completamente corado. A mão dele estava sobre o pau, que se marcava de forma indecente por baixo do short. Definitivamente, era um tronco muito bom. Continuei o jogo safado, abri minhas pernas e deixei ele ver a sunga enfiada entre minhas nádegas durinhas e minha bucetinha mal coberta pelo biquíni.
Depois de um tempo, meu marido voltou e fomos pra praia. Joguei vôlei de praia com a família, comecei a me divertir e esqueci dos olhares tarados dos homens ao redor.
A tarde continuou sem nada relevante pra contar. Voltamos do mesmo jeito que chegamos, e de novo me aninhei no meu marido e "dormi". Meu sogro não me tocou mais, mas eu inclinei minhas nádegas até encostar na perna dele, bem sutilmente, um leve roçar, mas suficiente pra me excitar, e com certeza pra excitá-lo também. Na minha mente, a consciência pesava um pouco: coitado do meu sogro, se ele tiver um infarto, a culpa vai ser minha, pensava. Mas era um jogo que me dava muito tesão.
Chegamos na casa dos meus sogros, tomamos banho pra tirar a areia e jantamos algo leve. Eu me sentia cansada pelo dia de praia, mas também tremendamente excitada, e pensava em aliviar meu tesão com meu marido, que, talvez não fosse o fogoso macho do Dom Fernando, mas cumpria o papel, e seria o suficiente pra apagar meu fogo interior. No entanto, no jantar, meu marido me diz que foi convidado pra sair com os amigos da universidade e que ia passar um tempo com eles. Minha sogra também se despediu, ainda estava nos preparativos para a via-sacra que aconteceria no dia seguinte e me convidou pra ir no outro dia. Eu o que aceitei.
Me sentia cansada, mas antes de dormir, me vesti bem provocante pra que meu marido me comesse quando chegasse da reunião dele e finalmente apagasse meu tesão. Coloquei um conjuntinho de sutiã e calcinha fio dental de renda preta, meia arrastão com liga e nada mais, pronta pra ser comida assim que ele chegasse, sem mais enrolação. Me cobri com um lençol e fui pegando no sono, o que pensei que seria um sonho reparador enquanto esperava meu marido.
Tava profundamente dormindo quando, entre sonhos, comecei a sentir um formigamento nas minhas pernas. Aos poucos fui acordando, percebi que eram umas carícias suaves nas minhas coxas que iam subindo devagar em direção às minhas bundas grandes. Pensei que meu marido tinha chegado e me deixei tocar. As carícias tinham ficado mais excitantes, ele acariciava suavemente minha bunda, enfiou um dedo por baixo da minha calcinha fio dental, roçando de leve na minha rachinha, procurou meu clitóris, me fazendo tremer quando roçou com a ponta do dedo. Continuei fingindo que dormia, a carícia me encantou, mas tinha algo estranho nela, definitivamente não parecia ser meu marido. Como entre sonhos, abri mais as pernas pra dar melhor acesso pra pessoa que tava me tocando. Minha buceta tava super molhada e a ponta do dedo dele, molhada, com certeza com a saliva dele, separou meus lábios vaginais e esfregou minha bucetinha à vontade. Minha pele se arrepiou, que gostoso que tava. Mordi os lábios pra não gemer. Cada vez mais eu tinha certeza que não podia ser meu marido. Comecei a pensar, não sabia se gritava ou me deixava levar. Seria algum bandido que tinha entrado em casa pra roubar e ia me estuprar? Algum dos irmãos do meu marido? Lembrei que só tinha ficado em casa eu e meu sogro. Será que era meu sogro que tava se aproveitando de mim, sem se importar que eu sou a esposa do filho dele? Não me mexi, continuei fingindo que dormia. Devagar, ele começou a puxar minha calcinha fio dental pra baixo, com muita suavidade e cuidado, tirou ela até os meus joelhos. Com total liberdade, as mãos dele massagearam minha bunda. Depois de alguns minutos, senti um beijo suave numa das minhas nádegas e depois na outra, ele passou a língua por elas, se animou a abrir uma das minhas nádegas e senti ele afundar o rosto entre elas, o nariz dele tocou meu cu e ele deu uma respirada funda, sentir a respiração dele me deu um tesão danado, ele cheirava minha buceta, logo senti a língua dele explorando meu buraquinho traseiro, foi como se uma corrente elétrica percorresse meu corpo e não consegui evitar dar um suspiro e levantar mais a bundinha, eu estava me entregando ao desconhecido, ele mexia a língua no meu rabo em círculos e empurrava devagar tentando forçar minha entrada, mas "sem me acordar", era tão gostoso e prazeroso, tão gostoso o que ele fazia, eu amava.
Ele subiu na cama e se deitou, colocando o corpo dele junto ao meu, senti o roçar do peito dele nas minhas costas, minha respiração estava ofegante, tive que tentar segurar pra não entregar que eu estava acordada, senti as pernas nuas dele acariciando as minhas, o estranho já estava pelado, beijou meu pescoço de leve, procurou minha orelha, senti o pauzão dele deslizando na minha bunda, estava duríssimo e escorrendo porra, já tinha ido longe demais, então pensei que era hora de dar um basta.
Fingi acordar, estiquei os braços enquanto dizia:
- Já chegou, amor, da sua reunião?
Pensei que o estranho fosse se assustar ao perceber que eu acordava, mas pra minha surpresa ele me segurou pelos braços e me apertou contra o corpo dele, dizendo:
- Quieta, calma, não faz barulho.
Ao ouvir a voz, confirmei que o estranho era mesmo meu sogro, comecei a me debater pra me soltar, mas meu sogro, apesar da idade, era muito mais forte que eu.
- Pelo amor de Deus, me solta, o que cê tá fazendo, isso não é certo, eu sou a esposa do seu filho.
Enquanto me mantinha dominada com um braço, ele levou a mão na minha buceta e enfiou dois dedos, eu estava tão lubrificada que eles entraram fácil, enquanto ele começava a mexer o corpo como se estivesse me comendo, esfregando o pau no meio das minhas nádegas e enfiando a língua na minha minha orelha de forma libidinosa, me causando um arrepio que percorreu todo o meu corpo.
— Não vou te soltar, putinha, você me deixou muito excitado, tô com tanta vontade de você que não me importa que seja a esposa do meu filho, você é uma puta, sua buceta tá molhada, tá escorrendo igual uma vadiazinha, não me engana, você tá gostando, então se entrega e aproveita, ele começou a mexer os dedos dentro da minha vulva, eu me sobressaltei e um gemido escapou da minha boca, denunciando o prazer que senti.
— Tá gostando, gostosa?
Outro gemido foi minha resposta, os dedos dele entravam e saíam de mim rapidamente, literalmente me comendo com eles, meus fluidos escorriam, eu apertava os lábios pra não gemer, meu corpo todo tremia, me deixei levar, parei de resistir, estava nas mãos dele, ao perceber isso ele me virou e procurou minha boca, me deu um beijo profundo, safado, nossas línguas se entrelaçaram, ele mordia meus lábios, sugava eles, um beijo tão apaixonado que senti que derretia.
A boca dele desceu pros meus peitos, roçava com os dentes um mamilo, beliscava o outro, esticava, apertava e massageava, lambia e sugava com paixão, senti que perdi a razão, os lábios ardentes dele continuaram o percurso, chegaram no meu umbigo, lambendo e sugando cada centímetro da minha pele, seguiu, logo chegou na minha entreperna.
— Que bucetinha gostosa você tem, putinha, que gostosa você tá — exclamou enquanto começava a lamber minha buceta, lambia meus lábios vaginais sugando meus fluidos, encontrou meu clitóris e começou a lamber e sugar, sentia tão gostoso que já não me importava mais e eu gritava desesperada, estava no paraíso, ele deslizou um dedo lubrificando com meus fluidos e levou entre minhas nádegas até roçar meu buraquinho traseiro, massageava minhas dobrinhas enrugadas em círculos, como se quisesse deixar liso, empurrou devagar, senti meu cuzinho se abrindo e o dedo dele entrando pelo canal estreito, suspirei e abri mais minhas pernas convidando ele a enfiar mais fundo, estava em êxtase.
— Ahhh, Dom Manuel, que gostoso – exclamei.
– Você me excita muito, Paty, quero te comer toda, você é bem gostosa, tem uma bunda incrível e, mesmo apertadinha, dilata bem, dá pra ver que meu filho já estreou essa bucetinha apertada.
Sentia minha bunda se contrair apertando o dedo dele em espasmos deliciosos que percorriam meu corpo, ele continuou enfiando aos poucos, fazendo círculos, roçando minhas paredes internas, tudo que ele fazia me enlouquecia.
– Relaxa, não aperta, fica molinha, neném – pediu, parando um segundo de chupar minha buceta.
Tentei relaxar e empinei mais a bunda apertada pra ele fazer o que quisesse com ela, o dedo dele entrou inteiro, arrancando outro gemido de prazer, ele tinha o dedo longo e grosso bem enfiado no meu cu, me acariciava por dentro, tirou e levou à boca.
– Nossa, que cu mais gostoso, tem gosto de mel.
Duvidei que fosse verdade, mas me deu tanto tesão ele fazer aquilo, enfiou outro dedo na boca pra salivar e foi enfiando eles inteiros, uma vez lá dentro, mexia em círculos e abria e fechava em forma de tesoura, sem dúvida tava alargando meu canal anal.
Gemi e levei um travesseiro à boca pra morder e não gritar de prazer.
Pegando minhas pernas, empurrou elas contra meu peito, fazendo eu levantar mais a bunda, deixando ela totalmente vulnerável ao ataque dele, a boca dele se enterrou entre minhas nádegas, senti a língua lambendo meu cu e tentando perfurar, minhas dobras cediam e a língua áspera e quente se enfiava dentro de mim, ele afundou a cara na minha bunda e chupou meu esfíncter, já não aguentei mais, senti minhas pernas amolecerem e torrentes de prazer percorrerem meu corpo, comecei a convulsionar com a cara dele bem metida entre minhas nádegas sem me dar trégua..
– Tô gozando, tô gozandooo, tô gozandoooo – gritei, meu corpo todo se retorcia e meus olhos viraram, como num transe.
Ele tirou o rosto e, guloso, absorveu meus fluidos sem deixar escapar uma gota.
– Isso, neném, me dá todo seu mel – exclamou.
Aos poucos, meus espasmos foram diminuindo de intensidade e caí exausta na cama. Na cama, sentia meu corpo muito sensível e sem forças, ainda tremia, minha respiração estava ofegante, o orgasmo tinha sido muito intenso. Sem dúvida, o pai era um amante muito melhor que o filho, pensei que com certeza meu marido era muito inexperiente por culpa da mãe religiosa dele, porque meu sogro era puro fogo.
Ele se deitou sobre meu corpo e procurou minha boca, a boca dele tinha gosto da minha buceta, do meu cu, um sabor estranho, mas me excitou muito, o pau longo e grosso dele ficou na entrada da minha vagina, e ajudada pelos meus fluidos vaginais foi enfiando a cabeça dentro de mim, que gostoso eu senti, sentia o pau dele quente e duro, queimava por dentro, me segurando pelas coxas as inclinou para frente enquanto ia metendo o pau dele, centímetro por centímetro sentia como me abria e entrava aquele pau enorme, grosso e gostoso, já tinha metade enterrada na minha bucetinha, procurou meus mamilos e se dedicou a chupar, lamber e sugar, me sentia no paraíso, num movimento de quadril empurrou a pélvis e enterrou tudo até as bolas, arrancando um grito de prazer de mim, me sentia tão cheia, tão completa, tão dele, que gostoso meu sogro me comia, estava sendo penetrada pelo meu sogro na cama do filho dele e com o risco de que a qualquer momento meu marido ou minha sogra pudessem chegar, me dava tanto tesão, me fazia sentir tão puta, tão suja, pervertida, comecei a mexer meus quadris em círculo e meu sogro iniciou as investidas, metendo e tirando aquele pedaço enorme de carne, via estrelas, gemia e gritava como louca, me empalava fundo e a pélvis dele colava completamente em mim, sentia como roçava meu clitóris e as bolas dele batiam nas minhas nádegas.
O pau dele entrava e saía de mim me causando um prazer delicioso, definitivamente era um expert, entre gemidos e gritos pedia para ele meter mais fundo, meter mais forte e mais rápido, minhas mãos pousaram nas nádegas dele e eu o empurrava contra meu corpo para que ele metesse forte e duro, era uma sensação inexplicável, diferente do que sentia com Dom Francisco, mas igualmente prazerosa, adorava ter o pau enorme dele dentro de mim, era inacreditável, estava traindo meu marido com o próprio pai dele, já não me importava mais, ele me comia de um jeito alucinante.
— Agggh, meu Deus, que delíciaaa, ahhh, continua, Dom Manuel, mais forte, aggghh, assim, arrebenta minha buceta, agghh,
Via o rosto dele, ele grunhia de prazer, tinha ficado vermelho, me olhava com um olhar libidinoso, pervertido, sorrindo ao ver como me fazia gozar e gritar de prazer, enquanto aumentava as estocadas, a testa dele escorria suor, pensei que logo ele ia explodir dentro de mim, faltava pouco, quando de repente ele tira o pau inteiro da minha xota.
— Aggghhh, espera, minha princesa, espera, aghhh, você vai me fazer gozar e eu ainda não quero, antes tenho que arrebentar essa bundinha linda que me deixou louco.
Ele se levantou e, da cômoda, pegou um vidrinho de óleo de bebê, vi ele abrir e derramar um pouco na ferramenta grossa e dura dele, passou bem e ela ficou brilhante, destacando as veias e a cabeça vermelha, parecia imponente, colossal, senti um arrepio ao imaginar aquela tranca grossa abrindo minha bundinha, com certeza ia me partir ao meio.
Ele me pegou pela cintura e me colocou de bruços.
— Que bundinha linda e carnuda você tem, putinha, não sabe como vou aproveitar — disse ele.
Acariciava minhas nádegas e passava o dorso da mão no sulco entre elas, lubrificando o canal, enchendo de óleo de bebê,
Mandou eu abrir mais as pernas e enfiou dois dedos besuntados de óleo, eles deslizaram fundo e ele começou a meter e tirar, garantindo que eu ficasse bem lubrificada por dentro, fechei os olhos e gemi, levantando mais a bundinha, tremia toda.
— Aggghhh — escapou um gemido.
Queria que ele me empalasse, mesmo com medo daquele pedaço enorme, então pedi para ele ir com cuidado.
— Quero seu pau, quero te dar minha bundinha, mas enfia devagar, não me machuca, o senhor vai enfiar devagar, Dom Manuel?
— Vou ser suave Nena, não quero te machucar, pelo contrário, quero que você goze pra sempre me dar essa sua bunda gostosa. Vai doer um pouco, mas não tenha medo, se entrega pro seu macho, vou te deixar louca de prazer com minha pica.
Senti como ele colocou a pica entre minhas nádegas e ficava esfregando toda a minha rachinha, pressionava bem na entrada do meu cu e depois tirava. Tava tão molhada, escorria pré-gozo, sentia tão gostoso que fui relaxando a bundinha. Sentia a cabeça quentinha acariciando meu esfíncter, uma carícia suave, macia e lisinha como pele de bebê, um contato tão íntimo e tão delicioso. A mão dele apertou minha cintura fazendo eu arquear mais e levantar mais a bundinha, e naquele instante senti minhas pregas se abrindo e a cabeça entrando. Dei um grito e um pulo, mais de puro prazer do que de dor, amei como ele abriu minha bundinha.
- Já foi, nena, você tem a cabeça toda dentro, ainda tá apertadinho, mas não me engana, esse buraquinho já foi usado, mmmm, que gostoso, meu filho te fode como uma puta.
Não respondi, mas pensei: "se ele soubesse que o homem que abriu minha bunda e gozava nela não era exatamente o filho dele..." Efetivamente, ele tinha enfiado bem devagar, apesar da grossura, quase não doía. Meu esfíncter já tava acostumado com o diâmetro do Dom Fernando e deu espaço pro membro grosso do meu sogro sem muito esforço. Ele começou a empurrar, minhas pregas iam se abrindo com só um leve formigamento, quase nada de dor, cada vez mais fundo até sentir os ovos dele encostados nas minhas nádegas.
- Pronto, bebê, foi mais fácil do que pensei, meu filho tem sua bunda bem abertinha - disse orgulhoso.
- Sim, Dom Manuel, sinto ela toda, adoro, ufff, me sinto tão cheia de pica, aghhhh, sou sua, sua puta.
- Isso, puta, adoro te foder, vou começar a me mexer e foder bem essa bundinha, ha ha, vou esticar um pouco mas você vai amar, dá pra ver que você adora uma pica grandona que abre bem sua bundinha.
- Sim, me fode toda, eu gosto, me abre bem, continua - gritei. Parando mais a buceta.
Começou a me bombar, devagar e fundo, tirava até deixar só a cabeça e enfiava até o talo, cada vez que enfiava sentia que faltava ar e gemia na hora que tirava, dentro e fora, roçando minhas paredes por dentro e me fazendo vibrar de prazer,
- Agggh, papai, ai, que gostoso, adoro como você arrebenta meu cu, continua.
- Ai gata, também tô ficando louco te comendo esse rabo de puta, tô te abrindo na pica, toma, toma, aggghhh, vou estourar seu cuzão.
Foi aumentando as estocadas entre meus gritos, gemidos e o barulho da minha bunda batendo na pélvis dele.
- Mais rápido, mais, continua, ag, mete, agghh, que gostoso, aggghhh, que gostoso, me dá seu leite.
- Sim amor, já vem, quero te deixar bem comida, aghhh, que você nunca esqueça essa foda, já tô quase, não aguento, já vem a porra.
Ele enfiou a mão entre minhas pernas e esfregou meu clitóris, meu corpo inteiro tremeu e comecei a me contorcer de prazer enquanto explodia num orgasmo poderoso, sentia minha buceta escorrendo em jatos e correntes elétricas percorrendo meu corpo, meus olhos vagavam e saliva escorria pelo canto dos meus lábios, nós dois gritávamos e gemíamos, ele aumentou ainda mais as estocadas num ritmo infernal, literalmente tava estourando meu cu, até que numa última estocada deu um grunhido de urso e enterrou até o fundo, explodindo dentro de mim, sentia os jatos do esperma quente e grosso no fundo do meu cu, disparando um atrás do outro, inundando minha bunda pequenina..
Desabei exausta, com a respiração ofegante, meu coração parecia querer sair do peito, meu sogro desabou sobre meu corpo, suado, aos poucos a vara dele foi vibrando menos até que ele tirou e um jato de porra escorreu entre minhas nádegas.
Ele se levantou e vestiu a roupa, me deu um beijo safado nos lábios e se despediu.
- Foi a melhor foda da minha vida e espero que não seja a última, gata.
Depois que ele Meu sogro foi embora. Levantei com um pouco de esforço, tudo girava, minhas pernas tremiam. Entrei no chuveiro lembrando da porra da transa gostosa e ao mesmo tempo senti um pouco de remorso. Tomei um bom banho pra eliminar os vestígios da fodida dele. Também tive que trocar os lençóis, estavam molhados de suor, meus fluidos e restos de porra. Depois de arrumar a cama, caí na cama exausta e rapidamente dormi, completamente pelada.
De madrugada, meu marido finalmente chegou e, ao me encontrar nua, quis me foder e não pude recusar. Cansada, tinha que satisfazer meu marido. Tentei fazer ele gozar rápido e acabar logo. Ele me elogiou por estar tão safada, mas na real era porque eu queria que ele terminasse logo e eu pudesse descansar. Depois de uns 15 minutos, consegui que ele gozasse dentro da minha bucetinha aberta e recém-fodida pelo pai dele. Fiquei com porra nos dois buracos: a porra do meu marido na minha buceta e a porra do meu sogro no meu cu. Assim, adormeci profundamente, cansada, exausta, mas muito satisfeita.
Foi a única vez que transei com meu sogro nessas férias, não teve outra oportunidade, mas não foi a única vez que ele me comeu. Isso eu conto pra vocês mais tarde.
1 comentários - Meu sogro gostoso
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