Beleza, amigos, queria deixar essa mensagem pra agradecer os pontos, comentários e mensagens de apoio que tenho recebido. Desculpa se não consigo responder, mas é que minha vida é realmente muito corrida. Talvez, se continuarem apoiando, em algum momento a gente chegue no momento atual da minha vida. Por outro lado, tô com um problema com os contos: as palavras ficam grudadas, na pré-visualização aparece certo, mas depois de postar fica errado. Se alguém souber como resolver, leio nos comentários. Pra finalizar, peço que deixem seus 10 pontos e coloco como meta chegar a 1.000 pontos, assim a gente coloca o conto no top semanal — ia me deixar muito feliz. Sem mais, vou deixar vocês com um novo capítulo.
Capítulo IV
Chegou terça-feira, saí cedo pra casa das minas pra colocar as membranas. Passei na casa do meu amigo, que tava precisando de uma grana e eu arrumei esse trampo pra ele, digamos assim, e partimos pra casa das rochas. Quando falo cedo, era tipo 8 da manhã. Quem é de Mendoza sabe que o calor é insuportável, e esse tipo de serviço é melhor começar cedo, porque ficar exposto ao sol a partir das 11 e ainda usando um maçarico não é uma tarefa agradável nem saudável. Então chegamos cedo na casa da minha mina, e aí começaram os problemas.
Minha mina e a mãe tinham acabado de sair pra trabalhar. Depois de bater, aplaudir, gritar, ninguém apareceu, então não tive outra opção a não ser ligar pra minha mina.
L: Amor, tô aqui fora e ninguém sai, como é que faz?
Ag: Eu sabia que essa preguiçosa ia ficar dormindo, que mina folgada.
L: Bom, é muito cedo, não é culpa dela.
Ag: É uma folgada, era a única coisa que tinha que fazer hoje. O único que me vem à cabeça é você pular o portão e acordar ela pela janela.
L: Beleza, vou fazer isso. Tomara que nenhum vizinho me dê um tiro por pular o portão.
Ag: Hahaha, já te conhecem todo mundo, nego. Cuidado com as putas que devem estar rondando por aí, só pra me roubar meu macho elas podem acordar cedo.
Depois de trocar mais algumas palavras com ela, cortei e me preparei para pular o portão. Feito isso, me aproximei da janela do quarto das minas. A janela estava aberta, imaginei que por causa do calor. Enfiei a cabeça e vi o cenário. A Nayi estava pelada dormindo na cama dela, do lado estava o berço com o bebê dela, os dois estavam meio suados por causa da temperatura. Fiquei um tempão olhando pra Nayi, ela estava de barriga pra cima e me surpreendi com os peitos dela, muito parecidos com os da minha mina, que por sinal eram bem bonitos. Esses eram iguais, mas maiores por causa do leite que tinham, pareciam muito apetitosos. Ela tinha umas tatuagens de rockeira nas pernas, a marca da cesárea na barriga, mas tava muito gostosa, igual minha rockeira, era bonita de rosto, realmente linda. Já com o pau duro, me preparei pra acordar ela.
L: Nayi, Nayi, acorda, vim por causa da membrana.
Ela se levantou bem rápido e assustada, sentou na cama meio desorientada, me viu na janela e meio que se assustou, até me reconhecer.
N: O que você tá fazendo na minha janela, gato?
L: Bom dia, né? Falei rindo. Vim com meu amigo colocar a membrana, gata, você tinha que estar acordada pra me receber.
N: Tem razão (ela falou se espreguiçando). Mas por que tão cedo, gato? Que saco me encher.
L: Porque depois faz um calor do caralho, gata, vamos, levanta.
Ela meio que se espreguiçou levantando os braços, como se não soubesse que tava pelada, então eu fiquei olhando pros peitos dela.
N: Gostou? Ela falou rindo e apertando eles um pouco, bem putinha essa mina.
L: São bonitos, muito parecidos com os da Agos, esses são maiores. Falei sem recuar, tinha aprendido que as minas vivem fazendo esse tipo de teste pra ver até onde você aguenta, e eu sempre respondia jogando o dobro.
N: É por causa do bebê, tem suas vantagens.
L: Não duvido. Vamos, me abre e coloca uma camiseta, que se meu amigo te ver assim, ele te come na hora.
N: Só o seu? Amigo?
Eu ri e saí da janela, já tava muito excitado, se continuasse aquela conversa ia acabar mal.
Voltei com meu amigo, Nico, abri o portão e começamos a descarregar as ferramentas do carro. 10 minutos depois, Nayi abriu a porta pra gente, a putinha vestiu uma camiseta, mas só isso, então abriu a porta de fio dental e rebolando bem a raba. Meu amigo me olhou e num segundo eu entendi o olhar dele, já queria pular em cima dela.
L: Se comporta, mano, que é minha cunhada.
Ni: Ela tá nos provocando, vamos comer ela toda.
L: Cê é louco, mano, a Agos me mata. Se ela te der bola, come você, nem me mete.
Ni: Se me der bola, você paga a membrana.
L: É, e te pago também se quiser, vai, punheteiro, te ajudo a subir os rolos e vou embora que tão me esperando no depósito.
Ni: É, me deixa sozinho com essa rabuda.
Na: Vão entrar pra pegar isso ou não?
Disse Nayi, de dentro. A gente passou e ela indicou onde estavam os rolos. Nico, nem lento nem preguiçoso, mandou um comentário pesado pra Nayi sobre as pernas dela. Ela, no entanto, olhou pra ele como se fosse lixo e foi pra cozinha rebolando bem a raba.
Ni: Se faz de frígida a puta e vai rebolando a raba.
L: Bom, você tentou kkkkk
Eu ri uns segundos e levei os dois rolos de membrana pro telhado, ajudei ele a subir e deixei ele lá. Entrei em casa e fui na cozinha cumprimentar a Nayi.
L: Deixou meu amigo derrotado, coitado, ainda mais que ele te elogiou.
N: É um punheteiro, não tirava o olho da minha buceta.
L: E você também provoca, olha como anda de fio dental.
N: Você gosta?
L: Quem não gosta, se você tem uma raba linda. Bom, vou nessa, tenho que trampar.
Falei mudando de assunto rápido, depois que escapei um pouco da língua.
N: Cala a boca, moleque, tô fazendo um café da manhã pra você. Minha mãe me mata se souber que não fiz. Ontem comprei salgados e ela disse que se eu não fizesse, me matava. Então senta aí até eu terminar.
L: Que fofa a Ana, falei que não queria nada em troca.
N: Moleque, nós somos pobres, mas não Ingratas, é o mínimo que minha velha vai fazer por você agora, já conquistou o coração dela, então se prepara.
L: Bom, então vou sentar.
Fiquei olhando a Nayi fazendo um café de fio dental, ela exagerava cada movimento pra me esquentar, toda vez que precisava fazer um movimento, exagerava ao máximo, pra mostrar o corpo o máximo que podia. De repente, o bebê começa a chorar e ela corre pro quarto buscá-lo, quando volta, tava sem a camiseta e com o pirralho pendurado num dos peitos dela, a pika quase explodiu.
N: Ele tava com fome.
Ela disse sorrindo, minha boca enchia d'água, era inacreditável o quanto ela tava sendo puta, na minha mente eu já sabia que ela tava disposta a dar pra mim, era foda o quanto ela tava se insinuando.
L: Santana, fica um pouco aí, eu continuo com o café.
Comecei a terminar o café, a água já tinha fervido, e fiquei batendo os cafés, enquanto ela amamentava o menino. Num momento, olhei pra Nayi e vi que ela tava me encarando, mas não o rosto, tava olhando mais pra baixo. Baixei o olhar e vi que tava com uma barraca enorme na calça, por instinto levei a mão no pacote e ajustei, bem na frente dos olhos dela. Quando olhei de novo, ela tava mordendo os lábios. O bebê dormiu de novo, ela deixou ele no carrinho, e se aproximou de mim de peitos de fora, tirou a xícara da minha mão e se encostou na pia pra continuar o café, empinando bem a bunda pra trás.
Na: Por que você tá com a pika tão dura assim?
L: Olha como você tá, gata, é impossível não ficar assim.
Na: Tá gostando do que vê?
Ela disse me olhando de lado, até aí meu autocontrole aguentou, essa puta queria que eu comesse ela e eu não ia deixar ela me esquentar assim, à toa. Fiquei atrás dela, agarrei a cintura e encostei a pika bem na bunda dela.
L: Olha como você me deixa, cê acha que eu tô gostando?
Na: Acho que sim, como tá dura e grande, ocupa toda a linha da minha bunda.
Eu baixei a calça e encostei de novo na raba dela, mas antes abrir a bunda dela com as mãos pra ela se encaixar melhor na racha daquele rabo
Na: uh que dura essa mmmm
L: cê sabe que agora vou te comer de novo né?
Na: me comer? Cê é meu cunhado
L: e você minha cunhada e já cansou de rebolá o rabo e mostrá essas tetas pra mim
Enquanto terminava a frase passei as mãos pra frente e apertei essas tetas, não cabiam nas minhas mãos e olha que minhas mãos são grandes, ela começou a rebolá o rabo na pica
Na: mmmm queria que cê me comesse com essa pica, desde que vi minha irmã pulando em cima de você, nunca vi uma pica tão grande, quero ela dentro de mim
L: é? Que puta invejosa que cê é, querendo roubá a pica da sua irmã
Na: roubá não, que ela compartilhe, somos irmãs
O quanto ela era puta já tava me deixando louco, puxei a calcinha fio dental e comecei a passá a pica nos lábios da buceta e a batê a cabeça no clitóris, o barulho de poça que se ouviu foi bruto, tava muito molhada a puta.
Na: mete ela agora, por favor, quero essa pica dentro
Meti a cabeça e ela deu um grito
Na: ahhhh que grossa, além de comprida é grossa, cê vai partí minha buceta com essa pica
L: shhh cala a boca gata que nosso amigo vai ouví
Na: e ele vai abrí a boca? Não é seu amigo?
L: cê sabe que pra comê a Agos eles fazem qualquer coisa e pra te comê também
Enquanto a gente tinha essa conversa eu continuava com o mete e tira da cabeça
Na: ahh mete a pica toda dentro vai, me come como homem
Meti o resto da pica toda de uma vez, ouviu forte o tapa das minhas coxas contra a bunda dela
Na: aaaaah filho da putaaa, que pedaço de pica, me partiô
Aí começou o mete e tira infernal, peguei um ritmo forte, os tapas se ouviam alto e tive que tapá a boca dela por causa dos gritos que ela tava dando
Na: mhhhh mhhh mhhh mhhh mhhh
Nayi não parava de gemê, com o ritmo que eu tava e o quanto ela apertava essa buceta eu não ia durá muito, mas ela também não tava longe do Orgasmo, eu não tava acostumada com uma pica desse tamanho, ela tava reorganizando meus órgãos por dentro, eu mordi a palma da mão dele enquanto gozava.
Na: mmmmmmmhhhhh
As pernas dela falharam, mas ela ficou apoiada na pia, senti meus ovos molharem e ouvi uma poça cair no chão, sim, a nayi era daquelas que são tipo uma torneira, se molhava toda. As pernas dela continuavam tremendo enquanto eu continuava metendo.
Na: para, para, que eu tô toda sensível
L: não vou parar, vou continuar te comendo até você gozar
Na: filho da puuuuta, gozo outra vezzz
Plaf plaf plaf plaf, continuei metendo forte e firme, ela teve outro espasmo enquanto gozava e mijava, literalmente, outro jorro de fluido escapava da buceta dela. Eu tava chegando no orgasmo, e tinha pensado em encher a buceta dela de porra, mas num ato de sanidade lembrei que ela provavelmente não se cuidava e tive uma ideia muito melhor.
L: ajoelha, filha da puta, que vou encher sua boca de porra
Como conseguiu, ela se ajoelhou e começou a chupar minha pica, segurando com as mãos, mas eu tinha outros planos, peguei as duas mãos dela e coloquei atrás da nuca, segurando as mãos e a cabeça ao mesmo tempo, comecei a comer a boca dela com força, ela nem reclamou, me olhou com os olhos cheios de lágrimas, enquanto da boca dela saía o típico, gack gack gack gack de uma garganta sendo maltratada.
L: vou gozar, você vai engolir tudo, o que cuspir vai ter que chupar
Os olhos dela brilharam, aí eu soube que essa era uma verdadeira puta, e não consegui segurar o orgasmo mais, gozei na garganta dela tudo que tinha nos ovos, quando terminei fiquei parado e ela atacou minha pica, chupando tudo até deixar impecável, quando terminou, eu caí exausto numa cadeira, ela se levantou, se aproximou, abriu a boquinha, mostrou que tinha tomado toda a porra e me deu um beijo violento na boca, cheio de paixão e loucura, esse beijo se estendeu mais do que o esperado, e minha pica subiu de novo. Quando terminamos, ela voltou pro café da manhã. Assim que ficou pronto, serviu e sentou no meu colo.
L: Cê sabe que agora você é minha, né?
Na: Depois da foda que você acabou de me dar, não daria pra ficar com outro. Como é que a gente vai fazer com a minha irmã?
L: Não vamos falar nada. Ela vai continuar sendo minha namorada, e você é minha putinha, minha e de mais ninguém, Nayi. Espero que saiba o que isso significa.
Na: O que significa?
L: Que, se eu descobrir que você tá com outro, sua irmã e sua mãe vão ficar sabendo disso. Que você me esquentou até eu ter que te comer. Vou inventar uma história pra sua irmã, e você sabe que ela vai acreditar em mim.
Na: Que filho da puta você é. Come a cunhada e ainda quer me ter só pra você. Adoro que você seja assim. Sou sua, mas você vai ter que me comer toda semana. Então não sei como vai fazer, e quero que me mantenha tão bem quanto minha irmã — presentes e tudo.
L: O que você quiser, mas essa bunda e esses peitos são meus, putinha.
Ela se virou e sentou de frente pra mim na cadeira, no estilo cowgirl. Enfiou meu pau na buceta dela e começamos mais uma transa na cozinha. Tudo isso numa terça-feira antes das 9 da manhã. Na minha vida, que estava prestes a se tornar a melhor fase sexual que já tive.
Capítulo IV
Chegou terça-feira, saí cedo pra casa das minas pra colocar as membranas. Passei na casa do meu amigo, que tava precisando de uma grana e eu arrumei esse trampo pra ele, digamos assim, e partimos pra casa das rochas. Quando falo cedo, era tipo 8 da manhã. Quem é de Mendoza sabe que o calor é insuportável, e esse tipo de serviço é melhor começar cedo, porque ficar exposto ao sol a partir das 11 e ainda usando um maçarico não é uma tarefa agradável nem saudável. Então chegamos cedo na casa da minha mina, e aí começaram os problemas.
Minha mina e a mãe tinham acabado de sair pra trabalhar. Depois de bater, aplaudir, gritar, ninguém apareceu, então não tive outra opção a não ser ligar pra minha mina.
L: Amor, tô aqui fora e ninguém sai, como é que faz?
Ag: Eu sabia que essa preguiçosa ia ficar dormindo, que mina folgada.
L: Bom, é muito cedo, não é culpa dela.
Ag: É uma folgada, era a única coisa que tinha que fazer hoje. O único que me vem à cabeça é você pular o portão e acordar ela pela janela.
L: Beleza, vou fazer isso. Tomara que nenhum vizinho me dê um tiro por pular o portão.
Ag: Hahaha, já te conhecem todo mundo, nego. Cuidado com as putas que devem estar rondando por aí, só pra me roubar meu macho elas podem acordar cedo.
Depois de trocar mais algumas palavras com ela, cortei e me preparei para pular o portão. Feito isso, me aproximei da janela do quarto das minas. A janela estava aberta, imaginei que por causa do calor. Enfiei a cabeça e vi o cenário. A Nayi estava pelada dormindo na cama dela, do lado estava o berço com o bebê dela, os dois estavam meio suados por causa da temperatura. Fiquei um tempão olhando pra Nayi, ela estava de barriga pra cima e me surpreendi com os peitos dela, muito parecidos com os da minha mina, que por sinal eram bem bonitos. Esses eram iguais, mas maiores por causa do leite que tinham, pareciam muito apetitosos. Ela tinha umas tatuagens de rockeira nas pernas, a marca da cesárea na barriga, mas tava muito gostosa, igual minha rockeira, era bonita de rosto, realmente linda. Já com o pau duro, me preparei pra acordar ela.
L: Nayi, Nayi, acorda, vim por causa da membrana.
Ela se levantou bem rápido e assustada, sentou na cama meio desorientada, me viu na janela e meio que se assustou, até me reconhecer.
N: O que você tá fazendo na minha janela, gato?
L: Bom dia, né? Falei rindo. Vim com meu amigo colocar a membrana, gata, você tinha que estar acordada pra me receber.
N: Tem razão (ela falou se espreguiçando). Mas por que tão cedo, gato? Que saco me encher.
L: Porque depois faz um calor do caralho, gata, vamos, levanta.
Ela meio que se espreguiçou levantando os braços, como se não soubesse que tava pelada, então eu fiquei olhando pros peitos dela.
N: Gostou? Ela falou rindo e apertando eles um pouco, bem putinha essa mina.
L: São bonitos, muito parecidos com os da Agos, esses são maiores. Falei sem recuar, tinha aprendido que as minas vivem fazendo esse tipo de teste pra ver até onde você aguenta, e eu sempre respondia jogando o dobro.
N: É por causa do bebê, tem suas vantagens.
L: Não duvido. Vamos, me abre e coloca uma camiseta, que se meu amigo te ver assim, ele te come na hora.
N: Só o seu? Amigo?
Eu ri e saí da janela, já tava muito excitado, se continuasse aquela conversa ia acabar mal.
Voltei com meu amigo, Nico, abri o portão e começamos a descarregar as ferramentas do carro. 10 minutos depois, Nayi abriu a porta pra gente, a putinha vestiu uma camiseta, mas só isso, então abriu a porta de fio dental e rebolando bem a raba. Meu amigo me olhou e num segundo eu entendi o olhar dele, já queria pular em cima dela.
L: Se comporta, mano, que é minha cunhada.
Ni: Ela tá nos provocando, vamos comer ela toda.
L: Cê é louco, mano, a Agos me mata. Se ela te der bola, come você, nem me mete.
Ni: Se me der bola, você paga a membrana.
L: É, e te pago também se quiser, vai, punheteiro, te ajudo a subir os rolos e vou embora que tão me esperando no depósito.
Ni: É, me deixa sozinho com essa rabuda.
Na: Vão entrar pra pegar isso ou não?
Disse Nayi, de dentro. A gente passou e ela indicou onde estavam os rolos. Nico, nem lento nem preguiçoso, mandou um comentário pesado pra Nayi sobre as pernas dela. Ela, no entanto, olhou pra ele como se fosse lixo e foi pra cozinha rebolando bem a raba.
Ni: Se faz de frígida a puta e vai rebolando a raba.
L: Bom, você tentou kkkkk
Eu ri uns segundos e levei os dois rolos de membrana pro telhado, ajudei ele a subir e deixei ele lá. Entrei em casa e fui na cozinha cumprimentar a Nayi.
L: Deixou meu amigo derrotado, coitado, ainda mais que ele te elogiou.
N: É um punheteiro, não tirava o olho da minha buceta.
L: E você também provoca, olha como anda de fio dental.
N: Você gosta?
L: Quem não gosta, se você tem uma raba linda. Bom, vou nessa, tenho que trampar.
Falei mudando de assunto rápido, depois que escapei um pouco da língua.
N: Cala a boca, moleque, tô fazendo um café da manhã pra você. Minha mãe me mata se souber que não fiz. Ontem comprei salgados e ela disse que se eu não fizesse, me matava. Então senta aí até eu terminar.
L: Que fofa a Ana, falei que não queria nada em troca.
N: Moleque, nós somos pobres, mas não Ingratas, é o mínimo que minha velha vai fazer por você agora, já conquistou o coração dela, então se prepara.
L: Bom, então vou sentar.
Fiquei olhando a Nayi fazendo um café de fio dental, ela exagerava cada movimento pra me esquentar, toda vez que precisava fazer um movimento, exagerava ao máximo, pra mostrar o corpo o máximo que podia. De repente, o bebê começa a chorar e ela corre pro quarto buscá-lo, quando volta, tava sem a camiseta e com o pirralho pendurado num dos peitos dela, a pika quase explodiu.
N: Ele tava com fome.
Ela disse sorrindo, minha boca enchia d'água, era inacreditável o quanto ela tava sendo puta, na minha mente eu já sabia que ela tava disposta a dar pra mim, era foda o quanto ela tava se insinuando.
L: Santana, fica um pouco aí, eu continuo com o café.
Comecei a terminar o café, a água já tinha fervido, e fiquei batendo os cafés, enquanto ela amamentava o menino. Num momento, olhei pra Nayi e vi que ela tava me encarando, mas não o rosto, tava olhando mais pra baixo. Baixei o olhar e vi que tava com uma barraca enorme na calça, por instinto levei a mão no pacote e ajustei, bem na frente dos olhos dela. Quando olhei de novo, ela tava mordendo os lábios. O bebê dormiu de novo, ela deixou ele no carrinho, e se aproximou de mim de peitos de fora, tirou a xícara da minha mão e se encostou na pia pra continuar o café, empinando bem a bunda pra trás.
Na: Por que você tá com a pika tão dura assim?
L: Olha como você tá, gata, é impossível não ficar assim.
Na: Tá gostando do que vê?
Ela disse me olhando de lado, até aí meu autocontrole aguentou, essa puta queria que eu comesse ela e eu não ia deixar ela me esquentar assim, à toa. Fiquei atrás dela, agarrei a cintura e encostei a pika bem na bunda dela.
L: Olha como você me deixa, cê acha que eu tô gostando?
Na: Acho que sim, como tá dura e grande, ocupa toda a linha da minha bunda.
Eu baixei a calça e encostei de novo na raba dela, mas antes abrir a bunda dela com as mãos pra ela se encaixar melhor na racha daquele rabo
Na: uh que dura essa mmmm
L: cê sabe que agora vou te comer de novo né?
Na: me comer? Cê é meu cunhado
L: e você minha cunhada e já cansou de rebolá o rabo e mostrá essas tetas pra mim
Enquanto terminava a frase passei as mãos pra frente e apertei essas tetas, não cabiam nas minhas mãos e olha que minhas mãos são grandes, ela começou a rebolá o rabo na pica
Na: mmmm queria que cê me comesse com essa pica, desde que vi minha irmã pulando em cima de você, nunca vi uma pica tão grande, quero ela dentro de mim
L: é? Que puta invejosa que cê é, querendo roubá a pica da sua irmã
Na: roubá não, que ela compartilhe, somos irmãs
O quanto ela era puta já tava me deixando louco, puxei a calcinha fio dental e comecei a passá a pica nos lábios da buceta e a batê a cabeça no clitóris, o barulho de poça que se ouviu foi bruto, tava muito molhada a puta.
Na: mete ela agora, por favor, quero essa pica dentro
Meti a cabeça e ela deu um grito
Na: ahhhh que grossa, além de comprida é grossa, cê vai partí minha buceta com essa pica
L: shhh cala a boca gata que nosso amigo vai ouví
Na: e ele vai abrí a boca? Não é seu amigo?
L: cê sabe que pra comê a Agos eles fazem qualquer coisa e pra te comê também
Enquanto a gente tinha essa conversa eu continuava com o mete e tira da cabeça
Na: ahh mete a pica toda dentro vai, me come como homem
Meti o resto da pica toda de uma vez, ouviu forte o tapa das minhas coxas contra a bunda dela
Na: aaaaah filho da putaaa, que pedaço de pica, me partiô
Aí começou o mete e tira infernal, peguei um ritmo forte, os tapas se ouviam alto e tive que tapá a boca dela por causa dos gritos que ela tava dando
Na: mhhhh mhhh mhhh mhhh mhhh
Nayi não parava de gemê, com o ritmo que eu tava e o quanto ela apertava essa buceta eu não ia durá muito, mas ela também não tava longe do Orgasmo, eu não tava acostumada com uma pica desse tamanho, ela tava reorganizando meus órgãos por dentro, eu mordi a palma da mão dele enquanto gozava.
Na: mmmmmmmhhhhh
As pernas dela falharam, mas ela ficou apoiada na pia, senti meus ovos molharem e ouvi uma poça cair no chão, sim, a nayi era daquelas que são tipo uma torneira, se molhava toda. As pernas dela continuavam tremendo enquanto eu continuava metendo.
Na: para, para, que eu tô toda sensível
L: não vou parar, vou continuar te comendo até você gozar
Na: filho da puuuuta, gozo outra vezzz
Plaf plaf plaf plaf, continuei metendo forte e firme, ela teve outro espasmo enquanto gozava e mijava, literalmente, outro jorro de fluido escapava da buceta dela. Eu tava chegando no orgasmo, e tinha pensado em encher a buceta dela de porra, mas num ato de sanidade lembrei que ela provavelmente não se cuidava e tive uma ideia muito melhor.
L: ajoelha, filha da puta, que vou encher sua boca de porra
Como conseguiu, ela se ajoelhou e começou a chupar minha pica, segurando com as mãos, mas eu tinha outros planos, peguei as duas mãos dela e coloquei atrás da nuca, segurando as mãos e a cabeça ao mesmo tempo, comecei a comer a boca dela com força, ela nem reclamou, me olhou com os olhos cheios de lágrimas, enquanto da boca dela saía o típico, gack gack gack gack de uma garganta sendo maltratada.
L: vou gozar, você vai engolir tudo, o que cuspir vai ter que chupar
Os olhos dela brilharam, aí eu soube que essa era uma verdadeira puta, e não consegui segurar o orgasmo mais, gozei na garganta dela tudo que tinha nos ovos, quando terminei fiquei parado e ela atacou minha pica, chupando tudo até deixar impecável, quando terminou, eu caí exausto numa cadeira, ela se levantou, se aproximou, abriu a boquinha, mostrou que tinha tomado toda a porra e me deu um beijo violento na boca, cheio de paixão e loucura, esse beijo se estendeu mais do que o esperado, e minha pica subiu de novo. Quando terminamos, ela voltou pro café da manhã. Assim que ficou pronto, serviu e sentou no meu colo.
L: Cê sabe que agora você é minha, né?
Na: Depois da foda que você acabou de me dar, não daria pra ficar com outro. Como é que a gente vai fazer com a minha irmã?
L: Não vamos falar nada. Ela vai continuar sendo minha namorada, e você é minha putinha, minha e de mais ninguém, Nayi. Espero que saiba o que isso significa.
Na: O que significa?
L: Que, se eu descobrir que você tá com outro, sua irmã e sua mãe vão ficar sabendo disso. Que você me esquentou até eu ter que te comer. Vou inventar uma história pra sua irmã, e você sabe que ela vai acreditar em mim.
Na: Que filho da puta você é. Come a cunhada e ainda quer me ter só pra você. Adoro que você seja assim. Sou sua, mas você vai ter que me comer toda semana. Então não sei como vai fazer, e quero que me mantenha tão bem quanto minha irmã — presentes e tudo.
L: O que você quiser, mas essa bunda e esses peitos são meus, putinha.
Ela se virou e sentou de frente pra mim na cadeira, no estilo cowgirl. Enfiou meu pau na buceta dela e começamos mais uma transa na cozinha. Tudo isso numa terça-feira antes das 9 da manhã. Na minha vida, que estava prestes a se tornar a melhor fase sexual que já tive.
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