Olá, meu nome é Gastón, vim apresentar meus relatos pessoais... Todos foram acontecendo desde que comecei minha vida sexual, eles não vão ter uma organização de como aconteceram, mas vão ser narrados aleatoriamente. Não é pra contar besteira, mas sim uma forma de contribuir, mesmo que seja com algum relatinho que dê tesão ou desperte algo. Adoro o site, sempre fui muito fã dele, mas nunca tive coragem de contar ou postar as imagens e vídeos que tenho.
Vamos começar explicando um pouco do meu físico. Sou alto, tenho 1,83m, não sou magro mas também não sou gordo, tenho uma barriguinha, mas ainda dá pra salvar kkk. Sou fumante e pratico esportes. Tenho meu diploma universitário e, pelo que minha mãe sempre me contou (trabalhei com ela até ela se aposentar), as amigas dela me queriam... Importante hoje em dia: apesar de ter cabelo comprido, sou careca por opção.
A história de hoje tem como participante principal a ex-namorada do meu primo. Ela se chama Ariadna, tem uns 30 anos. Era de Buenos Aires e ele a conheceu através de uns primos dela, que moram na cidade. Um dia na balada, rolou a apresentação, meu primo me chama e me apresenta. Desde aquele momento em que nos olhamos e trocamos um beijo no rosto, senti uma pequena atração por ela, mas nada que eu não conseguisse superar. Ela é gostosa, não muito alta, morena, peituda e com uma raba bem grande. Uns anos atrás, ela veio morar aqui, mas na época em que a história se passa, ela estava terminando os estudos em Buenos Aires e eu os meus em Rosário.
Batemos um papo, fiquei observando ela enquanto conversávamos e parecia meio tímida. A gente se via muito pouco durante todas as viagens dela no ano, mas em dezembro/janeiro ela ficava na cidade. Lá pra meados de agosto, tava trocando ideia no WhatsApp com meu primo e não lembro como surgiu o assunto, ele acabou passando o número dela pra eu perguntar uma coisa. Naquele dia mandei mensagem, conversamos numa boa, perguntei sobre a tal situação, salvamos os números um do outro e nos despedimos.
O negócio é que, com o passar dos meses, a gente começou a se dar melhor, conversávamos super educadamente, mas era só isso, papo de parente. (Vale destacar que eu e meu primo temos uma relação excelente. Sempre tive. Aliás, a gente contava tudo um pro outro. Desde trabalho até relacionamentos ou situações sentimentais). Nunca pensei que pudesse rolar alguma coisa...
Aquele dezembro/janeiro foi bem tranquilo, meu primo apresentou ela na casa dele e, a partir daí, o relacionamento entre eles não foi muito pra frente. Acho que era porque ela não queria ele e porque eu sabia que ela tava dando pra um colega de trabalho do meu primo. Nunca tive coragem de contar isso pra ele, sobre como ela escapava pra ver o "amante" enquanto meu primo trabalhava. Conforme o verão acabava, ela tinha que voltar pra Bs. As., já que era o último ano da faculdade e queria terminar. O relacionamento com meu primo já tinha acabado, ele descobriu que ela tava com esse colega, que chamavam de "marimacho", então terminou tudo mal entre eles.
A gente continuava se falando pelo WhatsApp e sempre que se encontrava no baile, mas nunca passando daquela cordialidade.
A vida seguiu, eu fui pra Rosário continuar minha faculdade e ela pra Bs. As., fingindo que a gente não existia, já que se falava muito pouco. Um dia, chegou uma mensagem no WhatsApp, era ela, me perguntando como eu tava e, a partir daquele dia, começou um relacionamento mais próximo pelo celular. A real é que eu sempre lembrava ela de que a gente não podia ter nada porque éramos ex-parentes, mas sempre fantasiava que um "touch and go" podia rolar. De vez em quando, a gente se provocava, fantasiava, até trocava umas fotinhas de calcinha fio dental ou cueca boxer, mas nunca mais que isso... Era uma esquentada que a gente dava um no outro, só pra zoar. Mas foi ficando cada vez mais intenso, e acho que pelo celular a coisa tava caminhando pra ir mais longe, já que a gente começou conversando, seguiu com umas fotinhas e já quase Chegando no fim do ano, ela me mandava áudios quentes, se tocando e me deixando com tesão.Deixo duas fotos pra vocês verem o que ele me mandava.

Finalmente, o fim de ano tava chegando e eu sabia que em Dezembro/Janeiro ela voltava pra cidade, então perguntei qual era a dela. Ela me contou que os pais queriam se mudar pra Venado Tuerto e tavam vendo de fazer uma pré-fabricada num terreno que compraram há muito tempo, pra quando ela se formar, vir tentar a sorte na cidade. Sempre dizia que gostava, que era menor e menos perigoso que Buenos Aires, e que não ia deixar de tentar se daria certo.
Chegou Dezembro e ela se instalou na casa dos primos. A partir daqui, tudo muda..............
Assim que chegou, já começou a me apressar: quando a gente vai se ver, vamos nos encontrar, tenho medo de nos verem, o que sua família vai dizer. (Vamos combinar que Venado é grande, mas minha família mora tudo perto, de 4 a 10 quadras de distância. A gente fica mais ou menos junto e na área todo mundo se conhece). Ela também tinha outros ossos pra roer além de mim... Continuava se falando com o cara que tinha chifrado meu primo e, embora fosse mais seguro que eu, continuava me procurando, acho que pelo tesão que a situação causava nela.
Lembro que ela sempre dizia: "eu escrevo pra você, só por precaução" (era certeza que ela tava dando pra meia cidade, hahaha).
Sexta à noite, abria a balada, e a gente tinha um fim de semana longo porque o Natal caía na segunda... Então era sair sexta, sábado e segunda (quando dava a grana pra sair todo dia). A gente se encontrou na balada, ela com a prima dela (uma doida varrida, que só sonha em ser comida pela banda inteira do La Renga. PS: também tentei pegar ela, mas sem sorte haha), nos cumprimentamos e cada um seguiu sua vida.
Ambiente onde tudo rola: Naquela época, eu ainda não tinha ido morar sozinho. Tava na casa dos meus pais. Meus avós tinham morrido fazia pouco e a casa deles eu ia usar pra morar quando voltasse de Rosário, então era uma casa vazia, sem móvel nenhum, fechada. Ela ficava num beco chamado Carmelo Garcia, todo mundo se conhecia porque era a casa dos meus avós, e naquele beco tinha todo mundo fofoqueiro, então era um lugar complicado, se te vissem, a cidade inteira ficava sabendo. Enfim...
7:00 da manhã. A balada acabou e eu já ia dormir, bem bêbado. Ela me manda uma mensagem dizendo:
Ela: CAGÃO, você é um CAGÃO, não tem coragem de me pegar, promíscuo.
(Acho que ela tava mais bebada que eu)
Eu: Vem pra minha casa, ou você é cagona?
Ela: Já tá de dia, nem fodendo que eu saio, o que eu falo pra minha prima?
Eu: Fala que vai se encontrar com o outro.
Ela: Não, ele que me trouxe, já sabe que fui dormir... Você sabe que ele me controla pra caralho.
Eu: Qual é, não seja cagona, vou te comer todinha
Ela: Adoraria ir, mas o que eu falo??? Me ajuda aí!!!
Eu: Fala que eu vou te comer e se ela quiser, também como ela.
(Aí ela se irritou, me xingou pra caralho e me bloqueou, e eu fiquei na mão, zero a zero)
No dia seguinte, no fim da tarde, ela me desbloqueia e pede desculpa por ter feito aquilo. E eu falei que não tinha problema nenhum, mas que ela não podia ficar brava comigo porque a gente conversava, mas não era nada sério, tipo, ela comia a cidade inteira e eu não podia fazer nada porque ela ficava com ciúmes. Ela disse que eu tinha razão, que não ia mais fazer isso e que o melhor era a gente não se ver porque ela sentia algo mais do que só vontade de me comer e não sabia como ia reagir depois desse encontro. Então ficou por isso. (Duas derrotas num dia)...
Resumindo, não nos falamos por quatro ou cinco dias, até que chegou a mensagem. Era quinta-feira, geralmente de noite a gente se reunia pra tomar mate com os caras numa praça a cinco quadras da casa dos meus pais. Ela tava na mesma praça com a prima, fazendo a mesma coisa. (Pra vocês terem uma ideia, deixo o mapa aqui)

Como dá pra ver, a gente mora tudo muito perto, e ainda se conhece todo mundo na área... Já era umas 4 da manhã, me despedi dos caras e fui dormir na casa dos meus pais. Tava quase me deitando quando chega uma mensagem dela, dizendo que não parava de pensar em mim, que queria me ver, que quando tava na praça imaginou tanta coisa, queria me dar e não ia reclamar de nada. Falei pra ela que beleza, que a gente ia pra casa dos meus avós, porque lá ninguém ia encher o saco, mas tinha um problema: eu já tinha entrado na casa dos meus pais e todo mundo tava dormindo porque no outro dia trabalhavam, então bolei um plano pra sair do melhor jeito possível. Fui pegar a chave da casa dos meus avós no chaveiro comunitário, fechei a porta do meu quarto, liguei o ventilador de teto e comecei a abrir muuuuuito devagar a persiana. Quando vi que dava pra sair, me espremi por ela, pulei o muro, era uma sensação de adrenalina com tesão e sacanagem que eu tinha que aproveitar e viver o momento. Fui andando até a casa dos meus avós, mandei o endereço pra ela e falei que se aparecesse alguém, não tinha problema, já que tava tudo escuro na viela. Ela respondeu com um OK, que tava nervosa e ansiosa, mas que tava com muita vontade de rolar e saiu pra me encontrar. Eram três quadras, mas parecia que demorava anos pra chegar. Eu tava esperando ela na entrada, com a porta entreaberta e todas as luzes apagadas.
E ELA CHEGOU...
Entra, fecho a porta e a primeira coisa que falo é: "te aviso que não tem móveis, só sacos de roupa e mais nada". Na hora, não sei se ela me ouviu ou não, mas a única coisa que fez foi pegar minha cara e me beijar de língua, como se tivesse esperando aquele beijo há anos. Ela se mexia, curtia, enfiava a língua, puxava meu cabelo... Eu segurava ela pela cintura e colava no meu corpo, e isso ela gostava, porque meio que gemia e se remexia. Ficamos uns 5 minutos assim, até que, bem... A gente deu um tempinho e conversou sobre o que ia rolar.
Os dois sabiam que aquela noite ia acontecer, e que depois disso, a gente tinha que se fazer de sonsão, e por trás, no escuro, se encontrar e se comer, sem sentimento nenhum. A frase foi: quem se irrita perde, porque a real é que namorados a gente nunca ia poder ser.
A gente topou tudo que a gente se propôs e, bom, começamos a arrumar o ninho do love proibido! Pegamos uns sacos, jogamos toda a roupa fora e fizemos um colchão. A gente se olhou de novo, segurou o rosto um do outro e se beijou de boca aberta de novo, e aí começou a hora do desejo!....Nem deitamos na cama (feita de trapos velhos), começamos a tirar a roupa os dois de pé. Ela se ajoelha e começa a puxar minha calça, abaixa minha cueca e começa a chupar minha pica com muita violência, passava a língua, cuspia nela, e também enfiava minhas bolas na boca. Realmente, ela fazia como uma profissional. Voltava pra minha pica e tentava se engasgar, enquanto me olhava, fazendo uma carinha de safada que me deixava cada vez mais excitado.
Pego o cabelo dela e começo a foder a boca dela, fazendo aqueles sons tão característicos de quando alguém está se engasgando, a baba escorria do queixo dela, passava pelos peitos e chegava até o umbigo.
Eu tava tão tesudo que de repente tiro o shortinho e a calcinha dela, deito ela naquele improviso de colchão que a gente tinha feito. Ela tava toda molhada. Pego as pernas dela, levanto e começo a fazer um vai e vem por toda a genital dela, indo e vindo entre a bucetinha toda rosada e a bunda. (Ela nunca me deu). Trabalhei nas zonas dela até não caber mais nem uma gota de baba.
Eu tava muito excitado, quase nem pensava no que fazia, me deixava levar pelo tesão do momento, mas ela me fez voltar a mim quando pediu pra eu me proteger porque não tava tomando a pílula. Aí peguei a calça e tirei do bolso os preservativos que tinha... E que continue a festa!!!!
Não foi muito tempo de sexo. Devemos ter ficado uns 15 minutos metendo. Mas até hoje lembro das posições. Começamos com ela embaixo e eu por cima, as pernas dela não chegavam nos meus ombros porque ela dizia que cãibrava, mas levantei o suficiente pra sentir ela toda. Ela me empurra e diz com voz de dominatrix sensual: "agora é minha vez". Sobe em cima de mim e começa a cavalgar, eu seguro o pescoço dela com uma mão e os peitos com a outra. Ela se movia pra frente e pra trás, com uma velocidade consistente e muito forte, até ter o primeiro orgasmo. Mas não deixei por isso não, Soltou o pescoço e os peitos, pego na cintura dela e começo a mover com força, pra ela ativar de novo, e ela faz isso, igualando meu movimento de cavalgada, voltando a impor os movimentos dela sobre os meus e chegando ao orgasmo de novo, dessa vez mais rápido. Pra finalizar, era a minha vez, então deito ela de bruços, levanto as pernas dela e fico num triângulo escaleno perfeito, me enfio nela e começo a bombar com força. Ela já não tinha mais muita energia e só gemia como se tivesse curtindo e sofrendo ao mesmo tempo. Tenho que dizer que é a posição que eu mais gosto e me faz gozar rápido, então tava chegando no clímax final, ela continuava gemendo forte, até que eu consegui terminar, com um "gozada dentro", mas dessa vez com camisinha, senti dois gases de buceta (pra não ser grosseiro). A gente deitou de lado e ficou um tempão assim, recuperando a energia, enganchados igual dois cachorros grudados.
Depois que a situação sexual acabou, a gente realmente caiu na real do que tinha feito, principalmente porque eu tinha comido minha ex-prima, a ex-namorada do meu primo, e depois ficar pensando que a gente tinha gostado do que tava rolando. Por outro lado, a gente ainda tava com aquele medo de ser descoberto ou de começar a comentarem o que aconteceu. Mas fazer o quê, decidimos deixar todas essas dúvidas de lado e combinamos que seja o que Deus quiser. Se desse na telha e enquanto ninguém visse, a gente ia continuar se divertindo.Bom, essa é minha primeira história, espero que tenham gostado.. Sempre que puder vou continuar postando, por enquanto tenho mais 4 histórias pra continuar contando sobre minha ex-prima. E muitas mais!
Valeu por me deixar fazer parte!!!
Vamos começar explicando um pouco do meu físico. Sou alto, tenho 1,83m, não sou magro mas também não sou gordo, tenho uma barriguinha, mas ainda dá pra salvar kkk. Sou fumante e pratico esportes. Tenho meu diploma universitário e, pelo que minha mãe sempre me contou (trabalhei com ela até ela se aposentar), as amigas dela me queriam... Importante hoje em dia: apesar de ter cabelo comprido, sou careca por opção.
A história de hoje tem como participante principal a ex-namorada do meu primo. Ela se chama Ariadna, tem uns 30 anos. Era de Buenos Aires e ele a conheceu através de uns primos dela, que moram na cidade. Um dia na balada, rolou a apresentação, meu primo me chama e me apresenta. Desde aquele momento em que nos olhamos e trocamos um beijo no rosto, senti uma pequena atração por ela, mas nada que eu não conseguisse superar. Ela é gostosa, não muito alta, morena, peituda e com uma raba bem grande. Uns anos atrás, ela veio morar aqui, mas na época em que a história se passa, ela estava terminando os estudos em Buenos Aires e eu os meus em Rosário.
Batemos um papo, fiquei observando ela enquanto conversávamos e parecia meio tímida. A gente se via muito pouco durante todas as viagens dela no ano, mas em dezembro/janeiro ela ficava na cidade. Lá pra meados de agosto, tava trocando ideia no WhatsApp com meu primo e não lembro como surgiu o assunto, ele acabou passando o número dela pra eu perguntar uma coisa. Naquele dia mandei mensagem, conversamos numa boa, perguntei sobre a tal situação, salvamos os números um do outro e nos despedimos.
O negócio é que, com o passar dos meses, a gente começou a se dar melhor, conversávamos super educadamente, mas era só isso, papo de parente. (Vale destacar que eu e meu primo temos uma relação excelente. Sempre tive. Aliás, a gente contava tudo um pro outro. Desde trabalho até relacionamentos ou situações sentimentais). Nunca pensei que pudesse rolar alguma coisa...
Aquele dezembro/janeiro foi bem tranquilo, meu primo apresentou ela na casa dele e, a partir daí, o relacionamento entre eles não foi muito pra frente. Acho que era porque ela não queria ele e porque eu sabia que ela tava dando pra um colega de trabalho do meu primo. Nunca tive coragem de contar isso pra ele, sobre como ela escapava pra ver o "amante" enquanto meu primo trabalhava. Conforme o verão acabava, ela tinha que voltar pra Bs. As., já que era o último ano da faculdade e queria terminar. O relacionamento com meu primo já tinha acabado, ele descobriu que ela tava com esse colega, que chamavam de "marimacho", então terminou tudo mal entre eles.
A gente continuava se falando pelo WhatsApp e sempre que se encontrava no baile, mas nunca passando daquela cordialidade.
A vida seguiu, eu fui pra Rosário continuar minha faculdade e ela pra Bs. As., fingindo que a gente não existia, já que se falava muito pouco. Um dia, chegou uma mensagem no WhatsApp, era ela, me perguntando como eu tava e, a partir daquele dia, começou um relacionamento mais próximo pelo celular. A real é que eu sempre lembrava ela de que a gente não podia ter nada porque éramos ex-parentes, mas sempre fantasiava que um "touch and go" podia rolar. De vez em quando, a gente se provocava, fantasiava, até trocava umas fotinhas de calcinha fio dental ou cueca boxer, mas nunca mais que isso... Era uma esquentada que a gente dava um no outro, só pra zoar. Mas foi ficando cada vez mais intenso, e acho que pelo celular a coisa tava caminhando pra ir mais longe, já que a gente começou conversando, seguiu com umas fotinhas e já quase Chegando no fim do ano, ela me mandava áudios quentes, se tocando e me deixando com tesão.Deixo duas fotos pra vocês verem o que ele me mandava.

Finalmente, o fim de ano tava chegando e eu sabia que em Dezembro/Janeiro ela voltava pra cidade, então perguntei qual era a dela. Ela me contou que os pais queriam se mudar pra Venado Tuerto e tavam vendo de fazer uma pré-fabricada num terreno que compraram há muito tempo, pra quando ela se formar, vir tentar a sorte na cidade. Sempre dizia que gostava, que era menor e menos perigoso que Buenos Aires, e que não ia deixar de tentar se daria certo.Chegou Dezembro e ela se instalou na casa dos primos. A partir daqui, tudo muda..............
Assim que chegou, já começou a me apressar: quando a gente vai se ver, vamos nos encontrar, tenho medo de nos verem, o que sua família vai dizer. (Vamos combinar que Venado é grande, mas minha família mora tudo perto, de 4 a 10 quadras de distância. A gente fica mais ou menos junto e na área todo mundo se conhece). Ela também tinha outros ossos pra roer além de mim... Continuava se falando com o cara que tinha chifrado meu primo e, embora fosse mais seguro que eu, continuava me procurando, acho que pelo tesão que a situação causava nela.
Lembro que ela sempre dizia: "eu escrevo pra você, só por precaução" (era certeza que ela tava dando pra meia cidade, hahaha).
Sexta à noite, abria a balada, e a gente tinha um fim de semana longo porque o Natal caía na segunda... Então era sair sexta, sábado e segunda (quando dava a grana pra sair todo dia). A gente se encontrou na balada, ela com a prima dela (uma doida varrida, que só sonha em ser comida pela banda inteira do La Renga. PS: também tentei pegar ela, mas sem sorte haha), nos cumprimentamos e cada um seguiu sua vida.
Ambiente onde tudo rola: Naquela época, eu ainda não tinha ido morar sozinho. Tava na casa dos meus pais. Meus avós tinham morrido fazia pouco e a casa deles eu ia usar pra morar quando voltasse de Rosário, então era uma casa vazia, sem móvel nenhum, fechada. Ela ficava num beco chamado Carmelo Garcia, todo mundo se conhecia porque era a casa dos meus avós, e naquele beco tinha todo mundo fofoqueiro, então era um lugar complicado, se te vissem, a cidade inteira ficava sabendo. Enfim...
7:00 da manhã. A balada acabou e eu já ia dormir, bem bêbado. Ela me manda uma mensagem dizendo:
Ela: CAGÃO, você é um CAGÃO, não tem coragem de me pegar, promíscuo.
(Acho que ela tava mais bebada que eu)
Eu: Vem pra minha casa, ou você é cagona?
Ela: Já tá de dia, nem fodendo que eu saio, o que eu falo pra minha prima?
Eu: Fala que vai se encontrar com o outro.
Ela: Não, ele que me trouxe, já sabe que fui dormir... Você sabe que ele me controla pra caralho.
Eu: Qual é, não seja cagona, vou te comer todinha
Ela: Adoraria ir, mas o que eu falo??? Me ajuda aí!!!
Eu: Fala que eu vou te comer e se ela quiser, também como ela.
(Aí ela se irritou, me xingou pra caralho e me bloqueou, e eu fiquei na mão, zero a zero)
No dia seguinte, no fim da tarde, ela me desbloqueia e pede desculpa por ter feito aquilo. E eu falei que não tinha problema nenhum, mas que ela não podia ficar brava comigo porque a gente conversava, mas não era nada sério, tipo, ela comia a cidade inteira e eu não podia fazer nada porque ela ficava com ciúmes. Ela disse que eu tinha razão, que não ia mais fazer isso e que o melhor era a gente não se ver porque ela sentia algo mais do que só vontade de me comer e não sabia como ia reagir depois desse encontro. Então ficou por isso. (Duas derrotas num dia)...
Resumindo, não nos falamos por quatro ou cinco dias, até que chegou a mensagem. Era quinta-feira, geralmente de noite a gente se reunia pra tomar mate com os caras numa praça a cinco quadras da casa dos meus pais. Ela tava na mesma praça com a prima, fazendo a mesma coisa. (Pra vocês terem uma ideia, deixo o mapa aqui)

Como dá pra ver, a gente mora tudo muito perto, e ainda se conhece todo mundo na área... Já era umas 4 da manhã, me despedi dos caras e fui dormir na casa dos meus pais. Tava quase me deitando quando chega uma mensagem dela, dizendo que não parava de pensar em mim, que queria me ver, que quando tava na praça imaginou tanta coisa, queria me dar e não ia reclamar de nada. Falei pra ela que beleza, que a gente ia pra casa dos meus avós, porque lá ninguém ia encher o saco, mas tinha um problema: eu já tinha entrado na casa dos meus pais e todo mundo tava dormindo porque no outro dia trabalhavam, então bolei um plano pra sair do melhor jeito possível. Fui pegar a chave da casa dos meus avós no chaveiro comunitário, fechei a porta do meu quarto, liguei o ventilador de teto e comecei a abrir muuuuuito devagar a persiana. Quando vi que dava pra sair, me espremi por ela, pulei o muro, era uma sensação de adrenalina com tesão e sacanagem que eu tinha que aproveitar e viver o momento. Fui andando até a casa dos meus avós, mandei o endereço pra ela e falei que se aparecesse alguém, não tinha problema, já que tava tudo escuro na viela. Ela respondeu com um OK, que tava nervosa e ansiosa, mas que tava com muita vontade de rolar e saiu pra me encontrar. Eram três quadras, mas parecia que demorava anos pra chegar. Eu tava esperando ela na entrada, com a porta entreaberta e todas as luzes apagadas.
E ELA CHEGOU...
Entra, fecho a porta e a primeira coisa que falo é: "te aviso que não tem móveis, só sacos de roupa e mais nada". Na hora, não sei se ela me ouviu ou não, mas a única coisa que fez foi pegar minha cara e me beijar de língua, como se tivesse esperando aquele beijo há anos. Ela se mexia, curtia, enfiava a língua, puxava meu cabelo... Eu segurava ela pela cintura e colava no meu corpo, e isso ela gostava, porque meio que gemia e se remexia. Ficamos uns 5 minutos assim, até que, bem... A gente deu um tempinho e conversou sobre o que ia rolar.
Os dois sabiam que aquela noite ia acontecer, e que depois disso, a gente tinha que se fazer de sonsão, e por trás, no escuro, se encontrar e se comer, sem sentimento nenhum. A frase foi: quem se irrita perde, porque a real é que namorados a gente nunca ia poder ser.
A gente topou tudo que a gente se propôs e, bom, começamos a arrumar o ninho do love proibido! Pegamos uns sacos, jogamos toda a roupa fora e fizemos um colchão. A gente se olhou de novo, segurou o rosto um do outro e se beijou de boca aberta de novo, e aí começou a hora do desejo!....Nem deitamos na cama (feita de trapos velhos), começamos a tirar a roupa os dois de pé. Ela se ajoelha e começa a puxar minha calça, abaixa minha cueca e começa a chupar minha pica com muita violência, passava a língua, cuspia nela, e também enfiava minhas bolas na boca. Realmente, ela fazia como uma profissional. Voltava pra minha pica e tentava se engasgar, enquanto me olhava, fazendo uma carinha de safada que me deixava cada vez mais excitado.
Pego o cabelo dela e começo a foder a boca dela, fazendo aqueles sons tão característicos de quando alguém está se engasgando, a baba escorria do queixo dela, passava pelos peitos e chegava até o umbigo.
Eu tava tão tesudo que de repente tiro o shortinho e a calcinha dela, deito ela naquele improviso de colchão que a gente tinha feito. Ela tava toda molhada. Pego as pernas dela, levanto e começo a fazer um vai e vem por toda a genital dela, indo e vindo entre a bucetinha toda rosada e a bunda. (Ela nunca me deu). Trabalhei nas zonas dela até não caber mais nem uma gota de baba.
Eu tava muito excitado, quase nem pensava no que fazia, me deixava levar pelo tesão do momento, mas ela me fez voltar a mim quando pediu pra eu me proteger porque não tava tomando a pílula. Aí peguei a calça e tirei do bolso os preservativos que tinha... E que continue a festa!!!!
Não foi muito tempo de sexo. Devemos ter ficado uns 15 minutos metendo. Mas até hoje lembro das posições. Começamos com ela embaixo e eu por cima, as pernas dela não chegavam nos meus ombros porque ela dizia que cãibrava, mas levantei o suficiente pra sentir ela toda. Ela me empurra e diz com voz de dominatrix sensual: "agora é minha vez". Sobe em cima de mim e começa a cavalgar, eu seguro o pescoço dela com uma mão e os peitos com a outra. Ela se movia pra frente e pra trás, com uma velocidade consistente e muito forte, até ter o primeiro orgasmo. Mas não deixei por isso não, Soltou o pescoço e os peitos, pego na cintura dela e começo a mover com força, pra ela ativar de novo, e ela faz isso, igualando meu movimento de cavalgada, voltando a impor os movimentos dela sobre os meus e chegando ao orgasmo de novo, dessa vez mais rápido. Pra finalizar, era a minha vez, então deito ela de bruços, levanto as pernas dela e fico num triângulo escaleno perfeito, me enfio nela e começo a bombar com força. Ela já não tinha mais muita energia e só gemia como se tivesse curtindo e sofrendo ao mesmo tempo. Tenho que dizer que é a posição que eu mais gosto e me faz gozar rápido, então tava chegando no clímax final, ela continuava gemendo forte, até que eu consegui terminar, com um "gozada dentro", mas dessa vez com camisinha, senti dois gases de buceta (pra não ser grosseiro). A gente deitou de lado e ficou um tempão assim, recuperando a energia, enganchados igual dois cachorros grudados.
Depois que a situação sexual acabou, a gente realmente caiu na real do que tinha feito, principalmente porque eu tinha comido minha ex-prima, a ex-namorada do meu primo, e depois ficar pensando que a gente tinha gostado do que tava rolando. Por outro lado, a gente ainda tava com aquele medo de ser descoberto ou de começar a comentarem o que aconteceu. Mas fazer o quê, decidimos deixar todas essas dúvidas de lado e combinamos que seja o que Deus quiser. Se desse na telha e enquanto ninguém visse, a gente ia continuar se divertindo.Bom, essa é minha primeira história, espero que tenham gostado.. Sempre que puder vou continuar postando, por enquanto tenho mais 4 histórias pra continuar contando sobre minha ex-prima. E muitas mais!
Valeu por me deixar fazer parte!!!
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