No último capítulo, contamos como minha sogra nos espionou enquanto eu e minha mina transávamos. Isso gerou um tesão especial, uma putaria extra. Abriu as portas pra um jogo novo. Se minha sogra gostava de nos ver foder, então vamos dar mais material pra ela ver. O mais lindo de tudo é que a ideia veio da própria minha mina, que uma tarde tomando mate na mesinha enferrujada do pátio me disse: "amor, tô com vontade de foder e que minha mãe veja, foda-se". E enquanto eu sentia meu pau endurecendo, minha mina continuou: "já que ela nos via fodendo, que nos veja direito, que saiba como meu macho me come". Uma beleza do mundo quebrada é a competição constante entre as minas, sejam amigas, vizinhas, irmãs e até mãe e filha. Sempre, mas sempre competem, é algo que aprendem desde pequenas. Competem pra ser a mais linda, a mais gostosa, a mais puta, a mais vadia, a mais grávida, etc. Também é verdade que naqueles anos, embora vocês tivessem celular e internet, no mundo quebrada tudo chegou mais devagar e ainda se vivia um pouco mais à moda antiga, digamos. Tinha que se entreter com outras coisas, tipo foder e ter filho. Enquanto minha mina me explicava do jeito dela o novo jogo sexual, eu fiquei só olhando pra ela. Já tinha passado mais de um ano desde o dia em que a conheci, quase dois. Ela tinha o cabelo sempre comprido, as sobrancelhas bem feitas, no estilo mina, e o piercing no lábio. A barriguinha com a Abril dentro ia crescendo e formava a curvinha perfeita no corpinho dela, ainda em desenvolvimento. Os peitos crescidos pela gravidez eram um espetáculo, com aqueles biquinhos lindos marcando na regata branca sem sutiã. E mesmo sentada, eu não conseguia apreciar direito aquela bunda redonda linda, com alguma marquinha, algum furinho pequeno, mas que me tirava do sério. De calça sempre, e com o fio vermelho da tanga aparecendo por cima da calça. Depois de me provocar e me deixar com tesão com a ideia de foder e minha sogra ver, começamos a nos beijar gostoso, sem controle. Minha mina Ela se levantou e sentou no meu colo. Eu senti minha pica toda ficar mais dura, batendo contra a bunda nua e pequena dela. A gente podia ter transado ali mesmo, mas guardamos toda a vontade pra noite. Já de noite, estávamos na nossa cama, bem quentes, e minha mina tentava fazer o Dylan dormir. "Esse filho da puta não dorme, porra", falou a gostosa, pensando mais na foda do que no moleque. Eu olhava ela reclamando com o pivete e ficava mais excitado; ela soltava um cheiro de mulher no cio difícil de explicar, tem que estar lá, mas é como se todos os hormônios se intensificassem e a mina se transformasse numa mulher sedenta de pica que nada nem ninguém vai parar. Pra dar um gás no nosso plano, a gente tomou meia garrafa de frize azul que tinha sobrado do fim de semana e, meio altos, caminhamos nos beijando e bem quentes até a porta do quarto da minha sogra (que também não tem porta). Começamos a nos beijar ali na entrada, minha sogra dormia dentro do quarto completamente pelada, com aquelas tetas enormes e aqueles bicos grandes e pretos à mostra. Eu comecei a passar a mão na buceta da minha mina e enfiar um dedo enquanto a gente se beijava loucamente. Quentes como uma panela, minha sogra ainda dormia. Minha mina só tinha a tanga fio dental vestida e eu um short do San Lorenzo, então puxei a tanga pra baixo e ela se apoiou no batente da porta. Eu enfiei a pica até o fundo da buceta dela sem camisinha, pele com pele. Minha mina deu um grito que ecoou na casa toda. Automaticamente, minha sogra acordou e na mesma hora eu comecei a bombar a pica dentro da minha mina. Eu olhava a cama da minha sogra a cada segundo pra ver o que acontecia. A tesão tava nas alturas, puta merda. Minha sogra rapidamente olhou pra porta e nos encontrou fodendo ali como se nada fosse. Sinceramente, achei que ela ia mandar a gente pra merda, mas se fez de sonsa e ficou deitada olhando. Primeiro disfarçava que tava dormindo, mas como nossa foda se ficava mais e mais intenso e os gemidos da minha mina mais agudos e apaixonados, já dava pra ver que o tesão foi tirando o disfarço da mãe. Ela tinha se sentado na cama sem esconder os peitos nus, olhando pra gente. A gente fodendo igual louco e minha mina dando um sorriso de puta satisfeita. Quando finalmente mãe e filha trocaram olhares, minha mina atirou primeiro: Jéssica: "ai, desculpa mãe, tava acordada? Nem percebi." Eu continuei metendo a pica, mas um pouco mais devagar, então a safada falava com a mãe com minha pica dentro. Sogra: "vocês são terríveis, onde dá na telha vocês transam." Jéssica: "óbvio, com o macho que eu tenho, quero a pica dele o tempo todo." Sogra: "que inveja, filha, que inveja." Jéssica não respondeu, só continuou gemendo e gritando como se nada. Eu tava com a pica prestes a explodir, não aguentava mais o tesão da situação toda. Pra minha sorte, a sogra, com certeza excitada e com muito tesão, arrumou a desculpa de passar mais perto da gente, dizendo que tinha que mijar. Foi sutil: "ó, filha, deixa eu passar que tô me mijando." Ela se levantou completamente nua, com a buceta meio peluda na nossa frente. Caminhou até onde a gente tava e ficou paradinha do nosso lado. Minha mina continuava recebendo minha pica e gemia e sorria, ainda sem dar passagem pra mãe. "Vou mijar nos teus pés, hein", disse minha sogra, se agachando quase na entrada do quarto. Eu aproveitei pra olhar bem aquela buceta. Dava pra ver que tinha tido vários filhos, mas tinha um formato bonito. Buceta de mulher. Peluda e bem buceta. Infelizmente fiquei na dúvida se ela teria mijado ou não, porque minha mina deixou ela passar e elas trocaram um olhar que só elas duas entenderam. Eu, de fora, entendi algo tipo: "já sei que você nos viu fodendo outro dia, mas essa pica é toda minha, então não enche o saco." Deve ter sido uma mensagem assim, porque assim que minha sogra foi pro banheiro, minha mina com a "missão cumprida" acabou tudo, um fluxo tremendo potencializado pela situação e pela gravidez. Foi uma gozada linda, em jatos, que sujou o chão inteiro. Chão de cimento e desnivelado, sem o acabamento fino, então até formaram duas poças pequenas. Chão que continua assim até hoje, se vocês estão perguntando. Basicamente, a casa inteira tá igual. Eu vendo tudo aquilo, tava quase gozando, mas minha mina tinha mais uma carta na manga. Ela se ajoelhou, já um pouco mais pra dentro do quarto, se afastando um pouco das poças de fluxo, e começou a chupar minha pica. Começou a fazer um boquete que dava gosto, se engasgava com a pica o máximo que podia. Chupava como uma puta no cio e, poucos minutos depois, uma explosão de porra encheu a boca dela. Fazia muito tempo que eu não gozava na boca dela, e a putinha engoliu tudo com prazer. Era tanta porra que sobrou um pouco nos lábios dela. Ela se levantou, limpou a boca e o rosto com uma calça da minha sogra que tava apoiada no guarda-roupa. Em seguida, passou a calça na buceta e jogou ela amassada em cima da cama. A gente foi embora rindo e tomando mais um pouco de Frizze no nosso quarto. Quando entramos, a piranha, vendo que a criança ainda tava acordada, me disse: "Faz ela dormir, tô cansada". Uma fotinha de ontem à noite — perguntem se a gente se divertiu.

15 comentários - Fodemos na frente da minha sogra. Puta mãe e filha (cap 32)
y jesi...no le importa nada..es divina...y la suegra....la dejan caliente..jajajaj
jajaja siii re caliente qjedo la suegra jaja