Este relato não é de minha autoria, tirei de um fórum sobre essa fantasia que muitos de nós adoramos, esse desejo de ver nossa mulher se divertindo com outros caras até ficar satisfeita é algo tão maravilhoso. Espero que gostem...
Meu nome é Cláudio e vou contar o que aconteceu uns meses atrás com minha esposa Viviana Mora. Namoramos por 4 anos e já estávamos casados há 3. Ela tinha 27 anos na época e eu 31.
A Vivi é uma mina linda. Cara de menina e corpo pequenininho. Tem só 1,50m de altura, é morena de cabelo liso até os ombros e tem peitinhos médios. Uma bunda gordinha e bonita e uma buceta bem apertadinha e depilada.
Moramos em Santiago do Chile. Eu trabalho como vendedor e ela está terminando a faculdade de design gráfico. Estávamos bem no nosso apartamento de dois cômodos no Recoleta. Ela também ia pra academia uma vez por semana com a melhor amiga dela, Mariana, porque sempre tinha medo de engordar, mas a verdade é que uns 2 ou 3 quilos a mais nela ficavam lindos.
Acontece que uma tarde, umas 19h30, peguei o telefone do quarto e escutei ela falando no aparelho da sala com a Mariana. Ouvi uma conversa estranha, que me surpreendeu. Elas estavam falando de um tal de João e um Pedro, que eu não conhecia.
Mariana: — Sim, muito gato, não sei o quê, mas simpáticos os grandões e você viu o...
Vivi: — Sim, também percebi que ele tem um pau desproporcional. É quase desagradável, né?
Mariana: — Sim, penso igual a você. Mas te digo que eles olham muito pra sua bunda e pra sua rata com essas leggings pretas que você usa pra ir na academia.
Vivi: — Cala a boca, não seja doida...
Mariana: — Falo sério, vi eles olhando sua bunda, parece que você agrada eles. Bom, e o Cláudio como está?
Vivi: — Bem, e o Pablo?
Mariana: — Super.
Vivi: — Nos vemos amanhã na academia.
Mariana: — Amanhã não posso, tenho médico.
Vivi: — Ah, que pena, bom, então a gente se vê quinta-feira. Tchau.
Caíram. Fiquei com um pouco de ciúme, mas depois pensei que duas minas tinham direito de olhar pros caras. Mesmo assim, senti uma pontada no estômago. Fiquei obcecado com a conversa.
Fiquei de olho nela vendo os paus? Por mais compreensivo que fosse, o ciúme me corroeu. Decidi não dar importância.
No outro dia, cheguei do trabalho às seis e encontrei um bilhete da minha esposa: Claudio, tô na academia, volto às 8. Aí lembrei que a Mariana não ia porque tava no médico e resolvi dar a surpresa de buscá-la de carro.
Cheguei no lugar e decidi que ela não me visse. Ela tava fazendo bicicleta e não tinha muita gente. Perto dela, tinha um par de negões gigantes, tipo uns 2 metros de altura, cheio de músculos, puxando ferro. Logo vi que ela olhava de canto o que os caras faziam. Ela desceu da bicicleta e os caras pararam perto dela, a Vivi mal chegava no peito deles. Os caras falaram algo e ela olhou pra eles. Me aproximei pra ouvir o que diziam. Eles tavam fazendo um charme sobre a academia e ela concordava, de vez em quando baixava o olhar disfarçadamente pros paus dos caras. Eles tavam de calça de ginástica e dava pra ver bem a rola. Os caras contaram pra Vivi que eram nigerianos e que tinham 58 e 62 anos. Ela se fez de interessada, se apresentou como Vivi e disse que tinha 27, contou que adorava aquele esporte e tal. Os caras perguntaram se ela queria tomar um café com eles depois da academia.
Vivi: Não, sabem que meu marido me espera em casa.
Boa, Vivi, pensei, ela é fiel.
Mas logo meu coração foi pro chão porque ela disse que talvez outro dia... Deixou a porta aberta.
Entrei na academia e os caras já tavam indo embora depois de dar um beijo na bochecha dela, pra isso tiveram que se abaixar muito...
— Oi, Vivi, vim te buscar — falei.
Ela se virou assustada: — Oi, Claudio, você veio?
Vou me trocar e... Vamos pra casa. À noite eu já tinha me deitado e ela estava na sala. Escutei ela discando o telefone, levantei, tava desconfiado. Ela tava falando com a Mariana de novo. Contou que tinha ido pra academia e que voltou rápido porque eu fui buscá-la. No final da conversa, ela disse... Você não sabe o que me aconteceu, os nigerianos me convidaram pra sair com eles... Eu falei que era casada pra eles não encherem o saco, mas acho que você tava certa, eles tão afim de mim. Mariana: Cuidado porque você não conhece eles. Além disso, se esses grandões te pegarem com aquela pica de cavalo que eles devem ter... ha, ha Vivi: que louca, hein, essa história de pica grande é mito. Além do mais, nem gosto, são feios pra caralho. Bom, vou deixar você, se o Claudio ouvir vai pensar qualquer merda. Tchau Naquela noite minha mulher não conseguia dormir, levantou pra beber água um monte de vezes, tava meio nervosa. Parece que, mesmo eles não sendo o tipo dela, o fato de terem chamado ela pra sair a excitou. Perguntei o que tinha e ela se fez de sonsa: Nada, bebê. Dorme. No outro dia foi pra academia às 6 como sempre e me perguntou se eu ia buscá-la... Não — falei — chego tarde do trabalho porque tenho uma reunião — menti. À noite fui buscá-la sem ser visto e ela já tava terminando, eles se aproximaram e convidaram ela pra tomar um refrigerante no bar da academia e ela disse que tinha que ir, eles insistiram, que sim, que não, no fim ela aceitou com cara de inocente. Foram pro bar e sentaram no balcão nuns banquinhos, de lá ela de vez em quando baixava o olhar e ficava olhando pra eles se fazendo de distraída. Que porra é essa — falei comigo mesmo — isso não tá me cheirando bem, pensei. Eles metiam um papo furado pra conquistar ela, mas eram feios pra caralho, pensei que nunca rolaria nada entre eles. Viviana tão gostosa, tão delicada e tão pequena com aquelas bestas que eram o dobro do tamanho dela parecia um pesadelo pra mim. Daí a pouco eles Disseram que iam levar ela até em casa, tinham uma caminhonete velha e ela, sem saber o que ia rolar, aceitou.
Era uma Ford 75, bem toda cagada. E eu tava seguindo eles de perto, e num sinal um deles tentou beijar ela. Ela não quis, e ele insistiu, chegando a boca perto. Ela virou o rosto, e ele tentou beijar o pescocinho dela. Assim até chegar em casa, onde ela desceu rápido, parecendo assustada...
Pouco depois eu cheguei e falei que a reunião tinha sido pesada.
Perguntei como foi pra ela.
Vivi: Também trabalhei duro na academia.
É – pensei – dura você deixou a rola pra eles, sua puta arrombada...
Ela ficou um tempão no banheiro, perguntei se tava rolando algo e ela disse que não. Mas eu sabia que ela tinha molhado a buceta com a calça do preto.
Naquela noite, a Mariana veio jantar com o marido Pablo, e num momento a Viviana e a Mariana estavam batendo papo na cozinha. Falei pro meu amigo que ia no banheiro e me enfiei atrás da porta pra escutar.
– Um deles queria me beijar e passou a mão na minha buceta por cima da legging, queria que eu tocasse na cabeça dele e colocou minha mão em cima do pau dele. É um sem-vergonha, ainda por cima levaram minha carteira e me deram esse papel com o endereço dele e um bilhete dizendo que se eu não for buscar, não devolvem.
– Mas denuncia eles, porra, uns filhos da puta.
– Não posso, e se o Claudio descobre?
– Então, eu vou com você.
– Não, deixa que eu resolvo sozinha – falou a Vivi.
– Onde é?
– Na estação central.
– Você vai sozinha lá?
– Não tenho escolha, não vai dar nada, fica tranquila.
Claro, eu via eles tentando beijar ela, mas não via o que tava rolando lá embaixo naquela caminhonete.
Antes de dormir, ela me falou que no dia seguinte ia fazer compras de manhã com a Mariana. Era sábado, e eu falei que ia junto, e ela respondeu que eu ia ficar entediado com duas mulheres.
Ela pegou o carro e eu segui de táxi, obviamente não ia fazer compras, mas sim pra casa deles.
Era uma casa velha, e ela desceu do carro. e não atravessou o portão todo quebrado, bateu as mãos e um negão grandão abriu e falou pra ela entrar.
— Não, JOÃO, não vou entrar, me dá a carteira e vou embora.
— Vai, entra um pouquinho, vamos esquecer tudo, a gente se comporta, sério.
O negão deu um sorriso amigável e ela hesitou, mas se confiou e, devolvendo o sorriso, entrou.
Eu me aproximei de uma das janelas da casa, tinha umas plantas e ali me escondi.
Os três se sentaram num sofá marrom de courino e, como um dos vidros estava quebrado, eu ouvia o que diziam.
— Você se excitou ontem?
— Chega, Pedro, você falou que a gente ia esquecer tudo, já passou.
— É que a gente fica louco por você, não viu como o pau ficou duro?
— Sim, mas eu sou casada e amo meu marido.
— É só pra gente se divertir.
— Não, me dá a carteira e vou embora. Combinamos isso.
— Sabe o que é, é que a gente gosta muito de você.
Aí começou de novo a querer passar a mão nela, abraçavam ela mesmo ela resistindo e queriam beijar ela.
Cada um do seu lado abraçava ela.
Ela se levantou e eles também, e os braços por trás. Quando se via eles de pé, um do lado do outro, era terrível ver a diferença de altura. Ela 1,50 e eles 2 metros.
Um se abaixou e começou a passar a mão na buceta dela por cima da calça da Viviane.
— Chega, João e Pedro, chega!!!!!
Mas de repente ela começou a beijar eles, a chantagem começava a dar resultado. Ela tinha se excitado, olhando aqueles volumes enormes.
Eles não quiseram perder tempo, já que ela estava confusa, puxaram de uma vez a calça e a calcinha azul celeste dela e sentaram ela no sofá, e rapidamente começaram a chupar aquela bucetinha que ela tem.
— AII, AII, NÃO, NÃO QUERO MAIS, TÃO ME EXCITANDO, FILHOS DA PUTA, MAS NÃO QUERO.
— DEIXA, VIVIANE — disse um — DEIXA EU TE FAZER GOZAR.
Chuparam a buceta dela por uns 5 minutos até que ficou bem molhada, babaram toda a vagina dela e com os dedos gigantes massageavam o clitóris dela.
Daí a pouco eles se levantaram e ela Ela se sentou na beirada do sofá.
- Vivi, queremos que você chupe nossa pica - Chupa aqui - falaram ao mesmo tempo em que baixavam o short.
O que saiu dali me deixou pasmo. Umas picas que tinham uns 30 cm de comprimento e eram grossas como um rolo de papel higiênico. Minha Viviana ficou de pedra, com os olhos bem abertos e sem querer soltou um: UFF.
Ela pegou cada pica em cada mão e viu o peso que tinham.
- ISSO É MUITO MAIS DO QUE EU ESPERAVA, UFF
Ela suspirava, olhava para outros lados, não era minha Viviana de sempre, estava perdida, não sabia o que fazia. Eu esperava que a qualquer momento ela caísse em si e fosse embora, mas estava como que obnubilada.
- QUE PEDAÇOS TÃO GRANDES, NÃO SABIA QUE EXISTIAM TÃO GRANDES.
E claro, o que faltou dizer é que o meu mede 13 de pau duro e é fininho.
A Vivi, com suas mãozinhas pequenas, bateu uma punheta pra cada uma e, enquanto fazia isso, brotava líquido pré-gozo.
A Vivi chupou elas com sua linguinha, não conseguia meter na boca, eram tão grossas quanto os tornozelos dela. Ela estava sentada no sofá e, enquanto passava delicadamente a língua pelas cabeças pretas, eles abriam as pernas dela e esfregavam a buceta com os dedos, fizeram uma masturbação na vulva dela e isso fazia com que ela chupasse as picas deles com muito mais carinho.
Eles se cansaram e colocaram ela de quatro no sofá, cuspiram na mão e passaram na buceta dela. Pareciam uns cavalos que iam montar uma putinha. Ela é tão baixinha.
- Eles continuavam passando cuspe no cu dela e, enquanto isso, batiam punheta pra deixar a pica ainda mais dura. Parecia que faziam de propósito, porque sabiam que iam fazer ela sentir dor, mas queriam deixar ainda mais dura.
Ela não percebia o que eles faziam porque estava de olhos fechados. Num momento, um deles se agachou no sofá e montou nela. Sabia que naquela posição a penetração ia ser terrível.
Ela só disse:
- DEVAGAR, HEIN Não sabia o que a esperava. Com um empurrão, entrou ¼ de
pau e fez minha mina ficar com a boca no sofá, soltando
um gemidão de prazer. Nisso, outro mete o pauzão dele na boca da minha querida esposa.
- OOOH, AI, AI, EU GOSTO MUITO, É GROSSO DEMAIS, ME COME MAIS.
Ela tentava falar com o pau na boca.
Como um tava de cócoras, dava pra ver claramente a grossura do
bagulho e a pequenez da buceta. Cada vez que ele comia ela, enfiava os lábios maiores pra dentro de tão apertada que tava.
Outro empurrão e ele enfiou a metade, Viviana gemia como um cordeirinho sendo abatido.
Outro empurrão e ele enfiou ¾ do pau, não conseguiu meter mais,
chegou no fundo, mas continuava empurrando e furando o fundo do útero.
- Auch, au, tá machucando meu útero, dói pra caralho, ela tinha que se agarrar no tecido do sofá porque a boca dela era atravessada até a garganta pelo outro pau.
- AII, EU GOSTO MUITO, NÃO PARA.
Ele acelerou o ritmo e ela só lembrou que tavam
comendo sem camisinha: TIRA, GOZA FORA, POR FAVOR.
Já era tarde, eles tavam no processo de gozar e enfiaram o
pau tão forte cada um pro seu lado que encheram ela toda de porra grossa.
- AYYYYY, OUCCHHHHH, TÁ QUENTE, NÃO ME ENCHE, NÃO
ME ENCHE.
Mesmo sentindo que tava entrando tipo ¼ litro de esperma,
ela continuava dizendo: NÃO ME ENCHE, NÃO ME ENCHE, AYYYYY, TÁ DOENDO...
Eles saíram e ela ficou largada no sofá de bruços uns 20
minutos, toda hora fazia cara de dor e tocava a buceta com a mão,
tirando os restos de porra da buceta e da boca.
Meia hora depois, se vestiu, saiu mancando até a porta
e foi embora.
Chegou em casa e marcou um ginecologista, passou
pomada por uma semana porque a buceta dela tava toda ferrada.
Por sorte não engravidou.
Mas acho que vou largar ela.





Meu nome é Cláudio e vou contar o que aconteceu uns meses atrás com minha esposa Viviana Mora. Namoramos por 4 anos e já estávamos casados há 3. Ela tinha 27 anos na época e eu 31.
A Vivi é uma mina linda. Cara de menina e corpo pequenininho. Tem só 1,50m de altura, é morena de cabelo liso até os ombros e tem peitinhos médios. Uma bunda gordinha e bonita e uma buceta bem apertadinha e depilada.
Moramos em Santiago do Chile. Eu trabalho como vendedor e ela está terminando a faculdade de design gráfico. Estávamos bem no nosso apartamento de dois cômodos no Recoleta. Ela também ia pra academia uma vez por semana com a melhor amiga dela, Mariana, porque sempre tinha medo de engordar, mas a verdade é que uns 2 ou 3 quilos a mais nela ficavam lindos.
Acontece que uma tarde, umas 19h30, peguei o telefone do quarto e escutei ela falando no aparelho da sala com a Mariana. Ouvi uma conversa estranha, que me surpreendeu. Elas estavam falando de um tal de João e um Pedro, que eu não conhecia.
Mariana: — Sim, muito gato, não sei o quê, mas simpáticos os grandões e você viu o...
Vivi: — Sim, também percebi que ele tem um pau desproporcional. É quase desagradável, né?
Mariana: — Sim, penso igual a você. Mas te digo que eles olham muito pra sua bunda e pra sua rata com essas leggings pretas que você usa pra ir na academia.
Vivi: — Cala a boca, não seja doida...
Mariana: — Falo sério, vi eles olhando sua bunda, parece que você agrada eles. Bom, e o Cláudio como está?
Vivi: — Bem, e o Pablo?
Mariana: — Super.
Vivi: — Nos vemos amanhã na academia.
Mariana: — Amanhã não posso, tenho médico.
Vivi: — Ah, que pena, bom, então a gente se vê quinta-feira. Tchau.
Caíram. Fiquei com um pouco de ciúme, mas depois pensei que duas minas tinham direito de olhar pros caras. Mesmo assim, senti uma pontada no estômago. Fiquei obcecado com a conversa.
Fiquei de olho nela vendo os paus? Por mais compreensivo que fosse, o ciúme me corroeu. Decidi não dar importância.
No outro dia, cheguei do trabalho às seis e encontrei um bilhete da minha esposa: Claudio, tô na academia, volto às 8. Aí lembrei que a Mariana não ia porque tava no médico e resolvi dar a surpresa de buscá-la de carro.
Cheguei no lugar e decidi que ela não me visse. Ela tava fazendo bicicleta e não tinha muita gente. Perto dela, tinha um par de negões gigantes, tipo uns 2 metros de altura, cheio de músculos, puxando ferro. Logo vi que ela olhava de canto o que os caras faziam. Ela desceu da bicicleta e os caras pararam perto dela, a Vivi mal chegava no peito deles. Os caras falaram algo e ela olhou pra eles. Me aproximei pra ouvir o que diziam. Eles tavam fazendo um charme sobre a academia e ela concordava, de vez em quando baixava o olhar disfarçadamente pros paus dos caras. Eles tavam de calça de ginástica e dava pra ver bem a rola. Os caras contaram pra Vivi que eram nigerianos e que tinham 58 e 62 anos. Ela se fez de interessada, se apresentou como Vivi e disse que tinha 27, contou que adorava aquele esporte e tal. Os caras perguntaram se ela queria tomar um café com eles depois da academia.
Vivi: Não, sabem que meu marido me espera em casa.
Boa, Vivi, pensei, ela é fiel.
Mas logo meu coração foi pro chão porque ela disse que talvez outro dia... Deixou a porta aberta.
Entrei na academia e os caras já tavam indo embora depois de dar um beijo na bochecha dela, pra isso tiveram que se abaixar muito...
— Oi, Vivi, vim te buscar — falei.
Ela se virou assustada: — Oi, Claudio, você veio?
Vou me trocar e... Vamos pra casa. À noite eu já tinha me deitado e ela estava na sala. Escutei ela discando o telefone, levantei, tava desconfiado. Ela tava falando com a Mariana de novo. Contou que tinha ido pra academia e que voltou rápido porque eu fui buscá-la. No final da conversa, ela disse... Você não sabe o que me aconteceu, os nigerianos me convidaram pra sair com eles... Eu falei que era casada pra eles não encherem o saco, mas acho que você tava certa, eles tão afim de mim. Mariana: Cuidado porque você não conhece eles. Além disso, se esses grandões te pegarem com aquela pica de cavalo que eles devem ter... ha, ha Vivi: que louca, hein, essa história de pica grande é mito. Além do mais, nem gosto, são feios pra caralho. Bom, vou deixar você, se o Claudio ouvir vai pensar qualquer merda. Tchau Naquela noite minha mulher não conseguia dormir, levantou pra beber água um monte de vezes, tava meio nervosa. Parece que, mesmo eles não sendo o tipo dela, o fato de terem chamado ela pra sair a excitou. Perguntei o que tinha e ela se fez de sonsa: Nada, bebê. Dorme. No outro dia foi pra academia às 6 como sempre e me perguntou se eu ia buscá-la... Não — falei — chego tarde do trabalho porque tenho uma reunião — menti. À noite fui buscá-la sem ser visto e ela já tava terminando, eles se aproximaram e convidaram ela pra tomar um refrigerante no bar da academia e ela disse que tinha que ir, eles insistiram, que sim, que não, no fim ela aceitou com cara de inocente. Foram pro bar e sentaram no balcão nuns banquinhos, de lá ela de vez em quando baixava o olhar e ficava olhando pra eles se fazendo de distraída. Que porra é essa — falei comigo mesmo — isso não tá me cheirando bem, pensei. Eles metiam um papo furado pra conquistar ela, mas eram feios pra caralho, pensei que nunca rolaria nada entre eles. Viviana tão gostosa, tão delicada e tão pequena com aquelas bestas que eram o dobro do tamanho dela parecia um pesadelo pra mim. Daí a pouco eles Disseram que iam levar ela até em casa, tinham uma caminhonete velha e ela, sem saber o que ia rolar, aceitou.
Era uma Ford 75, bem toda cagada. E eu tava seguindo eles de perto, e num sinal um deles tentou beijar ela. Ela não quis, e ele insistiu, chegando a boca perto. Ela virou o rosto, e ele tentou beijar o pescocinho dela. Assim até chegar em casa, onde ela desceu rápido, parecendo assustada...
Pouco depois eu cheguei e falei que a reunião tinha sido pesada.
Perguntei como foi pra ela.
Vivi: Também trabalhei duro na academia.
É – pensei – dura você deixou a rola pra eles, sua puta arrombada...
Ela ficou um tempão no banheiro, perguntei se tava rolando algo e ela disse que não. Mas eu sabia que ela tinha molhado a buceta com a calça do preto.
Naquela noite, a Mariana veio jantar com o marido Pablo, e num momento a Viviana e a Mariana estavam batendo papo na cozinha. Falei pro meu amigo que ia no banheiro e me enfiei atrás da porta pra escutar.
– Um deles queria me beijar e passou a mão na minha buceta por cima da legging, queria que eu tocasse na cabeça dele e colocou minha mão em cima do pau dele. É um sem-vergonha, ainda por cima levaram minha carteira e me deram esse papel com o endereço dele e um bilhete dizendo que se eu não for buscar, não devolvem.
– Mas denuncia eles, porra, uns filhos da puta.
– Não posso, e se o Claudio descobre?
– Então, eu vou com você.
– Não, deixa que eu resolvo sozinha – falou a Vivi.
– Onde é?
– Na estação central.
– Você vai sozinha lá?
– Não tenho escolha, não vai dar nada, fica tranquila.
Claro, eu via eles tentando beijar ela, mas não via o que tava rolando lá embaixo naquela caminhonete.
Antes de dormir, ela me falou que no dia seguinte ia fazer compras de manhã com a Mariana. Era sábado, e eu falei que ia junto, e ela respondeu que eu ia ficar entediado com duas mulheres.
Ela pegou o carro e eu segui de táxi, obviamente não ia fazer compras, mas sim pra casa deles.
Era uma casa velha, e ela desceu do carro. e não atravessou o portão todo quebrado, bateu as mãos e um negão grandão abriu e falou pra ela entrar.
— Não, JOÃO, não vou entrar, me dá a carteira e vou embora.
— Vai, entra um pouquinho, vamos esquecer tudo, a gente se comporta, sério.
O negão deu um sorriso amigável e ela hesitou, mas se confiou e, devolvendo o sorriso, entrou.
Eu me aproximei de uma das janelas da casa, tinha umas plantas e ali me escondi.
Os três se sentaram num sofá marrom de courino e, como um dos vidros estava quebrado, eu ouvia o que diziam.
— Você se excitou ontem?
— Chega, Pedro, você falou que a gente ia esquecer tudo, já passou.
— É que a gente fica louco por você, não viu como o pau ficou duro?
— Sim, mas eu sou casada e amo meu marido.
— É só pra gente se divertir.
— Não, me dá a carteira e vou embora. Combinamos isso.
— Sabe o que é, é que a gente gosta muito de você.
Aí começou de novo a querer passar a mão nela, abraçavam ela mesmo ela resistindo e queriam beijar ela.
Cada um do seu lado abraçava ela.
Ela se levantou e eles também, e os braços por trás. Quando se via eles de pé, um do lado do outro, era terrível ver a diferença de altura. Ela 1,50 e eles 2 metros.
Um se abaixou e começou a passar a mão na buceta dela por cima da calça da Viviane.
— Chega, João e Pedro, chega!!!!!
Mas de repente ela começou a beijar eles, a chantagem começava a dar resultado. Ela tinha se excitado, olhando aqueles volumes enormes.
Eles não quiseram perder tempo, já que ela estava confusa, puxaram de uma vez a calça e a calcinha azul celeste dela e sentaram ela no sofá, e rapidamente começaram a chupar aquela bucetinha que ela tem.
— AII, AII, NÃO, NÃO QUERO MAIS, TÃO ME EXCITANDO, FILHOS DA PUTA, MAS NÃO QUERO.
— DEIXA, VIVIANE — disse um — DEIXA EU TE FAZER GOZAR.
Chuparam a buceta dela por uns 5 minutos até que ficou bem molhada, babaram toda a vagina dela e com os dedos gigantes massageavam o clitóris dela.
Daí a pouco eles se levantaram e ela Ela se sentou na beirada do sofá.
- Vivi, queremos que você chupe nossa pica - Chupa aqui - falaram ao mesmo tempo em que baixavam o short.
O que saiu dali me deixou pasmo. Umas picas que tinham uns 30 cm de comprimento e eram grossas como um rolo de papel higiênico. Minha Viviana ficou de pedra, com os olhos bem abertos e sem querer soltou um: UFF.
Ela pegou cada pica em cada mão e viu o peso que tinham.
- ISSO É MUITO MAIS DO QUE EU ESPERAVA, UFF
Ela suspirava, olhava para outros lados, não era minha Viviana de sempre, estava perdida, não sabia o que fazia. Eu esperava que a qualquer momento ela caísse em si e fosse embora, mas estava como que obnubilada.
- QUE PEDAÇOS TÃO GRANDES, NÃO SABIA QUE EXISTIAM TÃO GRANDES.
E claro, o que faltou dizer é que o meu mede 13 de pau duro e é fininho.
A Vivi, com suas mãozinhas pequenas, bateu uma punheta pra cada uma e, enquanto fazia isso, brotava líquido pré-gozo.
A Vivi chupou elas com sua linguinha, não conseguia meter na boca, eram tão grossas quanto os tornozelos dela. Ela estava sentada no sofá e, enquanto passava delicadamente a língua pelas cabeças pretas, eles abriam as pernas dela e esfregavam a buceta com os dedos, fizeram uma masturbação na vulva dela e isso fazia com que ela chupasse as picas deles com muito mais carinho.
Eles se cansaram e colocaram ela de quatro no sofá, cuspiram na mão e passaram na buceta dela. Pareciam uns cavalos que iam montar uma putinha. Ela é tão baixinha.
- Eles continuavam passando cuspe no cu dela e, enquanto isso, batiam punheta pra deixar a pica ainda mais dura. Parecia que faziam de propósito, porque sabiam que iam fazer ela sentir dor, mas queriam deixar ainda mais dura.
Ela não percebia o que eles faziam porque estava de olhos fechados. Num momento, um deles se agachou no sofá e montou nela. Sabia que naquela posição a penetração ia ser terrível.
Ela só disse:
- DEVAGAR, HEIN Não sabia o que a esperava. Com um empurrão, entrou ¼ de
pau e fez minha mina ficar com a boca no sofá, soltando
um gemidão de prazer. Nisso, outro mete o pauzão dele na boca da minha querida esposa.
- OOOH, AI, AI, EU GOSTO MUITO, É GROSSO DEMAIS, ME COME MAIS.
Ela tentava falar com o pau na boca.
Como um tava de cócoras, dava pra ver claramente a grossura do
bagulho e a pequenez da buceta. Cada vez que ele comia ela, enfiava os lábios maiores pra dentro de tão apertada que tava.
Outro empurrão e ele enfiou a metade, Viviana gemia como um cordeirinho sendo abatido.
Outro empurrão e ele enfiou ¾ do pau, não conseguiu meter mais,
chegou no fundo, mas continuava empurrando e furando o fundo do útero.
- Auch, au, tá machucando meu útero, dói pra caralho, ela tinha que se agarrar no tecido do sofá porque a boca dela era atravessada até a garganta pelo outro pau.
- AII, EU GOSTO MUITO, NÃO PARA.
Ele acelerou o ritmo e ela só lembrou que tavam
comendo sem camisinha: TIRA, GOZA FORA, POR FAVOR.
Já era tarde, eles tavam no processo de gozar e enfiaram o
pau tão forte cada um pro seu lado que encheram ela toda de porra grossa.
- AYYYYY, OUCCHHHHH, TÁ QUENTE, NÃO ME ENCHE, NÃO
ME ENCHE.
Mesmo sentindo que tava entrando tipo ¼ litro de esperma,
ela continuava dizendo: NÃO ME ENCHE, NÃO ME ENCHE, AYYYYY, TÁ DOENDO...
Eles saíram e ela ficou largada no sofá de bruços uns 20
minutos, toda hora fazia cara de dor e tocava a buceta com a mão,
tirando os restos de porra da buceta e da boca.
Meia hora depois, se vestiu, saiu mancando até a porta
e foi embora.
Chegou em casa e marcou um ginecologista, passou
pomada por uma semana porque a buceta dela tava toda ferrada.
Por sorte não engravidou.
Mas acho que vou largar ela.






5 comentários - Minha esposa Viviana, a baixinha gostosa
Por mentir... Lo hablan antes y que se baje a todos lados senegaleses que quiera.