Uns anos atrás, eu queria ter alguma experiência psicodélica e comecei a pesquisar. Encontrei um pessoal que dava uma terapia alternativa e me animei.
Tudo aconteceu em Calingasta, San Juan, no auge da primavera. Tinha muita gente de lugares diferentes, mas nessa ocasião conheci a Juli, uma ruiva de Rosário, ela é artista plástica.
A parte do consumo dos cogumelos vou resumir e pular direto pro que interessa.
Com a gata a gente se deu bem, literalmente dois dias compartilhando todas as atividades e no último dia começamos a caminhar pelo campo à luz da lua, sendo que eram 4 da manhã. O resto do pessoal tava na deles. Chegamos num algarrobo baixinho e já não tinha mais vestígio de civilização.
Juli: (Com voz suave e sensual) Eu, cê vê essas nuvens? Parecem ondas de fogo, como se o céu tivesse pegando fogo.
Eu: Sim, são incríveis. É como se o universo inteiro estivesse vibrando. (Não sei se tinha nuvens, eu tava sob efeito)
Juli: (Ela vira pra mim e os olhos dela cheios de desejo) Eu também tô vibrando. Sinto que meu corpo tá cheio de eletricidade, olha como minha pele se arrepia.
Eu: (Me aproximei dela, roçando minha pele na dela) Eu também sinto isso. Tem algo nesse lugar, no ar, que tá despertando a gente. (Lembro que tinha cheiro de jarilla molhada, típica do meu querido San Juan)
Juli: (Ela se inclinou pra mim com os lábios prestes a tocar os meus) Quero te sentir mais perto. Quero que você me toque, que me faça sua.
Eu: (Peguei ela no colo, beijando ela com o pau bem duro) Como eu queria transar agora. Quero beijar cada centímetro do teu corpo ou melhor ainda, chupar tua buceta.
Juli: (Gemia de prazer enquanto minhas mãos percorriam o corpo dela) Já foi! Mete o pau, com força, hein. Quero sentir você dentro de mim.
Eu: (Levantei ela rápido do chão, ela é pequena, beijando o pescoço dela) Vou te fazer tremer de prazer. Mas eu gosto muito de preliminar. (Adoro que a buceta delas fique molhada, que me Juli: (Seus dedos se enredavam no meu cabelo, me guiando até a buceta dela) Aqui!!! Quero que me toque aqui. Me faz sentir que tô voando.
Eu: (Obediente, meus dedos exploravam a buceta dela, acariciando com ternura e paixão) Vou meter devagar, sabe?
Juli: (Arqueando as costas, geme de prazer) Mete tudo de uma vez e quero mais, mais forte. Quero que me leve pro céu, que me faça esquecer de tudo.
Eu: (Metendo com força, levei ela direto ao orgasmo, mas juro que o lugar era muito desconfortável, ainda sinto as pedras) Ei, quer ir pra cabana e continuar?
Juli: (Me abraçou forte, toda suada) Antes eu dançava e quero testar uma coisa. Já gozei, mas quero que você também.
Eu: Me surpreende!
Juli: (Ela ficou de pé na minha frente e levantou uma perna até meu ombro, a outra no chão) Quero que você goze agora!
Eu: (Fiquei excitado como nunca, peguei na minha rola, esfreguei na buceta e meti até gozar) Só consegui dizer: obrigado!
Terminamos e ficamos abraçados, respirando meio sem fôlego.
P.S.: Tô tentando melhorar a escrita.
Tudo aconteceu em Calingasta, San Juan, no auge da primavera. Tinha muita gente de lugares diferentes, mas nessa ocasião conheci a Juli, uma ruiva de Rosário, ela é artista plástica.
A parte do consumo dos cogumelos vou resumir e pular direto pro que interessa.
Com a gata a gente se deu bem, literalmente dois dias compartilhando todas as atividades e no último dia começamos a caminhar pelo campo à luz da lua, sendo que eram 4 da manhã. O resto do pessoal tava na deles. Chegamos num algarrobo baixinho e já não tinha mais vestígio de civilização.
Juli: (Com voz suave e sensual) Eu, cê vê essas nuvens? Parecem ondas de fogo, como se o céu tivesse pegando fogo.
Eu: Sim, são incríveis. É como se o universo inteiro estivesse vibrando. (Não sei se tinha nuvens, eu tava sob efeito)
Juli: (Ela vira pra mim e os olhos dela cheios de desejo) Eu também tô vibrando. Sinto que meu corpo tá cheio de eletricidade, olha como minha pele se arrepia.
Eu: (Me aproximei dela, roçando minha pele na dela) Eu também sinto isso. Tem algo nesse lugar, no ar, que tá despertando a gente. (Lembro que tinha cheiro de jarilla molhada, típica do meu querido San Juan)
Juli: (Ela se inclinou pra mim com os lábios prestes a tocar os meus) Quero te sentir mais perto. Quero que você me toque, que me faça sua.
Eu: (Peguei ela no colo, beijando ela com o pau bem duro) Como eu queria transar agora. Quero beijar cada centímetro do teu corpo ou melhor ainda, chupar tua buceta.
Juli: (Gemia de prazer enquanto minhas mãos percorriam o corpo dela) Já foi! Mete o pau, com força, hein. Quero sentir você dentro de mim.
Eu: (Levantei ela rápido do chão, ela é pequena, beijando o pescoço dela) Vou te fazer tremer de prazer. Mas eu gosto muito de preliminar. (Adoro que a buceta delas fique molhada, que me Juli: (Seus dedos se enredavam no meu cabelo, me guiando até a buceta dela) Aqui!!! Quero que me toque aqui. Me faz sentir que tô voando.
Eu: (Obediente, meus dedos exploravam a buceta dela, acariciando com ternura e paixão) Vou meter devagar, sabe?
Juli: (Arqueando as costas, geme de prazer) Mete tudo de uma vez e quero mais, mais forte. Quero que me leve pro céu, que me faça esquecer de tudo.
Eu: (Metendo com força, levei ela direto ao orgasmo, mas juro que o lugar era muito desconfortável, ainda sinto as pedras) Ei, quer ir pra cabana e continuar?
Juli: (Me abraçou forte, toda suada) Antes eu dançava e quero testar uma coisa. Já gozei, mas quero que você também.
Eu: Me surpreende!
Juli: (Ela ficou de pé na minha frente e levantou uma perna até meu ombro, a outra no chão) Quero que você goze agora!
Eu: (Fiquei excitado como nunca, peguei na minha rola, esfreguei na buceta e meti até gozar) Só consegui dizer: obrigado!
Terminamos e ficamos abraçados, respirando meio sem fôlego.
P.S.: Tô tentando melhorar a escrita.
2 comentários - Calingasta: putaria no deserto