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Compêndio IIITô ligado que devia contar sobre o sushi que eu e a Cheryl dividimos no sábado, mas isso aqui com certeza tem prioridade.
Desde que a gente encontrou a Emma na terça passada, as coisas mudaram pra caralho. Ela ainda se despedia com um abraço forte e um beijo na bochecha da filha, mas já não "corria tanto" pra voltar pro Uber.
Na real, ela "fazia questão" de ver a filha entrar na escola e "acontecia" de me pegar olhando pra ela de longe. Ela me sorria com aquele jeito provocante de sempre quando me via e, toda vez que me cumprimentava, mordia o lábio igual naquela vez e só aí caminhava devagar pro carro que tava esperando, me olhando de vez em quando enquanto se afastava.
Infelizmente, não dava pra fazer muito pela Emma, porque meu filho tem curtido essa rotina de deixar ele na escola. É o seguinte: não é que eu seja um pai ausente, mas apesar da proximidade que o Bastián tem com as irmãs, elas ainda me enchem o saco com ciúme e foi nessa brecha que ele e eu tivemos uma aproximação mais profunda sobre os sentimentos e pensamentos dele, aproveitando cada minuto antes do sinal tocar.
Mas tudo isso mudou na segunda. Pra minha surpresa, tanto a Karen quanto a Emma mudaram os penteados de sempre. Enquanto a Karen dividiu o cabelão em duas tranças que caíam atrás das orelhas, a Emma soltou o cabelo e fez um penteado completamente diferente, que valorizava a beleza do rostinho dela.
Mas quando a Karen perguntou pro meu filho como ela tava, ele nem ligou. Segurando o riso, expliquei pra ele que quando uma mulher arruma o cabelo e pergunta a opinião de um homem, ele sempre tem que falar que tá linda, porque isso é super importante pra elas. Por outro lado, expliquei pra Karen que meu filho ainda não se interessa muito pela aparência das meninas na idade dele e que, provavelmente, ele ia achar ela muito mais bonita se ela usasse um capacete ou um balde na cabeça, pensando que ia parecer um cavaleiro medieval — comentário que realmente chamou a atenção do meu cachorrinho.
Enquanto me virava pra ver a Emma, sorrindo com meus conselhos de pai, ela me encarava toda gostosa como sempre.
— Bom dia, Emma! — cumprimentei com educação.oBom dia, Marco! – respondeu com timidez.
E mais uma vez, como se fôssemos adolescentes, não ousávamos nos olhar…oEntão amanhã vai chover, hein? – começou a puxar papo comigo, antes de ser bruscamente interrompida... como já virou costume dela, pela nossa conhecida de cabelo preto azulado e lábios vermelhos.

·Nossa, Emma! Como você tá gostosa! – comentou Isabella, com um suspiro exagerado. – Você tá simplesmente incrível com esse penteado!oPode me dizer o que você está fazendo?" – perguntou Emma, ao sentir Isabella segurando seu braço.·Não tô fazendo nada!" – respondeu, mesmo claramente puxando ela pro estacionamento. – Só acho que a gente tem que virar amiga na hora.oPor quê? – perguntou Emma com um sorriso suspeito.
A pergunta pegou Isabella de surpresa…·Bom… sua filha e a minha ficaram mais amigas… — ela exclamou depois de pensar um pouco, e então se recuperou na atuação e completou. — Além disso, é crucial pra mim ter um círculo de amizades bem conectado, e ter você como amiga só ia elevar ainda mais meu status social. E pensa em todos os eventos sociais que a gente poderia ir juntas, fazendo os homens virarem a cabeça quando a gente passar! Tô decidida! De agora em diante, você e eu vamos ser amigas! Não se preocupa, amiga, vou cuidar de te levar pra casa daqui pra frente!
Enquanto Isabella e Emma saíam do portão da escola, o ar quente da manhã de verão nos envolvia. Pelo verde ao redor da escola dos meus filhos, vários pássaros cantavam alegremente suas melodias, complementadas em harmonia pelo murmúrio suave das folhas das árvores balançadas pela brisa. Mas toda essa atmosfera relaxante era bruscamente interrompida pelo barulho dos saltos altos de Isabella batendo no asfalto.
Apesar do ambiente sereno, o som da conversa indiferente de outros pais enchia o ar, misturado com o barulho rítmico dos motores dos carros no estacionamento lotado. Isabella, com sua presença avassaladora, liderava o grupo, enquanto a pobre Emma não conseguia resistir enquanto iam conversando.
Ao se aproximar do carro, bastou um gesto para o motorista de Isabella abrir a porta, acenando respeitosamente às ordens da patroa. E assim que Emma entrou no veículo, Isabella olhou nos meus olhos, com um sorriso estranho e vitorioso.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Que amiga ruim é a Isabella! – comentou a Aisha, que eu nem percebi que tinha nos seguido em silêncio. – Tô começando a me perguntar se devia continuar sendo amiga dela!
E enquanto a gente via o carro indo embora, a Aisha se virou pra mim e perguntou:Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Quer vir na minha casa tomar café da manhã? Acontece que a casa da Aisha fica a poucos passos da escola.
A mansão imponente dela exala uma elegância contida que reflete os gostos refinados e modestos de um estilo de vida confortável. Situada no contexto urbano, essa mansão de 2 andares recebe os convidados num amplo salão com decoração de bom gosto. Através dele, os visitantes podiam acessar uma espaçosa sala de estar, com sofás, poltronas e estantes enormes que convidam ao relaxamento e à conversa animada; ao segundo andar, onde uma ampla escada em caracol permitia uma subida tranquila até as instalações superiores; ou à sala de jantar adjacente, onde uma mesa grande estava preparada para reuniões familiares, cercada por janelas que inundavam o espaço com luz natural.
Ao me ver maravilhado com a decoração e mantendo aquela aura de dona de casa modesta, a Aisha não hesitou em me dar o tour pela "morada modesta" dela. E digo isso sem sarcasmo, porque, apesar de ser uma família rica, francamente, não via grandes diferenças na decoração em comparação com a que eu e meu rouxinol decoramos nossa casa.
Enquanto ela subia as escadas, rebolando a bunda deliciosamente, eu ficava cada vez mais impressionado com o tamanho da mansão. O segundo andar é enorme. Aisha me disse que, assim como embaixo, tinha 2 banheiros de visita. Por enquanto, o quarto do casal estava de portas fechadas…
Mas não o quarto da filha mais nova dela, Sophie, cujo quarto é decorado com posters e adesivos dos personagens de desenho animado favoritos dela, que consegui reconhecer com relativa facilidade. Uma cama com uma colcha roxa convidava ao descanso da jovem, enquanto alguns brinquedos, um jogo de chá com alguns bichos de pelúcia grandes agindo como convidados, incentivando a brincadeira imaginativa, e uma linda estante com livros coloridos e atraentes, onde a mãe envergonhada passou várias horas ensinando a ler sua filha super motivada.
Para minha surpresa, a filha mais velha dela, Calliope, já tá na faculdade. Com um ar de timidez, um jeito de quem dá mole e uma pitada de safadeza, Aisha confessou que virou mãe muito cedo, parecido com o que rolou comigo e minha esposa, só que o marido dela não foi tão precavido quanto eu na hora de transar.
Mesmo assim, dava pra sentir no quarto da filha mais velha a responsabilidade dela e os objetivos acadêmicos. Um quarto limpo e bem arrumado, com uma cama confortável, um armário simples com espelho pra rotina de maquiagem todo dia, e uma escrivaninha com uma estante pequena, cheia de livros grossos que mostram o interesse dela em psicologia feminina.
Uma academia pequena deixa o marido da Aisha em forma, com esteira, pesos e até uma banheira quente interna pra relaxar depois de um treino pesado. Do lado da academia, tem um quarto de relaxamento tranquilo, com uma estante enorme cheia de tesouros literários, uma TV gigante pra noites de filme, com assentos confortáveis, e atrás deles, janelas que dão pra uma varanda espaçosa com vista pra cidade.
Enquanto a gente descia pra cozinha, não passou batido que boa parte da decoração tinha a ver com o mar: uns modelos de barco a vela enfeitando as mesas nos cantos, desenhos de âncoras nas paredes, quadros com barcos, e vários outros detalhes espalhados por cada cantinho comum da casa.
A cozinha dela era simplesmente maravilhosa: uma porrada de prateleiras, tanto penduradas quanto no chão, criando um espaço amplo e gostoso pra cozinhar. Os eletrodomésticos de última geração deixavam a gente imaginar as habilidades culinárias da Aisha. Até uma porta sem uso aparente me dava a impressão de que levava a uma despensa pra guardar os mantimentos. Mas foi naqueles momentos a sós na cozinha que comecei a reparar mais na figura gostosa daquela dona de casa exótica.
Enquanto procurava a torta de queijo na geladeira e pegava xícaras e pires de chá nas várias prateleiras, não consegui resistir a admirar seu corpo voluptuoso. Vestindo um vestido inteiro, parecido com o da primeira vez que a conheci, o formato da sua bunda larga e o movimento gelatinoso dos peitos estavam fazendo meu corpo reagir pra caralho.
Até na hora de tomar o café, seus lábios morenos e carnudos e seus olhos alegres, contrastados pelo loiro do cabelo, faziam propostas que eu mal conseguia aguentar.
- E o que seu marido faz? – perguntei, ao perceber que, embora a presença de um homem naquela casa fosse evidente, algo no ar me dizia que ele estava ausente.ü— Ah, ele é capitão de um navio mercante! — comentou, arqueando as sobrancelhas, enquanto mordia um pedaço do bolo com toda a delicadeza. — Puxa! Deve estar se dando muito bem… — exclamei, bem impressionado.
Acho que foi o único momento em que ela se gabou da riqueza, porque parecia que os lábios dela queimavam para me contar quanto ganhava.
Embora o valor me impressionasse, foi porque nunca pensei que meu próprio salário superasse o de um capitão de navio, mesmo que eu só precisasse dedicar algumas horas por semana para revisar projetos e tivesse total liberdade para me conectar quando bem entendesse, desde que cumprisse minhas metas semanais.
Ainda incrédulo, investiguei mais a fundo sobre a área do marido dela. Ela ria, dizendo que o marido negociava maquinário pesado entre Osaka e Melbourne, sendo capitão de um cargueiro.
— Uau! E quanto tempo dura a viagem de ida e volta? — perguntei, lembrando dos navios petroleiros que se viam da baía na casa dos meus pais, cujas enormes massas pareciam não se mover a mais de 60 km por hora.
Aisha soltou um suspiro profundo…Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.58 dias... — ela respondeu, olhando bem nos meus olhos. — 60 ou mais, se tiver tempestade.
Quando ela disse isso, algo aconteceu entre a gente.
A gente começou a se beijar gostoso. Minhas mãos apalpavam ansiosas aquela bunda grande, imaginando as longas noites de solidão que ela devia ter sentido.
E, no começo, as mãos dela se agarravam nos meus ombros, mas foram descendo devagar até minha cintura e no meio das minhas pernas.
Quando sentiu meu volume, ela parou de me beijar e se afastou, pra confirmar com os próprios olhos...Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sabe? A Izzie não para de falar de você o tempo todo. Que você não dá atenção pra ela… que trata ela super mal… mas agora eu entendo por que ela é tão obcecada por você. — comentou ela, com um sorriso delicioso.
E sem dizer mais nada, desabotoou minha calça. Soltou um suspiro e deu um sorriso de felicidade ainda maior do que quando falei com ela do pódio na reunião de pais.
Sem conseguir segurar as mãos, agarrou meu pau com um aperto impressionante e se ajoelhou, começando a lamber.
O jeito que ela chupava era alucinante. Me lembrava as boquetas que a Lizzie e a Marisol me davam quando eu voltava do trampo, depois de uma semana fora.
Bom, dá pra imaginar o prazer que senti com uma mulher que não faz isso há 2 meses…
A boca dela era incrível. Ela reclamava, com gemidos pelo nariz, toda vez que eu forçava na garganta dela. Mas mesmo quando eu a sufocava de vez em quando, ela não me soltava. De vez em quando, me mordia sem querer nas laterais, mas quando fazia isso, olhava direto nos meus olhos, como se pedisse perdão.
Não tinha dúvida de que ela nunca tinha chupado uma tão grossa quanto a minha…
Mas dava pra perceber que ela queria que eu fodesse a boca dela. Tinha algo no jeito que ela engolia com tanta sede que me dizia isso.
Até em alguns momentos, quando eu a sufocava e tirava da boca pra ela respirar, ela pegava com as mãos, cuspia em cima, como se fosse uma puta de filme pornô, e engolia de novo, com ainda mais vontade.
No fim, não aguentei mais e gozei na garganta dela. Como era de se esperar, foi uma porrada de porra pra ela, e embora o gosto não incomodasse (ela tirava os respingos das bochechas passando os dedos e lambendo), uma boa parte do meu leite caiu nos peitos morenos dela e em parte do decote do vestido.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Isso foi o melhor! — exclamou, limpando a boca feliz.
— Não, não foi. — respondi, dando um beijão nela.
Depois de sentar ela de pernas abertas no móvel onde estavam os pratos, ela não tirava os olhos da minha pica, enquanto eu colocava a camisinha.
Ansiosa e sem saber direito o que ia fazer, dei um beijo profundo nela, enquanto ela se agarrava nos meus lábios e enfiei as mãos por baixo da saia dela, desviando da calcinha encharcada, do jeito que deixa a Marisol louca.Minha investida foi meio violenta, porque minha cabeça custou a entrar e até causei um pouco de dor nela ao forçar.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Augh… é grande! – soltou um suspiro.
Mas era extremamente gostoso. Quer dizer (e acreditem, não é por comparar mulheres), que embora eu tivesse comido a Emma quase uma semana antes e ela tivesse transado durante as férias; e que, nos últimos fins de semana, eu vinha acostumando cada vez mais a Cheryl ao formato do meu pau, o que a Aisha me fazia sentir, eu raramente tinha experimentado.
Pra minha surpresa, os lábios da buceta dela eram muito maiores e mais grossos, então, conforme eu penetrava, sentia uma mistura de boquete com sexo.
E por isso mesmo, à medida que eu ganhava terreno, a Aisha ia desabando cada vez mais, porque a grossura do meu pau esticava os tecidos mais sensíveis dela.
Mas, apesar de ela estar gritando aos quatro ventos que eu tava partindo ela, não conseguia resistir à vontade de apreciar aquelas tetonas de chocolate.
Era minha segunda vez com uma mulher dessa etnia, sendo a primeira a Celeste, a empregada gostosa da Lucia, tia do meu rouxinol.
Os peitos dela realmente pareciam bolos pretos, com mamilos grandes que pareciam de chocolate.
Fiz ela delirar de prazer quando mordi e levei eles à boca, porque eu metia com mais força na cintura sabendo que, finalmente, podia me envolver com uma mulher casada, peituda, e morder, mastigar e chupar os peitos dela, sem o marido corno perceber.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ah! Vou gozar! Vou gozar! Ah! Ah! Uhn! – ela gritou, enquanto eu continuava metendo nela.
A gente se beijou, porque eu praticamente continuei bombando sem parar e fui metendo e passando a mão por um bom tempo, até que não consegui mais segurar a vontade de gozar.
Quando eu gozei, ela já tinha gozado pelo menos mais três vezes.
Até o suor dela exalava um cheiro diferente, erótico, que me deixava ainda mais excitado do que o normal.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Você ainda tá duro! — exclamou ela, sentindo uma dorzinha gostosa ao se mexer. — Não tá cansado não?
Eu ri…
— Claro que não! Quero fazer de novo!Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.De novo?" – ela perguntou naquele tom que mistura excitação e preocupação, que cai muito bem na minha mulher.
"Claro que sim! É a primeira vez que vou pra cama com você!" – respondi, acariciando os cabelos dela. – "Faz quanto tempo que seu marido embarcou?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Faz… 38 dias… — respondeu com timidez.
Não consegui evitar ficar duro na hora, e ela também sentiu.
“Forcei” ela a sair de mim (porque ainda estávamos bem colados e ela não queria me soltar). Ela se impressionou ao ver a enorme gota de porra na minha camisinha, que, por enquanto, eu não sabia onde jogar fora.
No entanto, me dava um tesão enorme jogar descuidadamente no lixo da cozinha, sabendo que o corno do marido dela ainda tinha mais 20 dias de viagem pela costa do Pacífico.
E foi assim que a levei pela mão para o segundo andar, onde o quarto de casal estava de portas fechadas.
Mais do que preocupada em manchar a santidade do leito conjugal, Aisha não tirava os olhos do meu pau inchado, enquanto eu abria com toda autoridade a porta do quarto.
O ambiente trazia uma atmosfera tranquila e excitante: uma cama enorme, tamanho “King”, coberta com lençóis luxuosos e impecáveis. Do lado, um boudoir discreto, que só de imaginá-la se preparando para deitar me deixava louco, vestindo uma camisola ou uma peça delicada que mal cobria sua figura generosa.
Mas o que sem dúvida dava muito mais tesão eram as fotos de família que enfeitavam as paredes. O marido de Aisha era caucasiano, talvez um pouco mais baixo que eu, mas com braços mais definidos e uma cintura mais marcada.
No entanto, a peça que mais me excitou foi uma imagem de Aisha com a filha mais velha. Obviamente, não sabia o contexto da foto, mas enquanto Aisha estava vestida de forma mais formal, Calliope usava roupas mais normais: jeans, uma camiseta branca marcando o peito largo e uma jaqueta jeans, destacando uma figura parecida com a da mãe, só que num tom levemente mais rosado.
Insisto, sem se dar conta de onde estávamos ou do que fazíamos, Aisha tinha se despido quase completamente, só restando a sua calcinha de renda de tirar o fôlego, e encarava meu pau inchado com uma fome genuína. Sem eu pedir, ela se abaixou e começou a chupar sem parar.
Sendo sincero, queria comer ela na cama, fantasiando se em 20 dias eu conseguiria transformar ela numa puta antes do marido voltar. Quer dizer, eu literalmente viajava que, com a Cheryl, bastaram só 3 semanas pra gente transar. Um mês, se agora eu considerava que tô comendo ela no pelo e ela tomando anticoncepcional como se fosse bala.E, mesmo assim, com só menos de uma hora de conversa no total com a Aisha, não só ela já tava me chupando automaticamente sem eu pedir, como também eu tinha metido uma camisinha nela na cozinha, algo que pareceu não ligar pra precaução.
Deitei ela na cama e abri as pernas dela. Tinha que tirar a calcinha dela de qualquer jeito, porque tava completamente encharcada.
Me abaixei um pouco e dei um chupão na buceta dela, fazendo ela se arrepiar de prazer e eu via ela toda feliz, ao me ver colocando a segunda camisinha.
Igual a Marisol, a Aisha tava toda depilada, algo que não me importava, porque o contraste entre o rosa delicado da buceta dela com a escuridão da pele dela era extremamente chamativo.
Quando comecei a penetrar ela de novo, ela soltou um gemido de tesão. Dessa vez, já era bem mais fácil meter nela. Eu agarrava os pezões inchados dela, cor de chocolate, enquanto ela se segurava na fronha da cama por cima da cabeça, curtindo como o pai do namorado da filha mais nova metia nela sem dó.
As pernas musculosas dela, com os tornozelos delicados se encaixando no meu pescoço, davam uma dor gostosa extra, por ter que tensionar pra segurar meu corpo. Não tinha dúvida que quando eu comesse a Aisha pelo cu, ia ser uma sensação monstra, porque as pernas fibrosas e a bunda redonda dela eram incríveis ao toque.
Mas queria curtir vendo essa deusa de ébano gozando em cima de mim. A figura esquisita dela se erguia majestosa, com os peitos escuros lindos balançando a cada A investida forte que ela me dava. O rostinho dela de prazer curtia como eu ia penetrando ela, sem um pingo de remorso, com uma cara de aprovação que mostrava a alegria dela por ser mulher.
Por um momento, pensei se seria hábito da Aisha trazer vários homens pra casa e fazer eles passarem por isso desse jeito. Mas, pela apertura da buceta dela e pela alegria única de sentir o útero dela quando eu apalpava, me fez acreditar que, provavelmente, eu era o primeiro amante de muitos.O orgasmo que a gente teve foi foda. Com certeza, dei um cardio bom pra ela antes de eu gozar. Ela, exausta, se deitou no meu peito suado enquanto a gente se beijava.
No entanto, depois de alguns minutos, provavelmente porque é algo que curte pra caralho, ela saiu de cima de mim, tirou a camisinha e começou a me mostrar sua gratidão com os lábios.Meio sem vontade, ela teve que atender o celular, já que tava adorando sentir minha pica nos lábios dela.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Alô?... Oi, Isabella!... Não, desculpa! Não vou te perdoar só porque você se perdeu em Parkville!... Não!... Sinto muito! Isso é atitude de amiga de merda!... (ela me olhou com um sorriso malicioso) … Não! Não sei onde está seu namorado!... Por que eu deveria me importar se ele se juntou com a Cheryl? Eu não tô apaixonada por ele!... Sinto muito, mas preciso ir! Tô muito ocupada com “algo grande”!... (ela comentou, enquanto apertava meu pau e lambia os lábios) ... Você não pode dizer que sou uma má amiga, se você mesma me deixou sozinha de manhã!... (Ela me olhou nos olhos de novo com malícia)… Querida, se continuar com essa atitude, vai me obrigar a procurar amigos em outros lugares… até porque, já tô de olho num “amigão” … (sentenciou, me encarando com um sorriso e mordendo a língua) ... A gente se vê! Tchau!
E continuou me lambendo, adorando meu gosto.
Mas, mais uma vez, o tempo passava sem piedade. E, mesmo assim, eu queria dar uma última transada antes de ir.
Então fui beijando ela até levá-la pro banheiro. É tão forte a química entre nós que Aisha não sentia o menor constrangimento em sentir meu pau duro encostado no umbigo dela.
E no chuveiro, fiz do jeito que deixa meu rouxinol louco.
Um dos benefícios da minha rotina na academia é que fortaleci muito a parte superior do corpo e as costas, já que sofria com dores na lombar por ficar horas digitando no computador.
Isso deixa a Marisol doida porque, mesmo eu segurando ela nos braços, o peso todo dela fica apoiado na buceta na maior parte do tempo, fazendo ela sentir que minha penetração é muito mais intensa.
Mesmo assim, ela tem sua técnica pra se segurar, porque o menor deslize dos dois pode machucar a gente de forma irreparável.
Mas, felizmente, o piso do chuveiro da Aisha tinha borracha antiderrapante, então os riscos de um acidente eram bem menores.
Graças à forma física dela, a A experiência foi muito mais intensa pra ela, já que, ao tensionar as pernas por cima do meu antebraço, a buceta dela ficava muito mais exposta às minhas estocadas.
Diferente do meu rouxinol, com quem já transei várias vezes e a gente se beijava carinhosamente curtindo o prazer, a Aisha só se dignava a soltar suspiros e gemidos, enquanto eu a pregava na parede.
E quando gozei, foi maravilhosamente gostoso, porque apoiei meu rosto naqueles peitões morenos que, com a água quente e o atrito da briga, estavam ainda mais lascivos no visual e no cheiro do que de costume.
A pobre dona da casa ficou tão exausta que tive que carregá-la até o banheiro pra ela recuperar as forças. Enquanto isso, eu, sempre de olho no relógio, tive que me esgueirar praticamente pelado pela mansão, já que todas as minhas roupas tinham ficado na cozinha.
Depois de me vestir, comer o resto da minha torta e tomar meu café gelado, fui até a porta, onde fui agradavelmente surpreendido pela Calliope.
Ela vestia uma calça jeans justa, com uma blusa branca e uma jaqueta jeans que deixavam à mostra o decolão enorme. Os cabelos crespos e espalhados loucamente contrastavam muito com o visual contido da mãe dela.

§—Oi! Quem é você? – perguntou com um sorrisão, pra alguém que encontra um estranho saindo da cozinha dela.
— Oi! Meu nome é Marco! Sou o pai de um amigo da sua irmã! – respondi, estendendo a mão.
Ela riu de um jeito provocante da minha apresentação esquisita…§Ah!... Oi, Marco, pai do amigo da minha irmã… – repetiu minha apresentação rindo. – Meu nome é Calíope. O que cê tá fazendo aqui?
Suspirei, meio sem graça, e não consegui evitar a vontade de olhar pra cima, pro quarto do casal.
– Bom, vim deixar meu filho na escola, sua mãe me ofereceu café da manhã… e…
Os olhos dela se arregalaram de surpresa. Mas o olhar mudou drasticamente…§Uau, mamãe! Bom trabalho! – disse ele, me olhando dos pés à cabeça. - Não posso te interessar por “alguma sobremesa”?
Sinceramente, não conseguia acreditar. A Calliope é uma gostosa. Deve ter uns 20 anos, no máximo, já que a mãe dela não aparenta mais que 35.
E, mesmo assim, parecia tão tarada quanto a mãe.
- Desculpa, mas estou atrasado! Preciso buscar meu filho na escola!§— Já entendi! – respondeu Calíope, decepcionada. – Mas tudo bem, você já sabe onde eu moro… caso precise de mim.
A resposta dela parecia um convite bem sugestivo.
- Pode crer que vou levar isso em consideração! Tchau, Calíope!§Tchau, Marco, pai do amigo da minha irmã!" – ela se despediu de mim sorrindo.
Eram 2:45 da tarde quando cheguei na escola.·Cadê você? Tava te ligando a manhã inteira! – Isabella me repreendeu, toda puta da vida.
- Tava descansando. Deixei meu celular na caminhonete. – respondi na sinceridade.
Poucos minutos depois, a Emma chegou, me olhando com uma cara de pena por termos perdido a manhã juntos.
Mas em 5 minutos, a Aisha apareceu com um look novo: uma saia midi, uma camiseta decotada e uma jaqueta jeans, além das botas.·O que aconteceu com sua roupa?" – perguntou Isabella, estranhando.
Sem querer, Aisha me deu uma olhada.ü—Nada, só me sujei! —respondeu ela, mantendo o tom de indignação, como se ainda estivesse chateada com a desfeita que a Isabella lhe fez.
Mesmo assim, a intuitiva Emma percebeu seu gesto quase imperceptível e, depois de me olhar para confirmar sua impressão, decidiu quebrar o silêncio.oAmiga! – exclamou Emma, pegando no ombro de Isabella e assustando ela. – Agradeço muito sua ajuda e por me considerar sua amiga. Mas ainda acho que é uma responsabilidade besta pra você me deixar em casa, porque além de você ter se perdido no caminho, eu ainda precisei arrumar um transporte pra vir buscar a Karen. Além disso, não é minha intenção atrapalhar sua amizade com a Aisha e não quero abusar da sua bondade.
Isabella, surpresa com a cooperação desinteressada da Emma, ficou realmente emocionada.·Bom… eu só tava tentando te ajudar. Não foi minha culpa a gente se perder. E ao ouvir a Emma, a Aisha se acalmou.üEmma, reconheço que fui um pouco injusta com minha amiga. Mas você tem toda razão. Eu adoraria que a gente também fosse amiga, se você não se importar.oClaro que não, Aisha. Você me honra com sua confiança.
E ainda assim, a Emma desconfiava de mim…·Por que tenho a impressão de que você tem a ver com tudo isso?
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E em casa, conversando com minha passarinhazinha, ela me fez ver que, se eu continuar assim, poderia pelo menos dormir com uma mulher diferente a cada dia da semana: ver as responsáveis pelas amigas do Bastián ou a professora dele durante a semana, ir na padaria onde a Doris trabalha e “me servir” de qualquer um dos docinhos que trabalham lá (que também, preciso arrumar tempo pra narrar); ou então, posso ir visitar nossas antigas vizinhas e dar umas voltas com a Brenda ou com a Sarah.
No entanto, eu comentei com a Marisol que a única que tenho na mira agora é dominar a exuberante Isabella e fazer com que ela me entregue a rabeta dela, algo que deixou minha esposa extremamente fogosa.

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3 comentários - PDB 21: 58 dias…
Marcos tu objetivo ahora es revolverle bien los fideos a Isabella. Tenes que dejarle el orto como una flor a la HDP
Así la gente se prende de la historia y está pendiente cuando sale el siguiente capítulo.. Espero. Esto te aporte 😉😉😉😎