Minha experiência com minha namorada trans!

Minha sexualidade adulta foi hétero, mas quando criança fui muito ativo sexualmente, sempre ativo, para os dois gêneros.
Já sou divorciado, tenho dois filhos lindos, amo eles com toda a minha alma, estou mais presente do que gostaria, mas com a esperança de que tudo vai mudar.

Depois da minha separação, decidi ir atrás de trabalho em outros países e/ou cidades.
A partir desse momento, minha vida mudou, comecei a me sentir vivo de novo, a ser alguém com dignidade.

Sendo uma pessoa assalariada, os bancos disputavam para me emprestar dinheiro para o que eu quisesse.

Comecei a usar esses aplicativos de namoro, conhecendo um monte de mulheres, fiquei de namorado várias vezes, mas nada durava muito.
Como estava decepcionado com esse gênero... via elas como muito complicadas, muito problemáticas, e muito difícil conseguir transar com a maioria.

Um dia, de férias, fui ver meus filhos, aluguei um apartamento sozinho, e nos momentos de solidão entrei em um desses aplicativos e conheci a
Andrea, uma garota transexual.

E comecei a conversar com ela, obviamente sempre com respeito, perguntava sobre a vida dela como mulher transexual — "eu, muito curioso".

Nessas conversas que tivemos, ela me falou de um aplicativo de namoro gay, que se chama Gindr ou Grinder, "como quiser chamar".
Eu disse a ela que não tinha interesse em ficar com gays, e ela me explicou que não são só homens gays que você vai encontrar, também vai achar mulheres cis,
mulheres transexuais, homens trans, etc.

No meu perfil do Grinder, coloquei "hétero curioso, em busca de mulheres transexuais", mas não tive muito resultado, porque a maioria é escort.
Comecei a explorar outros papéis, o mais próximo de uma mulher.
No meu perfil, coloquei "procuro pessoa andrógina" — muito poucas. Procurei femboy, também pouco resultado, sempre escolhia perfis o mais femininos possível. Por outro lado,
tudo isso fez com que vários caras gays me propusessem namoro, sendo que eu era muito popular.
É a primeira vez que me senti desejado assim. afetivamente e sexualmente, e isso me fazia sentir muito importante..

Todos os meus voos iam a 120 km pra uma cidade da Califórnia, "Los Angeles", visitar uma amiga que conheci nesses aplicativos de encontros, era minha amiga com benefícios..

Tivemos uma amizade muito boa, eu protegia os filhos dela como se fossem meus, mas sempre deixando claro que não queria ter um relacionamento além do que a gente já tinha..

Numa dessas viagens, decido abrir o aplicativo Grindr, e na hora recebi um monte de mensagens. Sem parar pra responder, vejo uma foto... era uma garota transexual loira, com um visual elegante, mas ao mesmo tempo com um olhar de quem tinha virado a noite misturado com sexo, álcool, drogas e muito pop music..

Comecei com um..

EU - OI.
ELA - Oi, lindo, como você tá?
EU - Bem, e você, qual é?
ELA - Bem, aqui sozinha, vendo o que rola!!
EU - Qual é seu nome?
ELA - Emily Rose..
EU - Nome bonito, eu me chamo James.
EMILY - Obrigada. É o nome que minha avó tinha.

Depois de algumas perguntas informativas pra mim, que queria aprender sobre pessoas transexuais, o sofrimento delas, o papel delas na sociedade, a discriminação da maioria... ela agradeceu por nunca ter sofrido nenhum tipo de discriminação, a não ser pelos pastores, que foram vingados com muita satisfação..

Ela me oferece um encontro íntimo, no meu carro, eu claro que não pude, porque no final tava na casa da minha amiga..
EMILY - E se a gente se encontrar?
JAMES - Poderia ser, mas agora não dá! Tô na casa de uns amigos..
EMILY - Fala sério, adoro morenos como você!!
JAMES - Sinto muito, mas não posso!!
Peço o número do WhatsApp dela.
EMILY - Beleza, então..

Ela insistiu mais algumas vezes pra ter esse encontro!!

E depois de um tempo sem continuar a conversa, ela sai do aplicativo de encontros!!

Já de volta pra minha casa..
Na minha cabeça: o que será que a Emily tá fazendo..? Será que ela lembra de mim..? E se eu mandar mensagem?, não quero que ela me ache muito desesperado!! E se.. foda-se! caguei... já que o "não" eu já tenho,
agora vou atrás do "sim"... e se não rolar nada, foda-se.
James- oi, como cê tá?
20 minutos depois..
Emily- oi, como você está?
James- bem e você?
Que idiota que sou... vin e bis?(tô tirando sarro de mim mesmo) tenho que ser mais original, pelo amor de deus!
James- o que cê conta?
Mas caralho... de novo com perguntas idiotas..
5 minutos depois
Emily- bem, com uma dor de cabeça, ontem à noite não me senti muito bem, meu pai fez um churrasco e parece que me caiu mal!
James- uh, tomou um certal?
Boa James... assim que se responde com inteligência.
Emily- vou ter que fazer isso..
Emilia desconecta!!
Bom, parece que foram perguntas idiotas mesmo no final..
Deito um pouco na minha cama pra esticar minhas costas porque fiquei 12 horas sentado (por causa do trabalho), minhas costas estavam curvadas..
Pego meu cel...
James- Oi Emy..
Emily- Oi lindo, tudo bem?
James- tudo bem, deitei um pouco por causa das minhas costas!
Emilia- o que aconteceu?
James- nada, só tô descansando porque fiquei o dia todo sentado!
Emily- Ah, bom, não é nada grave..
James- não, não se preocupa.. e aí, o que cê tá fazendo?
Emily- aqui brincando com minha afilhada, que também é minha sobrinha, Zandrezita!! ela é linda, minha sobrinha!!
James- jejejee que fofo como você chama ela de Zandrezita.. põe aquela voz de menina..
Pensei: finalmente ouço a voz dela.. é uma voz delicada, bem feminina, mais fina que a de um homem e mais grossa que a de uma mulher..
Emily- ela se comporta super bem, mas não tá comendo, porque o avô, que é meu pai, enche ela de mimos e minha irmã põe limites, mas,
ela come porcaria e a mãe quer que ela coma mais saudável.
James- é, todos os avós são assim jejeje eles tão aí pra mimar os netos.
Emily- mas meu pai não fica o dia todo em casa porque ele é caminhoneiro e trabalha pra uma empresa de petróleo..
James- e você mora com eles?
Emily- não, não, eu moro com meu irmão, porque não me dou bem com meu pai, ele é um mentiroso de merda..
James- epa, é tão assim?
Emily- sim, ele é um Pelotudo que não cumpre a palavra.
James – O que aconteceu?
Emily – Minha irmã mais nova e eu íamos nos mudar pra San Luis, pra estudar. Eu ia cursar Psicologia e minha irmã, Direito.
Meu pai ia bancar a gente pra conseguir um apartamento até a gente começar a trabalhar, e a gente pagava depois. E aí, nada, ele gastou a grana num churrasco de vaca com a namorada dele, e nos deixou na mão. No fim, não conseguimos ir! Eu já tinha largado o aluguel que tinha com a minha gata (Tailor), vendi várias coisas minhas, minha irmã já tinha conseguido o aluguel em San Luis, só faltava a grana... e perdeu tudo, até o sinal!
James – Que merda, e agora?
Emily – Juro que vou odiar esse pelotudo pra sempre.
James – Não tá exagerando?
Emily – Por isso que minha mãe deu chifre nele!
Desculpa, James, mas isso me deixa muito mal. Ainda por cima, sofro de ansiedade crônica, tomo remédio, a ponto de ficar dependente de clonazepam.
James – Você ficou viciada em clonazepam?
Emily – E sim! Pra você ter ideia, os medicamentos psicotrópicos geram dependência química!
James – Calma, tudo vai dar certo!
Emily – Tomara, porque não gosto de viver assim.
Emily – Bom, vou deixar você, porque vou sair pra resolver uns tramites com meu irmão.
James – Ok, boa sorte.
Emily – Valeu. Me escreve depois, quando tiver tempo.
James – Claro!

Minha mente ficou em branco, não entendia o que tinha acontecido. Aquela mulher gostosa abriu o coração dela e se confessou pra mim.

E assim passou uma semana, a gente conversava todo dia, nem que fosse um pouquinho.
Ela me contava os sonhos dela e as desilusões amorosas.

Eu – Bom, chegamos na minha casa!
Emily – Deixa que eu levo minha bolsa...

Mostro meu apartamento pra ela, falei qual colchão ela ia usar...
Minha vontade de beijar ela era cada vez mais forte. Ela tava bem na frente da cozinha, não aguentei mais, peguei ela pela cintura e comecei a beijar com paixão.
Aquele primeiro beijo foi muito diferente, um primeiro beijo cheio de experiência, sentia como a língua dela quase não... me deixava respirar, eu usava um truque que aprendi com uma ex-namorada: consistia em passar minha língua em todo o contorno dos lábios dela, sentia como ela ficava mais apaixonada e me beijava com mais força.

Começo a despir ela, imediatamente começo a brincar com os peitinhos dela, uso minha língua como uma seda, envolvendo toda a bucetinha dura dela, passo minha língua por todo o peito e desço pelo esterno até chegar na barriga, ela imediatamente me afasta, deduzi que talvez eu estivesse fazendo cócegas ou ela não queria que eu tocasse no pau dele ereto com um líquido transparente na cabecinha, produto da excitação dela.

Ela me joga na cama de barriga pra cima, abaixa minha calça e minha cueca, começa suavemente a chupar a cabeça do meu pau, passa a língua em todo o tronco até chegar na cabeça, de repente enfia tudo na boca e começa a chupar e a me masturbar com a boca e aqueles lábios finos.

Eu queria saber se isso é um sonho, que nunca acabe.

Quando ela para de chupar, vai direto me beijar, sussurra no meu ouvido: "me fode, por favor!"

Ficamos de pé, os dois juntos, e imediatamente levo ela pra parede sem muita resistência, começo a beijar toda a nuca dela, os ombros, descendo por toda a coluna vertebral e com meu dedo começo a acariciar a bunda dela, abrindo espaço até chegar no cu, ela imediatamente tira minha mão e diz: "espera". Com os dois dedos, leva à boca, deposita saliva de um jeito muito sexy e com um barulhinho excitante que me surpreendeu mas ao mesmo tempo foi prazeroso, e só leva à bunda dela, toda empinada pela excitação.

Ela me dá a permissão esperada pra eu começar minha parte da prazerosa excitação dela. Começo a passar meu dedo por todo o contorno do cu dela e enfiando o dedo até o fundo, procurando a próstata pra acariciar e fazer a excitação dela ser igual ou maior que a minha, mas era em vão, os gemidos dela me excitavam mais e não consegui esperar, e imediatamente enfiei meu pau ereto, todo vermelho, molhado pela boca da Emily. Começo devagar, a pedido dela, porque tava doendo um pouco. Percebi que quanto mais forte eu ia, mais altos eram os gemidos dela. Me senti num filme pornô.

Começo a bombar cada vez mais forte, ela se contorcia a cada mudança de ritmo. Ela me olhava nos olhos por cima do ombro... eu só observava a carinha dela de tesão e prazer, com um toque de dor. Uff, muito excitante. A cada bombada, eu sentia um formigamento mais intenso, sinal de que a qualquer momento ia soltar meu leite, enchendo o cu dela todo com minha porra. Aí comecei a gemer:

— Uff, sua putinha, vou te encher de leite. Sim, sim, sim...
— Siiiim, me avisa, piranha, quero esse leite na minha cara...
Ahhhhhhhhhhhhhhh

Ela imediatamente se ajoelha na minha frente, pega meu pau e coloca na cara dela pra eu gozar tudo na bochecha e na boca dela. Pega meu pau e passa no contorno dos lábios finos e rosados dela...

Eu terminei destruído por toda a tensão sexual muito forte.

Depois a gente deitou e continuou falando da vida.

Isso é um fragmento do meu livro que tô escrevendo. Em breve vou publicar no WordPress e vocês vão conhecer a história completa. Obrigado por ler. Tenho outras histórias no meu livro que posso adiantar.

3 comentários - Minha experiência com minha namorada trans!

Que linda experiencian!
En sierto pinto si al comienzo fue muy magico!!
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Que rico cómo se dió todo no?
Aveces ni lo pensas de ña calentura