Tive que parar de me tocar, precisava pensar com clareza. Esperei eles irem pro quarto e ficarem um tempo lá, mal dava pra ouvir o que rolava, tinha que me concentrar na minha missão… me aproximei devagar da mesa sem fazer barulho, peguei o celular, toquei na tela e deslizei o dedo. Não tinha senha! De certa forma foi uma pequena decepção, tava a segundos de acabar com toda essa situação que tanto me excitou — ou pelo menos era o que eu achava. Entrei no WhatsApp e… nada… pra minha surpresa, não tinha nenhum vestígio da conversa com a Pau. A maioria das conversas era de trabalho, exceto por um grupo que tinha mais de 100 mensagens não lidas, chamado “Velhos Safados”. A última mensagem do grupo dizia “depois conta tudo pra gente”. Não quis entrar porque tava com medo de ele perceber que alguém mexeu no celular dele. Não entendia o que tava rolando, será que ele tinha apagado tudo? Não faria sentido, era a carta na manga dele. Também procurei a foto na galeria, mas só tinha pornô. Achei que fossem arquivos que eles compartilhavam naquele grupo — não é estranho que num grupo, ainda mais de caras mais velhos, fiquem passando porno o dia inteiro. Na hora lembrei do final do número do “Enzo”. Procurei nos contatos e encontrei: “eu” era o que tava escrito no nome do contato. Será que ele tinha dois celulares? O tempo tava acabando, a Pau com certeza tava esperando minha mensagem pra se livrar do velho. Me veio uma ideia: eu podia vincular um dos meus notebooks com aquele WhatsApp e continuar acompanhando as conversas que o velho tinha. Aquele grupo me dava muita curiosidade. O problema é que o PC tava no meu escritório e eu precisava passar pela porta do quarto pra chegar lá. Era super arriscado, mas tava disposto a correr o risco.
Fui devagar até o corredor, a porta do quarto tava entreaberta, meu coração tava a mil. Precisava passar rápido por ali. Fiz isso, nem parei pra olhar o que eles tavam fazendo. Fui até o escritório, peguei meu notebook e comecei a volta. Pra cozinha, a curiosidade me venceu, olhei pelo espaço que tinha ficado entre a porta e o batente… nem nas minhas fantasias mais loucas com a Pau, eu teria imaginado o que tava vendo… O Osvaldo tava deitado na nossa cama, peladão, se masturbando enquanto ela tava ajoelhada na beira da cama, entre as pernas dele, só de fio dental e tênis, chupando os ovos dele…. Minha mão foi direto pra cueca enquanto eu admirava a cena…
Osvaldo: - Vai, bebê, assim, isso, chupa meus ovos que eu adoro… mmm… chupa bem, enfia na boca…
A Pau obedecia, suponho que esperando o celular dela tocar… mas eu tava ali, olhando eles, já tinha começado a me masturbar dentro da cueca..
Osvaldo: - Me olha quando chupa, nunca pensei que ia ter essa carinha linda chupando meus ovos (enquanto ele se masturbava num ritmo constante), mmm assim bebê, continua chupando
Ele se contorcia de prazer na cama, às vezes abria as pernas como se esperasse a Pau chupar o cu dele (tinha me dito que nunca faria isso, que tinha muito nojo)
Osvaldo: - mmmmm que putinha gostosa você é, depois com essa boquinha vai beijar seu marido, mais vale que não se limpe, mmmmm, ahhhh, continua putinha… pena que deixei o celular na cozinha, senão tirava umas fotos tuas….
Minha cabeça deu um clique, tinha perdido tempo demais olhando, meu pau não aguentava mais, mas eu tinha que pensar nela, no que ela tava fazendo pra eu poder apagar tudo… tive que parar de olhar, de novo quase gozando.
Tinha que voltar pra cozinha, voltei, me enfiei rapidamente na pia e liguei meu notebook, cobri ele com toalhas pra não fazer barulho. Voltei pra cozinha, peguei o celular e me preparei pra conectar, tinha certeza que o velho não faria ideia que essas coisas podiam ser feitas… Conectei, tinha o WhatsApp dele no meu pc, devolvi o celular pro lugar, e mandei a mensagem pra Pau: “Amor, não tou me sentindo bem, tô voltando, devo ter comido algo estragado, beijo”.
Brrrr, Brrrr… o celular vibrava na mesinha de luz, Pau parou de chupar ele…
Pau:- tenho que atender…
Osvaldo:- não não, continua…
Pau:- mas pode ser meu marido…
Osvaldo não queria parar, mas obviamente tinha a possibilidade de ser eu, então pegou o celular da mesinha de cabeceira e entregou pra ela…
Osvaldo:- dá uma olhada rápido, não gosto de interrupções…
Pau:- (se pudesse matar ele com o olhar, teria feito) é ele, tá voltando…
Osvaldo:- que?? Mentira…
Pau:- olha (mostrou a conversa, não tava mentindo)
Osvaldo:- caralho, a puta mãe, tinha ido longe demais?
Pau:- não sei, não perguntei, ele saiu com os amigos
Osvaldo se levantou rapidamente, com a pica dura, e começou a se vestir…
Osvaldo:- na próxima vamos pra outro lugar, aqui é arriscado…
Pau não respondeu. Foi pegar um roupão no banheiro pra acompanhar ele até a porta, ele passou pela cozinha, pegou as coisas rápido e saíram juntos.. Antes de ir, ele sussurrou algo no ouvido dela. Pau fechou a porta rápido e entrou correndo em casa…
Pau:- (brava) demorou pra caralho, espero que tenha conseguido…
Eu:- não, love
Pau:- que?? Tá me zoando?? Tive que aturar ele esse tempo todo e você não fez?? Então por que demorou?
Eu:- não era aquele celular…
Pau:- como?
Eu:- sim, não tinha senha, procurei nas conversas do whatsapp e não achei a sua, e nas fotos recentes da galeria também não, demorei porque no começo não percebi, mas o mais provável é que o velho tem dois celulares e esse era do trabalho…
Pau:- e agora o que a gente faz?? Ainda me disse que não vem mais aqui… não quero ver ele, love (quase começando a chorar)
Eu:- eu sei, mas a verdade é que não sei como resolver…
Pau:- pensa, por favor, minha cabeça vai explodir de nervoso… vou tomar um banho que me sinto suja…
Eu:- você teve que fazer alguma coisa com ele? (não podia dizer que tinha estado espionando)
Pau:- (sem olhar na minha cara) não, por sorte não, só ficou se masturbando enquanto me olhava…
Ela tava mentindo… Será que era pra se proteger? Me proteger? Não entendia..
Eu:- ele Você dançou?? (estranhando)
Pau:- mais ou menos, mas prefiro não falar sobre isso, vou tomar um banho…
Eu:- ok amor, vai, a gente vai dar um jeito.
Pau tinha mentido pra mim, tinha escondido o que fez, e eu também não quis contar que tinha acesso ao WhatsApp do velho, tava muito curiosa sobre aquele grupo, precisava, primeiro, dar uma olhada por conta própria….
Ela ficou um tempão no chuveiro, quando saiu, vestiu um pijama de verão e foi pra cama, mal me cumprimentou…. Já era meia-noite, eu tinha ficado enrolando na sala, pensando em como a gente podia apagar aquela foto, mas nessa altura já parecia impossível. Fui até o banheiro, espiei o quarto e vi que a Pau tava dormindo, aproveitei pra pegar meu notebook e tirar todas as minhas dúvidas.
Liguei o PC, abri o WhatsApp, a conversa já tinha sido lida, na verdade tavam falando… eram 5 pessoas no grupo, o Osvaldo parecia estar duplicado, já que “EU” também fazia parte do grupo. Procurei aquela mensagem que não saía da minha cabeça “depois conta tudo pra gente”, e confirmei minhas suspeitas. A mensagem era pro Osvaldo, queriam saber o que ele tinha feito com a Pau. O filho da puta tinha contado pros amigos o que tava fazendo, claramente naquele grupo um era mais pervertido que o outro. Rapidão procurei entre os arquivos do grupo a foto da Pau, ainda não tinha compartilhado, tinha guardado só pra ele.
Verifiquei se a Pau não tinha levantado, e comecei a ler a conversa, queria saber o que eu tinha perdido.
Javi wsp:- depois conta tudo pra gente
Osvaldo wsp:- voltei
Javi wsp:- que que rolou? Tão cedo? Não aguentou? Kkk
Osvaldo wsp:- o corno voltou, e tive que vazar
Negro wsp:- nãooo, que merda, pelo menos comeu ela um pouco?
Osvaldo wsp:- não, queria aproveitar devagar aquela puta
Javi wsp:- conta o que você feeeeeez
Paragua wsp:- eu não posso falar muito porque a bruxa tá por perto, mas vai contando kkk
Osvaldo wsp:- kkkk vocês não têm ideia do que é! Cheguei e ela tava mídia arisca, mandei ela se trocar, tava vestida assim meio na cara dura a filha da puta.
Javi wsp:- e ela topou?
Osvaldo:- siiiim, falei pra ela deixar o tênis e ela apareceu com uma tanguinha bem pequenininha, um fio, vocês não têm ideia daquele rabooooooo
Negro wsp: nãooo, que filha da puta, e os peitos como que vem
Osvaldo wsp:- são pequenininhos, mas com essa bunda nem olha pros peitos, ainda tem uma carinha de menina hahaha
Javi wsp:- não, filho da puta, cê tem que passar umas fotos pra gente
Osvaldo:- não tenho ainda, vou tirar dela
Negro wsp:- continua contando, que tô ficando confortável hahaha
Javi wsp:- haha negro punheteiro, continua contando vai
Osvaldo wsp:- bom, se vocês não interrompessem…
Nessa altura eu tava sentado na mesa da cozinha, rolando o feed com uma mão e batendo uma com a outra de pau duro, se a Pau saísse do quarto podia me ouvir, e fechar a aba do wsp a tempo…
Osvaldo wsp:- eu tava no sofá quando ela apareceu vestida assim, me deu vontade de bater uma, coloquei ela na minha frente e apalpei um pouco
Javi wsp:- siim, como sempre, véio tarado
Osvaldo wsp:- claro, aí fiquei chupando a bunda dela também, tinha passado um perfume a putinha
Javi wsp:- e claro, todo mundo deve chupar a bunda dela sempre, devo agradar a puta
A conversa tava me deixando perto de gozar, tinha que parar de vez em quando, eram 4 velhos falando dela como se fosse uma puta qualquer, até no fundo eu me lamentava um pouco de não terem passado algumas das fotos pra ver o que mais falavam…
Osvaldo wsp:- sim, uma delícia essa bunda, depois de ficar um tempo assim, ela me levou pro quarto
Javi wsp:- ela que pediu? Que puta gostosa, parece que gostou do cabeçudo
Osvaldo wsp: haha te falei que as novinhas adoram, fiz ela me levar pela piroca até o quarto…
Negro wsp:- nãooooooo
Paragua wsp:- (emoji babando)
Javi wsp:- ufffff
Osvaldo wsp:- me levou pra cama dela, já tinha tirado o sutiã, então ela tava só de fio dental e Tênis, a gente se deu uns beijos enquanto a cabeçuda roçava a barriga dela
Javi wsp:- nooo, compartilha filho da puuuuta, boquinha gostosa?
Osvaldo wsp:- sim mano, a mina é de primeira, uma carinha, uma pele…
Javi wsp:- e virou uma puta mesmo…
Osvaldo wsp:- sabe que são assim, as mais putas, lembra daquela que o negro comeu, se fazia de santinha e depois tava com o cu todo leitado…
Negro wsp:- não me faz lembrar kkkkkk
Javi wsp:- como ela era gostosa, como mamava… você não comeu ela não, Osval?
Osvaldo wsp:- eu não pude ir aquela noite…
Paragua wsp:- não interrompam ele
Javi wsp:- kkk o paraguaíba tá na base da punheta também
Tive que parar de ler porque o tesão me deixou louco, tava quase gozando, pelo que eu lia, eles tinham compartilhado mulheres, parecia um hobby comum, o nome do grupo descrevia perfeitamente o que eles eram… fui até a pia pegar uns guardanapos caso a gozada ficasse inevitável… tomei um copo d’água fresca, pra esfriar tudo e continuar a leitura…
Osvaldo wsp:- fiquei um tempão só de beijo, muita língua, do jeito que a gente gosta, enquanto apalpava aquele rabo, ela até deu uns gemidinhos
Javi wsp:- que putinha, tava gostando
Osvaldo wsp:- sim, continuava na dela, mas quando eu tocava o cuzinho ela abria um pouco kkkk
Javi wsp:- nooo, que delíciaaaa, e a cabeçuda, você já tinha pegado ela ou não?
Osvaldo wsp:- não não, já te falei que ela se fazia de difícil, ela não me tocava, mas deixava eu tocar tudo
Negro wsp:- e a buceta??
Osvaldo wsp:- não cheguei negro, queria curtir devagar, da boceta ia cuidar depois mas o corno me ferrou…
Negro wsp:- nooo
Osvaldo wsp:- depois disso, virei ela de costas, chupei um pouco o pescoço, não marquei porque se o corno descobre fode tudo, enquanto brincava com os peitos dela e encostava a pica toda no cu dela…
Javi wsp:- que tesão amigooo
Paragua wsp:- siiiim
Osvaldo wsp:- sim, E além disso, a putinha se mexia um pouco, encostava a bunda em mim
Javi wsp:- que putaaa
Osvaldo wsp:- bom, depois disso, terminei de tirar toda a roupa, deitei na cama dela de pernas abertas e mandei ela chupar minhas bolas
Javi wsp:- ela topou?
Osvaldo:- demorou um pouquinho, tive que guiar ela, parece que não tá muito acostumada, mas aprendeu rápido…
Javi wsp:- uff que tesão, irmão
Osvaldo wsp:- fiquei um bom tempo ali com ela chupando enquanto me fazia uma de luxo, até que o celular tocou, e aí, era o corno…
Javi wsp:- e agora como é que fica?
Negro wsp:- a gente quer comer ela também!
Paragua:- tô junto com o negro
Osvaldo wsp:- primeiro eu, e depois quem sabe apresento ela pra vocês haha, já sabem as regras, primeiro quem faz o trabalho duro, depois aparecem os urubus aí
Nessa altura eu já não sabia se tavam falando sério ou zoando, se era mesmo um grupo organizado que curtia esse tipo de "festa".
Osvaldo wsp:- falei de ir pro hotel, mas não sei o que vai rolar, na casa dela é meio arriscado… vamos ver o que ela diz
Javi wsp:- show de bola osval, vai contando o que ela falar
Negro wsp:- é, não nos deixa de fora, essa é pra botar fogo com a tua sobrinha!!
Paragua wsp:- uff como seria bom isso!
Osvaldo wsp:- haha vocês tão é com a punheta fazendo mal, as coisas vão devagar
Javi wsp:- se depender da Andrea ela topa na hora, se ela curte tudo isso…
Osvaldo wsp:- calma javi, essa novinha eu tenho que levar aos poucos… vou dormir rapaziada, a gente se fala amanhã….
Aí a conversa acabou, os outros continuaram, mas deixei as mensagens seguintes pra depois. Várias dúvidas tinham surgido, eles tinham falado de uma tal de Andrea, a sobrinha dele, será que era realmente a sobrinha? Ou era um apelido? E mais ainda, será que era essa sobrinha que tava com o Enzo? Eu tinha que continuar lendo, mas tava cansado, com tesão e a Pau podia acordar pra ir no banheiro ou beber água, então terminei minha punheta, relendo a conversa e fui dormir. No dia seguinte pensaria no que fazer.
Domingo de manhã… acordei, Pau não estava do meu lado, tava tomando café…
Eu:- bom dia, love
Pau:- bom dia (o tom dela tava bem apagado), pensou em algo?
Eu:- (respirei fundo), sim, mas é bem arriscado, pra falar a verdade
Pau:- o que você pensou? Vamos ver… me fala (sem muita esperança)
Eu:- bom, também não precisa falar assim… não sei se você vai gostar, você teria que passar a noite com ele…
Pau:- (quase cuspindo o café) que??????
Eu:- sim, mas espera, deixa eu terminar, você fala que eu fui embora… sei lá… digamos que pra costa, um lugar que fique longe, e que dê a entender que eu passei a noite lá, isso seria pra ele querer vir pra cá e não como ele falou quando foi embora “na próxima vamos pra outro lugar”… dessa vez, em vez de pegar o celular dele, pego as chaves do carro, as chaves da casa dele, o documento dele e vou pra lá…
Pau:- você enlouqueceu??? Pensei que ia me propor algo sério, você é um idiota (ela tava ficando brava)
Eu:- me escuta, eu sei que é arriscado pra caralho… mas não tem muitas opções, eu sei que o cara é viúvo e mora sozinho, ele me falou um dia conversando na porta, e não mora muito longe daqui, eu precisaria dos documentos dele pra saber qual é o endereço.
Pau:- e você acha que ele não vai ouvir a caminhonete dele ligar??
Eu:- você fala pra ele estacionar na esquina pra não chamar a atenção dos vizinhos…
Pau:- e se ele ouvir a janela da sala abrindo quando você tiver saindo??
Eu:- eu vou estar do lado de fora… as coisas dele você passa pra mim pela janela do lavanderia…
Pau:- e se ele me ver pegando as coisas dele? A verdade é que o que você pensou é uma merda…
Eu:- espera, ele com certeza vai deixar tudo largado como da outra vez, inclusive como ele vai ficar a noite, com certeza vai trazer uma mochila, uma bolsa ou algo… você fala pra ele que é obcecada por organização, se ele puder deixar as coisas dele no lavanderia porque te incomoda ver elas ali, enquanto oferece algo pra ele beber, o cara vai topar, não vai desconfiar de nada… você vai pro lavanderia, me passa as coisas, e daqui a pouco leva ele pro quarto peça e vou embora… tudo isso, desde que ele não traga o celular que tem suas fotos…. Se trouxer esse telefone, apago as fotos e a gente vê como cortar tudo…
Pau:- cê entende que tá me dizendo que vai entrar na casa do cara? E se um vizinho ou alguém te vê, chama a polícia, vai tudo vir à tona.. e ainda, supondo que você consiga e volte, no máximo umas 3 horas depois… ele vai continuar aqui, onde você vai dormir? O que vai fazer?
Eu:- já pensei em tudo (me fazendo de Jimmy Neutron - dá um Google se não sabe quem é, haha-) na hora que eu for na casa dele, já vai ser tarde, vou com um moletom, um boné e até posso arrumar uma peruquinha, algo que funcione como os cabelos do velho, entro na casa e pronto. Faço o celular tocar e acho rápido, se estiver desligado, procuro, vai levar mais tempo mas vou achar, além disso, você pode pedir pra ele te mandar uma mensagem antes de sair, pra deixar esse celular à mão, talvez ele deixe em cima de uma mesa depois de te mandar a mensagem e vai ser mamão com açúcar. Na volta, entro com cuidado, jogo as coisas pela janela na mochila, e vou pra casa do Luca.
Pau:- às 3 da manhã?
Eu:- sim, falo que vou sair com uma gostosa e volto tipo umas 2 ou 3 da manhã e não posso voltar pra casa…
Pau:- claro, e ele vai te ajudar assim, na maior?? Já fez isso??
Eu:- amor, ele é meu amigo, mora sozinho, óbvio que vai me ajudar, me diz, já dormi fora de casa alguma vez?
Pau:- vou ficar feita de corna…
Eu:- o Luca nem vai ligar pra isso, é o único jeito, não posso passar a noite atrás da casa…. O que cê acha??
Pau:- quando seria isso?
Eu:- sexta que vem…
Pau:- cê entende que não vou conseguir me livrar do velho, né?? Tipo, tô convidando ele pra passar a noite…
Eu:- eu sei amor, se quiser, eu encaro ele e a gente acaba com isso, foi você que disse que não queria que isso viesse à tona
Pau:- (arrasada) eu sei amor, tenho muito nojo do velho, mas é… não me resta outra.
Eu: - ok, então temos que preparar tudo pra fazer na sexta.
Durante o domingo, o Pau tentou convencê-lo a aceitar vir em casa de novo na sexta, ele queria ir pro hotel, mesmo sabendo que eu não ia estar lá naquela noite… mas o Pau se manteve firme e finalmente conseguiu.
A semana passou com algumas particularidades, o Pau quase não saía de casa quando os pedreiros estavam lá, só eu tinha contato com eles. Enzo parou de vir na obra, no lugar dele o Osvaldo trouxe outro cara, a real é que a gente não deu muita importância, nossa cabeça tava focada em apagar aquelas fotos e recuperar nossa vida… embora a situação me deixasse com muito tesão, dia após dia, eu lia as conversas e ficava muito excitada… sempre acabava numa punheta, já que durante toda a semana o Pau não quis saber de transar, era compreensível, tava muito preocupada com tudo que tava rolando…
As mensagens entre o Pau e o velho tinham se tornado algo comum, ele tentava direto levar a conversa pra uma "conversa quente", mas o Pau se mantinha distante, "arisca" como ele dizia. Isso eu soube pelo que ele contava no chat de "velhos tarados", já que ela não tava me contando muito. Senti ela muito distante naquela semana…
Também aproveitei pra comprar as coisas que precisava, na loja de festas consegui uma peruca que imitasse os poucos cabelos que o Osvaldo amarrava. Também passei na loja de eletrônicos pra comprar 2 câmerinhas, uma pra sala e outra pro quarto. O Pau não sabia de nada disso, eram tão pequenininhas que passariam totalmente despercebidas.
O fato dela ter me negado ou escondido o que fez com o velho no sábado, me gerou essa necessidade de filmar pra realmente saber o que aconteceria quando eu fosse pra casa do Osvaldo, já que com certeza ela nem ia querer falar sobre o assunto. Numa tarde que o Pau não tava, aproveitei pra fazer a instalação e deixar tudo pronto. Também preparei um dos meus notebooks com Uns cabos, caso precisasse extrair informações do celular do velho, assim que estivesse na casa dele... Finalmente, chegou a sexta-feira, era nosso último dia de férias. A partir de segunda, voltaríamos à rotina normal de trabalho, só que íamos alternar nossos home-offices pra poder ficar em casa e abrir pros pedreiros.
A tarde caía, tínhamos tudo pronto, eu estava lá fora. A Pau tinha vestido um short jeans preto que marcava toda a bunda dela, ficava lindo, e uma regata de um ombro só, também preta. Ela estava uma gostosa. Ele tinha sido claro: queria que dessa vez ela o esperasse como se fosse sair com as amigas.
Por volta das 20:30, o Osvaldo estacionou na esquina de casa e foi andando até a porta. Ring!!!!
Nosso coração parou, ele foi abrir…
Osvaldo: – (entrando pela sala, tinha vestido uma calça jeans preta e uma blusa branca, de novo veio com um visual arrumado, tinha tomado banho antes de sair.) então o corno saiu com os amigos de novo…
Pau: – não fala assim dele…
Osvaldo: – haha, não fica brava, já te falei que não quero que você fique na defensiva porque senão isso vai se arrastar… (enquanto sentava no banco da cozinha e largava as coisas dele, ele realmente tinha trazido uma bolsinha de mão)
Pau: – te incomoda se eu levar isso pro lavabo? (apontando pra bolsa) Tenho um TOC com organização, não consigo ver bagunça.
Osvaldo hesitou…
Pau: – (sem deixar ele responder) te sirvo alguma coisa pra beber? Tenho cerveja bem gelada…
Ela se aproximou da geladeira, se abaixou pra pegar as cervejas, ele ficou hipnotizado com a bunda da Pau. Quase sem perceber, ele esticou a mão pra pegar a garrafa de cerveja enquanto ela pegava a bolsa e ia pro lavabo…
Osvaldo: – espera (de costas, ele segurou ela pela cintura, quase perdendo o equilíbrio no banco, virou ela, Pau segurava a bolsa nas mãos) você ainda não me deu um beijinho…
Ela aproximou a boca, e ele parou ela.
Osvaldo: – assim não, já te falei outro dia como eu gosto, põe a linguinha…
Pau obedeceu, colocou a língua pra fora e aproximou da boca do Osvaldo, que aproveitou pra agarrar ela pela bunda e começou a chupar a língua dela
Osvaldo: – hmm, que delícia que a gente vai passar hoje, Sweetie… já pode ir (enquanto as mãos dele pareciam não querer largar a bunda da Pau.
Ela entrou no lavabo, eu estava atrás da janela, quase sem me olhar ela apoiou a bolsa de um jeito que eu pudesse pegar. Inspecionei na hora, o celular era o do trabalho, então a missão de ir na casa dele começava. Peguei as chaves da caminhonete, as da casa dele e o documento, a Pau saiu rapidinho do lavabo. tinha que levar ele pro quarto pra eu poder ir embora, mas… quando saí, o Osvaldo tava esperando ela, ela se assustou, ele agarrou a bunda dela e puxou pro corpo dele, se encostou na parede de um jeito que as costas da Pau ficaram viradas pra janela do tanque, eu conseguia ver tudo, e a escuridão da noite me protegia deles me verem.
Começou a beijar ela enquanto apalpava a bunda dela…
Osvaldo: – me deixou com muito tesão com aquele beijo de agora
Pau: – (tentando se afastar) espera, não quer ir pra lá (apontando pro corredor)
Osvaldo: – não, gostosa, temos a noite toda, vou te comer pela casa inteira
A Pau não teve escolha, se entregou…
Ele começou a beijar ela desesperadamente, enquanto as mãos apertavam a bunda da Pau por cima do short…
Osvaldo: – mmmmm que puta que você é, que perfume gostoso você passou, desabotoa minha calça…
A Pau tava tensa, com certeza sabendo que eu tava atrás da janela vendo tudo, começou a desabotoar a calça dele, enquanto os beijos do Osvaldo não paravam, de vez em quando ela colocava a língua pra fora sabendo que era isso que ele queria. O pau dele tava prestes a explodir, tava de cueca preta… Até agora a iniciativa era só dele, ela tinha segurado ele timidamente pela cintura, e ele cada vez mais encostava o corpo da Pau no dele pra que o pau batesse na barriga dela.
Parou de beijar ela, afastou ela uns centímetros pra trás, e abaixou a cueca, o pau dele rapidamente ficou duro quando ficou livre…
Osvaldo: – viu como você deixa ele duro, docinho? Bate uma pra ele, vai…
A Pau aproximou a mão devagar e começou a bater uma pra ele…
Osvaldo: – mmm isso, assim, docinho, devagarzinho, trata ele bem, puta…
A cena era linda, o velho tava encostado na parede enquanto ela, com o corpo curvado, segurava o pau dele e masturbava…
Osvaldo: – tira a blusa, gostosa, quero ver seus peitinhos…
Ela começou a tirar, assim que os braços dela levantaram, ele aproveitou pra começar a chupar os peitos dela..
Osvaldo: – (enquanto chupava elas) hmm que tetinhas gostosas, bebê, parecem as de uma adolescente, cê nem sabe como me excitam… (Pau não soltava uma palavra) fala comigo, garota, gosto de te ouvir…
Notei que a Pau tava muito fria, provavelmente porque sabia que eu tava vendo, precisava que eles fossem pro outro lado da casa pra eu poder ir embora. Ele parou com a putaria e segurou ela pelos ombros.
Osvaldo: — Olha, garota, se não entrar no clima, vai se foder. Começa a curtir, porque senão vai sofrer (tava falando muito sério, Pau se cagou de medo). Eu tô me segurando porque sei que cê é uma putinha delicada… então entra no clima, ok? (Ele tava se segurando? Do que ele tava falando? O que ele seria capaz de fazer?)
Pau: — (assustada) Ok, sim
Osvaldo: — Sim, papai, me chama (o tom dele tinha mudado completamente, era muito autoritário)
Pau: — (com muita timidez) Sim, papai…
Osvaldo: — Hmm, tira o short e continua me batendo uma, garota…
Ela tava morrendo de medo, o corpo tremia. Ela se virou e começou a abaixar o short, a bunda dela ficou a centímetros da pica dura do Osvaldo…
Osvaldo: — (enquanto se aproximava pra apoiar ela) Hmm, sim, viu? Assim eu gosto mais, bem putinha
A Pau tava usando uma fio dental turquesa, que sumia no meio das nádegas dela, ficava muito gostosa. O Osvaldo não aguentou, se abaixou, puxou a fio dental e começou a chupar a bunda dela, enquanto segurava ela pela cintura pra ela não cair pra frente…
Osvaldo: — Que bunda gostosa você tem, garota, a semana inteira fiquei pensando no seu rabo
Com os polegares, ele separava as nádegas de Pau pra brincar bem com a língua
Osvaldo: — Hummm, você gosta de chuparem sua buceta, docinho?? (Pau demorava pra responder) me fala, putinha…
Pau: — Si… Papai (tentava não olhar pra frente, porque sabia que ele provavelmente ainda estava lá, observando tudo)
Eu tava muito excitado vendo tudo, tava de moletom, então consegui enfiar a mão facilmente pra bater uma enquanto observava o que eles faziam…
Osvaldo: — (alternava as lambidas no cuzinho de Pau com a conversa) Sim, docinho?? Quem chupa melhor?? O corno ou eu??
Pau: — Você, papai (aos poucos ia se soltando, já não demorava pra responder, não sabia se era por medo ou se tinha começado a gostar…)
Ele começou a babar o cu dela enquanto chupava e de vez em quando alternava com os dedos, pra ir dilatando o buraquinho aos poucos… se levantou, mas antes deu uma boa cuspida no rabo dela, ficou de pé, atrás dela, a pica dele na altura do cuzinho de Pau… sussurrou no ouvido dela enquanto dava beijos na nuca e no pescoço…
Osvaldo: — Vou encher seu cuzinho de leite, sua putinha…
Pau: — Não dá, não entra…
Enquanto ele pressionava forte a cabeça da pica no cu de Pau… realmente não entrava, não era comum pra gente o sexo anal, na verdade a gente só tinha tentado umas duas vezes, e ela não tinha gostado…
Osvaldo percebeu que enfiar naquele rabo não era tarefa fácil, precisava de mais estímulo e ela ainda estava meio tensa, então enquanto segurava um dos peitos dela com a outra mão, pegou a mão de Pau e levou até a pica dele, pra ela começar a bater uma, a cabeça da pica continuava encostada no buraquinho, a posição era meio desconfortável pra ela, ele enquanto isso chupava o pescoço dela e os dedos brincavam com o mamilo de Pau.
Osvaldo: — Continua batendo uma pra mim, docinho, que eu tô quase enchendo seu cu de leite… hummmmmmm… isso, vai, putinha… mais… forte...
Pau de costas, acelero a punheta como deu, e a porra começou a jorrar da cabeça da pica..
Osvaldo:- ahhhhhhhhhhhhhhhhh, siiiiiiiiiiiiiiiii, mmmmmmmmmmmmmmmm
Ele demorou um tempinho pra se recuperar...
Osvaldo:- mmm que gostosa viu... (enquanto afastava ela pra ver a bunda de Pau coberta de porra, dava pra ver escorrendo entre as pernas dela, caindo no chão)
Ele pegou ela pelo ombro, e com uma das mãos, espalhou a porra que tinha ficado no buraquinho por toda a bunda...
Osvaldo:- cê tem que limpar ali, Sweetie (apontando pro chão, tinha uma quantidade boa de porra, bem grossa)
Pau concordou com a cabeça, deu uns passos pra ir até a cozinha pegar um pano de prato ou um guardanapo, mas ele cortou o caminho dela, segurando o braço...
Osvaldo:- não não (acompanhou as palavras com um gesto de cabeça) cê tem que limpar com a linguinha...
Pau:- (surpresa) que nojo disso!
Osvaldo:- (apertou mais forte o braço de Pau) o que eu te falei? Sê obediente senão...
Pau virou a cabeça pra janela, acho que procurando minha aprovação, ou será proteção?, o negócio é que eu tava de calça e cueca no joelho, tinha gozado uma porra toda no gramado... não dava pra fazer muito, Pau não teve escolha, se ajoelhou no chão, e com a língua começou a juntar o sêmen derramado, deu uns enjôos, assim que juntou todo o leite na boca, saiu correndo pro banheiro, ele foi atrás... era minha chance de vazar da casa.
Fui devagar até o corredor, a porta do quarto tava entreaberta, meu coração tava a mil. Precisava passar rápido por ali. Fiz isso, nem parei pra olhar o que eles tavam fazendo. Fui até o escritório, peguei meu notebook e comecei a volta. Pra cozinha, a curiosidade me venceu, olhei pelo espaço que tinha ficado entre a porta e o batente… nem nas minhas fantasias mais loucas com a Pau, eu teria imaginado o que tava vendo… O Osvaldo tava deitado na nossa cama, peladão, se masturbando enquanto ela tava ajoelhada na beira da cama, entre as pernas dele, só de fio dental e tênis, chupando os ovos dele…. Minha mão foi direto pra cueca enquanto eu admirava a cena…
Osvaldo: - Vai, bebê, assim, isso, chupa meus ovos que eu adoro… mmm… chupa bem, enfia na boca…
A Pau obedecia, suponho que esperando o celular dela tocar… mas eu tava ali, olhando eles, já tinha começado a me masturbar dentro da cueca..
Osvaldo: - Me olha quando chupa, nunca pensei que ia ter essa carinha linda chupando meus ovos (enquanto ele se masturbava num ritmo constante), mmm assim bebê, continua chupando
Ele se contorcia de prazer na cama, às vezes abria as pernas como se esperasse a Pau chupar o cu dele (tinha me dito que nunca faria isso, que tinha muito nojo)
Osvaldo: - mmmmm que putinha gostosa você é, depois com essa boquinha vai beijar seu marido, mais vale que não se limpe, mmmmm, ahhhh, continua putinha… pena que deixei o celular na cozinha, senão tirava umas fotos tuas….
Minha cabeça deu um clique, tinha perdido tempo demais olhando, meu pau não aguentava mais, mas eu tinha que pensar nela, no que ela tava fazendo pra eu poder apagar tudo… tive que parar de olhar, de novo quase gozando.
Tinha que voltar pra cozinha, voltei, me enfiei rapidamente na pia e liguei meu notebook, cobri ele com toalhas pra não fazer barulho. Voltei pra cozinha, peguei o celular e me preparei pra conectar, tinha certeza que o velho não faria ideia que essas coisas podiam ser feitas… Conectei, tinha o WhatsApp dele no meu pc, devolvi o celular pro lugar, e mandei a mensagem pra Pau: “Amor, não tou me sentindo bem, tô voltando, devo ter comido algo estragado, beijo”.
Brrrr, Brrrr… o celular vibrava na mesinha de luz, Pau parou de chupar ele…
Pau:- tenho que atender…
Osvaldo:- não não, continua…
Pau:- mas pode ser meu marido…
Osvaldo não queria parar, mas obviamente tinha a possibilidade de ser eu, então pegou o celular da mesinha de cabeceira e entregou pra ela…
Osvaldo:- dá uma olhada rápido, não gosto de interrupções…
Pau:- (se pudesse matar ele com o olhar, teria feito) é ele, tá voltando…
Osvaldo:- que?? Mentira…
Pau:- olha (mostrou a conversa, não tava mentindo)
Osvaldo:- caralho, a puta mãe, tinha ido longe demais?
Pau:- não sei, não perguntei, ele saiu com os amigos
Osvaldo se levantou rapidamente, com a pica dura, e começou a se vestir…
Osvaldo:- na próxima vamos pra outro lugar, aqui é arriscado…
Pau não respondeu. Foi pegar um roupão no banheiro pra acompanhar ele até a porta, ele passou pela cozinha, pegou as coisas rápido e saíram juntos.. Antes de ir, ele sussurrou algo no ouvido dela. Pau fechou a porta rápido e entrou correndo em casa…
Pau:- (brava) demorou pra caralho, espero que tenha conseguido…
Eu:- não, love
Pau:- que?? Tá me zoando?? Tive que aturar ele esse tempo todo e você não fez?? Então por que demorou?
Eu:- não era aquele celular…
Pau:- como?
Eu:- sim, não tinha senha, procurei nas conversas do whatsapp e não achei a sua, e nas fotos recentes da galeria também não, demorei porque no começo não percebi, mas o mais provável é que o velho tem dois celulares e esse era do trabalho…
Pau:- e agora o que a gente faz?? Ainda me disse que não vem mais aqui… não quero ver ele, love (quase começando a chorar)
Eu:- eu sei, mas a verdade é que não sei como resolver…
Pau:- pensa, por favor, minha cabeça vai explodir de nervoso… vou tomar um banho que me sinto suja…
Eu:- você teve que fazer alguma coisa com ele? (não podia dizer que tinha estado espionando)
Pau:- (sem olhar na minha cara) não, por sorte não, só ficou se masturbando enquanto me olhava…
Ela tava mentindo… Será que era pra se proteger? Me proteger? Não entendia..
Eu:- ele Você dançou?? (estranhando)
Pau:- mais ou menos, mas prefiro não falar sobre isso, vou tomar um banho…
Eu:- ok amor, vai, a gente vai dar um jeito.
Pau tinha mentido pra mim, tinha escondido o que fez, e eu também não quis contar que tinha acesso ao WhatsApp do velho, tava muito curiosa sobre aquele grupo, precisava, primeiro, dar uma olhada por conta própria….
Ela ficou um tempão no chuveiro, quando saiu, vestiu um pijama de verão e foi pra cama, mal me cumprimentou…. Já era meia-noite, eu tinha ficado enrolando na sala, pensando em como a gente podia apagar aquela foto, mas nessa altura já parecia impossível. Fui até o banheiro, espiei o quarto e vi que a Pau tava dormindo, aproveitei pra pegar meu notebook e tirar todas as minhas dúvidas.
Liguei o PC, abri o WhatsApp, a conversa já tinha sido lida, na verdade tavam falando… eram 5 pessoas no grupo, o Osvaldo parecia estar duplicado, já que “EU” também fazia parte do grupo. Procurei aquela mensagem que não saía da minha cabeça “depois conta tudo pra gente”, e confirmei minhas suspeitas. A mensagem era pro Osvaldo, queriam saber o que ele tinha feito com a Pau. O filho da puta tinha contado pros amigos o que tava fazendo, claramente naquele grupo um era mais pervertido que o outro. Rapidão procurei entre os arquivos do grupo a foto da Pau, ainda não tinha compartilhado, tinha guardado só pra ele.
Verifiquei se a Pau não tinha levantado, e comecei a ler a conversa, queria saber o que eu tinha perdido.
Javi wsp:- depois conta tudo pra gente
Osvaldo wsp:- voltei
Javi wsp:- que que rolou? Tão cedo? Não aguentou? Kkk
Osvaldo wsp:- o corno voltou, e tive que vazar
Negro wsp:- nãooo, que merda, pelo menos comeu ela um pouco?
Osvaldo wsp:- não, queria aproveitar devagar aquela puta
Javi wsp:- conta o que você feeeeeez
Paragua wsp:- eu não posso falar muito porque a bruxa tá por perto, mas vai contando kkk
Osvaldo wsp:- kkkk vocês não têm ideia do que é! Cheguei e ela tava mídia arisca, mandei ela se trocar, tava vestida assim meio na cara dura a filha da puta.
Javi wsp:- e ela topou?
Osvaldo:- siiiim, falei pra ela deixar o tênis e ela apareceu com uma tanguinha bem pequenininha, um fio, vocês não têm ideia daquele rabooooooo
Negro wsp: nãooo, que filha da puta, e os peitos como que vem
Osvaldo wsp:- são pequenininhos, mas com essa bunda nem olha pros peitos, ainda tem uma carinha de menina hahaha
Javi wsp:- não, filho da puta, cê tem que passar umas fotos pra gente
Osvaldo:- não tenho ainda, vou tirar dela
Negro wsp:- continua contando, que tô ficando confortável hahaha
Javi wsp:- haha negro punheteiro, continua contando vai
Osvaldo wsp:- bom, se vocês não interrompessem…
Nessa altura eu tava sentado na mesa da cozinha, rolando o feed com uma mão e batendo uma com a outra de pau duro, se a Pau saísse do quarto podia me ouvir, e fechar a aba do wsp a tempo…
Osvaldo wsp:- eu tava no sofá quando ela apareceu vestida assim, me deu vontade de bater uma, coloquei ela na minha frente e apalpei um pouco
Javi wsp:- siim, como sempre, véio tarado
Osvaldo wsp:- claro, aí fiquei chupando a bunda dela também, tinha passado um perfume a putinha
Javi wsp:- e claro, todo mundo deve chupar a bunda dela sempre, devo agradar a puta
A conversa tava me deixando perto de gozar, tinha que parar de vez em quando, eram 4 velhos falando dela como se fosse uma puta qualquer, até no fundo eu me lamentava um pouco de não terem passado algumas das fotos pra ver o que mais falavam…
Osvaldo wsp:- sim, uma delícia essa bunda, depois de ficar um tempo assim, ela me levou pro quarto
Javi wsp:- ela que pediu? Que puta gostosa, parece que gostou do cabeçudo
Osvaldo wsp: haha te falei que as novinhas adoram, fiz ela me levar pela piroca até o quarto…
Negro wsp:- nãooooooo
Paragua wsp:- (emoji babando)
Javi wsp:- ufffff
Osvaldo wsp:- me levou pra cama dela, já tinha tirado o sutiã, então ela tava só de fio dental e Tênis, a gente se deu uns beijos enquanto a cabeçuda roçava a barriga dela
Javi wsp:- nooo, compartilha filho da puuuuta, boquinha gostosa?
Osvaldo wsp:- sim mano, a mina é de primeira, uma carinha, uma pele…
Javi wsp:- e virou uma puta mesmo…
Osvaldo wsp:- sabe que são assim, as mais putas, lembra daquela que o negro comeu, se fazia de santinha e depois tava com o cu todo leitado…
Negro wsp:- não me faz lembrar kkkkkk
Javi wsp:- como ela era gostosa, como mamava… você não comeu ela não, Osval?
Osvaldo wsp:- eu não pude ir aquela noite…
Paragua wsp:- não interrompam ele
Javi wsp:- kkk o paraguaíba tá na base da punheta também
Tive que parar de ler porque o tesão me deixou louco, tava quase gozando, pelo que eu lia, eles tinham compartilhado mulheres, parecia um hobby comum, o nome do grupo descrevia perfeitamente o que eles eram… fui até a pia pegar uns guardanapos caso a gozada ficasse inevitável… tomei um copo d’água fresca, pra esfriar tudo e continuar a leitura…
Osvaldo wsp:- fiquei um tempão só de beijo, muita língua, do jeito que a gente gosta, enquanto apalpava aquele rabo, ela até deu uns gemidinhos
Javi wsp:- que putinha, tava gostando
Osvaldo wsp:- sim, continuava na dela, mas quando eu tocava o cuzinho ela abria um pouco kkkk
Javi wsp:- nooo, que delíciaaaa, e a cabeçuda, você já tinha pegado ela ou não?
Osvaldo wsp:- não não, já te falei que ela se fazia de difícil, ela não me tocava, mas deixava eu tocar tudo
Negro wsp:- e a buceta??
Osvaldo wsp:- não cheguei negro, queria curtir devagar, da boceta ia cuidar depois mas o corno me ferrou…
Negro wsp:- nooo
Osvaldo wsp:- depois disso, virei ela de costas, chupei um pouco o pescoço, não marquei porque se o corno descobre fode tudo, enquanto brincava com os peitos dela e encostava a pica toda no cu dela…
Javi wsp:- que tesão amigooo
Paragua wsp:- siiiim
Osvaldo wsp:- sim, E além disso, a putinha se mexia um pouco, encostava a bunda em mim
Javi wsp:- que putaaa
Osvaldo wsp:- bom, depois disso, terminei de tirar toda a roupa, deitei na cama dela de pernas abertas e mandei ela chupar minhas bolas
Javi wsp:- ela topou?
Osvaldo:- demorou um pouquinho, tive que guiar ela, parece que não tá muito acostumada, mas aprendeu rápido…
Javi wsp:- uff que tesão, irmão
Osvaldo wsp:- fiquei um bom tempo ali com ela chupando enquanto me fazia uma de luxo, até que o celular tocou, e aí, era o corno…
Javi wsp:- e agora como é que fica?
Negro wsp:- a gente quer comer ela também!
Paragua:- tô junto com o negro
Osvaldo wsp:- primeiro eu, e depois quem sabe apresento ela pra vocês haha, já sabem as regras, primeiro quem faz o trabalho duro, depois aparecem os urubus aí
Nessa altura eu já não sabia se tavam falando sério ou zoando, se era mesmo um grupo organizado que curtia esse tipo de "festa".
Osvaldo wsp:- falei de ir pro hotel, mas não sei o que vai rolar, na casa dela é meio arriscado… vamos ver o que ela diz
Javi wsp:- show de bola osval, vai contando o que ela falar
Negro wsp:- é, não nos deixa de fora, essa é pra botar fogo com a tua sobrinha!!
Paragua wsp:- uff como seria bom isso!
Osvaldo wsp:- haha vocês tão é com a punheta fazendo mal, as coisas vão devagar
Javi wsp:- se depender da Andrea ela topa na hora, se ela curte tudo isso…
Osvaldo wsp:- calma javi, essa novinha eu tenho que levar aos poucos… vou dormir rapaziada, a gente se fala amanhã….
Aí a conversa acabou, os outros continuaram, mas deixei as mensagens seguintes pra depois. Várias dúvidas tinham surgido, eles tinham falado de uma tal de Andrea, a sobrinha dele, será que era realmente a sobrinha? Ou era um apelido? E mais ainda, será que era essa sobrinha que tava com o Enzo? Eu tinha que continuar lendo, mas tava cansado, com tesão e a Pau podia acordar pra ir no banheiro ou beber água, então terminei minha punheta, relendo a conversa e fui dormir. No dia seguinte pensaria no que fazer.
Domingo de manhã… acordei, Pau não estava do meu lado, tava tomando café…
Eu:- bom dia, love
Pau:- bom dia (o tom dela tava bem apagado), pensou em algo?
Eu:- (respirei fundo), sim, mas é bem arriscado, pra falar a verdade
Pau:- o que você pensou? Vamos ver… me fala (sem muita esperança)
Eu:- bom, também não precisa falar assim… não sei se você vai gostar, você teria que passar a noite com ele…
Pau:- (quase cuspindo o café) que??????
Eu:- sim, mas espera, deixa eu terminar, você fala que eu fui embora… sei lá… digamos que pra costa, um lugar que fique longe, e que dê a entender que eu passei a noite lá, isso seria pra ele querer vir pra cá e não como ele falou quando foi embora “na próxima vamos pra outro lugar”… dessa vez, em vez de pegar o celular dele, pego as chaves do carro, as chaves da casa dele, o documento dele e vou pra lá…
Pau:- você enlouqueceu??? Pensei que ia me propor algo sério, você é um idiota (ela tava ficando brava)
Eu:- me escuta, eu sei que é arriscado pra caralho… mas não tem muitas opções, eu sei que o cara é viúvo e mora sozinho, ele me falou um dia conversando na porta, e não mora muito longe daqui, eu precisaria dos documentos dele pra saber qual é o endereço.
Pau:- e você acha que ele não vai ouvir a caminhonete dele ligar??
Eu:- você fala pra ele estacionar na esquina pra não chamar a atenção dos vizinhos…
Pau:- e se ele ouvir a janela da sala abrindo quando você tiver saindo??
Eu:- eu vou estar do lado de fora… as coisas dele você passa pra mim pela janela do lavanderia…
Pau:- e se ele me ver pegando as coisas dele? A verdade é que o que você pensou é uma merda…
Eu:- espera, ele com certeza vai deixar tudo largado como da outra vez, inclusive como ele vai ficar a noite, com certeza vai trazer uma mochila, uma bolsa ou algo… você fala pra ele que é obcecada por organização, se ele puder deixar as coisas dele no lavanderia porque te incomoda ver elas ali, enquanto oferece algo pra ele beber, o cara vai topar, não vai desconfiar de nada… você vai pro lavanderia, me passa as coisas, e daqui a pouco leva ele pro quarto peça e vou embora… tudo isso, desde que ele não traga o celular que tem suas fotos…. Se trouxer esse telefone, apago as fotos e a gente vê como cortar tudo…
Pau:- cê entende que tá me dizendo que vai entrar na casa do cara? E se um vizinho ou alguém te vê, chama a polícia, vai tudo vir à tona.. e ainda, supondo que você consiga e volte, no máximo umas 3 horas depois… ele vai continuar aqui, onde você vai dormir? O que vai fazer?
Eu:- já pensei em tudo (me fazendo de Jimmy Neutron - dá um Google se não sabe quem é, haha-) na hora que eu for na casa dele, já vai ser tarde, vou com um moletom, um boné e até posso arrumar uma peruquinha, algo que funcione como os cabelos do velho, entro na casa e pronto. Faço o celular tocar e acho rápido, se estiver desligado, procuro, vai levar mais tempo mas vou achar, além disso, você pode pedir pra ele te mandar uma mensagem antes de sair, pra deixar esse celular à mão, talvez ele deixe em cima de uma mesa depois de te mandar a mensagem e vai ser mamão com açúcar. Na volta, entro com cuidado, jogo as coisas pela janela na mochila, e vou pra casa do Luca.
Pau:- às 3 da manhã?
Eu:- sim, falo que vou sair com uma gostosa e volto tipo umas 2 ou 3 da manhã e não posso voltar pra casa…
Pau:- claro, e ele vai te ajudar assim, na maior?? Já fez isso??
Eu:- amor, ele é meu amigo, mora sozinho, óbvio que vai me ajudar, me diz, já dormi fora de casa alguma vez?
Pau:- vou ficar feita de corna…
Eu:- o Luca nem vai ligar pra isso, é o único jeito, não posso passar a noite atrás da casa…. O que cê acha??
Pau:- quando seria isso?
Eu:- sexta que vem…
Pau:- cê entende que não vou conseguir me livrar do velho, né?? Tipo, tô convidando ele pra passar a noite…
Eu:- eu sei amor, se quiser, eu encaro ele e a gente acaba com isso, foi você que disse que não queria que isso viesse à tona
Pau:- (arrasada) eu sei amor, tenho muito nojo do velho, mas é… não me resta outra.
Eu: - ok, então temos que preparar tudo pra fazer na sexta.
Durante o domingo, o Pau tentou convencê-lo a aceitar vir em casa de novo na sexta, ele queria ir pro hotel, mesmo sabendo que eu não ia estar lá naquela noite… mas o Pau se manteve firme e finalmente conseguiu.
A semana passou com algumas particularidades, o Pau quase não saía de casa quando os pedreiros estavam lá, só eu tinha contato com eles. Enzo parou de vir na obra, no lugar dele o Osvaldo trouxe outro cara, a real é que a gente não deu muita importância, nossa cabeça tava focada em apagar aquelas fotos e recuperar nossa vida… embora a situação me deixasse com muito tesão, dia após dia, eu lia as conversas e ficava muito excitada… sempre acabava numa punheta, já que durante toda a semana o Pau não quis saber de transar, era compreensível, tava muito preocupada com tudo que tava rolando…
As mensagens entre o Pau e o velho tinham se tornado algo comum, ele tentava direto levar a conversa pra uma "conversa quente", mas o Pau se mantinha distante, "arisca" como ele dizia. Isso eu soube pelo que ele contava no chat de "velhos tarados", já que ela não tava me contando muito. Senti ela muito distante naquela semana…
Também aproveitei pra comprar as coisas que precisava, na loja de festas consegui uma peruca que imitasse os poucos cabelos que o Osvaldo amarrava. Também passei na loja de eletrônicos pra comprar 2 câmerinhas, uma pra sala e outra pro quarto. O Pau não sabia de nada disso, eram tão pequenininhas que passariam totalmente despercebidas.
O fato dela ter me negado ou escondido o que fez com o velho no sábado, me gerou essa necessidade de filmar pra realmente saber o que aconteceria quando eu fosse pra casa do Osvaldo, já que com certeza ela nem ia querer falar sobre o assunto. Numa tarde que o Pau não tava, aproveitei pra fazer a instalação e deixar tudo pronto. Também preparei um dos meus notebooks com Uns cabos, caso precisasse extrair informações do celular do velho, assim que estivesse na casa dele... Finalmente, chegou a sexta-feira, era nosso último dia de férias. A partir de segunda, voltaríamos à rotina normal de trabalho, só que íamos alternar nossos home-offices pra poder ficar em casa e abrir pros pedreiros.
A tarde caía, tínhamos tudo pronto, eu estava lá fora. A Pau tinha vestido um short jeans preto que marcava toda a bunda dela, ficava lindo, e uma regata de um ombro só, também preta. Ela estava uma gostosa. Ele tinha sido claro: queria que dessa vez ela o esperasse como se fosse sair com as amigas.

Por volta das 20:30, o Osvaldo estacionou na esquina de casa e foi andando até a porta. Ring!!!! Nosso coração parou, ele foi abrir…
Osvaldo: – (entrando pela sala, tinha vestido uma calça jeans preta e uma blusa branca, de novo veio com um visual arrumado, tinha tomado banho antes de sair.) então o corno saiu com os amigos de novo…
Pau: – não fala assim dele…
Osvaldo: – haha, não fica brava, já te falei que não quero que você fique na defensiva porque senão isso vai se arrastar… (enquanto sentava no banco da cozinha e largava as coisas dele, ele realmente tinha trazido uma bolsinha de mão)
Pau: – te incomoda se eu levar isso pro lavabo? (apontando pra bolsa) Tenho um TOC com organização, não consigo ver bagunça.
Osvaldo hesitou…
Pau: – (sem deixar ele responder) te sirvo alguma coisa pra beber? Tenho cerveja bem gelada…
Ela se aproximou da geladeira, se abaixou pra pegar as cervejas, ele ficou hipnotizado com a bunda da Pau. Quase sem perceber, ele esticou a mão pra pegar a garrafa de cerveja enquanto ela pegava a bolsa e ia pro lavabo…
Osvaldo: – espera (de costas, ele segurou ela pela cintura, quase perdendo o equilíbrio no banco, virou ela, Pau segurava a bolsa nas mãos) você ainda não me deu um beijinho…
Ela aproximou a boca, e ele parou ela.
Osvaldo: – assim não, já te falei outro dia como eu gosto, põe a linguinha…
Pau obedeceu, colocou a língua pra fora e aproximou da boca do Osvaldo, que aproveitou pra agarrar ela pela bunda e começou a chupar a língua dela
Osvaldo: – hmm, que delícia que a gente vai passar hoje, Sweetie… já pode ir (enquanto as mãos dele pareciam não querer largar a bunda da Pau.
Ela entrou no lavabo, eu estava atrás da janela, quase sem me olhar ela apoiou a bolsa de um jeito que eu pudesse pegar. Inspecionei na hora, o celular era o do trabalho, então a missão de ir na casa dele começava. Peguei as chaves da caminhonete, as da casa dele e o documento, a Pau saiu rapidinho do lavabo. tinha que levar ele pro quarto pra eu poder ir embora, mas… quando saí, o Osvaldo tava esperando ela, ela se assustou, ele agarrou a bunda dela e puxou pro corpo dele, se encostou na parede de um jeito que as costas da Pau ficaram viradas pra janela do tanque, eu conseguia ver tudo, e a escuridão da noite me protegia deles me verem.
Começou a beijar ela enquanto apalpava a bunda dela…
Osvaldo: – me deixou com muito tesão com aquele beijo de agora
Pau: – (tentando se afastar) espera, não quer ir pra lá (apontando pro corredor)
Osvaldo: – não, gostosa, temos a noite toda, vou te comer pela casa inteira
A Pau não teve escolha, se entregou…
Ele começou a beijar ela desesperadamente, enquanto as mãos apertavam a bunda da Pau por cima do short…
Osvaldo: – mmmmm que puta que você é, que perfume gostoso você passou, desabotoa minha calça…
A Pau tava tensa, com certeza sabendo que eu tava atrás da janela vendo tudo, começou a desabotoar a calça dele, enquanto os beijos do Osvaldo não paravam, de vez em quando ela colocava a língua pra fora sabendo que era isso que ele queria. O pau dele tava prestes a explodir, tava de cueca preta… Até agora a iniciativa era só dele, ela tinha segurado ele timidamente pela cintura, e ele cada vez mais encostava o corpo da Pau no dele pra que o pau batesse na barriga dela.
Parou de beijar ela, afastou ela uns centímetros pra trás, e abaixou a cueca, o pau dele rapidamente ficou duro quando ficou livre…
Osvaldo: – viu como você deixa ele duro, docinho? Bate uma pra ele, vai…
A Pau aproximou a mão devagar e começou a bater uma pra ele…
Osvaldo: – mmm isso, assim, docinho, devagarzinho, trata ele bem, puta…
A cena era linda, o velho tava encostado na parede enquanto ela, com o corpo curvado, segurava o pau dele e masturbava…
Osvaldo: – tira a blusa, gostosa, quero ver seus peitinhos…
Ela começou a tirar, assim que os braços dela levantaram, ele aproveitou pra começar a chupar os peitos dela..
Osvaldo: – (enquanto chupava elas) hmm que tetinhas gostosas, bebê, parecem as de uma adolescente, cê nem sabe como me excitam… (Pau não soltava uma palavra) fala comigo, garota, gosto de te ouvir…
Notei que a Pau tava muito fria, provavelmente porque sabia que eu tava vendo, precisava que eles fossem pro outro lado da casa pra eu poder ir embora. Ele parou com a putaria e segurou ela pelos ombros.
Osvaldo: — Olha, garota, se não entrar no clima, vai se foder. Começa a curtir, porque senão vai sofrer (tava falando muito sério, Pau se cagou de medo). Eu tô me segurando porque sei que cê é uma putinha delicada… então entra no clima, ok? (Ele tava se segurando? Do que ele tava falando? O que ele seria capaz de fazer?)
Pau: — (assustada) Ok, sim
Osvaldo: — Sim, papai, me chama (o tom dele tinha mudado completamente, era muito autoritário)
Pau: — (com muita timidez) Sim, papai…
Osvaldo: — Hmm, tira o short e continua me batendo uma, garota…
Ela tava morrendo de medo, o corpo tremia. Ela se virou e começou a abaixar o short, a bunda dela ficou a centímetros da pica dura do Osvaldo…
Osvaldo: — (enquanto se aproximava pra apoiar ela) Hmm, sim, viu? Assim eu gosto mais, bem putinha
A Pau tava usando uma fio dental turquesa, que sumia no meio das nádegas dela, ficava muito gostosa. O Osvaldo não aguentou, se abaixou, puxou a fio dental e começou a chupar a bunda dela, enquanto segurava ela pela cintura pra ela não cair pra frente…

Osvaldo: — Que bunda gostosa você tem, garota, a semana inteira fiquei pensando no seu rabo Com os polegares, ele separava as nádegas de Pau pra brincar bem com a língua
Osvaldo: — Hummm, você gosta de chuparem sua buceta, docinho?? (Pau demorava pra responder) me fala, putinha…
Pau: — Si… Papai (tentava não olhar pra frente, porque sabia que ele provavelmente ainda estava lá, observando tudo)
Eu tava muito excitado vendo tudo, tava de moletom, então consegui enfiar a mão facilmente pra bater uma enquanto observava o que eles faziam…
Osvaldo: — (alternava as lambidas no cuzinho de Pau com a conversa) Sim, docinho?? Quem chupa melhor?? O corno ou eu??
Pau: — Você, papai (aos poucos ia se soltando, já não demorava pra responder, não sabia se era por medo ou se tinha começado a gostar…)
Ele começou a babar o cu dela enquanto chupava e de vez em quando alternava com os dedos, pra ir dilatando o buraquinho aos poucos… se levantou, mas antes deu uma boa cuspida no rabo dela, ficou de pé, atrás dela, a pica dele na altura do cuzinho de Pau… sussurrou no ouvido dela enquanto dava beijos na nuca e no pescoço…
Osvaldo: — Vou encher seu cuzinho de leite, sua putinha…
Pau: — Não dá, não entra…
Enquanto ele pressionava forte a cabeça da pica no cu de Pau… realmente não entrava, não era comum pra gente o sexo anal, na verdade a gente só tinha tentado umas duas vezes, e ela não tinha gostado…
Osvaldo percebeu que enfiar naquele rabo não era tarefa fácil, precisava de mais estímulo e ela ainda estava meio tensa, então enquanto segurava um dos peitos dela com a outra mão, pegou a mão de Pau e levou até a pica dele, pra ela começar a bater uma, a cabeça da pica continuava encostada no buraquinho, a posição era meio desconfortável pra ela, ele enquanto isso chupava o pescoço dela e os dedos brincavam com o mamilo de Pau.
Osvaldo: — Continua batendo uma pra mim, docinho, que eu tô quase enchendo seu cu de leite… hummmmmmm… isso, vai, putinha… mais… forte...
Pau de costas, acelero a punheta como deu, e a porra começou a jorrar da cabeça da pica..
Osvaldo:- ahhhhhhhhhhhhhhhhh, siiiiiiiiiiiiiiiii, mmmmmmmmmmmmmmmm
Ele demorou um tempinho pra se recuperar...
Osvaldo:- mmm que gostosa viu... (enquanto afastava ela pra ver a bunda de Pau coberta de porra, dava pra ver escorrendo entre as pernas dela, caindo no chão)
Ele pegou ela pelo ombro, e com uma das mãos, espalhou a porra que tinha ficado no buraquinho por toda a bunda...
Osvaldo:- cê tem que limpar ali, Sweetie (apontando pro chão, tinha uma quantidade boa de porra, bem grossa)
Pau concordou com a cabeça, deu uns passos pra ir até a cozinha pegar um pano de prato ou um guardanapo, mas ele cortou o caminho dela, segurando o braço...
Osvaldo:- não não (acompanhou as palavras com um gesto de cabeça) cê tem que limpar com a linguinha...
Pau:- (surpresa) que nojo disso!
Osvaldo:- (apertou mais forte o braço de Pau) o que eu te falei? Sê obediente senão...
Pau virou a cabeça pra janela, acho que procurando minha aprovação, ou será proteção?, o negócio é que eu tava de calça e cueca no joelho, tinha gozado uma porra toda no gramado... não dava pra fazer muito, Pau não teve escolha, se ajoelhou no chão, e com a língua começou a juntar o sêmen derramado, deu uns enjôos, assim que juntou todo o leite na boca, saiu correndo pro banheiro, ele foi atrás... era minha chance de vazar da casa.
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