Juliana, una MILF rubia.

Vou botar vocês no contexto e espero que dê pra entender bem minha história.
Eu tinha terminado a faculdade, precisava fazer estágio junto com um projeto final.
Meu plano era matar dois coelhos numa cajadada só, ou seja, usar o trampo também como projeto, mas não achava nada perto de casa, e quando achava algo longe, não compensava financeiramente porque ia ter que viajar todo santo dia.

Diante desse problema, meu tio Gerardo, irmão do meu pai, que sempre esteve do meu lado, me arrumou um trampo com um conhecido dele.
O serviço resolvia os dois problemas de uma vez, mas tinha umas condições: eu tinha que me mudar pro interior, onde ele morava.
Esse era o maior pepino.

— Vai, Fernando, cê tem 27 anos, não pode deixar essa oportunidade passar. Até um lugar pra alugar eu arrumo pra você.
— Beleza, tio, tá certo, vou sim.

O salário não era ruim, mas também não era grande coisa. Além disso, todo dia eu tinha que buscar minha priminha Eugênia no jardim de infância — ela tinha 5 anos na época. O lugar ficava no caminho, então eu fazia isso, mais por consideração ao meu tio.

A cidade onde eu tava não passava de 10 mil habitantes, cidade pequena.
Saía do trampo, pegava a Eugênia no jardim, levava ela pra casa dos meus tios e ia comer. Essa foi minha rotina na primeira semana.

O tempo foi passando, e às vezes eu batia um papo com os pais de algumas crianças pra perguntar como era a cidade. Rendia conversas legais umas vezes, outras chatas, mas ajudava a matar o tempo.

Agora, tinha uma mulher que não tirava os olhos de mim: vestido florido comprido quase sempre, loira de óculos, cintura larga e uma boca de dar inveja. A loira era uma gostosa.

O tempo foi passando, e um dia a Eugênia saiu conversando com um coleguinha. Fui buscar ela, e a loira se aproximou de mim.

— Juliana, prazer.
— Oi, Fernando.
— Sou a mãe do Bauti.
— Ah, que legal, eu sou o primo da Eugênia.

Foi um contato rápido, mas... que serviu pra quebrar o gelo.
Parecia que esse tal de Bauti era amigo da Euge, então várias vezes eu cruzava com a loira, mas como eu tô falando, o contato era rápido, mas aos poucos foi aumentando.
Um meio-dia, lembro de estar largado na caminhonete, muito cansado tava naquele dia, esperando a Euge, quando chegam na janela, era a Juliana.
-Oi, tudo bem?
-Oi Fernando, como cê tá? Queria te pedir pra avisar seus tios que sexta à tarde é o aniversário do Bauti, acho que ele deixou um convite pra Euge, mas só pra garantir, tô te avisando.
-Fechou, eu aviso meu tio.
-Muito obrigada.
Chegou sexta e, como eu já imaginava, me sobrou buscar a Euge do aniversário, verdade, tava com vergonha, tava com as mãos e a camisa todas cheias de graxa de ter trabalhado, mas fazer o quê, não tinha outro jeito de agradecer meu tio senão ajudando ele.
Passei lá e já tava ferrado, cheguei meia hora atrasado.
Quando me viu, a Euge ficou puta, não tava com muita vontade de ir embora.
Cumprimentei o Bauti, e por trás chegou a Juliana.
Porra, como ela me esquentava, jeans apertado e regata de alcinha, tava uma gostosa, dava pra ver as tetas
-Fala, Fer – Ela disse animada
-Fala, te cumprimento assim mesmo porque acabei de chegar do trampo, tô todo sujo
-Ah, mas não esquenta, quer beber alguma coisa?
-Um pouco d'água já tava bom.
-Fechou, já vou pegar.
Ela me trouxe um copo d'água e a gente ficou batendo papo, já que a Euge não queria ir embora.
Conversando sobre tudo um pouco, fui puxando assunto, ela tinha 32 anos, tava separada do pai do Bauti, e trabalhava numa loja de roupas. Essas informações iam me ser úteis.
Eu, por minha vez, contei minha situação, expliquei que tava ali por um tempo, e que depois disso eu voltava pra capital.
O tempo passou e anoiteceu, até que minha tia me ligou preocupada.
Era hora de ir.
Falei pra Euge, me despedi da Juliana e do Bauti, e fomos embora.
Minha tia me deu uma bronca naquela noite por não avisar que ia chegar tarde, mas expliquei a situação, e ela acabou entendendo um pouco. Uns dias depois disso, vejo que no Instagram a Juliana tinha começado a me seguir, óbvio que segui de volta e aí consegui descobrir onde ela trabalhava.
Na minha cabeça eu pensava: "E se eu for comprar roupa com ela?"
Fiquei na dúvida um pouco, mas no final decidi ir num sábado de manhã que eu tava livre.
Passei no lugar, e a Juliana tava tomando mate e mexendo no celular.
– Oi, tudo bem?
– Fala, Fer, o que cê tá fazendo?
Enfim, comprei roupa, e a gente ficou conversando um tempo até chegar outro cliente, mas naquele tempinho que a gente teve, eu não conseguia tirar os olhos dela, aquela boquinha de quem sabe o que faz, aquelas curvas, aqueles peitos, eu imaginava de tudo.
Naquele dia saí de lá muito excitado.
Cheguei no apartamento onde morava, cozinhei e deixei a tarde passar, não tinha planos.
Eram umas 7 da noite, quando a Juliana me manda no Instagram:
– O que cê vai fazer hoje?
– Nada, na verdade, não tenho planos.
E sim, porque eu não tinha amigos nem conhecidos da minha idade por ali.
– Bom, uma saída com as amigas foi cancelada, e o Bauti tá com o pai, então se quiser a gente pode tomar alguma coisa.
Quando li isso, meu coração acelerou, tive que ler a mensagem duas vezes pra cair na real de que era verdade.
– Sim, parece um bom plano.
– Fechou, te espero depois das 10.
Na hora fui comprar dois vinhos, tomei banho, me arrumei, comi alguma coisa e esperei até as 10, a verdade é que a ansiedade me consumia por dentro.
Quando cheguei na casa dela, a Juliana me atendeu super atenciosa, com uma regata escura decotada, enfiada numa calça que estourava por causa da bunda enorme dela, e sandálias.
– Fala, Fer, entra, entra.
A gente ficou conversando um tempo, tomamos um vinho, e já abrimos o segundo quando começamos com perguntas mais pessoais:
– E aí, tá solteiro?
– Sim, faz uns meses que tô aqui e não saí com ninguém, não conheço muita gente além dos caras do trampo.
– Ah, mas como um cara como você vai ficar assim?
Fiquei pensando um pouco:
– Tava pensando a mesma coisa de você, como uma mina vai ficar solteira.
Ela começou a brincar um pouco com o cabelo dela. sorrir
- Pois é, solteira e sozinha
- Ah, mas olha só, eu tô na mesma kkkk – falei rindo.
- Solteiro e sozinho, por isso você gosta de olhar tanto
- Olhar tanto o quê? Kkkk – Falei, sabendo que ela tava se referindo ao que rolou na loja
- Uma mulher percebe quando alguém tá afim dela, ainda mais quando é tão óbvio
Ela falou isso, levantou da cadeira e veio na minha direção com um andar bem sensual.
Eu afastei minha cadeira pra trás, dando espaço pra ela sentar no meu colo de frente pra mim.
- Hoje você tá solteiro, mas acompanhado, gato – Ela falou no meu ouvido com uma voz provocante
Essas palavras me fizeram explodir de tesão.
A gente começou a se beijar e se apalpar. Eu dava tapas na bunda dela enquanto ela passava a mão no meu pau por cima da calça.
Segurei ela forte pelo cabelo e afastei ela da minha boca, depois tirei a camiseta dela, revelando um sutiã rosa lindo.
Enfiei a cabeça entre aqueles dois peitos lindos, ela tirou o sutiã e eu não resisti.
A gente continuou se beijando enquanto eu apalpava os peitos dela e depois comecei a chupar.
Peitos lindos com biquinhos rosados, bem durinhos, mostrando como ela tava excitada.
Fiquei chupando eles por um tempo até que ela se abaixou, ajoelhou, desabotoou minha calça e tirou meu pau pra fora.
- Que pau lindo, eu tinha falado pras outras mães da escola que você parecia ter um shape bom – Ela disse rindo.
Começou a chupar meu pau bem devagar, passando a língua na cabeça e enchendo tudo de saliva.
Já bem babado, ela alternava entre chupar e masturbar, mantendo um ritmo gostoso e de vez em quando enfiando a linguinha pra passar na ponta do meu pau.
Era inacreditável o que eu tava vivendo.
Ela deixou as mãos nas minhas pernas e, sem usar as mãos, engolia ele inteiro, eu ajudava um pouco com a penetração oral.
Ela terminou de tirar minha calça enquanto chupava meu pau e eu já não aguentava mais.
- Vamos pra cama – Falei pra ganhar tempo e dar uma segurada no tesão
Ela levantou com a boca toda babada e a gente foi.
Quando chegamos, agarrei ela, joguei na cama e com um pouco da ajuda dela, tirei a calça que parecia que ia explodir.
- Que bunda gostosa – falei enquanto dava um tapa nela.
Deitei ela de barriga pra cima, abri as pernas dela, afastei um pouco a fio dental e comecei a chupar aquela buceta rosada e meio peludinha.
A gente tava excitadíssimo, ela não me deixava respirar de tanta força que fazia pra me pressionar contra a buceta dela enquanto gemia bem alto.
Tirei a cara da buceta dela pra poder respirar um pouco, quando ela começou a se tocar.
Agora ela tinha assumido o controle.
- Deita
Deitei de barriga pra cima com a pica ainda duríssima.
Ela saiu da cama, tirou a fio dental e devagar se sentou em cima de mim.
Ela se deitou com minha pica entre os peitos dela e, me olhando, falou:
- Tá gostando?
- Nossa, tô amando, como você é gostosa, Juli.
Ela ajeitou o cabelo um pouco, cuspiu na mão, se encheu de saliva, passou na minha pica e encaixou na entrada da buceta dela.
Devagar foi descendo e me comendo.
Enquanto colocava as mãos no meu peito, eu apalpava os peitos dela.
- Não, não, não, peito não.
Ela segurou minhas mãos atrás da minha cabeça e colocou os peitos na minha cara, só pra eu poder chupar eles.
Com uma mão ela segurava as minhas e com a outra dava tapas na própria bunda, e não parava de gemer, era uma coisa de louco essa puta, ela controlava o ritmo e a profundidade da penetração.
Sentir minha pica entrando e saindo daquela buceta molhada e quentinha me deixava louco, mas eu não conseguia me segurar, tava com uma vontade danada de comer ela com força.
Me soltei das mãos dela, agarrei ela e agora deixei ela de barriga pra cima.
- Agora é minha vez – falei, dando a entender que ia ter o controle.
Ela virou de bruços, com um travesseiro no meio pra levantar um pouco a pelve, enquanto eu admirava aquela bunda linda.
Segurei as mãozinhas dela agora, e ela não podia fazer nada além de receber minha pica.
Encaixei na entrada da buceta.
- Devagar, devagar
Quando enfiei tudo de uma vez.
- AAAAAAAAA
Um grito saiu de dentro da Juli. —Agora quem manda, filha da puta?
Ela só gemia e eu não aguentava mais, tinha uma besta incontrolável dentro de mim depois de meses sem transar.
—Agora quem manda, filha da puta? — repeti.
—Você, filho da puta, você.
Ela falou entre gemidos.
Enquanto eu continuava metendo forte.
A bombeada seguia sem parar.
Deitei sobre ela, com meu peito colado nas costas dela.
—Cê gosta de ser comida por um cara? Que saudade que eu tava de você, filha da puta.
—Ai sim, adoro, me come, me come.
Soltei um dos braços dela, e ela começou a se tocar.
Eu continuava metendo, enquanto com uma mão puxava o cabelo dela e com a outra segurava a mão dela, enquanto ela se tocava e virava pra me olhar.
—Ai, sua puta mãe, vou gozar — ela gritou, se contorcendo.
Continuei metendo mais um pouco, não queria sair daquela buceta linda, mas também não ia aguentar muito mais.
—Chupa minha pica que vou gozar.
Ela se ajoelhou na minha frente rápido, encaixou a boca na minha pica, chupou um pouco e eu gozei tudo.
O leite escorria pela boca dela.
Caí exausto na cama, e ela, toda melada, deitou do meu lado.
—Como foi bom, cara.
—E eu nem te conto.

2 comentários - Juliana, una MILF rubia.

Espectacular, soñado te diría....necesitaría una foto de ella.