Minhas 4 irmãs e o rio 4

MINHAS 4 IRMÃS NO RIO 4 Continuando com o relato anterior, passaram-se várias semanas sem fazer nada com minhas irmãs além de roças, beijos, masturbações mútuas, só brincadeiras, nada de sexo explícito pra não levantar suspeita dos nossos pais e da Belen. Bom, me dediquei aos estudos, pedi pro meu pai me dar um trampo porque precisava de grana pra ir pra praia no meu aniversário. Faltavam 2 meses e meio, meu pai aceitou e me levou pra trabalhar. Como era só nos sábados, os outros dias eram pra ir pro colégio. Como só faltava o último ano, tinha que meter a cara pra me formar. Eu não era o típico estudante nerd, mas também não era o pior da sala. Era um cara que se estudasse passava, e se não estudasse também. Mas como era o último ano e eu queria boas notas pra entrar na universidade que fica na capital, foi assim que passaram 2 meses: estudando, trampando e na dieta do camelo, só na base da água e punheta. Faltavam duas semanas pra eu fazer a maioridade. Era sábado à noite, umas meia-noite, quando a Alejandra me manda uma mensagem dizendo:Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Fala, Fercho! Tenho uma surpresa pra você. Se adivinhar, ganha um prêmio.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Não sei um celular-       Ehno, você não tá frioDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Um relógioDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo.       Frio, frioDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Uma calça e uma camisetaDesculpe, não posso realizar essa tradução.       Nada de roupaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Já é uma viagem pra praiaDesculpe, não posso realizar essa tradução.       Pode ser, mas algo melhorDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Yaame, vai me dar esse cuzinhoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Não precisa de mente, mas é por aí que vai.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Nola, verdade, nem ideia do que você vai me dar de presenteDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Lembra da outra vez que a gente conversou que a Dayana tava de olho em você e tal, sobre o menage, você, ela e eu?Desculpe, não posso realizar esta tradução.       Nodime, é verdade que você não está me pregando uma peça?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Não, não é brincadeira {ela me mandou uma foto da lingerie e um brinquedinho que a Alejandra e a Dayana compraram}Desculpe, não posso realizar essa tradução.       E como pra quando éDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo.       Para o seu aniversário, já que tá chegando-       Eita, poxa, não sei se dá pra fazer.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       E aí, beleza agora?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Tô juntando grana pra ir pra praia uns dois ou três dias.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Vamos nós três, como você diz.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Nariz é um pouquinho complicadoDesculpe, não posso realizar esta tradução.       Não te apetece passar uns três dias com umas mulheres gostosas e que ainda por cima sejam tuas irmãs?Desculpe, não posso traduzir esse texto.       Você tá me animando, mas como a gente faria pra ir sem ninguém desconfiar, especialmente a Karen, que sabe da nossa parada, mas não sabe da Dayana?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Deixa comigo, tá bom?Desculpe, não posso traduzir esse texto.       Hay me contas, te deixo. Amanhã tenho jogo com os caras do colégio.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Até amanhã, maninho. Beijos pra você e seu amiguinho.
Lá pelas nove eu levantei, me troquei e fui jogar a partida com meus amigos. Voltei pra casa lá pelas três da tarde, porque aproveitamos pra ir numa piscina – plano de colegas e uma ou outra amiguinha. Bom, já em casa, almocei. Não tinha ninguém em casa, só minha mãe deitada na rede que tem na sala. Cumprimentei ela, perguntei como tava, ela respondeu que tava com uma dor nas costas. Propus que, se ela quisesse, eu podia dar uma massagem. Ela aceitou. Fomos pro quarto dela, exatamente na cama dela.

Bom, passei uns 15 minutos dando a massagem. Já tava me sentindo desconfortável e meio excitado, porque minha mãe tem um corpinho bom pra idade dela, e isso é de família. Minha mãe já tava bem relaxada e dando uns gemidinhos leves. Bom, eu tenho umas mãos meio mágicas e sei um pouco como tocar uma mulher. Bom, falei que tinha que ir, e meu pai chegou bem na hora. Saí do quarto dela pra não dar margem pra mal-entendidos. Cumprimentei ele e fui pro meu quarto. Naquele dia não aconteceu nada irrelevante. Assim passaram vários dias {não vou contar o que rolou nesses dias pra não deixar a história longa e chata, continuo}.

Era quinta-feira, meio-dia. Alejandra me contou como ia fazer pra gente ir os três pra praia. Me mandou uma mensagem.Desculpe, não posso traduzir esse texto.       Fala, maninho, pronto pro seu presentinho?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Espero, como é que você vai fazer? Me conta aí.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Siles, vou contar pros nossos pais que vou com meu namorado e a família dele pra uma chácara dos avós dele.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Pronto, Dayana, o que ela vai inventar agora?Desculpe, não posso realizar essa tradução.       A Siella vai falar pra elas que vai sair com umas amigas que vão fazer uma festa de aniversário pra ela.Desculpe, não posso traduzir esse texto.       E aí, cê acha que vai dar certo?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Siya, te falei, deixa comigo. Só compra as passagens pra gente ir junto. Vem no meu quarto pegar o dinheiro.Desculpe, não posso traduzir esse texto.       Beleza, vou deixar você porque vou arrumar minhas coisas pra ficar pronto. Mais tarde, umas oito da noite, a Alejandra e a Dayana vão botar o plano em prática e falar pros nossos pais pra onde cada uma vai. A Alejandra olha pra mim de novo e pisca o olho. Eu, por minha vez, olho pra Karen pra ver se ela desconfiava, e não me enganei: ela pegou o celular e me mandou uma mensagem perguntando o que a gente tava tramando, com pontos de interrogação. Na hora entendi, respondi dizendo que nada, que eu ia pra praia com uns amigos e que elas, bem, ela já ouviu. Chegou a hora de dormir, me despedi e fui pro meu quarto. Nisso, chegam duas mensagens: uma da Dayana, abri e ela dizia:Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.       Fala, Fercho, não aguento mais, já quero que seja amanhã pra ficar junto de você.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       É, também, maninha. Já quero estar com você naqueles dias na praia.
A outra mensagem era da minha mãe, dizendo que tava com dor nas costas e queria outra massagem. Respondi que seria outro dia, porque já era noite e que amanhã eu ia viajar. Ela não respondeu. Já quase dormindo, lembrei da mensagem da minha irmã mais velha. Levantei e fui no quarto dela buscar o dinheiro. Cheguei lá, a porta tava trancada. Bati, ela mandou entrar, eu entrei e cumprimentei.-       Fala, mana, vim buscar a grana.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       oláFecho, já te douDesculpe, não posso traduzir esse texto.       Enquanto eu estava deitado, ela se levantou, me deu um beijo e eu soube corresponder. Ela se afastou, sentou na beira da cama, puxou minha bermuda junto com a cueca, porque com aquele beijo já dava pra ver que tava endurecendo. Ela começou a me fazer um boquete delicioso, um blow job que eu não aguentei nem 5 minutos e gozei na boquinha linda dela. Ela engoliu tudo, me sorriu e terminou com uma frase que me deixou animado a noite toda. Ela disse:Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Maninho, é mais ou menos isso que a Dayana e eu vamos fazer com você no hotel.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Irmãzinha {só consegui falar isso}Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Até amanhã, meu amorDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Hastamañana, Alejandra.
Já no meu quarto, guardei o dinheiro e me acomodei pra dormir, quase não consegui. Acordei sexta-feira umas 7 da manhã. Esse dia não tinha aula. Já banhado e trocado, desci pra cozinha pra tomar café. Minha mãe tava cozinhando, cumprimentei ela e ela respondeu com um beijo na bochecha e um "bom dia, meu príncipe". Sentei. Nisso, entram minhas três irmãs. As mais velhas, Alejandra e Dayana, estavam lindas, bem arrumadas, diferente da Karen, linda mas acabada de acordar, de pijama. As três cumprimentam. Não passa nem 2 minutos e entra a menina dos meus olhos, minha irmã favorita. Era uma jovenzinha gostosa, meus olhos brilhavam. Ninguém, além da Alejandra, percebeu. Tomamos café juntos. Terminei, saí da cozinha, fui pro meu quarto pegar a mala. Me despedi e fui pro terminal comprar as passagens minhas e das minhas irmãs. Cheguei umas 8 da manhã, comprei as passagens. Os assentos eram os três de trás, os últimos. O ônibus saía umas 8h30 da manhã. Mandei uma mensagem pra Alejandra perguntando onde estavam. Ela respondeu que chegavam em uns 2 minutos. Faltando 15 minutos pro ônibus arrancar, subi pra me acomodar nos assentos. Sentei, comecei a ouvir música e acabei dormindo. Nisso, percebi que o ônibus tava em movimento. Acordei e minhas lindas irmãzinhas estavam sentadas do meu lado, com meu pau pra fora da calça e as mãos dele. Alejandra tava me fazendo um boquete e a Dayana tava observando e esperando a vez. Minha irmã mais velha parou quando percebeu que eu tava quase gozando. Me deixaram descansar 2 minutos e a Dayana começou. Não aguentei muito e gozei na boca da minha irmã mais nova. Fechei os olhos e minhas duas irmãs se beijaram, compartilhando um pouco da minha gozada. Fiquei ainda mais excitado, mas decidimos deixar pra quando chegássemos no hotel. Assim passaram duas horas e finalmente chegamos numa praia muito conhecida. Na estação, pegamos um táxi pro hotel chamado La Punta. Chegamos, fomos recebidos e pegaram as chaves do quarto. Era um quarto com duas camas. Camas: uma grande e uma pequena, pra uma pessoa só. Beleza, arrumamos nossas coisas. Falei pra elas se trocarem pra sair, conhecer a praia e comer um pouco. Minhas irmãs entraram no banheiro pra se trocar enquanto eu ligava pros nossos pais pra avisar que cheguei bem. Desliguei a ligação e minhas irmãs estavam saindo do banheiro. As duas estavam lindas pra caralho. A Alejandra tava com um biquíni vermelho de duas peças, o da Dayana era igual, só que preto. As duas estavam umas deusas. Vestiram um shortinho curto, e a gente já ia sair do quarto quando minhas irmãs me deram um beijo. Saímos do hotel, chegamos num restaurante, almoçamos, e fomos pra praia pra entrar um pouquinho no mar. Como era a uma quadra, fomos a pé. Minhas irmãs tiraram os shortinhos que tavam usando e ficaram espetaculares. Os homens não tiravam os olhos delas, e as mulheres também, por causa dos corpos gostosos delas. A gente começou a brincar, pegar sol. Como ninguém nos conhecia, a gente se beijava — primeiro a Alejandra, depois a Dayana. Eu era a inveja dos homens naquele lugar. Ficamos umas 3 horas assim e depois voltamos pro hotel. Chegamos, minhas irmãs entraram no chuveiro. Fiquei vendo TV. Elas saíram completamente peladas e me falaram pra ir tomar banho, que a gente ia sair pra uma balada. Obedeci, peguei minha roupa, uma toalha e fui pro banheiro. Passaram 10 minutos e eu saí. Minha surpresa foi quando vi elas sentadas na cama: estavam divinas. A Dayana tava com um vestido longo cor de bege (não sei como escreve essa cor), e a Alejandra com um vestido preto, também longo, com uma abertura na perna esquerda. Uau! Eu, por minha vez, tava de calça de tecido, sapato preto e uma camisa branca elegante. Saímos, mas antes demos um beijo. Pegamos um táxi e pedimos pra nos levar a um restaurante e depois a uma balada. O taxista ficava olhando pras minhas irmãs lindas. Chegamos, e o pessoal ficava nos encarando, igual na praia. Onde eu ia com minhas irmãs, elas chamavam atenção. Começamos a dançar e a beber um pouco, não faltaram os convites pra dançar de outros caras pras minhas irmãs e uma ou outra bebida, mas elas recusavam, só dançavam comigo. O tempo passou, já eram três da manhã e eu disse pras minhas irmãs pra irmos pro quarto do hotel, mas antes comprei uma garrafa de uma boa cachaça colombiana chamada Antioqueño. Pegamos um táxi e os três íamos no banco de trás como se fôssemos namorados, estávamos nos beijando, o taxista só observava com cara de inveja. Chegamos no hotel, entramos no nosso quarto, servi um pouco da cachaça em copinhos, elas beberam. Comecei a beijar a Dayana devagar, com paixão, enquanto a Alejandra foi pegar alguma coisa na mochila dela. Assim que a Alejandra encontrou o que estava procurando, me afastei da minha irmã mais nova. A Alejandra e a Dayana se combinaram, me mandaram deitar na cama maior, que iam me dar meu presente de aniversário que prometeram. Eu só obedeci, me deitei. Depois de colocar música, elas começaram a dançar sensualmente, começaram a se beijar e a se despir uma à outra. Eu já tava pronto pra batalha. Uma vez peladas e já excitadas, as duas se aproximaram de mim, e a Dayana me dá um beijo enquanto a Alejandra sussurra no meu ouvido.Desculpe, não posso realizar essa tradução.       Listo pra sua lembrancinha, irmãozinho querido-       SimDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Pronto, Dayana tirou as calças dele
Minha irmã obedeceu e começou a tirar minha calça, depois a cueca. Naquele instante, quando meu pau ficou livre, Dayana começou a dar uns beijinhos suaves e carinhos, e Alejandra cuidava da camisa enquanto a gente se beijava. Eu quis pegar na buceta da minha irmã mais velha, mas ela me parou, dizendo que ainda não. Já não aguentava mais, Dayana me fazendo um boquete delicioso, e Alejandra se juntou a ela. Não passou nem 5 minutos e avisei que ia gozar. Nisso, minha irmã mais velha me fez uma garganta profunda, não tive escolha a não ser gozar na boquinha linda dela. Como no ônibus, minhas irmãs se beijaram enquanto eu servia uns copos de aguardente. Dei para Alejandra e Dayana, elas terminaram de beber e eu mandei elas se deitarem. Assim que fizeram isso, comecei com a Dayana, porque também era aniversário dela e quis agradar. Comecei dando beijinhos nas coxas lindas dela, fui subindo devagar até chegar na conchinha gostosa dela, sem pelos, cheirava a paraíso. Passei a língua, mordi o clitóris bem de leve, enfiei primeiro um dedo, depois dois. Eu concentrado pra Dayana gozar, minha irmãzinha agarrou minha cabeça com as duas mãos e deu um grito, prova do orgasmo evidente dela. Quando percebi, Alejandra estava brincando com um vibrador quase do tamanho do meu pau. Como Dayana estava gozando, levantei pra tomar um pouco de aguardente e deixar elas descansarem um pouco. Passou uns 5 minutos e fui na minha irmã mais velha, fiz a mesma coisa que fiz com a Dayana com a Alejandra até ela gozar. Levantei e peguei minha irmã mais nova e perguntei se estava pronta.
Ela respondeu que sim, me coloquei na frente dela, dando um beijo. Dayana pegou meu pau com a mão e colocou na entrada da buceta linda dela. Comecei com uma metida e tirada suave, conforme o tempo passava, eu acelerava o ritmo. Ela me dizia:Desculpe, não posso realizar essa tradução.       Me fode, Fercho, me fode, por favor, não para, me faz tua, aaaah sim, isso mesmo, maninhoooo, goza dentro de mim, aaah sim, isso, eu vou gozar, continuaaaaaa
Dayana teve outro orgasmo e eu deixei ela descansar um pouco e me joguei na Alejandra, foi ela que me disse pra foder ela, coloquei ela de quatro, quando eu ia penetrar ela, ela me disseDesculpe, não posso realizar essa tradução.       Por aí não, faz no meu cuzinho, mas vai devagar que nunca fiz por aí.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Sério, esse é meu presente de aniversário?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Feliz 18 anos, bem-vindo ao mundo dos adultosDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Valeu, maninhas, pelo presente
Alejandra não me falou nada e me deu um vidrinho de lubrificante anal. Peguei o vidro, deixei de lado. Minha irmã se surpreendeu, ela tava de quatro. Abri um pouquinho mais as pernas dela, me abaixei mais um pouco e grudei na bunda dela. Comecei a dar mordidas nos glúteos, dava umas palmadas leves. Passaram uns dois ou três minutos e comecei a abrir as nádegas dela até ver o cuzinho. Comecei a dar linguadas, Alejandra já tava gemendo.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Oooh, maninho, continua assim que tá uma delícia demais.

Dayana ficava olhando enquanto com uma mão se tocava na buceta dela e com a outra apertava um peito. Eu comecei a enfiar um dedo no cuzinho dela até a metade, passava a língua, chupava, fiz aquele famoso beijo grego, também fazia carinho na xerequinha dela. Alejandra teve um orgasmo, sabe?

Vendo que o cu da minha irmã tava bem lubrificado, peguei um pouco daquela garrafa no meu pau e coloquei na entrada do rabo da minha irmãzinha e empurrei devagar. Alejandra não falava nada, ela tava tipo em êxtase com o orgasmo que teve. Eu empurrei um pouquinho mais, minha cabecinha começou a entrar. Empurrei de novo, mas dessa vez foi um pouco mais forte, aí consegui enfiar até a metade. Tirei quase tudo e meti de novo, foi mais fácil porque tava bem lubrificado. Empurrei mais até conseguir enfiar tudo. Foi aí que Alejandra reagiu com gemidos, quase gritos.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Ooooh Fernando, isso aí, me dói mas não tira, aaah vai, tô me acostumando, continua, maninho. Mmmmm.

Comecei a bombar com um vai e vem suave, fui acelerando o ritmo, já tava comendo ela sem medo de doer, ela só gemia, tampava a boca com o travesseiro. Falei pra Dayana deitar de barriga pra cima, na frente da nossa irmãzinha. Alejandra entendeu e começou a chupar a buceta da Dayana. Passou uns 10 minutos e tanto a Alejandra quanto a Dayana gozaram. Eu continuei no vai e vem por uns 3 minutos.

Até que gozei dentro da Alejandra. Távamos exaustos, fomos tomar banho nós três. Depois do banho, arrumamos a cama maior e deitamos. Quando olho pro celular pra ver as horas, vejo que tenho uma mensagem da Karen. Não abri porque tava com muito sono. Vi a hora e já eram 6 da manhã. Deitei na cama pequena e minhas duas irmãs na outra. Dormimos. Acordo porque sentia que tava gozando. Abro os olhos e qual não é minha surpresa: Alejandra tava em cima de mim, cavalgando. Não aguentei muito e gozei nela de novo.

Ela desce, eu levanto. Vejo que a Dayana não tá e pergunto pra Alejandra onde ela tava. Ela tinha saído pra comprar comida. Vejo a hora: era meio-dia de sábado. Falei pra minha irmã nos arrumarmos pra ir pra praia. Alejandra entrou no banheiro, eu peguei meu celular pra ligar pros meus pais, mas primeiro chamei a Karen no vídeo do WhatsApp. Ela atendeu.Desculpe, não posso realizar essa tradução.       Fala, Fercho! Beleza?Desculpe, não posso traduzir esse texto.       Bem, aqui sentindo sua faltaDesculpe, não posso traduzir esse texto.       E como é que cê tá na praia e tal, porque cê tá com saudade de mim?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Tô bem, um pouco cansado, mas de boa, e tô com saudade de você porque você é minha irmã e minha mulher.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Já imagino, a Alejandra não deve te deixar descansar, muito menos dormir. E como sua mulher, se você não me levou, levou a Alejandra... {minha cara era de surpresa}Desculpe, não posso realizar essa tradução.       Queeee, como é que você sabe que ela tá comigo? Foi ela quem te contou?Desculpe, não posso traduzir esse texto.       Não, mas mais ou menos eu imaginei quando ela te piscou o olho, mas não tem problema. Só guarda energia pra mim e usa proteção.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Não se preocupa, essa também é sua. Mostrei minha rola pra ela e na próxima a gente vem junto. Nisso, a Dayana entrou. Minha cara mudou de feliz pra preocupado de ser descoberto. A Dayana também tava ali. Com a mão, fiz sinal pra ela ficar quieta. Perguntei sobre nossos pais, ela respondeu que estavam bem. Me despedi e desliguei. A Dayana tinha trazido um café da manhã que parecia bom. Comemos um pouco até a Alejandra sair do banheiro. Finalmente saiu, vestindo um biquíni branco. Dessa vez, ela colocou uma minissaia. Tava linda. Entrei no banheiro pra me arrumar. Saí com uma bermuda vermelha e uma camiseta branca. A Dayana não dava pra ver o que tava vestindo {era vermelho, na praia descobri a cor}. Fomos pra praia por um tempo. Aí deu 4 horas da tarde. Caminhamos até o hotel. Uma vez no quarto, nós três entramos no banheiro pra nos refrescar e nos preparar pra sair de novo pra balada. Brincamos um pouco na banheira, mas foram só umas brincadeiras leves. Deixamos pra mais tarde. Saí primeiro, depois a Alejandra, que vestia um vestido longo vinho, divina. Depois saiu a Dayana, com um vestido curto preto. As duas estavam lindas. Era sábado, 9 da noite. Saímos do hotel, fomos pro mesmo restaurante e pra mesma balada. Comemos, dançamos, bebemos, igual ao dia anterior. Lá pelas duas da manhã, a Alejandra chegou perto de mim e perguntou se a gente podia ir embora, que tava com dor de cabeça. Avisei a Dayana e saímos pra pegar um táxi. Chegamos no quarto. A Alejandra entrou no banheiro, se trocou e me disse que naquela noite não queria nada por causa da dor de cabeça.-       Desculpa, maninho, mas hoje não tô a fim.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Não se preocupa, só descansaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       É que vocês não sabem se divertir, né.
Ela deitou na cama pequena e dormiu. Falei pra Dayana a gente ir pra praia, só meia hora, ela disse que sim e saímos do quarto rumo à praia. Caminhamos, íamos conversando sobre o que ela achava do passeio e outras coisas banais até que chegamos. Estendemos uma toalha e sentamos pra continuar conversando. Minha irmã não queria falar, ela queria ser comida naquele lugar. Ela chegou perto de mim e me beijou, ficou passando a mão na minha pica já dura por cima da calça. Paramos de nos beijar e ela se ajoelhou na minha frente, abriu a boca e enfiou ela inteira. Passou uns 5 minutos e avisei que ia gozar. Ela tirou, mandei ela ficar de pé, ela obedeceu. Levantei o vestidinho dela, tirei uma linda calcinha de renda vermelha. Mandei ela deitar, ela fez isso. Abri as lindas pernas dela e comecei a acariciar, dar beijos suaves. Subia até roçar meus lábios nos lábios da bucetinha da Dayana, descia até o joelho e subia de novo. Dayana gemia, ela estava linda {ela é linda gemendo até hoje}. Ela implorava pra eu meter logo, coisa que eu neguei. Queria aproveitar e fazer minha irmã aproveitar até o último minuto que passássemos na praia. Comecei a dar lambidinhas no cuzinho dela e meter e tirar dois dedos. Chupei devagar o clitóris dela até ela gozar. Não parei e logo ela teve outro orgasmo. Aí entendi que tinha que comer ela. Subi um pouco até ficar na frente dela, dei um beijo enquanto com a mão pegava minha pica e colocava na entrada da buceta dela. Só ficava esfregando pra cima e pra baixo. Ela já não só gemia, gritava pra eu meter logo.Desculpe, não posso realizar essa tradução.       Dá-lhe, maninhoooo, por favor, não sejaaa mauuuu, me come jááá, ooooh sim...

Não falei nada, só empurrei de leve e entrou fácil. A glande não aguentou mais e comecei um vai e vem suave, fui aumentando o ritmo. Como minha irmã tava sensível, ela teve outro orgasmo. Mudei ela de posição, coloquei de quatro e comecei a comer ela. Dava beijos com mordidas nas costas. Ficamos uns 10 minutos assim até que eu e minha irmã gozamos. Deitamos na toalha. Já tinha umas duas horas de trepada e já eram 5 da manhã de domingo, último dia na praia. Nos vestimos e fomos pro hotel. No quarto, deitamos na cama grande e dormimos umas horas. Lá pelas 9 da manhã, acordei, fiquei olhando minhas irmãs que ainda tavam dormindo. Ela tava linda. Fui no banho, me lavei, me troquei, saí e minhas irmãs já tavam acordadas. Comprimentei elas e saí do quarto pra buscar algo pra tomar café. No quarto, minhas irmãs já tinham tomado banho e se trocado. Enquanto a gente tomava café, Alejandra me falou que Dayana tinha contado tudo que rolou na praia.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       FerchoDayana me contou o que rolou na praiaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Sério, e o que te conto?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Que vocês dois se divertiram e eu também quero, mas vai ficar pra próxima.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Porque para a próximaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Porque tô menstruadaDesculpe, não posso traduzir esse texto.       Bom, pra próxima vez vai ser assim:
Terminamos de comer e fomos pra praia até meio-dia. Já no hotel, assim que entramos, Alejandra e Dayana se ajoelharam na minha frente. As duas me fizeram um boquete delicioso, juntas. Gozei na boquinha das minhas amadas irmãs.

O ônibus saía às duas da tarde, então resolvemos entrar no banheiro os três, brincamos um pouco, saímos, nos trocamos, arrumamos as malas e fomos embora do hotel. Pegamos um táxi até o ponto de ônibus. Já no busão, decidimos dormir um pouco. Assim se passaram umas três horas até chegar no terminal. Nos separamos, cada um pro seu lado, pra chegar em casa separados. A Alejandra chegou primeiro, umas 5 da tarde. Depois a Dayana chegou às cinco e meia. E por último eu, às 7 da noite. Ninguém desconfiou de nada, exceto a Karen, que já sabia do rolê meu com a Alejandra.

CONTINUA… MINHAS 4 IRMÃS NO RIO 4 Continuando com o relato anterior, passaram-se várias semanas sem fazer nada com minhas irmãs além de roçadas, beijos, masturbações mútuas, só brincadeiras, nada de sexo explícito pra não levantar suspeita dos nossos pais e da Belén. Bom, me dediquei aos estudos, pedi pro meu pai me dar um trampo porque precisava de grana pra ir pra praia no meu aniversário. Faltavam 2 meses e meio, meu pai aceitou e me levou pra trabalhar. Como era só nos sábados, os outros dias eram pra ir pro colégio. Como só faltava o último ano, tinha que meter a cara pra me formar. Eu não era o típico estudante nerd, mas também não era o pior da sala. Era um cara que, se estudasse, passava, e se não estudasse, também passava. Mas como era o último ano e eu queria notas boas pra entrar na universidade que fica na capital, foi assim que passaram 2 meses: estudando, trabalhando e na dieta do camelo, só na base da água e punheta. Faltavam duas semanas pra eu fazer a maioridade. Era sábado à noite, umas meia-noite, quando a Alejandra me manda uma mensagem dizendo:Desculpe, não posso realizar essa tradução.       Fala, Fercho! Tenho uma surpresa pra você. Se adivinhar, ganha um prêmio.Desculpe, não posso realizar essa tradução.       Não sei um celularDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Ehno, você não tá frioDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Um relógioDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Frio, frioDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Uma calça e uma camisetaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Nada de roupaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Já é uma viagem pra praiaDesculpe, não posso realizar essa tradução.       Pode ser, mas algo melhorDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo.       Yaame, vai me dar esse cuzinhoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Não precisa de mente, mas é por aí mesmo.Desculpe, não posso realizar essa tradução.       Nola, verdade, nem ideia do que você vai me dar de presenteDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Lembra da outra vez que a gente falou que a Dayana tava de olho em você e tal, sobre o menage, você, ela e eu?Desculpe, não posso realizar essa tradução.       Nodime, é verdade que você não tá me pregando uma peça?-       Não, não é brincadeira {ela me mandou uma foto da lingerie e um brinquedinho que a Alejandra e a Dayana compraram}Desculpe, não posso realizar essa tradução.       E como pra quando éDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Pro seu aniversário, já que tá chegandoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Eita, poxa, não sei se dá pra fazer isso.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       E aí, beleza agora?Desculpe, não posso realizar essa tradução.       Tô juntando grana pra ir pra praia uns dois ou três dias.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Vamos nós três, como você diz.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Nariz é um pouquinho complicadoDesculpe, não posso traduzir esse texto.       Não te apetece passar uns três dias com umas mulheres gostosas e que ainda por cima sejam tuas irmãs?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Você tá me animando, mas como a gente vai fazer pra ir sem ninguém desconfiar, principalmente a Karen, que sabe da nossa parada, mas não sabe da Dayana?Desculpe, não posso realizar esta tradução.       Deixa comigo, tá bom?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Me conta, deixo pra amanhã que tenho jogo com a galera do colégio.Desculpe, não posso realizar essa tradução.       Até amanhã, maninho. Beijos pra você e pro seu amiguinho.
Lá pras nove eu levantei, me troquei e fui jogar a partida com meus amigos. Voltei pra casa lá pras três da tarde, porque aproveitamos pra ir numa piscina – plano com os parceiros e uma ou outra amiguinha. Bom, já em casa, almocei. Não tinha ninguém em casa, só minha mãe deitada na rede que tem na sala. Cumprimentei ela, perguntei como tava, ela respondeu que tava com uma dor nas costas. Propus que, se ela quisesse, eu podia dar uma massagem. Ela aceitou. Fomos pro quarto dela, na cama dela mesmo.

Bom, passei uns 15 minutos dando a massagem. Eu já tava me sentindo desconfortável e meio excitado, porque minha mãe tem um corpaço pra idade dela – e isso é de família. Minha mãe já tava bem relaxada e soltando uns gemidinhos leves. Bom, eu tenho umas mãos meio mágicas e sei um pouco como tocar uma mulher. Aí falei que tinha que ir, e meu pai chegou bem na hora. Saí do quarto dela pra não dar margem pra mal-entendido. Cumprimentei ele e fui pro meu quarto. Naquele dia não rolou nada de relevante. Assim passaram vários dias {não vou contar o que rolou nesses dias pra não deixar a história longa e chata, continuo}.

Era quinta-feira, meio-dia. Alejandra me contou como ia fazer pra gente ir os três pra praia. Me mandou uma mensagem.Desculpe, não posso realizar essa tradução.       Fala, maninho, pronto pro seu presentinho?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Espera, como é que você vai fazer? Me conta aí.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Siles, vou falar pros nossos pais que vou com meu namorado e a família dele pra uma fazenda dos avós deles.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Pronto, Dayana, o que ela vai inventar agora?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Siella vai falar pra elas que vai sair com umas amigas que vão fazer uma festa pro aniversário dela.Desculpe, não posso realizar essa tradução.       E aí, cê acha que vai dar certo?Desculpe, não posso realizar essa tradução.       Siya, te falei, deixa comigo. Só compra as passagens pra gente ir junto. Vem no meu quarto pegar a grana.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Beleza, vou deixar você porque vou arrumar minhas coisas pra ficar pronto. Mais tarde, lá pras oito da noite, a Alejandra e a Dayana vão botar o plano em prática e vão falar pros nossos pais pra onde cada uma vai. A Alejandra volta a me olhar e pisca o olho pra mim. Eu, por minha vez, olho pra Karen pra ver se ela suspeitava de algo, e não me enganei: ela pegou o celular e me mandou uma mensagem perguntando o que a gente tava tramando, com pontos de interrogação. Na hora entendi, respondi dizendo que não era nada, que eu ia pra praia com uns amigos e que elas, bem, ela já tinha ouvido. Chegou a hora de dormir, me despedi e fui pro meu quarto. Nisso, chegam duas mensagens: uma da Dayana. Abri, e ela dizia:Desculpe, não posso traduzir esse texto.       Fala, Fercho. Não aguento mais, já quero que seja amanhã pra ficar junto de você.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       É, também, mana. Já quero estar com você naqueles dias na praia.
A outra mensagem era da minha mãe, dizendo que tava com dor nas costas e queria outra massagem. Respondi que seria outro dia, porque já era noite e que amanhã eu ia viajar. Ela não respondeu. Já quase dormindo, lembrei da mensagem da minha irmã mais velha. Levantei e fui no quarto dela pegar o dinheiro. Cheguei lá, a porta tava trancada. Bati, ela mandou eu entrar, e eu a cumprimentei.Desculpe, não posso realizar essa tradução.       Fala, mana, vim buscar a grana.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       oláFecho sim, já te douDesculpe, não posso realizar essa tradução.       Como ela tava deitada, se levantou, me deu um beijo e eu soube corresponder. Ela se afastou, sentou na beira da cama, puxou minha bermuda junto com a cueca — porque com aquele beijo já dava pra ver que tava endurecendo — e começou a me fazer um boquete delicioso. Foi um blow job que eu não aguentei nem 5 minutos e gozei na boquinha linda dela. Ela engoliu tudo, me sorriu e terminou com uma frase que me deixou excitado a noite toda. Ela disse:Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Maninho, é um pouco do que a Dayana e eu vamos fazer com você no hotel.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Irmãzinha {só consegui falar isso}Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Até amanhã, meu amorDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Hastamañana, Alejandra.
Já no meu quarto, guardei o dinheiro e me acomodei pra dormir, quase não consegui. Acordei sexta-feira lá pelas 7 da manhã. Esse dia não tinha aula. Já banhado e trocado, desci pra cozinha pra tomar café. Minha mãe tava cozinhando, cumprimentei ela e ela respondeu com um beijo na bochecha e um "bom dia, meu príncipe". Sentei. Nisso, entram minhas três irmãs. As mais velhas, Alejandra e Dayana, estavam lindas, bem arrumadas, diferente da Karen, linda mas acabada de acordar, de pijama. As três cumprimentam. Não passa nem 2 minutos e entra a menina dos meus olhos, minha irmã favorita. Era uma jovenzinha gostosa, meus olhos brilhavam. Ninguém além da Alejandra percebeu. Café da manhã juntos. Terminei, saí da cozinha, fui pro meu quarto pegar a mala. Me despedi e fui pro terminal comprar as passagens minhas e das minhas irmãs. Cheguei lá pelas 8 da manhã, comprei as passagens. Os assentos eram os três de trás, os últimos. O ônibus saía lá pelas 8h30 da manhã. Mandei uma mensagem pra Alejandra perguntando onde estavam. Ela respondeu que chegavam em uns 2 minutos. Faltando 15 minutos pro ônibus arrancar, subi pra me acomodar nos assentos. Sentei, coloquei música e acabei dormindo. Nisso, percebi que o ônibus já tava em movimento. Acordei e minhas lindas irmãzinhas estavam sentadas do meu lado, com meu pau pra fora da calça e as mãos dele. Alejandra tava me fazendo um boquete e Dayana observava, esperando a vez. Minha irmã mais velha parou quando percebeu que eu tava quase gozando. Me deixaram descansar 2 minutos e a Dayana começou. Não aguentei muito e gozei na boca da minha irmã mais nova. Fechei os olhos e minhas duas irmãs se beijaram, dividindo um pouco da minha porra. Fiquei ainda mais excitado, mas decidimos deixar pra quando chegássemos no hotel. Assim passaram duas horas e finalmente chegamos numa praia bem conhecida. Na estação, pegamos um táxi pro hotel chamado La Punta. Chegamos, fomos recebidos e pegaram as chaves do quarto. Era um quarto com duas camas. Camas: uma grande e uma pequena, de solteiro. Bom, arrumamos nossas coisas. Falei pra elas se trocarem pra sair, conhecer a praia e comer um pouco. Minhas irmãs entraram no banheiro pra se trocar enquanto eu ligava pros nossos pais pra avisar que cheguei bem. Desliguei a ligação e minhas irmãs estavam saindo do banheiro. As duas estavam lindas demais. A Alejandra tava com um biquíni vermelho de duas peças, o da Dayana era igual, só que preto. As duas estavam umas deusas. Vestiam um shortinho curto. Já íamos sair do quarto quando minhas irmãs me deram um beijo. Saímos do hotel, chegamos num restaurante, almoçamos e fomos pra praia pra entrar um pouquinho no mar. Como era a uma quadra, fomos a pé. Minhas irmãs tiraram os shortinhos que tavam usando e ficaram espetaculares. Os homens não tiravam os olhos delas, e as mulheres também, por causa dos corpos gostosos. Começamos a brincar, pegar sol. Como ninguém nos conhecia, a gente se beijava — primeiro a Alejandra, depois a Dayana. Eu era a inveja dos homens naquele lugar. Ficamos umas 3 horas assim e voltamos pro hotel. Chegamos, minhas irmãs entraram no chuveiro. Fiquei vendo TV. Elas saíram completamente peladas e falaram pra eu ir tomar banho, que íamos sair pra uma balada. Obedeci, peguei minha roupa, uma toalha e fui pro banheiro. Passaram 10 minutos e eu saí. Minha surpresa foi quando vi elas sentadas na cama: estavam divinas. A Dayana tava com um vestido longo cor de bege (não sei como escreve essa cor), e a Alejandra com um vestido preto, também longo, com uma abertura na perna esquerda. Uau! Eu, por minha vez, tava de calça social, sapato preto e uma camisa branca elegante. Saímos, mas antes demos um beijo. Pegamos um táxi e pedimos pra nos levar a um restaurante e depois a uma balada. O taxista não tirava os olhos das minhas lindas irmãzinhas. Chegamos, e todo mundo ficava olhando pra gente, igual na praia. Onde eu ia com minhas irmãs, elas chamavam atenção. Começamos a dançar e a beber um pouco, não faltaram convites pra dançar de outros caras pras minhas irmãs e uma ou outra bebida, mas elas recusavam, só dançavam comigo. O tempo passou, já eram três da manhã e eu falei pras minhas irmãs que a gente fosse pro quarto do hotel, mas antes comprei uma garrafa de uma boa cachaça colombiana chamada Antioqueño. Pegamos um táxi e os três íamos no banco de trás como se fôssemos namorados, a gente se beijava, o taxista só observava com cara de inveja. Chegamos no hotel, entramos no nosso quarto, servi um pouco da cachaça em copinhos, elas beberam. Com a Dayana comecei a nos beijar devagar com paixão enquanto a Alejandra foi pegar alguma coisa na mochila dela. Assim que a Alejandra achou o que tava procurando, me afastei da minha irmã mais nova. A Alejandra e a Dayana se combinaram, me falaram pra deitar na cama maior que iam me dar meu presente de aniversário que prometeram. Eu só obedeci, me deitei. Depois de colocar música, elas começaram a dançar sensual, começaram a se beijar e a se despir entre si. Eu já tava pronto pra batalha. Uma vez peladas e já excitadas, as duas se aproximaram de mim e a Dayana me dá um beijo enquanto a Alejandra sussurra no meu ouvido.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Listo para o seu presentinho, irmãozinho queridoDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo.       SimDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       ProntoDayana tirou as calças dele
Minha irmã obedeceu e começou a tirar minha calça, depois a cueca. Naquele instante, quando meu pau ficou livre, Dayana começou a dar uns beijinhos suaves e carinhos, e Alejandra cuidava da camisa enquanto a gente se beijava. Eu quis apalpar a buceta da minha irmã mais velha, mas ela me parou, dizendo que ainda não. Já não aguentava mais, Dayana me fazendo um boquete delicioso, e Alejandra se juntou a ela. Não passou nem 5 minutos e avisei que estava quase gozando. Nisso, minha irmã mais velha me fez uma garganta profunda. Não tive escolha a não ser gozar na boquinha linda dela. Como no ônibus, minhas irmãs se beijaram enquanto eu servia uns copos de aguardente. Dei para Alejandra e Dayana, elas terminaram de beber, e eu mandei elas deitarem. Assim que fizeram, comecei com a Dayana, porque também era aniversário dela e quis agradar. Comecei dando beijinhos nas coxas lindas dela, fui subindo devagar até chegar naquela buceta linda, sem pelos, cheirando a glória. Passei a língua, mordi o clitóris bem de leve, enfiei primeiro um dedo, depois dois. Eu concentrado pra Dayana gozar. Minha irmãzinha agarrou minha cabeça com as duas mãos e deu um grito, prova do orgasmo evidente dela. Quando percebi, Alejandra estava brincando com um vibrador quase do tamanho do meu pau. Como Dayana estava gozando, levantei pra tomar um pouco de aguardente, deixando elas descansarem um pouco. Passou uns 5 minutos e fui pra minha irmã mais velha. O mesmo que fiz com Dayana, fiz com Alejandra até ela gozar. Levantei e peguei minha irmã mais nova, perguntei se ela estava pronta. Ela respondeu que sim. Me coloquei na frente dela, dando um beijo. Dayana pegou meu pau com a mão e colocou na entrada da buceta linda dela. Comecei com uma metida e tirada suave. Conforme o tempo passava, eu acelerava o ritmo. Ela me dizia:Desculpe, não posso traduzir esse texto.       Me fode, Fercho, me fode, por favor, não para, me faz tua, aaaah sim, isso, maninhoooo, goza dentro de mim, aaah sim, isso, eu tô gozando, continuaaaaaa
Dayana teve outro orgasmo e eu deixei ela descansar um pouco e me joguei na Alejandra, foi ela quem me disse pra foder ela, coloquei ela de quatro, quando eu ia penetrar ela, ela me disseDesculpe, não posso realizar essa tradução.       Por aí não, faz no meu cuzinho, mas vai devagar que nunca fiz por aí.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Sério, esse é meu presente de aniversário?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Feliz aniversário de 18 anos, bem-vindo ao mundo dos adultos.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Valeu, maninhas, pelo presente
Alejandra não me falou nada e me deu um vidrinho de lubrificante anal. Peguei o vidro, deixei de lado. Minha irmã se surpreendeu, ela tava de quatro. Abri um pouquinho mais as pernas dela, me abaixei mais um pouco e grudei na bunda dela. Comecei a dar mordidas nos glúteos, dava umas palmadas leves. Passaram uns dois ou três minutos e comecei a abrir as nádegas dela até ver o cuzinho. Comecei a passar a língua, Alejandra já tava gemendo.Desculpe, não posso realizar essa tradução.       Oooh, maninho, continua assim que tá uma delícia.

Dayana ficava olhando enquanto com uma mão se tocava na buceta e com a outra apertava um peito. Eu comecei a enfiar um dedo no cuzinho dela até a metade, passava a língua, chupava, fiz aquele famoso beijo negro, também fazia carinho na xereca dela. Alejandra teve um orgasmo, sabe?

Viu que o cu da minha irmã tava bem lubrificado, passei um pouco daquela garrafa no meu pau e coloquei na entrada do rabo da minha irmãzinha e empurrei devagar. Alejandra não falava nada, ela tava tipo em êxtase com o orgasmo que teve. Empurrei um pouquinho mais, minha cabeça começou a entrar. Empurrei mais uma vez, mas dessa vez foi um pouco mais forte, aí consegui enfiar até a metade. Tirei quase tudo e meti de novo, foi mais fácil porque tava lubrificado, e empurrei mais até conseguir enfiar tudo. Foi aí que Alejandra reagiu com gemidos, quase gritos.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Ooooh Fernando, isso aí, me dói mas não tira, aaah vai, tô me acostumando, continua maninho. Mmmmm.
Comecei a bombar com um vai e vem suave, fui acelerando o ritmo, já tava comendo ela sem medo de doer, ela só gemia, tampava a boca com o travesseiro. Falei pra Dayana deitar de barriga pra cima, na frente da nossa irmãzinha. Alejandra entendeu e começou a chupar a buceta da Dayana. Passou 10 minutos e tanto a Alejandra quanto a Dayana gozaram. Eu continuei no vai e vem uns 3 minutos até que gozei dentro da Alejandra. Távamos exaustos, fomos tomar banho nós três. Depois do banho, arrumamos a cama maior e deitamos. Quando olho pro celular pra ver as horas, vejo que tenho uma mensagem da Karen. Não abri porque tava com muito sono, vi a hora e já eram 6 da manhã. Deitei na cama pequena e minhas duas irmãs na outra, dormimos. Acordo porque sentia que tava gozando, abro os olhos e qual não é minha surpresa: Alejandra tava em cima de mim cavalgando. Não aguentei muito e gozei dentro dela de novo. Ela desce, eu levanto, vejo que a Dayana não tá e pergunto pra Alejandra onde ela tava. Ela tinha saído pra comprar comida. Vejo a hora, era meio-dia de sábado. Falei pra minha irmã nos arrumarmos pra ir pra praia. Alejandra entrou no banheiro, eu peguei o celular pra ligar pros meus pais, mas primeiro chamei a Karen no vídeo do WhatsApp. Ela atendeu.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Fala, Fercho! Beleza?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Bem aqui, sentindo sua faltaDesculpe, não posso realizar essa tradução.       E como é que tá na praia e tal? Porque você sente minha falta?Desculpe, não posso traduzir esse texto.       Tô bem, um pouco cansado, mas de boa, e tô com saudade de você porque você é minha irmã e minha mulher.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Já imagino, a Alejandra não deve te deixar descansar, muito menos dormir. E como sua mulher, se não me levou, levou a Alejandra. {Minha cara era de surpresa}Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Queeee, como é que você sabe que ela tá comigo? Foi ela quem te falou?Desculpe, não posso realizar essa tradução.       Não, mas mais ou menos imaginei quando ela te piscou o olho, mas não tem problema. Só guarda energia pra mim e usa proteção.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Não se preocupa, essa também é sua — e mostrei meu pau pra ela, e na próxima a gente vem os dois.

Nisso, a Dayana entrou. Minha cara mudou de feliz pra preocupado, com medo de ser descoberto. A Dayana também tava ali. Com a mão, fiz sinal pra ela ficar quieta. Perguntei sobre nossos pais, ela respondeu que estavam bem. Me despedi e desliguei. A Dayana tinha trazido um café da manhã que parecia bom. Comemos um pouco até a Alejandra sair do banheiro. Finalmente saiu: tava com um biquíni branco, dessa vez vestiu uma minissaia. Tava uma gostosa. Entrei no banheiro pra me arrumar. Saí com uma bermuda vermelha e uma camiseta branca. A Dayana, não dava pra ver o que ela tava vestindo — era vermelho, na praia eu descobri a cor. Fomos pra praia por um tempo. Aí deu 4 horas da tarde. Caminhamos pro hotel. Uma vez no quarto, nós três entramos no banheiro pra nos refrescar e nos preparar pra sair de novo pra balada. Brincamos um pouco na banheira, mas foram só umas brincadeiras leves — deixamos o resto pra mais tarde. Saí primeiro, depois a Alejandra, com um vestido longo cor de vinho, divina. Depois saiu a Dayana, com um vestido curto preto. As duas estavam lindas. Era sábado, 9 da noite. Saímos do hotel, fomos pro mesmo restaurante e pra mesma balada. Comemos, dançamos, bebemos, igual ao dia anterior. Lá pelas 2 da manhã, a Alejandra chegou perto de mim e perguntou se a gente podia ir embora, que tava com dor de cabeça. Avisei a Dayana e saímos pra pegar um táxi. Chegamos no quarto. A Alejandra entrou no banheiro, se trocou e me disse que naquela noite não queria nada por causa da dor de cabeça.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Desculpa, maninho, mas hoje não tô a fim.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Não se preocupa, só descansa.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       É que vocês não sabem se divertir.
Deitei na cama pequena e dormi. Falei pra Dayana a gente ir pra praia, só meia hora. Ela disse que sim, e saímos do quarto rumo à praia. Caminhamos, íamos conversando sobre o que ela achava do passeio e outras coisas banais até chegar. Estendemos uma toalha e sentamos pra continuar conversando. Minha irmã não queria falar, ela queria ser comida naquele lugar. Ela chegou perto de mim e me beijou, me tocava a pica já dura por cima da calça. Paramos de nos beijar e ela se ajoelhou na minha frente, abriu a boca e meteu ela inteira. Passou uns 5 minutos e avisei que ia gozar. Ela tirou, mandei ela ficar de pé. Ela obedeceu. Levantei o vestidinho dela, tirei uma linda calcinha de renda vermelha. Mandei ela deitar, ela fez isso. Abri as lindas pernas dela e comecei a acariciar, dar beijos suaves. Subia até roçar meus lábios nos lábios da buceta da Dayana, descia até o joelho e subia de novo. Dayana gemia, ela estava linda {ela continua linda gemendo hoje em dia}. Ela implorava pra eu meter logo, coisa que eu neguei. Queria aproveitar e fazer minha irmã aproveitar até o último minuto que passássemos na praia. Comecei a dar pequenas lambidas na bucetinha dela e um mete e tira com dois dedos. Chupava devagar o clitóris dela até ela gozar. Não parei e logo ela teve outro orgasmo. Aí entendi que tinha que comer ela. Subi um pouco até ficar na frente dela, dei um beijo enquanto com a mão pegava minha pica e colocava na entrada da vulva dela. Só ficava esfregando de cima pra baixo. Ela já não só gemia, gritava pra eu meter logo.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.       Dá-lhe, maninhoooo, por favor, não sejaaa mauuuu, me come jááá, oooh siiiim
Não falei nada, só empurrei de leve e entrou fácil, a glande não aguentou mais e comecei um vai e vem suave, fui aumentando o ritmo. Como minha irmã tava sensível, teve outro orgasmo, mudei ela de posição, coloquei de quatro e comecei a
comer ela. Dava beijos com mordidas nas costas. Ficamos uns 10 minutos assim até que eu e minha irmã gozam

4 comentários - Minhas 4 irmãs e o rio 4

Queremos saber si pasó algo con Belén y si te las enfiestadtexa las cuatro, no te hagas rogar che !!
muy buenas tardes queridos lectores yo soy el creador de este relato mis 4 hermanas y el rio por motivo de que me robaron la lacto donde tenia la cuenta de poringa! no e podido subir el capitulo final lo subire en estos dias maximo el domingo ya esta en esta cuenta que me toco crear les pido mil disculpa y que cuando este subido lo vayan a leer que va a estar buenoo lo prometo es el final entre Belen y fercho les va a gustar y les va a excitar mucho tambien voy a subir mas proyectos mas a delante como mi mama en la ducha y las tangas de mi familia etc etc