Tive que parar de me tocar, precisava pensar com clareza. Esperei que eles fossem para o quarto e ficassem um tempo lá. Mal conseguia ouvir o que estava acontecendo, tinha que me concentrar na minha tarefa… me aproximei lentamente da mesa sem fazer nenhum barulho, peguei o celular, toquei na tela e deslizei meu dedo. Não tinha senha! De certa forma foi uma pequena decepção, estava a segundos de acabar com toda essa situação que tanto me tinha excitado – ou pelo menos era o que eu achava.
Entrei no WhatsApp e… nada. Para minha surpresa, não havia nenhum vestígio da conversa com a Pau. A maioria das conversas era de trabalho, exceto por um grupo que tinha mais de 100 mensagens não lidas chamado "Velhos Tarados". A última mensagem do grupo dizia "depois conta tudo pra gente". Não quis entrar porque tive medo de que ele percebesse que alguém mexeu no celular dele. Não entendia o que estava acontecendo. Será que ele tinha apagado tudo? Não faria sentido, era a carta de trunfo dele. Também procurei a foto na galeria, mas só tinha pornografia. Supus que seriam arquivos que eles trocavam naquele grupo – não é estranho que num grupo, ainda mais de homens mais velhos, fiquem mandando pornô o dia todo.
Imediatamente lembrei da terminação do número do "Enzo". Procurei nos contatos e encontrei. "Eu" era o que estava escrito no nome do contato. Será que ele tinha dois celulares? O tempo estava se esgotando. A Pau certamente estava esperando minha mensagem para se livrar do velho. Tinha me ocorrido uma ideia: poderia vincular um dos meus notebooks com aquele WhatsApp e conseguir acompanhar as conversas que o velho tinha. Aquele grupo me deixava muito intrigado. O problema era que o PC estava no meu escritório e eu precisava passar pela porta do quarto para chegar lá. Era extremamente perigoso, mas eu estava disposto a correr o risco.
Me dirigi lentamente até o corredor. A porta do quarto estava entreaberta. Meu coração estava aceleradíssimo, tinha que passar rápido por ali. Fiz isso, nem parei para olhar e ver o que estavam fazendo. Fui até o escritório, peguei meu notebook e comecei a viagem de volta. Na cozinha, a curiosidade falou mais alto, espiei pelo vão que ficou entre a porta e o batente… nem nas minhas fantasias mais loucas com a Pau, eu teria imaginado o que estava vendo… Osvaldo estava deitado na nossa cama, completamente pelado, batendo uma enquanto ela estava ajoelhada na beirada da cama, entre as pernas dele, só de calcinha e tênis, chupando as bolas dele… Minha mão foi direto pro boxer enquanto admirava a cena…
Osvaldo: — Vai, gostosa, assim, isso, chupa minhas bolas que eu adoro… mmm… chupa bem, bota tudo na boca…
A Pau obedecia, acho que na esperança do celular dela tocar… mas eu estava ali, olhando, já tinha começado a me masturbar dentro do boxer…
Osvaldo: — Me olha quando tá chupando, nunca imaginei que essa carinha linda ia estar chupando minhas bolas (enquanto ele batia uma num ritmo constante), mmm assim, gata, continua chupando.
Ele se contorcia de prazer na cama, às vezes abria as pernas como se esperasse que a Pau chupasse o cu dele (ela tinha me dito que nunca faria isso, que tinha nojo).
Osvaldo: — Mmmm que putinha gostosa você é, depois com essa boquinha vai beijar seu marido, tomara que não limpe, mmmm, ahhhh, continua, putinha… pena que deixei o celular na cozinha, senão tirava umas fotos…
Minha cabeça deu um estalo, tinha perdido tempo demais olhando, meu pau não aguentava mais, mas tinha que pensar nela, no que ela estava fazendo pra que eu pudesse apagar tudo… tive que parar de olhar, de novo quase gozando.
Tinha que voltar pra cozinha, fiz isso, me esgueirei rápido pra área de serviço e liguei o notebook, cobri com toalhas pra não fazer barulho. Voltei pra cozinha, peguei o celular e fui conectar, tinha certeza que o velho não teria ideia que dava pra fazer essas coisas… Consegui, tinha o WhatsApp dele no meu PC, devolvi o celular pro lugar, e mandei a mensagem pra Pau: “Amor, não tô me sentindo bem, tô voltando, deve ter caído algo mal, beijo”.
Brrrr, Brrrr… o celular vibrou no criado-mudo. de luz, Pau parou de chupar...
Pau: - Preciso atender...
Osvaldo: - Não não, continua...
Pau: - Mas pode ser meu marido...
Osvaldo não queria parar, mas obviamente havia a possibilidade de ser eu, então pegou o celular da mesinha de cabeceira e entregou a ela...
Osvaldo: - Olha rápido, não gosto de interrupções...
Pau: - (se pudesse tê-lo fulminado com o olhar, teria feito) É ele, está voltando...
Osvaldo: - O quê?? Mentira...
Pau: - Olha (mostrou a conversa, não estava mentindo)
Osvaldo: - Puta que pariu, ele tinha ido muito longe?
Pau: - Não sei, não perguntei, saiu com amigos
Osvaldo se levantou rapidamente, com sua ereção à mostra e começou a se vestir...
Osvaldo: - Da próxima vamos a outro lugar, aqui é arriscado...
Pau não respondeu. Foi buscar um roupão no banheiro para acompanhá-lo até a porta, passaram pela cozinha, ele pegou rapidamente suas coisas e saíram juntos... Antes de ir embora, ele disse algo no ouvido dela. Pau fechou a porta rapidamente e entrou correndo em casa...
Pau: - (irritada) Demorou um monte, suponho que conseguiu fazer...
Eu: - Não, amor
Pau: - O quê?? Tá de sacanagem?? Tive que aguentar aquilo tudo e você não fez?? Por que demorou então?
Eu: - Não era aquele celular...
Pau: - Como?
Eu: - É, não tinha senha, procurei nas conversas do WhatsApp e não estava a sua, e nas últimas fotos da galeria também não, demorei porque no começo não percebi, mas o mais certo é que o velho tem 2 celulares e esse era o do trabalho...
Pau: - E agora o que fazemos?? E ainda por cima ele disse que aqui não vem mais... não quero vê-lo, amor (está prestes a começar a chorar)
Eu: - Já sei, mas a verdade é que não sei como resolver isso...
Pau: - Pensa por favor, minha cabeça vai explodir de nervoso... vou tomar banho que me sinto suja...
Eu: - Teve que fazer algo pra ele? (não podia dizer que estava espionando)
Pau: - (sem me olhar na cara) Não, por sorte não, só ficou se masturbando enquanto me olhava...
Ela estava mentindo para mim... Estava fazendo isso para se proteger? Me proteger? Não entendia...
Eu: - Ele... Você dançou?? (surpreso)
Pau:- mais ou menos, mas prefiro não falar sobre isso, vou tomar um banho…
Eu:- ok amor, vai lá, a gente vai pensar em alguma coisa.
Pau tinha mentido pra mim, tinha escondido o que tinha feito, eu também não quis dizer que tinha acesso ao WhatsApp do velho, tava muito curiosa sobre aquele grupo, precisava, primeiro, investigar por conta própria…
Ela ficou um bom tempo no banho, quando saiu, vestiu um pijama de verão e foi pra cama, mal me cumprimentou… Já era meia-noite, eu tinha ficado de bobeira na sala, pensando em como a gente podia apagar aquela foto, mas a essa altura já parecia impossível. Fui até o banheiro, espreitei no quarto e vi que Pau tava dormindo, aproveitei pra pegar meu notebook e esclarecer todas as minhas dúvidas.
Liguei o PC, abri o WhatsApp, a conversa tinha sido lida, na verdade eles estavam conversando… eram 5 pessoas no grupo, Osvaldo parecia estar duplicado, já que "EU" também fazia parte do grupo. Procurei aquela mensagem que tinha ficado rodando na minha cabeça "depois conta tudo", e confirmei minhas suspeitas. A mensagem era direcionada ao Osvaldo, eles queriam saber o que ele tinha feito com a Pau. O filho da puta tinha contado pros amigos o que tava fazendo, evidentemente naquele grupo era um mais pervertido que o outro. Rapidamente procurei entre os arquivos do grupo a foto da Pau, ainda não tinha compartilhado, tinha guardado pra ele.
Chequei se a Pau não tinha acordado por aí, e comecei a ler a conversa, queria saber o que eu tinha perdido.
Javi wsp:- depois conta tudo
Osvaldo wsp:- voltei
Javi wsp:- o que foi? Tão cedo? Não aguentou? Kkk
Osvaldo wsp:- o corno deu a volta, e tive que ir embora
Negro wsp:- nãooo, que porra, pelo menos comeu ela um pouco
Osvaldo wsp:- não, queria aproveitar aquela putinha aos poucos
Javi wsp:- conta o que você fezzzzzzzz
Paragua wsp:- eu não posso falar muito pq tá a bruxa por perto, mas vai contando kkk
Osvaldo wsp:- kkkk vocês não sabem o que é! Cheguei e ela tava Mídia arisca, mandei ela ir se trocar, ela tinha se vestido assim mesmo a filha da puta.
Javi wsp: - E ela topou?
Osvaldo: - Siiim, falei pra ela deixar só o tênis e ela apareceu com uma calcinha bem pequena, um fio, não sabem o que é essa rabaaaaaa
Negro wsp: - Nããão, que filha da puta, e dos peitos como tá?
Osvaldo wsp: - São pequenos, mas com essa bunda nem olha pros peitos, ainda tem uma carinha de menina kkkkk
Javi wsp: - Não, filho da puta, você tem que mandar alguma foto
Osvaldo: - Ainda não tenho, já vou tirar
Negro wsp: - Continua contando, que tô ficando confortável aqui kkkk
Javi wsp: - Kkkk negro punheteiro, continua contando aí
Osvaldo wsp: - E bom, se vocês interrompem…
A essa altura eu tava sentado na mesa da cozinha, rolando com uma mão e me masturbando com a barraca armada com a outra, se a Pau saísse do quarto dava pra ouvir, e fechar a aba do wsp a tempo…
Osvaldo wsp: - Eu tava no sofá quando ela apareceu vestida assim, já fui me aliviando, coloquei ela na minha frente e apalpei um pouco
Javi wsp: - Siiiim, como sempre, velho tarado
Osvaldo wsp: - Óbvio, aí fiquei chupando um pouco a bunda também, perfuminho ela tinha passado, a muito puta
Javi wsp: - E sim, todos os machos devem chupar a bunda dela sempre, deve ser do gosto da puta
A conversa tava me deixando a ponto de gozar, tinha que parar às vezes, eram 4 caras falando dela como se fosse uma puta qualquer, até no fundo eu me lamentava um pouco de não terem passado algumas das fotos pra ver o que mais eles diziam…
Osvaldo wsp: - Siiim, uma delícia essa raba, depois de ficar um tempo assim, levei pro quarto
Javi wsp: - Ela que pediu? Que puta gostosa, parece que ela gostou da cabecinha
Osvaldo wsp: - Kkkk te falei que as novinhas adoram, fiz ela me levar pelo pau pro quarto…
Negro wsp: - Nãããããão
Paragua wsp: - (emote baba)
Javi wsp: - Ufffff
Osvaldo wsp: - Me levou pra cama dela, eu já tinha tirado o sutiã, então ela tava de fio dental e tênis, demos uns beijos enquanto a cabeçuda roçava a barriga dela
Javi wsp: - nãoooo, compartilha filho da putaaaa, boquinha bonita?
Osvaldo wsp: - ééé mano, a young lady é de primeira, uma carinha, uma pele…
Javi wsp: - e acabou sendo uma puta da hora…
Osvaldo wsp: - sabe como é, elas são assim, são as mais putas, lembra daquela que o negro pegava, se fazia de senhora e depois andava com a bunda toda melada…
Negro wsp: - não me faz lembrar ajjajaja
Javi wsp: - que gostosa que ela estava, como ela chupava… você não tinha comido ela não, Osval?
Osvaldo wsp: - eu não pude ir naquela noite…
Paragua wsp: - não interrompe eles, eu
Javi wsp: - haha o paragua tá na pura masturbação também
Tive que parar de ler porque a tesão me deixou extasiado, estava à beira do gozo, pelo que lia, eles compartilhavam mulheres, parecia um hobby habitual, o nome do grupo fazia uma descrição perfeita do que eles eram… fui até a bancada pegar alguns lenços caso a gozada se tornasse inevitável… tomei um copo de água fresca, tipo pra esfriar tudo e continuar com a leitura…
Osvaldo wsp: - fiquei um bom tempo só no beijo, muita língua, como a gente gosta, enquanto apalpava aquele rabo, ela até soltou uns gemidinhos
Javi wsp: - que putinha, ela tava gostando
Osvaldo wsp: - ééé, continuava arisca, mas quando eu tocava no cuzinho ela abria um pouco hahaa
Javi wsp: - não, que delíciaaaaa, e até aí, tinha pego na cabeçuda ou não?
Osvaldo wsp: - não não, já te falei que ela era arisca, ela não me tocava, mas deixava eu tocar em tudo
Negro wsp: - e a buceta??
Osvaldo wsp: - não cheguei lá, negro, queria aproveitar aos poucos, da xereca eu ia cuidar depois mas o corno estragou…
Negro wsp: - nãooo
Osvaldo wsp: - depois disso, virei ela, coloquei de costas, lambi um pouco o pescoço, não marquei porque se o corno descobre estraga tudo, enquanto brincava com os mamilos dela e encostava o pau todo na bunda…
Javi wsp: - que tesão, amigooo
Paragua wsp: - éééé
Osvaldo wsp: - sim, Em cima, a putinha se mexia um pouco, eu encostava a bunda.
Javi wsp: - Que puta!
Osvaldo wsp: - E bom, depois disso, tirei toda a roupa e me deitei na cama dela, pernas abertas, e fiz ela chupar minhas bolas.
Javi wsp: - Ela topou?
Osvaldo: - Demorou um pouco, tive que guiar, parece que não está muito acostumada, mas aprendeu rápido…
Javi wsp: - Ufff, que tesão, irmão.
Osvaldo wsp: - Sim, ela ficou um bom tempo me chupando enquanto eu fazia uma punheta de luxo, até que o celular tocou, e bem, era o corno…
Javi wsp: - E agora, como fica tudo??
Negro wsp: - Queremos comer ela também!
Paragua: - Me junto ao Negro.
Osvaldo wsp: - Primeiro eu, e depois talvez eu apresento ela pra vocês haha, já sabem como são as regras: primeiro quem faz todo o trabalho, e depois aparecem os urubus haha.
Nessa altura, eu não sabia se estavam falando sério ou zoando, se realmente eram um grupo organizado que se dedicava a esse tipo de "festas".
Osvaldo wsp: - Falei pra ela ir ao hotel, mas não sei o que vai acontecer, na casa dela é meio arriscado… Vamos ver o que ela me diz.
Javi wsp: - Muito bom, Osval, vai contando o que ela te disser.
Negro wsp: - É, não nos deixe de fora, dá pra fazer uma festa com sua sobrinha!!
Paragua wsp: - Ufff, como seria bom isso!
Osvaldo wsp: - Haha, a masturbação tá fazendo mal pra vocês, as coisas vão devagar.
Javi wsp: - Se for pela Andrea, ela topa fácil, ela curte tudo isso…
Osvaldo wsp: - Calma, Javi, essa novinha eu tenho que levar com calma… Vou dormir, rapaziada, a gente se fala amanhã….
Aí ele encerrou a conversa. Os outros continuaram, mas deixei as conversas posteriores para depois. Várias dúvidas tinham surgido: tinham falado de uma tal de Andrea, a sobrinha dele. Seria realmente sua sobrina? Ou era um apelido? E mais ainda: será que era a sobrinha que está com o Enzo? Precisava continuar lendo, mas estava cansado, com tesão, e a Pau podia acordar para ir ao banheiro ou tomar água, então terminei minha masturbação, reli a conversa e fui dormir. No dia seguinte… Aí eu pensei no que fazer.
Domingo de manhã... eu acordei, o Pau não estava ao meu lado, estava tomando café da manhã...
Eu: — Bom dia, amor.
Pau: — Bom dia. (O tom dele estava bem sem graça.) Pensou em algo?
Eu: — (Respirei fundo.) Sim, mas é muito arriscado, bastante na verdade.
Pau: — O que você pensou? Vamos ver... me conta. (Sem muita empolgação.)
Eu: — Bom, também não me fale assim... não sei se você vai gostar, você teria que passar a noite com ele...
Pau: — (Quase cuspindo o café.) O quê??????
Eu: — Sim, mas espera, deixa eu terminar. Você diz pra ele que eu fui... sei lá... digamos que fui pra praia, um lugar que fique longe, e que implica em eu passar a noite lá. Isso seria pra ele querer vir aqui e não como ele disse ao ir embora: "Da próxima vamos pra outro lugar"... Dessa vez, em vez de pegar o celular dele, eu pego as chaves do carro, as da casa dele, o documento e vou pra lá...
Pau: — Você enlouqueceu??? Pensei que você ia propor algo sério, você é um idiota. (Ele estava ficando bravo.)
Eu: — Me escuta, eu sei que é muito arriscado... mas não tem muitas opções. Eu sei que o cara é viúvo e mora sozinho, ele me contou um dia conversando na porta, e ele não mora muito longe daqui. Eu precisaria dos documentos dele pra saber qual é o endereço.
Pau: — E você acha que ele não vai ouvir a caminhonete dele ligando??
Eu: — Você diz pra ele estacionar na esquina pra não chamar a atenção dos vizinhos...
Pau: — E se ele ouvir a janela da sala abrindo quando você estiver saindo??
Eu: — Eu vou estar lá fora... as coisas dele você passa pra mim pela janela da lavanderia...
Pau: — E se ele me vir pegando as coisas dele?? Sério, o que você pensou é uma burrice...
Eu: — Espera, ele com certeza vai deixar tudo largado como da outra vez, inclusive como ele fica à noite, provavelmente vai trazer uma mochila, uma bolsinha ou algo assim... Você diz pra ele que é obcecada por organização, se pode deixar as coisas dele na lavanderia porque te incomoda ver elas ali, enquanto oferece algo pra beber. O cara vai dizer que sim, não vai suspeitar de nada... você vai na lavanderia, me dá as coisas, e daqui a pouco leva ele pra... peça e vou embora… tudo isso, desde que ele não traga o celular que tem suas fotos…. Se ele trouxer esse celular, eu deleto as fotos e a gente vê como podemos cortar tudo…
Pau:- você entende que está me dizendo que vai entrar na casa do cara? Imagina se algum vizinho te vê ou algo assim, chamam a polícia, tudo vai vir à tona… e além disso, supondo que você consiga, e volte, no máximo 3 horas depois… ele vai continuar aqui, onde você vai dormir? O que você vai fazer?
Eu:- já pensei em tudo (fazendo de conta que sou o Jimmy Neutrônico -procura no Google se não sabe quem é haha-) na hora que eu for na casa dele, vai ser tarde, vou ir com um moletom, um boné e até posso conseguir uma peruca ou algo que funcione como os cabelos do velho, entro na casa e pronto. Faço o celular tocar, e encontro rápido, se por acaso estiver desligado eu procuro, vai me levar mais tempo mas vou encontrar, além disso você pode pedir pra ele te mandar uma mensagem antes de sair, pra deixar aquele celular à mão, talvez ele deixe em cima de uma mesa depois de te mandar a mensagem e vai ser moleza. Na volta entro com muito cuidado, deixo as coisas na mochila pela janela, e vou pra casa do Luca.
Pau:- às 3 da manhã?
Eu:- sim, digo que vou sair com uma gatinha e volto tipo 2 ou 3 da manhã e não posso voltar pra casa…
Pau:- claro, e ele vai te dar cobertura assim do nada?? Já fez isso antes??
Eu:- amor, é meu amigo, mora sozinho, óbvio que vai me dar cobertura, me diz, eu já dormi fora de casa alguma vez?
Pau:- vou ficar que nem uma corna…
Eu:- o Luca nem vai dar importância pra isso, é a única forma, eu não posso passar a noite atrás da casa…. O que você acha??
Pau:- quando seria isso?
Eu:- na sexta que vem…
Pau:- você entende que não vou conseguir escapar do velho, né?? Tipo, tô convidando ele pra passar a noite…
Eu:- eu sei amor, se quiser eu encaro ele e a gente termina com isso, foi você que me disse que não queria que isso viesse à tona
Pau:- (abatida) eu sei amor, me dá muito nojo o velho, mas enfim…. Não me outra.
Eu: - ok, então a gente tem que preparar tudo pra sexta.
Durante o domingo, o Pau tentou convencer ele de novo a aceitar vir em casa na sexta. Ele queria ir pro hotel, mesmo sabendo que eu não ia estar lá essa noite… mas o Pau manteve a firmeza e finalmente conseguiu.
A semana passou com umas particularidades. O Pau mal saía de casa quando os pedreiros estavam lá, só eu tinha contato com eles. O Enzo parou de vir na obra, no lugar o Osvaldo tinha trazido outro cara. A verdade é que a gente não deu muita importância, nossa cabeça tava focada em apagar essas fotos e recuperar nossa vida… embora pra mim a situação tava me deixando com muito tesão, dia após dia, eu lia as conversas e ficava muito excitado… sempre acabava numa punheta, já que durante a semana toda o Pau não quis saber de nada de transar, era compreensível, ela tava muito preocupada com tudo que tava rolando…
As mensagens entre o Pau e o velho tinham virado algo habitual, ele tentava constantemente levar a conversa pra um “papinho quente”, mas o Pau se mantinha distante, “arisca” como ele dizia. Isso eu soube pelo que ele contava no chat dos “velhos tarados”, já que ela pra mim não tava contando muito. Realmente senti ela muito distante essa semana…
Também aproveitei pra comprar as coisas que precisava, na loja de festa consegui uma peruca que imitava os poucos cabelos que o Osvaldo amarrava. Também passei na loja de eletrônicos pra comprar 2 câmerinhas, uma pra sala e outra pro quarto. O Pau não sabia de nada disso, eram tão pequenas que passariam totalmente despercebidas.
O fato dela ter negado ou escondido o que tinha feito com o velho no sábado me gerou essa necessidade de filmar pra realmente saber o que ia acontecer quando eu fosse pra casa do Osvaldo, já que com certeza ela nem ia querer falar sobre o assunto. Uma tarde que o Pau não tava, aproveitei pra fazer a instalação e deixar tudo pronto. Também preparei um dos meus notebooks com uns cabos, caso precisasse extrair informações do celular do velho, uma vez que estivesse na casa dele... Finalmente, chegou a sexta-feira, era nosso último dia de férias. A partir de segunda-feira voltaríamos à rotina normal de trabalho, só que alternaríamos nosso home-office para poder ficar em casa e abrir a porta para os pedreiros.
A tarde caía, tínhamos tudo pronto, eu estava lá fora, a Pau tinha colocado um shorts jeans preto, que marcava toda a sua bunda, ficava uma delícia, e um top de um ombro só, também preto. Ela estava uma gostosa, ele tinha sido claro, queria que dessa vez ela o esperasse como se fosse sair com as amigas.
Por volta das 20h30, Osvaldo estacionou na esquina de casa e caminhou até a porta. Driiiim!
Nossos corações pararam. Ela foi abrir...
Osvaldo: (entrando pela sala, tinha colocado um jeans preto e uma camiseta branca, de novo com um visual impecável, tinha tomado banho antes de sair) Então o corno saiu com os amigos de novo...
Pau: Não chama ele assim...
Osvaldo: Haha, não fica brava, já te falei que não quero você na defensiva, senão isso vai demorar... (enquanto se sentava no banco da cozinha e apoiava suas coisas; realmente, tinha trazido uma pequena bolsa de mão)
Pau: Te incomoda se eu levar isso pro lavanderia? (apontando pra bolsa) Tenho uma neura com organização, não consigo ver as coisas fora do lugar.
Osvaldo hesitou...
Pau: (sem deixar ele responder) Te sirvo alguma coisa pra beber? Tenho cerveja bem gelada...
Ela se aproximou da geladeira, se abaixou pra pegar as brejas, ele ficou hipnotizado com o rabo da Pau. Quase sem perceber, esticou a mão pra pegar a garrafa de cerveja enquanto ela pegava a bolsa e se dirigia à lavanderia...
Osvaldo: Espera (por trás, segurou ela pela cintura, quase perdendo o equilíbrio no banco, a virou; Pau tinha a bolsa nas mãos) Você ainda não me deu um beijinho...
Ela aproximou a boca, e ele a segurou.
Osvaldo: Assim não, já te falei outro dia como eu gosto, põe a linguinha pra fora...
Pau obedeceu, pôs a língua pra fora e a aproximou da boca do Osvaldo, que aproveitou pra agarrar ela pela bunda e começou a chupar sua língua.
Osvaldo: Mmm, que delícia que a gente vai se divertir hoje, docinho... Pode ir (enquanto suas mãos pareciam não conseguir se soltar da bunda da Pau).
Ela entrou na lavanderia, eu estava atrás da janela, quase sem me olhar, ela apoiou a bolsa de um jeito que eu pudesse alcançar. Inspecionei instantaneamente: o celular era o do trabalho, então a tarefa de ir até a casa dele começava. Peguei as chaves da caminhonete, as da casa dele e o documento. Pau saiu rapidamente da lavanderia. Eu tive que levá-lo até o quarto para que eu pudesse ir embora, mas... Ao sair, Osvaldo estava esperando por ela, ela se surpreendeu, ele agarrou a bunda dela e puxou-a contra seu corpo, encostando-se na parede de tal forma que as costas de Pau ficaram voltadas para a janela da lavanderia. Eu podia ver tudo, e a escuridão da noite me protegia de que eles me vissem.
Ele começou a beijá-la enquanto apalpava sua bunda...
Osvaldo: — Você me deixou com muito tesão com aquele beijo agora há pouco.
Pau: (tentando se afastar) — Espera, você não quer ir lá? (apontando para o corredor)
Osvaldo: — Não, gostosa, temos a noite toda. Vou te comer pela casa inteira.
Pau não teve escolha a não ser se entregar...
Ele começou a beijá-la desesperadamente, enquanto suas mãos apertavam a bunda de Pau por cima do short...
Osvaldo: — Mmmmm, que putinha você está, que perfume gostoso você passou. Desabotoa minha calça...
Dava para ver que Pau estava tensa, certamente sabendo que eu estava atrás da janela vendo tudo. Ela começou a desabotoar a calça dele, enquanto os beijos de Osvaldo não paravam. Às vezes, ela metia a língua, sabendo que era isso que ele queria. Seu pau estava prestes a explodir, ele usava uma cueca preta... Até agora, a iniciativa era apenas dele; ela timidamente o segurou pela cintura, e ele cada vez mais aproximava o corpo de Pau ao seu, fazendo seu pau esbarrar no abdômen dela.
Ele parou de beijá-la, a empurrou alguns centímetros para trás e puxou a cueca para baixo. Seu pau rapidamente ficou ereto ao ser libertado...
Osvaldo: — Viu como você me deixa assim, docinho? Manda ver, me masturba...
Pau aproximou a mão lentamente e começou a masturbá-lo...
Osvaldo: — Mmm, isso, docinho, assim mesmo, devagarzinho. Trata ele bem, putinha...
A imagem era sublime. O velho estava encostado na parede enquanto ela, com o corpo levemente arqueado, segurava seu pau enquanto o masturbava...
Osvaldo: — Tira o top, gostosa. Quero ver seus peitinhos...
Ela começou a tirá-lo. Assim que seus braços se levantaram, ele aproveitou para começar a chupar seus seios...
Osvaldo: — (enquanto as chupava) mmm que delícia de peitinhos, gata, parecem os de uma adolescente, não sabe como me deixam excitado… (Pau não emitia palavra) fala comigo, menina, eu gosto de te ouvir… Percebi que Pau estava muito fria, certamente porque sabia que eu estava vendo, precisava que fossem para o outro lado da casa para que eu pudesse ir embora, ele parou com a tarefa e a segurou pelos ombros. Osvaldo: - Olha, menina, se você não entrar no clima, vai se dar mal, começa a curtir porque senão vai sofrer (estava falando muito sério, Pau se assustou). Eu tô me segurando porque sei que você é uma vadiazinha delicada… então entra no clima, ok? (ele estava se segurando? O que ele queria dizer? O que seria capaz de fazer?) Pau: - (assustada) ok, sim Osvaldo: - Sim, papai, me chama assim (seu tom havia mudado completamente, era muito autoritário) Pau: - (com muita timidez) sim, papai… Osvaldo: - mmmm, tira o short e continua me masturbando, gata… Ela estava muito assustada, seu corpo tremia, se virou e começou a abaixar o short, sua bunda havia ficado a centímetros do pau ereto de Osvaldo… Osvaldo: - (enquanto se aproximava para apoiá-la) mmmm isso, viu? Assim eu gosto mais, bem vadiazinha Pau estava usando uma calcinha fio dental turquesa, que sumia entre suas nádegas, ficava muito linda nela, Osvaldo não se aguentou, se abaixou, puxou a calcinha e começou a chupar sua bunda, enquanto a segurava pelos quadris para que ela não caísse para frente…
Osvaldo: - Que bunda linda você tem, gata. A semana toda fiquei pensando no seu cu.
Com os polegares, ele separava as nádegas da Pau para conseguir brincar bem com a língua.
Osvaldo: - Mmm, você gosta que chupem seu cuzinho, docinho? (Pau demorava para responder) Fala, putinha...
Pau: - Sim... Pai. (Ela tentava não olhar para frente, porque sabia que ele provavelmente ainda estava lá, observando tudo)
Eu estava muito excitado vendo tudo. Estava de moletom, então pude enfiar a mão com muita facilidade para me masturbar enquanto observava o que eles faziam...
Osvaldo: - (Alternava suas lambidas no buraquinho da Pau com a conversa) É, docinho? Quem chupa melhor? O corno ou eu?
Pau: - Você, pai. (Aos poucos ela foi se soltando, já não demorava para responder. Não sabia se era por medo, ou porque tinha começado a gostar...)
Ele começou a salivar o cu dela enquanto chupava e, às vezes, alternava com os dedos, para aos poucos ir dilatando o buraquinho... Ele se levantou, mas não sem antes dar um bom cuspe na bunda. Ficou de pé atrás dela, seu pau estava na altura do buraquinho da Pau... Ele sussurrou no ouvido dela enquanto dava beijos na nuca e no pescoço...
Osvaldo: - Vou encher seu cuzinho de porra, sua putinha gostosa...
Pau: - Não dá, não entra...
Enquanto ele apoiava com força a cabeça do pau no cu da Pau... Realmente não entrava. Sexo anal não era habitual para nós, na verdade só havíamos tentado algumas vezes, e ela não tinha gostado...
Osvaldo percebeu que entrar naquela bunda não seria tarefa fácil. Ele precisava de mais estímulo e ela ainda estava um pouco tensa. Então, enquanto agarrava um dos seios com a outra mão, ele pegou a mão da Pau e a levou até o pau, para que ela começasse a masturbá-lo. A cabeça do pau continuava apoiada no buraquinho. A posição era um tanto incômoda para ela. Ele, enquanto isso, chupava seu pescoço e seus dedos brincavam com o mamilo da Pau.
Osvaldo: - Continua me masturbando, docinho, que estou quase enchendo seu cu de leite... mmmmmmmmm... Isso, vai, putinha... Mais. Forte...
Pau de costas, acelerei a masturbação como pude, e a porra começou a jorrar da cabeça do pau.
Osvaldo: - Ahhhhhhhhhhhhhhhhh, siiiiiiiiiiiiiiiiiim, mmmmmmmmmmmmmmmm
Ele levou seu tempo para se recuperar...
Osvaldo: - Mmm que lindo, gata... (enquanto a afastava para ver a bunda da Pau coberta de porra, pude ver como escorria entre as pernas dela, caindo no chão)
Ele a pegou pelo ombro e, com uma das mãos, esfregou a porra que tinha ficado no buraquinho por toda a bunda...
Osvaldo: - Você tem que limpar aqui, docinho (apontando para o chão, havia uma quantidade considerável de porra, bem grossa)
Pau balançou a cabeça, deu alguns passos para ir até a cozinha buscar um pano ou um guardanapo, mas ele interrompeu o caminho segurando seu braço...
Osvaldo: - Não, não (acompanhou suas palavras com um gesto de cabeça) você tem que limpar com a linguinha...
Pau: - (surpresa) Isso é nojento!
Osvaldo: - (apertou mais forte o braço da Pau) O que eu te disse? Seja obediente, senão...
Pau virou a cabeça para a janela, acho que procurando minha aprovação, ou proteção? A questão é que eu estava com a calça e a cueca pelos joelhos, tinha soltado uma porrada de porra na grama... não podia fazer muita coisa. Pau não teve escolha, ajoelhou-se no chão e com a língua começou a juntar o sêmen derramado, deu umas engasgadas, assim que juntou todo o leite na boca, saiu correndo para o banheiro, ele a seguiu... era minha chance de sair de casa...
Entrei no WhatsApp e… nada. Para minha surpresa, não havia nenhum vestígio da conversa com a Pau. A maioria das conversas era de trabalho, exceto por um grupo que tinha mais de 100 mensagens não lidas chamado "Velhos Tarados". A última mensagem do grupo dizia "depois conta tudo pra gente". Não quis entrar porque tive medo de que ele percebesse que alguém mexeu no celular dele. Não entendia o que estava acontecendo. Será que ele tinha apagado tudo? Não faria sentido, era a carta de trunfo dele. Também procurei a foto na galeria, mas só tinha pornografia. Supus que seriam arquivos que eles trocavam naquele grupo – não é estranho que num grupo, ainda mais de homens mais velhos, fiquem mandando pornô o dia todo.
Imediatamente lembrei da terminação do número do "Enzo". Procurei nos contatos e encontrei. "Eu" era o que estava escrito no nome do contato. Será que ele tinha dois celulares? O tempo estava se esgotando. A Pau certamente estava esperando minha mensagem para se livrar do velho. Tinha me ocorrido uma ideia: poderia vincular um dos meus notebooks com aquele WhatsApp e conseguir acompanhar as conversas que o velho tinha. Aquele grupo me deixava muito intrigado. O problema era que o PC estava no meu escritório e eu precisava passar pela porta do quarto para chegar lá. Era extremamente perigoso, mas eu estava disposto a correr o risco.
Me dirigi lentamente até o corredor. A porta do quarto estava entreaberta. Meu coração estava aceleradíssimo, tinha que passar rápido por ali. Fiz isso, nem parei para olhar e ver o que estavam fazendo. Fui até o escritório, peguei meu notebook e comecei a viagem de volta. Na cozinha, a curiosidade falou mais alto, espiei pelo vão que ficou entre a porta e o batente… nem nas minhas fantasias mais loucas com a Pau, eu teria imaginado o que estava vendo… Osvaldo estava deitado na nossa cama, completamente pelado, batendo uma enquanto ela estava ajoelhada na beirada da cama, entre as pernas dele, só de calcinha e tênis, chupando as bolas dele… Minha mão foi direto pro boxer enquanto admirava a cena…
Osvaldo: — Vai, gostosa, assim, isso, chupa minhas bolas que eu adoro… mmm… chupa bem, bota tudo na boca…
A Pau obedecia, acho que na esperança do celular dela tocar… mas eu estava ali, olhando, já tinha começado a me masturbar dentro do boxer…
Osvaldo: — Me olha quando tá chupando, nunca imaginei que essa carinha linda ia estar chupando minhas bolas (enquanto ele batia uma num ritmo constante), mmm assim, gata, continua chupando.
Ele se contorcia de prazer na cama, às vezes abria as pernas como se esperasse que a Pau chupasse o cu dele (ela tinha me dito que nunca faria isso, que tinha nojo).
Osvaldo: — Mmmm que putinha gostosa você é, depois com essa boquinha vai beijar seu marido, tomara que não limpe, mmmm, ahhhh, continua, putinha… pena que deixei o celular na cozinha, senão tirava umas fotos…
Minha cabeça deu um estalo, tinha perdido tempo demais olhando, meu pau não aguentava mais, mas tinha que pensar nela, no que ela estava fazendo pra que eu pudesse apagar tudo… tive que parar de olhar, de novo quase gozando.
Tinha que voltar pra cozinha, fiz isso, me esgueirei rápido pra área de serviço e liguei o notebook, cobri com toalhas pra não fazer barulho. Voltei pra cozinha, peguei o celular e fui conectar, tinha certeza que o velho não teria ideia que dava pra fazer essas coisas… Consegui, tinha o WhatsApp dele no meu PC, devolvi o celular pro lugar, e mandei a mensagem pra Pau: “Amor, não tô me sentindo bem, tô voltando, deve ter caído algo mal, beijo”.
Brrrr, Brrrr… o celular vibrou no criado-mudo. de luz, Pau parou de chupar...
Pau: - Preciso atender...
Osvaldo: - Não não, continua...
Pau: - Mas pode ser meu marido...
Osvaldo não queria parar, mas obviamente havia a possibilidade de ser eu, então pegou o celular da mesinha de cabeceira e entregou a ela...
Osvaldo: - Olha rápido, não gosto de interrupções...
Pau: - (se pudesse tê-lo fulminado com o olhar, teria feito) É ele, está voltando...
Osvaldo: - O quê?? Mentira...
Pau: - Olha (mostrou a conversa, não estava mentindo)
Osvaldo: - Puta que pariu, ele tinha ido muito longe?
Pau: - Não sei, não perguntei, saiu com amigos
Osvaldo se levantou rapidamente, com sua ereção à mostra e começou a se vestir...
Osvaldo: - Da próxima vamos a outro lugar, aqui é arriscado...
Pau não respondeu. Foi buscar um roupão no banheiro para acompanhá-lo até a porta, passaram pela cozinha, ele pegou rapidamente suas coisas e saíram juntos... Antes de ir embora, ele disse algo no ouvido dela. Pau fechou a porta rapidamente e entrou correndo em casa...
Pau: - (irritada) Demorou um monte, suponho que conseguiu fazer...
Eu: - Não, amor
Pau: - O quê?? Tá de sacanagem?? Tive que aguentar aquilo tudo e você não fez?? Por que demorou então?
Eu: - Não era aquele celular...
Pau: - Como?
Eu: - É, não tinha senha, procurei nas conversas do WhatsApp e não estava a sua, e nas últimas fotos da galeria também não, demorei porque no começo não percebi, mas o mais certo é que o velho tem 2 celulares e esse era o do trabalho...
Pau: - E agora o que fazemos?? E ainda por cima ele disse que aqui não vem mais... não quero vê-lo, amor (está prestes a começar a chorar)
Eu: - Já sei, mas a verdade é que não sei como resolver isso...
Pau: - Pensa por favor, minha cabeça vai explodir de nervoso... vou tomar banho que me sinto suja...
Eu: - Teve que fazer algo pra ele? (não podia dizer que estava espionando)
Pau: - (sem me olhar na cara) Não, por sorte não, só ficou se masturbando enquanto me olhava...
Ela estava mentindo para mim... Estava fazendo isso para se proteger? Me proteger? Não entendia...
Eu: - Ele... Você dançou?? (surpreso)
Pau:- mais ou menos, mas prefiro não falar sobre isso, vou tomar um banho…
Eu:- ok amor, vai lá, a gente vai pensar em alguma coisa.
Pau tinha mentido pra mim, tinha escondido o que tinha feito, eu também não quis dizer que tinha acesso ao WhatsApp do velho, tava muito curiosa sobre aquele grupo, precisava, primeiro, investigar por conta própria…
Ela ficou um bom tempo no banho, quando saiu, vestiu um pijama de verão e foi pra cama, mal me cumprimentou… Já era meia-noite, eu tinha ficado de bobeira na sala, pensando em como a gente podia apagar aquela foto, mas a essa altura já parecia impossível. Fui até o banheiro, espreitei no quarto e vi que Pau tava dormindo, aproveitei pra pegar meu notebook e esclarecer todas as minhas dúvidas.
Liguei o PC, abri o WhatsApp, a conversa tinha sido lida, na verdade eles estavam conversando… eram 5 pessoas no grupo, Osvaldo parecia estar duplicado, já que "EU" também fazia parte do grupo. Procurei aquela mensagem que tinha ficado rodando na minha cabeça "depois conta tudo", e confirmei minhas suspeitas. A mensagem era direcionada ao Osvaldo, eles queriam saber o que ele tinha feito com a Pau. O filho da puta tinha contado pros amigos o que tava fazendo, evidentemente naquele grupo era um mais pervertido que o outro. Rapidamente procurei entre os arquivos do grupo a foto da Pau, ainda não tinha compartilhado, tinha guardado pra ele.
Chequei se a Pau não tinha acordado por aí, e comecei a ler a conversa, queria saber o que eu tinha perdido.
Javi wsp:- depois conta tudo
Osvaldo wsp:- voltei
Javi wsp:- o que foi? Tão cedo? Não aguentou? Kkk
Osvaldo wsp:- o corno deu a volta, e tive que ir embora
Negro wsp:- nãooo, que porra, pelo menos comeu ela um pouco
Osvaldo wsp:- não, queria aproveitar aquela putinha aos poucos
Javi wsp:- conta o que você fezzzzzzzz
Paragua wsp:- eu não posso falar muito pq tá a bruxa por perto, mas vai contando kkk
Osvaldo wsp:- kkkk vocês não sabem o que é! Cheguei e ela tava Mídia arisca, mandei ela ir se trocar, ela tinha se vestido assim mesmo a filha da puta.
Javi wsp: - E ela topou?
Osvaldo: - Siiim, falei pra ela deixar só o tênis e ela apareceu com uma calcinha bem pequena, um fio, não sabem o que é essa rabaaaaaa
Negro wsp: - Nããão, que filha da puta, e dos peitos como tá?
Osvaldo wsp: - São pequenos, mas com essa bunda nem olha pros peitos, ainda tem uma carinha de menina kkkkk
Javi wsp: - Não, filho da puta, você tem que mandar alguma foto
Osvaldo: - Ainda não tenho, já vou tirar
Negro wsp: - Continua contando, que tô ficando confortável aqui kkkk
Javi wsp: - Kkkk negro punheteiro, continua contando aí
Osvaldo wsp: - E bom, se vocês interrompem…
A essa altura eu tava sentado na mesa da cozinha, rolando com uma mão e me masturbando com a barraca armada com a outra, se a Pau saísse do quarto dava pra ouvir, e fechar a aba do wsp a tempo…
Osvaldo wsp: - Eu tava no sofá quando ela apareceu vestida assim, já fui me aliviando, coloquei ela na minha frente e apalpei um pouco
Javi wsp: - Siiiim, como sempre, velho tarado
Osvaldo wsp: - Óbvio, aí fiquei chupando um pouco a bunda também, perfuminho ela tinha passado, a muito puta
Javi wsp: - E sim, todos os machos devem chupar a bunda dela sempre, deve ser do gosto da puta
A conversa tava me deixando a ponto de gozar, tinha que parar às vezes, eram 4 caras falando dela como se fosse uma puta qualquer, até no fundo eu me lamentava um pouco de não terem passado algumas das fotos pra ver o que mais eles diziam…
Osvaldo wsp: - Siiim, uma delícia essa raba, depois de ficar um tempo assim, levei pro quarto
Javi wsp: - Ela que pediu? Que puta gostosa, parece que ela gostou da cabecinha
Osvaldo wsp: - Kkkk te falei que as novinhas adoram, fiz ela me levar pelo pau pro quarto…
Negro wsp: - Nãããããão
Paragua wsp: - (emote baba)
Javi wsp: - Ufffff
Osvaldo wsp: - Me levou pra cama dela, eu já tinha tirado o sutiã, então ela tava de fio dental e tênis, demos uns beijos enquanto a cabeçuda roçava a barriga dela
Javi wsp: - nãoooo, compartilha filho da putaaaa, boquinha bonita?
Osvaldo wsp: - ééé mano, a young lady é de primeira, uma carinha, uma pele…
Javi wsp: - e acabou sendo uma puta da hora…
Osvaldo wsp: - sabe como é, elas são assim, são as mais putas, lembra daquela que o negro pegava, se fazia de senhora e depois andava com a bunda toda melada…
Negro wsp: - não me faz lembrar ajjajaja
Javi wsp: - que gostosa que ela estava, como ela chupava… você não tinha comido ela não, Osval?
Osvaldo wsp: - eu não pude ir naquela noite…
Paragua wsp: - não interrompe eles, eu
Javi wsp: - haha o paragua tá na pura masturbação também
Tive que parar de ler porque a tesão me deixou extasiado, estava à beira do gozo, pelo que lia, eles compartilhavam mulheres, parecia um hobby habitual, o nome do grupo fazia uma descrição perfeita do que eles eram… fui até a bancada pegar alguns lenços caso a gozada se tornasse inevitável… tomei um copo de água fresca, tipo pra esfriar tudo e continuar com a leitura…
Osvaldo wsp: - fiquei um bom tempo só no beijo, muita língua, como a gente gosta, enquanto apalpava aquele rabo, ela até soltou uns gemidinhos
Javi wsp: - que putinha, ela tava gostando
Osvaldo wsp: - ééé, continuava arisca, mas quando eu tocava no cuzinho ela abria um pouco hahaa
Javi wsp: - não, que delíciaaaaa, e até aí, tinha pego na cabeçuda ou não?
Osvaldo wsp: - não não, já te falei que ela era arisca, ela não me tocava, mas deixava eu tocar em tudo
Negro wsp: - e a buceta??
Osvaldo wsp: - não cheguei lá, negro, queria aproveitar aos poucos, da xereca eu ia cuidar depois mas o corno estragou…
Negro wsp: - nãooo
Osvaldo wsp: - depois disso, virei ela, coloquei de costas, lambi um pouco o pescoço, não marquei porque se o corno descobre estraga tudo, enquanto brincava com os mamilos dela e encostava o pau todo na bunda…
Javi wsp: - que tesão, amigooo
Paragua wsp: - éééé
Osvaldo wsp: - sim, Em cima, a putinha se mexia um pouco, eu encostava a bunda.
Javi wsp: - Que puta!
Osvaldo wsp: - E bom, depois disso, tirei toda a roupa e me deitei na cama dela, pernas abertas, e fiz ela chupar minhas bolas.
Javi wsp: - Ela topou?
Osvaldo: - Demorou um pouco, tive que guiar, parece que não está muito acostumada, mas aprendeu rápido…
Javi wsp: - Ufff, que tesão, irmão.
Osvaldo wsp: - Sim, ela ficou um bom tempo me chupando enquanto eu fazia uma punheta de luxo, até que o celular tocou, e bem, era o corno…
Javi wsp: - E agora, como fica tudo??
Negro wsp: - Queremos comer ela também!
Paragua: - Me junto ao Negro.
Osvaldo wsp: - Primeiro eu, e depois talvez eu apresento ela pra vocês haha, já sabem como são as regras: primeiro quem faz todo o trabalho, e depois aparecem os urubus haha.
Nessa altura, eu não sabia se estavam falando sério ou zoando, se realmente eram um grupo organizado que se dedicava a esse tipo de "festas".
Osvaldo wsp: - Falei pra ela ir ao hotel, mas não sei o que vai acontecer, na casa dela é meio arriscado… Vamos ver o que ela me diz.
Javi wsp: - Muito bom, Osval, vai contando o que ela te disser.
Negro wsp: - É, não nos deixe de fora, dá pra fazer uma festa com sua sobrinha!!
Paragua wsp: - Ufff, como seria bom isso!
Osvaldo wsp: - Haha, a masturbação tá fazendo mal pra vocês, as coisas vão devagar.
Javi wsp: - Se for pela Andrea, ela topa fácil, ela curte tudo isso…
Osvaldo wsp: - Calma, Javi, essa novinha eu tenho que levar com calma… Vou dormir, rapaziada, a gente se fala amanhã….
Aí ele encerrou a conversa. Os outros continuaram, mas deixei as conversas posteriores para depois. Várias dúvidas tinham surgido: tinham falado de uma tal de Andrea, a sobrinha dele. Seria realmente sua sobrina? Ou era um apelido? E mais ainda: será que era a sobrinha que está com o Enzo? Precisava continuar lendo, mas estava cansado, com tesão, e a Pau podia acordar para ir ao banheiro ou tomar água, então terminei minha masturbação, reli a conversa e fui dormir. No dia seguinte… Aí eu pensei no que fazer.
Domingo de manhã... eu acordei, o Pau não estava ao meu lado, estava tomando café da manhã...
Eu: — Bom dia, amor.
Pau: — Bom dia. (O tom dele estava bem sem graça.) Pensou em algo?
Eu: — (Respirei fundo.) Sim, mas é muito arriscado, bastante na verdade.
Pau: — O que você pensou? Vamos ver... me conta. (Sem muita empolgação.)
Eu: — Bom, também não me fale assim... não sei se você vai gostar, você teria que passar a noite com ele...
Pau: — (Quase cuspindo o café.) O quê??????
Eu: — Sim, mas espera, deixa eu terminar. Você diz pra ele que eu fui... sei lá... digamos que fui pra praia, um lugar que fique longe, e que implica em eu passar a noite lá. Isso seria pra ele querer vir aqui e não como ele disse ao ir embora: "Da próxima vamos pra outro lugar"... Dessa vez, em vez de pegar o celular dele, eu pego as chaves do carro, as da casa dele, o documento e vou pra lá...
Pau: — Você enlouqueceu??? Pensei que você ia propor algo sério, você é um idiota. (Ele estava ficando bravo.)
Eu: — Me escuta, eu sei que é muito arriscado... mas não tem muitas opções. Eu sei que o cara é viúvo e mora sozinho, ele me contou um dia conversando na porta, e ele não mora muito longe daqui. Eu precisaria dos documentos dele pra saber qual é o endereço.
Pau: — E você acha que ele não vai ouvir a caminhonete dele ligando??
Eu: — Você diz pra ele estacionar na esquina pra não chamar a atenção dos vizinhos...
Pau: — E se ele ouvir a janela da sala abrindo quando você estiver saindo??
Eu: — Eu vou estar lá fora... as coisas dele você passa pra mim pela janela da lavanderia...
Pau: — E se ele me vir pegando as coisas dele?? Sério, o que você pensou é uma burrice...
Eu: — Espera, ele com certeza vai deixar tudo largado como da outra vez, inclusive como ele fica à noite, provavelmente vai trazer uma mochila, uma bolsinha ou algo assim... Você diz pra ele que é obcecada por organização, se pode deixar as coisas dele na lavanderia porque te incomoda ver elas ali, enquanto oferece algo pra beber. O cara vai dizer que sim, não vai suspeitar de nada... você vai na lavanderia, me dá as coisas, e daqui a pouco leva ele pra... peça e vou embora… tudo isso, desde que ele não traga o celular que tem suas fotos…. Se ele trouxer esse celular, eu deleto as fotos e a gente vê como podemos cortar tudo…
Pau:- você entende que está me dizendo que vai entrar na casa do cara? Imagina se algum vizinho te vê ou algo assim, chamam a polícia, tudo vai vir à tona… e além disso, supondo que você consiga, e volte, no máximo 3 horas depois… ele vai continuar aqui, onde você vai dormir? O que você vai fazer?
Eu:- já pensei em tudo (fazendo de conta que sou o Jimmy Neutrônico -procura no Google se não sabe quem é haha-) na hora que eu for na casa dele, vai ser tarde, vou ir com um moletom, um boné e até posso conseguir uma peruca ou algo que funcione como os cabelos do velho, entro na casa e pronto. Faço o celular tocar, e encontro rápido, se por acaso estiver desligado eu procuro, vai me levar mais tempo mas vou encontrar, além disso você pode pedir pra ele te mandar uma mensagem antes de sair, pra deixar aquele celular à mão, talvez ele deixe em cima de uma mesa depois de te mandar a mensagem e vai ser moleza. Na volta entro com muito cuidado, deixo as coisas na mochila pela janela, e vou pra casa do Luca.
Pau:- às 3 da manhã?
Eu:- sim, digo que vou sair com uma gatinha e volto tipo 2 ou 3 da manhã e não posso voltar pra casa…
Pau:- claro, e ele vai te dar cobertura assim do nada?? Já fez isso antes??
Eu:- amor, é meu amigo, mora sozinho, óbvio que vai me dar cobertura, me diz, eu já dormi fora de casa alguma vez?
Pau:- vou ficar que nem uma corna…
Eu:- o Luca nem vai dar importância pra isso, é a única forma, eu não posso passar a noite atrás da casa…. O que você acha??
Pau:- quando seria isso?
Eu:- na sexta que vem…
Pau:- você entende que não vou conseguir escapar do velho, né?? Tipo, tô convidando ele pra passar a noite…
Eu:- eu sei amor, se quiser eu encaro ele e a gente termina com isso, foi você que me disse que não queria que isso viesse à tona
Pau:- (abatida) eu sei amor, me dá muito nojo o velho, mas enfim…. Não me outra.
Eu: - ok, então a gente tem que preparar tudo pra sexta.
Durante o domingo, o Pau tentou convencer ele de novo a aceitar vir em casa na sexta. Ele queria ir pro hotel, mesmo sabendo que eu não ia estar lá essa noite… mas o Pau manteve a firmeza e finalmente conseguiu.
A semana passou com umas particularidades. O Pau mal saía de casa quando os pedreiros estavam lá, só eu tinha contato com eles. O Enzo parou de vir na obra, no lugar o Osvaldo tinha trazido outro cara. A verdade é que a gente não deu muita importância, nossa cabeça tava focada em apagar essas fotos e recuperar nossa vida… embora pra mim a situação tava me deixando com muito tesão, dia após dia, eu lia as conversas e ficava muito excitado… sempre acabava numa punheta, já que durante a semana toda o Pau não quis saber de nada de transar, era compreensível, ela tava muito preocupada com tudo que tava rolando…
As mensagens entre o Pau e o velho tinham virado algo habitual, ele tentava constantemente levar a conversa pra um “papinho quente”, mas o Pau se mantinha distante, “arisca” como ele dizia. Isso eu soube pelo que ele contava no chat dos “velhos tarados”, já que ela pra mim não tava contando muito. Realmente senti ela muito distante essa semana…
Também aproveitei pra comprar as coisas que precisava, na loja de festa consegui uma peruca que imitava os poucos cabelos que o Osvaldo amarrava. Também passei na loja de eletrônicos pra comprar 2 câmerinhas, uma pra sala e outra pro quarto. O Pau não sabia de nada disso, eram tão pequenas que passariam totalmente despercebidas.
O fato dela ter negado ou escondido o que tinha feito com o velho no sábado me gerou essa necessidade de filmar pra realmente saber o que ia acontecer quando eu fosse pra casa do Osvaldo, já que com certeza ela nem ia querer falar sobre o assunto. Uma tarde que o Pau não tava, aproveitei pra fazer a instalação e deixar tudo pronto. Também preparei um dos meus notebooks com uns cabos, caso precisasse extrair informações do celular do velho, uma vez que estivesse na casa dele... Finalmente, chegou a sexta-feira, era nosso último dia de férias. A partir de segunda-feira voltaríamos à rotina normal de trabalho, só que alternaríamos nosso home-office para poder ficar em casa e abrir a porta para os pedreiros.
A tarde caía, tínhamos tudo pronto, eu estava lá fora, a Pau tinha colocado um shorts jeans preto, que marcava toda a sua bunda, ficava uma delícia, e um top de um ombro só, também preto. Ela estava uma gostosa, ele tinha sido claro, queria que dessa vez ela o esperasse como se fosse sair com as amigas.

Por volta das 20h30, Osvaldo estacionou na esquina de casa e caminhou até a porta. Driiiim! Nossos corações pararam. Ela foi abrir...
Osvaldo: (entrando pela sala, tinha colocado um jeans preto e uma camiseta branca, de novo com um visual impecável, tinha tomado banho antes de sair) Então o corno saiu com os amigos de novo...
Pau: Não chama ele assim...
Osvaldo: Haha, não fica brava, já te falei que não quero você na defensiva, senão isso vai demorar... (enquanto se sentava no banco da cozinha e apoiava suas coisas; realmente, tinha trazido uma pequena bolsa de mão)
Pau: Te incomoda se eu levar isso pro lavanderia? (apontando pra bolsa) Tenho uma neura com organização, não consigo ver as coisas fora do lugar.
Osvaldo hesitou...
Pau: (sem deixar ele responder) Te sirvo alguma coisa pra beber? Tenho cerveja bem gelada...
Ela se aproximou da geladeira, se abaixou pra pegar as brejas, ele ficou hipnotizado com o rabo da Pau. Quase sem perceber, esticou a mão pra pegar a garrafa de cerveja enquanto ela pegava a bolsa e se dirigia à lavanderia...
Osvaldo: Espera (por trás, segurou ela pela cintura, quase perdendo o equilíbrio no banco, a virou; Pau tinha a bolsa nas mãos) Você ainda não me deu um beijinho...
Ela aproximou a boca, e ele a segurou.
Osvaldo: Assim não, já te falei outro dia como eu gosto, põe a linguinha pra fora...
Pau obedeceu, pôs a língua pra fora e a aproximou da boca do Osvaldo, que aproveitou pra agarrar ela pela bunda e começou a chupar sua língua.
Osvaldo: Mmm, que delícia que a gente vai se divertir hoje, docinho... Pode ir (enquanto suas mãos pareciam não conseguir se soltar da bunda da Pau).
Ela entrou na lavanderia, eu estava atrás da janela, quase sem me olhar, ela apoiou a bolsa de um jeito que eu pudesse alcançar. Inspecionei instantaneamente: o celular era o do trabalho, então a tarefa de ir até a casa dele começava. Peguei as chaves da caminhonete, as da casa dele e o documento. Pau saiu rapidamente da lavanderia. Eu tive que levá-lo até o quarto para que eu pudesse ir embora, mas... Ao sair, Osvaldo estava esperando por ela, ela se surpreendeu, ele agarrou a bunda dela e puxou-a contra seu corpo, encostando-se na parede de tal forma que as costas de Pau ficaram voltadas para a janela da lavanderia. Eu podia ver tudo, e a escuridão da noite me protegia de que eles me vissem.
Ele começou a beijá-la enquanto apalpava sua bunda...
Osvaldo: — Você me deixou com muito tesão com aquele beijo agora há pouco.
Pau: (tentando se afastar) — Espera, você não quer ir lá? (apontando para o corredor)
Osvaldo: — Não, gostosa, temos a noite toda. Vou te comer pela casa inteira.
Pau não teve escolha a não ser se entregar...
Ele começou a beijá-la desesperadamente, enquanto suas mãos apertavam a bunda de Pau por cima do short...
Osvaldo: — Mmmmm, que putinha você está, que perfume gostoso você passou. Desabotoa minha calça...
Dava para ver que Pau estava tensa, certamente sabendo que eu estava atrás da janela vendo tudo. Ela começou a desabotoar a calça dele, enquanto os beijos de Osvaldo não paravam. Às vezes, ela metia a língua, sabendo que era isso que ele queria. Seu pau estava prestes a explodir, ele usava uma cueca preta... Até agora, a iniciativa era apenas dele; ela timidamente o segurou pela cintura, e ele cada vez mais aproximava o corpo de Pau ao seu, fazendo seu pau esbarrar no abdômen dela.
Ele parou de beijá-la, a empurrou alguns centímetros para trás e puxou a cueca para baixo. Seu pau rapidamente ficou ereto ao ser libertado...
Osvaldo: — Viu como você me deixa assim, docinho? Manda ver, me masturba...
Pau aproximou a mão lentamente e começou a masturbá-lo...
Osvaldo: — Mmm, isso, docinho, assim mesmo, devagarzinho. Trata ele bem, putinha...
A imagem era sublime. O velho estava encostado na parede enquanto ela, com o corpo levemente arqueado, segurava seu pau enquanto o masturbava...
Osvaldo: — Tira o top, gostosa. Quero ver seus peitinhos...
Ela começou a tirá-lo. Assim que seus braços se levantaram, ele aproveitou para começar a chupar seus seios...
Osvaldo: — (enquanto as chupava) mmm que delícia de peitinhos, gata, parecem os de uma adolescente, não sabe como me deixam excitado… (Pau não emitia palavra) fala comigo, menina, eu gosto de te ouvir… Percebi que Pau estava muito fria, certamente porque sabia que eu estava vendo, precisava que fossem para o outro lado da casa para que eu pudesse ir embora, ele parou com a tarefa e a segurou pelos ombros. Osvaldo: - Olha, menina, se você não entrar no clima, vai se dar mal, começa a curtir porque senão vai sofrer (estava falando muito sério, Pau se assustou). Eu tô me segurando porque sei que você é uma vadiazinha delicada… então entra no clima, ok? (ele estava se segurando? O que ele queria dizer? O que seria capaz de fazer?) Pau: - (assustada) ok, sim Osvaldo: - Sim, papai, me chama assim (seu tom havia mudado completamente, era muito autoritário) Pau: - (com muita timidez) sim, papai… Osvaldo: - mmmm, tira o short e continua me masturbando, gata… Ela estava muito assustada, seu corpo tremia, se virou e começou a abaixar o short, sua bunda havia ficado a centímetros do pau ereto de Osvaldo… Osvaldo: - (enquanto se aproximava para apoiá-la) mmmm isso, viu? Assim eu gosto mais, bem vadiazinha Pau estava usando uma calcinha fio dental turquesa, que sumia entre suas nádegas, ficava muito linda nela, Osvaldo não se aguentou, se abaixou, puxou a calcinha e começou a chupar sua bunda, enquanto a segurava pelos quadris para que ela não caísse para frente…

Osvaldo: - Que bunda linda você tem, gata. A semana toda fiquei pensando no seu cu.Com os polegares, ele separava as nádegas da Pau para conseguir brincar bem com a língua.
Osvaldo: - Mmm, você gosta que chupem seu cuzinho, docinho? (Pau demorava para responder) Fala, putinha...
Pau: - Sim... Pai. (Ela tentava não olhar para frente, porque sabia que ele provavelmente ainda estava lá, observando tudo)
Eu estava muito excitado vendo tudo. Estava de moletom, então pude enfiar a mão com muita facilidade para me masturbar enquanto observava o que eles faziam...
Osvaldo: - (Alternava suas lambidas no buraquinho da Pau com a conversa) É, docinho? Quem chupa melhor? O corno ou eu?
Pau: - Você, pai. (Aos poucos ela foi se soltando, já não demorava para responder. Não sabia se era por medo, ou porque tinha começado a gostar...)
Ele começou a salivar o cu dela enquanto chupava e, às vezes, alternava com os dedos, para aos poucos ir dilatando o buraquinho... Ele se levantou, mas não sem antes dar um bom cuspe na bunda. Ficou de pé atrás dela, seu pau estava na altura do buraquinho da Pau... Ele sussurrou no ouvido dela enquanto dava beijos na nuca e no pescoço...
Osvaldo: - Vou encher seu cuzinho de porra, sua putinha gostosa...
Pau: - Não dá, não entra...
Enquanto ele apoiava com força a cabeça do pau no cu da Pau... Realmente não entrava. Sexo anal não era habitual para nós, na verdade só havíamos tentado algumas vezes, e ela não tinha gostado...
Osvaldo percebeu que entrar naquela bunda não seria tarefa fácil. Ele precisava de mais estímulo e ela ainda estava um pouco tensa. Então, enquanto agarrava um dos seios com a outra mão, ele pegou a mão da Pau e a levou até o pau, para que ela começasse a masturbá-lo. A cabeça do pau continuava apoiada no buraquinho. A posição era um tanto incômoda para ela. Ele, enquanto isso, chupava seu pescoço e seus dedos brincavam com o mamilo da Pau.
Osvaldo: - Continua me masturbando, docinho, que estou quase enchendo seu cu de leite... mmmmmmmmm... Isso, vai, putinha... Mais. Forte...
Pau de costas, acelerei a masturbação como pude, e a porra começou a jorrar da cabeça do pau.
Osvaldo: - Ahhhhhhhhhhhhhhhhh, siiiiiiiiiiiiiiiiiim, mmmmmmmmmmmmmmmm
Ele levou seu tempo para se recuperar...
Osvaldo: - Mmm que lindo, gata... (enquanto a afastava para ver a bunda da Pau coberta de porra, pude ver como escorria entre as pernas dela, caindo no chão)
Ele a pegou pelo ombro e, com uma das mãos, esfregou a porra que tinha ficado no buraquinho por toda a bunda...
Osvaldo: - Você tem que limpar aqui, docinho (apontando para o chão, havia uma quantidade considerável de porra, bem grossa)
Pau balançou a cabeça, deu alguns passos para ir até a cozinha buscar um pano ou um guardanapo, mas ele interrompeu o caminho segurando seu braço...
Osvaldo: - Não, não (acompanhou suas palavras com um gesto de cabeça) você tem que limpar com a linguinha...
Pau: - (surpresa) Isso é nojento!
Osvaldo: - (apertou mais forte o braço da Pau) O que eu te disse? Seja obediente, senão...
Pau virou a cabeça para a janela, acho que procurando minha aprovação, ou proteção? A questão é que eu estava com a calça e a cueca pelos joelhos, tinha soltado uma porrada de porra na grama... não podia fazer muita coisa. Pau não teve escolha, ajoelhou-se no chão e com a língua começou a juntar o sêmen derramado, deu umas engasgadas, assim que juntou todo o leite na boca, saiu correndo para o banheiro, ele a seguiu... era minha chance de sair de casa...
15 comentários - Pedreiros em Casa (Parte IX) Extorsão
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