Fala, galera! Aqui vai a tão pedida parte 2 do conto com a putinha da Antonela Roccuzzo.
Depois daquele encontro na minha casa, tudo foi uma provocação constante da parte dela. A gente continuava indo na mesma academia e cada dia ela aparecia com um conjuntinho mais apertado e mais chamativo que o do dia anterior. Claramente não ficou por isso, um dia eu cruzei com ela do nada no meio da academia e apertei a bunda toda dela com uma mão, ela me olhou, ficou vermelha e fez um sinal com os olhos, tipo indicando um lugar. Olhei e eram os vestiários, onde fui bem de boa e, uns 10 minutos depois, sem ninguém por perto, ela chegou. Me fez um boquete muito gostoso.
- Hahaha, não pode ser tão atrevido, filho da puta.
+ Ah, mas é que você é muito puta, vai, vem aqui, não se faz de sonsa.
E peguei ela pelos cabelos e comecei a meter na boca dela sem fazer muito barulho pra não dar muito na cara.
- Que pedaço de pau, meu Deus, goza na minha língua.
Joguei toda a porra ali onde ela pediu, apalpei um pouco a bunda e os peitos, e cada um voltou a treinar como se nada tivesse acontecido.
Esses encontros na academia começaram a ser frequentes, um boquete rápido e pronto, mas também várias vezes combinamos de ir juntos pra trepar na minha casa. Um dia ela tava me chupando gostoso pra caralho e eu não aguentava mais de tesão vendo como ela tava vestida, não resisti e falei pra irmos embora que eu queria comer ela. Fomos no meu carro e enquanto eu dirigia ela ia me chupando devagarzinho. Chegamos na minha casa e fomos direto pro meu quarto, onde eu comi ela por duas horas sem parar.
- Pô, boludo, vai me matar? O que cê tem hoje?
+ Não gosta de puta, não?
+ Gosto, mas cê tá solto, nunca te vi assim
+ Para de chorar e fica de quatro, boluda
Terminamos de foder, ela pediu pra eu gozar no cu gostoso que ela tem e, depois de soltar a porra toda lá, a gente ficou se pegando mais um tempo, pelados, e ela foi embora. Dois dias depois, voltei pra academia e encontrei ela. Ficamos conversando numa boa, e ela me contou uma coisinha:
— Ei, me escuta. Viu o outro dia, né?
— Vi. O que foi?
— Nada, que eu gostei e hoje quero testar algo novo
Ela falou enquanto me agarrou, já sentindo a pica dura
— O que cê quer testar?
— Hmm, olha, tenho uma coisa aqui atrás que cê vai gostar, acho
Ela foi pro banheiro e me mandou uma foto. Eu não acreditei, tava treinando com um plug anal enfiado no cu. Disse que tava me esperando pra depois… Quando tava indo embora, piscou o olho pra mim e, bom, fomos pra minha casa como sempre e metemos uma puta preliminar, tudo enquanto ela ainda tava com o plug no cu.
Tem certeza disso? Se já tá, agora que tanto me encheu o saco, aguenta aí. Tirei devagar, puxando a calcinha vermelha linda que ela tava usando, já meio molhada, e comecei a meter de boa: "Uff, isso é maravilhoso, tô sentindo ela durona". "E sim, vacilona, olha que rabo é esse". "Como se você nunca tivesse visto, idiota". Experiência foda, ainda por cima ela se mexia pra caralho e num momento me deixou no talo e eu comecei a meter bem mais forte: "Se segura agora, hein…" "Ai, sim, pelo amor de Deus, continua assim, vai". Quem vai ter que aguentar é você.
Depois de abrir bem a bunda dela, comecei a meter na buceta, que obviamente ela tinha depilado de novo pra mim, e ela tava tão tesuda que gozou, a putinha. Foi a primeira vez que ela fez isso comigo. Ela chupou meu pau de novo por um tempo e disse: "agora goza onde você quiser". Eu queria enfiar tudo na buceta dela, mas acabei metendo no cu dela de novo, gozei lá dentro e ela não falou nada, adorou, a putinha. Ficamos conversando num tom meio alto por mais um tempo, nos apalpamos um pouco enquanto tomávamos banho juntos, e aí ela disse que da próxima vez eu trouxesse uns amigos...

Depois daquele encontro na minha casa, tudo foi uma provocação constante da parte dela. A gente continuava indo na mesma academia e cada dia ela aparecia com um conjuntinho mais apertado e mais chamativo que o do dia anterior. Claramente não ficou por isso, um dia eu cruzei com ela do nada no meio da academia e apertei a bunda toda dela com uma mão, ela me olhou, ficou vermelha e fez um sinal com os olhos, tipo indicando um lugar. Olhei e eram os vestiários, onde fui bem de boa e, uns 10 minutos depois, sem ninguém por perto, ela chegou. Me fez um boquete muito gostoso.
- Hahaha, não pode ser tão atrevido, filho da puta. + Ah, mas é que você é muito puta, vai, vem aqui, não se faz de sonsa.
E peguei ela pelos cabelos e comecei a meter na boca dela sem fazer muito barulho pra não dar muito na cara.
- Que pedaço de pau, meu Deus, goza na minha língua.
Joguei toda a porra ali onde ela pediu, apalpei um pouco a bunda e os peitos, e cada um voltou a treinar como se nada tivesse acontecido.

Esses encontros na academia começaram a ser frequentes, um boquete rápido e pronto, mas também várias vezes combinamos de ir juntos pra trepar na minha casa. Um dia ela tava me chupando gostoso pra caralho e eu não aguentava mais de tesão vendo como ela tava vestida, não resisti e falei pra irmos embora que eu queria comer ela. Fomos no meu carro e enquanto eu dirigia ela ia me chupando devagarzinho. Chegamos na minha casa e fomos direto pro meu quarto, onde eu comi ela por duas horas sem parar.
- Pô, boludo, vai me matar? O que cê tem hoje? + Não gosta de puta, não?
+ Gosto, mas cê tá solto, nunca te vi assim
+ Para de chorar e fica de quatro, boluda
Terminamos de foder, ela pediu pra eu gozar no cu gostoso que ela tem e, depois de soltar a porra toda lá, a gente ficou se pegando mais um tempo, pelados, e ela foi embora. Dois dias depois, voltei pra academia e encontrei ela. Ficamos conversando numa boa, e ela me contou uma coisinha:
— Ei, me escuta. Viu o outro dia, né?
— Vi. O que foi?
— Nada, que eu gostei e hoje quero testar algo novo
Ela falou enquanto me agarrou, já sentindo a pica dura
— O que cê quer testar?
— Hmm, olha, tenho uma coisa aqui atrás que cê vai gostar, acho
Ela foi pro banheiro e me mandou uma foto. Eu não acreditei, tava treinando com um plug anal enfiado no cu. Disse que tava me esperando pra depois… Quando tava indo embora, piscou o olho pra mim e, bom, fomos pra minha casa como sempre e metemos uma puta preliminar, tudo enquanto ela ainda tava com o plug no cu.
Tem certeza disso? Se já tá, agora que tanto me encheu o saco, aguenta aí. Tirei devagar, puxando a calcinha vermelha linda que ela tava usando, já meio molhada, e comecei a meter de boa: "Uff, isso é maravilhoso, tô sentindo ela durona". "E sim, vacilona, olha que rabo é esse". "Como se você nunca tivesse visto, idiota". Experiência foda, ainda por cima ela se mexia pra caralho e num momento me deixou no talo e eu comecei a meter bem mais forte: "Se segura agora, hein…" "Ai, sim, pelo amor de Deus, continua assim, vai". Quem vai ter que aguentar é você.
Depois de abrir bem a bunda dela, comecei a meter na buceta, que obviamente ela tinha depilado de novo pra mim, e ela tava tão tesuda que gozou, a putinha. Foi a primeira vez que ela fez isso comigo. Ela chupou meu pau de novo por um tempo e disse: "agora goza onde você quiser". Eu queria enfiar tudo na buceta dela, mas acabei metendo no cu dela de novo, gozei lá dentro e ela não falou nada, adorou, a putinha. Ficamos conversando num tom meio alto por mais um tempo, nos apalpamos um pouco enquanto tomávamos banho juntos, e aí ela disse que da próxima vez eu trouxesse uns amigos...
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9 comentários - Relato Antonela Roccuzzo - parte 2