Quando fui me dar conta, já tava há uns meses vendo o Fede com frequência e o primeiro ano já tava no fim. Tavam chegando as férias, e eu planejava voltar dois meses pra minha cidade, pra passar tempo com minha família, amigos e especialmente a Bianca. Ela sabia de toda a minha experiência em Buenos Aires, mas a gente precisava revisar cada detalhe com umas garrafas de vinho branco de aliadas.
Mesmo eu e o Fede não sendo namorados nem nada, ninguém tava saindo com mais ninguém, e a gente passava quase todo o tempo livre junto. Na maior parte transando, não vou mentir. Mas também já fazendo uns planos bem de casalzinho. A gente ia bastante pra casa da Vale e do Eze também, porque todo mundo adorava jogar Nintendo!
Lembro que uns dias antes de ir embora, sentei com o Fede pra ver as passagens de ônibus de volta. Dava pra ver que ele tava triste, coitadinho. Eu, sinceramente, não conseguia esconder a vontade de ver todo mundo e a ansiedade que tava sentindo.
Peguei meu celular pra olhar o calendário e tinha duas mensagens.
Rodri: "slut, hoje a gente sai. Se não vier, tá morta pra mim."
Miguel: "Oi Ceci! Esse fim de semana dá pra trabalhar numa expo na Rural?"
Na hora, bloqueei a tela. Não sei por que fiz isso, o Fede nem percebeu, nem parecia que ia reparar em nada. Mas a última mensagem do Miguel, senti que era uma "falta de respeito com ele". Repito, a gente não era nada, mas me senti culpada por esconder algo que tinha feito, mesmo ele já sabendo da última vez.
Fui no banheiro lavar o rosto e, de quebra, pensar no que fazer. Primeiro, o fácil: respondi pro Rodri que podia contar comigo, óbvio! Era sexta-feira e eu tava super animada pensando em voltar.
Segundo, foi responder o Miguel. Pensei em dizer que não, mas a grana era super necessária e também me sentia culpada por não ter trabalhado durante aquele primeiro ano, graças ao meu pai querido que tinha me apoiado tanto.
"Sim, Migue! Claro!! Obrigada como sempre por lembrar de mim! Me passa os detalhes e tô dentro. Na hora que você me disser"
A verdade é que era uma baita canseira, o evento durava sábado e domingo, eu tinha que ficar num estande das 9h às 14h. Não podia decepcionar o Rodri, então sabia que aquele sábado ia ser um inferno. Depois eu ia dormir assim que saísse.
Enfim, deixei o assunto das passagens de lado, tirei um bom cochilo pra recarregar as baterias e voltei pra residência pra me trocar.
Mandei 2 ou 3 looks pro Rodri pra ver qual combinava mais com o lugar (ele não queria me contar onde a gente ia) e, claro, ele escolheu o mais putinha (ele adorava fazer isso comigo). Terminei com uma saia super curta (que eles mesmos me deram de aniversário) de lantejoulas dourada e um top com um decote até o umbigo. Sério, parecia uma vadia. Ainda não sei como aceitei aquilo. A única vantagem é que era tão pouca roupa que eu ia realmente fresca e confortável.
Mandei uma foto do meu look pro Fede e ele não demorou pra falar um monte de sacanagem que eu amei! Ele sempre me enchia de elogios.
Cheguei na casa do Rodri, ele estava só com a Luján. "Hoje é noite de solteiros!" ele disse e me deu um shot de tequila.
Começamos a beber como loucos, dançando entre nós, tirando fotos, essas merdas típicas!
"Fala logo, Rodri, porra, onde a gente vai, pode me contar?"
"Tá bom, vou te falar, que impaciente você é, gata, quando você veio do interior não era assim!" ele adorava me provocar dizendo que eu vinha de um povoado e fazendo piadas com isso!!
Resumindo, iam demolir uma casa gigantesca em Belgrano e, antes disso, os donos do lugar faziam uma festa. Era algo "ilegal" e bem chique, segundo ele.
Nessa hora, o telefone da Luján toca, ela atende e diz "fala, já vou abrir".
"Quem vem???" perguntei curiosa.
"Uma das minhas melhores amigas do bairro! A Nadia!"
Poucos minutos depois, ela voltou com ela...
Entrou uma garota um pouquinho mais alta que eu, com um vestido preto combinando com o cabelo dela, justo no corpo que deixava ver o quanto ela malhava e contrastava com a pele branca igual a minha. A As tetas dela não eram exageradas, mas estavam firmes mesmo sem sutiã, a bunda dela estava incrivelmente empinada e exigia o máximo daquele vestido. Com tudo isso, era impossível não olhar pra ela. Mas os olhos azuis quase turquesa e a quantidade enorme de tatuagens pelo corpo todo faziam dela uma mulher incrível.
Rodri, expert em me encher o saco, chegou perto e me pegou pelo queixo, falando: "caiu o queixo, mamãe".
Todo mundo riu, menos a Nadia, que me olhou séria.
Eu não sabia onde me enfiar. Queria matar ele.
Continuamos bebendo e eu não conseguia tirar os olhos dela, por mais que tentasse. Por sorte, ela começou a se soltar mais com as piadas do meu amigo, que já conhecia ela de antes.
Ela era tatuadora, por isso o visual: os dois braços cheios de tatuagens lindas, as pernas também. Ficava super gostosa. Ainda tinha um piercing no nariz que deixava ela com uma cara super intimidadora.
Passou uma hora desde que ela chegou e já estávamos conversando mais à vontade, as duas. Ela conhecia minha cidade, tinha ido lá dois anos atrás, e a gente passou o tempo falando sobre isso.
Fomos interrompidas pelo táxi que chegou pra nos buscar, então saímos correndo e fomos pra festa.
Aí, não vou mentir, era um mar de gente. O Rodri, mal entrou, já tinha dado em cima de um cara e estavam sei lá onde. Ficamos nós três ali, e foi um vai e vem de caras nos tirando pra dançar, oferecendo bebida e até droga, hahaha.
Saímos pro pátio pra respirar um pouco e a Luján começou a conversar enquanto fumava com um cara bem bonito, com quem acabou se pegando ali mesmo.
Nadia: "Vai comigo pegar uma bebida?"
"Claro! Também quero uma."
No caminho pro bar que tinham montado, a mesma coisa. Paravam a gente a cada dois passos com algum papinho, passavam a mão na nossa bunda... Nós duas já estávamos bem irritadas.
Não chegamos no destino e a Nadia dá um tapa na cara de um cara que estava atrás de mim.
"Nadia!" falei, surpresa e até meio assustada.
"Esse masturbador se acha engraçado, queria tirar uma foto sua por baixo da saia. Sai daqui, magrelo, masturbador de merda" tava salvando minha heroína!
Outro cara apareceu e levou o amigo que não sabia se defender e começou a nos xingar.
Nádia me pegou pela mão e disse "vamos embora"
Deviam ser umas 2:30 da manhã quando tudo isso aconteceu e a gente saiu da festa. Pra mim, na real, tava ótimo ir embora porque no outro dia eu trabalhava. Segui ela sem coragem de contestar.
Já na rua, ela me fala, aqui perto um amigo tem um bar, vamos que te convido pra um drink que esses babacas não deixaram a gente tomar.
De novo, não ia contestar a Nádia. Entrei no táxi que parou e em 5 minutos a gente tava entrando num bar com pouca gente e um rock bem pesado de fundo. O lugar era meio lúgubre mas com muito estilo. Parecia a sala do Drácula.
Nádia cumprimentou o amigo com um beijo, me apresentou ao "Charly", um senhor de uns 50 anos, super rockeiro e tatuado quase tanto quanto ela.
A gente sentou num sofá tipo reservado no fundo e ele trouxe uma garrafa de Fernet pra nós!
"Charly é dono do estúdio onde eu tatuo, conheço ele há anos" ela disse, como se explicando por que tavam nos dando uma garrafa inteira.
A conversa foi super variada, a garota séria e durona podia ser muito engraçada. Quase ninguém escapava das críticas dela, eu morria de rir com os comentários picantes.
Mas claro, isso foi até chegar a minha vez...
Nádia: "você também é sapatão, né? Me olhou a noite toda quase tão tarada quanto os caras da festa que a gente veio"
... MUDA ...
Nádia: "relaxa, você é linda e dá pra ver que é super doce. Não falei com raiva"
"É... Bom... eu gosto de garotas... é verdade e você é muito deusa"
Nádia: "obrigada, mas tá saindo com alguém?"
Naquele momento, engoli seco, na real a resposta era não. Eu sabia o que significava se dissesse sim. Mas realmente queria Fechar aquela porta? Obviamente dei a pior resposta possível, de nervoso e pressa.
"Não sei"
Nadia: "HAHAHAHAHAHA" (primeira vez na noite que vi ela quase morrendo de rir) "como assim não sabe?"
"Desculpa, fiquei nervosa. Não, não, não tô saindo com ninguém, sério"
Ela respondeu se aproximando de mim e me dando um beijo que parecia ser o último da vida dela. Em dois segundos, nossas línguas estavam se enrolando pelas nossas bocas, mordendo os lábios uma da outra e sem conseguir tirar as mãos de cima.
Ela segurava meu rosto e eu, a cintura dela. A gente se esqueceu completamente de onde estávamos. Pelo menos eu. Porque tenho certeza que mais de um naquela noite nos usou como imagem mental pra se masturbar. Os beijos continuaram desesperados até que ela me soltou, mordeu meu lábio mais uma vez e disse: "minha casa não é muito longe, vamos?"
Eu tava voando de tesão naquela hora e sentia falta da sensação de uma mulher. Aceitei na hora com um gestinho de cabeça e pegando minhas coisas.
Pegamos outro táxi que se juntou ao nosso clube de fãs pra se masturbar com a gente. O cara foi curtindo nossos beijos no banco de trás como espectador vip. Eu percebia que ele tava indo bem devagar pra continuar o show particular, e a Nadia também, por isso num tom desafiador falou: "sabe passar pra segunda? Anda, já olhou bastante pra gente". Ela era foda!
Descemos e entramos no prédio de braços dados.
Nadia: "não tô te enchendo de beijo aqui porque o segurança da noite é um tremendo punheteiro, não quero dar o gosto, já vai imaginar bastante com a gente duas entrando assim"
Eu ri e segui ela de braço até a entrada do apê dela.
Assim que cruzamos a porta, ela me jogou contra ela e tirou meu top, deixando meus peitos expostos pra ela. Começou a chupar e morder do jeito que queria. Alternava entre lambidas suaves ao redor dos meus mamilos e dava umas mordidas mais fortes de vez em quando. Me fazia Pulando de dor, mas também de prazer.
Enquanto isso, ela passou a mão por baixo da minha saia e começou a me acariciar por cima da calcinha fio-dental. A verdade é que eu tava toda molhada, não tinha como disfarçar o quanto ela me deixava com tesão.
Eu tava completamente entregue contra aquela porta, sem conseguir fazer nada além de gemer e deixar ela fazer o que quisesse.
Ela se abaixou, puxou minha calcinha pra baixo, levantou minha saia até a cintura e começou a chupar minha buceta. Nessa altura, eu já tava escorrendo. Tava no paraíso, ela fazia aquilo de um jeito incrível. Não demorei pra gozar. Agarrei forte no cabelo dela e comecei a ter espasmos no corpo enquanto ela continuava brincando com meu clitóris com a língua.
Ela terminou de me despir, me virou deixando minha raba apontada pra ela e me deu um tapa violento na bunda que deixou todos os dedos marcados e a bunda vermelha feito fogo. O contraste com minha pele era enorme.
Eu ainda tava quase sem reação, tava besta com a gozada que tinha acabado de ter.
Ela bateu de novo na minha bunda, dessa vez na outra nádega. Agora a mão dela parecia estampada em vermelho por toda minha raba. Eu só soltava gritinhos de prazer a cada tapa. Ela começou a me masturbar naquela posição, sem pena da minha buceta, e foi adicionando mais tapas na minha bunda. Já tinha perdido a conta, só sabia que ela tava em chamas, ironicamente naquele momento minha buceta era água e meus gritos provavelmente estavam sendo ouvidos pelo prédio inteiro.
Nadia era selvagem e super dominadora, me deixou ofegante contra aquela porta enquanto os dedos dela passeavam por toda minha buceta.
Eu gozei de novo, ela ainda tava toda vestida e já tinha me feito gozar duas vezes, uma com a boquinha dela e outra com os dedos e os tapas enormes que foi me dando.
Achei que ela fosse me dar um descanso naquele momento, tentei me virar pra dar um beijo nela e ser a protagonista dessa vez, mas não podia estar mais enganada. Ela me puxou pelo cabelo e me trouxe pra boca dela. Me deu um beijo que me fazia sentir o gosto dos meus próprios fluidos que ainda Ficaram nos lábios dela.
Ela me pegou pelo pulso e, pela primeira vez, consegui dar mais de dois passos no apartamento dela. Me vi com as pernas tremendo, ensopadas da minha própria gozada e dentro do quarto dela.
Na minha frente estava a cama dela, ainda bagunçada e com roupas dela por cima. Ela me segurou pela nuca e me jogou naquele caos todo. Me fez levantar a raba, me colocando de quatro, e começou a chupar minha buceta sem parar. Meus gemidos já eram constantes e eu mal conseguia falar, tinha a garganta seca de tanto ficar de boca aberta.
Ela me deu mais um tapa na raba, abriu a gaveta e tirou um consolo enorme de dentro. Encostou ele nos lábios da minha buceta e começou a passar de cima pra baixo. Eu tremia, não tinha mais força nos braços pra me segurar nesse ponto.
Nadia cuspiu na minha buceta, senti o impacto e, no segundo seguinte, o dildo entrou suavemente, me fazendo soltar mais um grito, mesmo achando que já não tinha mais voz.
O que veio depois foi ela me comendo com o brinquedo dela. Dessa vez, quando sentiu que eu ia gozar, tirou ele inteiro.
Nadia: "Tá com tesão, sua puta?"
Eu só ofegava. Tentava respirar.
Nadia: *plaft*, tapa na raba "Não te ouvi. Tá com tesão, sua puta?"
"Sim, tô toda molhada e você tirou o brinquedinho antes de eu gozar"
Ela se virou, vi a calcinha fio dental cair no chão e ela tirou o vestido, revelando o resto das tatuagens e confirmando o que eu suspeitava pelo relevo da roupa: uns piercings divinos nos peitos.
Ela se deitou na minha frente e deixou a buceta dela a centímetros do meu rosto. Eu, feito uma puta que acabaram de soltar da mordaça, me joguei direto pra chupar ela. Sem nenhuma habilidade, sem graça, sem suavidade, era desespero. Como quem encontra água no deserto. Nunca fui tão desastrada com a Bianca. Nunca comi a boceta de outra pessoa com a loucura que eu fiz naquele momento.
Ela só se recostou pra aproveitar e me deixou feliz, devorando toda a rachinha dela.
Os sucos dela foram inundando minha boca. e pude sentir ela gozar. Pouco me importou, continuei como se nada tivesse acontecido. No entanto, com uma mão estendida apertando minhas bochechas, ela levantou meu rosto e me olhou.
"Que mina gostosa que você é"
Paff, dessa vez, o tapa foi parar na minha bochecha. Ela me soltou e eu, feliz com o que ela disse, me acalmei e comecei a chupar, aproveitando cada centímetro da buceta dela. Passei minha língua por tudo que ela me dava, fui saboreando o gosto da Nadia, sabendo que ela estava me dando aquilo de presente.
Curti ela por mais um tempo, até que ela gozou de novo. De novo, minhas lambidas continuaram, mesmo vendo ela se contorcer de prazer.
Ela tirou minha boca da entreperna dela, me puxou até onde estava e a gente se deu um beijo mega apaixonado. Fomos percorrendo o corpo uma da outra e pude sentir aqueles piercings entre meus dedos.
Começamos a nos esfregar uma na outra até terminar deitadas fazendo a tesourinha. A gente se apalpava e se beijava de tanto tesão. Sentia a buceta dela molhada contra a minha e fiquei viciada naquela sensação.
Gozamos juntas, nos fundimos em outro beijo longo e deitamos.
"Sabia que você tinha cara de obediente" foi a última coisa que ouvi antes de dormir no peito dela.
Mesmo eu e o Fede não sendo namorados nem nada, ninguém tava saindo com mais ninguém, e a gente passava quase todo o tempo livre junto. Na maior parte transando, não vou mentir. Mas também já fazendo uns planos bem de casalzinho. A gente ia bastante pra casa da Vale e do Eze também, porque todo mundo adorava jogar Nintendo!
Lembro que uns dias antes de ir embora, sentei com o Fede pra ver as passagens de ônibus de volta. Dava pra ver que ele tava triste, coitadinho. Eu, sinceramente, não conseguia esconder a vontade de ver todo mundo e a ansiedade que tava sentindo.
Peguei meu celular pra olhar o calendário e tinha duas mensagens.
Rodri: "slut, hoje a gente sai. Se não vier, tá morta pra mim."
Miguel: "Oi Ceci! Esse fim de semana dá pra trabalhar numa expo na Rural?"
Na hora, bloqueei a tela. Não sei por que fiz isso, o Fede nem percebeu, nem parecia que ia reparar em nada. Mas a última mensagem do Miguel, senti que era uma "falta de respeito com ele". Repito, a gente não era nada, mas me senti culpada por esconder algo que tinha feito, mesmo ele já sabendo da última vez.
Fui no banheiro lavar o rosto e, de quebra, pensar no que fazer. Primeiro, o fácil: respondi pro Rodri que podia contar comigo, óbvio! Era sexta-feira e eu tava super animada pensando em voltar.
Segundo, foi responder o Miguel. Pensei em dizer que não, mas a grana era super necessária e também me sentia culpada por não ter trabalhado durante aquele primeiro ano, graças ao meu pai querido que tinha me apoiado tanto.
"Sim, Migue! Claro!! Obrigada como sempre por lembrar de mim! Me passa os detalhes e tô dentro. Na hora que você me disser"
A verdade é que era uma baita canseira, o evento durava sábado e domingo, eu tinha que ficar num estande das 9h às 14h. Não podia decepcionar o Rodri, então sabia que aquele sábado ia ser um inferno. Depois eu ia dormir assim que saísse.
Enfim, deixei o assunto das passagens de lado, tirei um bom cochilo pra recarregar as baterias e voltei pra residência pra me trocar.
Mandei 2 ou 3 looks pro Rodri pra ver qual combinava mais com o lugar (ele não queria me contar onde a gente ia) e, claro, ele escolheu o mais putinha (ele adorava fazer isso comigo). Terminei com uma saia super curta (que eles mesmos me deram de aniversário) de lantejoulas dourada e um top com um decote até o umbigo. Sério, parecia uma vadia. Ainda não sei como aceitei aquilo. A única vantagem é que era tão pouca roupa que eu ia realmente fresca e confortável.
Mandei uma foto do meu look pro Fede e ele não demorou pra falar um monte de sacanagem que eu amei! Ele sempre me enchia de elogios.
Cheguei na casa do Rodri, ele estava só com a Luján. "Hoje é noite de solteiros!" ele disse e me deu um shot de tequila.
Começamos a beber como loucos, dançando entre nós, tirando fotos, essas merdas típicas!
"Fala logo, Rodri, porra, onde a gente vai, pode me contar?"
"Tá bom, vou te falar, que impaciente você é, gata, quando você veio do interior não era assim!" ele adorava me provocar dizendo que eu vinha de um povoado e fazendo piadas com isso!!
Resumindo, iam demolir uma casa gigantesca em Belgrano e, antes disso, os donos do lugar faziam uma festa. Era algo "ilegal" e bem chique, segundo ele.
Nessa hora, o telefone da Luján toca, ela atende e diz "fala, já vou abrir".
"Quem vem???" perguntei curiosa.
"Uma das minhas melhores amigas do bairro! A Nadia!"
Poucos minutos depois, ela voltou com ela...
Entrou uma garota um pouquinho mais alta que eu, com um vestido preto combinando com o cabelo dela, justo no corpo que deixava ver o quanto ela malhava e contrastava com a pele branca igual a minha. A As tetas dela não eram exageradas, mas estavam firmes mesmo sem sutiã, a bunda dela estava incrivelmente empinada e exigia o máximo daquele vestido. Com tudo isso, era impossível não olhar pra ela. Mas os olhos azuis quase turquesa e a quantidade enorme de tatuagens pelo corpo todo faziam dela uma mulher incrível.
Rodri, expert em me encher o saco, chegou perto e me pegou pelo queixo, falando: "caiu o queixo, mamãe".
Todo mundo riu, menos a Nadia, que me olhou séria.
Eu não sabia onde me enfiar. Queria matar ele.
Continuamos bebendo e eu não conseguia tirar os olhos dela, por mais que tentasse. Por sorte, ela começou a se soltar mais com as piadas do meu amigo, que já conhecia ela de antes.
Ela era tatuadora, por isso o visual: os dois braços cheios de tatuagens lindas, as pernas também. Ficava super gostosa. Ainda tinha um piercing no nariz que deixava ela com uma cara super intimidadora.
Passou uma hora desde que ela chegou e já estávamos conversando mais à vontade, as duas. Ela conhecia minha cidade, tinha ido lá dois anos atrás, e a gente passou o tempo falando sobre isso.
Fomos interrompidas pelo táxi que chegou pra nos buscar, então saímos correndo e fomos pra festa.
Aí, não vou mentir, era um mar de gente. O Rodri, mal entrou, já tinha dado em cima de um cara e estavam sei lá onde. Ficamos nós três ali, e foi um vai e vem de caras nos tirando pra dançar, oferecendo bebida e até droga, hahaha.
Saímos pro pátio pra respirar um pouco e a Luján começou a conversar enquanto fumava com um cara bem bonito, com quem acabou se pegando ali mesmo.
Nadia: "Vai comigo pegar uma bebida?"
"Claro! Também quero uma."
No caminho pro bar que tinham montado, a mesma coisa. Paravam a gente a cada dois passos com algum papinho, passavam a mão na nossa bunda... Nós duas já estávamos bem irritadas.
Não chegamos no destino e a Nadia dá um tapa na cara de um cara que estava atrás de mim.
"Nadia!" falei, surpresa e até meio assustada.
"Esse masturbador se acha engraçado, queria tirar uma foto sua por baixo da saia. Sai daqui, magrelo, masturbador de merda" tava salvando minha heroína!
Outro cara apareceu e levou o amigo que não sabia se defender e começou a nos xingar.
Nádia me pegou pela mão e disse "vamos embora"
Deviam ser umas 2:30 da manhã quando tudo isso aconteceu e a gente saiu da festa. Pra mim, na real, tava ótimo ir embora porque no outro dia eu trabalhava. Segui ela sem coragem de contestar.
Já na rua, ela me fala, aqui perto um amigo tem um bar, vamos que te convido pra um drink que esses babacas não deixaram a gente tomar.
De novo, não ia contestar a Nádia. Entrei no táxi que parou e em 5 minutos a gente tava entrando num bar com pouca gente e um rock bem pesado de fundo. O lugar era meio lúgubre mas com muito estilo. Parecia a sala do Drácula.
Nádia cumprimentou o amigo com um beijo, me apresentou ao "Charly", um senhor de uns 50 anos, super rockeiro e tatuado quase tanto quanto ela.
A gente sentou num sofá tipo reservado no fundo e ele trouxe uma garrafa de Fernet pra nós!
"Charly é dono do estúdio onde eu tatuo, conheço ele há anos" ela disse, como se explicando por que tavam nos dando uma garrafa inteira.
A conversa foi super variada, a garota séria e durona podia ser muito engraçada. Quase ninguém escapava das críticas dela, eu morria de rir com os comentários picantes.
Mas claro, isso foi até chegar a minha vez...
Nádia: "você também é sapatão, né? Me olhou a noite toda quase tão tarada quanto os caras da festa que a gente veio"
... MUDA ...
Nádia: "relaxa, você é linda e dá pra ver que é super doce. Não falei com raiva"
"É... Bom... eu gosto de garotas... é verdade e você é muito deusa"
Nádia: "obrigada, mas tá saindo com alguém?"
Naquele momento, engoli seco, na real a resposta era não. Eu sabia o que significava se dissesse sim. Mas realmente queria Fechar aquela porta? Obviamente dei a pior resposta possível, de nervoso e pressa.
"Não sei"
Nadia: "HAHAHAHAHAHA" (primeira vez na noite que vi ela quase morrendo de rir) "como assim não sabe?"
"Desculpa, fiquei nervosa. Não, não, não tô saindo com ninguém, sério"
Ela respondeu se aproximando de mim e me dando um beijo que parecia ser o último da vida dela. Em dois segundos, nossas línguas estavam se enrolando pelas nossas bocas, mordendo os lábios uma da outra e sem conseguir tirar as mãos de cima.
Ela segurava meu rosto e eu, a cintura dela. A gente se esqueceu completamente de onde estávamos. Pelo menos eu. Porque tenho certeza que mais de um naquela noite nos usou como imagem mental pra se masturbar. Os beijos continuaram desesperados até que ela me soltou, mordeu meu lábio mais uma vez e disse: "minha casa não é muito longe, vamos?"
Eu tava voando de tesão naquela hora e sentia falta da sensação de uma mulher. Aceitei na hora com um gestinho de cabeça e pegando minhas coisas.
Pegamos outro táxi que se juntou ao nosso clube de fãs pra se masturbar com a gente. O cara foi curtindo nossos beijos no banco de trás como espectador vip. Eu percebia que ele tava indo bem devagar pra continuar o show particular, e a Nadia também, por isso num tom desafiador falou: "sabe passar pra segunda? Anda, já olhou bastante pra gente". Ela era foda!
Descemos e entramos no prédio de braços dados.
Nadia: "não tô te enchendo de beijo aqui porque o segurança da noite é um tremendo punheteiro, não quero dar o gosto, já vai imaginar bastante com a gente duas entrando assim"
Eu ri e segui ela de braço até a entrada do apê dela.
Assim que cruzamos a porta, ela me jogou contra ela e tirou meu top, deixando meus peitos expostos pra ela. Começou a chupar e morder do jeito que queria. Alternava entre lambidas suaves ao redor dos meus mamilos e dava umas mordidas mais fortes de vez em quando. Me fazia Pulando de dor, mas também de prazer.
Enquanto isso, ela passou a mão por baixo da minha saia e começou a me acariciar por cima da calcinha fio-dental. A verdade é que eu tava toda molhada, não tinha como disfarçar o quanto ela me deixava com tesão.
Eu tava completamente entregue contra aquela porta, sem conseguir fazer nada além de gemer e deixar ela fazer o que quisesse.
Ela se abaixou, puxou minha calcinha pra baixo, levantou minha saia até a cintura e começou a chupar minha buceta. Nessa altura, eu já tava escorrendo. Tava no paraíso, ela fazia aquilo de um jeito incrível. Não demorei pra gozar. Agarrei forte no cabelo dela e comecei a ter espasmos no corpo enquanto ela continuava brincando com meu clitóris com a língua.
Ela terminou de me despir, me virou deixando minha raba apontada pra ela e me deu um tapa violento na bunda que deixou todos os dedos marcados e a bunda vermelha feito fogo. O contraste com minha pele era enorme.
Eu ainda tava quase sem reação, tava besta com a gozada que tinha acabado de ter.
Ela bateu de novo na minha bunda, dessa vez na outra nádega. Agora a mão dela parecia estampada em vermelho por toda minha raba. Eu só soltava gritinhos de prazer a cada tapa. Ela começou a me masturbar naquela posição, sem pena da minha buceta, e foi adicionando mais tapas na minha bunda. Já tinha perdido a conta, só sabia que ela tava em chamas, ironicamente naquele momento minha buceta era água e meus gritos provavelmente estavam sendo ouvidos pelo prédio inteiro.
Nadia era selvagem e super dominadora, me deixou ofegante contra aquela porta enquanto os dedos dela passeavam por toda minha buceta.
Eu gozei de novo, ela ainda tava toda vestida e já tinha me feito gozar duas vezes, uma com a boquinha dela e outra com os dedos e os tapas enormes que foi me dando.
Achei que ela fosse me dar um descanso naquele momento, tentei me virar pra dar um beijo nela e ser a protagonista dessa vez, mas não podia estar mais enganada. Ela me puxou pelo cabelo e me trouxe pra boca dela. Me deu um beijo que me fazia sentir o gosto dos meus próprios fluidos que ainda Ficaram nos lábios dela.
Ela me pegou pelo pulso e, pela primeira vez, consegui dar mais de dois passos no apartamento dela. Me vi com as pernas tremendo, ensopadas da minha própria gozada e dentro do quarto dela.
Na minha frente estava a cama dela, ainda bagunçada e com roupas dela por cima. Ela me segurou pela nuca e me jogou naquele caos todo. Me fez levantar a raba, me colocando de quatro, e começou a chupar minha buceta sem parar. Meus gemidos já eram constantes e eu mal conseguia falar, tinha a garganta seca de tanto ficar de boca aberta.
Ela me deu mais um tapa na raba, abriu a gaveta e tirou um consolo enorme de dentro. Encostou ele nos lábios da minha buceta e começou a passar de cima pra baixo. Eu tremia, não tinha mais força nos braços pra me segurar nesse ponto.
Nadia cuspiu na minha buceta, senti o impacto e, no segundo seguinte, o dildo entrou suavemente, me fazendo soltar mais um grito, mesmo achando que já não tinha mais voz.
O que veio depois foi ela me comendo com o brinquedo dela. Dessa vez, quando sentiu que eu ia gozar, tirou ele inteiro.
Nadia: "Tá com tesão, sua puta?"
Eu só ofegava. Tentava respirar.
Nadia: *plaft*, tapa na raba "Não te ouvi. Tá com tesão, sua puta?"
"Sim, tô toda molhada e você tirou o brinquedinho antes de eu gozar"
Ela se virou, vi a calcinha fio dental cair no chão e ela tirou o vestido, revelando o resto das tatuagens e confirmando o que eu suspeitava pelo relevo da roupa: uns piercings divinos nos peitos.
Ela se deitou na minha frente e deixou a buceta dela a centímetros do meu rosto. Eu, feito uma puta que acabaram de soltar da mordaça, me joguei direto pra chupar ela. Sem nenhuma habilidade, sem graça, sem suavidade, era desespero. Como quem encontra água no deserto. Nunca fui tão desastrada com a Bianca. Nunca comi a boceta de outra pessoa com a loucura que eu fiz naquele momento.
Ela só se recostou pra aproveitar e me deixou feliz, devorando toda a rachinha dela.
Os sucos dela foram inundando minha boca. e pude sentir ela gozar. Pouco me importou, continuei como se nada tivesse acontecido. No entanto, com uma mão estendida apertando minhas bochechas, ela levantou meu rosto e me olhou.
"Que mina gostosa que você é"
Paff, dessa vez, o tapa foi parar na minha bochecha. Ela me soltou e eu, feliz com o que ela disse, me acalmei e comecei a chupar, aproveitando cada centímetro da buceta dela. Passei minha língua por tudo que ela me dava, fui saboreando o gosto da Nadia, sabendo que ela estava me dando aquilo de presente.
Curti ela por mais um tempo, até que ela gozou de novo. De novo, minhas lambidas continuaram, mesmo vendo ela se contorcer de prazer.
Ela tirou minha boca da entreperna dela, me puxou até onde estava e a gente se deu um beijo mega apaixonado. Fomos percorrendo o corpo uma da outra e pude sentir aqueles piercings entre meus dedos.
Começamos a nos esfregar uma na outra até terminar deitadas fazendo a tesourinha. A gente se apalpava e se beijava de tanto tesão. Sentia a buceta dela molhada contra a minha e fiquei viciada naquela sensação.
Gozamos juntas, nos fundimos em outro beijo longo e deitamos.
"Sabia que você tinha cara de obediente" foi a última coisa que ouvi antes de dormir no peito dela.
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