Faz pouco tempo que me formei como enfermeira, tenho 22 anos, tô namorando com Rodrigo há dois anos. Ele é muito carinhoso, me trata super bem, a gente briga como todo casal. Tenho um corpo bem gostoso, pelo que vejo nas reações dos homens ao meu redor. Nunca traí o Rodri, mas ultimamente, com o trabalho na academia e meus cuidados, tô cada vez mais chamativa. Percebo ele inseguro, ele nem terminou o ensino médio, tá desempregado agora, não consegue evitar de ficar com ciúmes.
Comecei a trabalhar numa clínica, uma das meninas me falou pra tomar cuidado com um dos médicos e apontou ele. Era um moreno de uns trinta e poucos anos, tinha umas mãos muito marcadas, dava pra ver todos os tendões, mãos fortes. Sempre reparo nas mãos dos homens, imagino tudo que elas podem fazer, achei ele atraente. Minha nova colega disse que ele adorava sair com mulheres comprometidas, casadas ou namorando, tinha um monte de amantes. Ela não tinha ficado com ele, como não tinha namorado nem era casada, me disse, parece que não interessou ele. Percebi que ela tava magoada. No começo, o trato com ele foi normal, mas quando a gente subia junto no elevador, ele me pegava suavemente na cintura, eu adorava sentir o toque das mãos dele.
Notava como ele me olhava muito, eu tentava evitar ficar a sós com ele. Uma tarde, quando a gente tava saindo, meu namorado veio me buscar, me abraçou e me deu um beijo suave. Percebi que o Dr. ficou olhando, me senti estranha, tava mais ligada nele do que no beijo do meu namorado. A partir daquele dia, ele começou a se aproximar mais de mim, me dizia como eu era gostosa, como devia ser ficar comigo. A gente foi se conhecendo aos poucos, ele adorava quando eu usava minha cabeleira loira numa trança só que caía nas minhas costas. Um dia, a gente tava no intervalo, com outras pessoas na mesma mesa, os outros levantaram e a gente ficou sozinho. Ele me olhou sério.
— Você tem um corpaço… por que não me… manda umas fotos… quero ver um pouco mais…
—Como vou te mandar fotos… cê é louco…
—São só fotos… não é como se eu fosse te ver pelada… ao vivo… só me mandar umas fotos feitas pra mim…
—Não respondi. Realmente me excitava todo o jogo de sedução que ele vinha fazendo. Com meu namorado, a relação era bem monótona, ele não era muito criativo na parte sexual. Eu só tinha tido uns dois namorados antes dele, e queria mesmo experimentar coisas novas.
No dia seguinte, fiz a primeira foto. Tirei sentada na cama, a camiseta levantada um pouco acima do meio dos meus peitos, com uma calcinha fio dental preta, na frente do espelho. O celular tampando meu rosto, apontei pro espelho e mandei pra ele na hora.
—Você tem uns peitos deliciosos… não parecia que fossem tão grandes…
Não falei nada, mas continuei mandando fotos, uma por dia.
Aos poucos, fui me soltando cada vez mais. Passei de mostrar algumas de fio dental a mandar fotos bem provocantes, totalmente pelada.
Finalmente fomos na casa dele. Dava pra ver que era casa de solteirão, preparada pra encontros com as amantes. Tinha um ar meio impessoal, parecia mais um motel do que uma casa.
Nos beijamos e logo estávamos os dois pelados. Ele adorava minha bunda. Me fez ajoelhar na beirada da cama e tirou umas fotos. Começou a me chupar por trás. Tinha um daqueles plugs anais. Me chupou bem, lubrificou e enfiou devagar. Me senti tão excitada, nunca tinha feito nada com brinquedos nem nada do tipo. Ele tirou mais umas fotos minhas com o plug no cu. Trouxe também um consolo grande, parecia de vidro maciço.
—Vamos brincar um pouco hoje… dá pra ver que você tá a fim de brincar… seu namorado é muito novinho… parece muito ingênuo… e você é muito puta…
Não respondi, mas ficava muito excitada com o jeito que ele falava e me tratava. Me colocou de quatro na cama, tirou o plug devagar da minha bunda, passou mais lubrificante e, de uma vez, me penetrou suavemente pelo cu. Nunca tinha feito isso antes. Feito por lá.
—Devagar, por favor… nunca fiz por lá… —ele saiu de mim e me levou até um sofá que tinha. Sentou-se e me fez acomodar em cima dele, guiou até minha bunda e disse: vai enfiando sozinha… assim você sabe até onde quer… fui enfiando aos poucos, no começo era estranho, mas comecei a pegar gosto rápido. Comecei a trepar no meu ritmo, realmente amava, e assim, trepando, tive meu primeiro orgasmo enquanto me comiam o cu. Desmontei dele, ele foi pegar aquele consolador de vidro e me ajoelhar na frente dele. Queria que eu chupasse e, aos poucos, fosse enfiando o consolador no cu. Tava excitadíssima, fui enfiando no cu enquanto chupava ele. Tinha uma base que deixou eu apoiar no chão, enquanto ia enfiando, chupava cada vez mais quente, com uma mão me masturbava. Ele tirou umas fotos minhas com o consolador bem cravado no cu, tirou a foto no espelho: dava pra ver minha trança nas costas, ele sentado na cama, eu chupando ele e o consolador bem enfiado dentro do meu cu. Paramos e ele me levou pra cama, me fez ficar de quatro de novo, separar as bandas do meu cu, dando um close. Depois meteu em mim, ficou me furando um monte pelo cu, tava muito quente. Me segurava pela trança, virava minha cabeça, me beijou de boca aberta.
—Você é muito puta… e vai ser cada dia mais… minha puta…
—Sim, claro…
Ele continuou me comendo até me encher, me fez ficar assim, apoiar o peito na cama e separar as bandas, mostrando meu cu dilatado e o gozo dele saindo. Tirou um monte de fotos assim. Pedi pra ir ao banheiro, me arrumei um pouco, falei que tinha que ir, que meu namorado era muito ciumento. Ele me deu um beijo, me acompanhou até a porta do apartamento apertando minha bunda o tempo todo, me beijou de novo antes de eu sair, passando um tempão amassando meu cu, que já tava duro de novo. Ele se afastou um pouco de mim.
—Espera… não vai embora… —foi pegar alguma coisa, voltou com um plug de plástico preto. —Esse é um presentinho. pra você… coloca em algum momento aí na sua casa… assim você lembra do nosso encontro e me manda umas fotos depois. Guardei na minha mochila, saí da casa dele, sabia que ia ser amante dele por muito tempo, era a primeira vez que me sentia assim. Em casa, meu namorado ainda não tinha chegado, entrei no banheiro, recebi uma mensagem, era uma foto minha no espelho chupando ele e o consolo de vidro bem enfiado no meu cu. Adorei a imagem, mas apaguei na hora, me senti envergonhada. Tomei banho, meu namorado não chegava, enfiei o plug no cu e, assim nua, tirei umas fotos e mandei pro Dr.
— Que pressa você tem… — foi a resposta dele.
Comecei a trabalhar numa clínica, uma das meninas me falou pra tomar cuidado com um dos médicos e apontou ele. Era um moreno de uns trinta e poucos anos, tinha umas mãos muito marcadas, dava pra ver todos os tendões, mãos fortes. Sempre reparo nas mãos dos homens, imagino tudo que elas podem fazer, achei ele atraente. Minha nova colega disse que ele adorava sair com mulheres comprometidas, casadas ou namorando, tinha um monte de amantes. Ela não tinha ficado com ele, como não tinha namorado nem era casada, me disse, parece que não interessou ele. Percebi que ela tava magoada. No começo, o trato com ele foi normal, mas quando a gente subia junto no elevador, ele me pegava suavemente na cintura, eu adorava sentir o toque das mãos dele.
Notava como ele me olhava muito, eu tentava evitar ficar a sós com ele. Uma tarde, quando a gente tava saindo, meu namorado veio me buscar, me abraçou e me deu um beijo suave. Percebi que o Dr. ficou olhando, me senti estranha, tava mais ligada nele do que no beijo do meu namorado. A partir daquele dia, ele começou a se aproximar mais de mim, me dizia como eu era gostosa, como devia ser ficar comigo. A gente foi se conhecendo aos poucos, ele adorava quando eu usava minha cabeleira loira numa trança só que caía nas minhas costas. Um dia, a gente tava no intervalo, com outras pessoas na mesma mesa, os outros levantaram e a gente ficou sozinho. Ele me olhou sério.
— Você tem um corpaço… por que não me… manda umas fotos… quero ver um pouco mais…
—Como vou te mandar fotos… cê é louco…
—São só fotos… não é como se eu fosse te ver pelada… ao vivo… só me mandar umas fotos feitas pra mim…
—Não respondi. Realmente me excitava todo o jogo de sedução que ele vinha fazendo. Com meu namorado, a relação era bem monótona, ele não era muito criativo na parte sexual. Eu só tinha tido uns dois namorados antes dele, e queria mesmo experimentar coisas novas.
No dia seguinte, fiz a primeira foto. Tirei sentada na cama, a camiseta levantada um pouco acima do meio dos meus peitos, com uma calcinha fio dental preta, na frente do espelho. O celular tampando meu rosto, apontei pro espelho e mandei pra ele na hora.
—Você tem uns peitos deliciosos… não parecia que fossem tão grandes…
Não falei nada, mas continuei mandando fotos, uma por dia.
Aos poucos, fui me soltando cada vez mais. Passei de mostrar algumas de fio dental a mandar fotos bem provocantes, totalmente pelada.
Finalmente fomos na casa dele. Dava pra ver que era casa de solteirão, preparada pra encontros com as amantes. Tinha um ar meio impessoal, parecia mais um motel do que uma casa.
Nos beijamos e logo estávamos os dois pelados. Ele adorava minha bunda. Me fez ajoelhar na beirada da cama e tirou umas fotos. Começou a me chupar por trás. Tinha um daqueles plugs anais. Me chupou bem, lubrificou e enfiou devagar. Me senti tão excitada, nunca tinha feito nada com brinquedos nem nada do tipo. Ele tirou mais umas fotos minhas com o plug no cu. Trouxe também um consolo grande, parecia de vidro maciço.
—Vamos brincar um pouco hoje… dá pra ver que você tá a fim de brincar… seu namorado é muito novinho… parece muito ingênuo… e você é muito puta…
Não respondi, mas ficava muito excitada com o jeito que ele falava e me tratava. Me colocou de quatro na cama, tirou o plug devagar da minha bunda, passou mais lubrificante e, de uma vez, me penetrou suavemente pelo cu. Nunca tinha feito isso antes. Feito por lá.
—Devagar, por favor… nunca fiz por lá… —ele saiu de mim e me levou até um sofá que tinha. Sentou-se e me fez acomodar em cima dele, guiou até minha bunda e disse: vai enfiando sozinha… assim você sabe até onde quer… fui enfiando aos poucos, no começo era estranho, mas comecei a pegar gosto rápido. Comecei a trepar no meu ritmo, realmente amava, e assim, trepando, tive meu primeiro orgasmo enquanto me comiam o cu. Desmontei dele, ele foi pegar aquele consolador de vidro e me ajoelhar na frente dele. Queria que eu chupasse e, aos poucos, fosse enfiando o consolador no cu. Tava excitadíssima, fui enfiando no cu enquanto chupava ele. Tinha uma base que deixou eu apoiar no chão, enquanto ia enfiando, chupava cada vez mais quente, com uma mão me masturbava. Ele tirou umas fotos minhas com o consolador bem cravado no cu, tirou a foto no espelho: dava pra ver minha trança nas costas, ele sentado na cama, eu chupando ele e o consolador bem enfiado dentro do meu cu. Paramos e ele me levou pra cama, me fez ficar de quatro de novo, separar as bandas do meu cu, dando um close. Depois meteu em mim, ficou me furando um monte pelo cu, tava muito quente. Me segurava pela trança, virava minha cabeça, me beijou de boca aberta.
—Você é muito puta… e vai ser cada dia mais… minha puta…
—Sim, claro…
Ele continuou me comendo até me encher, me fez ficar assim, apoiar o peito na cama e separar as bandas, mostrando meu cu dilatado e o gozo dele saindo. Tirou um monte de fotos assim. Pedi pra ir ao banheiro, me arrumei um pouco, falei que tinha que ir, que meu namorado era muito ciumento. Ele me deu um beijo, me acompanhou até a porta do apartamento apertando minha bunda o tempo todo, me beijou de novo antes de eu sair, passando um tempão amassando meu cu, que já tava duro de novo. Ele se afastou um pouco de mim.
—Espera… não vai embora… —foi pegar alguma coisa, voltou com um plug de plástico preto. —Esse é um presentinho. pra você… coloca em algum momento aí na sua casa… assim você lembra do nosso encontro e me manda umas fotos depois. Guardei na minha mochila, saí da casa dele, sabia que ia ser amante dele por muito tempo, era a primeira vez que me sentia assim. Em casa, meu namorado ainda não tinha chegado, entrei no banheiro, recebi uma mensagem, era uma foto minha no espelho chupando ele e o consolo de vidro bem enfiado no meu cu. Adorei a imagem, mas apaguei na hora, me senti envergonhada. Tomei banho, meu namorado não chegava, enfiei o plug no cu e, assim nua, tirei umas fotos e mandei pro Dr.
— Que pressa você tem… — foi a resposta dele.
1 comentários - Enfermeira dá pro médico