Olá, por razões óbvias não quero dar detalhes dos nossos nomes... mas sim de como tudo isso aconteceu, que é 100% real e que até hoje é uma sensação indescritível e maravilhosa. Minha tia é a irmã mais nova do meu pai, que era o mais velho dos irmãos. Não fui criado com ele, mas visitava minha família paterna nas férias da escola e festividades... também quando eles vinham pra cidade onde eu morava, eu os via e cumprimentava. Eu sou o neto mais velho, portanto o primeiro sobrinho de todos os meus tios e tias paternos... nunca fui o preferido nem o que mais conversava com eles, posso dizer que era bem o contrário, era retraído e muito tímido... quando os visitava, costumava ficar sempre muito calado e, ao ficar na casa da minha avó, sempre recebia a visita de todos, incluindo minha tia, que sempre chegava acompanhada do marido, nunca chegava sozinha, sempre ao lado do marido e do filho. Ela se comprometeu muito jovem e foi mãe muito jovem também, sempre se dedicou a criar seu único filho e ajudar o marido em tudo, era incondicional em tudo que faziam, sempre estavam juntos. Minha tia é super linda, e a personalidade dela é tudo, é muito amigona e super cordial com todos. O que mais se destaca fisicamente é o cabelo cacheado, que nenhuma outra tia tem igual, e uma cinturinha que realça a bunda grande dela, porque sempre disse que apesar da idade que ela possa ter... como eu os visitava uma vez por ano e os via literalmente duas vezes por ano quando visitavam a cidade, sempre cresceu em mim esse gosto por vê-la, por reparar nela, por me masturbar pensando naquela raba bem gostosa que marcava em qualquer roupa que ela usasse, foi assim durante toda a minha adolescência... aconteceu um episódio durante umas férias que eu passava na casa da minha avó, já que meu pai não morava lá, na mesma cidade, mas visitava a cidade e ficava naquela casa. Durante essas férias, vi um dia meu pai tendo uns amassos com outra das minhas tias, que era super atenciosa com ele. Fiquei intrigado e quando espiei um pouco Mais, aquilo se transformou numa puta trepada. Pelo que eu entendo agora, eu não me ligava naquela tia, porque era do meu pai, e minha fantasia era agora minha outra tia, sem dúvida... mas nunca fiz nada pra que isso acontecesse, era tímido demais pra agir ou encarar esses desejos... os anos passaram, virei adulto, e o trato com essa parte da minha família mudou quando meu pai morreu, me afastei ainda mais, e nem via mais eles. Minha tia em questão, cruzei com ela algumas vezes na cidade, mas aquele sentimento eu meio que escondi e esqueci, até que veio a pandemia. Peguei COVID e, pelo medo de tudo aquilo, um dia vejo um status de WhatsApp dela, fiquei preocupado e mandei mensagem pra ver se tava tudo bem. A gente conversou um pouco, e dias depois, eu de repouso, doente de COVID, decidi contar pra ela o que eu sentia quando era moleque, sem medo de dar certo, sem esperar nada, ou melhor, esperando... esperando o pior. Ela não me respondeu e, horas depois, começou a me ligar uma porção de vezes. Eu pensava: "ela vai ligar pra me botar no meu lugar, me xingar e tal", e não atendia. Preferia deixar pra lá e evitar a vergonha, até que ela me escreve pra atender, que quer saber como eu tô do COVID, que tá preocupada. Falei "ok..." e atendi, e os minutos passavam e ela não falava nada sobre minha confissão, até que ela mesma toca no assunto e me diz que ficou surpresa com minha confissão e que fica feliz em saber que tive confiança pra fazer isso, e que não desgosta nada do que eu disse, que pegou ela de surpresa, mas que se eu quisesse, a gente podia conversar mais sobre esse assunto, mas que ela me escrevia ou ligava quando estivesse sozinha, porque o marido dela tava sempre por perto, e que tinha muitas perguntas, tipo as clássicas: "Por que eu?", "Desde quando?", "O que você gosta em mim?". Em cada uma, eu tento elogiar ela e aumentar a sacanagem que eu sentia, e confesso que queria mais que rolasse algo com ela, quando vi meu pai com minha outra tia... e que, se uma herança meu pai me deixou, foi o gosto pelo incesto, e ela, tia... eu esperava que ela se surpreendesse com minha revelação, mas Parece que era um segredo de polichinelo, mas como eu quase não via eles, não ficava sabendo de nada. Mas a conversa tava cada vez mais quente... e ela cada vez mais soltinha e atrevida ao falar... Que deixou pra uma segunda parte com mais detalhes pra não deixar essa publicação tão longa... Abraços, espero os comentários de vocês.
Olá, por razões óbvias não quero dar detalhes dos nossos nomes... mas sim de como tudo isso aconteceu, que é 100% real e que até hoje é uma sensação indescritível e maravilhosa. Minha tia é a irmã mais nova do meu pai, que era o mais velho dos irmãos. Não fui criado com ele, mas visitava minha família paterna nas férias da escola e festividades... também quando eles vinham pra cidade onde eu morava, eu os via e cumprimentava. Eu sou o neto mais velho, portanto o primeiro sobrinho de todos os meus tios e tias paternos... nunca fui o preferido nem o que mais conversava com eles, posso dizer que era bem o contrário, era retraído e muito tímido... quando os visitava, costumava ficar sempre muito calado e, ao ficar na casa da minha avó, sempre recebia a visita de todos, incluindo minha tia, que sempre chegava acompanhada do marido, nunca chegava sozinha, sempre ao lado do marido e do filho. Ela se comprometeu muito jovem e foi mãe muito jovem também, sempre se dedicou a criar seu único filho e ajudar o marido em tudo, era incondicional em tudo que faziam, sempre estavam juntos. Minha tia é super linda, e a personalidade dela é tudo, é muito amigona e super cordial com todos. O que mais se destaca fisicamente é o cabelo cacheado, que nenhuma outra tia tem igual, e uma cinturinha que realça a bunda grande dela, porque sempre disse que apesar da idade que ela possa ter... como eu os visitava uma vez por ano e os via literalmente duas vezes por ano quando visitavam a cidade, sempre cresceu em mim esse gosto por vê-la, por reparar nela, por me masturbar pensando naquela raba bem gostosa que marcava em qualquer roupa que ela usasse, foi assim durante toda a minha adolescência... aconteceu um episódio durante umas férias que eu passava na casa da minha avó, já que meu pai não morava lá, na mesma cidade, mas visitava a cidade e ficava naquela casa. Durante essas férias, vi um dia meu pai tendo uns amassos com outra das minhas tias, que era super atenciosa com ele. Fiquei intrigado e quando espiei um pouco Mais, aquilo se transformou numa puta trepada. Pelo que eu entendo agora, eu não me ligava naquela tia, porque era do meu pai, e minha fantasia era agora minha outra tia, sem dúvida... mas nunca fiz nada pra que isso acontecesse, era tímido demais pra agir ou encarar esses desejos... os anos passaram, virei adulto, e o trato com essa parte da minha família mudou quando meu pai morreu, me afastei ainda mais, e nem via mais eles. Minha tia em questão, cruzei com ela algumas vezes na cidade, mas aquele sentimento eu meio que escondi e esqueci, até que veio a pandemia. Peguei COVID e, pelo medo de tudo aquilo, um dia vejo um status de WhatsApp dela, fiquei preocupado e mandei mensagem pra ver se tava tudo bem. A gente conversou um pouco, e dias depois, eu de repouso, doente de COVID, decidi contar pra ela o que eu sentia quando era moleque, sem medo de dar certo, sem esperar nada, ou melhor, esperando... esperando o pior. Ela não me respondeu e, horas depois, começou a me ligar uma porção de vezes. Eu pensava: "ela vai ligar pra me botar no meu lugar, me xingar e tal", e não atendia. Preferia deixar pra lá e evitar a vergonha, até que ela me escreve pra atender, que quer saber como eu tô do COVID, que tá preocupada. Falei "ok..." e atendi, e os minutos passavam e ela não falava nada sobre minha confissão, até que ela mesma toca no assunto e me diz que ficou surpresa com minha confissão e que fica feliz em saber que tive confiança pra fazer isso, e que não desgosta nada do que eu disse, que pegou ela de surpresa, mas que se eu quisesse, a gente podia conversar mais sobre esse assunto, mas que ela me escrevia ou ligava quando estivesse sozinha, porque o marido dela tava sempre por perto, e que tinha muitas perguntas, tipo as clássicas: "Por que eu?", "Desde quando?", "O que você gosta em mim?". Em cada uma, eu tento elogiar ela e aumentar a sacanagem que eu sentia, e confesso que queria mais que rolasse algo com ela, quando vi meu pai com minha outra tia... e que, se uma herança meu pai me deixou, foi o gosto pelo incesto, e ela, tia... eu esperava que ela se surpreendesse com minha revelação, mas Parece que era um segredo de polichinelo, mas como eu quase não via eles, não ficava sabendo de nada. Mas a conversa tava cada vez mais quente... e ela cada vez mais soltinha e atrevida ao falar... Que deixou pra uma segunda parte com mais detalhes pra não deixar essa publicação tão longa... Abraços, espero os comentários de vocês.
1 comentários - Incesto com minha tia gostosa