Minha Família de Gostosas

Amigos, obrigado pelo apoio no último post, conseguimos a meta de 1000 pontos, então sou muito grato, espero que continuem apoiando os novos conteúdos. Me desculpem pela demora dessa nova entrega, mas tiro tempo de onde posso pra escrever, prometo que vocês vão ter pelo menos uma entrega por semana dessa história. Sem mais, deixo vocês com o novo capítulo.

A partir daquele momento (a foda com a Nayi), minha vida virou um turbilhão sexual, comia quase todo dia da semana, e sempre era com as irmãzinhas. O relacionamento com a Agos ia de vento em popa e ela tinha mudado bastante, tinha ficado mais "patricinha", digamos. Tudo aconteceu depois de um encontro em que a apresentei como minha namorada pra parte da minha família. Esse encontro era organizado pelos meus primos, numa das propriedades da família, uma casa de campo com uma piscina linda e um parque. A Agos, sem dúvida, era a mais gostosa de todas as patricinhas de lá, mas as riquinhas percebem certas carências e, sem dúvida, fizeram minha mina se sentir mal. Não na minha frente, claro, mas aproveitaram um momento em que eu a deixei com elas, quando fui jogar futebol com meus primos e amigos. Pra deixar claro, minhas primas e as amigas delas começaram a fazer perguntas e rapidamente sacaram as origens humildes da minha rochinha, perguntando sobre a marca do biquíni dela, os crocs que não eram originais e até por que o esmalte dela tinha descascado com o contato com a água.

Minha neguinha se quebrou na volta pra casa dela e desabafou tudo, me partiu a alma ver ela chorar.

Agos: "Aquela puta da Fernanda, me deixou super mal na frente das suas primas, amor. Me tratou como pobre, devia ter dado uma surra nela na frente de todo mundo."

A Fernanda era uma amiga das minhas primas, sempre teve vontade de me pegar e fazia questão de deixar isso bem claro, e continuava fazendo sempre que podia. Era de família rica, filha de um dos advogados mais famosos da cidade. Até tinha trabalhado com a mãe dela pra falar com a minha, pra me pressionarem a ser namorado dela. Isso aconteceu depois de que eu comi ela, ela ficou claramente apaixonada pelo meu pau
L: agos, você sabe que eu não ligo pra essas merdas todas, não dá bola pra elas, já vou falar com minhas primas
Ag: nem pense nisso, você vai me deixar como a coitada, vou me foder de trabalhar e conseguir todas as coisas que essas putas ganham dos pais
Essas coisas eu gostava nela, que não tinha medo de trabalhar e conquistar as coisas dela, mas aí eu comecei a encher ela de presentes, comprei um monte de besteira, roupa, conjuntos de lingerie, maquiagem, tudo. Como eu sabia o que comprar? A nayi me ajudou, claro, e pra ela também eu comprava, e de quebra ela me agradecia com a buceta.
Como eu comia as duas? Fácil, muitas vezes eu dormia na casa da agos, ela saía de manhã cedo pra trabalhar, a Ana também ia, e eu antes de ir embora, comia a nayi gostoso, comia de noite e quando acordava, sempre com as duas irmãs. Nunca pensei nas consequências se ela descobrisse, achava impossível, a nayi ia sofrer mais do que eu se soubesse, ela amava a irmã dela, a agos gastava quase metade do salário com o filho dela, a devoção dela depois do meu pau era o sobrinho.
As duas eram minhas putas e eu sugava tudo, a agos era a oficial, a que saía comigo, e a nayi minha amante, as duas eram muito boas na cama e eu sonhava em ter as duas juntas, mas sabia que isso nunca ia rolar, era só nos meus sonhos.
Os meses passaram voando e chegou o inverno, com os primeiros frios logo percebi um puta problema que o barraco das minhas minas tinha: as janelas e portas não isolavam nada o interior do exterior. O fogão a lenha que elas usavam pra se aquecer tinha vazamento de fumaça, então ficava um fedor horrível de fumaça dentro de casa o tempo todo, e o perigo que isso era.
De noite, o frio era insuportável dentro de casa, a nayi teve que dormir com o bebê porque não tinham cobertores suficientes pra cama e o berço, a agos Compartia a cama com a Ana pelo mesmo motivo, rapidamente levei uns cobertores pra ela poder dormir na cama dela, mas meus planos foram além, entrei em ação pra melhorar as condições dela, principalmente por causa da tristeza e preocupação que a minha mina tava quando a peste da casa ficou doente.

Então entrei em ação, meu plano era conseguir portas e janelas novas pra casa, precisava de 2 portas e 4 janelas, além disso um novo jeito de aquecer a casa, o aquecedor a lenha não dava mais, pensei em esquentar com aquecedores elétricos, por causa da falta de gás natural na casa, mas isso me levou a outro problema, que era a instalação elétrica, era muito ruim, os fios estavam presos com grampos na parede, não eram da bitola certa pra aguentar a corrente necessária, não tinha disjuntor nem DR, então tinha que trocar toda a instalação da casa.

Isso me fez pensar como conseguir tudo isso sem estourar o bolso, e a solução veio na minha cabeça rapidinho, ia "dar um golpe" no meu avô. Coloquei em prática o plano maio profundo, era uma quinta-feira e eu tava indo pro depósito cedo, no dia anterior tinha dormido cedo, a primeira coisa que fiz foi arrancar pro escritório do meu avô, Carlos.

L: Aô vô, bom dia, como cê tá véio?
C: Bom dia filho, bem bem, já tomou café?
L: Sim vô, a vó mandou bem com isso hoje de manhã
C: Beleza, me conta, por que cê veio me cumprimentar tão cedo?, o que houve?
L: hahaha véio, vim só te dar um abraço

Meu avô sempre foi muito perceptivo, por isso conseguiu criar o império dele, era esperto o véio e por isso eu tinha que ser muito inteligente pra conseguir enganar ele.

C: Faz um mês que cê não vem me cumprimentar cedo, a última vez foi pra me contar que alguma coisa tava precisando de um som bom, pra que que eu te pago? Sei não.
L: hahaha isso tem a ver com o depósito vô, cê lembra do Rubén?
C: Como não vou lembrar, é um dos nossos melhores produtores, por isso que cê cuida dele e não seus primos Meu avô sempre me falava em particular que eu era melhor no trabalho do que meus primos, eu era o neto favorito, sempre soube disso e ele sempre deixou claro, sempre tentei retribuir esse carinho com um bom trampo e ele agradecia.
L: bom, outro dia pegou fogo na casa da filha do Rubén, a casa da Mari, não sei se você lembra dela, e tão pedindo ajuda, porque perderam tudo, pensei que a gente podia dar uma força, o Rubén sempre foi gente boa com a gente desde o começo.
C: por isso que te dei meus melhores produtores, León, porque você tá ligado nessas coisas, a gente tem que cuidar dos outros, vou te transferir 50 mil pesos pro Rubén, fala pra ele que a gente cuida dos nossos amigos e que mando um abraço.
L: valeu, velho, vou levar o recado e a grana agora mesmo.

Não sei se vocês lembram, mas em 2010-11, quando essa história rola, 50 mil pesos era uma puta grana, muito mais do que precisava, o orçamento pensado era uns 30 mil pesos. Com essa grana extra, dava pra comprar dois aquecedores elétricos pra ter nos dois quartos e ainda sobrava dinheiro, decidi que ia guardar pra mim. Doeu mentir pro meu avô, mas, no fim das contas, o objetivo era o mesmo: ajudar uma família necessitada.

O tempo passou rápido e rapidinho já era terça-feira, eu já tinha falado com uma empresa de esquadrias, já tinha comprado tudo da parte elétrica, tinha comprado tudo de externo pra fazer a instalação por fora, não queria quebrar todas as paredes pra embutir os canos, além disso, tinha comprado os aquecedores. A empresa de esquadrias tinha serviço de instalação, então já tínhamos combinado o dia e horário pra eles irem. Quanto à parte elétrica, ia fazer eu mesmo com meus amigos, todo mundo da escola técnica era mais que capaz de fazer uma instalação, além disso, o pai de um deles era eletricista, então ia levar as ferramentas e dar uma mão, claro que ofereci pagar eles, mas no fim todo mundo concordou que eu ia fazer um bom churrasco e ficava por isso. Resolvido.
Agora o mais difícil era que elas aceitassem a ajuda. Decidi que fosse surpresa, uma intervenção tipo "enche o tanque", mas ia precisar da ajuda de uma das mulheres da casa, precisava de uma aliada interna. Essa ia ser a Nayi. Era de manhã e ela estava sozinha em casa, tempo mais que suficiente pra fazer tudo que eu precisava.

Falei com ela pelo Facebook, ainda não existia WhatsApp e, se existia, ainda não tinha chegado pra mim.

L: Nayi, vou precisar da sua ajuda.
N: Com o quê, nene?
L: Quero ajudar vocês com o frio em casa, só isso. Vou te falar o dia que vou e fazemos tudo tipo surpresa. Se eu contar pra Agos ou pra sua mãe, elas não vão querer.
N: Beleza, quando você vai vir nos comer? Minha irmã tá doida, acha que você tá bravo, e eu também tô com saudade, love.
L: Tô cheio de trampo, além disso tô cuidando da casa de vocês também, assim elas vão esperar menos.
N: Tá, mas tô com saudade, gor. Quero transar, tô com a buceta super quente já.
L: Vai ter que esperar, nena. O que é bom demora. Sexta de manhã vou, me espera acordada dessa vez, hdp. Temos que meter ficha pra terminar antes delas chegarem.

Sexta chegou rápido, e às 8h a equipe de "eletricistas" já tava na frente do barraco das minhas minas. Os caras das aberturas iam chegar depois, pra deixar o trampo mais rápido. Nayi, raramente, tava acordada e tinha vários cafés prontos. Me surpreendeu, ela tava cansada, tinha tido uma noite complicada com a bendi. Mandei ela pro quarto delas dormir e falei pra tentar descansar, que quando precisasse entrar no quarto, avisaria.

A casa tava bem limpa e arrumada, até o quarto da Ana. Supus que era tudo trabalho da Nayi, já que as outras duas não sabiam de nada. Isso me surpreendeu ainda mais com a atitude dela. A Nayi tinha mudado bastante, tava muito mais centrada desde que a conheci. Fazia muitas coisas por mim, era quase minha mulher.

Começamos rápido com o trampo, tirando a instalação. Antiga, montando o quadro, colocando termomagnético e disjuntor, montando a estrutura que ia sustentar a instalação. Como falei, era tudo externo, não usamos eletrocalha, sempre achei uma bosta, elas abrem, descolam. Usamos os canos de plástico e caixas externas para tomadas e interruptores. Depois disso, só faltava puxar os fios. Éramos seis e nos dividimos em três grupos: três na sala-cozinha-varanda, um no banheiro e dois no quarto da Ana.

Lá pelas 10h, chegou a empresa de esquadrias e falei pra começarem pelas portas e janelas do quarto da Ana e do outro cômodo, deixando a janela do quarto das meninas por último. A obra tava voando, muito mais rápido do que eu esperava. Achei que ia terminar só às 18h, quando a Ana chegava, e o Agos chegava às 19h.

Mas, às 13h, a instalação da sala, do banheiro e do quarto da Ana já tava pronta, e a empresa de esquadrias tava trocando a última janela, antes do quarto das meninas. A Nayi já tinha saído do quarto pra fazer uma mamadeira pro bebê e, quando viu o que tava rolando, percebi que umas lágrimas caíram. Depois, ela saiu pra comprar umas coisas pra fazer comida. Quando ela saiu, todo mundo se enfiou no quarto das minhas gurias e, por volta das 14h, tava tudo pronto. A empresa de esquadrias terminou antes da gente, fizeram um trampo foda, trocaram os caixilhos e instalaram o produto super rápido, ainda colocaram selante no quadro, super profissional e barato. Nós, da nossa parte, terminamos, ligamos a corrente, cruzamos os dedos pra não explodir nada. Não deu nada, testamos tomadas e interruptores, tudo funcionou.

Quando a Nayi voltou, já não tinha ninguém. Ela foi comprar várias coisas no mercado da região e demorou um bocado. Quando entrou e me viu sentado no sofá, descansado, se jogou em cima de mim e me beijou na boca sem parar.

N: "Como é que você vai fazer tudo isso, cara? Vão me matar, é um absurdo, eu não devia ter pedido."

Ela começou a chorar enquanto falava isso, chorava pra caralho. Como una nenita chica, la mandíbula le temblaba.
L: Merecen, Nayi, son buena gente y necesitaban una ayuda, ahora no van a pasar más frío.
N: Es que nunca nadie nos ayudó tanto, siempre éramos nosotras tres.
L: Ahora ya no están más solas, yo las voy a ayudar en lo que pueda.
Me volví a comer la boca y la cosa esquentou bastante, cuando nos dimos cuenta ya estábamos manoseándonos fuerte, yo ya tenía la mano debajo del pantalón apretándole la bunda y ella tenía la mano en mi pau apretándolo bien fuerte.
N: Para, amor, hago la comida, duermo al bebé y me fodes toda, ¿sí?
L: Mmm, bueno, solta meu pau entonces, me tocas un segundo más y ya te tengo que foder.
Nayi me soltó el pau después de acariciármelo unas veces más y se fue a cocinar rápido, yo me quedé en el sillón descansando un rato, en un momento me dormí y al rato me despertó Nayi, tocándome el hombro.
N: Acorda, gostoso, vamos comer, ya está todo listo.
Había pasado una hora, el bebé ya estaba dormido y había milanesas con puré, comimos charlando cosas bobas, ella estaba muy feliz. La ayudé a levantar la mesa y ella se puso a lavar los platos. Yo la estaba mirando y me dieron ganas de foder ela, me acerqué por atrás y apoyé el pau mientras la agarraba por las caderas.
L: Que bunda linda que você tem, Nayi.
N: Linda é o pau que você tem.
Yo empecé a besarle el cuello, mientras le manoseaba las tetas, ella trataba de seguir en su tarea, aunque ya le costaba. Le desabroché el botón del jean y se lo bajé hasta las rodillas, ahí dejó su tarea ante la expectativa. Después le bajé la tanga y me arrodillé detrás de ella, empecé a chuparle la buceta.
N: Mmm, siii, chupa bien mi buceta.
Nayi era bien puta igual que su hermana, cuando cogíamos le encantaba hablar, la muy safada. Ella empezó a empujar más la bunda para atrás para que yo tuviera mejor acceso. Yo mientras le chupaba la buceta, empecé a meterle dedos en el cu y darle chupadas.
N: Como me gusta que juegues. no meu Booty enquanto você me come assim usa a palavra: buceta
L: hoje vou te comer esse rabo
Ela disse tirando o rosto da minha buceta por um segundo
N: é? Aaaah filho da puta, continua
Continuamos uns minutos até que meu pau pediu pra meter em algum lugar, eu me levantei e meti o pau de uma vez, tudo até o fundo.
N: mmmmm que delícia de pau como me enche
L: que gostosa você é, sua puta
N: sua pica me deixa assim, adoro quando você mete tudo
L: você é minha, sabia, né?
N: sim, toda sua, sua puta, continua me comendo por favor
Continuei o mete e tira rápido, ela ficava toda molhada. Tava quase gozando quando lembrei das minhas palavras no começo, tirei o pau da buceta, desci e comecei a chupar o cu dela.
N: mmmsafado filho da puta, vai me comer o cu?
L: sim, vou arrebentar seu cu, nayi
Meti dois dedos na buceta que tava toda molhada e depois no cu pra lubrificar tudo que dava aquele buraco, continuei um tempo nisso até que nayi não aguentou mais.
N: me come o cu, arrebenta ele, faz o que quiser, mas preciso desse pau dentro de mim agora
Me levantei igual uma mola e coloquei o pau naquele buraco apertado, comecei a fazer pressão e não queria entrar, continuei um tempinho até que cedeu e mandei a cabeça no cu da nayi.
N: aaay!!! Que filho da puta, vai me arrebentar o cu
L: vai lá que a agos sempre aguenta e leva como uma campeã
N: que puta é minha irmã, mete esse pau todo no cu dela?
L: sim, tudo bem forte e ela não chora tanto igual você
Comecei a meter o pau mais pra dentro e mais pra dentro, o cu foi cedendo aos poucos, tava muito apertado, tava doendo meu pau de tanta pressão.
N: aaaah, não vou mais conseguir andar, quanto pau você tem, sinto um pedaço de pau no cu
L: já falta pouco, um pouco menos da metade
N: a metade? Que filho da puta, que pedaço de pica ahhhhh
Quando ela tava terminando a frase, meti o que faltava de pau de uma empurrada, nayi gozou toda, eu por minha parte comecei o mete e taca primeiro devagar e depois comecei a pegar ritmo, meu orgasmo não tava longe, aquele cu apertava muito
N: acaba por favor, me dá a porra não aguento mais
L: já vou gozar nayi, vou jogar toda a porra dentro de você, sabia?
N: dentro da minha bunda? que safado você é
L: sim, tudo dentro e quando eu terminar você se ajoelha e limpa bem a minha pica com essa boca, tá?
N: sim, o que você quiser ah ah ah ah
Eu meti com tudo que tinha até gozar, enfiei bem fundo e me esvaziei na bunda dela, toda a porra dentro, exatamente como eu disse. Esperei até ela terminar de gozar, quando saí da bunda dela, rápida que só ela, se virou, se ajoelhou e começou a chupar minha pica até deixar impecável
N: que pica gostosa você tem, espero que me coma pra sempre com isso
Ela me disse me olhando do chão, passando a pica toda no rosto, me deixava louco.
L: de agora até você morrer, é a única pica que pode te comer, entendeu?
N: sim senhor, sou sua
L: levantei ela pelo cabelo e comi a boca dela, essas garotas despertavam algo em mim, violento, primitivo, queria comê-las, marcá-las como minhas, comer a boca delas, os peitos, deixar marcas, enchê-las de porra, até engravidá-las pra serem só minhas. Não sei se isso acontece com todos os homens, mas as putas que elas eram, faziam isso comigo.
N: entra no carro e vamos dormir um pouco, amor, tô morta depois da foda que você me deu, me arrebentou o cu, véi, tá bem aberto
Ela me disse se tocando um pouco no buraco do cu com as mãos. Eu ri um pouco da expressão dela e vitorioso por ter arrebentado aquela bunda.
L: tô a fim de uma soneca, entro no carro e vou
N: vai logo, te espero na cama da minha mãe
Dito isso, tirou a calça toda, voou a camiseta e o sutiã, e foi pro quarto da Ana rebolando bem a bunda pra mim, eram 16h e a Ana chegava às 18h, não sei se ia dormir ou continuar comendo a nayi.

8 comentários - Minha Família de Gostosas

Que bueno el relato, ya estoy con ansias esperando el próximo relato, para saber que dicen de tu ayuda.
Que excelente relato por diós, que hermosa vida, el sueño del pibe
Terrible relato máquina sólo falto foto de las turras
no se como abra terminado tu historia pero algo que es ley en el mundo turro es nunca les des demasiado bienestar. garches leche y bendis todas las que quieras pero si les das demasiado en lo material te van a cagar. tenes que ser como un gobierno popular. les das un poquito y estendido en el tiempo. nunca todo de golpe. abrazo