Mãe incestuosa XVII - Buceta de mãe

C: Tem certeza, meu amor? Depois que isso acontecer, não tem volta, vou ser a mulher do Luis e meu cu vai ser a capa da pica dele pra sempre.
M: Pensei bem, gordinha, não consigo um substituto melhor pra você, não acha?
C: Isso nem se discute, essa pica é a melhor do mundo!!! Peguei a pica do meu filho e comecei a brincar com ela.
M: Pera, pera, acho que vamos ter que suspender hoje!!!
L: Por quê? Você já tinha dito que…
C: Luis, não contradiz seu pai, deixa ele terminar.
M: Calma, filho, vou deixar você enfiar no cu da sua mãe, mas a gente precisa treinar um pouco, não acha? Meu filho me olhou como quem diz: vai, fala quantas vezes já enfiei no seu cu, vai.
C: Acho que seu pai tem razão, essa coisa é muito grande e grossa, e meu cuzinho é pequeno e fechado, tem que ensinar primeiro. A cara do meu filho ficou meio irritada.
L: Não façam isso comigo, quero meter agora, mamãe…
M: Você precisa aprender a se controlar, ok? Faz parte do processo. Hoje vamos fazer o seguinte: vamos continuar como até agora, amanhã começamos a treinar o cu da sua mãe e pra isso precisamos de algumas coisas.
L: Tipo o quê?
M: Pra começar, um lubrificante, não acha, Ceci?
C: Sim, amor, precisamos de algo pra essa coisa deslizar, podia usar minha saliva, mas é mais gostoso com um lubrificante.
L: Sei onde achar algo assim, na internet.
M: Não, isso demora muito. Acho melhor a gente ir num lugar que vi uma vez no centro, uma loja dessas que vendem coisas pra adultos.
C: Um sex shop?
M: Isso aí!
L: Vamos os três?
M: Claro, pra escolher juntos. Uau, isso tava ficando muito erótico, meu marido ia nos levar pra fazer compras num lugar de adultos.
M: Bom, tá decidido, amanhã começamos a treinar seu cu, Ceci.
L: Parece bom, mas e hoje?
M: Paciência, filho, hahaha. Hoje você pode apalpar sua mãe à vontade, brinca com ela, com os buraquinhos dela, mas sem penetrar, ouviu?
L: Ok, entendi.
C: Fica tranquilo, meu amor, a mamãe vai ser seu desabafo e você vai ver que sei fazer mais coisas do que só me deixar. Penetrar. L: Sério, como assim? C: Tá afim de um peitinho? L: Siiim C: Então vamos pra sala, mamãe vai te masturbar com as tetas até você gozar. M: Vão indo que eu termino umas coisas aqui pra gente comer depois, ok? Peguei meu filho pelo pau e levei ele pra sala, meu marido ficou na cozinha, mas mesmo de olho sabia que a gente podia fazer mais do que combinamos. Senta aí, filho, na poltrona, e me ajoelhei na frente dele. C: Então, meninas, hoje é a vez de vocês. Vão abraçar o pau do meu filho e vamos fazer ele gozar em cima da gente, ok. L: Nossa, que tetonas, mamãe. C: Você se alimentou delas com leite e agora vai dar porra pra elas, que tesão. L: Quer que eu goze em cima delas? C: Sim, meu amor. Totalmente pelados na sala, meu filho com o pau apontando pro teto e eu ajoelhada na frente dele, apertei minhas tetas com o pau dele no meio e comecei uma masturbação lenta e muito safada. L: Engole ele pra lubrificar!!! C: Tive uma ideia melhor. O pau do meu filho aparecia por entre minhas tetas, a cabeça dele espiando por cima, e me abaixei com a boca pra chupar ele sem parar de apertar o tronco com as tetas. Só chupava a cabeça e deixava os sucos dele e minha saliva inundarem o canal entre meus peitos. Uma masturbação lenta levava o pau dele pra cima e pra baixo, e a cabecinha entrava e saía da minha boquinha. L: Aii, mamãe, que gostoso, não para!!! C: Falei que você ia adorar. L: Você tem uns peitões enormes, é muito gostoso. C: Já quer encher minhas tetas de porra? Meu filho ia responder quando o pai dele chamou da cozinha. M: Tá tudo pronto pra comer, venham!!! C: Ainda não terminamos, dá uns minutos, meu amor. M: Se apressem. C: Já ouviu seu pai, vamos nos apressar. Enfiei o pau inteiro dele na minha boca, até a cabeça bater na minha garganta. L: Aiiii, mamãe, que puta você é, engole tudoooo!!! C: Mehhhgg enghhcanhggtaaa. L: Tá adorando? Hahaha, adoro quando você tenta falar com meu pau na boca. Bom, vem, hora de banhar suas tetas de porra quente. Meu filho se levantou. sofá, ouvindo um plofff bem forte quando a pica enorme dele saiu da minha boca. Ajoelhada ali na frente dele, sabia que era hora de receber a gozada dele. C: banha a mamãe com seu leite, filho. Umas sacudidas no pau dele e ele começou a jorrar porra, a primeira caiu na minha cara perto da boca, depois ele apontou mais pra baixo e caiu nos meus peitos, aí terminou de vez, jorrada atrás de jorrada, eu via aquela mangueira me banhando de leite. C: fiquei bem banhadinha? L: perfeita, mamãe, parece uma torta de porra hahaha. C: me dá algo pra me limpar!!! L: não, vamos assim pra cozinha. C: vai me levar na frente do meu marido toda suja de seu leite? L: sim. C: aiii que tesão, sim, quero sim. Ele me colocou de pé e eu andei na frente dele até a cozinha, ele me deu uns tapas na bunda. L: anda, slutty!!! C: hmm que gostoso, filho, me trata como sempre quis ser tratada. Entramos na cozinha e meu marido já estava lá nos esperando, sentado na mesa lendo uns documentos enquanto esperava, meu filho fez um sinal pra eu sentar na frente dele. C: hmm já terminamos, meu amor!!! M: que bom, amor, a comida já está servida e vai esfriar... ahhh Meu marido levantou a vista e me viu na frente dele, toda suja de porra na cara e nos peitos. M: você está linda!!! C: sério, obrigada, meu amor, me sinto tão bonita, tão sexy, tão slut, estou tão feliz. M: agradece ao Luís, acho que ele está mudando nossas vidas. C: obrigada, filho. L: é um prazer, mamãe, quando quiser. M: bom, vamos comer que está esfriando. Eu estava no paraíso, nua, cheia de porra no corpo, comendo na frente do meu marido com meu filho pelado do lado e o pau enorme dele, e tudo parecia tão normal, se é um sonho, não quero acordar. Naquela mesma noite, enquanto estávamos na sala, meu filho me apalpou toda, nem preciso dizer que ele se divertiu mais do que animado com minha bunda, olhou, lambeu, beijou, bom, ele estava mais que animado, eu tive que chupar o pau dele mais uma vez e engolir o leite dele antes do meu marido me levar pra dormir, dessa vez ele não me deixou sozinha com ele, talvez saiba que pode rolar e quer controlar ele.
M: bom, amanhã vamos comprar os acessórios pra treinar essa bunda, então vamos dormir.
C: Boa noite, filho.
L: Boa noite, mamãe.

Na manhã seguinte, meu marido preparou tudo, o carro e algumas coisas pra sair. Eu vesti a roupa mais curta que encontrei: uma blusa de alcinha branca com um decidaço, sem sutiã porque senão os peitos iam aparecer, uma minissaia preta rodada na metade da coxa, uma calcinha fio dental branca e saltos altos. Quando desci as escadas, meu filho já estava me esperando e o pai dele já na caminhonete.
L: Uau, que putinha!
C: Tô gostosa?
L: Tão gostosa que já subiu aqui!
C: Guarda energia. Se tudo der certo, hoje você vai meter no meu cu na frente do seu pai.

A gente estava na porta de casa quando meu marido entrou pra chamar a gente.
M: Já tão prontos? Vamos.
L: Sim, já. Só tava admirando a mulher gostosa que você tem, olha ela!

Meu filho me pegou pela mão e me fez dar uma volta na frente do pai.
M: Pô, meu amor, acho que isso tá te fazendo bem. Você tá mais sexy, mais gostosa.
C: Tem que agradecer ao nosso filho. É ele que tá me dando essa vitalidade.
L: E ainda nem te injetei direito, hahaha.

Nós três sabíamos do que ele tava falando e achamos graça.
M: Não se preocupa, filho, hoje você vai meter, hahaha. Andem, vamos, tá ficando tarde.

Meu marido parecia desesperado pra sair e comprar as coisas que ele mesmo sugeriu. Será que tem algum mistério nisso? A gente vai descobrir. Ou será que é só a vontade de me ver empalada pelo nosso filho?

Ele dirigiu uns 45 minutos até um bairro meio afastado da nossa casa. Nunca tinha ido lá, mas não sabia por que meu marido conhecia aquele lugar. Chegamos numa rua onde ficava a loja de produtos adultos, e ele estacionou a caminhonete na frente. Quando a gente desceu e entrou, descobri por que meu marido conhecia aquele lugar. Quem nos atendeu foi uma mulher. Quando vi, reconheci: era a ex do meu marido. Tinha sido namorada dele na faculdade, acho que até tinham planos de casamento. E pelo que vi, não tinham... Perdi contato, bom, esse não era o assunto de estar ali e também não ficaria com ciúmes por algo assim, não sabendo que meu marido não pode transar. M: Oi Pame!!! Pamela, lembrei do nome dela ao cumprimentar meu marido. P: oi Manuel, entrem, entrem. M: olha, te apresento minha esposa. C: Oi, prazer, Cecília. P: prazer, que gostosa você é. C: obrigada, olha, esse é nosso filho Luís. P: ahhh, nossa, que gatinho. Ela devorou meu filho com os olhos, maldita puta, pensei, ela o devorava e aí sim senti ciúmes. L: Prazer, senhora. P: não me chama assim, me chama de Pame. L: prazer, Pame. P: que educado, e me digam, o que procuram? Parecia tudo tão normal, uma família naquele lugar e a vendedora não se surpreendeu, nossa, me deixou muito desconfiada. Mas depois vou descobrir. M: estamos procurando algo pra treinar uma bunda. P: Uma bunda? A sua, linda? C: Sim, isso mesmo. P: por que querem treinar? C: olha, eu tenho ela muito pequenininha e fechada, e vão meter um monstro enorme, por isso preciso treinar antes. P: que tipo de monstro? M: filho, pode vir!!! A senhora ficou olhando pro meu filho enquanto o pai dele dava uma instrução. M: pode mostrar pra Pame seu pau pra ela ter uma ideia do que a gente procura. Meu filho abaixou a calça que tava usando e a cueca, tirando o pau pra fora na frente da Pamela. P: ai meu Deus, que pica do caralho!!! C: e ainda não tá duro, meu marido vai me deixar meter tudo isso, então já entende o que a gente faz aqui. Uma das regras era não falar disso com ninguém, só dentro de casa, mas meu marido tinha quebrado essa regra, nos trouxe pra esse lugar onde não só ela o conhecia, mas podia falar disso, mas o clima era estranho, parecia que eu devia fazer isso, que ela não diria nada, me senti à vontade, era estranho, mas muito safado. P: você pretende meter tudo isso no cu da sua mãe? L: isso mesmo, Pame. P: e você concorda, Manuel? M: sim. P: ahhh, nossa, isso é foda. M: por isso viemos aqui com você. P: venham, acho que sei o que vai interessar vocês. Caminhei até onde ela nos guiava, e meu marido e filho atrás de nós. Quando a vi saindo do balcão, percebi que ela não era nada mal, tinha a idade do meu marido, mas se conservava muito bem, os peitos dela eram enormes e ela usava uma calça justa que desenhava uma bunda grande, eu a julguei mal, porque ela era bem bonita. Ela nos levou a uma seção da loja onde tinha muitos dildos de plástico, consoladores e muitos outros artigos eróticos. Ela nos mostrou várias coisas, lubrificantes, perfumes, algumas creminhas, e eu pensei: se elas soubessem que não precisamos de nada disso, meu filho já meteu em mim muitas vezes sem problema. Mas eu estava encantada com as explicações dela, como deviam ser usados, a quantidade, etc. P: deixem eu trazer um brinquedo que acho que é o ideal para vocês. Ela foi até um quarto onde tinha muitas caixas e nós esperamos ali. P: você sabe o que é um plug anal, Ceci? C: já vi, mas só isso. P: você gosta deste? De uma caixa ela tirou um plug anal cromado, meio grosso pra falar a verdade, e com ele uma buceta de raposa incrustada. C: é uma buceta de raposa? P: sim, gostaram? L: sim, mamãe M: sim, claro P: o plug é bem grosso, embora não chegue na grossura do seu filho, mas vai servir, se você conseguir colocar isso no seu cu e deixar lá uns minutos, ele se acostuma com a grossura e quando enfiarem essa pica enorme você vai curtir pra caralho. C: vamos levar!!! Nem pensei duas vezes, já me via em casa com aquilo enfiado no cu andando na frente dos meus homens. P: você vai precisar disso, um lubrificante, pra se acostumar eu recomendo usar pelo menos uma hora antes de enfiarem esse monstro, ok? C: ok, obrigada, Pame P: foi um prazer, voltem quando quiserem. Saímos de lá e meu filho estava com uma ereção enorme, meu marido subiu na caminhonete e antes que a gente falasse. M: ela é uma grande amiga, tenho certeza que nunca vai contar pra ninguém, eu sei o que estou fazendo, tá claro. L: como você diz, pai. C: ok, meu amor. (não estava convencida de que era só isso, mas por enquanto não me preocupava) M: são quase uma hora de estrada, você devia ir pra trás com o Luis, e ele te Ajuda a colocar essa coisa. C: Claro, meu amor. M: Acho que quando a gente chegar, vão querer transar logo. L: Eu já tô mais que pronto, olha!!! Meu filho se abaixou nu da cintura pra baixo e o tronco enorme dele apareceu na nossa frente. C: Ai, filho, já tá bem grandona!!! L: Vem, te ajudo a colocar a tiny ass. Passei pro banco de trás e meu filho me colocou de quatro no banco, o rosto dele ficou na altura da minha bunda e ele começou primeiro subindo minha saia, depois afastou minha calcinha fio-dental e começou a me fazer sexo oral. M: Aqui está o lubrificante. L: Minha mamãe gosta da minha boca ou não, mamãe? C: Sim, sim, filho, lambe minha buceta. L: Só um pouco, pai, agora vou usar o lubrificante. M: Ok, vou dirigir até em casa. L: Pode ir com calma. Nem preciso dizer que no caminho eu não sabia nem onde a gente tava, meu marido dirigia e meu filho não tirava a boca do meu cu, a língua dele passeava pela minha buceta e subia pra minha bunda me dando prazer. L: Pronto, vamos usar isso. Um pouco de lubrificante no meu cu e tiro a Booty da Foxy da caixa. L: Que generosa, Pamela, que desinfetei isso antes de a gente usar. C: Acho que ela sabia que a gente ia usar na hora. L: Pronta, mamãe, aqui vamos nós. De quatro, senti meu filho colocar o plug na entrada do meu cu, sabia que eu conseguia engolir ele fácil, depois de ter engolido o mistério do meu filho, aquilo era mamão com açúcar, mas a gente tinha que fingir um pouco. Meu filho também entendeu o jogo, porque demorou pra caralho pra enfiar. L: Caramba, tá apertado, não entra. M: Põe mais lubrificante!!! L: Ok. C: Empurra forte, filho!!! L: Tô fazendo isso. M: Relaxa, Ceci, faz a tua parte. C: Sim, meu amor, já tá me abrindo, ai, tá entrando, tá entrando, aiiii, que gostoso. L: Uau, mamãe, vi como seu cu devorou ele. M: Tá bem, meu amor? Meu marido não parava de dirigir. C: Sim, meu amor, já entrou, tô com a tiny ass da Foxy. L: Cê tá uma delícia, mamãe. M: Já tô quase chegando!!! Meu filho tirou minha calcinha fio-dental e entregou pro pai dele. L: Por enquanto ele não vai usar. M: Ok, obrigado, filho. Ajeitei minha saia e sentei do lado dele esperando o pai estacionar. caminhonete, ele subiu as calças e esperamos. M: O que você sente, Ceci, de ter isso no cu? C: é gostoso, muito gostoso. M: ok, vamos descer. Entramos em casa, eu na frente deles com minha bunda pequena de cadela aparecendo por baixo da saia. C: me ajudem a me despir, quero ficar nua para vocês. Os dois tiraram minha blusa e sutiã, meu marido abaixou minha saia e meu filho brincava com minha bunda pequena. M: meu amor, que gostosa você está, parece mesmo uma putinha. C: é assim que me sinto, e sabe do que sua putinha precisa? M: minha putinha? O que você precisa, meu amor? C: sou sua putinha, meu amor, mas preciso da pica de um macho bom, você arruma um pra mim? M: já arrumei, está aqui!!! C: mas esse é meu filho!!! M: Você acha que na natureza os filhos, quando crescem, não comem a cadela da mãe quando ela está no cio? C: verdade, ele já é um macho bom e ainda tem uma pica boa. M: aproveita, porque é um grande sacrifício pra mim te dar nosso filho. C: obrigada, meu amor. Meu marido me levou pra sala e me colocou no sofá, de quatro, com o cu pra cima. M: é toda sua, filho. L: ai, mamãe, que cuzão vou meter. Meu marido sentou na nossa frente pra admirar o espetáculo. Meu filho se despiu, tirou o pau enorme e passou lubrificante. Segurou minha bunda pequena de cadela e puxou devagar. Os dedos dele chegaram no plug de metal e começaram a puxar, aos poucos o brinquedo saiu do meu cu e, diante dos olhos dele, meu cu ficou aberto pra receber a pica dele. L: já fechou de novo!!! M: mete antes que feche. Meu filho apontou a cabeça do pau no meu cu e eu só esperava a estocada, ele empurrava mas não o suficiente e colocava um pouco acima do meu cu. L: tá muito apertado, não entra. Eu sabia que era um jogo ou pelo menos ele tava fingindo, porque várias vezes quando pressionava a pica, ela mudava de lugar, quantas vezes antes ele já tinha metido em mim, como é que agora não conseguia. L: mamãe, relaxa, tá muito apertado, você tá apertando. Era mentira, eu tava mais do que disposta e relaxada, mas tinha acabado de entender o jogo dele. C: É que eu tô com medo, filho, aquela coisa é enorme.
L: Comigo você não vai fazer isso, Foxy, abre essa buceta senão vou meter na força!!!
C: Já vou relaxar, mas espera, não tão forte.
L: Pai, me ajuda!!! Meu filho pediu ajuda do pai, me virei pra olhar ele e vi ele vindo em direção ao sofá onde a gente tava.
M: Segura sua mãe pelos quadris que eu te ajudo a colocar no cu dela. Ou melhor, esposo, você segura a pica do meu filho pra eu enfiar no cu?
L: Segura bem minha pica, pai. Vem cá, sua putinha. As mãos do meu filho estavam nos meus quadris, um puxão dele fez meus olhos arregalarem, a pica dele acabou de entrar no meu cu, a cabeçona já tava lá dentro, a pica dele tava segura pelo pai.
C: Aiii, já entrou!!!
M: Só foi a cabeça, Ceci, aguenta, meu amor, você queria isso ou não?
C: Sim, sim, mas é enorme o macho que você arrumou, tem um pauzão.
M: Dá mais um pouco, filho!!!
L: Toma, Foxy!!!
C: Aiiii, que delíciaaaa
M: Dá outra que entra toda
L: Tira a mão, pai, vou meter tudo. Mais uma estocada e senti o corpo do meu filho colado na minha bunda.
C: Aiii, aiii, tira, tira, tá me rasgando.
M: Não tira não, tava toda putinha, agora aguenta.
L: Não vou tirar, hahahaha
C: Já entrou tudo?
M: Tudo, meu amor. Meu marido se afastou e sentou pra ver o show.
L: Engoliu tudo, mamãe, você é uma putinha muito gostosa.
C: Você se acha muito macho, não tô sentindo você me comendo!!!
L: Ahhh, tem certeza? Ok, vira pra olhar seu marido, porque você vai perder o sentido com a foda que vou te dar agora.
M: Aproveita, meu amor.
L: À sua saúde, pai. Nem preciso dizer o que aconteceu, fiquei de quatro por mais de meia hora, recebendo pica, o pauzão do meu filho entrava e saía sem parar do meu cu, chegou uma hora que quase perdi o sentido, mesmo já tendo fodido assim com meu filho antes, dessa vez o pai dele estar ali vendo a gente foi algo incrível.
L: Que gostosa que é sua esposa!!!
M: Puxa, ela aguenta bem, hein, filho.
L: Ei Mami, já tô quase gozando, posso gozar dentro do seu cu? C: hummm, isso pergunta... hummm pro meu marido. L: posso gozar dentro da sua mulher? M: claro, agora ela é sua. Não teve mais conversa, meu filho começou a se esvaziar dentro do meu cu, uma vez e outra e outra até ficar deitado sobre a mãe com o pau dentro cheio de porra. M: caralho, nunca pensei que fosse falar isso, mas vocês transam pra caralho. L: e ainda não acabei!!! M: sério? L: olha como ele ainda tá. Meu filho se levantou um pouco e tirou o pau do meu cu, que cuspiu uma porrada de leite. Ele me puxou pra perto e me colocou de quatro de novo, ainda não acabei, mamãe. Ele se posicionou atrás de mim e com uma enfiada me meteu de novo. Eu, por instinto, me mexi um pouco e a estocada dele errou por milímetros. C: ele meteu na minha buceta!!! Ele meteu na minha buceta!!! Manuel, o que eu faço?

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