PDB 19 Quero provar seu sushi… (IV)




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Compêndio IIIDepois do que aconteceu no primeiro dia de aula, a relação com minha esposa melhorou drasticamente.

Geralmente, sou eu quem acaba querendo continuar intimidades com a Marisol. Mas, depois do ocorrido com a Emma e as meninas, e após o convite ousado da Cheryl pra eu ir na casa dela, a libido da minha passarinhona cresceu exponencialmente, a ponto de, na quinta-feira, me deixar completamente acabado.

Mas fora todo esse contexto, tanto a Pamelita quanto a Verito me olhavam com olhinhos brilhando de tesão pra que, nessa semana, eu ensinasse a Cheryl a fazer sushi recheado com salmão, algo que, surpreendentemente, não rolou.

Quarta-feira, MEL 18:27 | GMT: 8:27

Marco (M): Fala, Cheryl. Como cê tá?

Cheryl (C): Oi, Marco! Tô bem pra caramba, agora que posso trocar uma ideia contigo. E você, como tá?
PDB 19 Quero provar seu sushi… (IV)M: jeje, também tô de boa conversando com você. Adoro te ver mais confiante. Queria perguntar sobre nosso encontro desse sábado. Minhas filhas tão insistindo pra eu te ensinar a fazer rolinhos de salmão de sushi.

C: Parece delicioso, Marco, mas na real, eu tava pensando em algo diferente. Queria que você provasse muito do meu sushi. Venho praticando sozinha essas semanas e quero saber quanto meu sabor melhorou com você desde a última lição.

Quando li aquilo, não consegui evitar de começar a ficar excitado. Como eu digo, "provar sushi" virou nosso código pra transar e, embora a forma como ela falou fosse bem inocente, a mensagem escondida soava bem promissora...

Então, pra decifrar, fui na onda da primeira interpretação.

M: Sério? Adoraria provar seu sushi, Cheryl. Mas não me incomodo de levar ingredientes se você precisar.

C: Obrigada, Marco, mas não precisa se preocupar. Vou comprar os ingredientes eu mesma, como quando você começou a me ensinar, lembra? É importante pra mim mostrar o quanto meu julgamento melhorou e meu progresso nessa relação. Além disso, quero curtir nosso tempo juntos ao máximo.

Quando li a resposta dela, engoli seco, porque se eu tava lendo nas entrelinhas direito, Cheryl queria me comer gostoso e com força...

M: Tá bom, Cheryl. Agradeço isso. Sua confiança nas suas habilidades é impressionante. Que horas devo aparecer na sua casa?

C: Mhm. Tava pensando que quero te mostrar tudo que aprendi com você, então pensei em te receber ao meio-dia e assim, passar a tarde toda juntos, te mostrando o quanto melhorei. Me entende?

Nessa altura, eu já tava pensando onde Marisol estava. Precisava urgentemente dela pra aliviar minha ereção descontrolada...

M: Claro que te entendo e acho que não vai ter problema. Como você sabe, minhas filhas também tão interessadas em você fazer um sushi excelente e minha esposa generosa não se importa de me compartilhar. dotes culinários com você.

C: Muito obrigado, Marco, pelo seu tempo. Espero te deixar bem satisfeito com minhas habilidades.

Felizmente, encontrei minha esposa na cozinha e, praticamente, pulei em cima dela…
sexo oralAproveitando que na sexta-feira "me deu uma folga", pra eu recuperar minhas forças, a Marisol me contou que a situação com a Cheryl lembrava muito o que ela vivia quando eu trabalhava em Broken Hill.Ruiva de peitaoNaquela época, na véspera do meu retorno, tanto ela quanto a Lizzie (a babá que morava com a gente) se tocavam discretamente nos dias antes de eu voltar, e mesmo que a Marisol tivesse uma amante/companheira de faculdade lésbica (a Lara), as carícias entre elas não ajudavam a diminuir a ansiedade dela.

Da minha parte, eu comentava que com a Hannah rolava uma situação parecida, já que com o marido que ela tinha na época, eles só transavam 3 vezes durante a semana de folga inteira, enquanto comigo no trampo a gente chegava a fazer entre 12 e 17 vezes na semana de plantão (sem contar as vezes que eu metia no cu dela), então ela geralmente vivia “ansiosa” pra voltar a trabalhar.

Então, no dia em questão, tanto eu quanto minha esposa estávamos nervosos. Provavelmente, do mesmo jeito que nos casamentos de corno, o marido se preocupa em arrumar a esposa pra encontrar o amante, a mesma coisa rolava com a minha rouxinol, que queria que eu me vestisse praticamente de forma formal.

No entanto, eu lembrava ela que tinha que me vestir de forma casual, já que precisávamos manter as aparências, então vesti uma camiseta polo e uma jeans, mas aceitei me perfumar bem.

Minhas filhas, curiosamente, estavam felizes por me ver partir. Embora só a Alicia ficasse incomodada de eu ter que sair num sábado por grande parte da tarde visitando uma desconhecida, as gêmeas estavam empolgadas pra provar os salgadinhos que eu traria de volta, o que era uma mudança radical em relação à rejeição delas de ver o pai saindo, mostrando a confiança inocente e inabalável que tinham em mim.

Pois naquele dia, ela me esperava no estacionamento vestindo uma saia de gaze curta até os joelhos, que fluía bem solta, junto com uma blusa decotada em V, com um detalhe de renda no decote, um par de sandálias de tiras e uns brincos de argola.
infidelidade consentidaComo era de se esperar, a gente se cumprimentou se beijando como verdadeiros apaixonados, com as mãos dela envolvendo minha cintura e me puxando pra perto dela, enquanto as minhas se firmavam nas bundas dela, fazendo ela sorrir feliz ao perceber que nossas bucetas praticamente se tocavam por baixo das roupas. Mas sentir os peitos dela e notar o caminho gostoso entre eles se apertando contra meu torso já dava o start no meu pau pra tudo que ia rolar naquela tarde.

Muito mais confiante e satisfeita consigo mesma, ela me perguntou:
·Te incomoda que te cumprimente desse jeito? – sorrindo encantada enquanto me pegava pelas mãos, me levando pro apartamento dela.

Enquanto ela subia as escadas, rebolava gostosa a rabeta, sabendo que eu seguia atentamente o voo da saia dela, tentando ver a calcinha. E sacando minhas intenções, ela parou de repente no último degrau da escadaria do andar dela, levantando a saia de surpresa e fazendo meu rosto bater alegremente na bunda dela, que tava coberta por uma linda calcinha roxa de renda, toda impregnada com o cheiro maravilhoso dela.

Já no apartamento, nossa excitação tava a flor da pele. A gente se beijava com ansiedade e nossas mãos exploravam nossos corpos à vontade. As dela, loucas pra apalpar o que tava querendo sair da minha virilha, enquanto as minhas não davam conta de amassar aquele peitoral impressionante.

Com total liberdade e confiança, e sem parar de me beijar, Cheryl foi desabotoando meu cinto e minha calça, massageando sem parar meu pau inchado e, assim que deixou ele livre, se abaixou pra beijar ele com uma puta paixão.

A língua morna dela percorria o comprimento todo, me dando arrepios, enquanto o olhar dela se deliciava vendo minha cara cheia de prazer. Depois, colocou minha glande na boca quente dela e, aos poucos, foi tentando engolir mais e mais.

A mão dela serpenteava no meu pau, querendo estimular a gozada, enquanto a outra apertava de leve minhas bolas, como se tateasse a firmeza de um tomate.

Minhas mãos seguravam aquele monte de cachos quentes, forçando devagar minha glande pra garganta dela. Cheryl, apaixonada, continuava chupando deliciosamente mesmo sem ar.

Dava pra sentir o calor no olhar dela, que queria que eu alimentasse ela, que gozasse na boca dela, e como os olhos dela, suplicantes, prometiam que iam engolir tudo. Por isso, comecei a meter com mais violência com a cintura, enquanto Ela fechava os olhos, curtindo como abusava da boca dela sem pudor, até eu gozar nos lábios dela.

Mesmo sentindo a garganta barulhenta dela engolindo minha porra, o volume era tanto que uma parte escapava pelos lábios preciosos dela. Mas, sempre gulosa, ela passava os dedos na ponte de saliva que pendia entre nós, pra saborear de novo sem desperdiçar uma gota, e a língua dela, muito gentil, limpava o que sobrava na minha vara.
·Tava com saudade do seu sabor." – disse antes de me beijar de novo. – "Pensei em você todos esses dias."

Dava pra sentir meu tesão por ela crescer que nem uma chama. Minhas mãos, com mais confiança, se concentravam na cintura fina dela, traçando sulcos sutis naquela fenda gostosa e suculenta que descansava entre as pernas dela e que eu já adivinhava molhada.

E, sabendo das minhas intenções, ela deslizou minha cabeça entre as pernas dela, esfregando de propósito nos peitos fabulosos dela, que já começavam a mostrar a excitação.

Mas o tesouro entre as pernas dela tava admirável: gotas grossas de lubrificação escorriam na calcinha dela, enquanto eu ia tirando, fazendo ela suspirar de alívio.

O sabor e a essência do corpo dela eram imbatíveis. Eu chupava o clitóris excitado dela com gosto, enquanto ela olhava pro céu em agradecimento e acariciava minha cabeça com carinho e delicadeza.

Eu bebia do mel dela e sugava com barulho, causando espasmos nela. Enfiava meus dedos no interior faminto dela, que apertava e sugava com vontade de engolir eles por completo, dando um puta prazer pra ela.

Beijava a barriga dela com ternura, enquanto meus 3 dedos aliviavam parte da fome de sexo dela, movendo minha mão cada vez mais rápido. Mesmo assim, os restos da professora meiga e tímida ainda resistiam aos impulsos, segurando os gemidos de prazer, fazendo ela se curvar aos poucos.

Eventualmente, ela explodiu num orgasmo, e minha boca ansiosa também cuidou de lamber tudo direitinho, fazendo ela sorrir de felicidade enquanto eu bebia cada um dos sucos dela.

A gente se beijou de novo, com ela sorrindo ao ver que mais uma vez, meu enorme "rolinho de sushi" tava pronto pra provar.

Eu queria pegar ela ali mesmo. Na cozinha, onde a bunda pequena, cativante, inocente e virginal dela me chamou a atenção.
professora peitudaE, embora não negue que fiquei tentado a desvirginá-la, ou pelo menos começar a prepará-la, minha mente dominou meu apêndice, já que não quero provar nenhuma delas antes que Isabella me entregue a dela.

No entanto, não a incomodou que eu deslizasse minha glande entre as pernas dela. Ela se arrepiava de prazer ao sentir a proximidade das nossas carnes, com a ponta ardente roçando de propósito seus lábios. Mas minha intenção naquele dia era excitá-la o suficiente para que ela mesma me pedisse para parar de usar camisinha.

Por isso, eu me movia com paciência, fazendo-a suspirar de prazer ao sentir que seus lábios inferiores recebiam meu cavaleiro quente. Quando a mão dela se aproximava do meu pau, eu me afastava, fazendo com que ela reclamasse num lastimoso "Nãooo!"

— Desculpa. — falei. — Também adoraria fazer isso. Mas da primeira vez que transei sem camisinha, engravidei minha mulher sem querer.
·—Mas talvez comigo seja diferente! — protestou ela, desesperada, com a mão aparecendo entre as pernas dela de um jeito engraçado.

Eu ri sutilmente…

— Não. Desculpa. Não quero me arriscar. — falei, abrindo o pacote da camisinha e colocando no meu pau. — Já é difícil ser pai do Bastián e ter que ir deixar ele na casa da mãe.

Ela soltou um suspiro, como se tivesse lembrado que era a professora do meu filho, além de ser mulher…
PDB 19 Quero provar seu sushi… (IV)- Seria diferente se você se cuidasse. – acrescentei, apresentando minha glande coberta entre seus dedos ansiosos.·Mas você também podia tomar um gole, né? – perguntou, antes de soltar um suspiro depois de encostar nos lábios da buceta dela.

- Infelizmente, não. – respondi, começando a penetrar ela, fazendo com que gemesse de prazer. – Meus espermatozoides são cerca de 250 milhões por gozada, mas uma mulher tem um, dois ou, no máximo, cinco óvulos de cada vez.

Surpreendentemente, ao ouvir meu número de espermatozoides, ela ficou excitada e começou a rebolar com mais violência…
·Mas… não seria ruim… se você me engravidasse… – ela soltou de repente, como se estivesse negociando isso.

Eu sorri, sabendo que isso ia deixar minha esposa louca quando eu contasse…

– E o que você vai fazer? Vai ser mãe solteira? – perguntei, metendo com violência. – Como vai ser professora do meu filho, se ao mesmo tempo é mãe do irmão dele?

Surpreendentemente, o tesão proibido fez ela gozar…
·—Não!... só tô falando… que você solta muito leite… quando goza… agh… quero sentir… dentro de mim…

Comecei a bombar ela com força. Os peitões enormes dela arrastavam por cima do móvel.

— É que eu gozo tanto… porque você tem um corpo tão gostoso… — menti na hora.

Ela gemeu de novo, sentindo mais um orgasmo…
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.— Sério… você acha isso mesmo? — perguntou ela, rebolando a cintura no ritmo das minhas estocadas.
— Sim. Você não viu as garotas na segunda? — perguntei, segurando-a pela cintura e me movendo com mais profundidade. — As mães da Lily e da Karen não acreditavam que você tinha um peitão desse tamanho.
·— Ogh! — Exclamou gostoso, afrouxando um pouco as pernas.

— E eu, agora, tô pegando eles. Do jeito que queria fazer no dia que te conheci… — continuei, metendo mais fundo e apalpando aqueles peitões enormes.

O contraste entre a frieza da prateleira e o calor e a maciez dos peitos dela era incrível, já que o volume era tão grande que conseguia esconder minhas mãos abertas por completo.
·Mmh… agh… Você queria fazer isso?

- Sim, te achava tão gostosa. – respondi, agarrando ela, fazendo com que levantasse o tronco pra eu poder beijá-la.

Claro que, com o movimento, percebi que meu pau começava a sair daquela gruta quente e molhada, então tive que parar ela, enquanto ela lambia os lábios.

A gente começou a rir, assim que ela percebeu por que eu parei e se deitou no móvel, porque também preferia aproveitar mais a penetração.
·Naquele dia, eu pensava… como seria te beijar… – confessou ela, se deitando agradecida.

O calor dela era delicioso e ela continuava apertadíssima. Além disso, o corpo dela tava uma gostosura e, mesmo com uns quilinhos a mais, as carnes dela balançavam de um jeito sensual com a força das minhas estocadas.

Por isso, não demorei muito pra encher a camisinha depois de segurar ela pela cintura e dar uma, duas, três, quatro e cinco estocadas fundas, que já deixavam nossos corpos suados.

Mas nem ela nem eu queríamos parar. Depois que nos separamos, fomos até o sofá dela nos beijando. E dessa vez, eu queria que ela ficasse por cima.

– Espera um pouco. – falei, segurando as mãos dela. – Quero sentir você sem camisinha, só colocando a cabecinha.

Ela lambeu os lábios ao ver a camisinha velha cair no chão e umas gotas do meu gozo respingarem no piso.

Mas tudo mudou quando sentiu eu penetrar ela: soltou um suspiro enorme de alívio ao sentir minha cabeça abrir os lábios molhados e pegajosos dela, enquanto eu entrava naquele interior quente, apertado e molhado.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Nossa! É tão grande! – exclamou ela, imóvel de joelhos, balançando levemente em cima de mim.sexo oral-         Sim. Você está tão gostosa e molhada. – respondi, aproveitando ela por completo.
Não importava o quanto eu estava curtindo, já que ela balançava o quadril num movimento circular, como se quisesse roçar ele por todo o perímetro do meu pau, ela ficou tensa quando me viu tentar tirá-la.
·Espera! Espera! Espera! – respondeu ansiosa. – Por favor, enfia mais um pouco pra dentro.
Eu obedeci e comecei a sentir as contrações da buceta dela tentando me sugar, fazendo ela gemer de um jeito gostoso e refrescante.
·Não! Não! Não! Não tira ainda não! – ela pediu, quando eu tentava escapar daquela tempestade.

- É que quero meter! – implorei, resistindo ao prazer.

Ela soltou uma exalação…
·Só um pouquinho… — ela concordou, soltando um pouco mais do corpo dela.
Dava pra sentir os tecidos quentinhos e refrescantes deslizando na minha cabecinha…

— É que, mesmo assim, eu posso te engravidar. — falei, mexendo a cintura. — Um espermatozoide pode sobreviver até umas seis horas.

E acreditem: foi uma merda ter que nos separar. Quando minha cabecinha saiu, uma gota grossa de fluido veio junto, e foi um sofrimento pros dois ver eu colocando o segundo preservativo por cima.

Mas depois que coloquei, ela não perdeu um segundo pra se sentar em cima dele.
·—Antes eu me sentia melhor! — protestou de leve, repetindo os movimentos.

— Sim, eu sei! Por isso queria te pedir pra ir no médico e pedir anticoncepcionais.

Ela começou a soltar o corpo no meu pau de um jeito arrasador. Eu explicava pra Marisol que, só por ela ter uns quilos a mais, os movimentos de quadril dela pareciam tempestuosos. O quadril dela se mexia de forma mecânica, como se quisesse me polinizar, fazendo a sensação ficar muito mais intensa e meio dolorosa pra minha costa.

Os peitos dela, por outro lado, continuavam relativamente parados e inchados feito cantis.
·¡Não! ¡Não! ¡Espera! – protestou ela, tarde demais.

Enfiei os dois mamilos na boca, mordiscando e chupando igual um bebê faminto e sem vergonha. Pela forma como ela abriu a boca, tava adorando, porque parecia não aguentar o prazer.

Mas não parei por aí: como eu disse, Cheryl é solteira e ninguém fiscaliza os peitos dela, então me dediquei a morder e chupar, até fazer ela fechar os olhos, rebolando a cintura na frequência de uma máquina de costura.

Os mamilos dela eram meus, e eu sugava igual um louco. Claro, não iam me dar leite, mas por isso mesmo, não importava se eu mordia, chupava e marcava como minha propriedade – algo que a Cheryl parecia amar.

Mas quando senti que ia gozar de novo, agarrei a cintura dela e enterrei mais uma vez, no fundo do ser dela, mergulhando naquele mar inebriante de peitos suados e refrescantes, enquanto a dona deles cravava minha lança dentro dela com todo o peso, como se quisesse roubar a última gota de porra.

Descansamos no sofá, satisfeitos. O rosto levemente áspero dela sorria sonhador enquanto nos beijávamos, feliz por se sentir preenchida por mim.

Sem perceber, já eram 4 da tarde e, mesmo assim, ninguém tinha saciado a vontade por completo.

Dessa vez, quis ficar por cima. E mais uma vez, queria provocá-la com minha barra livre de toda proteção.

– Acho que agora entra mais fácil. – falei, pesando ela inchada entre minhas mãos.
·— Cê acha? — ela perguntou, seguindo ansiosa meu pau.

— Sim. Me deixa provar?

E sem dizer mais nada, comecei a meter dentro dela. Na real, foi um alívio pros dois, porque, embora estivesse um pouco mais solta, o interior dela me recebeu com muita lubrificação.

Perniciosamente, fui enfiando até a base, quase chegando nos lábios do útero dela.
·Agghh… É tão… grande… e quente! – comentou ela, me enrolando entre as pernas dela.Ruiva de peitao-         Sim. É uma delícia. – falei, me mexendo de leve e muito tentado a me deixar levar…Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro, mantendo o tom natural e com gírias apropriadas:

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— Espera! Espera! — ela pediu, me puxando pra dentro dos peitos gostosos dela. — Deixa mais um pouco! Por favor! Ninguém nunca chegou tão fundo que nem você!

Mas eu tinha que me livrar. Insisto, tava tentado e queria meter no pelo, mas se queria que ela desejasse, tinha que aguentar e me segurar.

— Desculpa, mas não quero te engravidar. — expliquei, sentindo as contrações internas dela que me provocavam a pecar.
Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro, mantendo o tom natural e usando gírias apropriadas:

·
Mas fica assim mais um pouco! Só mais um pouquinho!" – ela implorava, sem perceber que, de leve, eu balançava minha cintura na direção dela.

- "Desculpa! Mas se eu continuar assim, vou te encher de porra.
·Não! Não! Nãoo! — ela tentou me agarrar enquanto gozava, mas consegui me soltar.

Enquanto eu colocava a camisinha, ela já não olhava meu pau inchado com luxúria, mas com devoção total.

Mas quando enfiei de novo, a situação voltou ao normal.

— Sei que é chato, mas você precisa ir ao médico pra te receitarem anticoncepcional e comprar a pílula do dia seguinte.
·Mas é que é injusto. Por que você não pode tomar algo também? – protestou feito uma mimada, me abraçando pelos ombros enquanto eu começava a penetrar ela.

Eu ri…

- Te falei: segundo minha última contagem, tenho uma média de quase 250 milhões de espermatozoides… (mais uma vez, causei um pequeno orgasmo nela) … quer dizer, tá bom, posso me arriscar. Mas você quer que eu te engravide?

E começamos a meter feito loucos. Como minha esposa diz, chega um ponto que só a ideia de engravidar elas já deixa elas loucas de tesão.

Os peitos dela balançavam freneticamente; as pernas me apertavam com força, enquanto as mãos dela no meu rabo e o olhar penetrante, quase furioso, parecia focado em fazer minhas estocadas estourarem a camisinha e derramarem tudo dentro da boceta ardente dela.

De certa forma, a Cheryl tava me forçando a ter sexo animal e na marra, já que não reagia nem aos meus beijos nem às minhas carícias, só focava cada vez mais no movimento frenético da cintura dela.

E eventualmente, quando eu gozei mais uma vez, foi que ela sentiu alívio. Ela tinha gozado várias vezes nesse meio tempo, mas tava tão vidrada que só conseguiu descansar quando eu terminei.

Igualzinho minha esposa, ela bufava, aproveitando pra lamber e morder meu ombro, enquanto o prazer envolvia o corpo dela.

Nessa altura, já era noite e tivemos que acender as luzes. Enquanto eu comia uma das tiras de sushi que a Cheryl tinha preparado na noite anterior, ela tava enfiada debaixo da mesa, lambendo animada o rojão enorme que eu trouxe pra ela dentro da calça, como se fosse justiça poética.

Depois de gozar mais uma vez na boca dela e ela beber tudo, a gente se beijou e eu levei ela pro banheiro, pra finalizar ela mais uma vez.
infidelidade consentidaDessa vez, peguei o chuveirinho e enxáguei a buceta dela com água quente, enquanto minha língua lambia e meus dedos brincavam com o templo do prazer dela.

- Viu como é bom se eu gozar dentro? – perguntei pela última vez, subjugando a autoridade dela.

A gente transou de pé enquanto tomava banho. Infelizmente, o peso dela é maior, então não ousei pegá-la do jeito que faço com a Marisol e com as outras.

Mesmo assim, ela deixou eu saborear os peitos dela sob o olhar excitado dela. Sabia que era completamente minha naqueles momentos e não precisaria de muito esforço pra ela sucumbir às minhas perversões sombrias.

E enquanto a gente se vestia (E eu me segurava até com os dentes pra não obrigar ela a me dar um boquete, vendo como aqueles peitos suculentos se mexiam), provoquei ela pela última vez.

- E se você tomar anticoncepcional, talvez a gente possa fazer mais vezes durante a semana…

Ao que ela respondeu com o habitual (E agora, muito mais sedutor):
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Isso eu adoraria!
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Mas pras minhas filhas foi uma pequena decepção o pai ter se perdido metade de um dia inteiro, só pra trazer 5 tiras de sushi pra elas. Por isso me pediram que, na próxima vez, fosse eu quem levasse os ingredientes.
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