Amigos, essa é a história de um ménage com o pai da minha amiga e eu. Minha amiga da faculdade se chama Estefânia, ou Fanny para os íntimos. Ela tinha namorado, mas terminou faz uns 4 meses. Eu não saía com ela, mas começamos a conversar e, no meio dos papos, falei que tinha visto minha tia pelada, mas não contei que ela era minha amante. Ela se surpreendeu, mas não se assustou, riu e disse: "Uma vez eu ouvi meus pais transando e fiquei molhada só de escutar". Eu só perguntei se ela queria ver os pais dela pelados. Ela disse que não, mas que não se importaria de ver o pai dela nu, porque uma vez, num balneário, viu que ele tinha um volume muito grande. Eu só falei que ela devia dar uma espiada. Ela riu e mudamos de assunto. Isso foi numa saída. Depois de algumas semanas, ela me chamou pra sair. Quando fui na casa dela, tava chovendo, umas 2 da tarde. Só estavam ela e o pai dela em casa. Ela falou pra gente ficar vendo filme na sala. Daí o pai dela, com umas cervejas, sentou com a gente e perguntou se podia botar o jogo. Minha amiga disse que sim, mas que ela e eu íamos ver um filme no quarto dela. Ele aceitou. No quarto, ela me perguntou qual filme eu queria ver. Falei algum da Marvel. Vimos o do Capitão América. Quando acabou, ela perguntou se a gente via um de terror, mas eu falei que não, porque tenho medo. Então ela disse: "Quero ver um de terror porque quero ver sexo". Falando isso, ela chegou perto e tocou na minha perna. A gente tava sentado na cama dela. Eu acariciei as costas dela e falei pra botar "50 Tons de Cinza". Ela sorriu e só disse: "Valeu". Botou o filme e não passou nem 10 minutos, ela falou: "Deita". Eu deitei e ela deitou do meu lado. A porta tava aberta, então ela só me acariciava. Eu tava explodindo, então abaixei o zíper da calça e coloquei a mão dela dentro da minha calça pra sentir meu pau. Ela tirou o filme, botou uma música com o volume mais ou menos alto e se levantou. A cama eu. — Aonde você vai? Fanny. — Vou fechar a porta, e se meu pai aparecer? (O quarto da Fanny fica no segundo andar) Eu. — Talvez ele já tenha dormido, tava bebendo e o jogo já deve ter acabado faz tempo, não sei, tô ouvindo barulho lá embaixo Fanny. — Haha, então deixou aberta ou o quê? Eu. — Pois é Fanny. — E se ele subir? Eu. — A gente faz um ménage Fanny. — Sério? 😳 Eu. — Sim, sério, vem logo, deixa aberto Fanny. — Mmmmm, fazendo essa careta enquanto segurava a porta mas não fechava, eu levantei e beijei ela, peguei a porta e abri de vez enquanto a beijava, ela mordia meus lábios com força e me segurava pela nuca, acariciando minha cabeça, e eu apertando a bunda dela e levantando ela aos poucos a cada beijo. Ela tava de short e eu enfiei minhas mãos entre o short e a calcinha fio dental, ela não ofereceu resistência nenhuma, claramente tava gostando do que eu tava fazendo. Puxei o short dela até a metade da bunda, falei no ouvido dela pra virar, ela virou na hora, ficou de frente pra entrada do quarto, a gente andou um pouco até ficar debaixo do batente da porta, ela parou e não queria mais avançar. Eu comecei a apalpar ela por trás, levei minha mão até o pescoço dela e ela virou a cabeça pra trás pra poder me beijar enquanto a gente fazia isso, com a outra mão enfiei no short dela, acariciando a buceta por cima da calcinha fio dental, ela tava claramente molhada, muito ofegante naquela posição. Ela colocou as mãos pra trás e começou a acariciar meu pau por cima da calça. Passaram uns minutos quando ela falou: "já enfia em mim". A gente andou pra trás, eu sentei na cama, ela virou, ficou de joelhos e puxou minha calça de uma vez. Colocou uma mão no meu pau e a outra acariciando minhas bolas, começou a lamber a ponta do meu pau, depois com a língua fazendo círculos na ponta do meu membro. Eu segurei a cabeça dela e empurrei pra baixo, ela sem parar, enfiei meu pau na boca dela uma vez e outra com muita força, mas não era brusca, sabia o que tava fazendo. Depois lambeu meu pau inteiro. Várias vezes ela passava a língua da ponta do meu pau até onde começavam minhas bolas. Meu pau estava cheio da saliva dela. Eu queria meter, mas não queria parar a puta mamada que estava recebendo. Ela chupava minhas bolas, mas numa que fez muito forte, me machucou. Ela viu minha cara e parou. Me perguntou: "Tá bem?" Eu: "Sim, mas agora é minha vez de te fazer sentir bem." Fanny: "Sim." Eu levantei e ela também. Mandei ela deitar enquanto tirava a calça e a camisa. Ela abaixou o short junto com a calcinha fio dental, mas não tirou a blusa. Então ela deitada na cama, eu puxei ela pelas pernas até a beirada da cama e comecei a lamber a buceta dela bem devagar, saboreando toda a umidade. Lamia os lábios da buceta dela, penetrava com a língua. Depois meti dois dedos na vagina dela enquanto lambia o clitóris. Coloquei a outra mão na barriga dela enquanto isso. Passaram-se segundos e ela me pegou pela cabeça e começou a se contorcer de prazer. Enquanto isso acontecia, ela gemia cada vez mais alto. No final, soltou um gritinho que não foi muito alto graças à música que ainda estava tocando. Ela se inclinou para mim e me beijou. Disse: "Mete agora." Eu falei que não tinha camisinha. Ela segurou meu pau sem dizer nada, se aproximou, deixando a ponta do meu pau na entrada da buceta dela. Eu, sem dizer nada, meti o pau de uma só vez até o fundo. Ela gemeu e eu beijei ela pra abafar o gemido. Deitamos na cama e eu penetrei ela, mesmo estando por cima. Sentia como ela mexia os quadris também a cada estocada. Trocamos de posição. Coloquei ela de quatro e ela se contorceu ainda mais forte. Eu sentia como por dentro a buceta dela apertava meu pau. Paramos uns segundos e continuei metendo de quatro. Ela com o rosto virado pra porta. Falei pra ela chamar o pai dela. Ela não quis, mas aí meti um dedo no cu dela e ela disse que não. Falei: "Pergunta pro seu pai o que ele tá fazendo." Ela, com a voz claramente ofegante, gritou: "PAI, CÊ TÁ FAZENDO O QUÊ? JÁ ACABOU O JOGO?" Não teve resposta, então não insisti nisso. Continuamos transando até que ela se contorceu uma terceira vez, mas dessa vez, como estava de quatro, caiu deitada e disse: "Agora quero ficar por cima". Deitei e ela montou em mim, arranhou meu peito e me beijava, cavalgava como uma verdadeira puta. Já não ligava mais pro barulho, dava pra ouvir a cama dela se mexendo. Ela entrava no ritmo, prendia o cabelo pra trás pra eu ver os peitos dela. Eu só era um espectador. Passaram-se minutos quando ela se contorceu e gemeu de novo. Eu, com a sensação que tive quando ela apertou minha buceta, também gozei dentro dela. Isso fez nossos fluidos começarem a escorrer pelo corpo dela e descer pelo meu pau até manchar a cama. Ela ficou em cima de mim e me beijou, disse: "Vamos pegar papel". Levantamos e saímos do quarto. Qual não foi nossa surpresa quando o pai dela estava do lado do quarto dele, com as calças abaixadas, se masturbando. Minha amiga correu de volta pro quarto dela. O pai dela me olhou com uma cara de susto, mas estava em choque. Então me segurou pelo pescoço e fingiu indignação: "Sai da minha casa, seu pervertido, antes que eu te mate". Mas eu não levei a sério, claramente ele estava se masturbando vendo a gente transar. Então falei: "Olha, melhor a gente fazer um trato: a gente não viu nada e você também não". Ele disse que não tava nem aí, que ia contar pros meus pais. Aí eu falei: "Se você contar, eu conto pra sua esposa que você nos espionou e não parou porque tava se masturbando". Ele, ainda mais puto, disse que eu não teria coragem e me jogou contra a parede. Eu falei: "Olha, para de se fazer de bobo. Quer comer a Fanny?" Ele não disse nada. Eu respondi: "Acho que sim. Então vai pro seu quarto, tira a roupa e daqui a pouco a gente vai". Ele disse: "Você é louco, ela não vai querer". Eu falei: "Vai, e depois do que acontecer hoje, nós três vamos guardar o segredo". Ele me soltou, me encarou por uns segundos sem dizer nada, levantou a calça e foi pro quarto dele. Eu entrei no quarto da Fanny quase não tinha ouvido nada, só alguns gritos do pai dela. Fanny: — O que foi? Ele não te bateu, né? Tá bem?
Eu: — Fica tranquila, Fanny.
Fanny: — Já cresci pra ele não fazer nada comigo.
Eu: — Calma, já resolvemos, mas preciso te falar uma coisa.
Fanny: — O que foi?
Ela só tinha colocado a blusa e tava cobrindo a buceta com as mãos. Eu sentei do lado dela, tirei as mãos dela de lá e beijei ela enquanto enfiava meus dedos na boceta dela. Depois de uns segundos, ela reagiu e falou: — Não, tablet, se veste antes do meu pai chegar.
Eu falei: — Seu pai quer fazer um menage.
Ela só me olhou, não disse nada. Continuei beijando ela, mas ela me parou e perguntou: — O que você disse?
Falei: — É isso, seu pai quer um menage. É a condição pra ele não contar pra sua mãe e nem pros meus pais. Imagina se ele conta, capaz de quererem que a gente fique junto (claro que eu não acreditava nisso, mas tinha que botar o pior cenário pra ela não recusar o menage).
Ela ficou calada e perguntou: — Mas quando? Como?
Falei: — Já tá no quarto dos seus pais, esperando a gente.
Falei isso e tirei a blusa dela. Ela tava em choque, só falou: — Sério?
Falei: — Sim. Peguei na mão dela e fomos pro quarto onde o pai dela tava pelado, deitado na cama se masturbando. Ela só olhou pra ele sem falar nada. Eu fiquei atrás dela, andamos até a beira da cama, do lado do pai dela. Beijei o pescoço dela, coloquei uma mão nos olhos dela e a outra no pescoço. Ela não se mexeu. Segundos depois, o pai dela com uma mão se masturbava e com a outra tocava a buceta da Fanny. Ela tava muito excitada, eu sentia como ela tremia com minha mão segurando o pescoço dela, sentia como ela ficava mais quente. O pai dela se inclinou, beijou a barriga dela e depois os peitos. Eu tirei minha mão dos olhos dela, peguei a mão dela e guiei pra segurar o pau do pai. Ela fez isso, segurou o pau do pai, abriu os olhos e começou a masturbar ele enquanto se lambia olhando pra ele. Com a outra mão, ela segurou meu pau e começou a me masturbar também. Ela também começou a se masturbar. Perguntei pro pai dela: "Quer comer a buceta da sua filha?" Ele disse que sim. Falei: "Deita aí". E pra ela: "Senta em cima dele pra ele lamber sua buceta". Ela obedeceu na hora, ficou de joelhos e colocou a buceta na cara do pai. Subi na cama e ela começou a me fazer um boquete muito intenso, ainda mais que o outro, enquanto o pai dela chupava a buceta dela. Dava pra sentir ela se contorcendo. Aí, depois de uns minutos, falei: "Deixa seu pai te penetrar". Desci da cama, ela se mexeu e montou no pau do pai pra cavalgar. Ela se movia muito rápido, pra cima e pra baixo. Quando cansava, fazia círculos. O pai apertava os bicos dos peitos dela. Num movimento, puxou ela pelos ombros pra perto dele e beijou ela com força. Ela se retorcia, mas ele não soltava. No meio do beijo, dava pra ouvir os gemidos dela, que eram bem intensos. Eu fiquei atrás dela e, como ela tava muito molhada, falei pro pai: "Tira um pouco o pau". Ele tirou com uma mão, enquanto com a outra abraçava a Fanny e não soltava. Quando ele tirou um pouco o pau (não completamente), eu coloquei meu pau perto do dele e, com um movimento devagar, comecei a meter também na buceta da Fanny. Ela se soltou do pai e me olhou de canto. Falei: "Aguenta, confia em mim, senhor". Meti o pau inteiro. A Fanny tinha dois paus dentro da buceta dela. Quando sentiu os dois completamente dentro, começou a gemer quase gritando, com uma mão no peito do pai e a outra segurando meu ombro. Aí falei pro pai: "Como é a primeira vez que ela é penetrada por dois ao mesmo tempo, vai com calma". A gente começou a se mover e ela ficava vermelha. Logo os gemidos dela ficaram tão intensos que pareciam até um zurro. Ela não reclamava, mas dava pra ver que tava exausta. Em poucos minutos, o pai gozou dentro dela e falou: "Vou tirar agora". Falei: "Espera". Segurei ela pelos braços, na altura dos cotovelos, e comecei a meter muito forte e rápido. Ela gemia e se contorcia. O pai dela... Com um sorriso, ela disse: "Vai, já tá virando os olhos". Eu me esforcei ao máximo, mas tava muito quente depois do que o pai dela falou. Acabei gozando também em poucos segundos dentro dela. Caímos exaustos na cama, sem nos mexer, tentando recuperar o fôlego. Fanny virou de costas pro pai dela e se deitou no meu peito, disse: "Foi uma delícia, obrigada". O pai dela também tava muito cansado e perguntou que horas eram. Umas 9 da noite. Então ele disse: "Sua mãe vai chegar às 11. Descansem. Vou lá embaixo arrumar a bagunça que deixei". Ele desceu, e eu falei pra Fanny: "Vamos arrumar seu quarto". Ela só respondeu: "Quero, mas não sinto minhas pernas e tô muito cansada". Ficamos assim por uns 30 minutos. Eu levantei, fui arrumar o quarto dela. Ela chegou pouco depois e disse que ia tomar banho. Desci com o pai dela; ele tinha pedido pizza e me perguntou se eu não queria. Falei que não, mas que levasse uns pedaços pra Fanny, porque ela não conseguia descer, tava muito cansada. Ele me deu um pedaço e um copo de refrigerante. Falei: "Fim de semana que vem a gente repete. Por enquanto, não vão transar se eu não estiver". Ele, animado, respondeu: "Sim! Posso esperar. Vocês me avisam". Me virei, subi com Fanny. Ela tava se trocando. Dei a pizza pra ela, esperei terminar e falei a mesma coisa que pro pai dela. Ela também respondeu com um animado "Sim!!". Mas eu disse: "Você é minha. Ele só vai te comer quando eu mandar". Ela me olhou, ficou meio vermelha e disse: "Vou fazer tudo que você pedir". Dei um beijo nela e me despedi. Desci com os pratos. O pai dela tava na sala falando com a esposa. Me despedi, e ele me acompanhou até a porta. Falei, em tom de brincadeira: "Quando é que você me empresta a minha sogra pra ver um filme?". Ele sorriu e respondeu: "Claro, meu filho. A gente vê".
Eu: — Fica tranquila, Fanny.
Fanny: — Já cresci pra ele não fazer nada comigo.
Eu: — Calma, já resolvemos, mas preciso te falar uma coisa.
Fanny: — O que foi?
Ela só tinha colocado a blusa e tava cobrindo a buceta com as mãos. Eu sentei do lado dela, tirei as mãos dela de lá e beijei ela enquanto enfiava meus dedos na boceta dela. Depois de uns segundos, ela reagiu e falou: — Não, tablet, se veste antes do meu pai chegar.
Eu falei: — Seu pai quer fazer um menage.
Ela só me olhou, não disse nada. Continuei beijando ela, mas ela me parou e perguntou: — O que você disse?
Falei: — É isso, seu pai quer um menage. É a condição pra ele não contar pra sua mãe e nem pros meus pais. Imagina se ele conta, capaz de quererem que a gente fique junto (claro que eu não acreditava nisso, mas tinha que botar o pior cenário pra ela não recusar o menage).
Ela ficou calada e perguntou: — Mas quando? Como?
Falei: — Já tá no quarto dos seus pais, esperando a gente.
Falei isso e tirei a blusa dela. Ela tava em choque, só falou: — Sério?
Falei: — Sim. Peguei na mão dela e fomos pro quarto onde o pai dela tava pelado, deitado na cama se masturbando. Ela só olhou pra ele sem falar nada. Eu fiquei atrás dela, andamos até a beira da cama, do lado do pai dela. Beijei o pescoço dela, coloquei uma mão nos olhos dela e a outra no pescoço. Ela não se mexeu. Segundos depois, o pai dela com uma mão se masturbava e com a outra tocava a buceta da Fanny. Ela tava muito excitada, eu sentia como ela tremia com minha mão segurando o pescoço dela, sentia como ela ficava mais quente. O pai dela se inclinou, beijou a barriga dela e depois os peitos. Eu tirei minha mão dos olhos dela, peguei a mão dela e guiei pra segurar o pau do pai. Ela fez isso, segurou o pau do pai, abriu os olhos e começou a masturbar ele enquanto se lambia olhando pra ele. Com a outra mão, ela segurou meu pau e começou a me masturbar também. Ela também começou a se masturbar. Perguntei pro pai dela: "Quer comer a buceta da sua filha?" Ele disse que sim. Falei: "Deita aí". E pra ela: "Senta em cima dele pra ele lamber sua buceta". Ela obedeceu na hora, ficou de joelhos e colocou a buceta na cara do pai. Subi na cama e ela começou a me fazer um boquete muito intenso, ainda mais que o outro, enquanto o pai dela chupava a buceta dela. Dava pra sentir ela se contorcendo. Aí, depois de uns minutos, falei: "Deixa seu pai te penetrar". Desci da cama, ela se mexeu e montou no pau do pai pra cavalgar. Ela se movia muito rápido, pra cima e pra baixo. Quando cansava, fazia círculos. O pai apertava os bicos dos peitos dela. Num movimento, puxou ela pelos ombros pra perto dele e beijou ela com força. Ela se retorcia, mas ele não soltava. No meio do beijo, dava pra ouvir os gemidos dela, que eram bem intensos. Eu fiquei atrás dela e, como ela tava muito molhada, falei pro pai: "Tira um pouco o pau". Ele tirou com uma mão, enquanto com a outra abraçava a Fanny e não soltava. Quando ele tirou um pouco o pau (não completamente), eu coloquei meu pau perto do dele e, com um movimento devagar, comecei a meter também na buceta da Fanny. Ela se soltou do pai e me olhou de canto. Falei: "Aguenta, confia em mim, senhor". Meti o pau inteiro. A Fanny tinha dois paus dentro da buceta dela. Quando sentiu os dois completamente dentro, começou a gemer quase gritando, com uma mão no peito do pai e a outra segurando meu ombro. Aí falei pro pai: "Como é a primeira vez que ela é penetrada por dois ao mesmo tempo, vai com calma". A gente começou a se mover e ela ficava vermelha. Logo os gemidos dela ficaram tão intensos que pareciam até um zurro. Ela não reclamava, mas dava pra ver que tava exausta. Em poucos minutos, o pai gozou dentro dela e falou: "Vou tirar agora". Falei: "Espera". Segurei ela pelos braços, na altura dos cotovelos, e comecei a meter muito forte e rápido. Ela gemia e se contorcia. O pai dela... Com um sorriso, ela disse: "Vai, já tá virando os olhos". Eu me esforcei ao máximo, mas tava muito quente depois do que o pai dela falou. Acabei gozando também em poucos segundos dentro dela. Caímos exaustos na cama, sem nos mexer, tentando recuperar o fôlego. Fanny virou de costas pro pai dela e se deitou no meu peito, disse: "Foi uma delícia, obrigada". O pai dela também tava muito cansado e perguntou que horas eram. Umas 9 da noite. Então ele disse: "Sua mãe vai chegar às 11. Descansem. Vou lá embaixo arrumar a bagunça que deixei". Ele desceu, e eu falei pra Fanny: "Vamos arrumar seu quarto". Ela só respondeu: "Quero, mas não sinto minhas pernas e tô muito cansada". Ficamos assim por uns 30 minutos. Eu levantei, fui arrumar o quarto dela. Ela chegou pouco depois e disse que ia tomar banho. Desci com o pai dela; ele tinha pedido pizza e me perguntou se eu não queria. Falei que não, mas que levasse uns pedaços pra Fanny, porque ela não conseguia descer, tava muito cansada. Ele me deu um pedaço e um copo de refrigerante. Falei: "Fim de semana que vem a gente repete. Por enquanto, não vão transar se eu não estiver". Ele, animado, respondeu: "Sim! Posso esperar. Vocês me avisam". Me virei, subi com Fanny. Ela tava se trocando. Dei a pizza pra ela, esperei terminar e falei a mesma coisa que pro pai dela. Ela também respondeu com um animado "Sim!!". Mas eu disse: "Você é minha. Ele só vai te comer quando eu mandar". Ela me olhou, ficou meio vermelha e disse: "Vou fazer tudo que você pedir". Dei um beijo nela e me despedi. Desci com os pratos. O pai dela tava na sala falando com a esposa. Me despedi, e ele me acompanhou até a porta. Falei, em tom de brincadeira: "Quando é que você me empresta a minha sogra pra ver um filme?". Ele sorriu e respondeu: "Claro, meu filho. A gente vê".

2 comentários - Trio com minha submisso e o pai dela Leon Guanajuato