Pedreiros em Casa (Parte VIII) Extorsão

Por um instante ficamos paralisadas, tentando entender o que tava rolando. A Pau pegou rapidamente o telefone da minha mão e fez umas paradas. Eu reagi.

Eu: - O que você fez?
Pau: - Bloqueei ele (agitada)
Eu: - Hã??? Não... você apagou as fotos antes?
Pau: - Ah, não (quase chorando)
Em um segundo, a situação que era super excitante ficou sombria...
Pau: - O que eu faço?? (desesperada, me passou o telefone)
Eu olhei e, claro, ela tinha bloqueado ele e a conversa já não existia mais.
Eu: - Você devia ter apagado a foto antes... (gritei)
Pau: - Não briga comigo, eu me assustei (umas lágrimas caíram, ela começou a chorar, desabou do meu lado, sentada, encostando a cabeça no meu ombro, derrotada) Era o Osvaldo?
Eu: - Sei lá, acho que sim, é o único que podia ter deixado o bilhete... ou seja, o Enzo contou pra ele o que a gente fazia, ou ele deduziu por causa da quinta-feira. Que merda!!!... mas não entendo por que ele mandou a foto, era óbvio que não era o cara...
Pau: - Ele deve querer alguma coisa...
Eu: - Dinheiro?? Mas nesse caso a gente podia denunciar ele por extorsão, além disso a obra não tá longe de acabar, e a gente paga bem ele, não entendo nada, minha cabeça tá a mil... a gente tem que desbloquear ele e ver o que ele quer...
Pau: - Hã?
Eu: - É sim... primeiro a gente tem que ter certeza que é ele, e segundo a gente tem que saber o que ele quer...
Procurei nos contatos bloqueados e desbloqueei ele... entraram um monte de mensagens: Oi! Oi! Foi embora? Oi!. A última era um áudio... apertei play, meu coração tava a mil, a Pau limpou os olhos com a mão e ficou atenta do meu lado pra ouvir.
Áudio: - Oi, não precisa ter medo de mim, acho que você já sabe quem sou (era a voz do Osvaldo), vou ser direto com você, primeiro não quero que você conte isso pra ninguém, a parada é simples, quero o mesmo tratamento que você teve com o Enzo... senão essas fotos podem chegar pro seu marido... e não sei como você vai explicar que eu tenho elas...
A Pau entrou em pânico, começou a chorar de novo, sentia a vida dela desmoronando, tava com medo pela reputação, pelo trabalho, tinha Muito medo do que podia acontecer.
Eu: - (pensei friamente) calma, amor, dá pra ver que ele não falou com o Enzo, senão saberia que eu tô por aqui. Vamos seguir o jogo, e no pior dos casos, que ele mande tudo pra mim, não tem risco nenhum…
Era difícil acalmar a Pau, ela tava muito nervosa e alterada…
Eu: - Vou responder pra ele fazer o que quiser, mas que vou denunciar ele por extorsão, o que acha?
Pau: - (entre lágrimas) sim…
Mandei a mensagem, e a resposta não demorou…
Osvaldo wsp: - não esquece que eu trabalhei pro seu pai, tenho o telefone dele também…
A cara da Pau mudou na hora, pensei que ela ia ter um treco, tava tremendo. Não sabíamos o que responder…
Eu: - amor, se acalma, se ele mandar isso pro seu velho, ele não vai saber que é você, e o cara vai ficar de maluco. É só pegar o telefone do seu pai e bloquear ele…
Pau: - (chorando) se ele mandar isso pro papai, ele vai ver o quadro da sala, vai perceber que sou eu… é um filho da puta…
Uma nova mensagem tinha chegado…
Osvaldo wsp: - e também posso mandar as fotos e a conversa pra mulher do Enzo, ela é minha sobrinha, aí vai dar uma puta confusão, você não conhece… não tô pedindo muito em troca…
Ele tinha a gente encurralada de vários lados, ia ser difícil sair dessa sem que nada vazasse. Denunciar também não garantia nada, a justiça nesses casos não age rápido, a Pau tava com muito medo pela família e ainda mais pelo trabalho, se algo assim vazasse, podia jogar a carreira dela no lixo.
Ela secou as lágrimas, foi acalmando o coração aos poucos, respirou fundo e pegou o telefone…
Pau wsp: - o que você quer?
Osvaldo wsp: - a mesma coisa que o Enzo, transar com você…
Pau wsp: - não cheguei nisso com ele, foi só um jogo
Osvaldo wsp: - já sou velho, tenho muitos anos nisso, não me faz de otário. Se não quiser confusão, a gente marca de se ver, você vai gostar, vai ver
O rosto da Pau se encheu de raiva: - Que filho da puta! Nunca tinha visto ela daquele jeito…
Pau: - o que a gente faz?? (enquanto já tinha se levantado pra começar a se vestir)
Eu: - Hã?? Tá pensando em ver ele?
Pau:- Cê tem outra solução? Por sua culpa eu tô nessa, se você tivesse me avisado que ele tava aqui, a gente não tinha chegado nesse ponto…
Chegou outra mensagem, reticências, ela tava esperando uma resposta rápida…
Eu:- E se a gente roubar o celular dele?
Pau:- (confusa) Hã?
Eu:- É, a gente rouba o phone dele, ou talvez ele nem tenha senha e a gente consiga entrar e apagar as fotos.. só que pra isso você teria que ver ele, e não sei como faria pra fazer isso sem ele perceber…
Pau:- Manda ele vir aqui! Falo pra ele vir, que você não tá, eu distraio ele e você tenta apagar as fotos…
Eu:- E como a gente faz pra ele largar o celular…
Pau:- (totalmente resignada) Ia ter que pelar ele, e levar pra outro lugar…
Eu:- Isso é loucura, love… juro pra você…
Pau:- Não tem outro jeito, tem que ser rápido, porque se ele passar as fotos pra alguém, fudeu… bom… eu fudi
Eu:- Não fala assim, cê não tá sozinha nessa, a gente tá junto… (pensei por um momento, me iluminei) já sei, fala pra ele vir agora, que você não quer que isso se arraste, que eu não tô, que saí com uns amigos, você faz ele largar o phone em algum lugar, e leva ele… sei lá, pro quarto, pra fora, onde for, eu vou ficar escondido no lavadouro (o lugar fica num canto da sala de estar, na ponta oposta aos quartos da casa) assim que eles se afastarem, eu pego o phone, se não tiver senha, apago as fotos e te mando uma mensagem falando que não tô me sentindo bem, que tô voltando pra casa, você mostra a mensagem pra ele e despacha ele…
Pau:- E se tiver senha?
Eu:- Sei lá, quebro ele, bloqueio ele, ou molho ele, sei lá, alguma coisa vou inventar, tomara que não tenha…
Pau:- (respirou fundo) É uma loucura, mas fazer o quê... a gente não tem muita opção, vou falar que você não tá, que ele venha daqui a pouco… espero não ter que fazer muito, obviamente vou falar pra ele nem pensar em aparecer na segunda, que não quero ver ele nunca mais.
Eu:- Tem certeza, love?
Pau:- Sim, não tenho escolha, senão vou ter que me matar…. (tentei abraçar ela pra confortar, mas me (alejo)
Eu: - Mas o que cê tá disposta a fazer, amor? Se ele passar dos limites, me chama que eu apareço e pronto, quebro o celular dele e mando ele vazar.
Pau: - Primeiro vê se não tem senha, se a gente conseguir fazer tudo isso sem ele perceber que a gente apagou as fotos do celular dele, melhor… Assim ele não vai ter mais como ameaçar.
Eu: - Ok!
Osvaldo (WhatsApp): - Ainda tô esperando…
Pau (WhatsApp): - Tô aqui, ok, mas vamos ser rápidos, quero resolver isso o quanto antes, meu marido vai sair com os amigos hoje à noite…
Osvaldo (WhatsApp): - Ah, bom, parece que cê tá morrendo de vontade…
Pau: - (Ele tava tirando uma com a cara dela, e isso a deixava ainda mais puta, ela precisava se acalmar pra responder) Cê pode ou não?
Osvaldo (WhatsApp): - Claro, mamita, desde o primeiro dia na obra eu sonho com você.
Um arrepio percorreu o corpo da Pau: é um tarado! Que velho nojento!
Osvaldo (WhatsApp): - Que horas eu vou?
Pau: - Ele sai umas 20:00, mas vem às 21:30…
Osvaldo (WhatsApp): - Ok, bebê, me espera com uma coisinha bonita…
Pau tava furiosa, a gente tinha que se aprontar, preparar tudo. Ela foi tomar banho, a tarde parecia não acabar mais. Lá pelas 19:30 eu tirei o carro de casa, estacionei a duas quadras, voltei, e a gente esperou em silêncio até dar 21:30, quase não nos falamos, os dois estavam muito nervosos.
A campainha tocou, o coração disparou, fui me esconder no lavandero, Pau foi abrir a porta, ela tava vestida bem casual…
A janela de correr da sala de estar se abriu, finalmente eles tinham entrado…
Osvaldo é um cara de pele clara, mas agora, por causa do sol, tava bronzeado, bem alto, grandão com uma barriguinha, os cabelos grisalhos cobriam o cabelo comprido dele, preso num rabinho, tava completamente depilado, menos o bigode bem grosso, ele vestia uma calça jeans e uma camisa polo amarela.
Pau tava usando um moletom bem largado e uma camiseta grande, tudo ao contrário do que ela costuma usar, ela não queria se expor de jeito nenhum, algo que seria completamente inevitável.
O silêncio tomou conta do ambiente… Osvaldo foi o primeiro a falar…
Osvaldo: - Oi, não vai me cumprimentar? Desde que entrei, vai ser foda assim... (enquanto se sentava num dos bancos da cozinha)
Pau:- Oi (com voz trêmula)
Osvaldo:- Vem me cumprimentar pelo menos, apontando pra bochecha
Pau respirou fundo, queria mandar ele pra puta que pariu, mas tinha que se segurar. Chegou perto dele, esticou o corpo pra dar um beijo na bochecha (a diferença de altura era nítida), ele aproveitou pra botar a mão na cintura dela. Ela se afastou rápido, com nojo, depois de cumprimentar.
Osvaldo:- Que beijo frio, não vai me oferecer nada pra beber? (enquanto se levantava do banco, alguma coisa tava incomodando ele. Tirou do bolso as chaves da caminhonete e o celular! Apoiou tudo na bancada)
Metade do trabalho já tava feito sem precisar tirar a roupa dele. Pau precisava levar ele pra outro lugar pra eu poder pegar o telefone.
Pau:- Não tenho nada... (com um tom seco, o nervosismo dava pra sentir na voz, era bem diferente do que sentia nos encontros com Enzo, aqui dava pra perceber um pouco de medo)
Osvaldo:- Vai se arrumar, botar uma roupa bonita, eu tinha falado na última mensagem... (o tom era de imposição, não tava sugerindo) Coloca uma lingerie bem puta, igual você com certeza usava com Enzo, ah... e não tira o tênis, é um fetiche meu (enquanto passava a mão no próprio volume)
Pau:- (visivelmente puta, frustrada, engoliu tudo e com voz suave...) Não quer me acompanhar pra escolher?
Osvaldo:- (lambeu os lábios) hmm, não, bebê, me surpreende, esse tom eu gosto mais. Aos poucos você vai se soltando. Antes de ir, vem cá, me dá um beijinho
Pau não tinha escolha a não ser obedecer. Chegou perto dele, igual tinha feito antes, mas dessa vez não era a bochecha que ia receber o "beijinho", e sim os lábios dele. A repulsa dava pra ver na cara dela. Ele abriu as pernas, como quem convida ela a se encaixar entre elas. Ela abaixou o tronco pra se aproximar, e ele segurou a cintura dela. Abre essa boquinha! Ouviu, e começou a beijar ela, praticamente chupando a boca dela, os dentes, a língua, não era um beijo... beijo, enquanto puxava o corpo da Pau contra o dele.
Confesso que isso me deixou com muito tesão, me sentia mal, estava me excitando com uma situação desagradável pra minha mulher, ela tava sofrendo e eu tava... aproveitando?
Ele segurou ela assim por uns segundos, e soltou...
Osvaldo:
— Anda, gata, bota uma coisa bonita...
A boca da Pau tinha ficado levemente irritada, os bigodes pontudos dele tinham deixado marca. Ela foi pro corredor. Osvaldo aproveitou pra dar uma volta pela sala, bisbilhotar um pouco a casa, num momento ficou parado olhando o quadro que aparecia nas fotos que a gente tinha mandado, e acabou sentando no sofá. As coisas dele ficaram na bancada, a poucos metros da porta do lavabo, tentar pegar o celular era arriscado demais, a Pau tinha que levar pra outro lugar.
Depois de alguns minutos, a Pau apareceu. Tinha colocado um sutiã branco com alguns detalhes e uma tanga num tom azul bem clarinho, quase branco, e tinha deixado os tênis, um all star também branco (dava um toque bem jovem, claramente o velho era um tarado). Fiquei excitado na hora de ver ela assim, meu pau endureceu na mesma hora... Com o Osvaldo aconteceu a mesma coisa quando ele viu, começou a passar a mão no volume da calça jeans, os olhos dele não acreditavam no que tavam vendo...Pedreiros em Casa (Parte VIII) ExtorsãoOsvaldo: - mmmmm, olha só o que você é, gatinha, você é uma menininha, vamos dar uma voltinha...
Pau estava visivelmente irritada com os comentários que ele fazia, o tom dele era muito libidinoso, mas ela tinha que entrar na brincadeira. Ela se virou, a tanga por trás era um fio, as bandas da bunda dela não podiam aparecer de jeito melhor...esposaOsvaldo: — mmm, olha só essa rabeta, gostosa, vem cá, chega mais, não tem medo não (enquanto com as mãos começava a desabotoar a calça…
Ela tentou dar os passos mais lentos e curtos possíveis, mas seu destino era inevitável, se posicionou na frente dele, que estava recostado no sofá de três lugares da sala, já tinha desabotoado a calça, e o volume já aparecia na cueca cinza. Ela, sem perceber, assumiu uma postura bem infantil, os joelhos se juntaram por causa do leve jeito torto das pernas e as mãos protegiam a pélvis, era uma menina prestes a ser castigada.
Ele se lambia enquanto acariciava o pau por cima da cueca…
Osvaldo: — vamos… vira de novo, bebê
Nesse ponto eu já tinha abaixado um pouco a calça e a cueca, pra poder me masturbar devagar… Osvaldo fez o mesmo, puxou a cueca e deixou o pau sair, era comprido e fino, a única parte grossa era a cabeça, que chamava a atenção num tronco tão magro, era bem feio, ou pelo menos era o que eu achava…
Osvaldo: (babava todo ao ver ela, e com uma mão já tinha começado a se masturbar) que bunda linda você tem, bebê, que peito gostoso (com a mão que tinha sobrado começou a acariciar a rabeta dela) mmm, chega mais (ele arqueou um pouco o corpo pra frente pra posicionar o rosto ao lado da bunda da Pau, começou a passar a língua)
Osvaldo: — que cu gostoso você tem, garota, o que deve ser esse suor (puxou a tira que mal cobria o buraquinho da rabeta, e começou a passar a língua, o bigode dele causava uma sensação estranha, enquanto ele acelerava a masturbação)…
Parou. Jogou o corpo pra trás — tira o sutiã!, ele estava curtindo ela aos poucos, embora a masturbação continuasse, Pau se virou, ficou de frente pra ele, e tirou, deixando os "limõezinhos" à mostra.namorada

infiel


Osvaldo:- que lindas tetitas, tenes el cuerpo de una nena bien puta,sabes?
Pau:- (necesitaba sacarlo del sillón cuanto antes, pq sino iba a serimposible agarrar su celular) ¿vamos a la pieza? (aunque quiso disimularlo,utilizo un tono infantil para decirlo, hasta ahora las ordenes solo las habíadado el, necesitaba persuadirlo para que cediera en su rol)
Osvaldo:- mmm dale, vamos (comenzó a levantarse del sillón, su largo penequedo a la vista, sus pantalones por la rodilla, Pau no lo miro y empezó acaminar hacia el pasillo) hey! Espera, llévame… de la mano (mientras sacudía suverga de un lado hacia otro)
Pau respiro hondo, trago saliva, se acerco a el, y con su manito lo agarrode la pija, la mano apenas cubría la mitad de ese largo y fino tronco, comenzóa caminar nuevamente hacia el pasillo, pero esta vez llevaba al viejo agarradode la pija….
Yo estaba a punto de la acabada… mientras miraba como se iban, y elcelular quedaba a mi disposición…

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Comentarios Destacados

A mi me encantaría poder contar mis historias y relatar tan bien como tu. Mi futura esposa y yo hemos echo trios y hasta la he dejado ir a coger con otros hombres 🤤

cuck

18 comentários - Pedreiros em Casa (Parte VIII) Extorsão

Delicia de experiencia! Y esos "limoncitos" se ven sabrosos... tiene cuerpo de niña hermosa
Van 10 por el suspenso creado .....obvio creo que todos queremos que Pau sea LAPUTA que disimula ser .....
nissan +1
muy bueno!!! esperando la continuacion ... que suspenso
Uffff tremendo... dejo la leche para la siguiente... hermosas fotos de pau😋😋
hermosa esas fotos . como me dan ganas de ver mas de ese cuerpo
JCNTOP +2
muy bien relato te felicito por la forma de redactar hace que uno imagine la narración y siempre lo cortas en el punto justo para dejarnos con ganas de más... saludos
Falta el albañil en la casa IX X y XI. No están