Aproveita que os dois tinham ido pro corredor e eu vazei, saí de casa em silêncio. Dei umas voltas no quarteirão até achar a caminhonete, desativei o alarme, liguei e comecei minha viagem até a casa dele, ficava uns 15 minutos da minha, era um bairro de classe média baixa, parecia tranquilo, iluminado.
Meu coração não parou de bater acelerado desde que entrei na caminhonete, cheguei na casa dele. Era antiga, com grades no pátio pequeno da frente e uma porta de madeira na entrada. Parecia meio caindo aos pedaços. Eu tinha vestido um moletom, um boné e uns óculos, muitas vezes o Osvaldo chegava assim em casa, só que sem o moletom, porque tava muito calor, também tinha preparado uma mochila, com meu notebook e uns cabos.
Me certifiquei de não ouvir barulhos, nem latidos, sorte minha, tudo silêncio. Abri a porta, entrei, o cheiro da casa era forte, aquele "aroma" típico de casa de velho. Fechei a porta rápido. Não acendi luzes, me virava com a lanterna do celular, procurei na mesa que tinha na sala, tinha muitos móveis velhos, bem detonados, não achava o celular. Resolvi ligar pra ele… BRRR BRRRR (repetidamente) ouvia por um pequeno corredor que ligava o banheiro e 2 quartos. Fui pra lá, o quarto "principal" ficava no fundo, o banheiro e o outro quarto ficavam de frente. A vibração vinha desse último. A porta estava entreaberta, entrei. A bagunça reinava, era um caos total, era aquele quarto onde a gente guarda tudo que incomoda, tava cheio de tralha, mas o destaque era um móvel de madeira, muito antigo e muito grande, com gavetões enormes. Do lado dele, você achou, tinha uma mesinha, com ferramentas, e com o bendito celular! Tinha achado. Desliguei a chamada e fui ver, também não tinha senha. Entrei no WhatsApp e lá estava "Paula rabuda", era a conversa com a Pau.
Tava prestes a abrir quando ouvi barulhos no fundo, espiei pela janela, vi um velho Farol aceso. Quando entrei no quarto, estava apagado, e uma porta de grade aberta ligava o fundo da casa com outro terreno. Rapidamente, o barulho da porta principal me dominou. Estavam abrindo ela. Consegui fechar a porta do quarto pela metade. Meu coração ia sair pela boca, uma voz rompeu o silêncio…
Voz: - Tio? Tio? Cê tá aí? Vim pegar o secador de cabelo que te emprestei outro dia. Não deve estar aqui, se tava tudo apagado (respondeu pra si mesma).
Seria a tal "sobrinha" famosa, a Andrea? Aquela que todo mundo no grupo vivia comentando. Ela entrou no banheiro e acendeu a luz. - Tá aqui! - exclamou. Sem fazer barulho nenhum, me abaixei pra espiar pela fresta da porta. A curiosidade me consumia, queria ver como ela era. E pra minha surpresa, a "sobrinha" tava pelada! Só um roupão branco cobria o corpo dela. E não era só isso: era uma puta do caralho... uma morena de cabelo curto, pele morena, grandona, gordinha, mas tinha uns peitos impressionantes. Várias tatuagens no corpo, mas o que mais chamou minha atenção foi a buceta dela, bem peluda, e até as axilas. Nunca estive com muitas mulheres na vida, e desde que casei, só fiquei com a Pau, que é sempre toda depilada. Nunca tinha visto algo assim ao vivo. Meu pau reagiu na hora.
Novamente a porta interrompeu o silêncio, e outra voz se ouviu.
Voz: - Andrea? Cê tá aí? (essa voz me era familiar, era o Enzo!)
Andrea: - Tô, tô no banheiro, vim pegar o secador de cabelo, ia tomar banho.
Os passos chegaram até a porta do banheiro, o Enzo tapou minha visão…
Enzo: - Que que cê tá fazendo assim??
Andrea: - Meu tio não tá
Enzo: - E se tivesse? Por que cê vem pelada? Depois ainda fala que não provoca ele…
Andrea: - Ah, para com isso, mano, vai fazer uma cena? Vim pegar o secador de cabelo, só isso…
Enzo: - Já te falei, não quero que cê transe mais com ele, nem com os amigos dele.
Andrea: - Uhh, que chato… olha, tenta entender, seu trampo depende dele, nossa casa é dele…
Enzo: (interrompendo) - Essa casa era do seu pai…
Andrea: - Sim, mas quando meu pai morreu, tudo ficou no nome dele…
Enzo: (visivelmente puto) - Sério que não te incomoda dar pra ele??
Andrea: - Ah, mano, sempre a mesma merda, já tô cansada, como cê quer que eu fale? Eu como desde novinha com ele, não me afeta, graças a ele cê tem trampo e tem teto, ahh e não esquece que foi ele que te tirou da rua e ainda nos apresentou. Cê deve tudo ao meu tio, então para de encher o saco. É uma trepada de vez em quando e só…
Enzo: - Nos apresentou? Ele só usava a gente pra bater punheta... e os amigos?? Por que com eles também?
Andrea: (tentando mudar de assunto) - Cê sempre enche o saco com a mesma coisa, se não gosta, vaza, doido
Enzo: (totalmente descontrolado) - Vai pra puta que pariu, vagabunda…
Ele começou a andar em direção à porta de saída, muito puto, ela saiu do banheiro correndo pra segurar ele…
Com meu coração a mil, a sobrinha do velho e tudo que eles tinham falado com o Enzo, tava difícil processar a informação… mil perguntas surgiam na minha cabeça… ele comia ela desde novinha? É filha do irmão? Os "velhos tarados" tão comendo ela? Ele que apresentou os dois? Tirou o Enzo da rua? Que porra significava tudo aquilo? Era demais pra um jovem simples que só queria trabalhar e levar uma vida tranquila, tirando tudo que tinha rolado. Nas últimas semanas.
Andrea: - espera, vai, não fica bravo…
Espiei pela porta pra ver o que tava rolando, uma luz fraca iluminava a sala onde eles estavam… Ela tava pelada, tinha deixado o roupão no banheiro, ele tava nu e com os shorts de futebol dele.
Enzo: - o que você quer?
Andrea: - (enquanto se aproximava dele) não vamos brigar, vai, esquece isso… por que a gente não aproveita que tá sozinho aqui? (enquanto já tinha começado a roçar a buceta dele com a mão)
Com isso, Enzo já tava cedendo, quem não cederia? Com uma mulherão dessas na frente…
Andrea: - não te traz lembranças ficar aqui sozinhos?
Enzo, mais calmo, só balançou a cabeça, tímido, dando um sim.
Ela tinha abaixado um pouco a calça e a cueca dele, começou a brincar com a buceta dele… roçava, acariciava a cabecinha, enquanto conversavam, os dois de pé…
Andrea: - lembra quando você veio na primeira vez? Não tirava os olhos de mim, e era um bezerrinho de 12 anos, em poucos dias o tio te achou batendo uma com uma calcinha minha, me disse que você era bem dotado… e aí, te fiz uma visita de noite… (pelo que ele tinha me dito, a parceira dele era 13 anos mais velha, então ela teria 25 na época que essas coisas rolaram)
Enzo já tinha começado a acariciar os peitos dela enquanto ela falava e masturbava ele devagar, às vezes só acariciava a cabecinha da buceta dele, ele já tava durasso…
Andrea: - senta (apontando pra um sofá velho de um lugar, que tava na frente da TV)
Ele sentou, ela pegou um travesseiro que tinha por ali, jogou no chão e apoiou os joelhos, continuou batendo uma pra ele…
Andrea: - lembra o que eu tava vestindo naquela noite que te visitei?
Enzo: - (enquanto curtia a punheta) sim, aquela camiseta grande do Potro Rodrigo…
Andrea: - não esquece mais, né! (tinha começado a alternar a punheta com beijinhos na cabecinha da buceta dele, bem suaves, deixando saliva pra lubrificar) lembro que tava fresco naquela noite, você tava todo coberto, e Eu me meti na sua cama, deitei com você, você não entendia nada (enquanto devorava inteira a pica do Enzo de uma bocada só)
Enzo:- mmmmmm, é, sim, você apareceu do nada, pelada.. eu era muito virgem
Andrea:- (enquanto alternava beijos na pica, com carícias, e de vez em quando uma garganta profunda, bem funda) mmm sim, lembro, eu só tava de camiseta e você já meteu suas mãozinhas dentro e ficou louco haha…. Mmmm que gostoso hoje… (enquanto continuava brincando com a pica) depois você se agarrou nos meus peitos, se enfiou debaixo do lençol e por dentro da camiseta me chupava toda, me tocava a buceta, mas não sabia o que fazer haha
Enzo:- mmm e é, nunca tinha feito nada… ahhhh siiiim…
Andrea:- mm sim, lembro que comecei a tocar um pouquinho e você gozou tudo, você gosta de lembrar desse momento, né?
Enzo:- siim, adoro… e depois você me deu uma cavalgada do caralho
Eu não podia acreditar no que tava ouvindo, tava com a pica dura pra caralho, mas ao mesmo tempo tava morrendo de medo de ouvirem algo e me acharem ali…
Andrea:- mmm e é, com uma pica dessa que você já tinha, não ia perder, você continuava agarrado nos meus peitos e ainda tava duro, claro que coloquei a camisinha e te comi gostoso… também não durou muito na segunda, você ficou a noite inteira agarrado nos meus peitos igual um bezerrinho manhoso…
Enzo:- mmm, vem cá, senta…
Andrea:- já? Não quer que eu continue brincando…
Enzo:- não, vem logo, que já tó todo excitado com tanta conversa
Andrea:- mmm adoro quando você fica assim (enquanto se levantava, abria as pernas e sentava em cima do cara)
Enzo:- mm você tá toda molhada, filha da puta…
Andrea:- sabe que me excita lembrar de todas as coisas que te fiz quando você era um cabaço.. mmm… viu como tá minha buceta?
Ela tinha começado a se mexer, pela posição que estavam o Enzo não podia fazer muito, ela controlava o ritmo… pra cima e pra baixo, pra cima e pra baixo, enquanto ele brincava com aqueles peitões… Enzo:- mmm, sim, vai, mexe essa buceta
Andrea:- mmm, como eu amo teu pau, meu amor… é o que mais me deixa puta… (enquanto sentava cada vez com mais força no pau dele)… ahhhhh, mmmmmmmmm
Enzo:- ahhh vai, puta, continua, mexe assim (enquanto apertava bem forte os peitos dela)
As sentadas da Andrea ecoavam do meu lugar…
Enzo:- vai, puta do caralho, continua assim…
Andrea:- mmmm sim, filho da puta, enche-me de leite, vai, jorra tudo em mim
Enzo:- mmm sim, tá vindo… (segurou firme na cintura da Andrea e começou a gozar) aahhhhhhhhh……seeeeeeeeeeeeee
Andrea:- sim, gostoso, eu também… Ahhhhhhhhhhhh…mmmmmmmmm (o tom era alto, se alguém tivesse passando na calçada, ouviria tudo) como eu adoro te ordenhar, filho da puta… quer que eu limpe?
Enzo:- (ofegante) mmm… sim
Ela se levantou, um jato de sêmen caiu da buceta dela no travesseiro, se ajoelhou ali, e começou a limpar o leite que tinha escorrido pelo tronco e pelas bolas do Enzo…
Andrea:- mmmmm (se lambia enquanto limpava cada gota de sêmen que tinha ficado no pau do Enzo)… Que gostoso foi, docinho… rapidinho, mas eu gostei… (enquanto de novo, de uma bocada só, engolia o pau inteiro, que já tinha diminuído de tamanho) … bom, docinho (enquanto se levantava) vou aproveitar que o tio não tá pra usar o banheiro dele… quer tomar banho comigo? Vem, que ainda tô quente…
Enzo:- não não, toma banho tranquila, vou ligar pros caras pra ver se a gente faz algo hoje…
Andrea:- (manhosa) vem, entra comigo, te faço um boquete gostoso no chuveiro, vem, ainda tô com tesão…
Enzo:- (se afastando um pouco) não não, sério, depois que eu voltar de madrugada a gente fode, agora vou me arrumar com a banda…
Andrea:- que filho da puta que você é, eu ainda tô quente, quando você voltar de madrugada, não vou estar com vontade…
Enzo, sem dar muita atenção ao que ela dizia, arrumou a calça e saiu de casa pro fundo… Andrea ficou xingando baixinho… foi até a porta, colocou o trinco, Pego o celular dela que tinha deixado na mesa e entrou no banheiro, deixou a porta aberta…
Eu já tava na beira de gozar, tinha me tocado a pica mas não me masturbei muito porque largar tudo ali não ia ser a melhor ideia e não dava pra ir pra casa do meu amigo todo melado, precisava que a Andrea saísse de casa pra poder seguir com meus planos… mas tinha um problema… pela fresta da porta dava pra ver o chuveiro e ia ser foda me segurar de bater uma vendo ela tomar banho…
Andrea:- (tinha o celular na mão, parecia procurar algo) tá aqui…. já vai ver, filho da puta, por egoísta você se fode…. Espero que ele esteja sozinho…. (levou o telefone ao ouvido) oi Paragua! Como cê tá?? Cê tá sozinho?... E não dá pra ir pra outro lugar? Pro carro, sei lá, pra um lugar onde cê fique tranquilo…. Tava quase tomando um banho, e tô mó tesão (falando dengosa) queria que você me visse… (enquanto falava, esfregava os peitos na frente do espelho do banheiro) …beleza, então desliga e me faz uma videochamada…
Arrumou o celular entre uns potes de shampoo e outras coisas que tinham, apontando a câmera frontal pro chuveiro… esperou uns minutos, e começou a tocar… atendeu…
Paragua:- oi gostosa
Andrea:- (enquanto ligava o chuveiro) oi papi, beleza?...
Paragua:- o que rolou pra cê tá assim?
Andrea:- o Enzo me deixou assim, não quis continuar transando (a água escorria pelos peitos dela, ela os acariciava)
Paragua:- que otário… como que te deixa na mão assim
Andrea:- quero ver, me mostra como cê tá… hmm, já ficou dura na hora.. (enquanto esfregava a buceta)
Paragua:- uhuh gata, como cê me deixa com tesão, quero te comer todinha
Andrea:- quando você quiser…. (tinha acelerado a masturbação)
Eu não tive escolha a não ser entrar na onda do “Paragua”, já tava na beira de gozar, e isso já não dava mais pra aguentar….
Paragua:- que peitos lindos que você tem, putinha
Andrea:- mmmm, viu?? Tá apontando pro teu pau, adoro ver esse pau veiudo
Paragua:- mmm, sorte que a bruxa tá dentro, senão eu ia praí
Andrea:- mmm sim… vem me foder todinha
O corpo da Andrea tava ensaboado, a buceta dela coberta de espuma por causa da mata fechada, com uma mão ela se masturbava rápido no clitóris, fazendo círculos com os dedos, enquanto a outra, com um sabonete, passava pelos peitões dela.
Nisso, ouve uns gritos na chamada do Paragua…
Paragua:- uhuh bebê, vou ter que vazar, na próxima vou te comer… (a videochamada caiu)
Andrea não ligou muito, claramente tinha conseguido o tesão que precisava pra continuar a punheta, a gente gozou quase junto…
Andrea:- (se masturbando num ritmo que parecia que ia incendiar a buceta) mmmmm…… ahhhhhhhhhhh….. seeeeeeeee
Tive que gozar em silêncio, tentei segurar o máximo de porra na mão, um pouco caiu no chão.
Andrea:- mmmmm (enquanto diminuía o ritmo e recuperava o fôlego)
O corpo dela todo molhado, ensaboado, e com esses pelos na buceta me deixavam duro… queria muito abrir a porta e pular naquele chuveiro, segurei meu impulso…
Deviam ter passado uns 7 minutos, ela desligou a água, se enrolou no roupão, apagou as luzes do banheiro, pegou o secador e saiu pra porta da frente… Dava pra ouvir barulho de chave, ela trancou a porta, os passos foram pra fora… Andrea tinha voltado pra casa dela, o poste velho tinha apagado e o portão de grade tava fechado.
Voltei pro meu canto, peguei o celular do velho, tava com pouca bateria, fui na conversa com a Pau e apaguei a foto, tinha conseguido… verifiquei se não tinha ficado na galeria, procurei rápido nas conversas com os “amigos” dele e também não tava… podia ter vazado na hora, mas a curiosidade falou mais alto, tava sozinho na casa do velho tarado, tinha tempo de sobra pra bisbilhotar e sabia que Enzo e Andrea muito provavelmente não vão voltar a entrar lá naquela noite…
Antes de começar a inspeção, voltei à conversa que tinha com a Pau, já que ultimamente ela não me passava muita informação do que falavam… e só uma mensagem chamou minha atenção…
Osvaldo wsp: - e… comeu com o cuck?? Ou me deu ouvidos?
Será que essa era a verdadeira razão pela qual não estávamos transando com a Pau? Ele tinha pedido isso? Eu tinha dúvidas se esse era o motivo, no entanto, por que ele teria feito esse pedido? Ela não tinha respondido aquela mensagem, então tentei não dar importância… continuei fuçando o celular do velho… a quantidade de vídeos pornô que ele tinha era impressionante, e nem todos eram aqueles vídeos típicos que circulam em grupos de wsp, alguns eram gravados por ele… comecei a rolar a galeria e num deles reconheci o corpo que há pouco tempo eu tinha visto transar, tomar banho e se masturbar… abri na hora…
A câmera mexia muito, pelas vozes o Osvaldo parecia ser quem gravava, e se masturbava… no vídeo dava pra ver a Andrea pelada, na frente de 2 caras se masturbando em cima de uma cama… não tinha dúvida que eram o Javi e o paraguaio, dava pra saber porque tinha visto as fotos de perfil deles no wsp… ela lentamente subia na cama pra se enfiar entre os 2… meu pau começava a reagir, e também o celular, que me avisava que só tinha 10 por cento de bateria… se eu ficasse vendo o vídeo, com certeza ia desligar, então peguei meu notebook da mochila, conectei no celular e comecei a baixar todos os vídeos e fotos que tinha na galeria, ia ver com mais calma em casa.
Enquanto a cópia rolava, aproveitei pra bisbilhotar o armário enorme que tinha naquele quarto, não encontrei nada interessante, até chegar na última gaveta de baixo… tinha 3 celulares (2 deles bem velhos), alguns dvds, e até fitas cassete, fiquei muito curioso, mas não tinha como ver o conteúdo que estava ali, tentei ligar os celulares mas Ninguém tinha carga na bateria, então peguei um par de DVDs aleatórios e o celular que parecia menos velho, guardei na minha mochila e decidi vazar. A adrenalina de estar "roubando" tinha acelerado pra caralho meu pulso e me deixado muito nervoso, minhas mãos tremiam, não dava pra ficar mais tempo naquela casa. Deixei o celular do velho em cima da mesinha e comecei a sair de casa no maior silêncio possível.
Liguei a caminhonete rapidão e fui pra casa, estacionei na esquina. Entrei sem fazer um pio, parecia que eu tava "roubando" na minha própria casa… rodei ela com o maior cuidado até chegar na janela do lavabo, deixei as coisas do Osvaldo na mochila dele… umas palmadas repetidas chamaram minha atenção, pareciam vir do corredor, mais especificamente do nosso quarto. Chegar perto da janela podia ser muito perigoso, mas eu precisava ver o que tava rolando… fui rastejando até a janela do quarto e espiei a cabeça.
Meu coração não parou de bater acelerado desde que entrei na caminhonete, cheguei na casa dele. Era antiga, com grades no pátio pequeno da frente e uma porta de madeira na entrada. Parecia meio caindo aos pedaços. Eu tinha vestido um moletom, um boné e uns óculos, muitas vezes o Osvaldo chegava assim em casa, só que sem o moletom, porque tava muito calor, também tinha preparado uma mochila, com meu notebook e uns cabos.
Me certifiquei de não ouvir barulhos, nem latidos, sorte minha, tudo silêncio. Abri a porta, entrei, o cheiro da casa era forte, aquele "aroma" típico de casa de velho. Fechei a porta rápido. Não acendi luzes, me virava com a lanterna do celular, procurei na mesa que tinha na sala, tinha muitos móveis velhos, bem detonados, não achava o celular. Resolvi ligar pra ele… BRRR BRRRR (repetidamente) ouvia por um pequeno corredor que ligava o banheiro e 2 quartos. Fui pra lá, o quarto "principal" ficava no fundo, o banheiro e o outro quarto ficavam de frente. A vibração vinha desse último. A porta estava entreaberta, entrei. A bagunça reinava, era um caos total, era aquele quarto onde a gente guarda tudo que incomoda, tava cheio de tralha, mas o destaque era um móvel de madeira, muito antigo e muito grande, com gavetões enormes. Do lado dele, você achou, tinha uma mesinha, com ferramentas, e com o bendito celular! Tinha achado. Desliguei a chamada e fui ver, também não tinha senha. Entrei no WhatsApp e lá estava "Paula rabuda", era a conversa com a Pau.
Tava prestes a abrir quando ouvi barulhos no fundo, espiei pela janela, vi um velho Farol aceso. Quando entrei no quarto, estava apagado, e uma porta de grade aberta ligava o fundo da casa com outro terreno. Rapidamente, o barulho da porta principal me dominou. Estavam abrindo ela. Consegui fechar a porta do quarto pela metade. Meu coração ia sair pela boca, uma voz rompeu o silêncio…
Voz: - Tio? Tio? Cê tá aí? Vim pegar o secador de cabelo que te emprestei outro dia. Não deve estar aqui, se tava tudo apagado (respondeu pra si mesma).
Seria a tal "sobrinha" famosa, a Andrea? Aquela que todo mundo no grupo vivia comentando. Ela entrou no banheiro e acendeu a luz. - Tá aqui! - exclamou. Sem fazer barulho nenhum, me abaixei pra espiar pela fresta da porta. A curiosidade me consumia, queria ver como ela era. E pra minha surpresa, a "sobrinha" tava pelada! Só um roupão branco cobria o corpo dela. E não era só isso: era uma puta do caralho... uma morena de cabelo curto, pele morena, grandona, gordinha, mas tinha uns peitos impressionantes. Várias tatuagens no corpo, mas o que mais chamou minha atenção foi a buceta dela, bem peluda, e até as axilas. Nunca estive com muitas mulheres na vida, e desde que casei, só fiquei com a Pau, que é sempre toda depilada. Nunca tinha visto algo assim ao vivo. Meu pau reagiu na hora.

Novamente a porta interrompeu o silêncio, e outra voz se ouviu. Voz: - Andrea? Cê tá aí? (essa voz me era familiar, era o Enzo!)
Andrea: - Tô, tô no banheiro, vim pegar o secador de cabelo, ia tomar banho.
Os passos chegaram até a porta do banheiro, o Enzo tapou minha visão…
Enzo: - Que que cê tá fazendo assim??
Andrea: - Meu tio não tá
Enzo: - E se tivesse? Por que cê vem pelada? Depois ainda fala que não provoca ele…
Andrea: - Ah, para com isso, mano, vai fazer uma cena? Vim pegar o secador de cabelo, só isso…
Enzo: - Já te falei, não quero que cê transe mais com ele, nem com os amigos dele.
Andrea: - Uhh, que chato… olha, tenta entender, seu trampo depende dele, nossa casa é dele…
Enzo: (interrompendo) - Essa casa era do seu pai…
Andrea: - Sim, mas quando meu pai morreu, tudo ficou no nome dele…
Enzo: (visivelmente puto) - Sério que não te incomoda dar pra ele??
Andrea: - Ah, mano, sempre a mesma merda, já tô cansada, como cê quer que eu fale? Eu como desde novinha com ele, não me afeta, graças a ele cê tem trampo e tem teto, ahh e não esquece que foi ele que te tirou da rua e ainda nos apresentou. Cê deve tudo ao meu tio, então para de encher o saco. É uma trepada de vez em quando e só…
Enzo: - Nos apresentou? Ele só usava a gente pra bater punheta... e os amigos?? Por que com eles também?
Andrea: (tentando mudar de assunto) - Cê sempre enche o saco com a mesma coisa, se não gosta, vaza, doido
Enzo: (totalmente descontrolado) - Vai pra puta que pariu, vagabunda…
Ele começou a andar em direção à porta de saída, muito puto, ela saiu do banheiro correndo pra segurar ele…
Com meu coração a mil, a sobrinha do velho e tudo que eles tinham falado com o Enzo, tava difícil processar a informação… mil perguntas surgiam na minha cabeça… ele comia ela desde novinha? É filha do irmão? Os "velhos tarados" tão comendo ela? Ele que apresentou os dois? Tirou o Enzo da rua? Que porra significava tudo aquilo? Era demais pra um jovem simples que só queria trabalhar e levar uma vida tranquila, tirando tudo que tinha rolado. Nas últimas semanas.
Andrea: - espera, vai, não fica bravo…
Espiei pela porta pra ver o que tava rolando, uma luz fraca iluminava a sala onde eles estavam… Ela tava pelada, tinha deixado o roupão no banheiro, ele tava nu e com os shorts de futebol dele.
Enzo: - o que você quer?
Andrea: - (enquanto se aproximava dele) não vamos brigar, vai, esquece isso… por que a gente não aproveita que tá sozinho aqui? (enquanto já tinha começado a roçar a buceta dele com a mão)
Com isso, Enzo já tava cedendo, quem não cederia? Com uma mulherão dessas na frente…
Andrea: - não te traz lembranças ficar aqui sozinhos?
Enzo, mais calmo, só balançou a cabeça, tímido, dando um sim.
Ela tinha abaixado um pouco a calça e a cueca dele, começou a brincar com a buceta dele… roçava, acariciava a cabecinha, enquanto conversavam, os dois de pé…
Andrea: - lembra quando você veio na primeira vez? Não tirava os olhos de mim, e era um bezerrinho de 12 anos, em poucos dias o tio te achou batendo uma com uma calcinha minha, me disse que você era bem dotado… e aí, te fiz uma visita de noite… (pelo que ele tinha me dito, a parceira dele era 13 anos mais velha, então ela teria 25 na época que essas coisas rolaram)
Enzo já tinha começado a acariciar os peitos dela enquanto ela falava e masturbava ele devagar, às vezes só acariciava a cabecinha da buceta dele, ele já tava durasso…
Andrea: - senta (apontando pra um sofá velho de um lugar, que tava na frente da TV)
Ele sentou, ela pegou um travesseiro que tinha por ali, jogou no chão e apoiou os joelhos, continuou batendo uma pra ele…
Andrea: - lembra o que eu tava vestindo naquela noite que te visitei?
Enzo: - (enquanto curtia a punheta) sim, aquela camiseta grande do Potro Rodrigo…
Andrea: - não esquece mais, né! (tinha começado a alternar a punheta com beijinhos na cabecinha da buceta dele, bem suaves, deixando saliva pra lubrificar) lembro que tava fresco naquela noite, você tava todo coberto, e Eu me meti na sua cama, deitei com você, você não entendia nada (enquanto devorava inteira a pica do Enzo de uma bocada só)
Enzo:- mmmmmm, é, sim, você apareceu do nada, pelada.. eu era muito virgem
Andrea:- (enquanto alternava beijos na pica, com carícias, e de vez em quando uma garganta profunda, bem funda) mmm sim, lembro, eu só tava de camiseta e você já meteu suas mãozinhas dentro e ficou louco haha…. Mmmm que gostoso hoje… (enquanto continuava brincando com a pica) depois você se agarrou nos meus peitos, se enfiou debaixo do lençol e por dentro da camiseta me chupava toda, me tocava a buceta, mas não sabia o que fazer haha
Enzo:- mmm e é, nunca tinha feito nada… ahhhh siiiim…
Andrea:- mm sim, lembro que comecei a tocar um pouquinho e você gozou tudo, você gosta de lembrar desse momento, né?
Enzo:- siim, adoro… e depois você me deu uma cavalgada do caralho
Eu não podia acreditar no que tava ouvindo, tava com a pica dura pra caralho, mas ao mesmo tempo tava morrendo de medo de ouvirem algo e me acharem ali…
Andrea:- mmm e é, com uma pica dessa que você já tinha, não ia perder, você continuava agarrado nos meus peitos e ainda tava duro, claro que coloquei a camisinha e te comi gostoso… também não durou muito na segunda, você ficou a noite inteira agarrado nos meus peitos igual um bezerrinho manhoso…
Enzo:- mmm, vem cá, senta…
Andrea:- já? Não quer que eu continue brincando…
Enzo:- não, vem logo, que já tó todo excitado com tanta conversa
Andrea:- mmm adoro quando você fica assim (enquanto se levantava, abria as pernas e sentava em cima do cara)
Enzo:- mm você tá toda molhada, filha da puta…
Andrea:- sabe que me excita lembrar de todas as coisas que te fiz quando você era um cabaço.. mmm… viu como tá minha buceta?
Ela tinha começado a se mexer, pela posição que estavam o Enzo não podia fazer muito, ela controlava o ritmo… pra cima e pra baixo, pra cima e pra baixo, enquanto ele brincava com aqueles peitões… Enzo:- mmm, sim, vai, mexe essa buceta
Andrea:- mmm, como eu amo teu pau, meu amor… é o que mais me deixa puta… (enquanto sentava cada vez com mais força no pau dele)… ahhhhh, mmmmmmmmm
Enzo:- ahhh vai, puta, continua, mexe assim (enquanto apertava bem forte os peitos dela)
As sentadas da Andrea ecoavam do meu lugar…
Enzo:- vai, puta do caralho, continua assim…
Andrea:- mmmm sim, filho da puta, enche-me de leite, vai, jorra tudo em mim
Enzo:- mmm sim, tá vindo… (segurou firme na cintura da Andrea e começou a gozar) aahhhhhhhhh……seeeeeeeeeeeeee
Andrea:- sim, gostoso, eu também… Ahhhhhhhhhhhh…mmmmmmmmm (o tom era alto, se alguém tivesse passando na calçada, ouviria tudo) como eu adoro te ordenhar, filho da puta… quer que eu limpe?
Enzo:- (ofegante) mmm… sim
Ela se levantou, um jato de sêmen caiu da buceta dela no travesseiro, se ajoelhou ali, e começou a limpar o leite que tinha escorrido pelo tronco e pelas bolas do Enzo…
Andrea:- mmmmm (se lambia enquanto limpava cada gota de sêmen que tinha ficado no pau do Enzo)… Que gostoso foi, docinho… rapidinho, mas eu gostei… (enquanto de novo, de uma bocada só, engolia o pau inteiro, que já tinha diminuído de tamanho) … bom, docinho (enquanto se levantava) vou aproveitar que o tio não tá pra usar o banheiro dele… quer tomar banho comigo? Vem, que ainda tô quente…
Enzo:- não não, toma banho tranquila, vou ligar pros caras pra ver se a gente faz algo hoje…
Andrea:- (manhosa) vem, entra comigo, te faço um boquete gostoso no chuveiro, vem, ainda tô com tesão…
Enzo:- (se afastando um pouco) não não, sério, depois que eu voltar de madrugada a gente fode, agora vou me arrumar com a banda…
Andrea:- que filho da puta que você é, eu ainda tô quente, quando você voltar de madrugada, não vou estar com vontade…
Enzo, sem dar muita atenção ao que ela dizia, arrumou a calça e saiu de casa pro fundo… Andrea ficou xingando baixinho… foi até a porta, colocou o trinco, Pego o celular dela que tinha deixado na mesa e entrou no banheiro, deixou a porta aberta…
Eu já tava na beira de gozar, tinha me tocado a pica mas não me masturbei muito porque largar tudo ali não ia ser a melhor ideia e não dava pra ir pra casa do meu amigo todo melado, precisava que a Andrea saísse de casa pra poder seguir com meus planos… mas tinha um problema… pela fresta da porta dava pra ver o chuveiro e ia ser foda me segurar de bater uma vendo ela tomar banho…
Andrea:- (tinha o celular na mão, parecia procurar algo) tá aqui…. já vai ver, filho da puta, por egoísta você se fode…. Espero que ele esteja sozinho…. (levou o telefone ao ouvido) oi Paragua! Como cê tá?? Cê tá sozinho?... E não dá pra ir pra outro lugar? Pro carro, sei lá, pra um lugar onde cê fique tranquilo…. Tava quase tomando um banho, e tô mó tesão (falando dengosa) queria que você me visse… (enquanto falava, esfregava os peitos na frente do espelho do banheiro) …beleza, então desliga e me faz uma videochamada…
Arrumou o celular entre uns potes de shampoo e outras coisas que tinham, apontando a câmera frontal pro chuveiro… esperou uns minutos, e começou a tocar… atendeu…
Paragua:- oi gostosa
Andrea:- (enquanto ligava o chuveiro) oi papi, beleza?...
Paragua:- o que rolou pra cê tá assim?
Andrea:- o Enzo me deixou assim, não quis continuar transando (a água escorria pelos peitos dela, ela os acariciava)
Paragua:- que otário… como que te deixa na mão assim
Andrea:- quero ver, me mostra como cê tá… hmm, já ficou dura na hora.. (enquanto esfregava a buceta)
Paragua:- uhuh gata, como cê me deixa com tesão, quero te comer todinha
Andrea:- quando você quiser…. (tinha acelerado a masturbação)
Eu não tive escolha a não ser entrar na onda do “Paragua”, já tava na beira de gozar, e isso já não dava mais pra aguentar….
Paragua:- que peitos lindos que você tem, putinha
Andrea:- mmmm, viu?? Tá apontando pro teu pau, adoro ver esse pau veiudo Paragua:- mmm, sorte que a bruxa tá dentro, senão eu ia praí
Andrea:- mmm sim… vem me foder todinha
O corpo da Andrea tava ensaboado, a buceta dela coberta de espuma por causa da mata fechada, com uma mão ela se masturbava rápido no clitóris, fazendo círculos com os dedos, enquanto a outra, com um sabonete, passava pelos peitões dela.
Nisso, ouve uns gritos na chamada do Paragua…
Paragua:- uhuh bebê, vou ter que vazar, na próxima vou te comer… (a videochamada caiu)
Andrea não ligou muito, claramente tinha conseguido o tesão que precisava pra continuar a punheta, a gente gozou quase junto…
Andrea:- (se masturbando num ritmo que parecia que ia incendiar a buceta) mmmmm…… ahhhhhhhhhhh….. seeeeeeeee
Tive que gozar em silêncio, tentei segurar o máximo de porra na mão, um pouco caiu no chão.
Andrea:- mmmmm (enquanto diminuía o ritmo e recuperava o fôlego)
O corpo dela todo molhado, ensaboado, e com esses pelos na buceta me deixavam duro… queria muito abrir a porta e pular naquele chuveiro, segurei meu impulso…
Deviam ter passado uns 7 minutos, ela desligou a água, se enrolou no roupão, apagou as luzes do banheiro, pegou o secador e saiu pra porta da frente… Dava pra ouvir barulho de chave, ela trancou a porta, os passos foram pra fora… Andrea tinha voltado pra casa dela, o poste velho tinha apagado e o portão de grade tava fechado.
Voltei pro meu canto, peguei o celular do velho, tava com pouca bateria, fui na conversa com a Pau e apaguei a foto, tinha conseguido… verifiquei se não tinha ficado na galeria, procurei rápido nas conversas com os “amigos” dele e também não tava… podia ter vazado na hora, mas a curiosidade falou mais alto, tava sozinho na casa do velho tarado, tinha tempo de sobra pra bisbilhotar e sabia que Enzo e Andrea muito provavelmente não vão voltar a entrar lá naquela noite…
Antes de começar a inspeção, voltei à conversa que tinha com a Pau, já que ultimamente ela não me passava muita informação do que falavam… e só uma mensagem chamou minha atenção…
Osvaldo wsp: - e… comeu com o cuck?? Ou me deu ouvidos?
Será que essa era a verdadeira razão pela qual não estávamos transando com a Pau? Ele tinha pedido isso? Eu tinha dúvidas se esse era o motivo, no entanto, por que ele teria feito esse pedido? Ela não tinha respondido aquela mensagem, então tentei não dar importância… continuei fuçando o celular do velho… a quantidade de vídeos pornô que ele tinha era impressionante, e nem todos eram aqueles vídeos típicos que circulam em grupos de wsp, alguns eram gravados por ele… comecei a rolar a galeria e num deles reconheci o corpo que há pouco tempo eu tinha visto transar, tomar banho e se masturbar… abri na hora…
A câmera mexia muito, pelas vozes o Osvaldo parecia ser quem gravava, e se masturbava… no vídeo dava pra ver a Andrea pelada, na frente de 2 caras se masturbando em cima de uma cama… não tinha dúvida que eram o Javi e o paraguaio, dava pra saber porque tinha visto as fotos de perfil deles no wsp… ela lentamente subia na cama pra se enfiar entre os 2… meu pau começava a reagir, e também o celular, que me avisava que só tinha 10 por cento de bateria… se eu ficasse vendo o vídeo, com certeza ia desligar, então peguei meu notebook da mochila, conectei no celular e comecei a baixar todos os vídeos e fotos que tinha na galeria, ia ver com mais calma em casa.
Enquanto a cópia rolava, aproveitei pra bisbilhotar o armário enorme que tinha naquele quarto, não encontrei nada interessante, até chegar na última gaveta de baixo… tinha 3 celulares (2 deles bem velhos), alguns dvds, e até fitas cassete, fiquei muito curioso, mas não tinha como ver o conteúdo que estava ali, tentei ligar os celulares mas Ninguém tinha carga na bateria, então peguei um par de DVDs aleatórios e o celular que parecia menos velho, guardei na minha mochila e decidi vazar. A adrenalina de estar "roubando" tinha acelerado pra caralho meu pulso e me deixado muito nervoso, minhas mãos tremiam, não dava pra ficar mais tempo naquela casa. Deixei o celular do velho em cima da mesinha e comecei a sair de casa no maior silêncio possível.
Liguei a caminhonete rapidão e fui pra casa, estacionei na esquina. Entrei sem fazer um pio, parecia que eu tava "roubando" na minha própria casa… rodei ela com o maior cuidado até chegar na janela do lavabo, deixei as coisas do Osvaldo na mochila dele… umas palmadas repetidas chamaram minha atenção, pareciam vir do corredor, mais especificamente do nosso quarto. Chegar perto da janela podia ser muito perigoso, mas eu precisava ver o que tava rolando… fui rastejando até a janela do quarto e espiei a cabeça.
Comentários em Destaque
" Enzo " la pudo partir y ya estamos en otro cuento
26 comentários - Andrea e os pedreiros em casa (X)
ahora la tortura de esperar!!!