Os acontecimentos do capítulo anterior rolaram num sábado, e no domingo seguinte a mãe da minha mina me chamou pra almoçar, como retribuição daquela vez que levei elas em casa. Eu falei pra minha mina que não precisava, mas ela disse que a velha já tinha falado várias vezes e dessa vez deu um ultimato: eu tinha que ir, sim ou sim. Perguntei o que levar, e ela repetiu mil vezes que não era nada, pra eu não me preocupar, mas eu era de outra laia. No meu círculo familiar, chegar de mãos vazias era mal visto pra caralho, você fica parecendo um pão-duro. Então, mesmo assim, levei uma caixa de vinhos da adega e comprei uma Coca Booty grandona.
Além disso, levei no banco de trás do meu golzinho dois rolos de membrana pra dar de presente. Os rolos eu resgatei de um galpão, tavam largados lá. Perguntei pro cara responsável se usavam, e ele falou que tavam lá há anos, que eu levasse. Cheguei no barraco dela pontualmente às 13h, desci do carro com a caixa de vinho, abri o "portão" — já tava à vontade naquela casa — e bati na porta. Minha mina abriu, quando me viu com a caixa de vinho, revirou os olhos.
Ela: Te falei pra não trazer nada.
Eu: Bom, mas já trouxe.
Ela riu e começou a me beijar com gosto.
Ela: Minha velha vai ficar feliz, adora vinho.
Eu: Então leva isso e me acompanha até o carro, trouxe um refri também (menti).
Ela: Viu como você exagera? Nós que estamos te convidando pra comer, idiota.
Eu: Já comprei, tarde demais.
Ela: Minha velha vai ficar puta comigo depois, culpa sua.
Esperei na porta enquanto minha gata levava a caixa de vinho. Ouvi uns barulhos lá dentro, um pouco de surpresa e um grito de alegria da Nay, claramente. A mina era meio bebum. A Ana veio me cumprimentar, me abraçou e me deu dois beijos no rosto.
Ana: Minha filha não te falou que não precisava trazer nada?
Ela: Falei, sim, mas esse daqui faz o que quer.
Eu: Me convidaram pra comer, Ana, é o mínimo que posso fazer. Além disso, os vinhos eu consigo fácil. Bom, então vamos comer.
L: Tenho que ir no carro pegar uns refrigerantes que comprei também.
Ana me olhou com cara de brava, dá pra ver que ela gostava de receber e convidar gente, de agradar, e não gostou nem um pouco de eu ter trazido tanta coisa. Já comecei a me perguntar como ela ia reagir quando visse os dois rolos de membrana, que eram bem mais caros do que eu tinha falado.
An: Bom, se apressem que tá esfriando.
Com a minha mina, a gente foi até o carro. Quando ela viu os rolos de membrana pela janela, me olhou estranho, mas ao ver a coca no banco do carona, pensou que a gente tinha ido só por isso. Eu abro a porta do carona, pego a coca e passo pra ela.
L: Você vai ter que me ajudar a descer isso, porque sozinho não consigo.
Ag: Cê tá louco, não posso aceitar isso.
L: Fica fria, Agos, é pra casa de vocês não ficar pingando que nem outro dia.
Minha mina já tava com os olhos cheios de lágrima e me olhava com um amor que eu nunca tinha visto no olhar de ninguém, só nos olhos da minha mãe.
Ag: Cê é um idiota, não precisa, minha mãe não vai querer.
L: Como não vai querer um presente? Vamos, leva pra dentro.
Minha mina me beijou com tudo e começou a descer comigo. Levamos um, colocamos na porta, e depois levamos o outro. Quando a gente tava chegando com o segundo, Ana saiu de novo pra apressar a gente pra comida.
An: Vamos que esfria… O que é isso?
Ela congelou quando viu o que a gente tava carregando e, ao ver o outro rolo na frente dela.
L: É um presente meu pra vocês. Outro dia eu tava aqui quando choveu e vi como a casa de vocês tava pingando. Quis resolver um probleminha.
An: Não, moço, isso eu não vou aceitar, é muita grana, sobe isso no teu carro agora.
Ag: Mãe, já falei pra ele, ele não quer, não faz escândalo, por favor.
An: Cala a boca, menina, você sabe quanto custa isso?
L: Eu sei quanto custa, Ana, e quero dar do mesmo jeito. Se quiser, eu subo no carro e vou embora, mas isso fica aqui.
Ela me olhou surpresa, porque eu não deixei escolha, cortei o assunto feito homem, e isso no futuro eu sabia que ia deixar ela com muito tesão. Ana se emocionou e começou a chorar. Um par de lagrimões.
An: cê é um bobão, não tenho grana nem pra pagar alguém pra colocar isso, quem dirá fazer sozinho.
Eu já tinha previsto isso e já tinha um amigo pra instalar.
L: não se preocupa, eu tenho um amigo que instala e vai vir colocar por uns favores que me deve. Só preciso que avisem quando ele pode vir, porque tenho que ajudar a subir as coisas no telhado e tal.
Minha mina me abraçou e me comeu a boca de novo na frente da mãe dela, de um jeito bem safado.
Ag: vamos comer, gordinho, vamos que vai esfriar.
Ela pegou na minha mão e me levou pra dentro, antes de passar pela porta, quando passei do lado da Ana, ela me abraçou e disse:
An: valeu, nene, é um inferno toda vez que chove nessa casa, agora vamos ficar muito melhor. Um dia eu te pago o valor disso.
L: não precisa, Ana, não é um favor, é um presente.
An: não importa, eu vou te pagar de volta.
Orgulhosa, a mãe da minha mina, acho que foi assim que ela conseguiu sobreviver nesse mundo, sendo mãe solteira com duas crianças. Depois disso, sentamos pra comer, elas comentaram o que eu tinha trazido pra Nayi, ela também me agradeceu por isso com um brilho nos olhos que não consegui decifrar. Todas estavam felizes com o presente que eu tinha dado, e era uma melhora clara na qualidade de vida delas.
Combinamos que eu iria na terça de manhã com meu amigo pra instalar. A única que ia estar era a Nayi, já que tanto a minha tchutchuca quanto a mãe trabalham. Minha mina tinha conseguido emprego como caixa num dos grandes comércios da área, e a Ana trabalhava limpando uma casa na parte rica da cidade. Elas encheram o saco da Nayi a ceia inteira, falando que era melhor ela não dormir, colocar um milhão de alarmes e não sei mais o quê.
Quando terminamos de almoçar, que por sinal tava uma delícia, elas tinham cozinhado uma carne no ponto espetacular, minha gostosa me disse que a mãe dela tinha acordado especialmente cedo pra cozinhar pra mim, coisa que não fazia há anos, o que me surpreendeu. Por que ela ia Fazer isso por mim? Um cara que eu tinha visto uma vez na vida, isso me chamou poderosamente a atenção, no futuro eu entenderia tudo.
Depois de almoçar, ficamos um pouco na sobremesa conversando e tomando a segunda garrafa de vinho entre os 4, papeamos sobre muitas coisas banais e tal.
Quando a segunda garrafa acabou, eu estava meio alterado e não queria sair pra dirigir, minha mina percebeu isso.
Ag: Você quer ficar pra tirar uma soneca comigo?
Ela disse me olhando com a cara mais de putinha mimosa que conseguiu, claro que eu queria, mas já sabia que ela dividia quarto com a Nayi e o bebê dela, então não me atraía muito essa opção.
L: Não quero incomodar, Ag.
An: Você fica aqui, esta casa agora é sua casa, deixo meu quarto pra vocês, eu vou dormir com a Nayi e o bebê.
Minha mina se surpreendeu ao ouvir isso da boca da mãe dela, eu adorei e fiquei com muito tesão, a ideia de comer minha mina na cama da velha dela me pareceu bem tentadora. Terminamos a segunda garrafa, todos meio altos, Ana e Nayi foram dormir levando o bebê desta última.
Ag: Vamos, gordinho, vamos dormir.
Dormir ela disse com uma cara de safada, nunca se cansava de transar, juro pra vocês, rapaziada, era insaciável, devo admitir que naquela época eu também andava com a pica dura o tempo todo. Ela me levou pela mão até o quarto da velha dela, o quarto estava uma merda, tinha as paredes com tijolo à vista e bem deteriorado, contrastava com a cozinha-sala de jantar onde as paredes até que se salvavam, tinha uma janela de duas folhas de madeira, uma das folhas estava quebrada tampada com um plástico, no inverno isso devia ser um gelo, pensei.
Não nos jogamos na cama, cama de casal baixinha de madeira, tinha uma cabeceira de madeira, cama antiga, minha mina começou a tirar a roupa e ficou pelada, eu nem lento nem preguiçoso também, ao vê-la nua a pica ficou bem dura e eu me joguei em cima dela.
Comecei a dar beijos no pescoço dela enquanto apertava os dois peitos, ela suspirava. me acariciava. Desci as mãos e comecei a acariciar ela toda. Usei a palavra: buceta, primeiro fiz círculos no clitóris, quando senti que ela tava molhada, comecei a meter dedos, mais especificamente dois dedos. Primeiro enfiava devagar, ela começou a gemer baixinho, fui aumentando o ritmo até que a buceta começou a fazer barulho, de tão molhada que tava, o som enchia o quarto.
Ag: ai bebu!, adoro como você me toca, continua que eu vou gozar, vou gozar toda na sua mão
L: vai putinha, goza, goza tudo pra mim
Ag: mhmhmhmhmh
Ela se tensionou toda, teve um orgasmo bem forte, tirei a mão da buceta dela e levei a pica pra boca dela. Pra vocês entenderem melhor como a gente tava, eu tava ajoelhado com as duas pernas dos lados da cabeça dela e enfiei a pica na boca dela.
L: pega gostosa, chupa ela toda.
Ag: que grande que tu tem essa pica
Antes dela terminar a frase, enfiei a pica toda dentro da boca dela, fiquei comendo a boca dela por um bom tempo, com as duas mãos segurava a cabeça dela enquanto comia a boca dela. Quando cansei de foder assim, me afastei.
L: fica de quatro que vou te foder toda, puta, vai
Ag: ai sim, já era hora de você me comer bebu
Rápido como pôde, ela ficou de quatro e sem dó eu enfiei toda.
Ag: aaaaaah como essa pica me preenche, Deus
L: cê gosta da minha pica?
Ag: adoro, adoro sua pica bebu
L: que puta que você é, como me excita
Ag: sua puta eu sou, me dá mais forte
Comecei a foder ela bem forte e a puta começou a gemer bem alto. Pouco se importou que a gente tivesse no quarto da mãe, com a velha e a irmã dela no quarto ao lado. A cama de madeira fazia muito barulho e a cabeceira batia na parede, a gente tava fazendo muito barulho, não tava nem aí.
Ag: ahhahh ahhh ahhh sim, assim, assim que eu gosto
L: abre a raba com as mãos gostosa, quero ver bem o cu enquanto te fodo
Minha puta se apoiou com as tetas no colchão e abriu toda a raba com as mãos, cuspi no cu agora todo exposto e comecei a meter dedos no cu enquanto eu continuava metendo forte na pussy dela.
Ag: vai me fazer a Booty, bebu? Faz tempo que você não arrebenta meu ass
L: vou meter bem a cock na sua Booty, vou arrebentar tudo
Ag: devagar que você tem a cock grande e minha Booty tá fechadinha.
Dei mais umas estocadas na pussy, tirei a cock e esfreguei bem por toda a pussy pra encher ela com o fluxo da pussy dela. Desci, dei umas boas lambidas no ass dela, cuspi e voltei a me levantar, apoiando a cock na entrada do ass. Embora ela tivesse razão de que fazia tempo que eu não comia o orto dela, um ass comido tem memória e foi se abrindo aos pouquinhos.
Ag: ahhh como você abre meu ass, filho da puta
L: que ass gostoso você tem, nena, como aperta minha cock
Ag: me dá mais forte, arrebenta meu ass, vai
Comecei a partir o ass dela literalmente, metia toda minha cock bem forte da ponta até os ovos, todos os meus 20 cm de cock pelo ass, ela recebia como uma campeã, gemia como uma slut bem alto. Ficamos assim uns 10 min, depois tirei e meti de novo na pussy e depois no cuzão novamente, uma pussy-cu de manual, já começava a sentir que meu orgasmo tava vindo.
L: goza, puta, onde você quer?
Ag: o leitinho? Quero no ass, enche ele de cum, gordi
L: que puta que você é, adoro
Ag: sua puta eu sou, de mais ninguém, vai, enche minha Booty
Meteu de novo no ass e depois de mais umas bombadas enchi o cu dela de leite.
Ag: mmmm que quente que tá
L: sente? Tudo isso você que causa, ago
Ag: sinto bem dentro, vai encher minha barriguinha de cum
Que puta que ela era, adorava que fosse tão slut, depois de uma foda daquelas, exausto, me joguei na cama de barriga pra cima, ela se acomodou no meu peito sem limpar o ass e dormimos, todos melados de leite, fodidos e suados. Não sei quanto tempo passou, mas num momento Ana entrou pra acordar a gente.
An: acordem, porquinhos, já são 7 da tarde e você, Agostina, mais Vale, tem que trocar meus lençóis, filha da puta.
A mãe nos acordou, nós dois estávamos pelados na cama dela, era óbvio que a gente tinha transado, na cama dela, a filha dela tava com a buceta cheia de leite e com certeza tinha nos ouvido, mas mesmo assim, Ana nos acordou com todo o amor do mundo, e a única coisa que disse foi pra filha trocar os lençóis. Esse mundinho bandido me surpreendia e eu tava gostando cada vez mais.
De tarde, saímos pra dar umas voltas no centro com minha mina, levamos a Nay e o bebê junto, fomos numa praça, tomamos mate e curtimos a tarde juntos. Quando voltamos, me obrigaram a ficar pra jantar e tomamos umas cervejas com umas pizzas, me colocaram na ponta da mesa, já me sentia o dono da casa das minas. Ana me agradeceu mil vezes pela parada da membrana e disse que me devia um puta favor.
Além disso, levei no banco de trás do meu golzinho dois rolos de membrana pra dar de presente. Os rolos eu resgatei de um galpão, tavam largados lá. Perguntei pro cara responsável se usavam, e ele falou que tavam lá há anos, que eu levasse. Cheguei no barraco dela pontualmente às 13h, desci do carro com a caixa de vinho, abri o "portão" — já tava à vontade naquela casa — e bati na porta. Minha mina abriu, quando me viu com a caixa de vinho, revirou os olhos.
Ela: Te falei pra não trazer nada.
Eu: Bom, mas já trouxe.
Ela riu e começou a me beijar com gosto.
Ela: Minha velha vai ficar feliz, adora vinho.
Eu: Então leva isso e me acompanha até o carro, trouxe um refri também (menti).
Ela: Viu como você exagera? Nós que estamos te convidando pra comer, idiota.
Eu: Já comprei, tarde demais.
Ela: Minha velha vai ficar puta comigo depois, culpa sua.
Esperei na porta enquanto minha gata levava a caixa de vinho. Ouvi uns barulhos lá dentro, um pouco de surpresa e um grito de alegria da Nay, claramente. A mina era meio bebum. A Ana veio me cumprimentar, me abraçou e me deu dois beijos no rosto.
Ana: Minha filha não te falou que não precisava trazer nada?
Ela: Falei, sim, mas esse daqui faz o que quer.
Eu: Me convidaram pra comer, Ana, é o mínimo que posso fazer. Além disso, os vinhos eu consigo fácil. Bom, então vamos comer.
L: Tenho que ir no carro pegar uns refrigerantes que comprei também.
Ana me olhou com cara de brava, dá pra ver que ela gostava de receber e convidar gente, de agradar, e não gostou nem um pouco de eu ter trazido tanta coisa. Já comecei a me perguntar como ela ia reagir quando visse os dois rolos de membrana, que eram bem mais caros do que eu tinha falado.
An: Bom, se apressem que tá esfriando.
Com a minha mina, a gente foi até o carro. Quando ela viu os rolos de membrana pela janela, me olhou estranho, mas ao ver a coca no banco do carona, pensou que a gente tinha ido só por isso. Eu abro a porta do carona, pego a coca e passo pra ela.
L: Você vai ter que me ajudar a descer isso, porque sozinho não consigo.
Ag: Cê tá louco, não posso aceitar isso.
L: Fica fria, Agos, é pra casa de vocês não ficar pingando que nem outro dia.
Minha mina já tava com os olhos cheios de lágrima e me olhava com um amor que eu nunca tinha visto no olhar de ninguém, só nos olhos da minha mãe.
Ag: Cê é um idiota, não precisa, minha mãe não vai querer.
L: Como não vai querer um presente? Vamos, leva pra dentro.
Minha mina me beijou com tudo e começou a descer comigo. Levamos um, colocamos na porta, e depois levamos o outro. Quando a gente tava chegando com o segundo, Ana saiu de novo pra apressar a gente pra comida.
An: Vamos que esfria… O que é isso?
Ela congelou quando viu o que a gente tava carregando e, ao ver o outro rolo na frente dela.
L: É um presente meu pra vocês. Outro dia eu tava aqui quando choveu e vi como a casa de vocês tava pingando. Quis resolver um probleminha.
An: Não, moço, isso eu não vou aceitar, é muita grana, sobe isso no teu carro agora.
Ag: Mãe, já falei pra ele, ele não quer, não faz escândalo, por favor.
An: Cala a boca, menina, você sabe quanto custa isso?
L: Eu sei quanto custa, Ana, e quero dar do mesmo jeito. Se quiser, eu subo no carro e vou embora, mas isso fica aqui.
Ela me olhou surpresa, porque eu não deixei escolha, cortei o assunto feito homem, e isso no futuro eu sabia que ia deixar ela com muito tesão. Ana se emocionou e começou a chorar. Um par de lagrimões.
An: cê é um bobão, não tenho grana nem pra pagar alguém pra colocar isso, quem dirá fazer sozinho.
Eu já tinha previsto isso e já tinha um amigo pra instalar.
L: não se preocupa, eu tenho um amigo que instala e vai vir colocar por uns favores que me deve. Só preciso que avisem quando ele pode vir, porque tenho que ajudar a subir as coisas no telhado e tal.
Minha mina me abraçou e me comeu a boca de novo na frente da mãe dela, de um jeito bem safado.
Ag: vamos comer, gordinho, vamos que vai esfriar.
Ela pegou na minha mão e me levou pra dentro, antes de passar pela porta, quando passei do lado da Ana, ela me abraçou e disse:
An: valeu, nene, é um inferno toda vez que chove nessa casa, agora vamos ficar muito melhor. Um dia eu te pago o valor disso.
L: não precisa, Ana, não é um favor, é um presente.
An: não importa, eu vou te pagar de volta.
Orgulhosa, a mãe da minha mina, acho que foi assim que ela conseguiu sobreviver nesse mundo, sendo mãe solteira com duas crianças. Depois disso, sentamos pra comer, elas comentaram o que eu tinha trazido pra Nayi, ela também me agradeceu por isso com um brilho nos olhos que não consegui decifrar. Todas estavam felizes com o presente que eu tinha dado, e era uma melhora clara na qualidade de vida delas.
Combinamos que eu iria na terça de manhã com meu amigo pra instalar. A única que ia estar era a Nayi, já que tanto a minha tchutchuca quanto a mãe trabalham. Minha mina tinha conseguido emprego como caixa num dos grandes comércios da área, e a Ana trabalhava limpando uma casa na parte rica da cidade. Elas encheram o saco da Nayi a ceia inteira, falando que era melhor ela não dormir, colocar um milhão de alarmes e não sei mais o quê.
Quando terminamos de almoçar, que por sinal tava uma delícia, elas tinham cozinhado uma carne no ponto espetacular, minha gostosa me disse que a mãe dela tinha acordado especialmente cedo pra cozinhar pra mim, coisa que não fazia há anos, o que me surpreendeu. Por que ela ia Fazer isso por mim? Um cara que eu tinha visto uma vez na vida, isso me chamou poderosamente a atenção, no futuro eu entenderia tudo.
Depois de almoçar, ficamos um pouco na sobremesa conversando e tomando a segunda garrafa de vinho entre os 4, papeamos sobre muitas coisas banais e tal.
Quando a segunda garrafa acabou, eu estava meio alterado e não queria sair pra dirigir, minha mina percebeu isso.
Ag: Você quer ficar pra tirar uma soneca comigo?
Ela disse me olhando com a cara mais de putinha mimosa que conseguiu, claro que eu queria, mas já sabia que ela dividia quarto com a Nayi e o bebê dela, então não me atraía muito essa opção.
L: Não quero incomodar, Ag.
An: Você fica aqui, esta casa agora é sua casa, deixo meu quarto pra vocês, eu vou dormir com a Nayi e o bebê.
Minha mina se surpreendeu ao ouvir isso da boca da mãe dela, eu adorei e fiquei com muito tesão, a ideia de comer minha mina na cama da velha dela me pareceu bem tentadora. Terminamos a segunda garrafa, todos meio altos, Ana e Nayi foram dormir levando o bebê desta última.
Ag: Vamos, gordinho, vamos dormir.
Dormir ela disse com uma cara de safada, nunca se cansava de transar, juro pra vocês, rapaziada, era insaciável, devo admitir que naquela época eu também andava com a pica dura o tempo todo. Ela me levou pela mão até o quarto da velha dela, o quarto estava uma merda, tinha as paredes com tijolo à vista e bem deteriorado, contrastava com a cozinha-sala de jantar onde as paredes até que se salvavam, tinha uma janela de duas folhas de madeira, uma das folhas estava quebrada tampada com um plástico, no inverno isso devia ser um gelo, pensei.
Não nos jogamos na cama, cama de casal baixinha de madeira, tinha uma cabeceira de madeira, cama antiga, minha mina começou a tirar a roupa e ficou pelada, eu nem lento nem preguiçoso também, ao vê-la nua a pica ficou bem dura e eu me joguei em cima dela.
Comecei a dar beijos no pescoço dela enquanto apertava os dois peitos, ela suspirava. me acariciava. Desci as mãos e comecei a acariciar ela toda. Usei a palavra: buceta, primeiro fiz círculos no clitóris, quando senti que ela tava molhada, comecei a meter dedos, mais especificamente dois dedos. Primeiro enfiava devagar, ela começou a gemer baixinho, fui aumentando o ritmo até que a buceta começou a fazer barulho, de tão molhada que tava, o som enchia o quarto.
Ag: ai bebu!, adoro como você me toca, continua que eu vou gozar, vou gozar toda na sua mão
L: vai putinha, goza, goza tudo pra mim
Ag: mhmhmhmhmh
Ela se tensionou toda, teve um orgasmo bem forte, tirei a mão da buceta dela e levei a pica pra boca dela. Pra vocês entenderem melhor como a gente tava, eu tava ajoelhado com as duas pernas dos lados da cabeça dela e enfiei a pica na boca dela.
L: pega gostosa, chupa ela toda.
Ag: que grande que tu tem essa pica
Antes dela terminar a frase, enfiei a pica toda dentro da boca dela, fiquei comendo a boca dela por um bom tempo, com as duas mãos segurava a cabeça dela enquanto comia a boca dela. Quando cansei de foder assim, me afastei.
L: fica de quatro que vou te foder toda, puta, vai
Ag: ai sim, já era hora de você me comer bebu
Rápido como pôde, ela ficou de quatro e sem dó eu enfiei toda.
Ag: aaaaaah como essa pica me preenche, Deus
L: cê gosta da minha pica?
Ag: adoro, adoro sua pica bebu
L: que puta que você é, como me excita
Ag: sua puta eu sou, me dá mais forte
Comecei a foder ela bem forte e a puta começou a gemer bem alto. Pouco se importou que a gente tivesse no quarto da mãe, com a velha e a irmã dela no quarto ao lado. A cama de madeira fazia muito barulho e a cabeceira batia na parede, a gente tava fazendo muito barulho, não tava nem aí.
Ag: ahhahh ahhh ahhh sim, assim, assim que eu gosto
L: abre a raba com as mãos gostosa, quero ver bem o cu enquanto te fodo
Minha puta se apoiou com as tetas no colchão e abriu toda a raba com as mãos, cuspi no cu agora todo exposto e comecei a meter dedos no cu enquanto eu continuava metendo forte na pussy dela.
Ag: vai me fazer a Booty, bebu? Faz tempo que você não arrebenta meu ass
L: vou meter bem a cock na sua Booty, vou arrebentar tudo
Ag: devagar que você tem a cock grande e minha Booty tá fechadinha.
Dei mais umas estocadas na pussy, tirei a cock e esfreguei bem por toda a pussy pra encher ela com o fluxo da pussy dela. Desci, dei umas boas lambidas no ass dela, cuspi e voltei a me levantar, apoiando a cock na entrada do ass. Embora ela tivesse razão de que fazia tempo que eu não comia o orto dela, um ass comido tem memória e foi se abrindo aos pouquinhos.
Ag: ahhh como você abre meu ass, filho da puta
L: que ass gostoso você tem, nena, como aperta minha cock
Ag: me dá mais forte, arrebenta meu ass, vai
Comecei a partir o ass dela literalmente, metia toda minha cock bem forte da ponta até os ovos, todos os meus 20 cm de cock pelo ass, ela recebia como uma campeã, gemia como uma slut bem alto. Ficamos assim uns 10 min, depois tirei e meti de novo na pussy e depois no cuzão novamente, uma pussy-cu de manual, já começava a sentir que meu orgasmo tava vindo.
L: goza, puta, onde você quer?
Ag: o leitinho? Quero no ass, enche ele de cum, gordi
L: que puta que você é, adoro
Ag: sua puta eu sou, de mais ninguém, vai, enche minha Booty
Meteu de novo no ass e depois de mais umas bombadas enchi o cu dela de leite.
Ag: mmmm que quente que tá
L: sente? Tudo isso você que causa, ago
Ag: sinto bem dentro, vai encher minha barriguinha de cum
Que puta que ela era, adorava que fosse tão slut, depois de uma foda daquelas, exausto, me joguei na cama de barriga pra cima, ela se acomodou no meu peito sem limpar o ass e dormimos, todos melados de leite, fodidos e suados. Não sei quanto tempo passou, mas num momento Ana entrou pra acordar a gente.
An: acordem, porquinhos, já são 7 da tarde e você, Agostina, mais Vale, tem que trocar meus lençóis, filha da puta.
A mãe nos acordou, nós dois estávamos pelados na cama dela, era óbvio que a gente tinha transado, na cama dela, a filha dela tava com a buceta cheia de leite e com certeza tinha nos ouvido, mas mesmo assim, Ana nos acordou com todo o amor do mundo, e a única coisa que disse foi pra filha trocar os lençóis. Esse mundinho bandido me surpreendia e eu tava gostando cada vez mais.
De tarde, saímos pra dar umas voltas no centro com minha mina, levamos a Nay e o bebê junto, fomos numa praça, tomamos mate e curtimos a tarde juntos. Quando voltamos, me obrigaram a ficar pra jantar e tomamos umas cervejas com umas pizzas, me colocaram na ponta da mesa, já me sentia o dono da casa das minas. Ana me agradeceu mil vezes pela parada da membrana e disse que me devia um puta favor.
7 comentários - Minha Família de Gostosas III
Bien escrito