E aí, poringa boys? Em 2008, eu tinha 40 anos e minha prima Moni me ligou porque uma tia, irmã da nossa avó, tinha falecido. A tia Elvira morava no interior, meu pai e eu fomos visitá-la algumas vezes, minha prima também, nada que nos unisse a ponto de sofrer. Mas ela me disse: "Tia Elvira era solteira e nós e os filhos do Manuel somos os familiares". Manuel era outro, o terceiro irmão. Lá fomos nós, naquela época eu tinha um VW Passat que era um avião a jato. Eu sempre solteiro, minha prima casada com filhos, o marido um baita de um otário, mas fazer o quê, é o que tem. Na hora toca a campainha. Minha prima com uma mochila. "E o Juan não vem?", pergunto. "Não, tia, ele fica com as crianças." "Ok, vamos?" "Vamos, sim." Eu, mochila, óculos escuros, um dia ensolarado, era abril, temperatura agradável. E partimos. Fomos conversando sobre tudo um pouco, a família, as crianças. Eu buscava as crianças na escola direto, a gente ia comer pizza e vagabundear a tarde toda. "As crianças te amam, tia." "Já sei, Moni, a gente sempre se diverte." "Por que você não arruma uma namorada, tiazinha?" "Por enquanto, nem fodendo." "A menina me contou que você tem uma garota que te visita." "É, é uma amiga, a gente se encontra aos sábados e se divorcia aos domingos." "Você é um otário, tia." "E você, Moni, é feliz?" "Mais ou menos." "Poderia ser melhor." "Opa, Moni, o que foi?" "O relacionamento vai, tia, os dias vão, às vezes é demais, e se os dois não puxam pro mesmo lado, complica." "Fases difíceis, Moni, vai se ajeitar." "Acho que não, tiazinha, tomara que você tenha razão." "Mas são problemas de grana?" "Não, tia, não sobra, mas a gente se vira, é o relacionamento, a rotina, as lembranças, minha mãe doente, tem hora que dá vontade de mandar tudo pra puta que pariu." Isso último ela já disse com lágrimas e tristeza. Parei num lugar pra comprar bebida, eram 3 da tarde, e comprei dois sanduíches de presunto e queijo. Fomos comendo, faltavam 90 km pra chegar e pisei no acelerador, em 45 minutos estávamos na cidade de minha tia. Chegamos no campo a 2 km da cidade. Tinha segurança, por causa de uma pessoa que faleceu, nos deixam entrar. Nos apresentam ao seu Jacinto, que era peão da minha tia. O cara estava em choque, nunca tinha me visto e me abraçou chorando. Entramos na casa, a tia estava deitada numa poltrona gigante, a perita me diz que é uma parada cardíaca mas tem que fazer autópsia. Eu disse pra ela fazer o que for preciso. "Amanhã de manhã entrego o corpo pra vocês, façam os trâmites." Deixamos as mochilas na casa, levaram a tia e ficamos com o Jacinto. "Jacinto, a tia tinha amigos?" "Muito poucos, patrão." "Me chama de feta, Jacinto." "Bom, vamos fazer o seguinte: vamos fazer os trâmites pra levarem ela ao cemitério e fazemos uma despedida de umas duas horas, te parece bem?" "Sim, patrão, o que o senhor disser." "Me chama de feta, Jacinto, feta." "Moni, me acompanha. Jacinto, tem casa funerária na cidade?" "Aqui não, em Firmat sim." "A quanto fica Firmat?" "30 km, patrão." "Jacinto, você me chama de patrão mais uma vez e vão ter dois velórios." A Moni riu alto e o Jacinto baixou a cabeça. "Bom, vamos, Moni." Fomos pra Firmat, fizemos os trâmites e voltamos. Ficou combinado que assim que nos entregassem o corpo, velaríamos por 3 horas e depois ao cemitério. Voltamos pro campo, sentei na cozinha e liguei pros filhos do Manuel. "Oi, Santiago." "Fetita querido, como é que tá?" "Aqui no campo da tia Elvira, que morreu." "Ah, coitada da velha." "Escuta, você pode vir aqui?" "Nem fodendo, feta." "Bom, amanhã enterramos, estamos com a Moni e tem que ver o que faz com isso." "Feta, cuida você que sabe." "Dale, acontece que a tia tinha um empregado, bom, deixa eu ver como organizo." Fui na geladeira, tinha frios caseiros, frango, uns potes com coisas. Montei uma picada de boa, comemos os três e o Jacinto foi pra casa dele, que também era da minha tia e ficava dentro do campo. Tinha 2 quartos, ambos com cama de casal. "Você fica no quarto da tia", me disse a Moni. "Dale, Moni." Fui ao banheiro, Saí e eu queria tomar um banho. "Feta, não vai me espiar, hein?" "Como se eu já não tivesse te espiado." Entrei no chuveiro, tomei banho, escovei os dentes e saí. Verifiquei se estava tudo certo, apaguei a luz e, do quarto da minha prima, ouvi ela chorando. "O que foi, Moni?" "Nada, bóludo, não liga pra mim." "Posso entrar?" "Sim, claro que pode." Entrei, ela estava vestida como tinha chegado. "O que aconteceu, Moni?" "Nada, é que vejo você se virando com uma segurança que me dá inveja, eu sou casada com um bóludo que até pra escolher as meias fica em dúvida." "Bom, calma, são personalidades." Olhei bem pra ela, ela estava mais peituda. "Moni, você tá forte, hein." "O que você tá dizendo, Feta, eu tenho 45 anos." Me aproximei, acariciei seu cabelo, ela me olhou. "Não, Feta, por favor, você me pega numa hora ruim." Meti um chupão que quase arranquei a língua dela pela nuca, ela respondeu igual. "Feta, me come bem comida, você sabe bem." Levantei sua saia, ela estava usando um fio-dental, tirei a camiseta, desabotoei o sutiã e aqueles peitos saltaram, comecei a chupar e morder. "Isso, filho da puta, voyeur, aqui estou, ainda te agrado?" "Sim, puta, olha o fio-dental que você usa." "Sabe por que uso fio-dental? Porque sonho com um dia desses, que alguém me coma que não seja o babaca do meu marido." Puxei o fio-dental e comecei a chupar sua buceta, 3 minutos e ela já estava gozando na minha boca. Sentei ela e enfiei meu pau na sua boca, comendo ela pela boca com força, ela tirou e disse: "Para, Feta, eu vou me afogar." Agarrei seus cabelos. "Cala a boca e chupa, sabe quem manda aqui?" "Sim." "Quem manda?" "Você." Depois de 10 minutos chupando, coloquei ela de quatro, ela estava encharcada, a buceta dela escorrendo, enfiei nela e ela gritou: "Siiiiiiiiii!" "Vai, me fode bem!" Quando meu pau estava bem lubrificado, coloquei na entrada do cu. "Por favor, cuidado." Apoiei e enfiei metade. Ela gritou forte e se virou, me olhou e disse: "Vai com força, me arrebenta!" E enfiei tudo. Como essa puta gozava! Teve 4 orgasmos. Eu... enchi a bunda dela de porra. Ela foi ao banheiro e voltou depois de um tempo. "Obrigada, meu amor, eu sabia que você ia me comer hoje." "Moni, eu te amo muito." "Eu sei, gostosa, mas me promete que vai continuar me comendo." "Eu prometo, Moni." A filha da puta ligou para o corno do marido. "Oi, Juan, estamos com a tia, amanhã a enterramos." E ela me olha, aponta pro meu pau. "Vai, Juan, te ligo amanhã." Desligou. "Que cara otário." E ela adormeceu com meu pau do lado da boca. Ao acordar, toda desarrumada e de peitos pra fora, meu pau ficou duro. Levantei, deitei ela, puxei a calcinha e chupei a buceta. Ela acordou gozando na minha boca, enfiei na xoxota e comi ela por 20 minutos até gozarmos juntos. Enterramos a tia, alugamos o sítio, Jacinto ficou como empregado, mas antes transferimos a casa pra ele. A Moni, de vez em quando, eu como, e pro Juan ela diz que vai pra hidroginástica. Queridos boys do Poringa, um abraço pra vocês.
2 comentários - Voyeur 9: Estamos Gigantes