Mãe pega no flagra

volto com outra história baseada em fatos reais

quando eu tinha 18 anos (ok, talvez menos, não sei, pisca pisca) saía muito com minhas amigas, morávamos numa cidade pequena do norte
minha mãe sempre dizia que moças de família não amanhecem na rua, então eu, ingênua, voltava antes das 5 da manhã e às vezes levava minhas amigas ou até algum namorado delas ou um cara que conhecíamos na balada pra terminar a bagunça em casa

nessa noite minha mãe disse que também ia sair e que se eu chegasse antes, trancasse tudo e não esperasse por ela
mas nessa noite eu e 3 amigas chegamos às 2:30 da manhã justamente porque fomos pegas pela chuva indo buscar uma amiga que desistiu de última hora
enfim, ensopadas até a buceta voltamos pra minha casa pra vestir roupa seca porque eu morava mais perto

quando chegamos já notei algo estranho, o carro da minha mãe estava do lado de fora, ela sempre deixa assim quando sabe que vai sair de novo, pra não abrir e fechar o portão duas vezes

eu entrei esperando que minha mãe estivesse se arrumando pra sair ou algo assim, mas não tinha ninguém na sala

então entramos com as meninas, fomos pro meu quarto, nos despimos
(sim, éramos 4 garotas... quer dizer, mulheres, pisca pisca, peladas, molhadas e com frio, os peitos estavam durinhos como concreto, e com pele de galinha... e sim, a gente se via tudo e toda aquela fruta ainda precisava amadurecer, pisca pisca)

bom, nos trocamos e fomos pra sala ligar a TV, nisso a tempestade acalmou um pouco e a gente conseguiu ouvir uns gemidos, e a cama rangendo no quarto da minha mãe

minhas amigas fizeram cara de loucas, obviamente estavam comendo a coroa gostosa, e ela tava aproveitando como uma verdadeira puta, pareciam gemidos de atriz pornô, bom, acho que todas nós gememos assim, mas ouvir ela tão claramente me desconcertou

então ligamos a TV e passamos o tempo entre selfies, um pouco de fernet e as piadas das minhas amigas sobre o que minha mãe tava fazendo velha
a gente começou a ver um filme e eu esqueci do assunto até ouvir a porta do quarto da minha mãe abrir

ela veio de salto alto, meia-calça e com o cinturão ligueiro, mas com os peitos de fora, bagunçada, suada, e sem nada por baixo

só estava com as meias e o cinturão preto

a pelos pubianos estavam bem aparados e quando ela se virou, acho que vi umas gotas brancas escorrendo pela bunda dela

enfim, a cara que a gente fez não tem nome, minhas amigas, eu e minha mãe, todas de boca aberta e vermelhas que nem tomate, parecia uma eternidade até que ela se virou rápido e saiu quase correndo de volta pro quarto

assim que passou o susto, a gente começou a rir pra caralho

minhas amigas começaram a apostar quem seria o sortudo garanhão

do quarto da minha mãe não saía nenhum barulho, passou meia hora até a porta abrir de novo

minha mãe saiu primeiro, tava com uma camiseta decotada e dava pra ver que não tinha sutiã por baixo, uma calça jeans e o mesmo par de saltos

atrás dela saiu um cara que deixou a gente de boca aberta de novo, não tanto porque ele era bonito e forte (que era), mas porque era um ex-colega do meu irmão mais velho quando eles tavam no ensino médio

ele tinha mais ou menos a idade do meu irmão, uns 21-22

eles tinham que sair de qualquer jeito pela porta da sala, então minha mãe e o cara passaram sem olhar pra gente nem falar nada

— dirige com cuidado, Sara — falou uma das minhas amigas pra minha mãe enquanto segurava o riso

— cala a boca, putinha — respondeu sem olhar pra ninguém, e saíram se protegendo da chuva

minhas amigas morreram de rir e começaram a contar as histórias delas sobre o cara, no fim eu também acabei zoando sobre como seria transar com ele

minha mãe voltou às 10 da manhã, minhas amigas já tinham ido embora

perguntei se ela tinha ficado pra ajudar o menino com o trabalho da faculdade e depois de me xingar, ela falou que adulto transa com quem quiser valeu por ler, em breve vou postar mais histórias das putarias que rolaram comigo, se quiserem que conte uma de vocês mandem inbox sem medo
tchau e espero que vocês se masturbem bem

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