Uma experiência erótica que começou como uma simples traição e, com o tempo, foi evoluindo para situações de voyeurismo, exibicionismo, atos de incesto e se transformou em verdadeiras orgias em família.
A ESPOSA DO MEU PRIMO
Faz um tempo que meu primo, filho de um irmão da minha mãe, veio morar aqui na Cidade do México, buscando uma melhora financeira e profissional na área da música. Em pouco tempo, já tava tocando com uma orquestra de certo prestígio e, através de um colega desse grupo, conheceu a Lupita, que virou namorada dele e agora é esposa. Ela é uma moreninha da minha idade, 25 anos, não muito bonita de rosto, mas com um corpão excepcionalmente gostoso, que ela fazia questão de destacar usando roupas da moda bem justinhas e curtas.
A verdade é que desde que conheci ela, fiquei muito afim e os meus instintos eróticos despertavam com ela. Meu primo contribuía pra isso ao me contar com todos os detalhes como ele comia ela, apalpava ela dentro do carro e tirava a calcinha dela pra dedar enquanto ela chupava a rola dele. Ele até me mostrou várias vezes as calcinhas sensuais que a Lupita deixava no carro depois de cada trepada. Teve uma vez que até fiquei com uma dessas calcinhas minúsculas, que guardo até hoje. Talvez naquela época eu não pensasse em casar com ela, mas com tudo isso ela foi se tornando, assim como minhas irmãs, minha fantasia erótica mais desejada. Minhas irmãs também ajudaram a aumentar minha vontade sexual pela Lupita quando eu ouvi elas comentando uma vez que a Guadalupe, quando usava meia-calça, costumava não usar calcinha. Detalhe que depois pude confirmar, embora na realidade eu respeitasse ela como namorada do meu primo e depois como esposa dele.
Mas, já casados, em várias ocasiões eu me masturbei com as calcinhas sujas dela, já que eu costumava visitar a casa dela, que ficava a menos de uma quadra de onde moro com meus pais e irmãs, tendo a chance de entrar no banheiro dela e pegar aquelas calcinhas ousadas e minúsculas pra cheirar, beijar e esfregar meu pau nelas, imaginando que tava curtindo o corpo da Lupita até gozar numa porra quente, igual faço há anos com as calcinhas gostosas das minhas irmãs. E quando as calcinhas da Lupita eram especialmente excitantes, como a maioria que ela usava, eu levava pra minha casa pra me masturbar com elas durante a noite e, no dia seguinte, devolvia e pegava as que ela tinha tirado naquele dia.
Meu primo, como bom músico que é, adora um trago e vivia me chamando pra casa dele pra tomar uma garrafa de bebida, coisa que eu aceitava de boa, porque aproveitava pra admirar o corpo escultural da esposa dele. Mesmo vestida, ela já me dava umas ereções do caralho, com aquelas saias e vestidos minúsculos e calças coladas no corpo que ela usa direto, me deixava num tesão constante. Eu sentava na frente deles e ficava de olho nas coxas lindas dela e, entre elas, umas calcinhas microscópicas que não cobriam nem metade da buceta peluda, fora que muita roupa íntima dela é transparente. Ela também tomava uns copos, o que me agradava pra caralho, porque, meio tonta, mostrava ainda mais as coisas gostosas que tem entre as pernas, a ponto de eu começar a suspeitar que ela tava me mostrando de propósito.
As coisas iam se desenrolando nesse clima, sem meu primo desconfiar de nada, e a puta excitação que a Lupita me causava. Um belo dia, cheguei na casa dela pra visitá-lo, com a maior intenção de levar as calcinhas que ela tinha tirado naquele dia. Quando entrei na casa, já senti na hora o cheiro característico da maconha queimada. A Lupita me disse que meu primo não estava em casa, que tinha saído em turnê com a orquestra onde trabalhava e ia demorar uns dois dias pra voltar, mas que ficava feliz por eu ter ido fazer um pouco de companhia pra ela. Me ofereceu um gole de bebida. Enquanto ela servia os drinques, pude admirar aquela bunda suculenta enfiada numa calça branca justa, que marcava claramente a minúscula calcinha fio dental que ela tava usando.
Sentou-se ao meu lado, conversando sobre várias coisas enquanto tomávamos um drink. Quando o copo acabou, pediu que eu servisse outros enquanto ela voltava para o quarto. Quando retornou à sala onde estávamos, já tinha trocado a calça justa por uma minissaia bem rodada e umas sandálias de salto alto sem tiras. Não usava meia, só a correntinha no tornozelo esquerdo, que sempre pensei ser um sinal de mulher bem safada. Ao pegar o copo, sentou-se agora de frente para mim, colocando a bunda gostosa na borda do sofá de um jeito que a saia caía pra baixo, deixando nus os muslos inteiros por trás até a buceta coberta pela calcinha sensual. De vez em quando, abria as pernas, expondo à minha vista tarada a calcinha preta de renda que estava usando.
Notei um certo flerte da parte dela, mas não entrei na onda por medo de me enganar e da possibilidade de ser descoberto pelo meu primo. Com o passar dos minutos, a situação ficava mais quente, ela puxava a conversa para temas sexuais e, já sem vergonha nenhuma, levantava a saia, me deixando ver à vontade suas coxas morenas e bem torneadas, ou então abria generosamente as pernas para eu ver a calcinha. Quando se levantava para qualquer coisa, fingia que deixava cair algo e, de costas para mim, se abaixava para pegar sem dobrar os joelhos, fazendo com que a saia curta subisse de tal jeito que eu podia ver suas nalgas gostosas devorando as diminutas tangas. Sentia que a pica ia explodir de tão dura que estava, e mesmo com vontade de mijar, preferia segurar, porque era impossível disfarçar o inchaço do meu pau.
Num dado momento, ela me disse que ia no banheiro. Aí eu aproveitei pra tentar acalmar um pouco a rola, porque a vontade de mijar tava apertando demais. Quando minha "prima" voltou, não deixei ela nem sentar, já me levantei e fui pro banheiro. Enquanto tava mijando, olhei pro cesto de roupa suja e, bem em cima da tampa, estavam as tangas sensuais que a Lupita tinha tirado dois minutos antes. Peguei elas e percebi o quanto estavam molhadas. Cheirei fundo e passei a língua no lugar onde tinha estado a buceta molhada dela. Não consegui me segurar e fiquei esfregando a pica nelas por um tempão, sem gozar. Caí na real: se as calcinhas estavam ali, naquele momento ela tava sem nada por baixo.
Voltei pra sala e sentei na frente dela, que já abriu as pernas na hora, mostrando toda a nudez dela. A buceta gostosa dela tava bem na minha cara, os lábios rosados aparecendo no meio daquele mato preto e grosso que rodeava tudo. A situação era tão sem vergonha que eu nem consegui disfarçar o que tava rolando, levantei e mostrei o volume que tava no meu jeans, com o pau duro pra caralho. A Lupita grudou o olho na minha ereção, ficava alternando o olhar entre os meus olhos e o volume do meu pau, enquanto dava um sorrisinho safado.
Assim que dei um passo pra ir até ela, a campainha da porta tocou, me fez recuar na hora e sentar de novo enquanto ela ia abrir a porta. Era a Luisa, a irmã mais nova dela, que chegou de visita — tão gostosa quanto a outra, mas com um rostinho mais bonito. Isso acabou com a aventura que estava prestes a rolar. Não quis ficar na mão e fui pro banheiro de novo, dessa vez depois de cheirar o cheirinho íntimo dela impregnado na calcinha minúscula. Enrolei a calcinha no meu pau e me masturbei com ela. Quando gozei, jorrei uma boa quantidade de porra no meio da peça minúscula e saí do banheiro pronto pra ir embora e deixar a Lupita com a irmã. Mas na hora de me despedir, ela falou pra eu pelo menos terminar o drink que tinha começado. Aceitei e sentei de novo pra admirar as pernas lindas da Luisa enquanto ela ia pro banheiro.
Não demorou muito para ela voltar e sentar na minha frente, de um jeito bem descarado, abriu as pernas pra eu ver, pra minha surpresa, que tinha colocado a calcinha onde eu tinha gozado minutos antes, e por tabela, meu esperma tava na buceta suculenta dela e na bundinha gostosa. Ela só ria da minha cara incrédula e tarada, com o olho fixo entre as coxas dela, sem se importar com a presença da Luísa. Fiquei nervoso, não soube o que fazer e resolvi vazar. No beijinho de despedida, senti a língua dela na minha bochecha, tipo um carinho erótico, e uma leve apertada na minha mão.
Pelo resto do dia e da noite, não consegui parar de pensar no que tinha acontecido e me masturbei várias vezes ao lembrar e imaginar as possíveis consequências. Nem preciso dizer que me excitava pra caralho, era muito provável que eu pudesse curtir em breve o corpo gostoso da esposa do meu primo, e ao mesmo tempo a consciência me pesava pelo que estava fazendo e ia fazer com ele.
No dia seguinte, fiquei tentado a voltar na casa do meu primo pra saber qual seria a reação da Lupita quando a gente se encontrasse a sós depois do que rolou. E, por mais que a excitação fosse grande, eu tava com medo de que meu primo chegasse e nos pegasse no meio de alguma putaria, ou que ela simplesmente não curtisse minha visita na ausência dele. Então me contentei em bater mais uma punheta inspirado nas paradas do dia anterior.
Passaram-se alguns dias até eu ver Lupita de novo. Fui na casa dela a convite do meu primo pra tomar uns drinks. Pensei muito antes de ir, porque tava meio com a "consciência pesada" em relação à Guadalupe pelo que rolou. Mas quando cheguei na casa dela, os medos foram embora, porque assim que entrei, senti de novo aquele cheiro característico da "erva" e os dois estavam visivelmente chapados. Não me assustava o fato de fumarem maconha, já que eu tinha experimentado anos atrás na época do colégio, mas me surpreendia que ela fumasse, porque ele, no meio musical, é super comum.
Quando entrei, Guadalupe se levantou pra me cumprimentar. Mais uma vez, senti a língua dela na minha bochecha e a leve pressão na minha mão, o que fez meu pau já começar a endurecer. Comprimentei meu primo, que naquele momento lia uns documentos. Lupita se apressou pra me oferecer uma bebida e, enquanto servia, eu passei meu olhar lascivo pelo corpo gostoso dela, que tentava cobrir com uma minissaia minúscula, super justa no corpinho delicioso dela, deixando mais da metade das coxas morenas e firmes à mostra, realçadas pelos saltos altíssimos das sapatilhas. A calcinha pequenininha que ela usava marcava claramente por baixo da roupa escassa, e dava pra ver que ela não tava de sutiã pelo balanço dos peitinhos dela sob a blusinha curta que vestia o torso. Ela percebia meu olhar percorrendo o corpo sinuoso dela e, pode-se dizer, que posava pra mim, jogando o quadril pra trás pra exibir ainda mais aquela rabuda espetacular e erguendo o peito pra me mostrar os seios soltos, com o mamilo durinho. Ela só me sorria, toda safada e provocante.
Não demorei muito pra perceber que a cor da calcinha minúscula dela era azul elétrico, porque quando ela sentou na minha frente, abriu as pernas e me deixou ver entre elas a calcinha e alguns pelinhos que cobriam a buceta dela, que a calcinha pequenininha não conseguia esconder. Lupita, enquanto me servia com a taça, sorria com um ar de safadeza, totalmente ciente de que eu tava olhando a calcinha dela, e de vez em quando piscava um olho pra mim, me provocando sem dúvida pra continuar nessa aventura erótica ousada. Meu primo tinha deixado os documentos de lado e tava conversando, ignorando o que tava rolando entre a esposa dele e eu, já que, sentado do lado dela, não percebia que as pernas da Guadalupe estavam descaradamente abertas o suficiente pra me exibir a roupa íntima dela.
A cada momento, Lupita aproveitava qualquer distração do marido pra se levantar com qualquer desculpa, rebolando provocante, de um jeito meio exagerado, o corpo delicioso dela, e escondido se acariciava a bunda ou os peitos, como se tivesse me convidando pra ser eu quem fizesse aquilo.
Essas cenas se repetiram por umas duas horas, durante as quais, de repente, um deles sumia por uns momentos e voltava aquele cheiro de erva queimada. Eu fingia que não percebia o que tava rolando, o efeito da droga aumentava neles, mas principalmente na Guadalupe, que ficava ainda mais safada depois de dar aquele "tapa" na erva, o que me favorecia, porque a atitude provocadora dela ficava mais sem-vergonha a cada momento, elevando minha excitação a ponto de, por vezes, sentir que ia "gozar seco". A pica já tava doendo de tanto tesão que a Lupita me deixava, ainda mais com a emoção estranha de estar fazendo aquilo na frente do marido dela.
Finalmente aconteceu o que eu esperava a tarde inteira: Lupita, sorrindo, piscou um olho pra mim e levantou rumo ao banheiro. Uns minutos depois, voltou e, com toda a safadeza, separou as coxas deliciosas pra me mostrar, sem vergonha nenhuma, que tinha tirado a calcinha, colocando na minha frente, com um olhar lascivo, a buceta molhada e a pelagem toda da sua xereca gostosa. Meu primo continuava conversando, totalmente alheio à putaria da esposa. Ela, com os olhos, apontava pro banheiro, até que eu entendi que queria que eu repetisse o que fiz da outra vez. Então fui pro banheiro e, direto, peguei a calcinha dela, toda encharcada do mel da buceta. Peguei, lambi o néctar da xota e, na sequência, tirei a pica pra fora e esfreguei nessa peça de lingerie excitante. Em poucos minutos, gozei, derramando todo o meu esperma no meio da calcinha, deixando ela cuidadosamente no mesmo lugar, tomando cuidado pra que o leite ficasse inteiro na calcinha, sem derrubar uma gota.
Voltei pra sala e na mesma hora a Lupita se levantou pra ir ao banheiro, de onde saiu depois de alguns minutos pra ocupar o lugar na minha frente, do lado do marido. Com toda a putaria, ela abriu as pernas e me deixou ver que já tava usando umas calcinhas minúsculas, literalmente escorrendo da minha porra. Sem tirar os olhos de mim, ela sorriu com cinismo e passou a ponta da língua devagar pelos lábios, como se estivesse saboreando, o que me fez pensar que talvez ela tivesse provado o gosto da minha gozada. Meu pau endureceu na hora, dando continuidade à minha putaria extrema. De vez em quando, a Lupita fechava as coxas com força, como se estivesse curtindo a umidade do meu esperma na buceta dela e na parte de cima das coxas, e em outros momentos abria as pernas descaradamente, me exibindo as calcinhas molhadas.
Chegou a hora de me despedir em meio aos incessantes flertes quentes da esposa do meu primo. Situações como essa se repetiram várias vezes, tanto na casa dela quanto na minha. Eu não sabia se a Lupita só queria esse tipo de situação de brincadeira ou se realmente queria transar comigo. Isso eu não tinha conseguido confirmar porque nunca tivemos a chance de ficar a sós, até que finalmente tivemos a oportunidade de conversar sobre o assunto.
Aconteceu numa festa pra qual fui convidado, onde meu primo ia tocar com uma banda formada pra ocasião. Combinamos que eu passaria na casa dele e de lá iríamos no carro dele. Quando cheguei na casa dos meus parentes, meu primo me recebeu, ainda terminando de se arrumar. Sentei na sala, e era impossível não lembrar que naquele mesmo lugar eu tinha aproveitado tantas vezes as safadezas gostosas da Lupita. Não deu pra evitar a pica dura com essas lembranças. Já tava doido pra ver a Guadalupe, me excitava imaginar a roupa que ela ia usar dessa vez. Não demorou muito pra eu descobrir.
Lupita apareceu enfiada num vestido vermelho até o chão que colava no corpo dela perfeitinho, marcando com precisão a sua figura bem torneada. Na frente, mostrava a buceta avantajada de um jeito delicioso; atrás, tinha um decotão imenso até a cintura, deixando claro que ela não tava de sutiã, até porque o balanço gostoso dos peitinhos dela não deixava dúvida nenhuma. As bundonas dela se destacavam de um jeito excitante, ainda mais com aquele andar voluptuoso. Não marcava calcinha, o que me fez pensar que era bem pequenininha ou que ela tava sem roupa íntima mesmo, o que me encheu de um tesão extremo. Nem preciso comentar a dureza do meu pau diante da presença da esposa do meu primo.
Lupita se exibiu toda pra mim, desfilando o vestido dela e, enquanto me perguntava se tava bom, ficava se acariciando a bunda enorme e os peitos de um jeito super provocante. Ela chegou perto pra me cumprimentar, me deu um beijo tão perto da minha boca que os lábios dela roçaram no canto dos meus, enquanto esfregava a bacia dela contra o volume que minha ereção fazia por baixo da calça. Eu já ia passar a mão na bunda dela quando meu primo apareceu e tudo ficou no ar.
Chegamos no lugar da festa e meu primo subiu no palco enquanto eu e a Lupita sentamos numa mesa perto do tablado. Ela, com toda a intenção de nos afastar da vista do marido, me disse pra acompanhá-la ao banheiro. Saiu rapidinho e lá, no lugar mais afastado do palco, me convidou pra dançar. Na hora, colou o corpo gostoso dela no meu, esfregando os peitinhos no meu peito e a pélvis no volume que minha piroca dura fazia. Enquanto dançávamos — ou melhor, roçávamos nossos corpos — os lábios dela roçavam os meus, até que no fim de uma das músicas ela me pediu pra ir com ela ao estacionamento pegar algo no carro. Quando chegamos, ela abriu a porta do carro, tirou de baixo do banco um tubinho de vidro com uma tampa e puxou de dentro um baseado de maconha, me convidando pra fumar, dizendo que a erva deixava ela extremamente tarada e que queria que eu ficasse igual. Na sequência, ela se aproximou de mim e juntou os lábios dela com os meus, nos perdendo num beijo apaixonado onde ela enfiava e tirava a língua da minha boca, e eu fazia o mesmo. Minhas mãos começaram a acariciar aquelas bundonas deliciosas dela enquanto ela acendia o baseado.
Depois que fumamos a erva juntos, ele apagou o baseado e guardou. Aí a gente se entregou a um beijo sem limites, trocando saliva. Minhas mãos foram direto pra aquela bundona gostosa dela, primeiro por cima do vestido, e depois, aproveitando o decote enorme, enfiei a mão por baixo e vi que ela não tava de calcinha. Senti na pele aquela bunda maravilhosa, enfiando os dedos no meio pra acariciar o cuzinho dela. Lupita tava louca de tesão, igual a mim. Ela passou a mão no meu pau por cima da calça por um tempão, enquanto eu continuava acariciando a bunda dela, até que ela sugeriu voltar pra festa pra não levantar suspeitas. E foi o que a gente fez.
Voltamos pra mesa e ficamos conversando sobre a atração enorme que sentíamos um pelo outro e a putaria que despertávamos juntos, combinando de dar vazão às nossas taras no mais absoluto segredo.
Depois que meu primo terminou a primeira apresentação e se juntou a nós, ficamos bebendo uns drinks. Uma hora depois, ele teve que voltar para a segunda apresentação, e eu e a Lupita aproveitamos pra levantar e dançar de novo, nos afastando o máximo possível do palco. Como ninguém ali nos conhecia, a gente se beijava como se fosse um casal. Tava nessa quando, de repente, a luz apagou e o salão ficou completamente escuro. Aí começamos a nos beijar com uma paixão intensa, enquanto minhas mãos iam direto pra aquela bunda gostosa dela. Ela virou de costas e esfregou aquela raba suculenta no meu pau, toda molhada de tesão. Aproveitei a situação e, sem nenhum pudor, coloquei uma mão nos peitos dela e a outra naquela boceta inchada, acariciando com a maior safadeza. A gente tava tão no fogo que decidiu ir pro carro de novo.
De novo fumamos maconha e nos entregamos à putaria. Ela sugeriu subirmos no carro, já que queria conhecer minha pica, e assim fizemos. Desde o momento em que Lupita entrou no carro, levantou o vestido até a cintura, deixando eu acariciar suas coxas e a pelagem pélvica, enfiando um dos meus dedos entre os lábios da buceta, esfregando o clitóris dela enquanto ela abaixava o zíper da minha calça, libertando meu pau duro, e começou a bater uma pra mim. Eu baixei as alças do vestido dela e comecei a chupar aqueles peitinhos gostosos, mordiscando os bicos, enquanto uma das minhas mãos na vulva dela já estava encharcada com os fluidos vaginais que jorravam daquela xota magnífica. Ela não aguentou o tesão e, se inclinando no meu colo, começou a beijar e chupar minha pica, enquanto eu enfiava a mão entre as bundonas dela, dedando a buceta e, de vez em quando, o cuzinho gostoso. Lupita, no êxtase total, gozou num orgasmo escandaloso e me pediu explicitamente para gozar na boca dela, porque queria provar meu leite. Então, descarreguei toda a minha porra dentro da boca dela, e ela engoliu até a última gota, dizendo que tinha adorado o gosto.
Voltamos pro salão, onde a luz já tinha voltado e a orquestra continuava tocando. A gente sentou e combinou que no dia seguinte meu primo ia ter um show, e que a partir das nove da noite ela ia estar sozinha e eu podia passar na casa dela, porque ela tava morrendo de vontade de eu comer ela e sentir minha pica dentro dela.
CONTINUA
Relato dedicado especialmente ao meu primo e à sua esposa gostosa, Lupita, no terceiro aniversário do casamento deles, que é uma verdadeira brasa.


A ESPOSA DO MEU PRIMO
Faz um tempo que meu primo, filho de um irmão da minha mãe, veio morar aqui na Cidade do México, buscando uma melhora financeira e profissional na área da música. Em pouco tempo, já tava tocando com uma orquestra de certo prestígio e, através de um colega desse grupo, conheceu a Lupita, que virou namorada dele e agora é esposa. Ela é uma moreninha da minha idade, 25 anos, não muito bonita de rosto, mas com um corpão excepcionalmente gostoso, que ela fazia questão de destacar usando roupas da moda bem justinhas e curtas.
A verdade é que desde que conheci ela, fiquei muito afim e os meus instintos eróticos despertavam com ela. Meu primo contribuía pra isso ao me contar com todos os detalhes como ele comia ela, apalpava ela dentro do carro e tirava a calcinha dela pra dedar enquanto ela chupava a rola dele. Ele até me mostrou várias vezes as calcinhas sensuais que a Lupita deixava no carro depois de cada trepada. Teve uma vez que até fiquei com uma dessas calcinhas minúsculas, que guardo até hoje. Talvez naquela época eu não pensasse em casar com ela, mas com tudo isso ela foi se tornando, assim como minhas irmãs, minha fantasia erótica mais desejada. Minhas irmãs também ajudaram a aumentar minha vontade sexual pela Lupita quando eu ouvi elas comentando uma vez que a Guadalupe, quando usava meia-calça, costumava não usar calcinha. Detalhe que depois pude confirmar, embora na realidade eu respeitasse ela como namorada do meu primo e depois como esposa dele.
Mas, já casados, em várias ocasiões eu me masturbei com as calcinhas sujas dela, já que eu costumava visitar a casa dela, que ficava a menos de uma quadra de onde moro com meus pais e irmãs, tendo a chance de entrar no banheiro dela e pegar aquelas calcinhas ousadas e minúsculas pra cheirar, beijar e esfregar meu pau nelas, imaginando que tava curtindo o corpo da Lupita até gozar numa porra quente, igual faço há anos com as calcinhas gostosas das minhas irmãs. E quando as calcinhas da Lupita eram especialmente excitantes, como a maioria que ela usava, eu levava pra minha casa pra me masturbar com elas durante a noite e, no dia seguinte, devolvia e pegava as que ela tinha tirado naquele dia.
Meu primo, como bom músico que é, adora um trago e vivia me chamando pra casa dele pra tomar uma garrafa de bebida, coisa que eu aceitava de boa, porque aproveitava pra admirar o corpo escultural da esposa dele. Mesmo vestida, ela já me dava umas ereções do caralho, com aquelas saias e vestidos minúsculos e calças coladas no corpo que ela usa direto, me deixava num tesão constante. Eu sentava na frente deles e ficava de olho nas coxas lindas dela e, entre elas, umas calcinhas microscópicas que não cobriam nem metade da buceta peluda, fora que muita roupa íntima dela é transparente. Ela também tomava uns copos, o que me agradava pra caralho, porque, meio tonta, mostrava ainda mais as coisas gostosas que tem entre as pernas, a ponto de eu começar a suspeitar que ela tava me mostrando de propósito.
As coisas iam se desenrolando nesse clima, sem meu primo desconfiar de nada, e a puta excitação que a Lupita me causava. Um belo dia, cheguei na casa dela pra visitá-lo, com a maior intenção de levar as calcinhas que ela tinha tirado naquele dia. Quando entrei na casa, já senti na hora o cheiro característico da maconha queimada. A Lupita me disse que meu primo não estava em casa, que tinha saído em turnê com a orquestra onde trabalhava e ia demorar uns dois dias pra voltar, mas que ficava feliz por eu ter ido fazer um pouco de companhia pra ela. Me ofereceu um gole de bebida. Enquanto ela servia os drinques, pude admirar aquela bunda suculenta enfiada numa calça branca justa, que marcava claramente a minúscula calcinha fio dental que ela tava usando.
Sentou-se ao meu lado, conversando sobre várias coisas enquanto tomávamos um drink. Quando o copo acabou, pediu que eu servisse outros enquanto ela voltava para o quarto. Quando retornou à sala onde estávamos, já tinha trocado a calça justa por uma minissaia bem rodada e umas sandálias de salto alto sem tiras. Não usava meia, só a correntinha no tornozelo esquerdo, que sempre pensei ser um sinal de mulher bem safada. Ao pegar o copo, sentou-se agora de frente para mim, colocando a bunda gostosa na borda do sofá de um jeito que a saia caía pra baixo, deixando nus os muslos inteiros por trás até a buceta coberta pela calcinha sensual. De vez em quando, abria as pernas, expondo à minha vista tarada a calcinha preta de renda que estava usando.
Notei um certo flerte da parte dela, mas não entrei na onda por medo de me enganar e da possibilidade de ser descoberto pelo meu primo. Com o passar dos minutos, a situação ficava mais quente, ela puxava a conversa para temas sexuais e, já sem vergonha nenhuma, levantava a saia, me deixando ver à vontade suas coxas morenas e bem torneadas, ou então abria generosamente as pernas para eu ver a calcinha. Quando se levantava para qualquer coisa, fingia que deixava cair algo e, de costas para mim, se abaixava para pegar sem dobrar os joelhos, fazendo com que a saia curta subisse de tal jeito que eu podia ver suas nalgas gostosas devorando as diminutas tangas. Sentia que a pica ia explodir de tão dura que estava, e mesmo com vontade de mijar, preferia segurar, porque era impossível disfarçar o inchaço do meu pau.
Num dado momento, ela me disse que ia no banheiro. Aí eu aproveitei pra tentar acalmar um pouco a rola, porque a vontade de mijar tava apertando demais. Quando minha "prima" voltou, não deixei ela nem sentar, já me levantei e fui pro banheiro. Enquanto tava mijando, olhei pro cesto de roupa suja e, bem em cima da tampa, estavam as tangas sensuais que a Lupita tinha tirado dois minutos antes. Peguei elas e percebi o quanto estavam molhadas. Cheirei fundo e passei a língua no lugar onde tinha estado a buceta molhada dela. Não consegui me segurar e fiquei esfregando a pica nelas por um tempão, sem gozar. Caí na real: se as calcinhas estavam ali, naquele momento ela tava sem nada por baixo.
Voltei pra sala e sentei na frente dela, que já abriu as pernas na hora, mostrando toda a nudez dela. A buceta gostosa dela tava bem na minha cara, os lábios rosados aparecendo no meio daquele mato preto e grosso que rodeava tudo. A situação era tão sem vergonha que eu nem consegui disfarçar o que tava rolando, levantei e mostrei o volume que tava no meu jeans, com o pau duro pra caralho. A Lupita grudou o olho na minha ereção, ficava alternando o olhar entre os meus olhos e o volume do meu pau, enquanto dava um sorrisinho safado.
Assim que dei um passo pra ir até ela, a campainha da porta tocou, me fez recuar na hora e sentar de novo enquanto ela ia abrir a porta. Era a Luisa, a irmã mais nova dela, que chegou de visita — tão gostosa quanto a outra, mas com um rostinho mais bonito. Isso acabou com a aventura que estava prestes a rolar. Não quis ficar na mão e fui pro banheiro de novo, dessa vez depois de cheirar o cheirinho íntimo dela impregnado na calcinha minúscula. Enrolei a calcinha no meu pau e me masturbei com ela. Quando gozei, jorrei uma boa quantidade de porra no meio da peça minúscula e saí do banheiro pronto pra ir embora e deixar a Lupita com a irmã. Mas na hora de me despedir, ela falou pra eu pelo menos terminar o drink que tinha começado. Aceitei e sentei de novo pra admirar as pernas lindas da Luisa enquanto ela ia pro banheiro.
Não demorou muito para ela voltar e sentar na minha frente, de um jeito bem descarado, abriu as pernas pra eu ver, pra minha surpresa, que tinha colocado a calcinha onde eu tinha gozado minutos antes, e por tabela, meu esperma tava na buceta suculenta dela e na bundinha gostosa. Ela só ria da minha cara incrédula e tarada, com o olho fixo entre as coxas dela, sem se importar com a presença da Luísa. Fiquei nervoso, não soube o que fazer e resolvi vazar. No beijinho de despedida, senti a língua dela na minha bochecha, tipo um carinho erótico, e uma leve apertada na minha mão.
Pelo resto do dia e da noite, não consegui parar de pensar no que tinha acontecido e me masturbei várias vezes ao lembrar e imaginar as possíveis consequências. Nem preciso dizer que me excitava pra caralho, era muito provável que eu pudesse curtir em breve o corpo gostoso da esposa do meu primo, e ao mesmo tempo a consciência me pesava pelo que estava fazendo e ia fazer com ele.
No dia seguinte, fiquei tentado a voltar na casa do meu primo pra saber qual seria a reação da Lupita quando a gente se encontrasse a sós depois do que rolou. E, por mais que a excitação fosse grande, eu tava com medo de que meu primo chegasse e nos pegasse no meio de alguma putaria, ou que ela simplesmente não curtisse minha visita na ausência dele. Então me contentei em bater mais uma punheta inspirado nas paradas do dia anterior.
Passaram-se alguns dias até eu ver Lupita de novo. Fui na casa dela a convite do meu primo pra tomar uns drinks. Pensei muito antes de ir, porque tava meio com a "consciência pesada" em relação à Guadalupe pelo que rolou. Mas quando cheguei na casa dela, os medos foram embora, porque assim que entrei, senti de novo aquele cheiro característico da "erva" e os dois estavam visivelmente chapados. Não me assustava o fato de fumarem maconha, já que eu tinha experimentado anos atrás na época do colégio, mas me surpreendia que ela fumasse, porque ele, no meio musical, é super comum.
Quando entrei, Guadalupe se levantou pra me cumprimentar. Mais uma vez, senti a língua dela na minha bochecha e a leve pressão na minha mão, o que fez meu pau já começar a endurecer. Comprimentei meu primo, que naquele momento lia uns documentos. Lupita se apressou pra me oferecer uma bebida e, enquanto servia, eu passei meu olhar lascivo pelo corpo gostoso dela, que tentava cobrir com uma minissaia minúscula, super justa no corpinho delicioso dela, deixando mais da metade das coxas morenas e firmes à mostra, realçadas pelos saltos altíssimos das sapatilhas. A calcinha pequenininha que ela usava marcava claramente por baixo da roupa escassa, e dava pra ver que ela não tava de sutiã pelo balanço dos peitinhos dela sob a blusinha curta que vestia o torso. Ela percebia meu olhar percorrendo o corpo sinuoso dela e, pode-se dizer, que posava pra mim, jogando o quadril pra trás pra exibir ainda mais aquela rabuda espetacular e erguendo o peito pra me mostrar os seios soltos, com o mamilo durinho. Ela só me sorria, toda safada e provocante.
Não demorei muito pra perceber que a cor da calcinha minúscula dela era azul elétrico, porque quando ela sentou na minha frente, abriu as pernas e me deixou ver entre elas a calcinha e alguns pelinhos que cobriam a buceta dela, que a calcinha pequenininha não conseguia esconder. Lupita, enquanto me servia com a taça, sorria com um ar de safadeza, totalmente ciente de que eu tava olhando a calcinha dela, e de vez em quando piscava um olho pra mim, me provocando sem dúvida pra continuar nessa aventura erótica ousada. Meu primo tinha deixado os documentos de lado e tava conversando, ignorando o que tava rolando entre a esposa dele e eu, já que, sentado do lado dela, não percebia que as pernas da Guadalupe estavam descaradamente abertas o suficiente pra me exibir a roupa íntima dela.
A cada momento, Lupita aproveitava qualquer distração do marido pra se levantar com qualquer desculpa, rebolando provocante, de um jeito meio exagerado, o corpo delicioso dela, e escondido se acariciava a bunda ou os peitos, como se tivesse me convidando pra ser eu quem fizesse aquilo.
Essas cenas se repetiram por umas duas horas, durante as quais, de repente, um deles sumia por uns momentos e voltava aquele cheiro de erva queimada. Eu fingia que não percebia o que tava rolando, o efeito da droga aumentava neles, mas principalmente na Guadalupe, que ficava ainda mais safada depois de dar aquele "tapa" na erva, o que me favorecia, porque a atitude provocadora dela ficava mais sem-vergonha a cada momento, elevando minha excitação a ponto de, por vezes, sentir que ia "gozar seco". A pica já tava doendo de tanto tesão que a Lupita me deixava, ainda mais com a emoção estranha de estar fazendo aquilo na frente do marido dela.
Finalmente aconteceu o que eu esperava a tarde inteira: Lupita, sorrindo, piscou um olho pra mim e levantou rumo ao banheiro. Uns minutos depois, voltou e, com toda a safadeza, separou as coxas deliciosas pra me mostrar, sem vergonha nenhuma, que tinha tirado a calcinha, colocando na minha frente, com um olhar lascivo, a buceta molhada e a pelagem toda da sua xereca gostosa. Meu primo continuava conversando, totalmente alheio à putaria da esposa. Ela, com os olhos, apontava pro banheiro, até que eu entendi que queria que eu repetisse o que fiz da outra vez. Então fui pro banheiro e, direto, peguei a calcinha dela, toda encharcada do mel da buceta. Peguei, lambi o néctar da xota e, na sequência, tirei a pica pra fora e esfreguei nessa peça de lingerie excitante. Em poucos minutos, gozei, derramando todo o meu esperma no meio da calcinha, deixando ela cuidadosamente no mesmo lugar, tomando cuidado pra que o leite ficasse inteiro na calcinha, sem derrubar uma gota.
Voltei pra sala e na mesma hora a Lupita se levantou pra ir ao banheiro, de onde saiu depois de alguns minutos pra ocupar o lugar na minha frente, do lado do marido. Com toda a putaria, ela abriu as pernas e me deixou ver que já tava usando umas calcinhas minúsculas, literalmente escorrendo da minha porra. Sem tirar os olhos de mim, ela sorriu com cinismo e passou a ponta da língua devagar pelos lábios, como se estivesse saboreando, o que me fez pensar que talvez ela tivesse provado o gosto da minha gozada. Meu pau endureceu na hora, dando continuidade à minha putaria extrema. De vez em quando, a Lupita fechava as coxas com força, como se estivesse curtindo a umidade do meu esperma na buceta dela e na parte de cima das coxas, e em outros momentos abria as pernas descaradamente, me exibindo as calcinhas molhadas.
Chegou a hora de me despedir em meio aos incessantes flertes quentes da esposa do meu primo. Situações como essa se repetiram várias vezes, tanto na casa dela quanto na minha. Eu não sabia se a Lupita só queria esse tipo de situação de brincadeira ou se realmente queria transar comigo. Isso eu não tinha conseguido confirmar porque nunca tivemos a chance de ficar a sós, até que finalmente tivemos a oportunidade de conversar sobre o assunto.
Aconteceu numa festa pra qual fui convidado, onde meu primo ia tocar com uma banda formada pra ocasião. Combinamos que eu passaria na casa dele e de lá iríamos no carro dele. Quando cheguei na casa dos meus parentes, meu primo me recebeu, ainda terminando de se arrumar. Sentei na sala, e era impossível não lembrar que naquele mesmo lugar eu tinha aproveitado tantas vezes as safadezas gostosas da Lupita. Não deu pra evitar a pica dura com essas lembranças. Já tava doido pra ver a Guadalupe, me excitava imaginar a roupa que ela ia usar dessa vez. Não demorou muito pra eu descobrir.
Lupita apareceu enfiada num vestido vermelho até o chão que colava no corpo dela perfeitinho, marcando com precisão a sua figura bem torneada. Na frente, mostrava a buceta avantajada de um jeito delicioso; atrás, tinha um decotão imenso até a cintura, deixando claro que ela não tava de sutiã, até porque o balanço gostoso dos peitinhos dela não deixava dúvida nenhuma. As bundonas dela se destacavam de um jeito excitante, ainda mais com aquele andar voluptuoso. Não marcava calcinha, o que me fez pensar que era bem pequenininha ou que ela tava sem roupa íntima mesmo, o que me encheu de um tesão extremo. Nem preciso comentar a dureza do meu pau diante da presença da esposa do meu primo.
Lupita se exibiu toda pra mim, desfilando o vestido dela e, enquanto me perguntava se tava bom, ficava se acariciando a bunda enorme e os peitos de um jeito super provocante. Ela chegou perto pra me cumprimentar, me deu um beijo tão perto da minha boca que os lábios dela roçaram no canto dos meus, enquanto esfregava a bacia dela contra o volume que minha ereção fazia por baixo da calça. Eu já ia passar a mão na bunda dela quando meu primo apareceu e tudo ficou no ar.
Chegamos no lugar da festa e meu primo subiu no palco enquanto eu e a Lupita sentamos numa mesa perto do tablado. Ela, com toda a intenção de nos afastar da vista do marido, me disse pra acompanhá-la ao banheiro. Saiu rapidinho e lá, no lugar mais afastado do palco, me convidou pra dançar. Na hora, colou o corpo gostoso dela no meu, esfregando os peitinhos no meu peito e a pélvis no volume que minha piroca dura fazia. Enquanto dançávamos — ou melhor, roçávamos nossos corpos — os lábios dela roçavam os meus, até que no fim de uma das músicas ela me pediu pra ir com ela ao estacionamento pegar algo no carro. Quando chegamos, ela abriu a porta do carro, tirou de baixo do banco um tubinho de vidro com uma tampa e puxou de dentro um baseado de maconha, me convidando pra fumar, dizendo que a erva deixava ela extremamente tarada e que queria que eu ficasse igual. Na sequência, ela se aproximou de mim e juntou os lábios dela com os meus, nos perdendo num beijo apaixonado onde ela enfiava e tirava a língua da minha boca, e eu fazia o mesmo. Minhas mãos começaram a acariciar aquelas bundonas deliciosas dela enquanto ela acendia o baseado.
Depois que fumamos a erva juntos, ele apagou o baseado e guardou. Aí a gente se entregou a um beijo sem limites, trocando saliva. Minhas mãos foram direto pra aquela bundona gostosa dela, primeiro por cima do vestido, e depois, aproveitando o decote enorme, enfiei a mão por baixo e vi que ela não tava de calcinha. Senti na pele aquela bunda maravilhosa, enfiando os dedos no meio pra acariciar o cuzinho dela. Lupita tava louca de tesão, igual a mim. Ela passou a mão no meu pau por cima da calça por um tempão, enquanto eu continuava acariciando a bunda dela, até que ela sugeriu voltar pra festa pra não levantar suspeitas. E foi o que a gente fez.
Voltamos pra mesa e ficamos conversando sobre a atração enorme que sentíamos um pelo outro e a putaria que despertávamos juntos, combinando de dar vazão às nossas taras no mais absoluto segredo.
Depois que meu primo terminou a primeira apresentação e se juntou a nós, ficamos bebendo uns drinks. Uma hora depois, ele teve que voltar para a segunda apresentação, e eu e a Lupita aproveitamos pra levantar e dançar de novo, nos afastando o máximo possível do palco. Como ninguém ali nos conhecia, a gente se beijava como se fosse um casal. Tava nessa quando, de repente, a luz apagou e o salão ficou completamente escuro. Aí começamos a nos beijar com uma paixão intensa, enquanto minhas mãos iam direto pra aquela bunda gostosa dela. Ela virou de costas e esfregou aquela raba suculenta no meu pau, toda molhada de tesão. Aproveitei a situação e, sem nenhum pudor, coloquei uma mão nos peitos dela e a outra naquela boceta inchada, acariciando com a maior safadeza. A gente tava tão no fogo que decidiu ir pro carro de novo.
De novo fumamos maconha e nos entregamos à putaria. Ela sugeriu subirmos no carro, já que queria conhecer minha pica, e assim fizemos. Desde o momento em que Lupita entrou no carro, levantou o vestido até a cintura, deixando eu acariciar suas coxas e a pelagem pélvica, enfiando um dos meus dedos entre os lábios da buceta, esfregando o clitóris dela enquanto ela abaixava o zíper da minha calça, libertando meu pau duro, e começou a bater uma pra mim. Eu baixei as alças do vestido dela e comecei a chupar aqueles peitinhos gostosos, mordiscando os bicos, enquanto uma das minhas mãos na vulva dela já estava encharcada com os fluidos vaginais que jorravam daquela xota magnífica. Ela não aguentou o tesão e, se inclinando no meu colo, começou a beijar e chupar minha pica, enquanto eu enfiava a mão entre as bundonas dela, dedando a buceta e, de vez em quando, o cuzinho gostoso. Lupita, no êxtase total, gozou num orgasmo escandaloso e me pediu explicitamente para gozar na boca dela, porque queria provar meu leite. Então, descarreguei toda a minha porra dentro da boca dela, e ela engoliu até a última gota, dizendo que tinha adorado o gosto.
Voltamos pro salão, onde a luz já tinha voltado e a orquestra continuava tocando. A gente sentou e combinou que no dia seguinte meu primo ia ter um show, e que a partir das nove da noite ela ia estar sozinha e eu podia passar na casa dela, porque ela tava morrendo de vontade de eu comer ela e sentir minha pica dentro dela.
CONTINUA
Relato dedicado especialmente ao meu primo e à sua esposa gostosa, Lupita, no terceiro aniversário do casamento deles, que é uma verdadeira brasa.


2 comentários - A esposa gostosa do meu primo